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	<title>crise no casamento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>crise no casamento - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Crise no casamento: como lidar com este problema familiar</title>
		<link>https://casule.com/blog/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 20:21:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro Foto: Dreamstime Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="destaque_materia">
<p class="destaque_materia" style="text-align: justify;">Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro<br />
Foto: Dreamstime</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não dormem de conchinha, a relação pode precisar de uma reforma urgente.  Salvar um casamento exige entrega, compromisso e dedicação. “Ambos devem ter focos de interesse individual para se tornarem atraentes para o outro, claro. Mas também precisam investir na vida a dois, com gestos de atenção, carinho, respeito e erotismo”, explica a terapeuta de casal Lana Harari. Para a sexóloga Ana Canosa, os sinais de que a relação não anda bem são claros, porém, muitas vezes, fingimos que não os vemos. As rachaduras na intimidade se manifestam pelo distanciamento sexual, pelo excesso de críticas ácidas – disparadas na hora errada – e pelo baú de mágoas que o diálogo não esvazia. “Quando a comunicação se perde, a conversa vira motivo para cobrar e desmerecer o outro ou é substituída pelo silêncio”, afirma. Mesmo com infiltrações diversas, o casamento ainda pode ter conserto se a base amorosa for resistente, avalia Lana. “Desistir de tentar faz a separação vir acompanhada de frustração e culpa.” Antes que a casa caia, identifique os sinais de alerta e prepare-se para uma boa reforma. Confira algumas dicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não brigue na frente dos filhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Conflitos mal resolvidos acabam em brigas. Com dificuldade de solucionar pendências amigavelmente, tudo termina em crítica. “É uma chatice. Para aquele que martela, não toca outro disco, e para quem é martelado e tem a intimidade exposta”, diz Ana. É preciso entender o motivo da exposição. Aquele que critica, normalmente, está se sentindo menosprezado e resolve desmerecer o par como defesa. Agora imagine os filhos assistindo isto? É melhor poupar as crianças, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>não caia na armadilha de lavar roupa suja fora de casa. Se seu parceiro cair, seja qual for a motivação dele, não retruque: converse mais tarde, a sós. É difícil, mas espere. Depois de algum tempo as marteladas perderão força. Outro conselho é serenidade para trocar as críticas por elogios, reforçando as qualidades de cada um.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Infiltrações na convivência</h2>
<p style="text-align: justify;">As horas extras no escritório interessam mais do que o tempo que passam juntos ou com a família? “É importante pensar no que irrita, cansa ou desanima: brigas, cobranças, tédio? Mas cuidado com uma típica confusão: a pessoa tende a depositar no parceiro toda a insatisfação, sem antes fazer uma reflexão da sua parte”, alerta Ana. “O descontentamento, muitas vezes, é pessoal, ligado a outras áreas da vida.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> quando não identificamos o que nos inquieta, pôr a culpa no casamento é uma saída fácil. E passamos a associá-lo a tudo de pior. “Reveja o projeto do casal. Tente descobrir o que mudou do início para cá. Proponha alternativas para o que está por vir&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diálogo em curto-circuito</h2>
<p style="text-align: justify;">A boa comunicação é a caixa de força de uma relação; isso todas nós estamos cansadas de saber. Se o casal, porém, esquece de trocar a fiação e o assunto passa a ser a conta que não foi paga ou quem vai buscar o filho na escola, é sinal de que o diálogo entrou em curto. Daí em diante o bate-papo dá lugar a despachos burocráticos ou ao silêncio. Nada mais triste para os filhos do que observar um casal que não troca uma só palavra num restaurante. “Quando não se fala de sentimentos, cada um formula suas hipóteses, cria fantasias sobre as sensações e as ideias do outro. Dessa forma, não trilham o mesmo caminho e chega o momento em que não se reconhecem mais”, afirma Ana. O silêncio pode ainda ser uma maneira de tentar desmerecer o parceiro. A mensagem implícita é: ‘o que você pensa não me diz respeito, não me interessa’.”As falhas na comunicação também se manifestam por meio de pequenos choques elétricos. São as velhas faíscas do desentendimento. “Um interrompe o outro, contamina o que está sendo dito com lembranças do passado, não faz uma escolha cuidadosa das palavras. Os dois acabam se ferindo”, diz Lana Harari.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>comece conversas corriqueiras sobre cenas engraçadas da rotina, questões de trabalho ou notícias que provoquem a interação com o outro. O tom deve ser positivo, bem-humorado, evitando acusações. Frases como “você nunca faz o que eu peço” ou “você sempre me decepciona” são ofensivas e colocam o par na defensiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Falta de acabamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Carinhos, presentes, elogios e declarações de amor são como objetos de decoração em uma casa. Sem eles, por mais que a arquitetura esteja refeita, as paredes pintadas e os consertos realizados, sempre fica faltando aquele toque final. O beijo é uma demonstração de afeto e de cumplicidade e tem papel importantíssimo no estreitamento de uma relação. “Alguns acham bobagem, coisa para os namorados, mas estão redondamente enganados. Beijar na boca revela intimidade e pode acender o desejo sexual. Falar ‘eu te amo’, por sua vez, é reforçar a autoestima do outro e mostrar bem-querer”, diz Ana.