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	<title>dislexia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>dislexia - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Entendendo a Dislexia</title>
		<link>https://casule.com/blog/entendendo-a-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 22:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As habilidades de leitura e escrita são fundamentais para a aquisição de outros conhecimentos e para a formação do ser humano de uma forma geral. O fracasso na aquisição dessas habilidades pode ter como consequência alterações comportamentais e emocionais, como desinteresse, baixo desempenho, evasão escolar e, frequentemente, diminuição da autoestima, que são consequências graves para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As habilidades de leitura e escrita são fundamentais para a aquisição de outros conhecimentos e para a formação do ser humano de uma forma geral. O fracasso na aquisição dessas habilidades pode ter como consequência alterações comportamentais e emocionais, como desinteresse, baixo desempenho, evasão escolar e, frequentemente, diminuição da autoestima, que são consequências graves para a vida de uma pessoa. Não é raro encontrar casos de alunos com dificuldades de leitura e escrita nas salas de aula.</p>
<p><strong>Mas o que são essas dificuldades? Como diagnosticar? O que deve ser feito?</strong></p>
<p>A dislexia é caracterizada como um transtorno de aprendizagem específico de leitura. A dislexia não está associada a uma baixa inteligência; ela ocorre quando há uma discrepância entre a inteligência e a habilidade de leitura e na ausência de problemas sensoriais (como deficiências visuais e auditivas), emocionais ou socioeconômicos.</p>
<h3>Sua principal característica é a dificuldade no processamento fonológico, ou seja, o indivíduo portador desse transtorno apresenta dificuldade na aprendizagem da decodificação das palavras escritas.</h3>
<p>O diagnóstico da dislexia é realizado por uma equipe multidisciplinar, que inclui médico, psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo. O diagnóstico precoce é fundamental para auxiliar no tratamento do transtorno, pois quanto antes a intervenção direcionada for realizada, maior a chance da criança superar sua dificuldade.</p>
<h3>Alguns sinais comuns da dislexia e que devem servir de alerta são:</h3>
<ul>
<li>
<h3>dificuldade em aprender o nome ou o som das letras;</h3>
</li>
<li>
<h3>dificuldade em entender instruções;</h3>
</li>
<li>
<h3>dificuldade em lembrar histórias, números ou letras;</h3>
</li>
<li>
<h3>leitura muito lenta ou imprecisa;</h3>
</li>
<li>
<h3>dificuldade em compreender o que foi lido;</h3>
</li>
<li>
<h3>dificuldade na soletração;</h3>
</li>
<li>
<h3>dificuldade na escrita.</h3>
</li>
</ul>
<p>A intervenção deve ser realizada com um profissional especializado. A terapia fonoaudiológica auxilia, principalmente, na percepção, discriminação e manipulação dos sons das palavras.</p>
<p>Além disso, em alguns casos, a atuação do psicólogo é fundamental na contribuição da reestruturação da autoestima, na motivação intrínseca e na redução da ansiedade.</p>
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		<title>Problemas de concentração e aprendizado na vida adulta</title>
		<link>https://casule.com/blog/problemas-de-concentracao-e-aprendizado-na-vida-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 22:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adulto]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Problemas de concentração e aprendizado na vida adulta podem ter relação com distúrbios neurológicos não diagnosticados na infância. O neurologista do HCor explica que graus mais leves e menos perceptíveis de dislexia ou de déficit de atenção podem ser os verdadeiros vilões por trás de declínios cognitivos capazes de prejudicar o desempenho de profissionais e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Problemas de concentração e aprendizado na vida adulta podem ter relação com distúrbios neurológicos não diagnosticados na infância. O neurologista do HCor explica que graus mais leves e menos perceptíveis de dislexia ou de déficit de atenção podem ser os verdadeiros vilões por trás de declínios cognitivos capazes de prejudicar o desempenho de profissionais e estudantes de diferentes áreas; segundo especialista, dificuldades dessa natureza também podem ser causadas por quadros de depressão</p>
<p>Em algum momento, todos já tivemos dificuldade para memorizar um pedido do chefe ou mesmo de compreender o sentido de um determinado texto no trabalho ou na faculdade. Porém, até que ponto problemas como esses são motivados apenas por desatenção casual, falta de conhecimentos específicos ou simplesmente por causa da agitação de um dia repleto de atividades? “Quando dificuldades desse tipo são frequentes, é preciso ficar atento, já que algumas delas podem ser motivadas por graus mais leves e menos perceptíveis de distúrbios neurológicos não diagnosticados na infância, como dislexia e déficit de atenção. Em alguns casos, também podem ser provocadas por quadros de depressão”, revela a neurologista e neuropediatra Maristela Costa do Hospital do Coração (HCor).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dislexia</h2>
<p style="text-align: justify;">Presente em cerca de 15% da população brasileira, a dislexia consiste em um transtorno congênito e hereditário da decodificação da linguagem que compromete a capacidade de ler e escrever corretamente do indivíduo. “Em maior ou menor grau, pessoas dislexas basicamente não conseguem associar fonemas às letras que o representam na escrita”, explica a neurologista. “Nos casos em que a dislexia se manifesta de maneira mais sútil, ela pode não ser identificada na fase escolar. Assim, ela passa a gerar dificuldades na vida adulta, já que interfere na leitura e interpretação correta de documentos, livros e apostilas, por exemplo”, explica.</p>
