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	<title>dependência - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>dependência - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>6 Sinais de Dependência Emocional</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/6-sinais-de-dependencia-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[dependenciaafetiva]]></category>
		<category><![CDATA[dependênciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe quais são os sinais da dependência emocional? Veja este vídeo e  saiba como identificar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabe o que é a dependência emocional? </p>



<p>Sabe como ela afeta nos relacionamentos? Sabe o que pode desencadear vivendo em uma? </p>



<p>No vídeo de hoje você vai conseguir identificar 6 sinais que você vive em uma dependência emocional.</p>



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		<title>Alcoolismo e depressão (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/alcoolismo-e-depressao-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[serotonina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depressão antecede o alcoolismo ou o alcoolismo antecede a depressão? Quem vem primeiro? Essa é uma dúvida bastante comum, visto que os problemas relacionados ao alcoolismo e depressão são muito frequentes na população. Pensando nisso, esse vídeo tem o propósito de explicar como essas doenças se relacionam, qual transtorno vem primeiro, o que os mantém [&#8230;]</p>
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<p>Depressão antecede o alcoolismo ou o alcoolismo antecede a depressão? Quem vem primeiro?</p>



<p>Essa é uma dúvida bastante comum, visto que os problemas relacionados ao alcoolismo e depressão são muito frequentes na população. Pensando nisso, esse vídeo tem o propósito de explicar como essas doenças se relacionam, qual transtorno vem primeiro, o que os mantém e como preveni-los.</p>



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		<title>O uso de drogas e a dependência química (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-uso-de-drogas-e-a-dependencia-quimica-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 15:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[dopamina]]></category>
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		<category><![CDATA[uso recreativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De que maneira se estabelece o quadro de dependência química e quais os prejuízos por ele causados? Confira com Mariana Fonseca, psicologa da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&#160;https://goo.gl/yWewR2 Acompanhe nossos [&#8230;]</p>
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<p>De que maneira se estabelece o quadro de dependência química e quais os prejuízos por ele causados?</p>



<p>Confira com Mariana Fonseca, psicologa da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Alcoolismo X Depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/alcoolismo-x-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 15:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[neurotransmissores]]></category>
		<category><![CDATA[serotonina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso abusivo de álcool é um grave problema de saúde pública. A depressão é comum entre os indivíduos que bebem e pode ter fator decisivo na busca de tratamento. Os problemas relacionados ao uso de álcool e depressão são as duas doenças psiquiátricas, isoladamente, mais comuns encontradas na população e também estão entre as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O uso abusivo de álcool é um grave problema de saúde pública. A depressão é comum entre os indivíduos que bebem e pode ter fator decisivo na busca de tratamento. Os problemas relacionados ao uso de álcool e depressão são as duas doenças psiquiátricas, isoladamente, mais comuns encontradas na população e também estão entre as doenças que mais custam aos cofres públicos.&nbsp;</p>



<p>	Cada vez mais pesquisas têm sido realizadas na tentativa de compreender as causas desta associação e muitas evidências têm sido criadas de que dificuldades em lidar com situações e emoções negativas estão associadas com os problemas decorrentes do uso de álcool. Estas evidências reforçam as hipóteses de que algumas pessoas tendem a usar o álcool como uma forma de fugir e/ou lidar com estes tipos de situações e emoções.</p>



<p>	Pela grande capacidade de o álcool produzir sintomatologia semelhante a da depressão e também de mascará-la, o diagnóstico desta deve ser feito com cautela e de preferência após um período de abstinência.&nbsp; Em geral, a depressão antecede o surgimento da dependência do álcool, principalmente em mulheres, porém, a ingestão de grandes quantidades de bebidas alcoólicas em uma mesma ocasião pode também favorecer o desenvolvimento da depressão.&nbsp;</p>



<p>	Na maioria das vezes, é difícil determinar o transtorno primário e o secundário, visto que há interferência entre os transtornos depois de instalada a comorbidade (definir se uma pessoa está infeliz ou se está com depressão pode ser muito difícil quando ela está bebendo), mas é fato que o uso do álcool é um fator de risco para o desenvolvimento de transtornos mentais bem como um dificultador e agravante do quadro da doença.</p>



<p>	Estudos relacionados com a depressão e iniciação de álcool em pré-adolescentes apontam que sintomas depressivos na infância podem predizer o uso de álcool no futuro e que o consumo excessivo de bebidas alcoólica na adolescência aumentam o risco de se tornar consumidor em excesso, ao longo da vida.</p>



<p><strong>Efeitos químicos do álcool no cérebro&nbsp;de uma pessoa com depressão</strong></p>



<p>	O álcool é um depressor e que provoca alterações químicas que deprimem a parte do cérebro associada com a inibição. É por isso que você pode se sentir relaxado e alegre depois de uma ou duas bebidas: sua auto-consciência e percepção são&nbsp;reduzidas.</p>



<p> Enquanto algumas doses de bebidas aqui e ali podem&nbsp;ser&nbsp;tranquilas, a ingestão regular interfere fortemente com&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" aria-label="neurotransmissores (abre numa nova aba)" href="http://psicoativo.com/2016/06/neurotransmissores-tipos-funcoes.html" target="_blank">neurotransmissores</a>&nbsp;no cérebro e interrompe a transmissão do sinal de um nervo para outro. O consumo regular também reduz os níveis de <a href="http://psicoativo.com/2015/12/o-que-e-serotonina-definicao-funcao-recaptacao-ssri.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="serotonina (abre numa nova aba)">serotonina</a>&nbsp;no cérebro, que é o produto químico que ajuda a regular o humor. Assim, beber muito álcool&nbsp;reduz a serotonina, e&nbsp;baixos níveis de serotonina causam depressão.&nbsp;Álcool e depressão podem criar um efeito bola de neve.&nbsp;Alcoólatras&nbsp;com depressão reduzem ainda mais os níveis de serotonina, que só intensifica&nbsp;os sintomas da depressão, e o ciclo se torna cada vez mais difícil de escapar à medida que progride.</p>



<p><strong>Sinais de alerta dos efeitos do álcool sobre o cérebro e depressão</strong></p>



