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	<title>#esgotamento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Perturbação de Personalidade Evitante</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-evitante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 20:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou como seria sentir-se permanentemente inibido quando está com outras pessoas? Como seria difícil sentir que não se consegue integrar, porque não é como os outros? E se, para além do referido, sentisse cada pequeno comentário negativo como uma grande ofensa, que confirma cada vez mais a sua postura de afastamento em relação ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou como seria sentir-se permanentemente inibido quando está com outras pessoas? Como seria difícil sentir que não se consegue integrar, porque não é como os outros? E se, para além do referido, sentisse cada pequeno comentário negativo como uma grande ofensa, que confirma cada vez mais a sua postura de afastamento em relação ao contacto com os outros?</p>
<p>Não seria fácil, pois não?</p>
<p>Isto é o que sente na pele quem sofre de Perturbação Evitante da Personalidade. Ocorre-lhe alguém que conheça? O que está a ler encaixa com o que sente e para o qual nunca encontrou explicação? Espero que a seguinte descrição o possa ajudar a compreender melhor esta perturbação e, porque não, o motive a procurar ajuda, no sentido de obter uma maior qualidade de vida. Afinal, sofrer em silêncio não só agrava a situação, como em nada contribui para uma evolução positiva.</p>
<p>Apesar de ter inicio na idade adulta, alguns autores defendem que, já na infância, é possível encontrarmos alguns padrões de comportamento que podem ser indicadores do desenvolvimento futuro de uma Perturbação Evitante da Personalidade. Referimo-nos a timidez, isolamento (particularmente visível no recreio) e medo de estranhos e de situações novas, desconhecidas. No entanto, tal não se constitui como uma obrigatoriedade, sendo que a timidez pode não evoluir para este quadro na vida adulta, mas antes dissipar-se gradualmente. Se existir um agravamento desta timidez ao longo da adolescência, podemos estar perante um futuro caso de Perturbação Evitante da Personalidade.</p>
<p>Já pensou nas consequências negativas que isto implica? Durante a adolescência e início da idade adulta as relações sociais com novas pessoas são particularmente importantes. Quanto pode ser doloroso sentir que não conseguimos ter relação com as pessoas que nos rodeiam por medo? Medo de falar, de ter um comportamento que possa ser considerado como desadequado, desadaptado, de dizer algum disparate, de não ser aceite, de ser criticado ou humilhado pelos outros… Em suma, estar fechado dentro de uma redoma, com a porta aberta, mas sem conseguir sair, poder vislumbrar como é o mundo lá fora, mas não conseguir partilhá-lo com os outros. É muito limitativo, não é?</p>
<p>Já na vida adulta e em contexto profissional, é frequente que rejeitem ofertas de promoção, pelo receio de que as novas responsabilidades se possam reflectir em críticas por parte dos colegas. O trabalho em grupo só é aceite após uma série de propostas generosas, baseadas em promessas de apoio e compreensão. Ao nível das relações com os outros, estas são evitadas até ao momento em que sejam vistas como seguras, ou seja, ausentes de crítica e desaprovação. O mesmo se passa no estabelecimento de relações íntimas, que se revela como uma tarefa muito penosa para quem sofre desta perturbação, apenas superadas quando existe uma garantia de aceitação incondicional.</p>
<p>Características:</p>
<p>&#8211; Evitam actividades profissionais ou escolares que envolvam contactos interpessoais significativos, por medo de críticas, desaprovação ou rejeição;- As pessoas com esta perturbação não se agregam em actividades de grupo, a menos que surjam propostas repetidas e generosas de apoio e protecção;</p>
<p>&#8211; A intimidade interpessoal é habitualmente difícil para estas pessoas, apesar de serem capazes de estabelecer relações íntimas quando está assegurada uma aceitação sem crítica;</p>
<p>&#8211; Podem actuar com reservas, terem dificuldade em falar de si e recusarem a intimidade por medo de serem expostas, ridicularizadas ou envergonhadas;</p>
<p>&#8211; Tendem a ser tímidos, calados, inibidos e «invisíveis», com medo de que com qualquer chamada de atenção possam ser rejeitados ou rebaixados;</p>
<p>&#8211; Dúvidas acerca de competências sociais e aptidões pessoais tornam-se especialmente manifestas em contextos que envolvam estranhos. Estas pessoas consideram-se socialmente inaptas, destituídas de encanto ou inferiores aos outros;</p>
<p>&#8211; Podem até surgir sintomas físicos, quando confrontadas com situações que não lhes é possível evitar – ruborização das faces, boca seca, sudação exagerada, entre outras.</p>
