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	<title>educar os filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>educar os filhos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como educar crianças birrentas e que reclamam de tudo</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-educar-criancas-birrentas-e-que-reclamam-de-tudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 20:28:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As crianças se queixam e protestam, sobretudo quando são pequenas. Que um pequeno, em algum dia esteja se queixando é normal, uma vez que é a sua maneira de dizer que não está de acordo com o que você está dizendo. O problema é que se os pais não param com essas queixas a tempo, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As crianças se queixam e protestam, sobretudo quando são pequenas. Que um pequeno, em algum dia esteja se queixando é normal, uma vez que é a sua maneira de dizer que não está de acordo com o que você está dizendo. O problema é que se os pais não param com essas queixas a tempo, a criança poderá se tornar numa ‘birrenta crônica’.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança que é ‘birrenta crônica’ e que seus pais não a tenham educado para deixar de sê-la é provável que se torne num adulto queixoso e respondão.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que, desde muito pequenos, os pais eduquem aos filhos queixosos para que deixem de sê-lo e saibam se comportar de forma mais apropriada podendo canalizar as emoções que os fazem se queixar o tempo todo (por qualquer coisa).</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais deverão controlar seu nervosismo e não ceder às demandas do filho só para que se cale porque senão suas queixas, pouco a pouco, se converterão em exigências. Não perca os seguintes conselhos para que não perca a sensatez:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Mantenha a calma. É certo que as queixas dos seus filhos podem te tirar do sério e deixar você nervosa e isso não vai lhe ajudar em nada. As crianças poderão chutar, morder, gritar ou chorar para que você dê atenção e olhe para ela. Se você gritar também ou reprova o tempo todo o seu mau comportamento, você estará fazendo um reforço negativo, ou seja, estará vendo que com sua má atitude ela estará conseguindo a atenção que tanto quer conseguir de você. Neste sentido, com calma e com firmeza você poderá corrigir o comportamento do seu filho dizendo coisas como: ‘Por favor, peça-o adequadamente, com modos’, ou talvez algo como: ‘Por favor, não chute minha perna. Eu não gosto e me dói’. Lembre-se que se você gritar para expressar sua frustração, o seu filho também o fará.</p>
<p style="text-align: justify;">
2. Não ceda. Quando as crianças persistem em suas ‘queixas’, muitos pais caem na tentação de ceder só para não escutá-los. Por este motivo, é necessário que você não ceda e converse com o seu filho com uma voz normal o tempo todo. Faça de conta que nada está acontecendo, que está lendo algo ou fazendo qualquer outra coisa até que o seu filho comece a falar com normalidade, e somente nesse momento poderá começar a negociar uma solução (que não significa ter que ceder às suas pretensões).</p>
<p style="text-align: justify;">3. Não se esqueça dos elogios. Se o mau comportamento do seu filho continua, você terá que deixar claro a disciplina que irá utilizar e dizer-lhe coisas como: ‘Se você continuar gritando, a mamãe terá que colocá-lo para pensar no seu quarto durante alguns minutos’. Quando o filho estiver calmo, então você terá que conversar com ele para reforçar a mensagem de pedir desculpas e dar-lhe um abraço com todo o seu amor. A chave na disciplina das crianças queixosas é a consistência. Ainda que a má conduta mereça a atenção dos pais e deverá ser corrigida, o bom comportamento também terá que ser elogiado. Se o seu filho resolve um conflito sem se queixar, você terá que elogiá-lo. Será uma conquista para ele!</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.guiainfantil.com/materias/educacao/comportamento/como-educar-criancas-birrentas-e-que-reclamam-de-tudo/</p>
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		<title>Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 20:02:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui. No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico é bem tênue, portanto é normal que a criança diga que viu um inseto embaixo da cama, por exemplo, ou uma pessoa olhando para ela. Logo, ela pode ter fantasiado ou imaginado essa situação, assim, não mentiu, apenas imaginou, fantasiou. Mas, se o problema persiste um pouco mais, é preciso tomar algumas atitudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Antes de tudo, os pais precisam assumir que são responsáveis pelo amadurecimento do filho.  Isso implica em enfrentar esses problemas e fazer a criança entender o que é certo e errado, por meios de palavras e conversas claras e sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Se o seu filho mentir, faça-o perceber que foi errado e mostre o quanto é importante ser sincero. Dê exemplos do seu dia-a-dia, no trabalho, da sua infância, enfim, exemplos que ele possa entender.