<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fobia específica - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/fobia-especifica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/fobia-especifica/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Dec 2024 20:59:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>fobia específica - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/fobia-especifica/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como vencer o medo de dirigir? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-vencer-o-medo-de-dirigir-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[direção]]></category>
		<category><![CDATA[dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=14742</guid>

					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Para muitas pessoas, dirigir pode ser encarado como um sonho. Há aqueles que pensam que é algo comum e habiltual. Há também pessoas que pensam que dirigir é apenas algo necessário, mas existem pessoas que só de pensarem em dirigir, só de imaginarem o trânsito, ter que encarar o volante, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-vencer-o-medo-de-dirigir-video-completo/">Como vencer o medo de dirigir? (Vídeo Completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Mc6n9xHswNs" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



<div style="padding: 10px; background: #f8f8f8; width: 100%; margin-bottom: 40px;">
<p><script src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <strong>CLIQUE e inscreva-se no canal:</strong>
</p><div class="g-ytsubscribe" data-channelid="UCfFAcxuhkcSTcQbrX6-uRVg" data-layout="default" data-count="default"></div>
</div>



<p>Para muitas pessoas, dirigir pode ser encarado como um sonho. Há aqueles que pensam que é algo comum e habiltual. Há também pessoas que pensam que dirigir é apenas algo necessário, mas existem pessoas que só de pensarem em dirigir, só de imaginarem o trânsito, ter que encarar o volante, já se sentem extremamente ansiosas, angustiadas e com muito medo.  Se você é esse tipo de pessoa que tem medo de dirigir, esse vídeo é pra você!</p>



<p>Confira com Nayara Benevenuto, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



<p>Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta">atendimento online aqui</a>&nbsp;(em qualquer lugar do mundo)</p>



<p> Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&nbsp;<a href="https://goo.gl/yWewR2">https://goo.gl/yWewR2</a></p>



<p>Acompanhe nossos bastidores no Stories do&nbsp; Instagram: <a href="https://goo.gl/M5ZpjM">https://goo.gl/M5ZpjM</a> </p>



<p>Aproveita pra curtir a Casule lá no Facebook: <a href="https://goo.gl/NPVvLU">https://goo.gl/NPVvLU</a></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-vencer-o-medo-de-dirigir-video-completo/">Como vencer o medo de dirigir? (Vídeo Completo)</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Claustrofobia: uma doença que tem cura</title>
		<link>https://casule.com/blog/claustrofobia-uma-doenca-que-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 19:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[claustrofobia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia do medo]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade paranóide]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2678</guid>

					<description><![CDATA[<p>A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/claustrofobia-uma-doenca-que-tem-cura/">Claustrofobia: uma doença que tem cura</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2680" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado.jpg" alt="casule-psicologia-medo-de-lugar-fechado" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A claustrofobia é uma doença diagnosticada como um distúrbio de ansiedade. A pessoa sente medo de ficar em lugares fechados, evitando assim a utilização de elevadores, aviões e ambientes com pouca ventilação. A gravidade da fobia pode variar de pessoa para pessoa. Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a psicóloga Emanoele Almeida Moura, as causas deste transtorno podem ser decorrentes de algum trauma sofrido, e assim que o medo começar a interferir na vida cotidiana, é hora de procurar orientação médica. “A pessoa pode desenvolver a claustrofobia por algum trauma ou em alguma situação de sofrimento. Quando o claustrofóbico percebe que está limitando sua vida, deixando de fazer coisas do dia-a-dia, é o momento para procurar orientação, pois com a psicoterapia ele aprende a lidar com esse medo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos casos mais graves, a claustrofobia pode evoluir para a Síndrome do Pânico, sendo necessário acompanhamento de psiquiatras, que &#8211; com o auxilio de remédios &#8211; conseguem controlar a ansiedade do paciente e superar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">A estudante de Direito Michelle Alves Rodrigues conhece bem o distúrbio. De acordo com ela, qualquer lugar fechado é sinal de preocupação. “Quando me vejo em lugares pequenos e fechados ou simplesmente cheios, começo a me sentir mal, minhas mãos começam a suar, sinto meu coração acelerado e muitas vezes falta de ar. Certa vez, estava em um ônibus que tem os vidros fechados pelo ar-condicionado, tive que sair. Aquela sensação de que estou presa, é simplesmente desesperadora. Quando entro no carro tem que ter janela aberta, mesmo que seja um pedacinho só”, conta Michele.