<p>Prevalência:</p>
<p>Inicia-se habitualmente na infância com timidez, isolamento e medo de situações desconhecidas, em que, em vez de se assistir a uma diminuição progressiva das reacções referidas, se observa uma evolução durante a adolescência.</p>
<p>A prevalência da Perturbação Evitante da Personalidade na população em geral situa-se entre 0,5% e 1,0%. No entanto, fica a ressalva para os casos que sofrem em silêncio ou são mal diagnosticados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como lidar com os conflitos?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lida-com-os-conflitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 17:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como lidar com um conflito? Enfrenta-o ou procura evitá-lo sempre que pode? Por mais que tentemos evitar, os conflitos fazem parte da vida. Muitas vezes são os conflitos que nos fazem crescer, que nos empurram para fora da zona de conforto, que nos ajudam a descobrir forças que desconhecíamos ter. Porém, alguns de nós evitam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como lidar com um conflito? Enfrenta-o ou procura evitá-lo sempre que pode? Por mais que tentemos evitar, os conflitos fazem parte da vida. Muitas vezes são os conflitos que nos fazem crescer, que nos empurram para fora da zona de conforto, que nos ajudam a descobrir forças que desconhecíamos ter.</p>
<p>Porém, alguns de nós evitam até aproximar-se da zona de conflitos. Por vezes é falta de autoconfiança, pois faz-nos sentir que não somos capazes de nos defendermos e, por isso, a fuga acaba por ser o caminho mais fácil.</p>
<p>Como podemos então lidar com o conflito da melhor forma?</p>
<p>&#8211; Respeite os seus interesses e os da outra parte. A insegurança pessoal e a vulnerabilidade induzem, normalmente, a uma tendência de “ganhar-perder” que pode refletir-se no evitamento do conflito. É necessário enfrentar o conflito de uma maneira moderada, já que irá proporcionar um confronto construtivo entre as partes envolvidas.</p>
<p>&#8211; Faça a distinção entre “interesses” e “posições”, em que as posições podem ser opostas mas os interesses em questão não.</p>
<p>&#8211; Desvende os seus interesses e os da outra parte de forma a reconhecer os interesses comuns e compatíveis que ambas as partes partilham, o que faz com que haja uma relação empática e que facilita a resolução do conflito.</p>
<p>&#8211; Determine os interesses em conflito entre as partes envolvidas como um problema de ambos, a ser esclarecido de modo cooperativo.</p>
<p>&#8211; Na interação comunicacional com a outra parte, ouça de forma atenta e fale de modo compreensível, para facilitar uma comunicação deveras essencial para uma resolução eficaz do conflito.</p>
<p>&#8211; Considere os enviesamentos, distorções percetivas, juízos erróneos e pensamento estereotipado que normalmente se fornecem a ambas as partes no decorrer do conflito.</p>
<p>&#8211; Aumente competências para lidar com os conflitos difíceis de maneira a não se sentir desconfortável ou desesperado quando o conflito é com pessoas mais poderosas.</p>
<p>&#8211; Explique detalhadamente ao oponente quais das suas ações o estão a incomodar e mostre-lhe os efeitos que as mesmas produzem.</p>
<p>&#8211; Será cauteloso não corresponder ao comportamento prejudicial do oponente, evitando ataques pessoais, ou seja, criticar o comportamento e não a pessoa.</p>
<p>&#8211; Conheça-se e saiba como tipicamente responde em diferentes tipos de situações de conflito.</p>
<p>E lembre-se de que a forte adesão dos litigantes aos seus valores morais fundamentais pode ser um inibidor da espiral do conflito e das consequentes destruição e violência.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/como-lida-com-os-conflitos</p>
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		<item>
		<title>Perturbação de personalidade narcísica</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-narcisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perturbação de personalidade narcísica O termo narcisismo tem as suas origens no clássico mito grego de Narciso, um jovem belo, confinado pelos deuses a nunca se conhecer a si mesmo e condenado a um amor impossível de consumar. Despertava o amor das jovens gregas e das ninfas, mas era arrogante e desprezava-as, tratando-as com indiferença. [&#8230;]</p>
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<h1>Perturbação de personalidade narcísica</h1>
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<div class="pf-content">
<p>O termo narcisismo tem as suas origens no clássico mito grego de Narciso, um jovem belo, confinado pelos deuses a nunca se conhecer a si mesmo e condenado a um amor impossível de consumar. Despertava o amor das jovens gregas e das ninfas, mas era arrogante e desprezava-as, tratando-as com indiferença. Um dia, Narciso aproximou-se de um lago e apaixonou-se pela sua própria imagem ao vê-la reflectida na água, lançando-se ao lago para se unir aquele por quem se apaixonara – ele próprio.</p>