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A especialista em comportamento infantil Suzy Camacho afirma que a atenção maior dos pais deve estar voltada às mentiras maldosas, que foram premeditadas para prejudicar alguém ou tirar vantagem. No <strong>caso de roubo</strong>, os pais podem fazer com que a criança reconheça o erro diante da pessoa lesada, fazendo a devolver o objeto e pedir desculpas. O constrangimento normalmente faz com que a criança não volte a roubar novamente. Se houver continuidade deste comportamento deve-se procurar o apoio de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais devem dizer?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Sobretudo <strong>não</strong> chame a criança de mentirosa. Isso não vai funcionar, pois só reforça a imagem negativa e vai, provavelmente, provocar a continuidade do comportamento inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">– Por mais que esteja nervoso, respire fundo e explique com calma as consequências negativas de uma mentira (ou roubo) com exemplos práticos e compreensíveis para a idade. Se o ato prejudicou alguém, deixe claro porque é errado fazer isso e faça-a pensar se ela gostaria que alguém agisse assim com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">– Controle-se. Não grite com a criança para obrigá-la a dizer a verdade, pois isso só a intimida ainda mais. E, por medo da bronca, pode desencadear ainda mais mentiras.</p>
<p style="text-align: justify;">– Se suspeitar que a criança está mentindo faça perguntas genéricas. Como foi o passeio? Estava bom na escola? Depois de algum tempo volte a fazer as perguntas e compare as respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Castigá-la duramente não é, por incrível que pareça, a melhor tática. Só fará com que ela minta mais ainda para fugir das punições. Sua reação deve ser firme mas controlada, sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Muitas crianças pensam: “Você está me punindo por que descobriu a verdade”. Para elas, a punição não está associada à mentira, mas ao fato de ter sido desmascarado. Da próxima vez, essa criança vai caprichar mais nas suas artimanhas, dissimulações e disfarces. A punição deve ser o último recurso, não o primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que você é o herói ou heroína de seu filho e ele segue os seus exemplos. Então, nada de mentirinhas úteis: “Diga que a mamãe não está . Fale que estou tomando banho”. Não minta e nem peça para seu filho mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://doutissima.com.br/2013/05/27/como-lidar-com-uma-crianca-mentirosa-5571/</p>
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		<title>Como dar limites ao seu filho pequeno?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-dar-limites-ao-seu-filho-pequeno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 20:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A questão dos limites dados às crianças pequenas é um dos pontos primordiais da educação e, por isso, assusta tanto os pais. O frequente comentário &#8220;tal criança não tem limite&#8221; é traduzido como: ela faz o que quer, não obedece aos adultos ou não sabe lidar com as frustrações. Nenhum pai deseja que seu filho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A questão dos limites dados às crianças pequenas é um dos pontos primordiais da educação e, por isso, assusta tanto os pais. O frequente comentário &#8220;tal criança não tem limite&#8221; é traduzido como: ela faz o que quer, não obedece aos adultos ou não sabe lidar com as frustrações. Nenhum pai deseja que seu filho seja alvo desse tipo de comentário. Mas como fazer isso? Como os pais podem ajudar o filho (desde bebê) a desenvolver recursos para lidar com o NÃO, sem que se sintam verdadeiros vilões?</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana Augone, psicóloga, explica que &#8220;até aproximadamente os 3 anos educar e colocar limites significa rotina e disciplina dos pais no cotidiano. A criança está descobrindo o mundo e tudo para ela é fascinante, o que a torna obediente porque ela faz tudo com o prazer da descoberta, do novo e da imitação&#8221;. Por isso, durante os anos iniciais os rituais diários são de extrema importância. Hora para dormir, hora para comer, hora para tomar banho! A rotina é estabelecida e deve ser permeada pelo desenvolvimento da paciência, ao se ensinar a criança a esperar. Com a rotina organizada a criança pequena se sente mais segura em relação ao imenso mundo que tem à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois dessa fase, conta Rosana, há uma transformação e &#8220;a partir dos 3 anos, o momento da criança muda radicalmente&#8221;. Inicia-se um período que ela costuma chamar de &#8220;adolescência da infância&#8221;, fase em que a criança passa a usar a oposição, a autoafirmação, o questionamento dos combinados, a birra, a manipulação e a sedução em favor do que ela deseja de imediato. Esse período se torna exaustivo para os pais e também exige deles uma transformação no comportamento. Devem ser agora mais firmes e muito claros em relação às consequências para as ações do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana traz ainda uma nova maneira de se nomear essa ação dos pais; &#8220;Eu prefiro explicar aos pais que seus filhos precisam de margens, tal qual um rio que, se não as tiver, perde a forma e deixa de ser um rio. As margens dão o contorno, criam uma forma, uma identidade, um ser que pode aprender quem é e qual seu papel no núcleo familiar. As margens desenham a personalidade da criança, enquanto os limites a cerceiam sem lhe dar forma nem consistência. Sem margens o rio deixa de ser rio, perde a forma, a identidade. Com margens muito apertadas ele perde seu potencial de rio e torna-se um riacho, um córrego, com forma, porém muito aquém das suas potencialidades.