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a estudante, o tratamento tem ajudado a lidar com o problema e o acompanhamento psicológico já possibilitou executar tarefas simples, como entrar no elevador e viajar novamente de ônibus. “Hoje entro no ônibus e sento nas poltronas próximas à porta, assim não me sinto tão presa, faço tratamento há alguns meses e desde então, já consigo até passar algum tempo no elevador coisa que julgava impossível alguns meses atrás”.</p>
<p style="text-align: justify;">Tontura, náuseas, sensação de aperto no peito, suor e um mal estar perceptível, são alguns dos sintomas sentidos nos ambientes fechados, e podem ser confundidos com ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong>&#8211; A boa noticia é que a claustrofobia tem cura e com acompanhamento psicológico a pessoa é capaz de lidar com o medo e ter uma vida normal. Diversos tratamentos ajudam eliminar o problema, psicólogos,amigos e família são muito importantes na cura da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://online.unisanta.br/2012/09-15/saude-4.htm</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/claustrofobia-uma-doenca-que-tem-cura/">Claustrofobia: uma doença que tem cura</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medo ou fobia? Saiba reconhecer e tratar esses problemas</title>
		<link>https://casule.com/blog/medo-ou-fobia-saiba-reconhecer-e-tratar-esses-problemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2015 17:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia do medo]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedae]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno psicótico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=1994</guid>

					<description><![CDATA[<p>O medo em excesso pode se transformar em fobia, que pode prejudicar a saúde. Medo de falar em público, de insetos, de altura, de injeção&#8230; São diversas as causas desse sentimento que é instintivo a todo ser humano. De acordo com o psicólogo e professor Jair Kappann, da Unesp, o medo está ligado à ansiedade [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/medo-ou-fobia-saiba-reconhecer-e-tratar-esses-problemas/">Medo ou fobia? Saiba reconhecer e tratar esses problemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-mesdos-e-fobias.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1995" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-juiz-de-fora-mesdos-e-fobias.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-mesdos-e-fobias" width="600" height="408" /></a></p>
<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">O medo em excesso pode se transformar em fobia, que pode prejudicar a saúde.</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Medo de falar em público, de insetos, de altura, de injeção&#8230; São diversas as causas desse sentimento que é instintivo a todo ser humano. De acordo com o psicólogo e professor Jair Kappann, da Unesp, o medo está ligado à ansiedade que é a antecipação mental do perigo a ser enfrentado.</p>
<p style="text-align: justify;">O que ocorre fisiologicamente é que, frente ao perigo, todo o organismo se prepara para enfrentá-lo: o cérebro libera mais substâncias, o coração manda mais sangue, a mente fica em estado de alerta, os músculos ficam enrijecidos e a força física aumenta substancialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de servir para a sobrevivência da espécie, o medo em excesso paralisa a pessoa e pode se transformar em uma doença na sociedade atual: a fobia. A seguir, saiba como diferenciá-los e quais são os tratamentos.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;"><strong>Afinal, o que é fobia? </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Segundo a psicóloga Neuza Corassa, membro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental, o medo funciona como um sinalizador, ajudando a pessoa a se preparar para alguma situação, como, por exemplo, dar uma palestra. Entretanto, o medo além da medida é considerado fobia, que imobiliza as pessoas, fazendo elas se esquivarem do problema.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os medos considerados patológicos, que são excessivos e desproporcionais ao perigo enfrentados, foram nomeados com uma palavra grega, ou latina, acrescida do sufixo fobia&#8221;, ressalta o psicólogo Jair. Temos, como exemplo, agorafobia (medo de grandes espaços, multidões e do escuro), acrofobia (medo de lugares altos), claustrofobia (medos de lugares fechados) e muitas outras.</p>
