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	<title>distúrbio do sono - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>distúrbio do sono - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Consequências da respiração oral (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/videos/consequencias-da-respiracao-oral-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2019 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[alterações fisionômicas]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[respiração oral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Confira com Maria Rezende, fonoaudióloga da Casule! Quer tomar um café? Respirar pela boca não deve ser considerada uma alternativa e sim um sinal de alerta que algo na sua respiração vai mal. A respiração oral instala- se, geralmente, frente a um processo obstrutivo do nariz, que pode ser momentâneo [&#8230;]</p>
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<p>Respirar pela boca não deve ser considerada uma alternativa e sim um sinal de alerta que algo na sua respiração vai mal. 
A respiração oral instala- se, geralmente, frente a um processo obstrutivo do nariz, que pode ser momentâneo e a criança acaba mantendo a postura de boca aberta por hábito ou uma obstrução crônica. A respiração oral afeta significativamente a vida da criança.</p>



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		<title>12 dicas para dormir melhor (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/12-dicas-para-dormir-melhor-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 15:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[sono reparador]]></category>
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		<title>Como a psicose se apresenta na infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 19:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
		<category><![CDATA[enurese]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicose]]></category>
		<category><![CDATA[psicose na infância]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo ocorre habitualmente desde o nascimento, e a psicose pode desenvolver-se mais tarde. Além disso, na psicose infantil não ocorrem delírios e alucinações, já que isto exige um nível de desenvolvimento que as crianças não possuem.</p>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Como a psicose se apresenta na infância?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A psicose que se apresenta na infância de forma precoce (antes dos seis anos), costuma aparecer da seguinte forma: Autismo, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância e transtornos globais do desenvolvimento (TGD).</li>
<li>A psicose que se apresenta na infância mais tardia (dos 6 aos 12 anos), costuma se apresentar como: psicose tardia aos 5 a 6 anos, psicose dos 10 a 11 anos, psicose com transtornos delirantes.</li>
</ul>
<p>Quais os sintomas da psicose na primeira infância?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Durante o primeiro ano de vida, os pais descrevem seus filhos como bebês &#8220;fáceis&#8221;, que não choram, não distorcem, não mostram interesse pela figura adulta e que se mostram felizes quando estão sozinhos. Ausência de sorriso e ausência de ansiedade diante de estranhos (apresentando-se como autismo).</li>
<li>Durante o segundo e o terceiro anos de vida não apresentam contato com o meio, nem mesmo com a mãe, que sente como se seu filho não a reconhecesse. O olhar da criança é &#8220;vazio&#8221;, como se estivesse ausente. O adulto pode sentir-se vigiado, como se seu filho o olhasse de canto de olho. A criança utiliza os objetos com manipulações repetitivas e estereotipadas. As figuras humanas podem desencadear agressividade e ela as rasga. Pode aparecer o sintoma do cubo que queima (toca um objeto e retira a mão rapidamente). Não apresenta relações com outras crianças, bem como com os adultos, apenas os manipula como se fossem objetos. É indiferente ao jogo. Potencializar a relação entre iguais pode ocasionar crises violentas. Não pede colo (característica do autismo).</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Sintomas durante o desenvolvimento</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Condutas motoras<i>.</i> Gestualidade pouco habitual para a idade, comportamentos motores específicos como as estereotipias (movimentos repetitivos), instabilidade com muita agitação no movimento (subir a mesas ou cadeiras, por exemplo), gestos desajeitados. Não há ajuste postural.</li>
<li>Transtornos intelectuais<i>. </i>Nem sempre precisa estar acompanhado de atraso mental.</li>
<li>Transtornos da linguagem. Pode apresentar total ausência de linguagem ou mesmo atraso da fala, ainda que habitualmente seja pouco compreensível (autismo). Cantoria, distorção da linguagem, estereotipias verbais, quando há uma linguagem satisfatória, podem apresentar regressões na fala. Linguagem atrasada ou particular. Dá a sensação de estar surdo. Em todas as situações, a linguagem não costuma ser com uma função comunicativa, embora algumas vezes a criança psicótica possa obedecer ordens simples.</li>
<li>Afetividade<i>. </i>Variações rápidas do humor, angústia aguda, ansiedade, crise de riso, intolerância à frustração, crises agressivas. Resistência à mudança.</li>
<li>Condutas mentalizadas<i>. </i>Rituais, raramente delírios normalmente associados ao corpo ou temas ambientais.</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Outros transtornos associados</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Distúrbios do sono</li>
<li>Transtornos alimentares</li>
<li>Transtornos esfincterianos (enurese, por exemplo)</li>
<li>Possíveis epilepsias</li>
</ul>