<p>De acordo com&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" aria-label="especialistas (abre numa nova aba)" href="https://www.drinkaware.co.uk/" target="_blank">especialistas</a>, há quatro&nbsp;sinais que indicam que o uso de álcool está afetando seu humor e sua mente<strong>:</strong></p>



<p>Problemas de sono ou sono de má qualidade</p>



<p>Energia anormalmente baixa&nbsp;ou cansaço</p>



<p>Humor pobre – pior do que o seu humor depressivo típico</p>



<p>Ansiedade durante situações em que você costuma se sentir confortável</p>



<p><strong>Medidas&nbsp;alternativas de enfrentamento para uso de álcool</strong></p>



<p> Algumas&nbsp;<a href="http://psicoativo.com/2016/01/como-livros-de-colorir-para-adultos-ajudam-a-aliviar-o-estresse.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="maneiras de lidar com o estresse (abre numa nova aba)">maneiras de lidar com o estresse</a>&nbsp;e “dias ruins” sem recorrer ao álcool são: se&nbsp;exercitar,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" aria-label="relaxar (abre numa nova aba)" href="http://psicoativo.com/2016/07/tecnica-de-relaxamento-progressivo-de-jacobson-passo-passo.html" target="_blank">relaxar</a>, conversar com um amigo e estar ciente do “por que” você está bebendo.</p>



<p> A busca e manutenção de um estilo de vida saudável, incluindo alimentação equilibrada, prática de atividade física, hábito que inclua horas necessárias de sono, fortalecimento de vínculos afetivos e da rede de apoio social, são a melhor forma de investir na saúde física, mental e emocional. Tanto para a prevenção quanto para o tratamento do alcoolismo e da depressão os fatores ligados ao contexto de vida das pessoas são importantes. As ações devem inserir estratégias que ajudem os pacientes a lidar com situações adversas da vida e incorporar a família como importante fonte de apoio emocional para os pacientes depressivos. Em casos onde os pacientes não conseguem lidar com esses problemas sozinhos, uma ajuda psicológica especializada será sempre bem vinda.</p>



<p>Fontes:</p>



<p>http://www.cisa.org.br/artigo/631/depressao-uso-bebidas-alcoolicas.php</p>



<p>https://www.uniad.org.br/interatividade/artigos/item/25644-alcoolismo-e-depress%C3%A3o</p>



<p><blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="6jpzuJCQAg"><a href="https://psicoativo.com/2016/07/efeitos-quimicos-alcool-cerebro-depressao.html">Os efeitos químicos do álcool no cérebro de pessoas com depressão</a></blockquote><iframe title="&#8220;Os efeitos químicos do álcool no cérebro de pessoas com depressão&#8221; &#8212; Psicoativo ⋆ Universo da Psicologia" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  src="https://psicoativo.com/2016/07/efeitos-quimicos-alcool-cerebro-depressao.html/embed#?secret=6jpzuJCQAg" data-secret="6jpzuJCQAg" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>