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Lucila Bernardes, terapeuta familiar e orientadora educacional, explica que o filho é uma realização dos pais, um motivo de orgulho. &#8220;Não é à toa que quando os filhos não são aquilo esperado pelos pais, esses se sentem mexidos e até traídos em suas expectativas. Dizer NÃO para o filho, vê-lo chorando, frustrado ou contrariado diz respeito a ferir a representação da realização do filho idealizado e feliz.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais precisam ter cuidado para não escolher o caminho que parece mais fácil, mas que é o mais danoso. A opção por não frustrar e deixar de lado motivos para o conflito só para ganhar um sorriso e uma momentânea satisfação é perigosa. O problema, esclarece Lucila, &#8220;é justamente que a criança vai se tornando mal acostumada, sem a menor resistência aos impedimentos naturais da vida e aquilo que parece bom, torna-se na verdade a causa das crianças birrentas e tiranas. É nesse momento que os pais podem virar vilões de verdade, pois quando perdem a autoridade não são mais respeitados. &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/limite-bom-eles-gostam-635572.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<item>
		<title>Controle o ciúme exagerado que seu filho sente por você.</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-o-ciume-exagerado-que-seu-filho-sente-por-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 20:00:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como identificar se o ciúme do seu filho é exagerado e aprenda como controlá-lo sem provocar brigas ou traumas para as duas partes  De acordo com a psicóloga Sylvia Van Enck,o ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela. Sai, ela é minha namorada!&#8221;, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Saiba como identificar se o ciúme do seu filho é exagerado e aprenda como controlá-lo sem provocar brigas ou traumas para as duas partes</h2>
<p style="text-align: justify;"> De acordo com a psicóloga Sylvia Van Enck,o ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Sai, ela é minha namorada!&#8221;, diz o garotinho com pose de machão, empurrando o pai para fora do sofá. A &#8220;namorada&#8221; em questão é a mãe! Pode parecer fofo, engraçadinho, ingênuo. Mas o <strong>ciúme</strong> que um filho tem da mãe pode virar coisa séria com o passar dos anos. É o caso das crianças que boicotam os namorados das mães, por exemplo. Ou então daquelas que assumem uma postura tão protetora com as mães que acabam evitando o contato com os próprios pais! E isso pode não ser nada saudável. Saiba como lidar com as cenas de ciúme mais comuns de filhos crianças ou adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Descubra se o ciúme dele é normal</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É normal sentirmos ciúme do que tem significado para nós. Mas ele passa do limite quando não se corre nenhum risco de perder o que se ama e, mesmo assim, fica-se com ciúme. &#8220;O ciúme do filho com a mãe vem do fato de que por nove meses ele foi parte dela&#8221;, diz Miguel Perosa, psicoterapeuta.</p>
<p style="text-align: justify;">O filho fica inseguro ao ver que a atenção da mãe não é exclusiva para ele. Daí, adota um comportamento possessivo que não faz bem para ninguém. O segredo para não ter um filho ciumento é mostrar que gosta dele do jeito que ele é e estimular seu convívio com outras pessoas</p>
<h3 style="text-align: justify;">
Tudo tem limite</h3>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. A mãe apresenta um namorado novo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O envolvimento dos pais com outros parceiros deve ser comunicado aos poucos para os filhos: &#8220;Primeiro, avise que sairá com amigos, pessoas conhecidas deles, ou traga poucas pessoas para um encontro em casa. Assim, a criança percebe que a mãe mantém relações de amizade. Depois, fale sobre a pessoa com quem você está saindo. Apresente-a a seu filho e permita que eles tenham alguma convivência para começarem a formar um vínculo afetivo e de confiança&#8221;. Não force nada.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2. O Filho disputa com o pai</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o filho disputa o lugar do pai na vida da mãe, ou a filha com a mãe, é preciso impor limites. Esse é um caso comum, mas bastante sério: entenda o sentimento da criança, mas sem achar &#8220;engraçadinho&#8221;. A sua relação com seu companheiro deve estar bem clara para os seus filhos, mostrando que os dois são importantes para você, mas que você os ama de maneiras diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://mdemulher.abril.com.br/familia/m-trends/controle-o-ciume-exagerado-que-seu-filho-sente-por-voce</p>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
