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	<title>desentendimento em família - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>desentendimento em família - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Conflitos familiares</title>
		<link>https://casule.com/blog/problemas-familiares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 20:27:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamento dos problemas familiares Considero as questões que podem ser tratadas dentro de “problemas familiares” as que podem ter sido causadas pelos relacionamentos ou comportamentos de membros da família, ou que podem ter tido outras causas mas que foram exacerbados devido a interação com a família. Normalmente estão na infância os momentos onde as ações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Tratamento dos problemas familiares</h2>
<p style="text-align: justify;">Considero as questões que podem ser tratadas dentro de “problemas familiares” as que podem ter sido causadas pelos relacionamentos ou comportamentos de membros da família, ou que podem ter tido outras causas mas que foram exacerbados devido a interação com a família.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente estão na infância os momentos onde as ações da família podem ser significativas, quando disfuncional, a ponto de requerer intervenção terapêutica em algum outro momento da vida, mas a qualquer instante pode ocorrer situações que gerem conflitos emocionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Famílias podem apresentar problemas claramente identificados como por exemplo membros portadores de dependência química, agressivos, abusivos, etc. Mas também podem apresentar problemas que nem sempre são percebidos numa primeira análise  como por exemplo comportamentos sutis de rejeição, experiências não tão intensas mas repetitivas de dominação, dependência emocional, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre é possível que os membros da família compareçam à psicoterapia, mas é possível realizar a psicoterapia individual considerando as influências da família na formação da problemática da pessoa que procura ajuda psicológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o psicólogo recebe queixas onde percebe que a influência da família, quanto ao problema apresentado em consultório, ocorreu em algum momento do passado, e mesmo que estas situações não mais ocorram, é possível que ainda haja sequelas emocionais e comportamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras vezes as situações problemas ainda ocorrem e, é possível que o paciente procure ajuda com objetivo de conseguir lidar com esta família.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer pessoa da família pode ser considerada na análise e psicoterapia como por exemplo, pais, irmãos, tios, primos, avós. Normalmente os familiares mais próximos são o que “aparecem” com maior frequência  nos temas tratados em consultório, mas outros parentes que tenham maior convivência, ou influencia, também costumam ser protagonistas nos relatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Situações comuns podem ser a falta ou dificuldade de comunicação entre os membros da família, diferenças de opiniões, abusos físicos ou verbais, impedimento da autonomia, proibições ilógicas, desconfianças, comportamento imprevisível, intolerância, punições desproporcionais, chantagem emocional, criticas exageradas, falta de apoio, comportamento invasivo, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível que ocorram problemas na família que não afetam diretamente a pessoa que procurou ajuda psicológica mas de forma indireta pode abalar emocionalmente ou estressar, como por exemplo em situações de doença na família onde as necessidades desta pessoa pode superar a capacidade de atendimento por este membro da família, idosos com necessidades especiais, desavenças entre outros membros da família, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/problemas-familiares.html</p>
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		<title>Síndrome do marido aposentado.</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-marido-aposentado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2016 20:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é um nome não oficial  usado pelo publico para identificar aqueles maridos que provocam  mudanças desconfortáveis na rotina de suas esposas quando se aposentam e passam o dia em casa. Por exemplo: Enquanto o marido trabalha e passa o dia fora de casa a esposa organiza sua rotina do dia a dia contando com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este é um nome não oficial  usado pelo publico para identificar aqueles maridos que provocam  mudanças desconfortáveis na rotina de suas esposas quando se aposentam e passam o dia em casa. Por exemplo: Enquanto o marido trabalha e passa o dia fora de casa a esposa organiza sua rotina do dia a dia contando com este tempo longe do marido. Quando ele passa a ficar mais tempo em casa sua presença ocupa um espaço que não esperado. Esta esposa ainda ama este marido e claro que gosta de sua companhia, mas algumas pessoas tem uma certa dificuldade em alterar rotinas, as pessoas ficam confortáveis lidando sempre com o velho conhecido. Agora com este marido presente, perguntando por coisas, solicitando outras, fazendo barulhos que antes não havia passa a incomodar a esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Sintomas que as mulheres apresentam</h3>
