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	<title>descontrole emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>descontrole emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Seu filho faz birra?</title>
		<link>https://casule.com/blog/seu-filho-faz-birra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 15:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A birra é um comportamento que faz parte do desenvolvimento humano. Jogar um brinquedo longe, rolar no chão, gritar e começar a bater são atitudes comuns em determinada fase do desenvolvimento infantil, mas que levam os pais e responsáveis a beira de um estresse! Inicialmente, precisamos entender que existe a fisiologia humana e que isso [&#8230;]</p>
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<p>A birra é um comportamento que faz parte do desenvolvimento humano. Jogar um brinquedo longe, rolar no chão, gritar e começar a bater são atitudes comuns em determinada fase do desenvolvimento infantil, mas que levam os pais e responsáveis a beira de um estresse!</p>



<p>Inicialmente, precisamos entender que existe a fisiologia humana e que isso ampara o nosso comportamento frente as diversas situações cotidianas. Nosso corpo está apto ou não para exercer determinadas funções nas diferentes etapas da vida.</p>



<p>No caso da criança, existe uma região do cérebro que ainda não está desenvolvida, chamada neocórtex, que é responsável pelo planejamento, solução de problemas, pensamento analítico, reflexão e imaginação. A falta de conexão entre os neurônios, nessa parte do cérebro, impede que essas funções não sejam executadas com eficiência e isso acaba por prejudicar o autocontrole e facilitar a ocorrência de explosões de raiva, choro, grito e comportamento agressivo.</p>



<p>A liberação de energia por meio da birra ocorre como uma descarga energética, já que, não possuem habilidades e maturação cerebral para controlar seus impulsos. Então, situações que para nós pais são normais, como cansaço, fome, shopping lotado, fila para lanche&#8230; para as crianças, são motivos de levar o cérebro a um curto-circuito.</p>



<p>A birra infantil pode ter início aos dois anos de idade e se estender até por volta dos 4, 5 anos&#8230; fase em que há uma maior autonomia por parte da criança, uma vez que ocorre o aumento do número de palavras no seu vocabulário, o que possibilita se expressar com mais clareza.&nbsp;</p>



<p>Mas qual o limite desse comportamento? Quando procurar a ajuda de um profissional?</p>



<p>Nesse caso, nem sempre a ajuda de um profissional refere-se diretamente ao tratamento específico com a criança. A birra causa muito desconforto para os responsáveis, que se sentem perdidos, nervosos, angustiados e desorientados com o barulho e a atenção que a criança atrai, muitas vezes em público.</p>



<p>A exaustão de uma vida, de um cotidiano agitado, cheio de expectativas, frustrações, cansaço e até mesmo de descobertas, uma vez que, só aprendemos sobre a educação dos filhos vivendo o dia-a-dia, levam pais que sabem exatamente o que é melhor para seus filhos, a se perderem e desequilibrarem seus afetos.</p>



<p>&nbsp;Por ser um comportamento tão desgastante, a intervenção de um profissional pode auxiliar esses pais no manejo da situação no dia-a-dia através de orientações psicoeducacionais, que irá promover conhecimento, discernimento e maior tolerância frente os momentos de crise.</p>



<p>Os episódios de birra devem se espaçar ao longo do tempo, e caso isso não ocorra, vale examinar se existem agentes estressores, como por exemplo, desordem na dinâmica familiar, chegada de um irmão, mudança de escola, divórcio dos pais, perda de um ente querido. Temos sempre que ter em mente que a criança utiliza o comportamento para extravasar sentimentos que ela não dá conta de verbalizar.&nbsp;</p>



<p>Outro ponto a se observar e importante de se ressaltar é que, quando a criança passa da fase comum de manifestar determinados comportamentos e esses ainda se fazem presentes, os pais precisam ficarem mais atentos, pois a incidência dessas birras pode indicar a existência de um possível transtorno de neurodesenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>Refletir criticamente sobre como é o funcionamento da casa, como os pais exercem suas autoridades, a maneira como educam e acolhem os filhos, por onde passa o afeto, as regras, a permissividade, são dicas que podem ajudar os pontos que podem ser modificados e, a partir daí, caso haja prejuízo social e emocional nos filhos (ou nos próprios pais), buscar ajuda de um profissional capacitado para auxílio e promoção de mais qualidade de vida.<br></p>
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		<title>10 dicas para lidar com a birra infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/10-dicas-para-lidar-com-a-birra-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 19:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[birra]]></category>
		<category><![CDATA[descontrole emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer, são informações fornecidas ao longo desse vídeo. Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou [&#8230;]</p>