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, cuidado, reconhecimento e gratidão pelo parceiro. Decore seu casamento com amor, afeto e, acima de tudo, respeito. A manutenção da intimidade requer pequenos e constantes reparos, que vão desde um simpático bom-dia até um boa-noite caloroso. “É possível reconstruir sempre”, diz Ana. Mas, acredite, investir todo dia nas telhas e argamassas da gentileza, da sinceridade e da generosidade sai muito mais em conta. E o esforço compensa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://claudia.abril.com.br/sua-vida/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</p>
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		<title>Casamento versus Trabalho.</title>
		<link>https://casule.com/blog/casamento-versus-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2016 20:27:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>como podem haver pessoas que dizem conseguir separar essas situações? Por mais que façamos esforços para não nos lembrarmos sobre o que está incomodando, a informação está registrada dentro de nós, seja em nossas emoções, seja em nossos pensamentos. O importante é aprender a administrar os conflitos e problemas gerados nestes ambientes para que um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">como podem haver pessoas que dizem conseguir separar essas situações?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que façamos esforços para não nos lembrarmos sobre o que está incomodando, a informação está registrada dentro de nós, seja em nossas emoções, seja em nossos pensamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é aprender a administrar os conflitos e problemas gerados nestes ambientes para que um não prejudique o outro. Precisamos aprender a contornar certas situações e vivermos da melhor maneira possível no ambiente em que estamos inseridos. Assim, por mais que o dia seja desgastante em um desses ambientes, no outro ele pode se tornar revigorante.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância do autoconhecimento para lidar com situações delicadas</h2>
<p style="text-align: justify;">Não é maravilhoso quando temos um dia de trabalho produtivo? Da mesma forma, não é gratificante quando chegamos em casa e conseguimos ter uma relação harmônica e prazerosa com nosso (a) companheiro (a)? O autoconhecimento e estabelecer uma relação autêntica com a pessoa em que dividimos nossa vida pode possibilitar isso. Quando nossas relações pessoais estão mais equilibradas e mais satisfatórias isso facilita a vivência da rotina de trabalho, muitas vezes estressante – o que facilita o equilíbrio entre estas duas esferas da vida. Isso não é utópico e nem impossível de se alcançar.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como um casal pode conquistar esse objetivo</h2>
<p style="text-align: justify;">A terapia de casal permite que os parceiros se conheçam melhor, façam suas decisões mais conscientes e adequadas para a vida a dois de forma a beneficiar individualmente cada um. Quando ambos adquirem autoconhecimento, a relação torna-se muito mais equilibrada e madura, já que cada um saberá seus limites e, assim, podendo respeitar os limites do outro. A terapia de casal é um investimento duplo: tanto para o casal quanto individual. Portanto, é um investimento onde só se tem a ganhar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:/www.psicologoeterapia.com.br/terapia-de-casal/casamento-e-trabalho/</p>
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		<title>Ansiedade pode ser a causa de alguns problemas sexuais</title>
		<link>https://casule.com/blog/ansiedade-pode-ser-causa-de-alguns-problemas-sexuais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 20:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma doença moderna que pode impactar todas as áreas da nossa vida. Dentre elas, os relacionamentos e a vida sexual são enormemente influenciadas por quadros de ansiedade, aflição e angústia generalizada. Entenda a relação entre ansiedade e a nossa vida sexual A vida sexual é um dos mais importantes setores de nossa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ansiedade é uma doença moderna que pode impactar todas as áreas da nossa vida. Dentre elas, os relacionamentos e a vida sexual são enormemente influenciadas por quadros de ansiedade, aflição e angústia generalizada.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Entenda a relação entre ansiedade e a nossa vida sexual</h2>
<p style="text-align: justify;">A vida sexual é um dos mais importantes setores de nossa vida. É por meio do sexo que nós nos relacionamentos amorosamente com outras pessoas, recebemos e damos prazer e criamos vínculos. No entanto, para conseguirmos ter uma vida sexual saudável e satisfatória, é necessário que o nosso cérebro consiga captar corretamente os sinais relacionados ao envolvimento erótico. E a ansiedade é capaz de alterar essa captação, gerando problemas sexuais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Disfunções sexuais decorrentes de quadros de ansiedade</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de disfunções sexuais que ocorrem como consequência da ansiedade: as disfunções comportamentais e as disfunções fisiológicas. Entre as comportamentais podemos citar pessoas que se tornam mais agressivas na cama, as ficam muito tensas e as que usam o sexo como válvula de escape, de forma compulsória. Entre as