<p style="text-align: justify;"> Não são todas as mulheres que sofrem com este marido que passa a ficar em casa, mas as que tem dificuldade em se habituar a novas rotinas poderão sentir algumas dificuldades conforme suas próprias características pessoais. Uma mulher com perfil mais independente talvez não se incomode, mas uma pessoa mais caseira do tipo que gosta de manter o seu “ninho” do seu jeito poderá ficar irritada com objetos e movimentos pela casa que antes não havia. O que pode surgir, conforme as características de cada mulher são: perda da sensação de autonomia em seu espaço e irritabilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Como identificar</h3>
<p style="text-align: justify;"> Talvez um indicador seja as mudanças de humor e comportamento desta esposa. Ela pode passar a fazer coisas que antes não fazia como por exemplo sair mais de casa, se fechar em um cômodo, responder rispidamente, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Como é o tratamento</h3>
<p style="text-align: justify;"> Esta é uma realidade que talvez não possa ser mudada, afinal de contas este marido pagou pela aposentadoria por anos para desfrutar destes momentos. A diferença é que as esposas não tem aposentadoria de seus afazeres domésticos, e talvez nem queiram deixar de cuidar de seu lar. Por isso o acompanhamento psicológico pode ser feito no sentido de adapta-la , ou reforçar sua capacidade de adaptação, a novas situações. Talvez um treino de assertividade seja muito útil pois a ensinará a falar o que gostaria ao marido de forma elegante e assim não se sentirá abafada em seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Como deve ser a conduta do marido</h3>
<p style="text-align: justify;"> Seria bem bacana se ele entendesse que sua tão desejada aposentadoria poderá  afetar sua esposa, mas não necessariamente de forma negativa.  Ele pode transformar este momento de descanso em algo desfrutado pelos dois, pode mostrar à ela que terá mais tempo para fazerem coisas juntos e isso pode ser muito legal. Ele pode não adorar certas atividades, como por exemplo arrumar armário, mas poderá perceber que se abrir mão de algumas coisas poderá descobrir que até arrumar armário pode ser prazeroso se fizer junto com sua esposa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Risco para a mulher ou para o casal</h3>
<p style="text-align: justify;"> Creio que qualquer problema ignorado tende a complicar muito a vida das pessoas. O risco poderá ser de deteriorar um relacionamento que pode continuar bem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: justify;">Como prevenir</h3>
<p style="text-align: justify;"> A simples consciência de que este é um risco e a disposição de evitar estes problemas pode ajudar tanto o marido como a esposa a interagirem melhor. Caso considerem que uma ajuda profissional seja bem vinda um psicólogo de casal poderá ajudar neste processo melhorando a comunicação do casal antes mesmo da aposentadoria iniciar o processo de estresse entre o casal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/sindrome-do-marido-aposentado.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Competição entre mães e filhas!</title>
		<link>https://casule.com/blog/competicao-entre-maes-e-filhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 20:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-controle]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de famila]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que nenhuma das partes perceba de imediato que existe ali a marca da competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas mães competem com as filhas. Anseiam, inconscientemente na maior parte das vezes, por sua juventude, por sua beleza, por suas realizações acadêmicas ou profissionais. Essas mães não percebem que invadem o território de suas filhas e por vezes tentam trocar confidências com seus namorados, tentam ser mais amigas dos amigos da filha do que ela própria. Sequer se dão conta de que buscam se vestir e se comportar de forma parecida, talvez na ânsia de resgatar a própria adolescência, aquela que não teve condições de viver como desejava.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras mães podem agir de forma mais agressiva, colocando sua experiência de vida em evidência, mostrando ostensivamente ou subliminarmente à filha o quanto ela é despreparada. Geralmente são mães mais sensualizadas, críticas com relação à aparência das filhas, reclamando que elas poderiam se vestir melhor ou se comportar de outra forma, e caem em comparações com outras meninas, quando não se tornam o exemplo que acreditam que deve ser seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a possibilidade de a mãe ter ciúme da filha com relação ao pai. Os pais normalmente elogiam suas meninas que estão crescendo, muitas vezes as superprotegem e, diante do desconforto experimentado pela filha em função das constantes críticas de sua mãe, essas meninas elegem o pai como confidente, sentem-se mais confortáveis e acolhidas por ele, acirrando ainda mais o incômodo dessa mãe com essa proximidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de mãe e filha que não convivem com o pai, a competitividade pode aparecer quando ambas saem juntas para o mesmo divertimento e isso implica em flertes ou paqueras, como as conhecidas baladas. É claro que essas mães têm todo o direito de ir para onde quiserem e &#8220;ficar&#8221; ou namorar quem bem entenderem, mas pode ser constrangedor para a filha que sua mãe frequente os mesmos lugares nos mesmos dias. Será mesmo necessário?