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	<title>fracasso - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>fracasso - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Síndrome do Impostor</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/sindrome-do-impostor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[fracasso]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já teve a sensação de que o sucesso que você atingiu é exagerado, como se não merecesse tudo aquilo? Se já passou por isso, saiba que não está sozinho! Esse sentimento é tão comum que tem até nome: “Síndrome do Impostor”. Só que, nessa história, o único impostor está no título. As pessoas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já teve a sensação de que o sucesso que você atingiu é exagerado, como se não merecesse tudo aquilo? Se já passou por isso, saiba que não está sozinho! Esse sentimento é tão comum que tem até nome: “<strong>Síndrome do Impostor</strong>”. Só que, nessa história, o único impostor está no título. As pessoas que passam por isso atingiram sucesso pelo seu conhecimento e trabalho duro.&nbsp;</p>



<p>A expressão “<strong>Síndrome do Impostor</strong>” foi usada a primeira vez pela psicóloga Dra. Pauline Clance, no final da década de 1970. Refere-se a um conjunto de sentimentos que reúne medo, dúvida, apreensão e um ciclo de ansiedade pós-sucesso. Apesar de extremamente bem sucedidas e do alto nível de desempenho atingido em atividades acadêmicas, negócios ou empreendimentos, muitas pessoas experimentam sentimentos de negação disso.</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube aligncenter wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Síndrome do Impostor • Psicologia • Casule Saúde e Bem-estar" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/tjUdUhhUfTc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>O fenômeno, embora não seja reconhecido oficialmente como quadro clínico, é relatado como um problema por quem já se encontrou em uma<a href="https://casule.com/complexo-de-inferioridade-definicao-causas-sintomas-como-superar/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener"> ilusão de inferioridade</a>. Ou seja, as pessoas se sentem menos qualificadas do que todos que estão ao seu redor, mas sem uma razão aparente.</p>



<p>As vítimas da síndrome são pessoas que jamais creditam seu sucesso à inteligência, competência ou habilidade pessoal. Elas se convencem de que os elogios e reconhecimento de outros em relação à sua conquista não são merecidos, atribuindo suas realizações à sorte, a algum encanto repentino, contatos ou outros fatores externos. Soma-se a isso a sensação de que, a qualquer momento, a sua incompetência será descoberta. Pronto, está aí o pacote completo para a identificação da baixa autoestima profissional.</p>



<p>Este fenômeno costuma aparecer em momentos de <a href="https://casule.com/como-enfrentar-e-lidar-com-mudanca-na-sua-vida/" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">transição</a> ou quando se é confrontado com um novo desafio, que costuma vir acompanhado de uma carga tremenda de ansiedade e insegurança. Por isso, em geral, indivíduos com este sentimento sofrem em silêncio. A maioria não fala sobre isso. Eles têm medo de serem “descobertos”. Afinal de contas, ao falarem que se sentem uma fraude, existiria sempre o risco de alguém concordar com aquilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas por que será que tanta gente sofre disso?</h2>



<p>Segundo a psicóloga PhD Suzanne Imes, do mesmo grupo da Dra. Clance, muitas pessoas que se sentem como impostoras cresceram em famílias onde a cobrança por resultados e alta&nbsp;performance&nbsp;é intensa. Outras pressões sociais, como de amigos ou da escola, também podem ampliar o problema. Para piorar, a “Síndrome do Impostor” e o&nbsp;perfeccionismo&nbsp;muitas vezes andam de mãos dadas. </p>