fisiológicas, as mais comuns são a frigidez psicológica e dores durante o ato sexual para as mulheres e a ejaculação precoce e a disfunção erétil para os homens. Em ambos os gêneros a ansiedade pode também provocar disfunções do orgasmo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico e tratamento de problemas sexuais</h2>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo para considerar um problema sexual como de origem psicológica é descartar quaisquer outras síndromes e distúrbios de caráter físico. Para isso, é necessário procurar um médico especializado em andrologia e/ou um ginecologista para afastar suspeitas relacionadas à saúde. Exames de sangue para dosagem de hormônios também são importantes para um check up completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que não foi encontrado nenhum problema médico, a orientação é que o paciente busque o suporte de um psicólogo. A psicoterapia é a melhor ferramenta para diagnosticar e tratar quadros de ansiedade.<br />
Segundo uma pesquisa* feita com um grupo de mulheres com queixa de falta de desejo, 44% das pacientes apresentaram melhoras imediatas na satisfação sexual após apenas 10 sessões de terapia cognitivo-comportamentais, além de melhoras nos sintomas de depressão e ansiedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos lembra também que problemas sexuais podem estar relacionados a outras questões, como problemas conjugais, autoestima e ansiedade relacionada ao desempenho sexual e, por isso, é de extrema importância a consulta com um profissional qualificado que possa identificar os pontos a serem trabalhados</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/ansiedade/ansiedade-pode-ser-a-causa-de-alguns-problemas-sexuais/</p>
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		<title>Relacionamentos Abalados..</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacionamentos-abalados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 20:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque insistir em relacionamentos ruins? Acredito que para identificarmos se vale a pena insistir neste relacionamento ruim podemos pensar que o ponto principal de análise não deveria ser o relacionamento em si mas a pessoa com quem nos relacionamos. Alguns insistem em preservar o relacionamento por que precisam de um relacionamento qualquer que seja ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Porque insistir em relacionamentos ruins?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Acredito que para identificarmos se vale a pena insistir neste relacionamento ruim podemos pensar que o ponto principal de análise não deveria ser o relacionamento em si mas a pessoa com quem nos relacionamos. Alguns insistem em preservar o relacionamento por que precisam de um relacionamento qualquer que seja ele e esquecem-se de observar como é a pessoa com quem está se relacionando. Ou seja,  insistir em um relacionamento por medo de ficar sozinha, insistir no relacionamento com alguém que não demonstra preocupação com você e com seus sentimentos. Vejo que algumas pessoas fazem coisas que destroem o relacionamento, ou seja traem, são agressivos, mas não querem sair do relacionamento dando a impressão de que gostam e querem bem a outra pessoa, mas será verdade? Muitas vezes a parte que trai ou se torna agressivo não gosta da outra pessoa mas gosta de manter um relacionamento, e nestes casos ela não se preocupa em tratar bem esta pessoa, só se preocupa em fazer ou dizer coisas que manterá o relacionamento por mais tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Perceber quando o relacionamento não tem salvação?</h2>
<p style="text-align: justify;">Pode haver salvação em alguns casos, talvez uma boa conversa com esta pessoa possa ajudar a  identificar se vale apena manter o relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Pessoas carinhosas e atenciosas se transformam em outra?</h2>
<p style="text-align: justify;">As pessoas podem mudar ou podem não demonstrar no primeiro momento todas as suas características. É possível que coisas tenham acontecido que mudaram a forma de se relacionar com o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como agir quando o relacionamento está abalado?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para cada caso haverá uma atitude que poderia ser melhor, talvez para alguns funcione abrir os canais de comunicação. Se você não quer briga não comece a conversa brigando. Se não quer um “festival” de culpados não comece com acusações. Demonstre que você quer mesmo saber o que acontece e que está aberta a mudanças caso seja do desejo dos dois.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Há quem insista no relacionamento mesmo sabendo que é traída?</h2>
<p style="text-align: justify;">Vejo isto ocorrer em alguns casos, talvez devido a algum fator interno que a torna dependente emocional. Algumas vezes é o próprio fator financeiro que mantém alguém em um relacionamento totalmente falido, o medo de reduzir o padrão de vida ou simplesmente o medo de mudanças pode fazer com que alguém feche os olhos para comportamentos totalmente inadmissíveis de seu parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como aceitar que o amor acabou?</h2>