<p>http://www.saude.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/03/Depressao_e_consumo_de_alcool.pdf </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Compulsão sexual (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/compulsao-sexual-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2017 20:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Compulsão Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[ninfomania]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/qlspLeU2AcE?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quando o “gostar de sexo” passa a ser um problema?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/quando-o-gostar-de-sexo-passa-ser-um-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 15:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Compulsão Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[Farmacoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há pessoas para as quais a sexualidade está longe de ser saudável e a vontade de fazer sexo nunca é saciada, independentemente do número e da frequência das relações. Nos homens, o nome correto é donjuanismo, ou satiríase, enquanto as mulheres viciadas em sexo são chamadas de ninfomaníacas. No entanto, antes de começar a discutir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há pessoas para as quais a sexualidade está longe de ser saudável e a vontade de fazer sexo nunca é saciada, independentemente do número e da frequência das relações.</p>
<p>Nos homens, o nome correto é donjuanismo, ou satiríase, enquanto as mulheres viciadas em sexo são chamadas de ninfomaníacas.</p>
<p>No entanto, antes de começar a discutir qualquer questão a respeito da compulsão sexual, é preciso primeiro esclarecer que existe uma enorme diferença entre ser compulsivo e gostar muito de sexo.</p>
<p>O fato da pessoa ter uma vida sexual intensa, de maneira alguma é um sintoma da compulsão sexual. Ter muita vontade de transar não caracteriza um transtorno. A diferença é que o compulsivo não consegue resistir aos pensamentos e desejos, que precisam ser saciados no mesmo momento, não importando com quem.</p>
<p>A Compulsão Sexual é caracterizada por fantasias  e comportamentos sexuais (por exemplo, masturbação excessiva, uso excessivo de pornografia, múltiplos parceiros sexuais ocasionais) que aumentam de intensidade e frequência ao longo do tempo causando consequências adversas na vida, incluindo distanciamento familiar ou dos entes queridos, prejuízo no desempenho profissional ou nos estudos, alto consumo de pornografia ou de uso da internet para sexo virtual e/ou real, prejuízo financeiro, doenças sexualmente transmissíveis e elevada troca de parceiros sexuais.</p>
<p>História familiar de compulsão sexual ou dependência ao álcool ou outras drogas; famílias com funcionamento problemático e abuso sexual durante a infância podem favorecer o surgimento da compulsão sexual por causarem desajustes psicológicos. Não há números precisos nem explicação definitiva, mas a experiência médica indica que 90% dos casos acomete os homens por volta dos 35 anos.</p>
<p>Os comportamentos de uma pessoa dependente de sexo podem ser caracterizados pelos seguintes passos, formando um ciclo que se repete constantemente:</p>
<ul>
<li><strong>Preocupação antecipatória: o indivíduo apresenta pensamentos recorrentes sobre sexo, com sensação de ansiedade, excitação, “transe”;</strong></li>
<li><strong>“Ritualização”: o indivíduo estabelece rotinas especiais que o conduzem às atividades sexuais. Por exemplo, tranca a porta do escritório e pega materiais pornográficos em uma gaveta trancada deixada para tal; inventa uma história no trabalho ou em casa, pega o carro e dirigi-se a locais mais ou menos conhecidos para atividades sexuais;</strong></li>
<li><strong>Ato sexual propriamente dito;</strong></li>
<li><strong>Sensação de vazio, impotência ou desespero: o indivíduo comumente sente que mais uma vez não conseguiu controlar seu comportamento sexual.</strong></li>
</ul>
<p>A busca por excitação entre pessoas com quadros de dependência de sexo é bastante similar à de outras síndromes de dependência por substâncias. O indivíduo demonstra perda do controle sobre o comportamento, sensação de ansiedade e irritação quando não desempenha o comportamento, progressivo aumento da “ritualização”, diminuição do repertório de outras atividades prazerosas, prejuízos pessoais, familiares, sociais e no trabalho em decorrência disso.</p>
<p>Tendo em vista a semelhança comportamental entre esses indivíduos e aqueles dependentes de drogas, foram criados critérios para o diagnóstico da <em>Dependência de Sexo</em>, baseados nos critérios utilizados para o diagnóstico da <em>Síndrome de Dependência de Substâncias</em><em> </em>(Goodman, 1990).</p>
<p>São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Padrão de comportamento recorrente, ocasionando desconforto ou comprometimento clínico significativo, que se manifesta por três (ou mais) das seguintes características, persistentes por um período de 12 meses:</strong><br />
<strong>Envolvimento frequente em atividades sexuais por mais vezes ou durante tempo maior que o pretendido inicialmente.</strong></li>
<li><strong>Tentativas mal-sucedidas de redução ou controle desse comportamento sexual;</strong></li>
<li><strong>Gasto excessivo de tempo em atividades relacionadas a esse comportamento sexual;</strong></li>
<li><strong>Desistência de outras atividades sociais, ocupacionais ou recreativas em decorrência desse comportamento sexual;</strong></li>
<li><strong>Continuidade da atividade sexual apesar de frequentemente apresentar problemas sociais, financeiros, psicológicos ou físicos causados por esse comportamento;</strong></li>
<li><strong>Necessidade progressiva de aumentar a frequência ou a intensidade dessa atividade sexual para obtenção dos mesmos níveis de prazer;</strong></li>
<li><strong>Inquietação ou irritação diante da impossibilidade de exercer essa atividade sexual.</strong></li>
</ul>
<p>Também é importante considerar que pessoas que padecem de <em>Dependência de Sexo</em><em> </em>comumente demonstram outros transtornos psiquiátricos comórbidos, como síndromes depressivas e ansiosas, dependência de álcool e outras drogas e transtornos da personalidade. É fundamental a avaliação médica e psicológica rigorosa objetivando o diagnóstico correto e a proposta terapêutica mais adequada possível e sempre baseada em evidência científica de efetividade.</p>
<p>O grande problema de lidar com essa doença é o fato de que o sexo envolve prazer. Nesse sentido, a compulsão não incomoda e, a princípio, não parece fazer mal. Por isso é bastante comum que o compulsivo sexual conviva com esse transtorno por muitos anos, antes de perceber que se trata de um problema sério.</p>
<p>Existem várias formas de tratamento para pessoas que padecem desse transtorno: terapia cognitivo-comportamental, farmacoterapia e grupos de mútua-ajuda, como o DASA (<em>Dependentes de Amor e Sexo Anônimos</em>), por exemplo.</p>
<p>Em algumas situações, o portador do comportamento sexualmente impulsivo não consegue se controlar apenas com o tratamento psicoterapêutico e psicossocial, necessitando de abordagem farmacológica. Existem medicações que ajudam o paciente a controlar o comportamento impulsivo.</p>
<p>Atualmente, as mais prescritas são os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina. De qualquer forma, a utilização das medicações deve sempre ser associada com o tratamento psicoterapêutico, tendo em vista a multiplicidade de fatores relacionados com o comportamento.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como saber se sou dependente?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-saber-se-sou-dependente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 15:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[abstinêcia]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[cigarro]]></category>
		<category><![CDATA[crack]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[fissura]]></category>