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<p>A birra é um comportamento infantil que traz muito esgotamento emocional, desconforto e cansaço para o responsáveis. O que causa, como lidar e o que fazer,  são  informações fornecidas ao longo desse vídeo. </p>



<p>Confira! Confira com Letícia Medeiros, psicóloga da Casule!</p>



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		<title>Apego a bens materiais sinaliza autoestima em baixa</title>
		<link>https://casule.com/blog/apego-bens-materiais-sinaliza-autoestima-em-baixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 20:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças e adolescentes são mais vulneráveis ao mal Ter uma vida confortável e sem preocupações financeiras é um desejo quase universal. No entanto, a vontade exacerbada em ter roupas de grife, equipamentos eletrônicos de última geração, produtos e serviços caros e luxuosos não segue a mesma lógica e podem sinalizar um problema: autoestima em baixa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: left;">Crianças e adolescentes são mais vulneráveis ao mal</h2>
<p style="text-align: left;">Ter uma vida confortável e sem preocupações financeiras é um desejo quase universal. No entanto, a vontade exacerbada em ter roupas de grife, equipamentos eletrônicos de última geração, produtos e serviços caros e luxuosos não segue a mesma lógica e podem sinalizar um problema: autoestima em baixa. O mal da sociedade moderna, em que o status é valorizado pelo consumo e exclusividade, atinge principalmente crianças e adolescentes, segundo estudo feito nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com os estudiosos, a autoestima é um fator essencial no apego aos bens materiais. Crianças e jovens com baixa autoestima valorizam suas posses muito mais que as crianças confiantes. &#8220;Possuir coisas é um amuleto no reforço da autoestima. Os bens materiais ajudam a neutralizar a ansiedade e as inseguranças que sofremos em diferentes graus no dia a dia. Quanto mais temos, desencadeamos nas pessoas sentimentos que misturam admiração e inveja. E este é o componente principal do narcisismo</p>
<h2 style="text-align: left;">Valores invertidos</h2>
<p style="text-align: left;">O estudo aponta que o apego a bens materiais, como ursinhos de pelúcia, dinheiro e artigos esportivos, é mais valorizado que estar com os amigos, ter sucesso nos esportes ou ajudar o próximo, entre as faixas de 8 a 9 anos e 12 e 13 anos, mas cai  a partir dos 14 anos, quando os motivos para a diminuição da autoestima estão mais relacionados ao período de transformações do corpo e valorização social entre amigos. &#8220;Um indivíduo que consegue ter sucesso passa a ser visto como alguém com capacidade superior e por isso ganha o respeito do grupo. Assim, os bens se tornaram a base para a aprovação e para a autoestima..</p>
<p style="text-align: left;">Este comportamento explica o motivo para que tantas pessoas busquem desesperadamente mostrar sinais de riqueza aos outros, ainda que não possuam recursos,esse comportamento demonstra pouco desenvolvimento pessoal e imaturidade.</p>
<h2 style="text-align: left;">Prevenção contra o narcisismo</h2>
<p style="text-align: left;">Especialistas são unânimes em eleger o consumismo como um dos grandes vilões da vida moderna. Além de instabilidade financeira, o mal pode interferir na saúde psíquica das pessoas, levando os indivíduos a um quadro depressivo,os cuidados para evitar o dano devem começar ainda na infância. Ensinar as crianças que não podem ter tudo evita que elas venham a se tornar adultos narcisistas.</p>
<p style="text-align: left;">É comum ceder aos caprichos dos filhos e confundir a atitude com amor. No entanto, ele alerta que as crianças, na verdade, pedem atenção e reconhecimento dos pais, ou seja, algo que pode ser dado de forma natural e que não gera gastos. Orientar e demonstrar carinho ajuda a desenvolver a autoconfiança e consequentemente aumenta a autoestima,A manutenção do narcisismo das crianças vai refletir na vida adulta. &#8220;Educar é a melhor jeito de não formar um adulto arrogante, com ego inflado.</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12847-apego-a-bens-materiais-sinaliza-autoestima-em-baixa</p>
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		<title>Quais são as consequências dos ataques de pânico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-consequencias-dos-ataques-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? – O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer! O aperto no peito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – <em>O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? </em>– O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – <em>Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer!</em></p>