<p>Para identificar casos de dislexia desse tipo entre os adultos, o primeiro passo é ficar atento a sinais como dificuldade para compreender a leitura, o que geralmente faz com que a pessoa precise reler várias vezes um mesmo texto. “Além disso, pessoas dislexas costumam cometer erros ortográficos como troca, inversão, omissão ou acréscimo de letras e sílabas, enquanto escrevem. O distúrbio também afeta noções de tempo e espaço”, acrescenta a Dra Maristela.</p>
<p>Diante da presença de algum desses sintomas, o procedimento para o diagnóstico da dislexia em adultos é o mesmo aplicado às crianças. Ou seja, o indivíduo é encaminhado para a avaliação de uma equipe multidisciplinar composta por médicos, neuropsicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos e neurologistas. Nesta avaliação são utilizados testes para analisar o nível de leitura, vocabulário e habilidades específicas, como memória, atenção e velocidade de processamento. “O objetivo é nos certificar de que o paciente realmente apresenta dislexia e não problemas de alfabetização, deficiências físicas (como doenças visuais e perda auditiva), ou algum tipo de transtorno emoc ional ou psicológico”, explica a Dra Maristela.</p>
<p>O tratamento começa assim que a presença da doença é comprovada. “Infelizmente, a dislexia não tem cura. O tratamento consiste basicamente em um esforço conjunto para criar adaptações pedagógicas que ajudem o paciente a superar, na medida do possível, os comprometimentos que apresenta em sua capacidade de ler, escrever ou de realizar cálculos matemáticos”, explica a neurologista do HCor.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Déficit de Atenção</h2>
<p style="text-align: justify;">Caracterizado por um padrão crônico de desatenção, hiperatividade e impulsividade, o chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ou simplesmente déficit de atenção, como é mais conhecido, é outro distúrbio que tem um grande impacto social na vida adulta, dependendo de sua evolução clínica. Isso porque muitas crianças com TDAH deixam de ter sintomas na vida adulta, mas continuam a carregar consigo várias limitações que interferem tanto na vida profissional, quanto na vida pessoal. “Muitas pessoas crescem com o problema e nem ficam sabendo que a dificuldade que têm de se concentrar é, na verdade, um distúrbio que pode ser tratado e controlado com auxílio medicamentoso ou psicoterápico”, diz a neurologista. “Tanto que dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA) estimam que 4% da população adulta pode ter déficit de atenção e, aproximadamente, 80% dos casos tiveram início na infância”, revela.</p>
<p>Entre os sinais mais frequentes do TDAH em adultos estão: atrasos frequentes em compromissos de trabalho, falta de organização, oscilação abrupta de humor, dificuldade de se expressar, repetição de palavras com frequência e problemas ao dirigir. “Crianças com TDAH costumam contar com o auxílio dos pais para conseguir cumprir horários, organizar as tarefas diárias, marcar consultas médicas e se relacionar com as outras pessoas. No caso dos adultos que têm o distúrbio, tudo fica mais difícil”, afirma a Dra Maristela. “Caso não consigam ajuda em algum desses aspectos, eles podem contrair diversos problemas que prejudicam o seu rendimento não só nos estudos e no trabalho, mas também nos seus relacionamentos afet ivos e com os amigos. Por isso, ao mínimo sinal de sintomas como esse, é importante que a pessoa procure a ajuda de médicos e psicólogos”, explica a neurologista.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Depressão</h2>
<p style="text-align: justify;">Caracterizada por humor depressivo associado a sentimentos de tristeza, amargura, falta de esperança, baixa autoestima ou culpa, a depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente em diferentes fases da vida. Entre os diversos prejuízos causados por ela estão déficits cognitivos que a aproximam, até mesmo, de quadros demenciais. “Uma pessoa com depressão também tem problemas para se concentrar e decodificar informações mais complexas. Por isso, a doença merece atenção também por esse aspecto”, avalia a Dra Maristela. “De maneira geral, é importante ressaltar que o auxílio de médicos e psicólogos pode contribuir não só com o desempenho intelectual e profissional de adultos com depressão, dislexia ou TDAH, mas também com a melhora do humor dessas pessoas. Isso costuma proporcionar um ganho ainda maior na qualidade de vida delas. Por isso, é fundamental conscientizá-las para que possam receber ajuda e viver melhor”, finaliza a neurologista do HCor.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.segs.com.br/saude/54432-problemas-de-concentracao-e-aprendizado-na-vida-adulta-podem-ter-relacao-com-disturbios-neurologicos-nao-diagnosticados-na-infancia.html</p>
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		<title>Dislexia: diagnóstico e tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/dislexia-diagnostico-e-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 22:00:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2389" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg" alt="Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-768x576.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-610x458.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-980x735.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-480x360.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Dislexia: Definição, Sinais e Avaliação</h2>