		<category><![CDATA[maconha]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sintomas de abstinência são a maior evidência da presença da dependência. Eles se caracterizam por sintomas físicos e psíquicos de desconforto após a redução ou interrupção do consumo. Quase todas as substâncias são capazes de desencadear sintomas de abstinência, e a intensidade destes é progressiva. Conforme a dependência aumenta, eleva-se a magnitude dos sintomas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os sintomas de abstinência são a maior evidência da presença da dependência. Eles se caracterizam por sintomas físicos e psíquicos de desconforto após a redução ou interrupção do consumo.</p>
<p>Quase todas as substâncias são capazes de desencadear sintomas de abstinência, e a intensidade destes é progressiva. Conforme a dependência aumenta, eleva-se a magnitude dos sintomas, que podem ser psíquicos (fissura, ansiedade, sintomas depressivos, irritação, piora da concentração e insônia), bem como físicos (tremores, suor difuso, palpitações cardíacas, aumento da temperatura do corpo, náuseas e vômitos) e levar a um estado de confusão mental (<em>delirium</em>).</p>
<p>A síndrome da abstinência é um sinal de adaptação do cérebro à presença constante da substância no organismo. Cada substância pode produzir sintomas de abstinência característicos. Para conhecer a particularidades de algumas substâncias você pode seguir a leitura, ou pular para a substância de interesse clicando: álcool, anabolizantes, anfetaminas, cocaína e crack, maconha e nicotina.</p>
<h3><strong>Álcool</strong></h3>
<p>Substância química lícita, encontrada em uma variedade de bebidas, sendo a mais utilizada no mundo. Está presente na maioria das festas e rituais religiosos e em todo local onde o consumo é aceito, há uma bebida típica da qual o povo se orgulha.</p>
<p>As complicações decorrentes do consumo de álcool não estão necessariamente relacionadas ao uso crônico. Intoxicações agudas, além de trazerem riscos diretos à saúde, deixam os indivíduos mais propensos a acidentes, gerando problema de saúde e segurança pública.</p>
<p>No Brasil a dependência do alcool acomete 11,2% dosbrasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país e, ao lado do tabagismo, é a que recebe mais atenção dos pesquisadores.</p>
<p><em>Efeitos agudos e crônicos:</em> o álcool é um depressor cerebral e age em diversos órgãos, como fígado, coração, vasos e parede do estômago. A intoxicação é o uso nocivo em quantides acima do tolerável para o organismo, e seus sinais e sintomas caracterizam-se por níveis crescentes de depressãodo sistema nervoso central.</p>
<p>Inicialmente, há sintomas de euforia leve; depois tonturas, ataxia e falta de coordenação motora, cofusão e desorientação; graus variáveis de anestesia podem ser atingidos, entre eles o estupor e o coma.</p>
<p><em>Síndrome de abstinência: </em>inicia-se horas após a interrupção ou diminuição do consumo. Os tremores nas extremidades e nos lábios são os mais comuns, além de náuseas, vômitos, sudorese, ansiedade e irritabilidade. Casos graves evoluem para convulsões e estados confusionais, com desorientação temporal e espacial, ilusões e alucinações auditivas, visuais e táteis.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="519"><strong>Principais complicações decorrentes do uso crônico e intenso de álcool</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="198"><strong>Sistema gastrintestinal</strong></td>
<td width="321">Hepatopatias</p>
<p>Pacreatite crônica</p>
<p>Gastrite</p>
<p>Úlcera</p>
<p>Neoplasias (boca,lingua, esôfago, estômago, fígado, etc)</td>
</tr>
<tr>
<td width="198"><strong>Sistema circulatório</strong></td>
<td width="321">Cardiomiopatias</p>
<p>Hipertensão arterial sistêmica</td>
</tr>
<tr>
<td width="198"><strong>Sangue</strong></td>
<td width="321">Aneminas (sobretudo megaloblástica)</p>
<p>Diminuição na contagem de leucócitos</td>
</tr>
<tr>
<td width="198"><strong>Sistema nervoso periférico</strong></td>
<td width="321">Neuropatia periférica</td>
</tr>
<tr>
<td width="198"><strong>Sistema reprodutor</strong></td>
<td width="321">Impotência (homens)</p>
<p>Alterações menstruais e infertilidade (mulheres)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center"><em><br />
</em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=EJSWUL7Njmg">https://www.youtube.com/watch?v=EJSWUL7Njmg</a></p>
<h3 style="text-align: left"><strong>Anabolizantes </strong></h3>
<p>São substâncias relacionadas a um hormônio masculino chamado testosterona, sua principal função é a reposição desse hormônio devido a um déficit ocorrido por algum problema de saúde. Além desse uso, eles favorecem o crescimento da musculatura, o aumento da síntede de proteínas e de cálcio nos ossos e o desenvolvimento das características sexuais masculinas.</p>
<p><em>Efeitos e riscos à saúde:</em> icterícia, tremores, hipertensão, acne severa, tumores no fígado, retenção de líquidos, diminuição dos índices de HDL e dores nas articulações são alguns problemas que o consumo excessivo de anabolizantes pode causar.</p>
<p><em>Síndrome de abstinência:</em> os sintomas prováveis são depressão, fadiga, inquietude, insônia, perda do apetite, diminuição da libido, fissura, cefaléia, insatisfaão com a imagem corporal e ideação suicida.</p>
<p><em>Complicações clínicas:</em> o uso abusivo em homens causa diminuição da produção e da qualidade de espermatozoides e redução no tamanho dos testículos; <strong>impotência</strong>, infertilidade, aumento da próstata, dificuldade ou dor para urinar, desenvolvimento de mamas, calvície, maior chance de neoplasia do rim e do fígado e infarto do miocárdio. Nas mulheres os efeitos podem ser voz gossa, aumento do clitóris, crescimento de pelos faciais, alterações ou ausência de ciclo menstrual e diminuição dos seios. Nos adolescentes, há maturação esquelética prematura e puberdade acelerada, o que resulta em um <strong>crescimento raquítico</strong>.</p>
<p>O abuso de anabolizantes pode causar também variações de humor, inclusive <strong>agressividade</strong>, o que pode gerar episódios violentos. Podem também experimentar <strong>ciúme patológico, irritabilidade e ilusões</strong>, podendo ter uma distorção de julgamento em relação a sentimentos de invencibilidade, distração, confusão mental e esquecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Anfetaminas</strong></h3>
<p>São estimulantes da atividade do sistema nervoso central. No Brasil, a maior parte da anfetamina consumida é vendida legalmente em farmácias, como prescrição para o tratamento de TDAH, narcolepsia e da obesidade, mas há também as ilícitas.</p>
<p><em>Efeitos agudos:</em> diminuição do sono e do apetite, aceleração da velocidade do pensamento, maior produção de fala e inquietação. Há uma elevação do estado de alerta e instabilidade do humor, podendo variar da euforia ao mal-estar psíquico. Ocorre também dilatação da pupila, aumento dos batimentos cardíacos e hipertensão.</p>
<p><em>Complicações clínicas:</em> uso crônico gera estados de desnutrição e problemas como infarto agudo do miocárdio, cegueira cortical transitória, cardiopatiras irreversíveis, vasoespasmos sistêmicos e edema agudo pulmonar.</p>
<h3><strong>Cocaína e Crack</strong></h3>
<p>O hábito de mascar folhas de coca entre a poplação nativa dos Andes existe a pelo menos 5 mil anos, tendo surgido com o objetivo de amenizar o cansaço e a fome. A baixa concentração nas folhas tornam improváveis as chances de dependência, situação que surgiu a partir do século XIX, quando a cocaína foi isolada de suas folhas. O crack e a merla, surgidos em meados dos anos 1980, são a cocaína em sua forma de ase livre (cocaína aquecido em água e bicarbonato de sódio, que toma a forma de cristais).</p>
<p>A cocaína é um estimulante, cuja euforia desencadeada reforça e motiva, na maioria dos indivíduos, o desejo por um novo episódio de consumo, mas quanto mais rápido o início da ação, quanto maior a sua intesidade e quanto menor a sua duração, maior será a chance de o indivíduo evoluir para situações de uso nocivo e dependência. Todos esses fenômenos são influenciados pela via de administração escolhida, e por isso ela e um importante fator de risco para o uso nocivo e para a dependência.</p>