<p>Daqui surge o termo de “personalidade narcísica”, a qual tentaremos explicar de acordo com o ponto de vista de um leitor com esta personalidade.</p>
<p>Provavelmente sente, muitas vezes, que as pessoas que o(a) rodeiam têm vários defeitos. Parece que na maioria das vezes, essas não estão comparativamente à sua altura. Como se não compreendessem as suas qualidades, fossem incapazes de as reconhecer e validar de acordo com aquele que acredita ser o seu verdadeiro valor. Tendencialmente sente que só as pessoas de elevado estatuto, valor e importância é que conseguem estar ao seu nível, sendo naturalmente a essas que procura recorrer.</p>
<p>Sentir que não é suficientemente reconhecido pela maioria das pessoas é realmente intolerável. Por isso, tenta ainda mais explicitamente demonstrar ou tornar claro aos outros aquele que acredita ser o seu real valor. Procura sistematicamente que as pessoas o reconheçam, apreciem e valorizem. Ao mesmo tempo, é como se a sua auto-estima fosse muito frágil, o que faz com que tenha medo que os outros o(a) avaliem de forma negativa. E por vezes este medo é tão grande, que mesmo antes que eles o(a) possam rejeitar, torna-se imperativo desvalorizá-los.</p>
<p>Parece surgir um padrão de relações instável, uma vez que torna-se impossível manter relações estáveis e seguras com as pessoas que o(a) rodeiam já que estas parecem nunca o(a) compreender ou valorizar como desejaria. Há um desejo de ser o centro das atenções, mas as pessoas com quem interage acusam-no constantemente de se gabar e de ser pretensioso(a). Ao ouvir isto pode sentir o despertar de uma grande fúria.</p>
<p>Ao mesmo tempo, há alguma dificuldade em identificar os sentimentos dos outros, em colocar-se no seu lugar e em validar as suas experiências. É que ainda por cima, quando eles parecem ser melhor sucedidos, surge uma ponta de inveja. Por vezes, os outros podem acusá-lo de ter um comportamento altivo, arrogante e de ser incapaz de amparar as suas vulnerabilidades sem os criticar.</p>
<p>As suas relações amorosas também parecem falhar sucessivamente e provavelmente sente que a maior parte das pessoas acabou por se afastar de si. Se por um lado não compreende o porquê disso acontecer, por outro lado não atribui muita importância a esses afastamentos. Como se existisse um lado de si com medo de continuar a ser desvalorizado pelas pessoas que o rodeiam e por isso também não precisasse delas por perto.<br />
Uma vez que existe a expectativa de que os outros não irão gostar de si, então exige muito desses ao mesmo tempo que dá-lhes pouco de si, não os deixando aproximar-se em demasia. É como se existisse um lado seu que procurasse intimidade nas relações com os outros, e outro lado que se sentisse extremamente inconfortável quando esta intimidade se gera. Afinal, acredita que se a outra pessoa descobrisse uma falha sua, poderia rejeitá-lo(a) e humilhá-lo(a). Porém, se isto eventualmente acontecesse, rapidamente encontraria uma forma de evitar isso, demonstrando a forma como acredita ser superior a essa pessoa.</p>
<p>Os traços de personalidade narcísica surgem, normalmente, no início da idade adulta e manifestam-se nos mais diversos contextos da vida da pessoa. A prevalência na população geral é de menos de 1%, sendo que na população psiquiátrica varia entre 2% a 16%. De salientar que é mais frequente nos homens (50% a 75%).</p>
<p>Um padrão invasivo de grandiosidade (em fantasia ou comportamento), necessidade de admiração e falta de empatia, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos, indicado por pelo menos cinco dos seguintes critérios:<br />
(1) sentimento grandioso da própria importância (por ex., exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis);<br />
(2) preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal;<br />
(3) crença de ser “especial” e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada;<br />
(4) exigência de admiração excessiva;<br />
(5) sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas;<br />
(6) é explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos;<br />
(7) ausência de empatia: relutante em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias;<br />
(8) frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia;<br />
(9) comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como intervir?</h2>
<p>O acompanhamento individual é a melhor forma de criarmos um espaço em que se possa sentir seguro, compreendido e ajudado. Neste espaço, pretende-se:<br />
•    Criar um clima de segurança em que se sinta compreendido e cuidado;<br />
•    Aumentar a tendência para agir com sucesso, estabelecendo objectivos alcançáveis;<br />
