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	<title>estresse infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>estresse infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Fidget Spinner: problema ou solução?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/fidget-spinner-problema-ou-solucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 15:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[estímulos]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fidget Spinner]]></category>
		<category><![CDATA[Hand Spinner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nessa última semana, deparei-me com um instrumento muito curioso, apresentado como brinquedo para algumas crianças.  Confesso que não sabia da utilidade, apesar de já ter visto em algumas lojas. Estou falando do Hand Spinner ou Fidget spinner. Meu esposo, em tom de risos, foi o primeiro a me falar sobre. Estávamos na clínica médica onde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa última semana, deparei-me com um instrumento muito curioso, apresentado como brinquedo para algumas crianças.  Confesso que não sabia da utilidade, apesar de já ter visto em algumas lojas. Estou falando do <strong><em>Hand Spinner</em> ou <em>Fidget spinner</em></strong>.</p>
<p>Meu esposo, em tom de risos, foi o primeiro a me falar sobre. Estávamos na clínica médica onde fazemos o acompanhamento de nossos filhos e ele me informou “é pra aliviar o estresse” e completou que foi feito por uma mãe de autista (era tudo que ele sabia). Já me assustei logo de cara,  não porque crianças não fiquem estressadas, sim elas ficam (estresse infantil pode ser traduzido em problemas físicos sem causas aparentes, como diarreias, náuseas, dores de cabeça e de estômago, além de distúrbios do sono)¹.</p>
<p>Aí vem o fim de semana e minha sobrinha aniversariante ganha um. Percebi que a desinformada era eu e, então, fui ler um pouco. Vi que esse é um &#8220;brinquedo&#8221; existente há mais de 20 anos. Li, também, que antes de ser “febre” no Brasil, já era “febre” na Europa e Estados Unidos. Em alguns lugares até proibidos por causar algumas desatenções em salas de aula².</p>
<p>A peça giratória foi criada pela norte-americana Catherine Hettinger, em 1993. Quanto ao objetivo, se você jogar no google verá vários: de tranquilizar as pessoas até trazer a paz mundial, já que quem usa, pode ficar mais calmo. De acordo com alguns dos achados, o <em>hand spinner</em> serve para ajudar pessoas com déficit de atenção, hiperatividade ou excesso de ansiedade, a se focarem em uma tarefa e liberarem algum do estresse acumulado durante o dia de trabalho ou de estudo, por exemplo.</p>
<p>Mas se é pra aliviar estresse e se crianças e adolescentes, bem como os adultos, se estressam, por quê o susto ou a preocupação? Porquê sou mãe e antenada nessa geração.</p>
<p>Se focarmos em um dos pontos positivos apresentados pelas leituras feitas, não veria problema algum no brinquedo: de acordo com algumas sugestões de uso, ele é melhor do que roer unha (onicofagia), arrancar fios de cabelos (tricotilomania), morder tampas de caneta ou apertar insistentemente alguns botões de canetas para aliviar momentos de tensão. Comportamentos irritantes, né? Mas, o problema que vejo são outros dois.</p>
<h3>O <strong>primeiro: </strong>é não tratar quadros ansiosos ou de estresse necessários de tratamento. O brinquedo possui capacidade de abstração? Sim. Afinal o movimento faz com que a criança coloque o foco da atenção no brinquedo, criando uma capacidade de abstrair, nada diferente dos outros brinquedos que têm a mesma finalidade.</h3>
<p>Importante ressaltar que não há base científica ligada ao brinquedo, e que para quadros de ansiedade e estresse onde faz-se necessário acessórios/atividades para alívio/auxílio é necessário uma avaliação adequada, bem como acompanhamento terapêutico para não transformar um objetivo de alívio em nova compulsão.</p>
<p>Importante destacar que os transtornos de ansiedade em crianças e jovens são comuns e constituem o maior grupo de problemas de saúde mental durante a infância, podendo causar efeito significativo no funcionamento diário.</p>
<h3>O <strong>segundo</strong>: não ensinar aos nossos filhos a importância de ser e estar feliz/em paz consigo próprios, com seus próprios pensamentos e emoções. Esse, para mim é ainda mais importante (e um eterno aprendizado).</h3>
<p style="text-align: center"><em>“Ah Pedrita, mas meu filho é saudável, então não vejo problema que ele ocupe seu tempo com essa atividade, já que ela é como outro distrator qualquer!”</em></p>
<h3>O problema? Excesso de estímulos!</h3>
<p>Não estamos nos permitindo tempo para ser. Não estamos permitindo a nós, nem a nossos filhos, tempo para os prazeres e as frustrações que o ócio pode nos proporcionar. E até mesmo, tempo para criar.</p>
<p>Sobre o excesso de estímulos, deixo aqui registrado o meu <em>mea culpa</em>. Quando meu primeiro filho nasceu, instalei um dvd no encosto do carro, para facilitar as viagens até a avó paterna (300km). Em outros momentos baixei para o tablet do pai alguns vídeos, atividades, para que enquanto eu estivesse estudando ou fazendo outros trabalhos em casa, pudesse distraí-lo com atividades interessantes.</p>
<p>Em nossos excessos de atividades, nos enganamos acreditando que esses distratores são os ideais. Não se engane com o interesse da criança pelos materiais superestimulantes.</p>
<h3>Mesmo que eles gostem, pode ser prejudicial sim.</h3>
<p>Nosso papel nisso? Assim como evitar o excesso de açúcar (risos) e também o de evitar o excesso de estímulo. As consequências do superestímulo podem realmente prejudicá-la tornando-a uma criança com déficit de atenção, ansiosa, irritada e agressiva<sup>4</sup>.</p>
<p>Montessori (médica e pedagoga italiana), acreditava que a educação é uma conquista da criança, entendendo que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições. Segundo ela, não devemos estimular a criança, o mundo se encarrega disso.</p>