<p style="text-align: justify;">Talvez alguns não queiram aceitar. Para alguns pode funcionar abrir  os olhos para a realidade, analisar o estado atual de seu relacionamento, tudo o que ocorre mas que não deveria. Para outros observar os relacionamentos alheios pode ajudar a ampliar a visão, pois muitos acham que apenas em sua casa é que os problemas aparecem e sempre podemos aprender com os acertos e erros dos outros. Uma estratégia bem útil pode ser usar a ajuda do psicólogo para aprender a lidar com esta nova e estranha realidade, pois quem inicia um relacionamento dificilmente se prepara para seu término.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como se recompor do término de um relacionamento?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para cada pessoa haverá uma forma que pode ser a mais adequada, talvez para alguns possa ser útil abrir espaço para outras pessoas e atividades. Nem falo de iniciar um romance logo de cara, mas de mudar de ares, conhecer novos amigos, iniciar novas atividades que nunca tinha imaginado fazer. Ao mudar a rotina você abre possibilidades para novas realidades, novos sentimentos que nem imaginava possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Porque os relacionamentos terminam</h2>
<p style="text-align: justify;">Vejo que relacionamentos são destruídos por motivos bem diferentes um do outro, em alguns casos nunca houve amor verdadeiro por uma das partes do casal, em outros as pessoas acreditam que amam o outro mas muitas vezes amam a situação de estar num relacionamento. Tenho percebido que é bem comum as pessoas se ligarem as outras, seja em namoro, casamento ou pessoas que vão morar juntas, sem perceberem que a prioridade de cada um é em 1º lugar ter um relacionamento e não o amor pela outra pessoa. No amor verdadeiro a pessoa se preocupa com o bem estar do(a) companheiro, torce por ele, fica feliz com suas conquistas e se esforça por alegra-lo quando precisa. Percebo que é muito comum as pessoas traírem e fazerem coisas que provam que não havia amor verdadeiro, pois neste amor não cabe tais comportamentos, mas não querem terminar o relacionamento. Isso confunde muito a outra pessoa, pois todos acreditamos que quando alguém faz de tudo para manter um relacionamento é porque ele ama a outra pessoa. Mas isso pode não ser inteiramente  verdade.  Há pessoas que colocam uma arma na cabeça de seu “amor” quando não aceita a separação, este ato desesperado em não perder a outra pessoa, mesmo que tenha tido comportamentos que levaram esta pessoa a pedir pelo rompimento, não é prova de amor, e sim de dependência. De vez em quando vemos na TV pessoas que mantiveram por anos pessoas da família trancadas em porões. Porque fazem isso? Amor? São pessoas que fazem questão de manterem estes relacionamentos, mesmo que a força.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/relacionamentos-abalados.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Amigos e amantes,como dosar o relacionamento?</title>
		<link>https://casule.com/blog/amigos-e-amantescomo-dosar-o-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 20:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[clinica de psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É cientificamente comprovado que a paixão não dura para sempre. O pavor de perder a pessoa, o ciúme descontrolado e a necessidade de estar com o parceiro o tempo todo passam naturalmente. E enquanto as labaredas vão diminuindo, nasce o amor, um sentimento mais tranquilo, mais sereno. E passados alguns anos, esse mesmo amor sofre novas transformações, abrindo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/amigos-e-amantescomo-dosar-o-relacionamento/">Amigos e amantes,como dosar o relacionamento?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É cientificamente comprovado que a paixão não dura para sempre. O pavor de perder a pessoa, o ciúme descontrolado e a necessidade de estar com o parceiro o tempo todo passam naturalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">E enquanto as labaredas vão diminuindo, nasce o amor, um sentimento mais tranquilo, mais sereno. E passados alguns anos, esse mesmo amor sofre novas transformações, abrindo espaço para o companheirismo.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito comum alguns casais entrarem em crise nessa fase, acreditando que o desejo um pelo outro chegou ao fim. Mas a interpretação não deve ser bem essa. &#8220;No processo de mudança, o segredo não é ‘aceitar’ a nova fase como ato de comodismo e sim reconhecer as grandes novidades que ela pode proporcionar, é um novo e maduro amor que está nascendo&#8221;, orienta a psicóloga Margarida Antunes Chagas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um relacionamento sólido não pode ser construído tendo como base a paixão, que deixa seus envolvidos parcialmente &#8220;cegos&#8221;. Portanto, o casal que pretende alcançar o tão sonhado &#8220;felizes para sempre&#8221;, precisa encontrar um no outro não somente o desejo, mas também características que são compatíveis com suas respectivas interpretações de mundo, que os remetam a sentimentos de confiança, lealdade, carinho e amor.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A paixão se acaba em dois anos. O que sobra é a serenidade da companhia, a confiança e cumplicidade e, é claro, duas pessoas alimentando a brasa do desejo e do amor para que eles nunca cessem&#8221;, diz. &#8220;A transformação, seja ela em qualquer campo de nossas vidas, é benéfica. Quer dizer que passamos para outra fase, que conseguimos enxergar a vida de outra forma, na maioria das vezes com mais segurança e maturidade. Pensando assim, existem diversos pontos positivos em ‘casais amantes amigos’&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casais que conseguem passar por esta transformação de forma tranquila ou com a ajuda de um profissional têm como recompensa a união de duas forças: o amor e a amizade. Isso prova que deixar aflorar o companheirismo na relação não quer dizer que o chama se apagou. Quando parceiros em crise retomam as atitudes de companheirismo, com elas renascem a união, o entendimento mútuo e o desejo sexual &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">A transição da paixão desmedida para o companheirismo,acontece de maneira natural quando é implícita. Porém, se uma das partes simplesmente começa a apresentar comportamentos diferentes dos habituais, é hora de sentar e conversar, não deixando que a situação chegue ao limite.</p>