<p>FONTE:http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia-10980.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Controle da Raiva!</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-da-raiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 19:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[casulepsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
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		<category><![CDATA[frustração]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morrer de raiva Controle da Raiva Você já deve ter passado por situações de morrer de raiva .  Tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco e te deu uma balinha. Não dá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Morrer de raiva</h2>
<h2 id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Controle da Raiva</h2>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Você já deve ter passado por situações de morrer de raiva .  Tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco e te deu uma balinha. Não dá para segurar. Uma coisa destrutiva vai se formando dentro de você e, você acaba descontando todas as suas frustrações cima do marido, esposa, mãe, enfim, em cima de quem não tem nada a ver com a origem do problema.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Temos que perceber que a raiva por si só não é uma coisa ruim, a raiva é um mecanismo de defesa   e   foi fundamental pra a sobrevivência das espécies.   Um dos mecanismos de auto defesa é a raiva, pois ela de mobiliza contra o ataque alheio.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Tem horas que dá mesmo vontade de gritar   e até de agredir uns e outros. O problema surge   justamente esse   quando essa revolta te faz perder o controle   e agir desproporcionalmente.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva está relacionada à frustração e aparece em 2 tipos de situações:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Quando você não consegue realizar uma coisa que queria muito   &#8211; você se sente frustrado .</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Quando você se sente desprezado,   diminuído e   desvalorizado.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Tem gente que é craque em fazer os outros se sentirem diminuídos, e conseqüentemente morrendo de raiva, por exemplo, o freguês que coloca a loja abaixo,   fala mal de todos os produtos e não compra nada, ou o chefe que parece que faz de conta que você não existe, ou as pessoas de casa que não reconhecem o trabalhão que   você teve.   Tudo isso mata qualquer um de raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Existem duas formas muito negativas de lidar com essa raiva:</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Explodir e perder o controle.   Quem perdeu o controle perde a razão, mesmo que a razão esteja toda com ele   na hora da explosão ela vai para o “ralo”.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Abaixar a cabeça. Engolir sapo não é saudável. Normalmente a pessoa que engole é aquela que traz dentro de si uma educação onde   deve sempre atender às expectativas dos outros. Quando você tem a crença que as necessidades dos outros são mais importantes que as suas   você desenvolve um ego fraco,   se torna uma pessoa incapaz de responder e de se impor quando precisa.   Saber dizer “Não” é saber cuidar de si mesmo,   é enfrentar o problema. Se não conseguir você ficará vítima e refém da raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Não ter raiva nenhuma é tão perigoso quanto explodir de raiva.   Mas é preciso aprender a externar os sentimentos na hora certa, do jeito certo, na medida certa e com a pessoa certa.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva não expressa da forma correta pode desencadear depressão ou grandes desastres no trabalho, no grupo social ou escolar.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Uma das piores coisas a fazer é disfarçar a raiva . Tem gente que diz   “Eu me controlo”   quando na realidade ele disfarçou, engoliu. Isso é péssimo. Controlar a raiva é aprender a lidar com ela.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Raiva está diretamente ligada ao stress pois passar raiva dia após dia   vai te debilitado e você nem percebe o porque.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Identifique o estresse causando por raiva “engolida”</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Irritação</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Sono perturbado &#8211; dormindo demais ou de menos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Perdeu a capacidade de sentir prazer com a vida</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Está comendo demais ou de menos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">&#8211; Está tendo problemas de relacionamentos</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Se   você respondeu “sim” para a maioria destas cinco pontos   você está estressado.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Para aprender a lidar com a raiva,   sem reprimir,   sem explodir e se prejudicar ainda mais   deve-se ir a fundo e descobrir quais são as crenças que estão por trás dessa raiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A psicoterapia te dá meios   de   se desapegar do passado que causa raiva,   ultrapassar a barreira da neurose   e se livrar do fardo de ser uma eterna vitima.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">Precisamos nos reconciliar com as coisas que nos fizeram sentir frustrados   ou desvalorizados   para começar a superar estas situações   e ter a coisa que mais interessa: o controle sobre sua própria   vida! Mas entenda que reconciliação não significa esquecer ou fazer de conta que “não foi nada”. Significa continuar a viver de forma leve sem apegos emocionais e comportamentos desgastantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;">A psicoterapia oferece alguns caminhos como a flexibilização de pensamento que lhe dará opções para reagir de formas adequadas, a mudança dos padrões de pensamentos   para que as pequenas coisas do dia a dia sejam vistas apenas como são: pequenas coisas do dia a dia. Você não fará mais um “cavalo de batalha” quando furarem a fila, mas saberá agir com elegância e obter o respeito que merece.</div>