<p>O que um adulto preparado deve fazer é observá-la para perceber qual seu interesse e então propor chaves (atividades, brinquedos, etc) que a ajudem a entender o mundo em que vivem<sup>5</sup>.</p>
<p>E sobre ficar a sós com nossos pensamentos, caso não consigamos é um sinal de que precisamos buscar ajuda. É fundamental reconhecer nossos pensamentos, entendendo as emoções que cada um pode nos trazer.</p>
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		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina infantil]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
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		<item>
		<title>O que é a Alienação Parental</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-alienacao-parental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 20:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[alienação parental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner [3] em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner [3] em 1985 para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casos mais freqüentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro<b>.</b></p>
<h2 style="text-align: justify;">O Genitor Alienante</h2>
<p style="text-align: justify;">Exclui o outro genitor da vida dos filhos</p>
<ul style="text-align: justify;">
<ul>
<li>Não comunica ao outro genitor fatos importantes relacionados à vida dos filhos (escola, médico, comemorações, etc.).</li>
<li>Toma decisões importantes sobre a vida dos filhos, sem prévia consulta ao outro cônjuge (por exemplo: escolha ou mudança de escola, de pediatra, etc.).</li>
<li>Transmite seu desagrado diante da manifestação de contentamento externada pela criança em estar com o outro genitor.</li>
</ul>
<li>
<h2>Interfere nas visitas</h2>
<ul>
<li>Controla excessivamente os horários de visita.</li>
<li>Organiza diversas atividades para o dia de visitas, de modo a torná-las desinteressantes ou mesmo inibí-la.</li>
<li>Não permite que a criança esteja com o genitor alienado em ocasiões outras que não aquelas prévia e expressamente estipuladas.</li>
</ul>
</li>
<li>
<h2>Ataca a relação entre filho e o outro genitor</h2>
<ul>
<li>Recorda à criança, com insistência, motivos ou fatos ocorridos que levem ao estranhamento com o outro genitor.</li>
<li>Obriga a criança a optar entre a mãe ou o pai, fazendo-a tomar partido no conflito.</li>
<li>Transforma a criança em espiã da vida do ex-cônjuge.</li>
<li>Quebra, esconde ou cuida mal dos presentes que o genitor alienado dá ao filho.</li>
<li>Sugere à criança que o outro genitor é pessoa perigosa.</li>
</ul>
</li>
<li>
<h2>Denigre a imagem do outro genitor</h2>
<ul>
<li>Faz comentários desairosos sobre presentes ou roupas compradas pelo outro genitor ou mesmo sobre o gênero do lazer que ele oferece ao filho.</li>
<li>Critica a competência profissional e a situação financeira do ex-cônjuge.</li>
<li>Emite falsas acusações de abuso sexual, uso de drogas e álcool.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<div style="text-align: justify;">
<h2>A Criança Alienada<span style="font-size: medium;">:</span></h2>
<ul>
<li>Apresenta um sentimento constante de raiva e ódio contra o genitor alienado e sua família.</li>
<li>Se recusa a dar atenção, visitar, ou se comunicar com o outro genitor.</li>
<li>Guarda sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são inconsequentes, exageradas ou inverossímeis com a realidade.</li>
<li></li>
</ul>
</div>
<h2 style="text-align: justify;">Crianças Vítimas de SAP são mais propensas a:</h2>
<div style="text-align: justify;">
<ul>
<li>Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.</li>
<li>Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.</li>
<li>Cometer suicídio.</li>
<li>Apresentar baixa auto-estima.</li>
<li>Não conseguir uma relação estável, quando adultas.</li>
<li>Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor atacado.</li>
</ul>
</div>
<h3 style="text-align: justify;">Como parar a Alienação Parental?</h3>
<p style="text-align: justify;">Tenha Atitude</p>
<p style="text-align: justify;">Como pai/mãe</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Busque compreender seu filho e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro genitor.</li>
<li>Busque auxílio psicológico e jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de SAP desapareça sozinha.</li>
</ul>
<h3 style="text-align: justify;">Lembre-se</h3>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A informação sobre a SAP é muito importante para garantir às crianças e adolescentes o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a participação de ambos os genitores em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A Alienação Parental não é um problema somente dos genitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz conseqüências nefastas para as gerações futuras.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Pai e Mãe, os filhos precisam de ambos!</b></h2>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div>
<h3 style="text-align: justify;">Estatísticas sobre a Síndrome da Alienação Parental</h3>
<ul style="text-align: justify;">
<li>80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental. [1]</li>
<li>Estima-se que mais de 20 milhões de crianças sofram este tipo de violência</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.alienacaoparental.com.br/o-que-e</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama (Enurese)</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-ate-quando-e-normal-crianca-fazer-xixi-na-cama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 20:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As crianças com mais de 3 anos de idade, geralmente, já não fazem xixi na cama, mas é normal que a criança ainda faça xixi na cama em algumas noites até por volta dos 5 anos. A partir daí a criança deve ser capaz de identificar a vontade de ir no banheiro de dia e de noite e não molhar mais a cama.</p>