<div id="tt-wrapper4145169" class="tt-wrapper inread " style="text-align: justify;"> O ataque de pânico, um medo tão intenso que paralisa o indivíduo, ocorre de forma espontânea e involuntária, sempre frente aos mesmos objetos ou situações.</div>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">Funciona assim: a pessoa canaliza toda a angústia, a ansiedade e o medo para um objeto ou determinada situação, que não causa o mesmo medo em quem não tem o problema. &#8220;Para a Psicanálise, esses medos têm uma origem comum e, na maioria dos casos, as causas estão em situações vividas na infância&#8221;, explica Jair.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo de altura, por exemplo, está relacionado à insegurança do bebê em dar os primeiros passos, enquanto a fobia de sair à rua, ao medo da criança de perder-se dos pais. Nessas situações extremas, qualquer adulto pode ter atitudes infantis, como fazer xixi nas calças, gritar e chorar.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a psicóloga Neuza Corassa, fundadora do CPEM &#8211; Centro de Psicologia Especializado em Medos, em Curitiba, a fobia pode surgir de três maneiras:</p>
<p style="text-align: justify;">1- Por ouvir histórias ruins que fazem a pessoa ficar traumatizada com a situação.<br />
2 &#8211; Por associação. Exemplo: A pessoa está ansiosa em um dia horrível, entra em um elevador e o associa ao momento ruim.<br />
3 &#8211; Por ter passado pela experiência traumática com o objeto/situação de sua fobia.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;"><strong>Como surge a fobia social?</strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Todos nós temos certa ansiedade natural frente às outras pessoas e situações sociais desconhecidas, como falar em público, pedir aumento de salário, paquerar, entre outras. Essa sensação pode ser uma característica normal da personalidade da pessoa, considerada mais tímida que as demais. &#8220;Em alguns casos, esse medo é exagerado e é descrito como fobia social, uma sensação difusa de angústia e apreensão acompanhada de várias sensações físicas de palpitações, sudorese, tremor, aperto no estômago e a nítida sensação de que vai morrer&#8221;, adverte o psicólogo Jair.</p>
<p style="text-align: justify;">O ataque de pânico, um medo tão intenso que paralisa o indivíduo, ocorre de forma espontânea, involuntária e recorrente, sempre frente aos mesmos objetos ou situações que se tornam ameaçadores. Com medo de ter os ataques, o sujeito acaba se trancando em casa e tem dificuldade em ter uma vida normal, por ter medo de entrar em pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Jair ainda explica que, sem um tratamento adequado, a pessoa vai enfrentar uma série de limitações na sua vida social, mesmo tentando conviver com a situação, que prejudicará a sua qualidade de vida e as relações com os outros.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;"><strong>Tratamento de fobia</strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Os especialistas recomendam tratamento psicológico que pode ser acompanhado do uso de medicamentos receitados por psiquiatras para amenizar os sintomas e evitar as crises.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psicólogo Jair, existem vários tipos de psicoterapia que podem ser utilizadas nesse caso. A Terapia Cognitiva Comportamental (TCC) é a mais breve, pode durar só algumas sessões e eliminar totalmente os sintomas. Já as psicoterapias mais profundas e de longa duração vão buscar as causas desses temores e, além de eliminar os sintomas, irão proporcionar um crescimento pessoal mais amplo e duradouro para o paciente, evitando o aparecimento de outros transtornos psicológicos ligados à mesma causa.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a pessoa já tem um medo acentuado, a família deve prestar atenção e ajudar a pessoa a enfrentar o problema com auxílio de um profissional. Segundo a psicóloga Neuza, a maior dificuldade para tratar a fobia é a pressa do paciente em melhorar.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">No tratamento que a especialista utiliza em sua clínica, ela recomenda o exercício físico três semanas antes de se &#8220;expor&#8221; ao medo, para o relaxamento muscular e para produzir as endorfinas que neutralizam a noradrenalina em excesso que surge nas situações de fobia. Em seguida, ela ressalta a importância da respiração do diafragma porque, sem oxigenação no cérebro, a pessoa fica mais ansiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com essa técnica, entre a quinta e a oitava sessão no consultório, os resultados começam a aparecer. &#8220;A exposição é feita aos poucos. No caso de fobia de elevador, por exemplo, a pessoa é levada até ele para observá-lo. Em um segundo momento, ela vai usá-lo até o primeiro andar e volta de escada, depois, usa até o segundo e volta de escada e por aí vai. No entanto, nada é forçado e nunca a pessoa é exposta a uma situação muito complicada&#8221;, explica.