<p style="text-align: justify;">
&#8220;Uma forte característica de casais em crise é colocar a culpa em um terceiro. Ninguém e nem nada é capaz de acabar com o sentimento de duas pessoas que realmente querem ficar juntas,Muitas vezes, basta uma conversa esclarecedora para que o casal consiga interpretar e resolver a situação juntos. Se acharem necessário a intervenção de um profissional, devem fazer o quanto antes. Admitir erros e aceitar mudanças é sinal de inteligência e de uma vida mais saudável e feliz&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://blog.opsicologo.com.br/2011/09/amigos-e-amantes-como-dosar-o.html</p>
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		<title>Relacionamento e solidão!</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacionamento-e-solidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 20:03:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há diferença entre a solidão involuntária e a voluntária. Creio que tudo o que se faz por opção tem mais chances oferecer bem estar, pois esta é uma condição que mantém aberta a possibilidade de reverter a situação assim que desejar. Desta forma há pessoas que moram sozinhas, trabalham sozinhas, vão ao cinema sozinhas mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Há diferença entre a solidão involuntária e a voluntária. Creio que tudo o que se faz por opção tem mais chances oferecer bem estar, pois esta é uma condição que mantém aberta a possibilidade de reverter a situação assim que desejar. Desta forma há pessoas que moram sozinhas, trabalham sozinhas, vão ao cinema sozinhas mas não se sentem solitárias pois percebem que estes momentos são desfrutados como experiências válidas.</div>
<div style="text-align: justify;"><strong>Fernando Pessoa disse</strong>: “   A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo”. Ele fala da solidão por opção, dos momentos onde você está só porque quis e não porque não tinha ninguém para ficar contigo.</div>
<div style="text-align: justify;">Merece mais atenção aqueles que sofrem por se sentirem só.</div>
<div style="text-align: justify;">Há os que estão só fisicamente, ou seja convivem com poucas pessoas, mas há os que até convivem com um bom número de pessoas mas ainda assim não se faz possível desenvolver companheirismo, cumplicidades, harmonia, etc.</div>
<div style="text-align: justify;">Vejo pessoas casadas em profundo sofrimento pela solidão. Vejo solteiros, os quais ouvem de outras pessoas que são &#8220;sortudos&#8221; pois não precisam se prenderem a ninguém. Mas e quando há desejo de estar conectado a alguém?</div>
<div style="text-align: justify;">Muitas vezes a pessoa não percebe o desejo de companhias. As vezes é possível que desamparos desenvolvidos em alguma fase da vida fizeram que ela desistisse de buscas acolhimento por não acreditar ser possível. São pessoas que sofrem mas não identificam a origem do sofrimento.</div>
<div style="text-align: justify;">Porque tanta gente chega numa fase da vida e se percebe sozinho? Tem gente que passa uma vida inteira sozinho  tendo como companhia apenas colegas de trabalho, que só são seus colegas porque foram contratados para trabalhar na mesa do lado.  Tem gente que passa toda uma vida tendo só conhecidos, nunca amigos, nunca teve pessoas que realmente se importassem com ela. As únicas pessoas com quem conversa é o balconista da padaria ou o caixa do mercado. Podemos considerar interações interessantes mas trata-se apenas de relacionamento de passagem.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Sua vida depende do que você constrói?</h2>
<div style="text-align: justify;">Vemos muita gente se queixando que passou o fim de semana inteiro em casa, fazendo nada, andando da geladeira para o sofá. Dias inteiros, nem o pijama tirou, e quando chega a musiquinha do Fantástico bate aquele arrependimento  “Não fiz nada o fim semana todo  agora não dá tempo de mais nada”.</div>
<div style="text-align: justify;">E quando se pergunta: Mas porque você não fiz nada? Podia ter ido num parque, ir ao cinema,  visitar alguém. A resposta costuma ser: “Não tinha ninguém para me acompanhar”.  “Estava sem animo”.  “Não consigo ver sentido nas coisas”.</div>
<div style="text-align: justify;">Para tirar alguém da solidão pode ser interessante entender o que a colocou lá.</div>
<div style="text-align: justify;">Alguns acreditam em azar “Eu sou sozinho, porque todas as pessoas que passaram em minha vida, por “azar” foram embora, não tinham nada a ver comigo, mas não entendo porque pois é fácil se dar bem comigo é só ser sincero, honesto , bonito, bem de vida, inteligente, e  humilde como eu&#8221;.</div>
<div style="text-align: justify;">Algumas vezes pode ser interessante observar nossos critérios, será que exigimos algo impossível para assim justificarmos a não existência de relacionamentos?</div>
<div style="text-align: justify;">Outras vezes percebo que falta apenas um &#8220;empurrãozinho&#8221;, talvez desenvolver algumas habilidades sociais, talvez aprender um pouco mais sobre si mesmo para então se entender melhor no mundo dos relacionamentos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/relacionamento-e-solidao.html</div>