<p>A partir dos 3 anos de idade, os pais devem ficar atentos se a criança é capaz de segurar o xixi durante o dia e também durante a noite, se certificando que ela não fez xixi na cama sempre que ela acordar de manhã.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando se preocupar</h2>



<p>Pode ser motivo de preocupação se a criança já tem mais de 3 anos e segura bem o xixi durante o dia, mas ainda faz xixi na cama todas as noites ou mais de 2 vezes por semana. Nesse caso, o pediatra deve ser avisado porque estes diversas causas para isto acontecer.</p>



<p>Uma causa comum é a criança tomar muitos líquidos a partir das 18 horas e não fazer xixi antes de ir para cama, uma outra causa comum é a criança estar ansiosa, com medo e não querer sair da cama para ir ao banheiro, mas por vezes, o xixi na cama pode ser causado por uma situação chamada enurese noturna, um tipo de incontinência urinária infantil.</p>



<p>A criança não deve ser culpada por fazer xixi na cama, porém a enurese necessita de tratamento específico, que pode incluir treino da urina, uso de pijama especial ou até mesmo, uso de medicamentos indicados pelo pediatra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas da enurese</h2>



<p>Qualquer criança até aos 8 anos pode fazer xixi na cama durante a noite se beber muita água depois do jantar ou não ir no banheiro antes de dormir, porém esta situação deve ser rara e tem que estar associada a estes fatores.</p>



<p>Se a criança fizer xixi na cama frequentemente, as causas podem estar relacionadas a:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Atraso no crescimento</strong> &#8211; crianças que começam a andar depois dos 18 meses, que não controlam as fezes ou têm dificuldade para falar, têm maior chance de não controlar a urina antes dos 5 anos;</li><li><strong>Problemas mentais </strong>&#8211; crianças com doenças psiquiátricas como esquizofrenia ou problemas como hiperatividade ou défice de atenção, tem menos capacidade de controlar a urina a noite;</li><li><strong>Estresse</strong> &#8211; situações como separação dos pais, brigas, nascimento de irmão podem dificultar o controlo da urina durante a noite;</li><li><strong>Diabetes</strong> &#8211; a dificuldade de controlar a urina pode estar associada a muita sede e fome, perda de peso e alteração da visão, que são alguns dos sintomas da diabetes.</li></ul>