<table width="586">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" width="586"><strong><em>Principais sintomas decorrentes do consumo de cocaína</em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="259"><strong>Sintomas psíquicos</strong></td>
<td width="327"><strong>Sintomas físicos</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="259">Aceleração do pensamento</p>
<p>Inquietação psicomotora</p>
<p>Aumento do estado de alerta</p>
<p>Inibição do apetite</p>
<p>Labilidade do humor, variando da euforia ao mal-estar</td>
<td width="327">Aumento da frequência cardíaca</p>
<p>Aumento da temperatura corporal</p>
<p>Aumento da frequência respiratória</p>
<p>Aumento da transpiração</p>
<p>Tremos leve de extremidades</p>
<p>Contrações musculares involutárias (especialmente língua e mandíbula)</p>
<p>Tiques</p>
<p>Dilataão da pupila (midríase)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em><br />
Síndrome de abstinência:</em> períodos de desejo intenso pelo consumo de cocaína, associados a outros sintomas, como fadiga, anedonia e depressão, resultando no retorno ao uso da droga. A síndrome de abstinência é composta por três fases:</p>
<ul>
<li><strong><em>Fase I &#8211; Crash:</em> </strong>drástica redução no humor e na energia (instala-se cerca de 15 a 30 minutos após o uso da droga, persistindo por cerca de oito horas e com possibilidade de estender-se por até quatro dias). O usuário pode sentir depressão, ansiedade, paranoia e um internso desejo de voltar a usar a droga (<em>craving</em> ou fissura). Instalam-se a hipersonia e a aversão ao uso de mais cocaína, e o individuo pode despertar para ingerir alimentos.</li>
<li><strong><em>Fase II –</em> Síndrome disfórica tardia</strong>: inicia-se de 12 a 96 horas depois de cessado o uso e pode durar de 2 a 12 semanas. Nos primeiros quatro dias há sonolência e desejo pelo consumo da droga, anedonia, irritabilidade, problemas de memória e ideação suicida. Ocorrem recaídas frequentemente coo tentativa de aliviar os sintomas disfóricos.</li>
<li><strong><em>Fase III </em>– Fase de extinção</strong>: os sintomas disfóricos diminuem ou cessam por completo, e o craving torna-se intermitente.</li>
</ul>
<p style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-yr6KLQGT_o">https://www.youtube.com/watch?v=-yr6KLQGT_o</a></p>
<p style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OutwugmiPiY">https://www.youtube.com/watch?v=OutwugmiPiY</a></p>
<h3 style="text-align: left"><strong>Maconha</strong></h3>
<p>A maconha é um alucinógeno, cujo princípio ativo é  THC (tetra-hidrocanabinol). Há muitos fatores que influenciam seus efeitos, tais como a concentração de THC na planta, a sensibilidade aos efeitos, as experiências prévis do usuário e o ambiente do consumo.</p>
<p><em>Efeitos</em>: Em geral, o uso é seguido por alterações nos sentidos (visão, audição, olfato), na cognição (pensamento, memória e atenção) e no humor. Há alterações da orientação de tempo e espaço e ilusões visuais e auditivas. A capacidade de concentração de de realizar atividades elaboradas ou cálculos diminui muito. A capacidade de trabalho em tarefas que exigem atenção é prejudicada, assim como a condução de veículos.</p>
<p><em>Sintomas de abstinência:</em> fissura, irritabilidade, nervosismo, inquietação, sintomas depressivos, insônia, redução do apetite e cefaleia.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="566"><em>Sinais e sintomas decorrentes do consumo da maconha</em></td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><em>Efeitos euforizantes</em></td>
<td width="189">Alteração da percepção do tempo</p>
<p>Risos imotivados</p>
<p>Fala solta</td>
<td width="189">Sensação de relaxamento</p>
<p>Aumento da percepção das cores, sons, texturas e paladar</td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><em>Efeitos físicos</em></td>
<td width="189">Taquicardia</p>
<p>Hiperemia conjutival</p>
<p>Boca seca</p>
<p>Hipotermia</p>
<p>Tontura</p>
<p>Retardo psicomotor</p>
<p>Redução da capacidade para execução de atividades motoras complexas</p>
<p>Falta de coordenação motora</td>
<td width="189">Redução da acuidade auditiva</p>
<p>Aumento da acudiade visual</p>
<p>Broncodilatação</p>
<p>Hipotensão ortostática</p>
<p>Aumento do apetite</p>
<p>Xerostomia</p>
<p>Tosse</p>
<p>Midríase</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td width="189"><em>Efeitos psíquicos</em></td>
<td width="189">Despersonalização</p>
<p>Desrealização</p>
<p>Depressão</p>
<p>Alucinações e ilusões</p>
<p>Sonolência</p>
<p>Ansiedade</p>
<p>Irritabilidade</p>
<p>Prejuízos à concentração</td>
<td width="189">Prejuízo da memória de curto prazo</p>
<p>Letargia</p>
<p>Excitação psicomotora</p>
<p>Ataques de pânico</p>
<p>Autorreferência e paranóia</p>
<p>Prejuízo do julgamento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nmcsyZU19tU">https://www.youtube.com/watch?v=nmcsyZU19tU</a></p>
<h3 style="text-align: left"><strong>Nicotina</strong></h3>
<p>Pode não parecer, mas o consumo de tabaco é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. Entre as 25 doenças relacionadas ao hábito de fumas, todas são causas de morte: doenças cardiovasculares (43%), câncer (36%), doenças respiratórias (20%) e outras (1%).</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tvUSxMXkmlU">https://www.youtube.com/watch?v=tvUSxMXkmlU</a></p>
<p>Embora o primeiro cigarro fumado seja predominantemente marcado por efeitos desagradáveis – dor de cabeça, tonturas, nervosismo, insônia, tosse e náusea -, a diminuição dos sintomas é rápida e, então, um consumo diário se estabelece.</p>
<p><strong>A nicotina é um estimulante leve e causa dependência química.</strong></p>
<p><em>Efeitos agudos e crônicos e riscos à saúde: </em>os processos farmacológicos e comportamentais que determinam a dependência de nicotina são similares àqueles da heroína e da cocaína. Os danos à saúde causados pelo tabagismo, porém, não são devidos somente à nicotina. <strong>O cigarro contem mais de 4700 substâncias</strong>, algumas cancerígenas e outras tóxicas para vários órgãos do corpo. Assim, o consumo está relacionado a muitas patologias graves: danos pulmonares, como insuficiência respiratória, asma, bronquietes e cancer de pulmão. O tabagismo aumenta o risco de problemas cardíacos e circulatórios, tais como hipertensão, obstrução dos vasos e infarto. <strong>A maioria das mortes evitáveis é causada pelo cigarro.</strong></p>
<p><em>Síndrome de abstinência: </em>em um período que pode ser de poucos meses, aguns fumantes já começam a apresentar os primeiros sintomas da síndrome de abstinência. Seus sintomas e magnitudes podem persistir por meses, e, dependendo da gravidade, são pouco tolerados. Os sintomas psicológicos relacionados à falta de nicotina são homor disfórico ou deprimido, insônia, irritabilidade, frustração, raiva, ansiedade e dificuldade de concentração. Já os sinais físicos são taquicardia, hipertensão, tremores e sudorese.</p>
<p style="text-align: center"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=C-XjcJqWWTI&amp;list=PLB_rcPiqiMPwp81m1OFBQPyFoy1EHny0P">https://www.youtube.com/watch?v=C-XjcJqWWTI&amp;list=PLB_rcPiqiMPwp81m1OFBQPyFoy1EHny0P</a></p>
<p>É importante destacar, como dito em nosso<a href="https://casule.com/eu-preciso-usar-drogas/"> texto anterior</a>, que há tratamento para a dependência química. Profissionais especializados na área são fundamentais para desconstruir estigmas quanto ao tratamento, tanto para o dependente quanto para os familiares envolvidos.</p>
<h3><strong>Se você precisa de ajuda, ou conhece quem precisa, saiba que a Casule tem uma equipe de profissionais competentes para auxiliá-lo.</strong></h3>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EU PRECISO USAR DROGAS (?)</title>
		<link>https://casule.com/blog/eu-preciso-usar-drogas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2017 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[padrão de uso]]></category>
		<category><![CDATA[química]]></category>