<p>Essas pessoas acreditam que todas as tarefas que assumem precisam ser perfeitamente executadas. Os perfeccionistas tendem a&nbsp;procrastinar&nbsp;suas atividades, adiando entregas pelos seus elevados níveis de exigência. Tendem a ser obsessivos com detalhes, se preparar e estudar mais que o necessário, gastando tempo e perdendo a objetividade. Cuidado com esta atitude! Como diz o ditado, “feito é melhor que perfeito!”</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mapeando os “sintomas” da Síndrome do Impostor&#8230;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você se tornou um&nbsp;<em>workaholic</em>&nbsp;insano.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/fQZX2aoRC1Tqw/source.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Se você acredita que todos ao seu redor são inerentemente mais inteligentes ou capazes, então uma maneira de evitar ser descoberto é contar com um esforço extraordinário para encobrir sua suposta inaptidão. E aqui não se trata de trabalho duro, mas de uma obsessão por todos os aspectos de uma apresentação, relatório, reportagem, ou qualquer que seja o trabalho em questão. Quanto mais sucesso você conquista sendo&nbsp;<em>workaholic</em>, menos chances você acha que tem de ser descoberto como uma fraude.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ou você tem se esforçado menos?</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/BIPRDoFF8DbPi/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Este caso é completamente oposto ao anterior. Você sabe que poderia ir mais longe, mas não vai, porque, se falhar, prefere que as pessoas acreditem que foi por preguiça e não por burrice ou incapacidade. Além disso, quanto menos razões as pessoas têm para julgar seu desempenho, melhor a chance de ser julgado.&nbsp;</p>



<p>Parte de você entende que empreender esforços para atingir um objetivo também o torna vulnerável. Afinal, e se você dedicar todo esse tempo e energia para construir um negócio e, de repente, falhar? Não, é muito menos doloroso não tentar do que expor-se ao julgamento dos outros e deixar a desejar.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você adota a discrição absoluta ou, quando ser discreto não resolve, parte para mudanças desenfreadas.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/ulvnEsAhZK1nG/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Na hora de escolher uma área ou carreira, você aponta sempre para aquelas que lhe permitem ser autônomo ou relativamente imperceptível. Dessa forma, você sente que pode manter sob controle qualquer tipo de avaliação ou fiscalização de rotina a que funcionários de empresas costumam ser submetidos.</p>



<p>Agora, quando a única opção viável de emprego é em uma área impossível de permanecer com segurança sob o radar dos chefes, você adota um perfil constante de mudanças. Como impostor, tem a sensação de ter um grande alvo nas costas. Que melhor maneira de esquivar-se daqueles que acredita terem superestimado suas habilidades do que sendo um alvo móvel?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você usa o seu carisma para conseguir aprovação.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" src="https://media.giphy.com/media/QnMJm9bVR9nDa/giphy.gif" alt="" width="601" height="338"/></figure></div>



<p>Na tentativa de encontrar ao menos uma pessoa para reconhecer o seu brilho, você usa habilidades sociais para causar boa impressão, já que não acredita em seu intelecto. O problema é que, se seus esforços forem bem-sucedidos, você dispensará a resposta positiva, acreditando que somente podem pensar que é especial, porque gostam de você. Além disso, na sua cabeça, precisar de aprovação externa apenas confirma que você é uma fraude.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você procrastina tudo que pode.</strong></h3>



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<p>Adiar o trabalho se tornou uma desculpa pronta para te afastar de qualquer situação que possa “desmascarar” a sua falha. Você diz para si mesmo que é por que você ‘funciona melhor sob pressão’. Talvez seja isso, mas também sabe que, ao deixar tarefas importantes para o último minuto, há mais chance de que a qualidade seja prejudicada. E aí a desculpa será sempre o tempo e não a sua possível incapacidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você nunca termina nada.</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule.jpg" alt="" class="wp-image-20932" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-768x512.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-610x407.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-980x654.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2020/07/Você-nunca-termina-nada-blog-casule-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p>Não terminando nada, você não só se protege de uma possível descoberta, como também, efetivamente, evita a vergonha de ser criticado. Afinal, se alguém questiona seu trabalho, seu talento ou seu conhecimento, você pode sempre insistir que o trabalho ‘ainda está em andamento’ ou que ‘você está apenas se aventurando.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Você apela para a autossabotagem no trabalho.</strong></h3>



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<p>O medo de ser exposto gera tanta ansiedade que você, sem perceber, faz coisas para minar qualquer perspectiva de sucesso. Você chega atrasado ou vai despreparado para um teste importante ou compromisso. Na noite que antecede uma apresentação, você fica acordado até tarde ou bebe loucamente. Afinal, se você se der mal, pode culpar o cansaço ou a ressaca. Já se for bem, então, se sente digno, porque sabe que se safou dessa vez.</p>