<p>Existem 2 tipos diferentes da doença: a enurese primária ocorre quando a criança sempre precisou de fraldas para não fazer xixi na cama, e a enurese secundária ocorre quando por algum motivo, depois da criança ser capaz de controlar bem o xixi durante a noite, volta a fazer xixi na cama.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como identificar a enurese</h2>



<p>Os pais podem desconfiar quando a criança já completou 5 anos e ainda faz xixi na cama ou quando ele volta a fazer xixi na cama, após passar mais de 6 meses de controle da urina. Mas para o diagnostico de enurese é preciso ir no médico para fazer alguns exames, como exame de urina, ultra-sonografia na bexiga e, em alguns casos, realizar um exame urodinâmico para estudar o armazenamento, transporte e esvaziamento da urina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6 passos para ajudar a criança a não fazer xixi na cama</h2>



<p>O tratamento da enurese noturna é muito importante e deve ser iniciado assim que possível, principalmente entre os 6 e 8 anos de idade, para evitar problemas como isolamento social, conflitos com os pais, situações de bullying e diminuição da autoestima, por exemplo. Assim, algumas técnicas que podem ajudar a curar a enurese incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Manter o reforço positivo</h3>



<p>A criança deve ser premiada nas noites secas, que são aquelas em que é capaz de não fazer xixi na cama, recebendo abraços, beijos ou estrelinhas, por exemplo.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/pr/em/premiacao-por-nao-fazer-xixi-na-cama-3-3-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Premiação por não fazer xixi na cama</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Treinar o controle da urina</h3>



<p>Esse treino deve ser feito 1 vez por semana, para treinar a capacidade de identificar a sensação de bexiga cheia. Para isso a criança deve tomar, pelo menos, 3 copos de água e controlar a vontade de urinar durante pelo menos 3 minutos. Se ela aguentar, na próxima semana deve aguentar 6 minutos e na semana seguinte, 9 minutos. O objetivo é que ela seja capaz de ficar sem fazer xixi durante 45 minutos.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/tr/ei/treino-de-controle-da-urina-2-2-640-427.jpg" alt=""/><figcaption>Treino de controle da urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Acordar a noite para fazer xixi</h3>



<p>Acordar a criança pelo menos 2 vezes por noite para fazer xixi é uma boa estratégia para que ela aprenda a segurar bem o xixi. Pode ser útil fazer xixi antes de ir para cama e colocar um alarme para despertar 3 horas depois de deitar. Ao acordar, deve-se ir imediatamente fazer xixi. Se a criança dormir mais de 6 horas, programe o despertador para cada 3 horas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/ac/or/acordar-a-noite-para-fazer-xixi-1-1-640-427.jpg" alt="Acordar a noite para fazer xixi" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Acordar a noite para fazer xixi</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">4. Tomar remédios indicados pelo pediatra</h3>



<p>O pediatra pode recomendar o uso de medicamentos, como Desmopressina, para reduzir a produção de urina durante a noite ou a toma de antidepressivos como Imipramina, principalmente em caso de hiperatividade ou défice de atenção ou anticolinérgicos, como Oxibutinina, se houver necessidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Usar sensor no pijama</h3>



<p>Pode-se aplicar alarme no pijama, que emite um som quando a criança faz xixi no pijama, o que faz a criança acordar porque o sensor detecta a presença de xixi no pijama.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.tuasaude.com/img/us/ar/usar-um-sensor-de-urina-4-4-640-427.jpg" alt="Usar um sensor de urina" title="Saiba até quando é normal a criança fazer xixi na cama"/><figcaption>Usar um sensor de urina</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">6. Realizar terapia motivacional</h3>



<p>A terapia motivacional deve ser indicada pelo psicólogo e uma das técnicas é pedir à criança para trocar e lavar o pijama e roupas de cama sempre que fizer xixi na cama, para aumentar sua responsabilidade.</p>



<p>Normalmente, o tratamento dura entre 1 a 3 meses e exige o uso de várias técnicas ao mesmo tempo, sendo muito importante a colaboração dos pais para que a criança aprender a não fazer xixi na cama.</p>