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			</item>
		<item>
		<title>Educar um adolescente rebelde!</title>
		<link>https://casule.com/blog/educar-um-adolescente-rebelde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 20:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente rebelde]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos? Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. Mas talvez estejamos passando por uma fase onde o respeito ao outro pode ter  sido confundido com “fazer papel de bobo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelo á isso surgiram algumas teorias que acreditam que não se deveria inibir as crianças e o exagero chegou a ponto de valorizar, em alguns meios, a criança que se impõe acima de qualquer outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que a harmonia seria o melhor caminho, as crianças não devem ser educadas nem com tanto rigor nem com tanta falta de limites. O equilíbrio pode ser o caminho mais difícil, pois é subjetivo e necessita  muita reflexão, mas não devemos desanimar e tentar sempre achar o ponto certo entre o que devemos incentivar nas crianças e o que devemos inibir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade faz parte da adolescência?</h2>
<p style="text-align: justify;">A agressividade faz parte do ser humano. Quem tem filho sabe que um bebê grita e esperneia quando quer alguma coisa, esta é a sua forma de comunicação. Ao longo do processo de educação vamos ensinando as crianças a conseguir o que querem de forma diplomática e elegante.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns chegam a adolescência sem ter absorvido a necessidade, e a beleza, do relacionamento interpessoal harmonioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que quando falamos em educação estamos falando da parcela onde o meio influencia o comportamento, mas há sim a parcela onde a personalidade determina. As características de personalidade  de uma pessoa podem ser  mais ou menos agressivas. Importante notar que estas características não são, necessariamente, imutáveis,  podem ser alteradas pelo meio, ou seja pela influencia da educação e convivência com as pessoas por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade é normal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Agressividade em nível ótimo ajuda a pessoa a não aceitar ser desmerecida ou prejudicada,  todos podemos aprender a usar esta agressividade com comportamentos elegantes e não destrutivos. Por exemplo, caso um adolescente se sinta prejudicado por outro na escola ele pode usar sua indignação para promover grupos de discussão entre os pais e diretores e coordenadores da escola para inibir praticas ilícitas dentro da escola. Claro que este tipo de reação pode dar muito mais trabalho do que simplesmente desferir um soco no colega, mas é o tipo de trabalho que engrandece e vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;">Desde que o filho nasce. Mostrar com seu próprio comportamento, falar com a criança, não esperar que algo aconteça para depois interferir. Mesmo antes de haver qualquer agressão tanto por parte do filho como por parte de outro adolescente que tenha sido agressivo, esta criança pode ser preparada para lidar tanto com suas frustrações como com as frustrações alheias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Sinais aos quais os pais devem ficar atentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Adolescentes podem mudar de comportamento várias vezes, faz parte do seu desenvolvimento. Reconheço que não é uma tarefe fácil, pois nunca sabemos quando o filho está apenas introspectivo ou quando está com problemas, por isso mesmo os pais devem estar atentos a qualquer mudança, mesmo as positivas, pois é possível que  o filho esteja muito feliz em casa porque conseguiu dar uma surra no colega da escola. Os pais devem tentar saber o que acontece com seus filhos e estabelecer valores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Evitar que os jovens cheguem ao ponto da agressividade?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível ensinar um filho a ler comprando livros ou mandando o filho ir para o quarto ler, mas percebo que a “técnica” mais eficiente seria deixar que seu filho te veja lendo livros. Dei este exemplo por ser mais fácil de visualizar mas vale para qualquer outro comportamento, deixar seu filho ver você mesmo se comportando da forma que quer que ele se comporte pode ser uma boa forma de ensinar. Não adianta pedir para o filho falar baixo se você faz isso gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Papel da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Complementar o que iniciou em casa. Não devemos esperar que a escola seja a formadora de caráter mas podemos cobrar que ela mantenha os valores ensinados em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">O que fazer se meu filho ou filha sofrer ameaças de violência física por parte de outras pessoas da mesma idade</h2>
