<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>educar - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/educar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/educar/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>educar - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/educar/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[mentira na infância]]></category>
		<category><![CDATA[mentira social]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4521</guid>

					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que há por trás das crianças indisciplinadas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 19:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[disciplina infantil]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4476</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/">O que há por trás das crianças indisciplinadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1></h1>
<div class="text-content">
<p style="text-align: justify;">Indisciplina. Grande dilema e grande problema. Algumas vezes não nos damos conta dessa atitude, até quando já é tarde demais, quando as reações dos nossos filhos já não nos causam mais o sorriso e sim uma careta de preocupação ou irritação. Um não, uma manha, uma reação que desafia a nossa autoridade ou a dos educadores. Como resolver esses problemas? Ou, mais ainda, o que provoca esses comportamentos nas crianças? Vamos ver a seguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por trás da indisciplina</h2>
<p style="text-align: justify;">Os educadores e profissionais em matéria educativa nos advertem: por trás de uma criança indisciplinada há, efetivamente, um modelo educativo incorreto. Temos que ter isso claro à medida que as crianças crescem e vão buscando nossos limites, e querem dispor da sua própria autonomia, sem compreender ainda as regras da sociedade. Podem ser tornar exigentes e autoritárias, incapazes de lidar com a frustração, demandantes contínuos de atenção, objetos, e direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">São crianças que não foram controladas e que não tiveram limites estabelecidos. A indisciplina é, em essência, uma falta de controle e de orientação por parte dos que têm a responsabilidade de educar. É verdade que cada criança é única, que dispõe de uma personalidade própria e de um caráter que, com certeza, não é igual ao caráter do irmão, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, é tarefa de nós todos, como pais, mães, avós, professores ou psicólogos, enquadrar cada comportamento a tais limites, onde temos que aprender a viver em sociedade, respeitando uns aos outros em harmonia. Se uma criança não vê os limites, não deixará de encontrar mais e mais frustração, porque jamais verá suas necessidades e desejos cumpridos. Não saberá respeitar os demais, nem mesmo a si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Em algumas ocasiões, podemos ver muitos pais e muitas mães ligeiramente despreocupados com aquilo que é importante para a criança. São modelos educativos muito permissivos; às vezes, inclusive, pouco afetivos, nervosos, incoerentes nas suas normas… dimensões que, aos poucos, vão modelando essas crianças indisciplinadas que todos nós conhecemos e vimos alguma vez.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação consciente e disciplinada</h2>
<p style="text-align: justify;">Para educar crianças, é necessário assumirmos uma série de ideias básicas:</p>
<p style="text-align: justify;">– Temos que assumir a nossa autoridade. Cuidado: autoridade não tem nada a ver com levantar a voz, gritar, aplicar normas inflexíveis ou castigos severos. Dispor de autoridade significa que, como pais, temos a responsabilidade – e a obrigação – de educar pessoas que viverão em sociedade. Pessoas que compreendem as normas, que aprendem a ser independentes, a assumir responsabilidades e a respeitar os demais. Nossas ordens deverão ser coerentes e lógicas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Aprender a colocar limites. Eles são essenciais na hora de educar. As crianças devem saber o que está bom e o que não está, o que se espera dela em cada situação e o que podem fazer e o que não podem. Se esses limites forem coerentes e se mantiverem, as crianças serão capazes de assumi-los ao longo da vida e crescerão entendendo as normas. Se não sabem onde estão os limites, educaremos jovens com pouca resistência à frustração, pessoas essencialmente infelizes e insatisfeitas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Educação democrática. É básica. Toda regra deverá ser negociada, explicando também qual é a finalidade. Você precisa mostrar proximidade e compreensão com as crianças, para que saibam que serão sempre escutados, que as suas palavras têm importância e que as nossas regras tem como finalidade dar instruções para ensinar-lhes que a sociedade em que vivem também é formada por regras. É preciso dar exemplos, estabelecer uma comunicação aberta, onde não haja chantagens nem duplo sentido.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ir com cuidado. As crianças indisciplinadas são, às vezes, o reflexo de uma educação errônea, permissiva e pouco interessada. Como pais, como educadores, entendemos que ter filhos é uma grande responsabilidade. Devemos nos esforçar e servir de modelo, como orientadores em uma sociedade na qual devemos aprender a ser feliz. E, para ser feliz, devemos respeitar, valorizar, escutar, ceder, assumir, empreender… tudo isso nos é ensinado pela disciplina.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ha-tras-das-criancas-indisciplinadas/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-ha-por-tras-das-criancas-indisciplinadas/">O que há por trás das crianças indisciplinadas?