<p style="text-align: justify;">O aperto no peito começa a piorar e você sente que o que está acontecendo não é real, mas o medo de morrer está lá. Você acredita que está ficando louco. Parece que você vai desmaiar. Em apenas 10 minutos o seu corpo está totalmente descontrolado. O que aconteceu com você? Você teve um ataque de pânico. Mas quais são as consequências dele?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e por que se inicia um ataque de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um ataque de pânico é uma crise que começa de forma brusca. A primeira coisa que a pessoa percebe é a aparição de uma série de sensações corporais. Estas costumam ser: palpitações ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou agitação, falta de ar e/ou sensação de asfixia, aperto no peito, náuseas ou desconfortos abdominais, instabilidade ou tontura, sensação de dormência ou formigamento e arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema aumenta de tamanho graças aos pensamentos que a pessoa reproduz em sua mente e em volta destes sintomas físicos. O ataque de pânico é produzido porque a pessoa associa suas sensações corporais a algum tipo de ameaça. Além disso, geralmente a pessoa percebe que essa ameaça induzida coloca sua vida em perigo. Assim, desenvolve todo um ciclo de pensamentos (neste sentido) que irá tornar as sensações corporais iniciais ainda mais intensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são o medo de morrer, de perder o controle e/ou de ficar louco, além da sensação de irrealidade ou de estar fora de si mesmo. O caso é que as pessoas interpretam estes sintomas físicos de forma catastrófica. Ou seja, acreditam que essas sensações corporais estão ocorrendo porque está acontecendo alguma coisa grave. É fundamental realçar que, na realidade, não há um perigo real de morte, a verdade é que tudo isso está acontecendo porque nós estamos pensando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Que consequências derivam dos ataques de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico têm consequências negativas para quem sofre deles, mas em nenhum caso levam à morte, pelo menos de maneira direta. Pense nisso: você realmente teve alguma coisa grave a nível físico quando teve uma crise com essas características? Não, certo? Se elas realmente tivessem as consequências que tememos, você não estaria lendo este artigo!</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras de Luis Sepúlveda têm uma dose de humor negro, mas não deixam de nos proporcionar uma descrição exata das sensações das “vítimas do pânico”. Além disso, todos sabemos que estes ataques de pânico provocam um grande mal-estar emocional e psicológico. O medo se apodera do dia a dia dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece o medo de que volte a ter uma crise, já que não é nada agradável. Em muitos casos, os estímulos gerados pela crise são generalizados (por exemplo, se tivemos um ataque em um ponto de ônibus, passamos a ter medo de todos os pontos de ônibus), e em muitos outros casos, a antecipação da própria crise já provoca o ataque (antecipamos que vamos passar por um ponto de ônibus).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a pessoa passa a temer que os ataques apareçam em lugares públicos, onde seja difícil escapar, em situações sociais onde seria constrangedor estar assim, ou em momentos em que seria complicado obter ajuda. Então, o que a pessoa geralmente começa a fazer nestes casos? O que ela costuma fazer é evitar essas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa deixa de ir a esses lugares para que, assim, diminua a ansiedade gerada pela possibilidade de ter outro ataque. Então ela vai evitando cada vez mais lugares. Desta forma, as tarefas cotidianas passam a ser um verdadeiro exercício de planejamento e esforço. Fica extremamente difícil para a pessoa ir a lugares que antes frequentava. Assim, a gama de atividades que acaba fazendo é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, chegamos ao ponto em que a pessoa passa a sofrer de agorafobia. Elas já temem ou evitam situações como as seguintes: aglomerações, lugares públicos, viajar sozinho ou se ausentar de casa. Isso é altamente debilitante para a pessoa, que vê reduzida sua qualidade de vida em todos os âmbitos. Visto que isso pode ser limitante tanto a nível pessoal como profissional e social, é importante consultar um psicólogo para aprender a regular a ansiedade e reduzir os ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/consequencias-ataques-de-panico/</p>
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		<item>
		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia familiar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção</h2>
<p style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p>O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p>A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p>Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p>Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p>Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p>A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p>Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p>É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p>Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p>A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p>O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