<p>FONTE:http://www.tuasaude.com/enurese-xixi-na-cama/</p>
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		<title>Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar que uma tarefa seja realizada, reagir mal a críticas e não assumir erros&#8211; também podem ser comportamentos assimilados pelas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Braz Werneck Filho, terapeuta cognitivo-comportamental e familiar do Rio de Janeiro, a atitude negativa mostra a manifestação final de um processo de aprendizado. “A criança assimila a situação vivenciada, isso passa por um processo cognitivo e vai gerar um comportamento, que pode ou não ser reforçado pelos adultos”, declara o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psicólogo, o exemplo dos adultos responsáveis é fundamental, uma vez que eles são as principais referências de conduta para a criança. “Os pais são as figuras mais importantes no processo de aprendizado, mas a escola, os amigos, a babá e os avós também contribuem”, diz</p>
<p style="text-align: justify;">A influência paterna e materna no comportamento do filho pode se dar de diversas maneiras, como quando respondem às necessidades emocionais da criança valorizando, desvalorizando ou supervalorizando suas emoções e sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como interagem com a criança também importa. “Se o padrão de cuidado parental é abertamente ansioso, hostil, agressivo, inconstante, imprevisível ou inseguro poderá gerar dificuldades no desenvolvimento infantil”</p>
<p style="text-align: justify;">Por padrão de cuidado entende-se um tipo de comportamento persistente. “Quando, no entanto, essas atitudes são abruptas e inesperadas, há a possibilidade de surgirem traumas, igualmente nocivos para o desenvolvimento da criança, especialmente se ocorrem de modo repetitivo</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, ao perceberem que os filhos estão agindo de maneira estranha, seja em casa ou na escola, é importante que os pais avaliem como anda sua relação com eles. “Muitas vezes, os adultos não conseguem perceber a influência que têm sobre os filhos. A mudança de comportamento infantil também pode ser uma tentativa de chamar atenção</p>
<h2 style="text-align: justify;">Faça o que eu digo, mas&#8230;</h2>
<p style="text-align: justify;">Olhar para si mesmo e para as próprias atitudes pode ser uma maneira saudável de compreender o comportamento do filho. “Uma postura reflexiva é sempre desejável. No processo terapêutico, perguntamos ao paciente qual é sua contribuição para o problema que está vivenciando, mas nem todos têm o hábito do autoquestionamento”, diz o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta, portanto, a velha ladainha do “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”. Entre três e oito anos, a criança não tem condições de compreender as nuances da vida adulta. Por isso, precisa de regras claras e de exemplos condizentes. “Ela não tem essa flexibilidade, que nos permite, por exemplo, burlar certas regras. Certamente, irá questionar a razão de você poder fazer algo e ela não</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir o papel de pai implica, muitas vezes, a necessidade de rever valores e dificuldades pessoais. “Muitas pessoas têm filhos sem estarem emocionalmente maduras, o que, devido às demandas da paternidade e da maternidade, agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">é comum que a origem de questões comportamentais remonte à criação que os pais receberam de seus próprios pais. “Os avós apresentaram-se como modelos, que foram aprendidos e incorporados à personalidade dos pais. Esses, por sua vez, tornam-se modelos para os filhos.”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Marcas para a vida</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas até que ponto esses comportamentos copiados dos pais na infância podem ser incorporados à personalidade do filho na vida adulta? O terapeuta Braz Werneck Filho explica que a personalidade (termo que se aplica somente após a maioridade) é a junção do temperamento (característica inata) com o caráter (formado pelas influências do ambiente).</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, vemos pessoas que passaram pela mesma criação sendo tão diferentes. “Tudo vai depender da forma como cada um reage e lida com as situações da vida. Os pais têm o papel de contribuir com valores, exemplos e corrigir eventuais transtornos de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/04/10/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais-como-raiva-e-impaciencia.htm</p>
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		<title>Cinco dicas de como lidar com crianças desobedientes e agressivas.</title>