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;"><strong>Medo comum: deve ser tratado?</strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Se os medos que você sente estão te causando desconforto, problemas na vida pessoal ou profissional, é preciso buscar ajuda especializada. &#8220;Nas mulheres, é comum amenizar esses sentimentos com o uso de medicamentos, já o homem costuma procurar alívio em bebidas alcoólicas ou drogas, que podem apenas mascarar o problema, tornando-o ainda mais crônico com o passar do tempo&#8221;, diz o professor da Unesp, Jair Kappann.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é preciso lembrar que toda pessoa, mesmo que não tenha um problema grave, pode ter benefícios em uma psicoterapia ou análise. &#8220;Além de melhorar a saúde &#8211; já que 80% das doenças estão ligadas a causas emocionais &#8211; ela mudará o seu modo de pensar e as suas atitudes e proporcionará um desenvolvimento psicológico maior, favorecendo o crescimento pessoal e aumentando as chances de ter uma vida mais feliz&#8221;, conclui o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/13514-medo-ou-fobia-saiba-reconhecer-e-tratar-esses-problemas</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/medo-ou-fobia-saiba-reconhecer-e-tratar-esses-problemas/">Medo ou fobia? Saiba reconhecer e tratar esses problemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que saber sobre esquizofrenia.</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-saber-sobre-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 20:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno bipolar]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno paranóide]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=1957</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que é a esquizofrenia? A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta praticamente todos os processos mentais (afetividade, percepção, pensamento, motivação, memória, etc.) e que se caracteriza em geral pela presença de ambivalência emocional, alucinações (de qualquer dos cinco sentidos, mas predominantemente auditivas e visuais), alterações da forma e do conteúdo do pensamento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-saber-sobre-esquizofrenia/">O que saber sobre esquizofrenia.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1959" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg" alt="casule-psicologia-esquizofrenia" width="600" height="305" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-300x152.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-480x244.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/casule-psicologia-esquizofrenia-600x305.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">O que é a esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é um transtorno mental grave que afeta praticamente todos os processos mentais (afetividade, percepção, pensamento, motivação, memória, etc.) e que se caracteriza em geral pela presença de ambivalência emocional, alucinações (de qualquer dos cinco sentidos, mas predominantemente auditivas e visuais), alterações da forma e do conteúdo do pensamento (sobretudo delírios) e alterações do contato com a realidade. Juntamente com a paranoia e a antiga psicose maníaco-depressiva, as esquizofrenias compõem o grupo das enfermidades mentais comumente chamadas psicoses.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual a causa da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A causa da esquizofrenia não é inteiramente conhecida e parece mesmo não haver um fator causal único, mas multifatores levando a esta condição. A doença parece ser devida ao quadro psicológico (consciente e inconsciente); ao ambiente e ao histórico hereditário familiar para a própria doença e para outros transtornos mentais aparentados. Mais recentemente, tem-se postulado que o uso de substâncias psicoativas pode estar envolvido no desencadeamento de surtos esquizofrênicos que sejam latentes. As teorias genéticas postulam uma participação hereditária; as neurobiológicas defendem que a esquizofrenia é causada por alterações estruturais ou químicas do cérebro; a teoria psicanalítica defende a importância de fatores psicológicos precoces e as teorias familiares alegam a importância de estruturas e formas de comunicação anômalas. Mais recentemente a teoria dos neurotransmissores, segundo a qual a doença estaria ligada à alteração de certos neurotransmissores cerebrais, vem ganhando terreno.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como a esquizofrenia começa?</h2>