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		<title>Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-quando-o-ataque-de-raiva-pode-ser-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 19:33:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas. Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ataques de raiva sem controle, excesso de raiva e fúria repentina podem ser sinais da Síndrome de Hulk, um transtorno psicológico em que há um descontrole da raiva, podendo ser acompanhado de agressões verbais e físicas que podem prejudicar a própria pessoa ou outras pessoas próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse transtorno, também conhecido como Transtorno Explosivo Intermitente, normalmente afeta indivíduos com problemas constantes no trabalho ou na vida pessoal, e seu tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos para controlar o humor e com acompanhamento de um psicólogo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como saber se minha raiva é normal</h2>
<p style="text-align: justify;">É comum sentir raiva em situação de estresse como batidas de carro ou birra dos filhos, e esse sentimento é normal desde que se tenha consciência e controle sobre ele, não havendo alterações bruscas para um estado de fúria e comportamento agressivo, no qual pode colocar em risco o próprio bem-estar e a segurança de outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando a agressividade é desproporcional à situação que desencadeou a raiva, pode ser um sinal da síndrome de Hulk, que é caracterizada por:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Falta de controle sobre o impulso agressivo;</li>
<li>Quebrar os próprios pertences ou os dos outros;</li>
<li>Suor, formigamento e tremores musculares;</li>
<li>Aumento dos batimentos cardíacos;</li>
<li>Ameaças verbais ou agressividade física a outra pessoa sem um motivo que justifique essa atitude;</li>
<li>Sentimento de culpa e vergonha após os ataques.</li>
</ul>
<h2 class="article-image" style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="" title="Saiba quando o ataque de raiva pode ser doença" src="https://static.tuasaude.com/img/si/nt/sintomas-da-sindrome-de-hulk-1-1-640-427.jpg" alt="Sintomas da Síndrome de Hulk" width="640" height="427" /><span class="article-image-caption">Sintomas da Síndrome de Hulk</span></h2>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico dessa síndrome é feito por um médico psiquiatra com base no histórico pessoal e relato de amigos e familiares, pois esse transtorno só é confirmado quando há repetição do comportamento agressivo por vários meses, o que sugere que esta é uma doença crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é preciso descartar a possibilidade de outras alterações do comportamento, como o Transtorno da Personalidade Antissocial e o Transtorno da Personalidade Borderline.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que pode acontecer se não se controlar</h2>
<p style="text-align: justify;">As consequências da síndrome de Hulk são decorrentes das atitudes impensadas tomadas durante os acessos de fúria, como perda do emprego, suspensão ou expulsão da escola, divórcio, dificuldade de se relacionar com outras pessoas, acidentes de carro e hospitalizações por ferimentos sofridos durante a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O quadro agressivo acontece mesmo quando não há uso de álcool, mas normalmente é mais grave quando ocorre consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em pouca quantidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como diminuir os acessos de raiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Acessos de raiva comuns podem ser controlados com o entendimento da situação e com conversas com parentes e amigos. Normalmente a raiva passa logo e a pessoa procura uma solução racional para o problema. No entanto, quando os acessos de raiva são frequentes e passam a perder o controle, recomenda-se acompanhamento de um psicólogo e ajuda dos familiares próximos para que aprendam a enfrentar e controlar os acessos de raiva e agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, além da psicoterapia, na síndrome de Hulk também pode ser necessário o uso de medicamentos antidepressivos ou estabilizadores do humor, como o lítio e a carbamazepina, que irão ajudar no controle das emoções, diminuindo a agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.tuasaude.com/como-identificar-a-sindrome-de-hulk/</p>
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		<title>Vida e morte:lidando com o luto</title>
		<link>https://casule.com/blog/vida-e-mortelidando-com-o-luto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 19:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa visão se baseia em três princípios. Primeiramente, quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, a batalha entre pulsão de vida e pulsão de morte, coloca muitas vezes as duas em extremidades opostas, apesar da morte estar contida na vida e esta naquela.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo ponto que nos faz temer a morte é o que vem depois dela. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se há vida depois da morte&#8230; eis uma questão de foro íntimo, uma questão de fé e de percepção de vida. Da perspectiva da Terra, pura e simples, o que há na morte é a saudade e o encerramento de uma história. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">E finalmente, o último elemento que nos faz ter repulsa à ideia da morte é a dor. Em qualquer língua, em qualquer época, em qualquer história, dor é dor, e requer muito treino, paciência e aceitação para se tornar construtiva em nossa trajetória. A dor é uma violência para a alma e nos tira do patamar de compreensão que tínhamos até então para nos lançar ao estado do limbo, no qual não se pertence a mundo nenhum, pois a conexão com a realidade fica frágil.</p>