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		<title>Terapia de casal,quando fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/terapia-de-casalquando-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2015 18:14:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tudo começa com cupidos&#8230; Exemplo: No inicio era tudo ótimo, mas agora as brigas não param, ou o que é pior,  nem há mais  brigas, o silencio impera quando estão a sós. Quando em grupo todos estão animados, mas sozinhos parece que “acabou o assunto”. Isso pode ser sinal de que há mesmo é muita [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Tudo começa com cupidos&#8230;</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Exemplo: No inicio era tudo ótimo, mas agora as brigas não param, ou o que é pior,  nem há mais  brigas, o silencio impera quando estão a sós. Quando em grupo todos estão animados, mas sozinhos parece que “acabou o assunto”. Isso pode ser sinal de que há mesmo é muita coisa na cabeça de cada uma, mas não está sendo expressada nem resolvida e os “cupins” do relacionamento estão consumindo internamente a ponto de um dia perceberem que a “casquinha” que sobrou não sustenta mais nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem briga que parece que tem lógica, normalmente entendemos quando uma pessoa fique chateada com a outra  quando esqueceu de um um compromisso,  chegou alcoolizado em casa, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas tem brigas que se parar no meio e perguntar “como isso começou?” ninguém lembra mais, “sei lá, acho que não gostou que eu comentei do caminho que ele fez”,  “acho que ela se irritou quando eu disse que a outra blusa era mais bonita”, mas será que foi este o motivo da briga? Neste ponto pode haver muita mágoa e insatisfação contaminando a rotina do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A hora certa para fazer terapia de casal</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cada um terá seu senso de necessidade, mas talvez um momento comum costuma ser quando percebe-se que a comunicação travou, quando um quer conversar o outro revira os olhos, , quando um está tão na defensiva que nega que haja qualquer problema, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">O homem resiste mais em fazer terapia de casal</h2>
<h2 style="text-align: justify;"></h2>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, e não absoluta, percebo em meus atendimentos que os homens costumam ter receio de que o terapeuta de casal irá dar palpites ou conselhos – isso ele pode ter tido de seus amigos  e não adiantou nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes faz parte do papel da mulher explicar que o terapeuta de casal irá ajudar a identificar onde está o problema e descobrir formas de superação resolvendo os conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A mulher pode ter mais facilidade para introspecção e deseja mostrar ao homem das vantagens em ter um tempo dedicado ao relacionamento, onde não haverá telefones tocando, campainha chamando e crianças gritando, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia de casal “conserta” ou termina de vez o que está ruim?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há sempre o objetivo de chegar ao melhor para este casal, seja lá qual for o melhor para cada situação.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia da terapia de casal é compreender qual o melhor caminho para a saúde de ambas as partes e principalmente do relacionamento. Creio que em uma parte das vezes pode haver possibilidade de reconciliação saudável, com novos comprometimentos de cada um, e um renovado estado de animo para manter o relacionamento. Mas, muitas vezes um relacionamento resiste apenas baseado numa crença de que os casamentos são indissolúveis, que cada uma das partes deve suportar qualquer comportamento inadequado do outro sem questionar pelo bem da manutenção da relação, mesmo que  isso aniquile todo o equilíbrio interno de uma ou mesmo das duas partes. Outras vezes uma das partes simplesmente não aceita o termino de algo, que já acabou há muito tempo, não simplesmente por sua característica dependente não permitir algo diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia de casal não é terapia de grupo</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao meu ver a função da terapia de casal é tratar a comunicação entre as partes, identificar o que  contamina este relacionamento, encontrar novas ações e fazer novos contratos. Não será o lugar para cada um tratar de questões que não envolvem o relacionamento. Uma briga com o chefe só será tratada na terapia de casal de tiver relação com o a questão principal.</p>
<p style="text-align: justify;">Será possível que algumas vezes o terapeuta de casal solicite para que as partes compareçam sozinhos. A finalidade será de facilitar a expressão de seus sentimentos de forma que este conteúdo enriqueça a próxima sessão com a dupla.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é possível que quando uma das partes se recuse a comparecer a outra parte faça a terapia individualmente para que consiga recursos a serem aplicados em seu relacionamento ou compreenda a função deste relacionamento em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Motivos mais frequentes para procurar terapia de casal</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Traição sexual ou emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Brigas em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Silencio em excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Agressões, mesmo que disfarçadas com ironias.</p>