		<category><![CDATA[uso nocivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terapia cognitiva fundamenta-se na racionalidade teórica de que o AFETO e o COMPORTAMENTO de um indivíduo são, em grande parte, determinados pelo modo como ele ESTRUTURA o mundo. Para a terapia cognitiva, mais importante do que a SITUAÇÃO REAL é a AVALIAÇÃO que o indivíduo faz a respeito dela. Por isso temos diferentes emoções [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia cognitiva fundamenta-se na racionalidade teórica de que o <strong>AFETO</strong> e o <strong>COMPORTAMENTO</strong> de um indivíduo são, em grande parte, determinados pelo modo como ele <strong>ESTRUTURA</strong> o mundo. Para a terapia cognitiva, mais importante do que a <strong>SITUAÇÃO REAL</strong> é a <strong>AVALIAÇÃO</strong> que o indivíduo faz a respeito dela. Por isso temos <strong>diferentes emoções e comportamentos</strong> em <strong>diferentes pessoas</strong> quando estas estão diante de uma <strong>mesma situação</strong>.</p>
<p>Damos essa estrutura ao mundo a partir de nossos esquemas (avaliação mental firmemente estabelecidas sobre as situações). Esses esquemas, quando traduzidos em palavras, tornam-se nossas crenças básicas. Segundo Beck e colaboradores (autores referências da Terapia Cognitiva), há um grupo de crenças interagindo e que estão subjacentes ao uso de substâncias:</p>
<ul>
<li>
<h4>Crenças mais genéricas, como: “Eu não sou aceito”; “O mundo é nocivo e perigoso”; “Eu sou/estou desamparado”; “Eu sou/estou triste e solitário”;</h4>
</li>
<li>
<h4>Crenças relacionadas ao uso de substâncias, como: “A única maneira de lidar com esse sentimento é por meio do uso”; “A única maneira de lidar com o mundo nocivo e perigoso é usando drogas”;</h4>
</li>
<li>
<h4>Crenças de que é “necessário” usar substâncias para aliviar os sentimentos ruins ou o desconforto social.</h4>
</li>
</ul>
<p>Essas diversas e outras múltiplas crenças com relação a si, ao mundo e ao outro e aquelas relacionadas ao uso de substâncias interagem entre si e, ao mesmo tempo, formam uma complexa rede de avaliações e sentimentos cuja conclusão final é “eu preciso usar a droga”, de modo que o comportamento de busca se repete.</p>
<p>O problema central de um usuário de substâncias psicoativas é um conjunto de crenças relacionadas ao uso, derivadas e diretamente relacionada com suas <strong>crenças centrais básicas</strong> a respeito de <strong>si mesmo</strong>, do mundo e do outro. De acordo com o modelo Cognitivo, o uso de substâncias é uma <strong>estratégia compensatória</strong> que procura <strong>anular as crenças centrais disfuncionais</strong> e <strong>as emoções ruins</strong> que as acompanham.</p>
<h4>A terapia Cognitiva objetiva modificar e reestruturar cada um desses grupos de crenças disfuncionais, diminuindo a fissura e interrompendo o uso ou prevenindo a recaída.</h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciúme excessivo é doença e pode levar à depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/ciume-excessivo-e-doenca-e-pode-levar-a-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 20:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de personalidade paranóide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima. A frase “tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><em>O sentimento de posse acarreta, além do ciúme, raiva e baixa autoestima.</em></h2>
<p style="text-align: justify;">A frase “tudo são flores” é ideal para caracterizar o início de qualquer relacionamento. O prazer de conhecer o parceiro, o tempo em que permanecem juntos, as particularidades e pensamentos em comum, contudo, podem se tornar um pesadelo quando surge um vilão capaz de destruir uma relação: o ciúme. Há aqueles que consideram saudável uma pitada deste sentimento, enquanto outros não toleram. A preocupação exagerada e o sentimento de posse demonstram o ciúme excessivo, considerado uma doença pela psicóloga e psicoterapeuta, doutora Salete Monteiro Amador.</p>
<p style="text-align: justify;">O descontrole do ciúme pode ter duas origens, sendo a primeira relacionada ao parceiro que demonstra alguns comportamentos que não transmitem confiança, como a mentira ou a infidelidade. A segunda parte do próprio ciumento, por meio do sentimento de posse, insegurança ou ao identificar qualquer ameaça à relação. É a partir daí que o indivíduo permanece em estado de alerta máximo e transforma-se em uma espécie de detetive, invadindo a privacidade do outro, checando e-mails, ligações no celular, faz vigilância constante e tenta até mesmo controlar suas relações pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;">O sofrimento e ciúmes descontrolados trazem não apenas dores psicológicas, mas também físicas, já que nesses casos é comum a prática da violência corporal. “Um fato comum entre os ciumentos excessivos é ter presenciado, sobretudo na infância, a relação conflitante dos pais ou casais próximos. Estes são exemplos marcantes e favorecem a visão distorcida de como se relacionar com o companheiro”, comenta a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do próprio ciúme, os principais indícios da doença são a tristeza, a raiva, o sentimento de impotência e a baixa autoestima. Uma das consequências do ciúme doentio é o isolamento social, já que para evitar possíveis escândalos o casal decide não sair de casa e tampouco consegue resolver suas diferenças. À medida que a relação caminha para o fracasso, os envolvidos necessitam buscar atendimento profissional para objetivar a decisão de permanecer juntos ou não.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ciúme e depressão</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Além da busca profissional para o tratamento, deve-se levar em conta que em muitos casos esse quadro evolui para depressão crônica, tornando ainda mais complexa a cura do ciúme e necessitando de outros tipos de cuidados médicos relacionados à depressão. “É comum que o ciumento desenvolva a depressão em razão do sofrimento que o ciúme provoca”, revela Salete Amador.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia é a principal alternativa para driblar e até mesmo vencer a doença. O primeiro estágio consiste em uma avaliação clínica para medir a gravidade do ciúme e analisar cada situação particularmente. O próximo passo é a psicoterapia, que pode ser realizada individualmente ou em casal. No método singular, o profissional resgata e localiza a origem do ciúme, quais os modelos de relacionamento influenciadores em sua relação e a maneira de se observar o companheiro, além de recuperar a autoestima. “Para o casal que resolve fazer uma tentativa para salvar a relação, a psicoterapia reforça os laços que os uniram, refaz a história dos envolvidos, busca novas maneiras de diálogo e reforça a confiança de um no outro”, esclarece a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">A doença tem cura e alguns hábitos auxiliam nesse processo, como cultivar as amizades, mesmo namorando ou casado, ser sincero e expor qualquer incômodo para não acumular problemas e desconfianças sem fundamento e manter, acima de tudo, a liberdade de escolha para que o relacionamento seja saudável e livre do excesso de ciúme.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://www.envolverde.com.br/saude/comportamento-saude/ciume-excessivo-e-doenca-e-pode-levar-a-depressao/</p>
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		<title>Transtornos mentais: um tema mais abordado em cinema do que se imagina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 15:22:18 +0000</pubDate>
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<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que afligem a sociedade. Se, em 1920, &#8216;O gabinete do Dr. Caligari&#8217; usava um expressionismo sombrio para retratar o universo distorcido do protagonista, em &#8216;Birdman&#8217; — grande vencedor do Oscar 2015 —, Alejandro González Iñárritu pinta com efeitos especiais e uma câmera inquieta, a confusão mental de Riggan (Michael Keaton), atormentado pela persona que o tornou famoso no cinema.</p>