<div style="text-align: justify;">Muitos já devem ter passado por situações de raiva, onde tem dias que parece que tudo dá errado, o transito infernal, teu chefe nem deu bola para o trabalho que te custou um dia inteiro, o supermercado não tinha troco, etc. Em alguns momentos pode ser que não deu para segurar e algo destrutivo foi se formando e a pessoa acaba descontando todas as suas frustrações cima do marido, esposa, mãe, enfim, em cima de alguém que não tinha nada a ver com a origem do problema.</div>
<div style="text-align: justify;">Eu considero que a raiva por si só não seja uma coisa ruim, a raiva pode ser até mesmo um mecanismo de defesa,  e em eras primitivas  foi fundamental para a sobrevivência das espécies.  Ela é um dos mecanismos de auto defesa, pois nos mobiliza contra o ataque alheio.</div>
<div style="text-align: justify;">Pode ser que em alguns momentos dê mesmo vontade de gritar e até de agredir. O problema surge   justamente   quando essa revolta faz perder o controle e agir desproporcionalmente causando prejuízos de alguma ordem.</div>
<h2 style="text-align: justify;">Raiva x frustração</h2>
<p style="text-align: justify;">Percebo que raiva e frustração costumam estar associadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de situações onde a raiva surge como resposta à frustrações:</p>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Não consegue realizar uma coisa que queria muito.</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Se sentir desprezado, diminuído e desvalorizado.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Formas negativas de lidar com a raiva:</h2>
<div style="text-align: justify;">Por exemplo explodir e perder o controle e magoar alguém. Quem perdeu o controle normalmente perde a razão, mesmo que a razão esteja toda com ele na hora da explosão pode ficar mais difícil se colocar de forma clara. Ou abaixar a cabeça. Engolir sapo pode não ser saudável. É possível que  a pessoa que engole seja aquela que traz dentro de si uma educação onde aprendeu a sempre atender às expectativas dos outros. Quando você tem a crença que as necessidades dos outros são mais importantes que as suas pode se tornar uma pessoa incapaz de responder e  se impor quando precisa.  Saber dizer “Não”  da foma adequada é saber cuidar de si mesmo e enfrentar o problema.</div>
<div style="text-align: justify;">Não ter raiva nenhuma pode ser tão perigoso quanto explodir de raiva. É preciso aprender a externar os sentimentos na hora certa, do jeito certo, na medida certa e com a pessoa certa.</div>
<div style="text-align: justify;">Penso ser uma das piores coisas a fazer seria disfarçar a raiva . Tem gente que diz “Eu me controlo”   quando na realidade ele disfarçou, engoliu. Isso pode ser péssimo. Controlar a raiva é aprender a lidar com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Raiva está diretamente ligada ao stress pois passar raiva dia após dia pode debilitar.</div>
<div style="text-align: justify;">O estresse causando por raiva “engolida” pode causar:</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Irritação</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Sono perturbado &#8211; dormindo demais ou de menos</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Perder a capacidade de sentir prazer com a vida</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Comendo demais (ou menos que deveria)</div>
<div style="text-align: justify;">&#8211; Problemas de relacionamentos</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Formas positivas de lidar com a raiva</h2>
<div style="text-align: justify;">Eu vejo  como uma tarefa ingrata a tentativa de evitar a raiva. É um sentimento que faz parte do ser humano. Mas talvez ao tentarmos não reprimir ou explodir mas sim tentarmos entender a função deste sentimento naquele momento onde surgiu, entendermos porque reagimos daquela forma, talvez consigamos material interno para lidar melhor com ela.</div>
<div style="text-align: justify;">Talvez seja importante entender as situações que nos fizeram sentir frustrados  ou desvalorizados para começar a superar estas situações.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<h2>Como a raiva nos afeta psicologica e fisicamente?</h2>
<div><a title="clinica psicoloogia" href="http://www.marisapsicologa.com.br/clinica.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>Cada situação de raiva onde não obtemos sucesso em nos colocar e “ganhar” a situação traz frustração. Frustração acumulada gera desamparo (sensação de incapacidade), que gera depressão.</div>
<div>A consequência física é o estresse. Ou seja, a mente deu um comando para o corpo lutar, esta luta não ocorreu e o cortisol acumulou causando alguns danos como queda na resistência e baixa imunidade a doenças.</div>
<div></div>
<div>
<h2>Quando pedir ajuda ao terapeuta?</h2>
<div><a title="clinica psicoloogia" href="http://www.marisapsicologa.com.br/clinica.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> </a>Toda vez que sentir que sozinho não está conseguindo administrar a raiva de forma eficaz. O psicologo pode ajudar a identificar a origem da raiva, e ensinar formas eficazes de lidar com ela.</div>
<div>
<div>*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</div>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/controle-da-raiva.html</div>
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