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Processo de luto</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando se perde alguém violentamente, de modo repentino ou inesperado, quem fica permanece nesse limbo por um tempo indeterminado. É comum pessoas em processo de luto por morte abrupta serem tomadas por um estado de catatonia, semelhante a um morto-vivo, ou a um robô, que passa a agir no &#8220;piloto-automático&#8221;, sem domínio ou vontade de controlar suas ações. Uma parte continua vivendo, pois entende ser necessário, mas a outra não está lá. A alma fica dividida e constantemente, o enlutado sente que morreu também e que sua história nunca mais será a mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, nunca mais será, pois a morte marca a alma. Entretanto, estamos na vida para sermos transformados a partir das experiência que o acaso (será?) nos propõe. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como aceitar algo que não faz sentido? Algo que não vem com avisos, que não parece ter um por quê dentro da lógica do merecimento? Como aceitar a morte de alguém bom, que tinha uma vida enorme pela frente? E que o destino levou em segundos, sem nos ter orientado para aquele momento? Como continuar sem ter mais vontade de viver, sem ter um sentido que nos norteie?</p>
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Da dor á aceitação</h2>
<p style="text-align: justify;">Podemos tomar como exemplo o caso  do filho de Cissa Guimarães, de 18 anos, levado pelas circunstâncias de modo violento. Uma reação bastante comum inicial seria a de procurar culpados, alguém em quem se possa descarregar a dor. O fato é que isso, além de gerar novas dores, não traz a pessoa de volta. Alguns dizem que buscar justiça traz alívio. Entretanto, no caso de acidentes e não de crimes intencionais, culpabilizar alguém só agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Há fases no processo de aceitação de morte. A estudiosa Elizabeth Kluber-Ross, autora de vários livros sobre o tema, alerta que em geral, diante da morte qualquer ser humano passa por cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Esses estágios não necessariamente são subsequentes, podendo estar misturados e serem vividos ao mesmo tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Negar é não poder ver e usar recursos para afastar a realidade que dói. Entre esses recursos temos uma infinidade de ações: acreditar que o morto ainda voltará, manter todos os objetos dele intactos, como se estivessem à espera do falecido, ou ainda negar a dor da situação, indo se divertir de modo desproporcional ao que o momento pediria, ou entregando-se a algum vício&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ter raiva é querer culpar alguém. É procurar um responsável pela dor. Ter raiva é pensar que poderia ter sido diferente se o fulano não tivesse errado nisso, se o médico tivesse tentado aquilo, se a pessoa que ficou tivesse chegado minutos antes&#8230; A raiva não permite encarar o processo como algo que fugiu do controle, querendo devolver aos mortais o domínio do destino. A raiva é necessária para descarregar, mas é um esforço quase vão que nos liga ao passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Barganhar é tentar negociar com o destino. Fazer magia, fazer promessa, buscar psicografia. Esses recursos são importantes, mas ainda demonstram uma ligação com um passado que não se quer deixar ir. Ouvir uma palavra psicografada não deve ser um recurso proveniente de uma busca desesperada por contato, mas sim, algo que espontaneamente surge, se for essa a crença de quem fica.</p>
<p style="text-align: justify;">A depressão é o último estágio antes da aceitação e não é por acaso. Quem se deprime está mais perto de ver as coisas como elas são e ver a devastação que a morte causou. O perigo desse estágio é o tempo de permanência. A depressão é a maior ladra da vida e por isso deve ser combatida quando o tempo é superior a seis meses e a intensidade tira o enlutado das atividades que o ligam à vida (trabalho, convívio familiar, convívio social, saúde, fé no futuro).</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, a aceitação é o processo que nos torna capazes de ver, tocar, falar sobre a morte e ao mesmo tempo, deixá-la ir para onde tiver que ir, longe de nossos domínios, de nosso controle racional. Deixar ir não significa esquecer, tampouco não sofrer nunca mais. Deixar ir é fazer as pazes com o tempo, com novas chances para quem ficou, com a única certeza de que absolutamente tudo muda e que é preciso se transformar junto com a vida e com a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.personare.com.br/vida-e-morte-lidando-com-o-luto-m780</p>