<p>Identificado o problema, é essencial que a pessoa comece a tirar bons proveitos de possíveis falhas, que, inevitavelmente, vão acontecer uma hora ou outra. Escolha um objetivo para enfrentar, mas não foque no erro. Pense nas lições que pode tirar <strong><em>SE</em></strong> fracassar. E, se por algum momento você voltar a pensar em como você deve ser uma fraude, lembre-se de quantos aumentos salariais, promoções, prêmios e elogios você já conquistou na carreira. Nada aconteceu por acaso!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Converse com&nbsp;um psicólogo</h2>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/Kq_86HDazqM" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Para pessoas com “Síndrome de Impostor”, a&nbsp;psicoterapia&nbsp;individual pode ser extremamente útil. Um&nbsp;psicólogo&nbsp;pode lhe dar ferramentas para ajudá-lo a quebrar o ciclo do “pensamento impostor”. Em geral, as pessoas afetadas pela síndrome não percebem que poderiam estar vivendo de outra maneira. Eles não têm ideia de que é possível não se sentir tão ansioso e temeroso o tempo todo.</p>



<p>Se você se identificou com os pontos acima, empenhe-se em encontrar e valorizar aquilo que você tem de bom. E, se precisar, não pense duas vezes em pedir a ajuda de um psicólogo, que é o profissional certo para auxiliá-lo nesse processo. A única coisa que não pode fazer é continuar achando que todas as coisas incríveis que você realizou e continua realizando caíram no seu colo diretamente do céu.</p>