•    Compreender a ligação entre forma como age e a forma como isso o torna mais vulnerável à crítica dos outros;<br />
•    Diminuir as interacções potencialmente arrogantes para com os outros;<br />
•    Ajudá-lo a lidar com imperfeições e as suas vulnerabilidades;<br />
•    Aumentar a consciência das suas emoções e auto-controlo;<br />
•    Diminuir possíveis explosões de fúria;<br />
•    Melhorar as relações com os outros.</p>
<p>Este é um trabalho prático e os objectivos enunciados são apenas orientadores, dado que todo o processo de ajuda é centrado em si, nas suas características e na sua forma de ver o mundo e pretende-se que tenha impacto não só no seu presente, como também no seu futuro.</p>
</div>
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		<item>
		<title>O que é a personalidade paranóide?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-personalidade-paranoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 19:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A existência de traços paranóides na sua personalidade indica que provavelmente a desconfiança e suspeição face aos outros são características centrais que interferem no seu modo de pensar, sentir, e naturalmente de agir. Por conseguinte, de forma persistente tende a interpretar as intenções e ações dos outros como ameaçadoras, sendo difícil adoptar outras explicações alternativas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A existência de traços paranóides na sua personalidade indica que provavelmente a desconfiança e suspeição face aos outros são características centrais que interferem no seu modo de pensar, sentir, e naturalmente de agir. Por conseguinte, de forma persistente tende a interpretar as intenções e ações dos outros como ameaçadoras, sendo difícil adoptar outras explicações alternativas para os seus comportamentos.</p>
<p>Convidamo-lo(a), por isso, a ver por si mesmo se parte dos sinais descritos se assemelham à experiência subjetiva vivenciada por si.</p>
<p>Suspeição e desconfiança generalizada em relação aos outros, cujos motivos são interpretados como malevolentes, revelada por 4 ou mais dos seguintes:</p>
<p>1.    Suspeitas infundadas de que outros o exploram, prejudicam ou enganam;<br />
2.    Atormenta-se com dúvidas injustificadas sobre a lealdade ou confiança de amigos ou sócios;<br />
3.    É relutante em confidenciar por medo injustificado de que as informações possam ser usadas contra ele;<br />
4.    Vê atitudes dissimuladas ou significados ameaçadores em comentários ou acontecimentos inofensivos;<br />
5.    5. Mantém uma má vontade persistente (não perdoa insultos, injúrias ou desfeitas);<br />
6.    Percebe ataques ao seu carácter ou reputação que não são aparentes aos outros, sendo rápido a reagir com ira ou a contra-atacar;<br />
7.    Desconfianças injustificadas e recorrentes sobre fidelidade do conjugue ou companheiro.</p>
<p>Sintomas</p>
<p>Sente-se constantemente vigilante. Confiar nos outros é uma tarefa muito difícil. Há que questionar acerca dos motivos que levam os outros a aproximarem-se de si. Afinal, pode acreditar que as pessoas sendo maldosas e enganadoras, atacarão se tiverem oportunidade, e nesse sentido, há que estar sempre “de guarda”. Ao suspeitar com frequência que os outros o(a) exploram, prejudicam e enganam, esquecer ou aceitar de ânimo leve uma traição é particularmente raro.</p>
<p>Curiosamente, fica tão espantado com demonstrações de lealdade por parte dos familiares, amigos e conhecidos que não consegue confiar e acreditar nesses. Tenderá assim a preocupar-se com dúvidas injustificadas quanto à lealdade e confiança nas outras pessoas, cujas ações são cuidadosamente averiguadas para desvendar intenções de hostilidade. Isto porque confiar nos outros é tão difícil… mesmo até naquelas pessoas mais chegadas.</p>
<p>À primeira vista esta desconfiança sentida pode confundir-se com a tendência ao isolamento. Ao sentir-se desconfortável com a proximidade, por recear que o envolvimento e abertura emocional das relações íntimas aumentem a sua vulnerabilidade, geralmente será reservado(a) e defensivo(a) ao interagir com as outras pessoas. Tenderá a estar constantemente disposto(a) de forma defensiva ao contra-ataque, sendo dificilmente capaz de reconhecer alguma hostilidade ou agressividade no seu comportamento. Talvez nem acredite que é suficientemente capaz para lidar eficazmente com os problemas ou perceber os esquemas alheios. Assim, face a pequenos deslizes, provavelmente reage muito intensamente ao sentir-se maltratado(a), atacado(a) ou enganado(a). Uma vez que acredita que foi maltratado(a) e o será igualmente no futuro, provavelmente agirá no mesmo modo – hostil, enganador e maldoso – que espera que as outras pessoas atuem.</p>