<p style="text-align: justify;">Traição da confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Desconfiança de traição.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta de comprometimento de uma das partes.</p>
<p style="text-align: justify;">Machismo</p>
<p style="text-align: justify;">Etc</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/terapia-de-casal.html</p>
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		<title>Saiba como lidar com as diferenças na vida a dois!</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-como-lidar-com-as-diferencas-na-vida-a-dois/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2015 19:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Muitas decisões na vida dependem de escolhas que geralmente não representam nossas vontades, mas sim o que deve ser feito naquele momento. Entre um casal, principalmente, o discernimento deve prevalecer, para que ambos, e juntos, tenham a capacidade de perceber as diferenças e saber ajustá-las para o bem do relacionamento. Depois de anos de convívio, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas decisões na vida dependem de escolhas que geralmente não representam nossas vontades, mas sim o que deve ser feito naquele momento. Entre um casal, principalmente, o discernimento deve prevalecer, para que ambos, e juntos, tenham a capacidade de perceber as diferenças e saber ajustá-las para o bem do relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de anos de convívio, algumas pessoas começam a criar dificuldades onde não deveriam. Alguns dos principais vilões desse mal-estar são a rotina e a mágoa por algo que, acredita-se, o outro não fez por você. Coisas que podem desgastar a relação e até mesmo levar ao divórcio.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, como saber o que é rotina para o outro na relação de vocês? O que significa rotina para um, pode não ter o mesmo significado para o outro. Por exemplo, quando se torna constante um dos dois não cumprir algo que prometeu. A pessoa acha que foi compreendida, porque está muito cansada, e que tudo está bem. Só que essa atitude pode prejudicar a relação caso o outro não expresse o que sente, que o que o parceiro fez não o agradou.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Equilíbrio</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Ninguém é obrigado a saber o que se passa na cabeça do companheiro. Por isso é tão importante que o casal esteja disposto a conversar sempre e expor as expectativas um do outro sobre um determinado assunto. Expectativas, que, inclusive, podem mudar com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem vontade de viajar e o outro de curtir a casa? É preciso entrar num acordo. Para resolver conflitos dentro do lar, dos mais simples aos mais complexos, vocês precisam equilibrar as vontades para se entender, e atender as necessidades um do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando construímos um relacionamento verdadeiro e companheiro, estabelecemos uma base familiar sólida e crescemos junto com nosso companheiro. Não importa o tempo, mas a dedicação ao outro.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.universal.org/noticias/2013/08/30/saiba-como-lidar-com-as-diferen%C3%A7as-na-vida-a-dois-23846.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brigas bobas no relacionamento,como resolvê-las.</title>
		<link>https://casule.com/blog/brigas-bobas-no-relacionamentocomo-resolve-las/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 18:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; As pequenas brigas entre um casal podem ocorrer pela expectativa de que o outro saberá sempre quais são suas preferencias e estará sempre disposto a atende-lo. A insatisfação quanto aos pequenos comportamentos alheios pode ser a causa das pequenas brigas e será mais intensa quanto maior for a dificuldade de comunicação deste casal. Sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As pequenas brigas entre um casal podem ocorrer pela expectativa de que o outro saberá sempre quais são suas preferencias e estará sempre disposto a atende-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">A insatisfação quanto aos pequenos comportamentos alheios pode ser a causa das pequenas brigas e será mais intensa quanto maior for a dificuldade de comunicação deste casal.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim surgem pequenas (e bobas) brigas em uma infinidade de situações, alguns exemplos podem ser quando uma das partes:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Não apagou a luz da cozinha depois de sair</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Comprou sorvete de sabor diferente do preferido do outro</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Demorou para pedir a pizza</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Convidou amigos para uma cerveja em casa sem avisar</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Colocou o copo do lado esquerdo do armário ao invés do lado direito</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Deitou-se no meio da cama.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Acendeu a luz no meio da noite</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; etc, etc, etc&#8230; ao infinito.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Brigas bobas são mais frequentes</h2>
<p style="text-align: justify;">Pessoas com tendência a ter sempre um modelo pronto e muito específico em suas mentes quanto ao que espera do outro poderá ser mais propenso a iniciar pequenas brigas. Casais que não treinam a comunicação também poderão não conseguir um acordo e pequenas brigas serão mais frequentes. Casais onde não há empatia, ou seja, capacidade de entender o ponto de vista do outro também serão mais propensos a pequenas brigas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como salvar um amor desgastado</h2>