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		<title>Como tratar a acumulação emocional para não ficarmos estressados</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-tratar-acumulacao-emocional-para-nao-ficarmos-estressados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2016 19:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visualize por um momento como a sua mente vai se enchendo, gota a gota, como uma garrafa de vidro… e o gotejar não para até que a água transborde. Se a imagem for familiar, é porque você conhece a sensação de acumulação emocional. Talvez chamem isso de estresse ou angústia. Neste caso, o que é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Visualize por um momento como a sua mente vai se enchendo, gota a gota, como uma garrafa de vidro… e o gotejar não para até que a água transborde. Se a imagem for familiar, é porque você conhece a sensação de acumulação emocional. Talvez chamem isso de estresse ou angústia. Neste caso, o que é o estresse? É acumulação física? É acumulação emocional? É importante perceber e reconhecer que estamos saturados para conseguirmos nos desfazer desse peso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como identificamos a acumulação emocional</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando nos sentimos esgotados e saturados mentalmente, precisamos parar. É como se carregássemos um grande fardo na nossa mente. Essa angústia e falta de clareza nos indicam que acumulamos pensamentos, emoções e dúvidas que não sabemos libertar. É necessário deixar ir para reiniciar a mente e recuperar o equilíbrio.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de meses de responsabilidades e preocupações, as férias são o momento de desligar. E aí nos damos conta de que há algo que não nos permite relaxar. É uma evidência de que sofremos acumulação emocional e, possivelmente, essa acumulação também afeta o corpo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os limites da acumulação mental</h2>
<p style="text-align: justify;">Se nós queremos saber por que enxergamos nossa mente como uma garrafa de vidro que se enche  incessantemente, por meio de gotas e sem nos dar tréguas, nos deparamos com outra questão lógica: essa acumulação emocional tem limites?</p>
<p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas o limite seria colocar uma rolha na garrafa. Porém, controlar a acumulação emocional não nos desvincula do estresse, pelo contrário, nos estrangula e podemos explodir como aconteceria em uma garrafa sem espaço disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">Não temos várias mentes para ir enchendo como garrafas e, o mais importante, a acumulação não nos serve para nada. Dessa forma, para que queremos aumentar a acumulação sem fim?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tipos de saturação por acumulação mental</h2>
<p style="text-align: justify;">Podemos nos sentir fartos porque acumulamos emoções de várias formas:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Aquela saturação que altera o nosso humor.</li>
<li>A que sobrecarrega o nosso corpo: os músculos, articulações e órgãos vitais.</li>
<li>A acumulação que nos conduz em direção a um colapso mental e emocional, que não nos deixa raciocinar, bloqueando os nossos pensamentos e atitudes.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, as nossas capacidades físicas e cognitivas são afetadas quando estamos saturados. É, portanto, o momento de procurar o caminho de fuga adequado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Formas de relaxar a mente e desfazer a acumulação</h2>
<p style="text-align: justify;">A gestão do estresse produzido pela acumulação consiste em encontrar vias de escape que esvaziem a garrafa. A gestão não está relacionada com o controle. É preciso ir descarregando pouco a pouco o fardo mental para podermos enfrentar e gerir com motivação o trabalho e as relações pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas vias de descompressão emocional são como bolhas. Pequenos sopros que amenizam e aliviam o estresse. Um escape excelente é rir junto de pessoas que compartilhem o nosso senso de humor.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade física também nos ajuda a eliminar a acumulação emocional. Correr, caminhar, nadar ou, no caso das crianças, jogar futebol, praticar skate ou qualquer outra atividade que gostem e que não seja escolhida pelos seus pais.</p>
<p style="text-align: justify;">A companhia dos nossos entes queridos e amigos, que podemos desfrutar em jantares, almoços ou cafés, nos conecta com sensações agradáveis. Neste sentido, criar um espaço de conforto mental com a nossa família nos faz sentir acompanhados e valorizados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comunicação eficiente contra o estresse por saturação</h2>
