<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fatores de proteção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/fatores-de-protecao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/fatores-de-protecao/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Sep 2019 15:00:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>fatores de proteção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/fatores-de-protecao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A vida dos jovens: fatores de risco e fatores de proteção para a tentativa de suicídio</title>
		<link>https://casule.com/blog/a-vida-dos-jovens-fatores-de-risco-e-fatores-de-protecao-para-a-tentativa-de-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 15:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de proteção]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[setembro amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=15086</guid>

					<description><![CDATA[<p>É bem sabido que as mortes por suicídio têm aumentado nas últimas décadas, não é à toa que o mês de setembro passou a ser marcado como o mês de prevenção ao suicídio, sendo chamado de setembro amarelo, com o objetivo de tornar público o assunto e promover a valorização da vida, buscando prevenir a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/a-vida-dos-jovens-fatores-de-risco-e-fatores-de-protecao-para-a-tentativa-de-suicidio/">A vida dos jovens: fatores de risco e fatores de proteção para a tentativa de suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>          É bem sabido que as mortes por suicídio têm aumentado nas últimas décadas, não é à toa que o mês de setembro passou a ser marcado como o mês de prevenção ao suicídio, sendo chamado de setembro amarelo, com o objetivo de tornar público o assunto e promover a valorização da vida, buscando prevenir a ocorrência e a tentativa deste tipo de morte.</p>



<p>          O início da vida adulta é marcado por uma série de transformações e desafios, com a necessidade de se assumir papéis, identidades, fazer escolhas, relacionar-se afetivamente, buscar uma estabilidade econômica, entre outros. Justamente neste período, problemas e dificuldades podem surgir na vida dos jovens, proporcionando o aparecimento de eventos negativos que precisam ser enfrentados. Estes eventos podem ser considerados fatores de risco e estão relacionados com características negativas da vida que tendem a aumentar as possibilidades de problemas físicos, emocionais e sociais de se manifestarem, aumentando, consequentemente, a vulnerabilidade destes indivíduos diante de situações adversas, com grandes chances de reagirem de maneira disfuncional frente a estes acontecimentos.</p>



<p>          São considerados fatores de risco a falta de suporte familiar, experiências de violência física e/ou sexual, instabilidade econômica, condições de trabalho insalubres e estressantes, desigualdades sociais, entre outros. Vale lembrar, porém, que não é apenas a presença destes fatores que causa um impacto na vida do indivíduo, mas a frequência, a intensidade e a maneira como se interpreta estas situações. Portanto, uma pessoa, neste caso estamos falando dos jovens, podem ter passado por todas estas situações e lidarem com elas de maneira mais funcional, sem nem sequer pensar em tirar a própria vida. Neste sentido, falamos dos fatores de proteção, que podem coexistir com os fatores de risco.</p>



<p>          A existência de fatores de proteção pode minimizar os efeitos dos eventos negativos e dos desafios enfrentados pelos jovens. Quando falamos destes fatores, consideramos características pessoais, como o senso de autoestima e autoeficácia, e das relações sociais estabelecidas com amigos e familiares que geralmente formam uma rede de apoio, fortalecendo e dando suporte para lidar com as situações problemas. </p>



<p>          Considerando que os jovens passam grande parte do seu tempo em locais propícios para a interação social, é interessante ainda que mantenham um bom repertório de habilidades sociais que os auxiliem a construir e manter estas relações sociais proporcionando que estes vínculos se tornem também redes de apoio efetivas e de proteção às situações de risco, auxiliando na solução de problemas. Em tempos em que o mundo virtual prevalece na vida diária, em especial na dos jovens, causando muitas vezes o sentimento da solidão, fortalecer esta rede de apoio das relações sociais se mostra um fator ainda mais importante para a proteção da vida.</p>



<p>          O processo de pensar em tirar a própria vida é um momento de crise, em sua grande maioria, muito doloroso. Se empenhar na manutenção e fortalecimento dos fatores de proteção é de fundamental importância para a prevenção desse processo. Por isso, diante de alteração persistente no humor, na capacidade de resolução de problemas, interações sociais e prevalência de tristeza, não exite em buscar ajuda profissional e contar com a sua rede de apoio. Prevenir pode ser a solução. Você não está sozinho!<br></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/a-vida-dos-jovens-fatores-de-risco-e-fatores-de-protecao-para-a-tentativa-de-suicidio/">A vida dos jovens: fatores de risco e fatores de proteção para a tentativa de suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Suicídio</title>
		<link>https://casule.com/blog/suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 11:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de proteção]]></category>
		<category><![CDATA[fatores de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[suicidio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=11684</guid>