<p style="text-align: justify;">Proteger esta criança. Em primeiro lugar deve-se tomar ações que impeçam que isso aconteça. Cada caso é um caso  por isso os pais devem a avaliar se o melhor seria mudar de escola, interromper a escola por um tempo, comunicar a quem de direito ou o que for melhor. Em segundo lugar identificar a causa, será que seu filho é o provocador ou a vitima? Deve-se notificar quem mais estiver envolvido como diretor da escola, do clube, ou caso isto estiver acontecendo na rua verificar se há canal de comunicação com os pais destes adolescentes. Caso não haja deve-se ensinar este adolescente a se proteger e não revidar. Talvez o que resolva é o aprendizado sobre como conversar com estes agressores, talvez o que resolva seja aprender a romper o vinculo com estes agressores  de forma a elimina-lo do papel de alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Avisar a polícia ou a direção da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Deve avisar a policia nos casos onde a gravidade está de acordo com assuntos policiais e  avisar a direção da escola sempre, mesmo em casos mais leves.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Cyberbullying  e os jovens marcam brigas pelas redes sociais.</h2>
<p style="text-align: justify;">A internet é tanto uma benção como um grande problema. Melhorar a comunicação  não significa que  melhorará o conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem observar de muito perto o que seus filhos  fazem no computador. Isto é algo que dá muito trabalho mas estamos em um tempo onde não dá mais para criar os filhos apenas os observando brincarem no quintal de casa. O pais precisam ser ativos e ter consciência que este trabalho todo faz parte do seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/adolescente-rebelde-como-educar.html</p>
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		<title>Disciplina: a importância de estabelecer regras claras para os filhos!</title>
		<link>https://casule.com/blog/disciplina-a-importancia-de-estabelecer-regras-claras-para-os-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2015 18:48:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Atitudes amorosas, regras claras e a aplicação das consequências estabelecidas previamente estimulam o desenvolvimento de comportamentos positivos na criança. Quando os pais se comportam dessa maneira, a criança é estimulada a explorar seu ambiente, respeitando, ao mesmo tempo, certos limites. Pais interessados que dão à criança a oportunidade de conseguir fazer coisas divertidas transmitem a ela confiança e a estimulam a explorar o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Respeitando a personalidade de cada criança, os pais devem discipliná-la de forma que não seja excessivamente autoritária nem excessivamente permissiva, para que ela obedeça instruções.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças que são controladas de forma muito rígida terão dificuldade para tomar decisões e expressar suas necessidades. Por outro lado, crianças às quais é permitido fazer tudo o que querem terão dificuldade para saber o que é ou não aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">Disciplina adequada resulta em sucesso na escola e na capacidade de fazer amigos. Se os pais não conseguem construir respeito por regras nos primeiros anos de vida (zero a 5 anos), é possível que a criança desenvolva diversos tipos de problemas comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Se os pais não oferecem supervisão suficiente (não se envolvem nas atividades da criança, não são encorajadores) e reagem com punições, explosões de mau humor ou rigidez, há maior risco de que a criança desenvolva problemas comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma disciplina que ajude a compreender o que é ou não é aceitável contribui para que a criança desenvolva habilidades sociais, empatia, autocontrole e capacidade de prestar atenção e de planejar suas ações</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como agir diante de comportamentos da criança que devem ser desencorajados:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; estabelecer regras claras;<br />
&#8211; explicitar as consequências do desrespeito às regras;<br />
&#8211; aplicar as consequências que foram estabelecidas;<br />
&#8211; ignorar a criança se seu comportamento for agressivo ou desrespeitoso;<br />
&#8211; aplicar a técnica de retirada (de forma breve e repetida). Por exemplo, tomar um objeto que é fonte de conflito entre duas crianças ou pedir que a criança se retire para um local sossegado onde possa se acalmar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como agir diante de comportamentos da criança que devem ser estimulados:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; mostrar à criança que seu comportamento foi adequado;<br />
&#8211; elogiar a criança por meio de palavras e de ações. Por exemplo, expressar orgulho, abraçar, sorrir, dar uma piscadela etc;<br />
&#8211; ajudar a criança a identificar a ligação entre suas ações e resultados bem-sucedidos;<br />
&#8211; estimular a criança a prosseguir.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como agir diante de situações que podem levar a criança a perder o controle:</h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; dar apoio à criança oferecendo maneiras agradáveis de se acalmar. Por exemplo, mudar de atividade, respirar calmamente, distrair ou desviar a atenção da criança etc.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2015/02/disciplina-importancia-de-estabelecer-regras-claras</p>
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