<p>Fontes:</p>



<p>https://exame.com/ciencia/estudo-mostra-como-lidar-com-a-sindrome-do-impostor/<br>https://www.huffpostbrasil.com/2014/04/07/7-sinais-de-que-voce-e-uma-das-vitimas-da-sindrome-do-impostor_n_5106396.html</p>
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			</item>
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		<title>Crenças!</title>
		<link>https://casule.com/blog/crencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 19:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
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		<category><![CDATA[fracasso]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas podem se perguntar: “Porque eu tenho tanto medo de ficar sozinha? Porque eu não consigo decidir com o que quero trabalhar? Porque eu não consigo tomar uma atitude de romper de vez com esse namorado problemático? Porque eu me boicoto?” Enfim, as pessoas questionam a existência das dificuldades psicológicas. Muitas vezes a base [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">As pessoas podem se perguntar:</div>
<div style="text-align: justify;">“Porque eu tenho tanto medo de ficar sozinha?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu não consigo decidir com o que quero trabalhar?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu não consigo tomar uma atitude de romper de vez com esse namorado problemático?</div>
<div style="text-align: justify;">Porque eu me boicoto?”</div>
<div style="text-align: justify;">Enfim, as pessoas questionam a existência das dificuldades psicológicas.</div>
<div style="text-align: justify;">Muitas vezes a base dos comportamentos disfuncionais são as crenças disfuncionais.</div>
<div style="text-align: justify;">Por exemplo: Aquela mulher que não se desliga do marido, por mais que ele a maltrate não consegue sair do relacionamento mesmo  não dependendo  financeiramente. Por quê?</div>
<div style="text-align: justify;">Talvez porque ela tenha aprendido que mulher não consegue, ou não pode,  viver só. Talvez tenha aprendido que mulher que não tem marido é mulher mal falada. São exemplos de crenças que muitas vezes estão norteando, negativamente,  o comportamento desta pessoa sem que seja percebido.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns exemplos de  crenças</h2>
<h4 style="text-align: justify;">&#8211; “Tenho necessidade de ser amado”</h4>
<div style="text-align: justify;">Com esta crença a pessoa  pode estar  preocupada demais com o fato de gostarem ou não dela, se preocupa com o que pensam. Essa preocupação pode criar uma ideia de que se o outro não gostar dela será terrível &#8211; e pode-se desenvolver medo da rejeição.</div>
<div style="text-align: justify;">A idéia que está por trás é “Eu não devo ser repreendido ou rejeitado pelas pessoas que são importantes (amigo, chefe, pais, sogra, etc) porque seria horrível e eu não suportaria.”</div>
<div style="text-align: justify;">É possível que esta crença exista nas situações onde a pessoa tenta agradar a todo mundo, ou evita conflitos a todo custo e se esforça exageradamente para não contrariar ninguém. Nem sempre as pessoas pensam “Eu me preocupo com o que pensam de mim”, mas podem perceber este pensamento implícito quando sai do sério se o chefe o critica na frente dos outros, ou se desestabiliza quando esta sendo questionado no meio da reunião, ou sente vergonha quando conhece pessoas novas, tudo isso pode demonstrar  de que esta pessoa se preocupa com o que pensam dela, mas não se dava conta disso.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">-“ Não posso fracassar”.</h2>
<div style="text-align: justify;">A idéia que está por trás é “Se eu fracassar será horrível e eu não vou suportar”. Ao se convencer que não deve fracassar em nada pode-se tentar fugir de novas atividade. O medo de fracassar pode  fazer com que a pessoa evite qualquer risco. Para não errar não faz nada. O que pode acontecer é a estagnação, a mediocridade, não sai do lugar, não vive, não faz nada. O medo de mudança pode impedir de considerar novas oportunidades, novas idéias e novos objetivos.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que não se pode confundir a pessoa com seus atos. Uma vez que todo ser humano erra, isso não pode significar que se voce errou é porque voce é um incompetente. A pessoa que não foi eficaz nessa tarefa, nesse dia, isso não significa que nunca acertará em nada. Ao pensar assim não terá energia para levantar e tentar de novo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ As pessoas e as coisas devem ser como eu quero, se não for será o fim, será terrível” .</h2>
<div style="text-align: justify;">O nome disso é Baixa tolerância à frustração.</div>
<div style="text-align: justify;">Às vezes pequenas coisas aborrecem tanto quanto grandes coisas, pode ser uma fila mais longa, um tom de voz, um olhar torto, um ruído no telefone, um atraso.</div>
<div style="text-align: justify;">O problema é que a irritação não faz o problema desaparecer, pelo contrário, irritado você pode não conseguir identificar uma boa solução e pode acabar lidando com as pessoas de forma menos eficiente, ou seja, irritado e aumentando o problema.</div>
<div style="text-align: justify;">A baixa tolerância a frustração pode fazer as pessoas se sentirem indefesas e vitimadas. Ao reagir de forma desproporcional pode acabar fazendo parte do problema.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “A culpa é sempre dos outros”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Saiba que perder tempo procurando culpados pode te limitar, voce pode não conseguir encontrar a solução do problema enquanto está com a cabeça só no que deu errado.</div>
<div style="text-align: justify;">Em reuniões de trabalho de grupos disfuncionais, podem gastar 80% do tempo achando o culpado, e 20% para realmente fazer alguma coisa a respeito.</div>
<div style="text-align: justify;">Eu considero que culpa é diferente de responsabilidade. Culpa é ficar se castigando, responsabilidade é perceber que voce pode fazer algo a respeito.</div>