		<link>https://casule.com/blog/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 20:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto estima na infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estabeleça regras e limítes Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estabeleça regras e limítes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau comportamento devem ser realizadas como um ato de amor, não como uma simples punição<strong>.</strong> Atos de ameaça e humilhações devem ser evitados.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Pai e mãe devem falar a &#8216;mesma língua&#8217;</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Questões comportamentais de indisciplina estão mais presentes, por exemplo, entre filhos de pais que discutem, divergem e que não concordam na maneira de educar os filhos<strong>.</strong> As divergências entre pais ou educadores expõem fraquezas, falta de comando e descontrole, permitindo que o filho os manipule à sua maneira.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Fortaleça a autoestima do seu filho</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Baixa autoestima é uma das grandes características de crianças e adolescentes com sintomas de oposição, desafio ou que se envolvem com drogas. Portanto, ajude a criar uma boa autoestima em seu filho exercendo um reforço positivo às suas atitudes, através de elogios, carinho e atenção.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estimule a prática de esportes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Através do esporte, conceitos básicos de respeito, ética, hierarquia, competição, aprendizagem de regras e limites serão estimulados e ensinados. &#8220;Esportes de luta, como judô, capoeira e jiu-jítsu, ajudam no autoconhecimento, controle das emoções, disciplina e na inclusão social<strong>.</strong> A autoestima da criança será protegida, sendo o esporte considerado um fator de proteção também ao envolvimento com álcool e outras drogas. Além disso, praticando esportes ao lado de seu filho, seus laços afetivos ficarão mais fortes.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Comunique-se com a escola</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">A comunicação entre pais e professores é importante para a identificação e o monitoramento do comportamento. &#8220;A experiência diária de professores com o aluno poderá ser de grande valia para a discussão e a busca conjunta por estratégias e soluções de problemas de indisciplina do estudante presentes tanto na escola quanto em casa.&#8221;</p>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">FONTE:http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas.htm</p>
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		<title>Pais que levam suas crianças para trabalhar em publicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 20:07:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade infatil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais opressores]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil? Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">As crianças desde bebê já estão em filas de concorrência, disputando oportunidades em testes, campanhas. Até que ponto o &#8220;crescimento prematuro&#8221; pode prejudicar o desenvolvimento da criança, segundo a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">Tudo depende de como as mães colocam as situações para as crianças. Se a mãe oferecer a atividade como brincadeiras interessantes a criança poderá lidar bem com a atividade sem prejuízos. Mas observe que isto pode ser aparentemente fácil de fazer mas insisto que é algo que exige muito talento por parte da mãe, paciência e habilidade. Pois uma brincadeira não pode ser imposta, ela é oferecida e a criança precisa sentir prazer em realizar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A não aprovação em um teste pode desencadear um processo de frustração na criança com consequências na vida adulta</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando a criança já entende que aquilo que ela não foi escolhida ou que outras crianças foram  preferidas poderá  gerar frustração. Uma pequena dose de frustração pode preparar para a vida, pois nós a experimentaremos em muitas outros momentos da vida, e talvez os pais possam utilizar esta oportunidade para ensinar a criança a lidar com frustrações. Mas em doses elevadas seja pela repetição da reprovação ou pela forma como foi colocada ela pode gerar sentimentos de desistência, desamparo e até depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando a mãe praticamente obriga a criança aos testes. Quais os prejuízos para a vida adulta, ou até mesmo durante a infância, para uma criança que é submetida ao mercado publicitário, mesmo quando demonstra insatisfação?</h2>
<p style="text-align: justify;">Considero que possa ser muito prejudicial à criança. Não é de minha esfera (o aspecto jurídico) mas creio ser até crime obrigar uma criança trabalhar. Uma criança que é forçada a fazer este tipo de coisa poderá não elaborar  a ideia de que sua mãe quis o melhor para ela. Diferente de uma mãe que obriga o filho a tomar um remédio, usar calçados e outras coisas que a criança não quer fazer mas com o tempo as informações vão se apresentando e ela percebe que aquilo era amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a passar por testes poderá crescer com sentimento de que sua mãe  não respeitou sua limitação e vontade de ter uma infância cheia de brincadeiras que desenvolvem os aspectos intelectuais, sociais, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança obrigada a fazer coisas que com o tempo serão percebidas como “inúteis” pois participar de propagandas não é algo fundamental no desenvolvimento, poderá se revoltar contra essa mãe , principalmente se ela mentir (dizer que o papai quer, ou que é isso que toda criança deve fazer, ou que será melhor para ela, etc) para convencer a criança.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/conflito-entre-pais-e-filhos.html</p>
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