<p style="text-align: justify;">Geralmente a esquizofrenia começa na adolescência ou no adulto jovem, embora possa também começar antes ou depois disso. Tanto pode iniciar-se de forma aguda e exuberante como de maneira insidiosa e larvar. Às vezes a doença se manifesta agudamente, quase que da noite para o dia, por assim dizer; outras vezes as pessoas próximas ao enfermo só se dão plena conta da anormalidade depois de meses de iniciada a doença. Como as mudanças dão-se paulatinamente, é possível que as pessoas que tenham contatos mais esparsos com o paciente as notem mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">De início pode ocorrer uma tensão imotivada, insônia, queda dos rendimentos no estudo ou no trabalho (que às vezes acabam sendo interrompi-dos), prejuízo da atenção e da concentração. Aos poucos o paciente vai perdendo o interesse pelas coisas que antes gostava, torna-se mais ensimesmado, alega estar ouvindo vozes ou tendo visões que não correspondem à realidade e passa a ter pensamentos e vivências estranhos. Começa a mostrar desleixo com a sua aparência e descaso com sua higiene pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">A fase inicial pode passar despercebida pelos familiares ou ser negada e encobertada por falsas explicações. A doença só fica clara quando o paciente começa a ter alucinações ou delírios estranhos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Em quem ocorre a esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia ocorre em cerca de 1% da população, a maioria dos casos se inicia entre os 15 e os 25 anos. A incidência dela é igual nos homens e nas mulheres, bem como nas diversas culturas e classes sociais. Há uma evidente participação genética, mas o fator genético não é a causa única. Em mais de 80% dos pacientes não se conhece um familiar que tenha tido a doença. No caso de um dos pais ser esquizofrênico, a probabilidade do filho vir a ter a doença é de 12% e ela aumenta para 40% no caso de ambos os pais sofrerem desta condição.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os sintomas da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas da esquizofrenia são extremamente variados, mormente porque existem diferentes formas da doença, como veremos.</p>
<p style="text-align: justify;">Classicamente, Bleuler descreveu três sinais fundamentais: autismo, ambivalência afetiva, desagregação do curso do pensamento. Num sentido clínico mais imediato tem-se indiferença afetiva em relação à realidade (isolamento); falsas percepções (alucinações), principalmente auditivas e visuais, e alterações na forma e conteúdo do pensamento (desagregações e delírios).</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas da esquizofrenia podem ser divididos em positivos e negativos. Os sintomas positivos em geral acontecem na fase aguda da doença e são como que “acrescentados” às funções psíquicas normais e as distorcem, como as alucinações e os delírios, a desorganização do pensamento, a invenção de palavras, a impulsividade, a ansiedade e a agressividade. Os sintomas negativos são de cunho deficitário, no nível das emoções, da motivação, do pensamento e das relações interpessoais, tais como a abulia, a apatia, o isolamento social, a indiferença emocional, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas positivos ou negativos não ocorrem igualmente em todos os esquizofrênicos. Em cada paciente há a predominância de uns ou de outros. Também o tempo de evolução da enfermidade tem importância: os sintomas negativos tendem a predominar na esquizofrenia tardia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as formas da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">As formas da esquizofrenia são estabelecidas clinicamente, com base nos sintomas. Fala-se atualmente em cinco formas de esquizofrenia: paranóide, desorganizada, catatônica, indiferenciada e residual.</p>
<p style="text-align: justify;">Na esquizofrenia paranóide que, em geral, tem forma de início aguda, predominam os sintomas positivos, principalmente o delírio paranóide (de perseguição ou grandeza), relativamente bem estruturado, e as alucinações. Na forma desorganizada há principalmente transtornos afetivos e do curso do pensamento. As idéias delirantes são mal estruturadas ou não têm nenhuma organização. Nas formas catatônicas predominam as alterações da motricidade, da vontade e da atividade. A forma indiferenciada, de início insidioso, é marcada por apatia e indiferença em relação a mundo externo, com diminuição dos rendimentos nos estudos e no trabalho. A forma residual representa a etapa final da evolução da esquizofrenia. Nela há um predomínio de sintomas negativos, um embotamento afetivo e uma pobreza de produção mental.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual o tratamento da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da esquizofrenia é multidisciplinar e envolve, além da medicação, a psicoterapia, a terapia ocupacional, a intervenção familiar, a musicoterapia e a psicoeducação. Embora não visem a cura, esses procedimentos ajudam muito a controlar os sintomas. O tratamento farmacológico merece menção à parte. Os antipsicóticos são efetivos no controle dos sintomas, em cerca de 70% dos casos. Eles agem sobre os neurotransmissores cerebrais como a dopamina, serotonina e adrenalina.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Qual o prognóstico da esquizofrenia?</h2>