<p style="text-align: justify;">Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais de Alerta</h2>
<p style="text-align: justify;">Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma &#8220;criança de risco&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá sempre:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem e escrita;<br />
dificuldades em escrever;<br />
dificuldades com a ortografia;<br />
lentidão na aprendizagem da leitura;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá muitas vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">disgrafia (letra feia);<br />
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;<br />
dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização;<br />
dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas;<br />
dificuldades para compreender textos escritos;<br />
dificuldades em aprender uma segunda língua.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá às vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem falada;<br />
dificuldade com a percepção espacial;<br />
confusão entre direita e esquerda.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pré-Escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:</p>
<p style="text-align: justify;">Dispersão;<br />
Fraco desenvolvimento da atenção;<br />
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;<br />
Dificuldade em aprender rimas e canções;<br />
Fraco desenvolvimento da coordenação motora;<br />
Dificuldade com quebra cabeça;<br />
Falta de interesse por livros impressos;</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica; há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Idade Escolar.</h2>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;<br />
Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);<br />
Desatenção e dispersão;<br />
Dificuldade em copiar de livros e da lousa;<br />
Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);<br />
Desorganização geral: podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;<br />
Confusão entre esquerda e direita;<br />
Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc&#8230;<br />
Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;<br />
Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc&#8230;<br />
Dificuldades em decorar sequências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..<br />
Dificuldade na matemática e desenho geométrico;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias) Troca de letras na escrita;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o &#8220;palhaço da turma&#8221;;<br />
Bom desempenho em provas orais.<br />
Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e consequentemente sociais e profissionais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Adultos</h2>
<p style="text-align: justify;">Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades:</p>
<p style="text-align: justify;">Continuada dificuldade na leitura e escrita;<br />
Memória imediata prejudicada;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);<br />
Dificuldade com direita e esquerda;<br />
Dificuldade em organização;<br />
Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como consequência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Então, como diagnosticar a dislexia?</h3>
<p style="text-align: justify;">Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores deverão ser descartados, como déficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais (congênitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o disléxico irá apresentar prejuízos emocionais, mas estes são conseqüências, não causa da dislexia).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste processo ainda é muito importante tomar o parecer da escola, dos pais e levantar o histórico familiar e de evolução do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa avaliação não só identifica as causas das dificuldades apresentadas, assim como permite um encaminhamento adequado a cada caso, por meio de um relatório por escrito.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Depois de Diagnosticada a Dislexia</h3>
<p style="text-align: justify;">Sendo diagnosticada a dislexia, o encaminhamento orienta o acompanhamento consoante às particularidades de cada caso, o que permite que este seja mais eficaz e mais proveitoso, pois o profissional que assumir o caso não precisará de um tempo para identificação do problema, bem como terá ainda acesso a pareceres importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecendo as causas das dificuldades, o potencial e as individualidades do indivíduo, o profissional pode utilizar a linha que achar mais conveniente. Os resultados irão aparecer de forma consistente e progressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, o disléxico sempre contorna suas dificuldades, encontrando seu caminho. Ele responde bem a situações que possam ser associadas a vivências concretas e aos múltiplos sentidos. O disléxico também tem sua própria lógica, sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro passo importante a ser dado é definir um programa em etapas e somente passar para a seguinte após confirmar que a anterior foi devidamente absorvida, sempre retomando as etapas anteriores. É o que chamamos de sistema MULTISSENSORIAL e CUMULATIVO.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é de extrema importância haver uma boa troca de informações, experiências e até sintonia dos procedimentos executados, entre profissional, escola e família.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.bengalalegal.com/dislexia</p>