<div style="text-align: justify;">Será que castigar resulta em boas ações por parte da pessoa castigada? Por exemplo, o marido que quer que a esposa perceba que ele gosta de comer bife, mas ela foi ao supermercado e esqueceu-se do tal do bife. Eu considero que a pior maneira de conseguir esse bife é brigando com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Sem perder tempo procurando o culpado voce pode pensar em soluções, como nesse exemplo, poderia ser providenciar um bloco de anotações para compras, ou voce mesmo ir ao mercado comprar as coisas que lhe são mais importantes.</div>
<div style="text-align: justify;">Na auto culpa o processo é o mesmo. Por exemplo, uma pessoa que percebe que deixou todo mundo fazer dela de gato e sapato. Quanto mais ela fica se dizendo “a culpa é minha, quem mandou ser tão covarde, quem mandou não responder na hora certa”, sinto muito, mas voce não vai elaborar melhores estratégias de enfrentamento enquanto ficar se chicoteando, enquanto estiver se punindo voce se verá como culpado, e não como responsável, o que é muito diferente.</div>
<div style="text-align: justify;">Veja que você é sim responsável pela sua própria postura diante das pessoas, e que depende de voce mudar isso. Então pare de se punir e mãos á obra.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Se eu me preocupar as coisas  irão melhorar”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Tem gente que não se dá o direito nem de dormir,  na hora que coloca a cabeça no travesseiro que  começa a ansiedade : “Tenho que fazer isso, comprar aquilo, escrever pra fulano, ligar para sicrano”.</div>
<div style="text-align: justify;">Mas se você parar para pensar vai perceber que toda preocupação antecipada é pode ser inútil, pode não  te ajudar a cumprir prazo, a pagar as contas ou receber uma visita.</div>
<div style="text-align: justify;">Ao persistir  com essas preocupações você pode tornar infeliz, pois pode se preocupar demais antes da oportunidade de realmente fazer alguma coisa.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Existem soluções perfeitas para todos os problemas e eu preciso encontrá-las”.</h2>
<div style="text-align: justify;">As pessoas podem se perder procurando perfeição e se atolar em indecisões:</div>
<div style="text-align: justify;">“Devo pedir demissão ou ficar mais neste emprego?</div>
<div style="text-align: justify;">Devo terminar este namoro ou dar mais uma chance a ele?</div>
<div style="text-align: justify;">Devo falar o que penso ou calar minha boca.</div>
<div style="text-align: justify;">Qual a solução perfeita?”“.</div>
<div style="text-align: justify;">A busca de solução perfeita pode paralisar. Será que existe perfeição? Existe perseverança, a tolerância, a busca do aprimoramento, o compromisso em dar o melhor de si, tudo isso é saudável e costuma produzir bons resultados.</div>
<div style="text-align: justify;">Aceitar as incertezas da vida é uma benção. Aceitar que talvez não consiga pelo melhor, perfeito, que se enquadra com você em tudo, Aceitar isso pode ser sinônimo de viver saudavelmente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “É mais fácil evitar situações complicadas do que enfrentá-las”.</h2>
<div style="text-align: justify;">As vezes acreditamos que as coisas são muito difíceis, mas talvez seja necessário um pouco mais de disciplina.</div>
<div style="text-align: justify;">Hedonismo significa viver pelo principio do prazer, só fazer as coisas que sejam gostosas e legais, mas acredito que para ter as coisas mais significativas da vida é preciso investir, pagar um preço. Nem sempre o preço é pago em dinheiro, pode ser pago em tempo, tempo  que se dispõe ao se dedicar em algo importante.</div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Se eu jamais me envolver com nada e mantiver distanciamento&#8230; serei feliz”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Creio que existam pessoas que ficam do lado de fora sem participar da vida. Não gostam de nada, nenhuma idéia é interessante, nada do que os outros fazem é realmente importante. Mas ela também não faz nada, porque tem medo de se envolver e não se sair bem.</div>
<div style="text-align: justify;">Ela limita sua vida, mas tem uma vida “segura”.</div>
<div style="text-align: justify;">Ao considerar que viver é cansativo demais, que só vai colher o fruto que cair da arvore,  corre-se o risco de nunca comer o que realmente lhe agrada.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que ficar parado &#8220;mata&#8221; de tédio.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ O passado e todas as coisas horríveis que me aconteceram fazem com que eu tenha todos estes problemas”.</h2>
<div style="text-align: justify;">Já ouvi pessoas dizendo:&#8230; “Sempre tive uma vida difícil, os outros são mais fortes do que eu”.</div>
<div style="text-align: justify;">Acredito que passado tem sim o poder de influenciar, mas isso não precisa continuar sendo verdade, e nem ser determinante, senão qualquer pessoa que tivesse uma infância difícil estaria fadada ao fracasso, mas isso não é necessariamente verdade, tem muita gente que viveu uma infância terrível, superou e hoje vive muito feliz.</div>
<div style="text-align: justify;">Se você não está conseguindo sozinho, poderá contar com um apoio profissional para trabalhar a superação.</div>
<div style="text-align: justify;">O que afeta não é o que te aconteceu mas  o modo como lidamos com isso.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">&#8211; “ Pessoas me perturbam seriamente” .</h2>
<div style="text-align: justify;">Acreditar que pessoas e situações nos fazem sentir bravo, deprimido, ansioso, culpado, ou o que seja. Mas eu pergunto, será que nossos sentimentos não dependem também de nós mesmos?</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/crencas-enlouquecedoras.html</div>
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