<p style="text-align: justify;">A esquizofrenia é uma doença incurável, embora as diversas formas de tratamento proporcionem um controle muito efetivo dos sintomas. A personalidade do paciente fica alterada após cada surto da doença ou se altera gradativamente nos casos de curso insidioso. Depois de alguns anos de doença e com o avançar da idade do paciente, a esquizofrenia se estabiliza, tendendo a não ocorrerem novos surtos ou a não mais evoluir. No entanto, a personalidade do paciente já estará gravemente alterada, no sentido de um significativo alheamento social, uma marcante falta de afetividade e uma grande deficiência de produtividade. Em geral, esses pacientes não têm condições de manter o estudo, uma família ou um emprego. No máximo conseguem desempenhar atividades muito simples e rotineiras que não requeiram criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.abc.med.br/p/psicologia..47.psiquiatria/224725/esquizofrenia+o+que+saber+sobre+ela.htm</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-saber-sobre-esquizofrenia/">O que saber sobre esquizofrenia.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medo de dirigir: como tratar a fobia ao volante?</title>
		<link>https://casule.com/blog/medo-de-dirigir-como-tratar-a-fobia-ao-volante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 01:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[fobia específica]]></category>
		<category><![CDATA[medo de dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=1319</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; As fobias específicas caracterizam-se pela presença de medo intenso e em geral irracional, acompanhado por sintomas de ansiedade, como coração acelerado, respiração ofegante, tremores musculares, boca seca, sudorese e ondas de calor e/ou calafrios, entre outros. Esses sintomas ocorrem na presença ou na antecipação de uma situação ou objeto específico, do qual geralmente a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/medo-de-dirigir-como-tratar-a-fobia-ao-volante/">Medo de dirigir: como tratar a fobia ao volante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>As fobias específicas caracterizam-se pela presença de medo intenso e em geral irracional, acompanhado por sintomas de ansiedade, como coração acelerado, respiração ofegante, tremores musculares, boca seca, sudorese e ondas de calor e/ou calafrios, entre outros. Esses sintomas ocorrem na presença ou na antecipação de uma situação ou objeto específico, do qual geralmente a pessoa tenta se esquivar. Se não há possibilidade de esquiva ou fuga, ela experimenta alto grau de desconforto e pode chegar a um ataque de pânico.</p>
<p>Na prática, essas reações restringem e prejudicam substancialmente a vida de quem sofre de uma ou mais fobias. Podemos citar exemplos bem comuns, que grande parte das pessoas conhece. O que faz uma pessoa com fobia de elevadores? Evita usar essa opção para chegar ao andar desejado e, se não tem escolha, sente extremo desconforto na curta viagem. Quem tem medo de cães segue a mesma lógica, e evita situações em que pode encontrar um desses animais, às vezes perdendo eventos sociais importantes e momentos de lazer.</p>
<p>Com o medo de dirigir, acontece o mesmo: a pessoa evita situações que exijam esse comportamento, resignando-se a participar daquelas em que pode obter carona ou usar outro meio de transporte. Quando não há alternativa e a pessoa tem que dirigir, experimenta sintomas de ansiedade que incomodam bastante e que podem até prejudicar seu desempenho e aumentar ainda mais o medo desse tipo de situação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Medo ao volante</h2>
<p>Dirigir é um comportamento corriqueiro, realizado por muitas pessoas e de grande importância na vida moderna. Por ser algo tão comum, não conseguir guiar um veículo pode se tornar um grande problema, restringindo a locomoção, criando dificuldades no trabalho e embaraço em situações sociais. Pessoas com dificuldade de dirigir podem desenvolver crenças de fracasso e de ser ‘um peso’ na vida dos outros.</p>
<p>Embora algumas pessoas consigam lidar com o medo de dirigir sem grandes prejuízos, em outras a ansiedade pode chegar a intensidades maiores, prejudicando bastante sua qualidade de vida. Estima-se que entre 7% e 8% da população geral mundial apresentem essa fobia, que afeta mais as mulheres que os homens – em alguns estudos, no total de afetados, a proporção de mulheres pode chegar a 92%.</p>