<p>Filmes como &#8216;Sniper americano&#8217; (Clint Eastwood, 2014), &#8216;Melancolia&#8217; (2011) — ao lado de &#8216;Ninfomaníaca&#8217; e &#8216;Anticristo&#8217;, compõe a trilogia da depressão de Lars von Trier — e &#8216;O lado bom da vida&#8217; (David O. Russell, 2012) trazem para as telas a forma patológica dos males da vida moderna. O cinema de terror também busca inspiração na psicopatia, tendo produzido clássicos como &#8216;Psicose&#8217; (Alfred Hitchcock, 1960) e &#8216;O iluminado&#8217; (Stanley Kubrick, 1980).</p>



<p>Além da representação estética, o cinema usa a narrativa para contextualizar os transtornos mentais, tornando o tema mais acessível ao espectador. “Esses distúrbios são vividos por seus portadores, suas famílias e por quem os cercam também como um drama”, analisa o psicólogo Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura. “O valor de um filme que tem como tema a saúde mental não precisa ser medido necessariamente por sua fidedignidade em retratar sinais e sintomas de determinado transtorno psiquiátrico”, completa.</p>



<p>Segundo Alexandre, nosso cotidiano está permeado por esses personagens. “A sociedade tende a ser hipócrita ao tratar a loucura como algo alheio a ela”, pondera. As patologias estão em todos os lugares, tanto dentro das família, como na cadeira do diretor — é o caso do polêmico Lars von Trier, que já afirmou sofrer de depressão. “Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”, afirma Alexandre, ou seja, também na vida real.</p>