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O  poder construtivo do não!</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-poder-construtivo-do-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 19:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2740</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como é difícil acreditar que o procedimento de poda é necessário para que a árvore cresça forte e saudável! Quando nos colocamos a cortar aqueles galhos verdes e viçosos, resistimos, como se algum dano estivéssemos causando à planta, como se a estivéssemos machucando. Ao educar as nossas crianças, nos deparamos com situação semelhante. Sabemos que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-poder-construtivo-do-nao/">O  poder construtivo do não!</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-dizer-nao.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2741" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-dizer-nao.jpg" alt="casule-psicologia-dizer-nao" width="600" height="404" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-dizer-nao.jpg 435w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-dizer-nao-300x202.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Como é difícil acreditar que o procedimento de poda é necessário para que a árvore cresça forte e saudável! Quando nos colocamos a cortar aqueles galhos verdes e viçosos, resistimos, como se algum dano estivéssemos causando à planta, como se a estivéssemos machucando. Ao educar as nossas crianças, nos deparamos com situação semelhante. Sabemos que dizer o não é preciso e necessário, mas por vezes o amor é tanto, o desejo de que aquele pequeno seja feliz é tão forte, que cedemos o que não poderíamos ceder, deixamos o que não deveríamos deixar.</p>
<p style="text-align: justify;">Só quem é mãe ou pai sabe o quanto exige dizer não para um filho. Por isso precisamos nos armar com a consciência do poder construtivo do não, e do quanto este não que aplicamos na educação dos nossos filhos irá plantar a semente da felicidade que tanto desejamos para o seu futuro. Não se trata, porém, de um não indiscriminado, usado como uma técnica ou uma regra educacional. A pedagogia do não prega a presença e a força como base que fundamenta toda prática educativa. Para que possamos criar nossos filhos saudáveis e fortes, precisamos primeiramente apresentar estas condições em nossas próprias vidas.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Para que possamos criar nossos filhos saudáveis e fortes, precisamos primeiramente apresentar estas condições em nossas próprias vidas.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos mais tomar o caminho mais fácil por mais que as justificativas para tal estejam sempre ao nosso alcance. Nos justificamos pelo excesso de trabalho, pelo pouco tempo que temos com eles. Quantas vezes nos baseamos nestas desculpas para deixar o não de lado e priorizar o sim, quando sabemos que negar é o certo e o melhor que deveríamos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Visando o desenvolvimento dos pequenos</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas falar que devemos dizer não é fácil, por isso é preciso que tenhamos a ousadia de olhar a raiz desta situação, que se encontra na distorção dos valores de uma sociedade. O valor no prazer, na alegria fácil, no imediatismo, no materialismo exagerado, priva da força essencial um ser em desenvolvimento. O não só tem sentido quando os valores estão no fortalecimento e na confiança plena na capacidade de um ser humano. Precisamos assumir nosso papel como educadores, e o não é um instrumento primordial deste trabalho a que nos propomos quando estamos diante de uma criança. Não podemos jamais fugir a esta responsabilidade, pois dela depende não só o futuro dos nossos filhos, mas de toda humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pense muito bem antes de dizer um não, pois quanto mais nova a criança, mais grave é reconsiderar uma negativa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div style="text-align: justify;"></div>
<div id="product_definition" class="block nowidth nomargin" style="text-align: justify;">
<h2 class="subtitle bold">Dicas para conseguir impor limites na educação dos filhos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<dl class="clearfix first">
<dd title="Dicas para conseguir impor limites na educação dos filhos">Confie na natureza do seu filho, ele é mais forte e mais capaz do que você imagina, por isso não dramatize tanto o fato de ter que privá-lo de alguma coisa.</dd>
</dl>
<dl class="clearfix first">
<dd title="Dicas para conseguir impor limites na educação dos filhos">Dizer não com convicção e consciência do seu papel de educador é a principal ferramenta de um pai para a formação do caráter do seu filho.</dd>
</dl>
<dl class="clearfix first">
<dd title="Dicas para conseguir impor limites na educação dos filhos">Comece a perceber que negar o que precisa ser negado para o seu filho, é contribuir para o seu futuro, e para a sua felicidade.</dd>
</dl>
<dl class="clearfix first">
<dd title="Dicas para conseguir impor limites na educação dos filhos">Não se sinta culpado por negar algo a seu filho, pois o que ele precisa realmente é da sua força de pai, e não de todas os brinquedos e bugigangas do mercado.</dd>
</dl>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:http://www.personare.com.br/o-poder-construtivo-do-nao-m556</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-poder-construtivo-do-nao/">O  poder construtivo do não!</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