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		<title>Quais os sintomas da Dislexia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-os-sintomas-da-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2015 20:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Para entender como diagnosticar a dislexia, é importante saber que ela não é uma doença, senão um distúrbio genético e neurobiológico que independe da preguiça, falta de atenção ou má alfabetização. É claro que os sintomas da dislexia variam de acordo com os diferentes graus do transtorno, mas a pessoa tem dificuldade para decodificar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender como diagnosticar a dislexia, é importante saber que ela não é uma doença, senão um distúrbio genético e neurobiológico que independe da preguiça, falta de atenção ou má alfabetização. É claro que os sintomas da dislexia variam de acordo com os diferentes graus do transtorno, mas a pessoa tem dificuldade para decodificar as letras do alfabeto e tudo o que é relacionado à leitura.  O disléxico não consegue associar o símbolo gráfico e as letras ao som que eles representam. Podem confundir direita com esquerda, no sentido espacial, ou escrever de forma invertida, ao invés de “vovó”, “ovóv”, “topa” por “pato”. A dislexia também gera a omissão de sílabas ou letras como “transorno” para “transtorno”, até mesmo a confusão de palavras com grafia similar, por exemplo, n-u, w-m, a-e, p-q, p-b, b-d… Ter a necessidade de seguir a linha do texto com os dedos é outro sintoma de dislexia. O indivíduo sofre com a pobreza de vocabulário, escassez de conhecimento prévio, confusão com relação às tarefas escolares, podendo resultar num atraso escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter dislexia não é o fim do mundo, o disléxico não é deficiente. Fique tranquilo! Ele pode ser uma pessoa saudável e inteligente, porém com dificuldade acima do comum em aprender a ler. Geralmente, o disléxico possui um QI normal ou até mesmo acima do normal. É de extrema importância descartar a ocorrência de deficiências visuais e auditivas, déficit de atenção e problemas emocionais que possam dificultar o aprendizado, só assim os sintomas já citados poderão ser sinais de dislexia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto antes descobrir a dislexia, melhor para evitar rótulos depreciativos ao portador, dificuldades com os colegas na escola, constrangimento no local de trabalho, problemas de relacionamento seja com amigos, parceiros ou familiares. Afinal, quantas vezes algum disléxico, por não saber a origem de seu problema, não soube argumentar contra críticas, ridicularizarão, zombaria onde trabalha ou estuda? Quantas vezes você, mãe, pai, já não se preocupou com as dificuldades de seu filho?</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas da dislexia variam de acordo com os diferentes graus do transtorno, mas a pessoa tem dificuldade para decodificar as letras do alfabeto e tudo o que é relacionado à leitura.  O disléxico não consegue associar o símbolo gráfico e as letras ao som que eles representam. Podem confundir direita com esquerda, no sentido espacial, ou escrever de forma invertida, ao invés de “vovó”, “ovóv”, “topa” por “pato”.</p>
<p>A dislexia também gera a omissão de sílabas ou letras como “transorno” para “transtorno”, até mesmo a confusão de palavras com grafia similar, por exemplo, n-u, w-m, a-e, p-q, p-b, b-d… Ter a necessidade de seguir a linha do texto com os dedos é outro sintoma de dislexia. O indivíduo sofre com a pobreza de vocabulário, escassez de conhecimento prévio, confusão com relação às tarefas escolares, podendo resultar num atraso escolar. A existência de casos de dislexia na família, dificuldades para compreensão de texto, reconhecer rimas e símbolos, decorar tabuada, inversão, acréscimo ou omissão de letras, saltar ou retroceder linhas no momento da leitura, são sinais de dislexia.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns sinais que podem diagnosticar a dislexia:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Quando a incompreensão na leitura ultrapassa a fase de alfabetização;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A leitura é silabada;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Faz adivinhações, por exemplo, entende a palavra “famoso” como “família” (pois esta última é mais frequente);</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Troca, omite ou inverte as letras durante a leitura;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Substituição: “todos” por “totos”;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Omissão: “Chuva forte” por “chuva fote”;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Acréscimo de letras ou sílabas: “Estranho” por “estrainho”;</p>
<p style="text-align: justify;">-Separação: “Está embaixo da cama” por “Está em baixo da cama”;</p>
<p style="text-align: justify;">Ou “Caiu uma chuva” por “caiu um a chuva”;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Junção: “A lua está entre as nuvens” por “Alua está entreas nuvens”.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma equipe interdisciplinar, formada por professor, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo, é fundamental para que você consiga não apenas conviver, como superar essa dificuldade de não conseguir associar o símbolo gráfico e as letras ao som que eles representam. Quanto antes descobrir a dislexia, melhor será para evitar rótulos depreciativos ao portador, dificuldades com os colegas na escola, constrangimento no local de trabalho, problemas de relacionamento seja com amigos, parceiros ou familiares. O tratamento da dislexia é um processo longo e que demanda muita persistência.</p>
<p>Fonte: http://www.centropsicopedagogicoapoio.com.br/como-saber-se-seu-filho-e-dislexico/</p>
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