</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">A difícil tarefa de compreender e anular a competição</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências da competitividade para as filhas é o recolhimento. Muitas meninas ficam com uma sensação permanente de inadequação. Algumas passam a sair pouco com os amigos e descuidar cada vez mais da aparência, enquanto outras se afundam silenciosamente nos livros e no trabalho quando já estão em idade de trabalhar. Não querem mais namorar porque ficam com a impressão de que não serão competentes para se fixar numa relação, afinal nunca serão tão interessantes quanto suas mães. Essas moças são assoladas por uma espécie de ansiedade, outras vezes por uma dolorosa apatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Elas podem se sentir culpadas por serem belas e terem uma vida toda pela frente, ou a culpa pode passar pelo discurso de muitas mães que se queixam constantemente: &#8220;se eu tivesse tido oportunidade de estudar&#8230;&#8221;, &#8220;se eu pudesse voltar no tempo&#8230;&#8221;, &#8220;se meus pais pudessem ter me dado o que você tem hoje&#8230;&#8221; e outros comentários que acionam o sentimento de culpa e impotência, como se a filha tivesse alguma responsabilidade sobre a vida que sua mãe teve e escolheu ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a reação das filhas vítimas de mães competitivas pode ser a de afrontar essa mãe, lutando o tempo todo por seu espaço legítimo de jovem. Então, o comportamento passa a ser agressivo, o uso de palavras rudes e as acusações são frequentes e as atitudes diante de sua feminilidade serão ousadas, como que buscando com certa urgência o momento futuro, antecipando experiências, pulando fases, deixando de saborear o fluxo natural do amadurecimento. O relacionamento, com frequência, vira uma guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura da mãe-amiga, cúmplice, confidente, parceira, não existe para essas filhas ou não é reconhecida por elas, que se sentem constantemente ameaçadas, perdidas, sem saber como agir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Mães podem resgatar relação com filhas</h2>
<p style="text-align: justify;">É certo que mães competitivas têm suas razões perdidas na inconsciência para terem esse tipo de comportamento. Em alguma instância, elas também se sentem ameaçadas pelo viço da juventude num momento em que começam a se dar conta do tempo que passa e que deixa suas marcas no corpo físico, ou quando acreditam que não têm mais tempo para novas conquistas, seja no campo afetivo, acadêmico ou profissional. Elas não gostam de ser quem são e desejam viver a vida de suas filhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A essas mães, que se reconhecem nesse lugar, sugiro uma reflexão a respeito do quanto ainda podem resgatar esse relacionamento, trazendo mais doçura no contato com suas filhas e buscando organizar seus pensamentos e sentimentos com relação à maternidade. Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que devemos relativizar tudo o que foi dito: filhas podem se sentir mais confortáveis em escolher o pai como confidente sem que a mãe seja competitiva, elas podem sair juntas sem que se sintam constrangidas, mães podem fazer comentários sobre sua adolescência sem que isso signifique um lamento e podem se vestir como desejarem sem que isso queira dizer que estão entrando em rota competitiva com a filha. É a tensão que se estabelece na relação em função de certos comportamentos que vai denunciar se existe ali um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">aceitar o amor que existe entre abrem abre espaço para mudanças</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando uma ou ambas se percebem nessa situação de tensão, uma alternativa é buscar o diálogo honesto, abrir o coração denunciando seus temores, seus sentimentos, suas dores, dúvidas, incertezas. O melhor é aceitar o amor que existe entre ambas para tornar possível a mudança. É bom também procurar ajuda profissional quando a insegurança para abordar o assunto for grande. É natural sentir-se confusa e não saber sequer por onde começar a falar, tal o emaranhado de sentimentos nessas circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mães e filhas podem e devem reverter essas relações competitivas. Podem e devem ocupar cada qual seu papel natural na relação, e assim resgatar o amor e o alívio tão benéficos para seguirem em paz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.personare.com.br/competicao-entre-maes-e-filhas-m6189</p>
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