<p>Se está constantemente vigilante para potenciais sinais de perigo, nomeadamente aqueles que se relacionam com as outras pessoas, age cautelosa e intencionalmente, evitando descuidos e riscos desnecessários. Mostrar qualquer fraqueza, é como pedir para ser atacado. Sente a necessidade de esconder cuidadosamente as suas inseguranças, dificuldades e problemas por meio de enganos, negação, desculpas ou responsabilizando os outros. Por isso, tem tanta dificuldade em falar da sua vida, raramente revelando os seus problemas e nunca exprimindo os seus desejos mais íntimos. Privilegia o mundo cognitivo e intelectual em prejuízo do mundo das emoções. É um verdadeiro desafio reconhecer a presença de emoções e permitir a exploração dessas. Por outras palavras, manifesta uma certa resistência em confidenciar ou se aproximar dos outros, porque teme que a informação partilhada possa ser usada para o(a) prejudicar. Deste modo, o estabelecimento de relações próximas ou de maior intimidade é algo especialmente difícil.</p>
<p>Particularmente atento(a), terá a sensação de que a observação do exterior e a experiência subjetiva com as outras pessoas confirma solidamente as ideias em que acredita. Parece que mesmo quando as interações sociais são boas e acessíveis, quando as pessoas agem de forma bondosa e gentil, isso não é mais do que uma tentativa para o(a) levar a confiar nelas, para depois ser atacado(a) e explorado(a). Rejeitará as interpretações das ações dos outros que habitualmente seriam “óbvias” à maioria, ao mesmo tempo que procurará o que é para si o “verdadeiro” significado subjacente a essas. Para si a verdade tem de ser reposta e a justiça tem de ser feita.</p>
<p>Por um lado, é possível que se confunda as manifestações de traços evitantes e traços paranóides na personalidade. Certamente, em qualquer um dos casos, a pessoa tem medo de ser magoado(a) e é desconfiado(a) como consequência disso. Ainda assim, o medo é uma emoção reconhecida e consciente no primeiro, e inconsciente no segundo. Face a uma ameaça, alguém tendencialmente mais evitante foge, enquanto alguém mais próximo de um quadro paranóide defende-se atacando.</p>
<p>Em última análise, a pessoa com traços paranóides tendencialmente desconfia, suspeita, é sensível à crítica, argumenta e pode ser teimosa. Necessita de ser auto -suficiente e independente, assim como exercer controlo sobre o ambiente. Retrata-se como alguém sensível, ciumento, que se ofende e se irrita com facilidade. Talvez se sinta ainda como “vítima da injustiça”, crente de que a sua percepção pessoal tem significado especial, levando sempre a sério tudo o que acontece e que é dito ou feito.</p>
<p>A personalidade com traços paranóides encontra-se em cerca de 0,5 a 2,5 % da população em geral, sendo mais frequente nos homens do que nas mulheres. Há alguma evidência para um aumento da sua prevalência em familiares de pessoas com esquizofrenia crónica ou perturbação delirante.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dificuldades habituais na escola</title>
		<link>https://casule.com/blog/dificuldades-habituais-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2014 19:01:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Distração A atenção é essencial para que nas aulas, a criança/jovem consiga estar atento ao que é transmitido, ao que o professor explica e aos exercícios que são feitos. Sem a capacidade atencional, o aluno não consegue focar-se na tarefa ou conteúdo que está a trabalhar ou a aprender. Qualquer outro som, imagem, objecto é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Distração</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1187" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/crian-a_hiper_psi_gr00.jpg" alt="Boy with Paper Airplane in Classroom with Classmates" width="586" height="480" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/crian-a_hiper_psi_gr00.jpg 586w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/crian-a_hiper_psi_gr00-300x246.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/crian-a_hiper_psi_gr00-480x393.jpg 480w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /><br />
A atenção é essencial para que nas aulas, a criança/jovem consiga estar atento ao que é transmitido, ao que o professor explica e aos exercícios que são feitos. Sem a capacidade atencional, o aluno não consegue focar-se na tarefa ou conteúdo que está a trabalhar ou a aprender. Qualquer outro som, imagem, objecto é motivo para se distrair. Por exemplo, a restante turma poderá estar a perturbar, um colega pode distrair a criança ou jovem ou a realidade que se passa fora da sala de aula é suficiente para que perca parte da matéria ou não aponte o trabalho de casa e claro as notas são prejudicadas. Será que ter a cabeça no ar é sintoma de algo grave?</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Jogos simples de promoção da atenção;<br />