<p>A professora do Departamento de Audiovisual da Universidade de Brasília (UnB) Tânia Montoro destaca que a estreita relação entre o cinema e o inconsciente humano vem desde sua origem, que coincide com o nascimento da psicanálise, no fim do século 19. “A psicanálise também trabalha com a narração e utiliza os processos cinematográficos de identificação e projeção, intimamente ligados a transtornos psicológicos.”</p>



<p>De acordo com Tânia, que é pesquisadora de narrativas audiovisuais e processos sociais, o cinema abriu um novo caminho para explorar o subconsciente humano. “A entrada pelo universo onírico que o cinema proporcionou deu passagem para a camada de subjetividade da mente humana.”</p>



<p>A pesquisadora destaca que o cinema brasileiro tem contribuído com o tema através do ponto de vista da sexualidade e dos transtornos ligados à sua formação, como é o caso de &#8216;Amarelo manga&#8217; (Cláudio Assis, 2003) e &#8216;A concepção&#8217; (José Eduardo Belmonte, 2005). Entre os longas-metragens nacionais, Tânia cita &#8216;Bicho de sete cabeças&#8217; (Laís Bodanzky, 2001) como referência na representação de ambientes psiquiátricos. “As instituição estruturantes — como manicômios, prisões, igrejas — também fazem desenvolver psicopatias. O filme de Laís chama muita atenção para isso, porque a família e a sociedade são opressoras”, analisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia</h2>



<p>O assunto aparece abordado de maneira mais leve em comédias como &#8216;A mulher invisível&#8217; (2009), de Claudio Torres. No filme, o personagem de Selton Mello entra em depressão após ser abandonado pela mulher. Sua desconexão com o mundo agrava-se na medida em que ele passa a interagir com uma namorada imaginária. Torres, que concebeu o filme após separar-se da sua mulher, acredita que o humor pode funcionar como um tipo de terapia. “A vida é tragicômica, e a melhor maneira de sair da tristeza é rir dela. Ou exorcizá-la fazendo um filme sobre ela. É o que o personagem do Selton faz ao escrever um livro.”</p>



<p>A psicóloga Patrícia Simone de Araújo Santos enxerga os filmes como um quadro extremo das enfermidades. “Claro que uma pessoa não vai ter todos os sintomas de uma doença, mas esse exagero é necessário para que o público se identifique”, explica. “Uma pessoa com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) que assiste ao filme Melhor impossível não só se identifica, mas tende a se sentir aliviada por isso”, avalia.&nbsp;“Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”&nbsp;Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o diagnóstico?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O Iluminado (1980)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg" alt="o-iluminado" class="wp-image-1851" width="561"/></a></figure></div>



<p>Na adaptação da obra de Stephen King, Jack Torrance (Jack Nicholson) e sua família vão passar uma temporada em um hotel isolado, enquanto ele escreve um livro. Durante a estadia, coisas estranhas começam a acontecer. Jack se torna cada vez mais agressivo. Além dele, a esposa e o filho convivem com visões, o que pode caracterizar um transtorno psicótico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Melhor é Impossível (1997)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg" alt="59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768" class="wp-image-1853" width="561"/></a></figure></div>



<p>A comédia mostra a relação entre um escritor renomado cheio de manias, uma garçonete e um artista homossexual que vai à falência . Quando o vizinho pede ajuda para ir visitar os pais, os três embarcam em uma viagem. Melvin, vivido por Jack Nicholson, apresenta alguns sintomas de TOC, como não pisar em linhas ou só usar talheres descartáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Birdman (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg" alt="birdman" class="wp-image-1854" width="561"/></a></figure></div>



<p>Riggan Thomson é um ator famoso por ter interpretado o papel de um super-herói no passado. Para recuperar o prestígio, Riggan resolve se aventurar pela Broadway, mas o conflito entre o personagem que ele interpretou e sua nova ambição o leva a um quadro de esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado bom da vida (2012)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg" alt="o lado bom da vida" class="wp-image-1855" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Bradley Cooper é Pat, um homem bipolar que, após flagrar a traição da mulher, agride o amante e é internado em um sanatório. Após o tratamento, Pat está decidido a retomar sua vida e seu casamento, mas tudo muda quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence). A personagem desenvolve uma compulsão sexual, após a morte de seu marido. O pai de Pat apresenta sintomas de TOC, além de vício em apostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Estranho no Ninho (1975)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg" alt="um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html" class="wp-image-1856" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson) é um criminoso que se finge de louco para não ir pela sexta vez para a prisão. Ele é encaminhado para uma instituição psiquiátrica, onde tem dificuldades para se adaptar. No filme, o personagem apresenta traços de personalidade antissocial, ou sociopatia, como a ausência de remorso, a incapacidade de aprender com os erros e a manipulação das pessoas do seu convívio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Mente Brilhante (2001)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg" alt="uma_mente_brilhante_virada_cientifica" class="wp-image-1858" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme é uma biografia de John Nash, matemático que ganhou o Nobel de economia. O protagonista formula um complexo teorema aos 21 anos e é convidado a trabalhar em um projeto secreto. Nash ouvia vozes, não tinha respostas afetivas, era introvertido e isolado, quadros que indicam esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Aviador (2004)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg" alt="aviador" class="wp-image-1859" width="561"/></a></figure></div>



<p>A cinebiografia retrata a história de Howard Hughes, um magnata com transtorno obsessivo-compulsivo centrado na busca pelo perfeccionismo a todo custo e na mania de limpeza.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sniper Americano (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg" alt="sniper-americano" class="wp-image-1860" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme de Clint Eastwood conta a história real do atirador de elite Chris Kyle, responsável por pelo menos 160 mortes no Iraque. No longa, o soldado volta da guerra e apresenta dificuldades em se reinserir na sociedade devido a uma crise de choque pós-traumático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Psicose (1960)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg" alt="Psicose2" class="wp-image-1861" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-980x784.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-480x384.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Em Psicose, Marion Crane (Janet Leigh) se dapara com Norman Bates (Anthony Perkins), o proprietário de um motel na beira da estrada. O jovem, aparentemente tímido e calmo, na verdade, esconde um transtorno de personalidade múltipla, onde é completamente dominado por suas distintas identidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg" alt="17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330" class="wp-image-1862" width="562" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-980x582.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-480x285.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>O longa mostra a vida de um Alvy Singer (Woody Allen), um comediante pessimista que se apaixona pela complicada Annie Hall (Diane Keaton). O protagonista, obcecado pela morte, tem um quadro de distimia, similar a uma depressão suave, mas de longa duração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cisne Negro (2010)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com//wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg" alt="9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443" class="wp-image-1863" width="561"/></a></figure></div>



<p>Nina (Natalie Portman), uma jovem bailarina, é escalada para protagonizar a peça Lago dos Cisnes. Ao encarnar o papel, a dançarina confronta duas personalidades distintas, uma inocente e graciosa e outra maliciosa e sensual. Quem assiste ao filme, vê a sanidade de Nina sucumbir a esse confronto.</p>



<p class="has-text-align-left">Fonte:http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/cinema/2015/03/02/noticia_cinema,165189/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina.shtml</p>
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