<p>Os estudos iniciais sobre o medo de dirigir tiveram como foco as consequências psicológicas em vítimas de acidentes de trânsito, mas dados mais atuais indicam que o problema independe de experiência prévia com algum episódio traumático. Quanto ao foco do temor, um grupo de pesquisadores neozelandeses sugere a existência de subtipos de medo de dirigir. O primeiro subtipo está associado a preocupações quanto a sofrer acidentes e/ou ferir a si ou a terceiros. O segundo é referente a preocupações sobre os sintomas de ansiedade e os efeitos destes durante a prática da direção. O terceiro diz respeito a situações específicas, como certas manobras ou condições climáticas peculiares. Há ainda o subtipo que envolve o temor de avaliações negativas e outras questões sociais, como atrapalhar o trânsito.</p>
<p>Os mesmos pesquisadores apontam que, assim como os que têm outras fobias, indivíduos com medo de dirigir geralmente não buscam auxílio profissional para superar o problema. Outro achado foi a elevada proporção de pessoas com medo de dirigir que também apresentam pelo menos outro transtorno de ansiedade.</p>
<p>Existem no Brasil diversos centros de treinamento de condutores de veículos especializados em pessoas com medo de dirigir. A grande oferta desse tipo de serviço pode refletir uma alta demanda no país, ou seja, um número elevado de pessoas que apresentam esse medo. Mas quem são essas pessoas?</p>
<p>Um estudo brasileiro, abrangendo 93 pessoas que procuraram ajuda e que não dirigiram após a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), detectou um perfil médio para quem tem medo de dirigir: são em geral mulheres casadas, com nível superior, entre 21 e 45 anos e que exercem atividade remunerada. Muitas têm veículo próprio ou um carro à disposição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/03/medo-dirigir02.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1321" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/03/medo-dirigir02.jpg" alt="medo-dirigir02" width="600" height="230" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/03/medo-dirigir02.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/03/medo-dirigir02-300x115.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;"> Habilidade x medo</h2>
<p>É muito comum as pessoas com essa fobia julgarem que sua habilidade para conduzir veículos é insuficiente. De fato, a ansiedade influencia as habilidades na direção. Estudo com 50 pessoas com medo de dirigir e 50 sem esse medo, realizado pelos psicólogos neozelandeses Joanne Taylor, Frank Deane e John Podd, revelou que motoristas ansiosos cometem mais erros na direção que aqueles sem medo.</p>
<p>Na amostra brasileira de 93 pessoas que não dirigiram após obter a CNH, 73% relataram que, para assumir o volante de um carro, precisariam reaprender todos os comandos. Além disso, 91,4% delas julgavam não ter boa noção de espaço, e cerca de 90% acreditavam não saber estacionar, não conseguir dirigir em tráfego intenso e não saber dirigir sozinhas. Vale ressaltar que 35% dessas pessoas tinham a carteira de motorista há menos de cinco anos.</p>
<p>O julgamento e o rendimento negativo ocorrem porque dirigir não é tão simples: envolve a coordenação combinada de membros superiores e inferiores e o gerenciamento de funções cognitivas frontais, como atenção dividida e memória de trabalho. Além disso, envolve funções executivas, como planejamento e controle da inibição. Adquirir todas essas funções exige um processo inicial de aprendizado do sequenciamento das tarefas, com a recordação de um passo a passo e a execução repetida do mesmo para fixar aos poucos as habilidades.</p>
<p>No início do processo de aprendizagem do comportamento de dirigir, o indivíduo recebe informações verbais, que ensinam a sequência de acionamento dos pedais necessária para o funcionamento do carro, as trocas de marchas e aspectos básicos do controle do volante e do painel do veículo. Essa é a parte da memória semântica, que envolve a atenção concentrada e as memórias de curta e longa duração para o registro da informação. Nesse momento, estão ativas no cérebro estruturas de aquisição e gerenciamento da informação mnemônica, como o córtex frontal e pré-frontal (atenção e memória de trabalho), e o hipocampo, no córtex temporal.</p>
<p>Em pessoas com medo de dirigir, esse momento de aquisição da informação pode ser perturbado tanto pela ansiedade, que altera a atenção e gera hipervigilância (excesso de atenção quanto a possíveis erros ou perigos), quanto pela necessidade de hiperfoco (excesso de concentração) na execução de alguns movimentos específicos, o que reduz a atenção dada à explicação dos comandos pelo instrutor. Essa desatenção prejudica a aprendizagem e faz com que muitas pessoas errem etapas simples das quais são constantemente informadas no processo de treinamento.</p>
<p>Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2015/322/medo-de-dirigir</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/medo-de-dirigir-como-tratar-a-fobia-ao-volante/">Medo de dirigir: como tratar a fobia ao volante?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