Ajude-o a identificar em que situações se distrai mais e o que poderá fazer para não se distrair.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Défice de atenção;<br />
Instabilidade emocional;<br />
Desmotivação escolar;<br />
Problemas exteriores à escola;<br />
Depressão infantil.</p>
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		<title>Perturbação de personalidade anti-social</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-anti-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao falarmos de Perturbação Anti-social da Personalidade, para a maioria das pessoas, estamos a falar de uma condição médica, de foro psíquico, que não vai além de uma designação clínica que lhes é pouco familiar. Talvez, para muitos, os termos Psicopatia ou Sociopatia sejam mais comuns, devido à sua ampla utilização e divulgação a nível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao falarmos de Perturbação Anti-social da Personalidade, para a maioria das pessoas, estamos a falar de uma condição médica, de foro psíquico, que não vai além de uma designação clínica que lhes é pouco familiar. Talvez, para muitos, os termos Psicopatia ou Sociopatia sejam mais comuns, devido à sua ampla utilização e divulgação a nível literário e cinematográfico, mas assumem-se igualmente distantes quanto ao seu significado real.</p>
<p>Este tipo de Personalidade, tal como o próprio nome indica, caracteriza-se por um padrão de comportamento anti-social, de desrespeito e desconsideração pelas regras sociais e pelos direitos dos outros, bem como pela sua transgressão. E embora tal descrição nos possa levar a pensar que estamos perante pessoas com capacidades sociais deficitárias, verificamos frequentemente que tal não acontece, estando antes estas capacidades orientadas para a satisfação pessoal.</p>
<p>Desta forma, as estratégias de manipulação tendem a ser frequentemente utilizadas e têm como principal objectivo a obtenção de benefício próprio e prazer, mesmo que para isso os direitos dos outros não sejam tidos em conta. No que respeita ao estabelecimento de relações afectivas ou sociais, têm grandes dificuldades, e mesmo que o desejem, são incapazes de estabelecer ligações profundas e estáveis com os outros.</p>
<p>Normalmente são pessoas muito centradas em si, com uma grande incapacidade de atender aos sentimentos dos outros ou de entender a sua perspectiva, relacionando-se esta postura com a ausência de sentimentos de culpa.  E isto, em conjunção com a necessidade de satisfação pessoal imediata que possuem, pode leva-los a reagirem de forma impulsiva e muitas vezes violenta às situações que não vão ao encontro do que desejam. E assim, sem atenderem às possíveis consequências negativas dos seus actos, podem mesmo pôr a sua vida em risco, bem como a dos outros.</p>
<p>A desconsideração, o desrespeito e a violação das regras sociais e dos direitos dos outros tende a ter as suas primeiras manifestações ainda na infância ou início da adolescência e a persistir na idade adulta. E esse desrespeito pelas regras e pelas leis sociais pode ir ao ponto de originar comportamentos agressivos e criminosos como roubos, destruição de bens ou outras actividades ilegais. Adicionalmente, se estão também presentes problemas de abuso de álcool ou drogas, verifica-se um acentuar destes comportamentos.</p>
<p>Por uma combinação de razões de ordem biológica e ambiental/social, algumas pessoas desenvolvem determinados traços psicológicos característicos deste tipo de personalidade. Na população em geral, a percentagem de pessoas com esta perturbação é de cerca de 3%, sendo mais frequentemente identificada em homens do que em mulheres. E, embora estejamos perante um padrão de funcionamento persistente, as suas manifestações tendem a diminuir bastante com a idade, em especial os comportamentos agressivos e criminais.</p>
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		<title>O que fazer quando estiver aborrecido?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer? Tome consciência dessa reacção interna. Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1181" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg" alt="saude3" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Tome consciência dessa reacção interna.</p>
<p>Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último dia. Mas experimente pensar no que pode fazer a curto prazo. Faça uma ou outra coisa que sempre teve intenção de fazer e não conseguiu. O foco intencional é fundamental.</p>
<p>Pode sempre agradecer ao colega que foi sempre tão agradável. Pode rasgar papéis que não servem para nada ou deixar post-its para alguém que viesse tomar o seu lugar. Qualquer coisa que lhe venha à cabeça é válido. Tome consciência desses pensamentos, pare ao dar-lhes atenção. Isso é uma atitude Mindful.</p>