<p style="text-align: justify;">Em um estado de acumulação emocional, acabamos por nos sentir sozinhos e desamparados. Se pensarmos sobre o que nos conduziu até à saturação mental e ao estresse, veremos que existe uma pressão social para ganharmos mais dinheiro e <em>status</em>, ou para tirar melhores notas, ou para fazer a maior parte das coisas bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta sociedade competitiva deveríamos nos preocupar em gerir as nossas emoções e melhorar a comunicação com os outros para nos sentirmos amados e compreendidos. Este sentimento de pertencer a um grupo pode evitar a nossa queda na acumulação emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Prevenindo o estresse também estamos cuidando da nossa saúde, tanto física quanto mental. Estamos evitando que apareçam doenças e criando uma sociedade mais saudável e feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/como-tratar-acumulacao-emocional/</p>
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		<item>
		<title>O Prazer nos Sentimentos Negativos</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim. As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim.</p>
<p style="text-align: justify;">As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle para que possam se alimentar e se fortalecer.</p>
<p style="text-align: justify;">E são várias as formas que as emoções nos usam para que elas possam se energizar e permanecer dentro de nós. Exemplos: relembrar um diálogo de uma briga que tivemos com alguém, faz-nos sentir a raiva e alimentar essa emoção. Ouvir uma música triste depois de terminar um relacionamento ajuda a alimentar a tristeza. Um diálogo mental interno de autocondenação e recriminação alimenta a culpa que sentimos de alguma situação. Discutir com alguém no dia a dia alimenta a raiva que já sentimos. Ver notícias desagradáveis na televisão alimenta a raiva, tristeza etc.. Fazemos tudo isso de forma inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que esses processos ocorrem, estamos possuídos pelas emoções. Estamos sendo usados por elas. Desavisados, pensamos que somos nós que estamos gerando aqueles pensamentos e sentimentos. São essas emoções que estão se deleitando, sentindo prazer em se perpetuar. Ao mesmo tempo que sofremos com a dor que a emoção provoca, também sentimos o prazer que ela sente por se fortalecer e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela nossa falta de autoconhecimento nos enganamos e nos confundimos com os pensamentos e emoções que passam pela nossa mente e corpo. Achamos que somos essas emoções. Entretanto, elas não fazem parte da nossa verdadeira essência. São energias que passam por nós e que podem ser dissolvidas. Se elas realmente fizessem parte de quem somos, jamais poderiam ser liberadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Guardar raiva, mágoa, rancor, ressentimentos, mesmo que secretamente. Embora essas emoções provoquem sofrimento, elas também nos causam uma sensação de superioridade. Quando sentimos raiva de alguém, dá um sensação de poder, um senso interior de que “eu estou certo” e “o outro está errado”. O ego, que é a nossa identificação com esses pensamentos e emoções, adora sentir que está certo, pois isso lhe causa uma falsa sensação de engrandecimento. O mesmo ocorre quando julgamos e criticamos os outros, mesmo que apenas mentalmente, sentimo-nos também superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que a raiva e os ressentimentos não sejam expressos, eles continuam no nosso interior criando diálogos mentais conscientes e inconscientes sentindo prazer em se alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a crença, normalmente oculta, de que estamos punindo a outra pessoa com a nossa raiva. Claro que racionalmente isso não faz sentido. Mas essa é uma das razões que fazem com que as pessoas não queiram perdoar as outras. Elas acham que o perdão seria um prêmio para o outro, ou seja, se elas não perdoam estão de alguma forma punindo quem lhes causou um mal. Perdoar, na verdade, é apenas se libertar de todo rancor, raiva e qualquer outro sentimento negativo com relação a alguma pessoa, e voltar a ficar em paz consigo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">A raiva que está guardada dentro de nós sente um prazer em “punir” o outro, ao mesmo tempo em que ela se alimenta e se fortalece. Todos esses mecanismos são formas de perpetuar o sofrimento coletivo que a humanidade vem acumulando, através do sofrimento individual de cada um ser humano. Esse sofrimento também pode ser chamado de “sombra”. Eckhart Tolle, autor do livro “Um novo mundo, o despertar de uma nova consciência” e do “O poder do agora” chama esse sofrimento de “corpo de dor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada emoção presa dentro de nós é uma parte do corpo de dor, ou da sombra. Somando várias emoções negativas, criamos um corpo de dor cada vez mais denso e pesado. E quanto mais emoções ele acumula, mais domina os nossos pensamentos e ações e tende a se fortalecer ainda mais. É esse corpo de dor acumulado que gera pensamentos negativos, falta de autoconfiança, gera baixa autoestima, e quando se intensifica, acaba dando origem a doenças mais sérias: depressão, ansiedade generalizada, vício por drogas, compulsões, obesidade etc…</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.eftbrasil.com.br/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</p>
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