					<description><![CDATA[<p>O suicídio, definido como ato intencional de acabar com a própria vida, é um fenômeno presente ao longo de toda a história da humanidade, em todas as culturas e atualmente representa um grande desafio da modernidade, sendo um   problema   que   atinge   todas   as camadas   da sociedade.  É uma grande [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/suicidio/">Suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O suicídio, definido como ato intencional de acabar com a própria vida, é um fenômeno presente ao longo de toda a história da humanidade, em todas as culturas e atualmente representa um grande desafio da modernidade, sendo um <span class="Apple-converted-space">  </span>problema <span class="Apple-converted-space">  </span>que <span class="Apple-converted-space">  </span>atinge <span class="Apple-converted-space">  </span>todas <span class="Apple-converted-space">  </span>as camadas <span class="Apple-converted-space">  </span>da sociedade. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É uma grande questão de saúde pública em todos os países e, embora<span class="Apple-converted-space">  </span>cada<span class="Apple-converted-space">  </span>vez<span class="Apple-converted-space">  </span>mais<span class="Apple-converted-space">  </span>praticado no<span class="Apple-converted-space">  </span>mundo,<span class="Apple-converted-space">  </span>ainda<span class="Apple-converted-space">  </span>é<span class="Apple-converted-space">  </span>um<span class="Apple-converted-space">  </span>enorme desafio para a sociedade falar e trabalhar o tema. </span></p>
<p class="p2"><span class="s1">Além do suicídio, propriamente dito, encontramos os comportamentos suicidas, que envolvem os pensamentos, planos e tentativas de suicídio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta três características psicopatológicas comuns no estado mental dos suicidas. São elas: </span></p>
<p class="p3"><span class="s1"> 1. <strong>Ambivalência:</strong> sentimento entre o desejo de viver e de morrer. Geralmente nesses casos há urgência em sair da dor e do sofrimento com a morte, porém, existe o desejo de sobreviver.</span></p>
<p class="p3"><span class="s1"> 2. <strong>Impulsividade:</strong> Pode durar de alguns minutos a horas e geralmente é desencadeado por eventos negativos do dia a dia e por situações como: rejeição; recriminação; fracasso; falência; morte de ente querido; entre outros. </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">3. <strong>Rigidez:</strong> onde o indivíduo apresenta pensamentos cristalizados a respeito da própria morte, ou seja, pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mas, de fato, não existe uma única resposta ou causa relacionada ao suicídio, afinal, cada pessoa possui suas individualidades. Por isso, é um comportamento com determinantes multifatoriais e resultado de uma complexa interação de fatores psicológicos e biológicos, inclusive genéticos, culturais e socioambientais. Seria a consequência final de um processo, de uma série de fatores da vida do sujeito, e não de determinados acontecimentos pontuais e isolados. Está frequentemente<span class="Apple-converted-space">  </span>ligado<span class="Apple-converted-space">  </span>a<span class="Apple-converted-space">  </span>questões<span class="Apple-converted-space">  </span>como<span class="Apple-converted-space">  </span>sentimentos<span class="Apple-converted-space">  </span>negativos<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>vazio, sofrimento, <span class="Apple-converted-space">  </span>doenças, <span class="Apple-converted-space">  </span>problemas <span class="Apple-converted-space">  </span>de <span class="Apple-converted-space">  </span>relacionamento, <span class="Apple-converted-space">  </span>saúde <span class="Apple-converted-space">  </span>mental, <span class="Apple-converted-space">  </span>entre outros. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É importante considerar o que chamamos de fatores de risco, ou seja, fatores que são capazes de aumentar as possibilidades de que o ato ocorra. Tais fatores podem ser sociodemográficos (idade, gênero, religião/espiritualidade), contextuais (doença psiquiátrica, história familiar, abuso/dependência de álcool ou drogas, abuso sexual..) ou da própria esfera suicida (tentativas de suicídio prévias, planos suicidas e acesso a meios letais). </span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Alguns exemplos: Ansiedade e depressão; abuso de substâncias como álcool e drogas; tentativa prévia de suicídio; doença mental; desesperança, desespero, desamparo e impulsividade; idade; gênero (As taxas de suicídio são em torno de três vezes maiores entre os homens do que entre mulheres, opostamente às tentativas de suicídio que são, em média, três vezes mais frequentes entre as mulheres); doenças clínicas não psiquiátricas; eventos adversos na infância e na adolescência (como maus tratos, abuso físico e sexual, pais divorciados, transtorno psiquiátrico familiar, entre outros fatores); história familiar e genética; fatores sociais (quanto menos laços sociais tem um indivíduo, maior o risco de suicídio. Viver sozinho parece aumentar o risco de suicídio, com taxas mais elevadas entre indivíduos divorciados ou que nunca se casaram). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Muitas vezes o funcionamento interno de indivíduos suicidas gira em trono de três sensações bem definidas: intolerável (não suportar); inescapável (sem saída); e interminável (sem fim). Existe uma distorção da percepção da realidade com avaliação negativa de si mesmo, do mundo e do futuro e um medo irracional e preocupação excessiva. O passado e o presente costumam reforçar o sofrimento e o futuro parece sombrio, sem perspectiva e presença de planos. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Surge a ideação e a tentativa de suicídio, que pode culminar com o ato suicida. Médicos devem saber identificar e manejar toda a gama de características que envolvem o comportamento suicida, já que a diminuição da morbidade (ideação e tentativa) deve levar à diminuição da mortalidade (suicídio). Deve-se ter em mente que pode variar em breve escala temporal.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Embora menos definidos, concomitantemente aos fatores de risco existem os fatores de proteção, que diminuem os riscos e previne possibilidades de suicídio. São considerados isoladores contra o suicídio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Existem diversos fatores protetores que são comuns à população em geral, como autoestima elevada, bom suporte familiar, laços sociais bem estabelecidos, religiosidade, ausência de doença mental, ter crianças em casa, senso de responsabilidade com a família, gravidez desejada e planejada, capacidade de adaptação positiva, capacidade de resolução de problemas, atividades prazerosas, resiliência bem desenvolvida, além de acesso a serviços e cuidados de saúde mental.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Um ponto de atenção deve ser o de que ninguém é realmente capaz de prever com exatidão qual indivíduo irá se suicidar, e esse é um dos motivos de nunca subestimar ou banalizar a sinalização de alguém à qualquer comportamento suicida. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O importante é promover a saúde ampliando possibilidades para lidar com as situações; aumentar os níveis de bem estar psicológico; trabalhar na diminuição dos comportamentos autolesivos e atos suicidas. Destacar e valorizar os fatores de prevenção, que possuem forte influência nas reduções dos riscos do suicídio também é ponto marcante do tratamento.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">É importante<span class="Apple-converted-space">  </span>salientar, que<span class="Apple-converted-space">  </span>o<span class="Apple-converted-space">  </span>psicólogo poderá precisar<span class="Apple-converted-space">  </span>do auxílio<span class="Apple-converted-space">  </span>de<span class="Apple-converted-space">  </span>outros<span class="Apple-converted-space">  </span>profissionais<span class="Apple-converted-space">  </span>da<span class="Apple-converted-space">  </span>área<span class="Apple-converted-space">  </span>saúde<span class="Apple-converted-space">  </span>e<span class="Apple-converted-space">  </span>da<span class="Apple-converted-space">  </span>família neste processo. A avaliação de um psiquiatra, por exemplo é crucial e ampliar a rede de ajuda e suporte a esse paciente através da família e amigos próximos também otimiza o processo. A família, inclusive, assume papeis importantes. Além de estarem como suporte emocional àquele membro, ainda vão atuar como colaboradores da terapia, buscando evitar que o paciente fique por períodos longos sozinho, cuidando de objetos perigosos e letais dentro de casa, diminuindo os riscos para o mesmo. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Sabe-se que não há uma garantia de evitar o suicídio, no entanto, o psicólogo precisa estar disponível e demonstrar afeto e empatia, caminhando junto no processo terapêutico no sentido de promover a saúde e contribuir para possibilidades de escolhas alternativas. </span></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/suicidio/">Suicídio</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