<p>Sendo que isto é apenas uma brincadeira… NÃO diga ao seu patrão tudo o que sempre lhe quis dizer. Afinal de contas, amanhã é outro dia. Aí. Nessa mesma cadeira! Divirta-se.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido</p>
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		<title>Exercício físico como forma de combater a depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/exercicio-fisico-como-forma-de-combater-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 16:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo. A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo.</p>
<p>A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes – uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens podem vir a ter crises depressivas durante a vida, desde a juventude até à terceira idade.</p>
<p>A depressão caracteriza-se por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar e percecionar a realidade e a vida. Na pessoa deprimida há uma falta de vitalidade que poderá estar acompanhada de sentimentos de tristeza, falta de confiança em si própria, sentimentos de culpa generalizados, pessimismo e descrença.</p>
<p>A prática de exercício físico é uma boa forma de prevenir e combater a depressão. O exercício físico constante e moderado tem efeitos benéficos na saúde em geral e, ao nível psicológico, pode reduzir a ansiedade, melhorar a autoestima e autoconfiança, melhorar a cognição e diminuir o stress.</p>
<p>O exercício físico liberta no cérebro substâncias, as endorfinas, que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade; são neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfinas, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente, e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer. O exercício físico é altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade, e quando é moderado e regular, descontrai o corpo e ativa o sistema imunitário.</p>
<p>O desporto pode ajudar a tratar depressões e esgotamentos nervosos quando praticado regularmente e com alguns cuidados especiais. A libertação de endorfinas, somada à melhoria na autoestima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude ao praticante regular de atividade física, e traz benefícios a todos os níveis. O exercício é muito eficaz para combater o stress por ter um efeito relaxante, por favorecer uma descontração mental e ajudar a pessoa a afastar-se temporariamente dos problemas e da tensão.</p>
<p>As atividades podem reduzir a ansiedade e a tensão. Uma caminhada rápida durante 20 a 30 minutos, três a cinco vezes por semana, pode ser uma grande ajuda para gerir melhor o stress. Contudo, é necessário que o ritmo de exercício seja adequado, pois um programa de exercício muito rígido e exigente pode deixar a pessoa ainda mais stressada.</p>
<p>O exercício físico moderado produz um efeito benéfico geral sobre o organismo. A prática regular traz resultados positivos aos distúrbios de sono, aos aspetos psicológicos e aos transtornos de humor, de ansiedade, depressão, além de que melhora os aspetos cognitivos, como a memória e a aprendizagem.</p>
<p>O exercício físico sistematizado tem benefícios tanto na esfera física como mental do ser humano, ao proporcionar uma melhor qualidade de vida. O segredo está numa atividade que seja agradável para quem a pratica, optando por uma modalidade na qual a pessoa se sinta bem e que realmente goste, para evitar a frustração. É essencial transformar o treino diário num ato de prazer e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance), ao estético (ter um corpo modelado…), sem esquecer que o emocional precisa de estar bem e sentir que está a praticar uma atividade adequada.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/perturbacoes-de-personalidade/histrionico-2</p>
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		<title>Manifesto anti-acomodação</title>
		<link>https://casule.com/blog/manifesto-anti-acomodacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 12:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Somos todos iguais. Buscamos as mesmas coisas. É incrível como tantas vezes nos camuflamos debaixo de uma capa que não deixa que ninguém nos veja realmente. Procuramos as estrelas mas não vemos o céu. Queremos conhecer o universo mas nem nos conhecemos a nós próprios. Estamos debaixo da terra, num buraco bem fundo e não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Somos todos iguais. Buscamos as mesmas coisas. É incrível como tantas vezes nos camuflamos debaixo de uma capa que não deixa que ninguém nos veja realmente. Procuramos as estrelas mas não vemos o céu. Queremos conhecer o universo mas nem nos conhecemos a nós próprios. Estamos debaixo da terra, num buraco bem fundo e não vemos nada. Por isso é fácil fingir e de vez em quando escrever qualquer coisa que mostra a sensibilidade com que captamos a natureza das coisas à nossa volta. Vemos que as coisas não fazem sentido e então tentamos descrever o que nos vai no pensamento. Mas, apesar disso, nós também não saímos da roda das coisas fúteis em que estamos metidos. E porquê? Será assim tão difícil fugir a isto tudo?” *</p>
<p>É difícil e muito poucas pessoas o fazem. Abandonar todas as nossas seguranças, deixar de fazer tudo aquilo que não faz sentido e entregarmo-nos à vida é muito difícil. Gera uma guerra interior. Queremo-nos libertar mas há algo que nos impede…</p>
<p>“Gostava de ser eu próprio. De me libertar das palavras dos outros, de flutuar no espaço e no tempo. Não tenho tempo. Roubam-me o tempo. Todos querem saber de algo que eu faço e eu só queria uma oportunidade para viver. Estou farto de ouvir um milhão de vozes sempre a dizerem-me o que devo fazer. Quero ser livre.” *</p>
<p>Quem nunca pensou isto? Crescemos demasiado aprisionados e quando nos conseguimos libertar, pagamos bem caro por essa libertação. No entanto, o preço a pagar é incontestavelmente menor que aquilo que ganhamos com essa liberdade. A vida só faz sentido se for vivida consoante aquilo em que acreditamos. Consoante o que nós queremos fazer e não quando fazemos o que os outros nos dizem para fazer. Não podemos deixar de ser o que realmente somos.</p>
<p>*Citações do livro “Onde está o Branco em ti”, de Ricardo Antunes, Editora Quinta Essência.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/manifesto-anti-acomodacao</p>
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		<item>
		<title>Isolamento social na infancia</title>
		<link>https://casule.com/blog/isolamento-social-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 11:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Desde pequeno que brinca muito sozinho, no jardim-de-infância a educadora referia que não socializava e assim continuou. Ou, por vezes, era uma criança muito dada, brincava com as crianças e com a idade começou a isolar-se, sem amigos na escola ou muito poucos e em casa quer ficar sempre fechado no quarto. Não lhe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Desde pequeno que brinca muito sozinho, no jardim-de-infância a educadora referia que não socializava e assim continuou. Ou, por vezes, era uma criança muito dada, brincava com as crianças e com a idade começou a isolar-se, sem amigos na escola ou muito poucos e em casa quer ficar sempre fechado no quarto. Não lhe apetece ir às festas dos amigos ou na maioria das vezes não é sequer convidado. Quando o telefone toca não quer atender e inventa todas as desculpas para não ter de ir à rua fazer recados. Será da idade ou o isolamento é grave?</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Leve-o ao parque ou a locais onde possa contactar com outras crianças;<br />
Descubram uma actividade onde possa participar e interagir com outras crianças e jovens;<br />
Conversem sobre o porquê de se isolar.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Depressão infantil;<br />
Dificuldades de socialização;<br />
Bullying;<br />
Falta de auto-estima;<br />
Ansiedade ou fobia social;<br />
Instabilidade familiar..</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1156" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364.jpg" alt="timi1" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/timi1-e1415187900364-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<h4>Depressão Infantil</h4>
<p>O seu filho fica irritado sem motivo aparente? Ou, de repente, fica muito triste e em baixo, sem saber explicar porquê? Tende a isolar-se ou ser muito agressivo com os que o rodeiam, serão só emoções próprias do crescimento?<br />
“Pavio curto”… “Ferver em pouca água”… Irritabilidade… Aborrecimento… Desesperança… Podem ser sinais de depressão. Embora, habitualmente se associe a depressão à tristeza, esta pode implicar impaciência, zanga ou desinteresse. Quando estes sinais interferem negativamente na capacidade de gozar o dia a dia ou nas relações com os outros, isso pode significar que não é apenas um estado de espírito…</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Tente perceber com ele através do diálogo aberto e calmo o que sente;</p>
<p>Promova a expressão do que cada elemento da família sente nas diversas situações./list_item]</p>
<p>Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Mudanças significativas e difíceis na vida;<br />
Instabilidade familiar;<br />
Dificuldade de integração social (exclusão, bullying);<br />
Falta de auto-estima;<br />
Insucesso escolar.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/psicologia-infantil/emocoes</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/isolamento-social-na-infancia/">Isolamento social na infancia</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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