<p style="text-align: justify;">Reiventando-se. Se você quer algo novo em sua vida você pode se repensar, ou seja, se você é tão exigente a ponto de colocar a perder seu relacionamento você já fez uma escolha, você preferiu suas exigências a ter uma boa relação. Para mudar isso cada uma das partes pode escolher o relacionamento como prioridade e repensar a si mesmo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Para um casal evitar brigas pequenas no casamento</h2>
<p style="text-align: justify;"> Antes de reclamar de algo avalie se esta situação merece mesmo que você emita sua opinião ou se trata-se de algo pequeno que pode ser superado.</p>
<p style="text-align: justify;">Reveja suas prioridades , você prefere que cada pequena coisa aconteça exatamente como você gostaria ou pode abrir mão de alguma coisa para ter um relacionamento harmonioso?</p>
<p style="text-align: justify;">Reveja a forma como coloca sua preferencias. Será que estas mesmas coisas não poderiam ser ditas de forma mais amena e sem ironias?</p>
<p style="text-align: justify;">Caso não consiga sozinho procure um psicólogo para que ele o ajude a entender o porque de você contaminar este relacionamento com estas pequenas brigas. É possível que algo maior como um trauma o esteja impelindo a provocar brigas que nem você quer.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Chega de brigas bobas &#8211; Discussões sem importância  desgastam a relação</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Casais acabam discutindo por bobagens?</h2>
<p style="text-align: justify;"> Cada pessoa tem a sua individualidade, seu modo de pensar e agir. Na convivência de um casal há diferenças que no começo do relacionamento podem ser mais fáceis de lidar, já que há uma disponibilidade maior do casal a conhecer o parceiro(a). Com o passar do tempo, a rotina do casal se mistura com o estresse do trabalho e problemas corriqueiros e o homem e a mulher tendem a se voltar para o que está acontecendo consigo mesmo e não se tornando mais tão disponível para olhar, escutar e entender o outro. Nesse momento é que começam a ocorrer as brigas bobas, a irritação entre os casais aumenta e as pequenas diferenças que existem entre eles que antes eram toleradas, compreendidas passam a ser um problema maior.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de diálogo, a falta de tolerância na aceitação do outro e a inflexibilidade comportamental são fatores que podem contribuir para que haja esse tipo de brigas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Para os casais controlarem os “ânimos”</h2>
<p style="text-align: justify;"> O diálogo e a confiança podem ser  essenciais para evitar as brigas e o desgaste dentro do relacionamento. Se o casal não conversa talvez não consigam manter um vínculo de cumplicidade e de confiança para resolverem problemas. Pode sem importante que o casal estabeleça uma rotina de conversa desde o começo do namoro confidenciando suas alegrias e tristezas, para que cada um saiba que pode confiar e ter um apoio quando for necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso o casal precisa estabelecer uma identidade, se aproximando cada vez mais do respeito e da compreensão de suas diferenças e para isso eles podem:</p>
<p style="text-align: justify;">1. manter o diálogo</p>
<p style="text-align: justify;">2. desenvolver alguma atividade junto com o companheiro</p>
<p style="text-align: justify;">3. aprender a rir dos próprios defeitos e dos defeitos do outro</p>
<p style="text-align: justify;">4. Respeitar a opinião do parceiro</p>
<p style="text-align: justify;">5. preservar os momentos de intimidade</p>
<p style="text-align: justify;">6. ter um espaço individual</p>
<p style="text-align: justify;">7. Expor a sua opinião</p>
<p style="text-align: justify;">8. fazer planos juntos</p>
<p style="text-align: justify;">etc,</p>
<h2 style="text-align: justify;">Educação dos filhos &#8211; como discutir suas divergências sem perder o respeito e a paciência</h2>
<p style="text-align: justify;"> A falta de comunicação, somada à dificuldade para resolver problemas em conjunto podem ser fatores negativos na criação dos filhos. As divergências dos pais, veladas ou abertas, em relação à educação dos filhos pode deixa-losconfusos .</p>
<p style="text-align: justify;">A prioridade seria olhar para a necessidade da crianças e não apenas satisfazer seus próprios gostos. O diálogo e a harmonia entre o casal é de suma importância.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, construindo e analisando juntos a situação o casal começa a entender  porque estão divergindo, qual é o objetivo daquele modo de educar o filho, quais os benefícios e os malefícios que a tomada de decisão trará para eles e para a crianças a curto, médio e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">*O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/brigas-bobas-no-relacionamento.html</p>
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		<title>Não ter filhos por opção!</title>
		<link>https://casule.com/blog/nao-ter-filhos-por-opcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2015 20:27:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#8211; Pesquisas do IBGE mostraram que os casais que optam por não ter filhos formam 12% dos casais brasileiros. Porque desta opção? Os conceitos estão mudando. Antigamente você  tínhamos poucos caminho a seguir, nascer, crescer, casar, ter filhos, envelhecer e morrer. Hoje em dia estamos desenvolvendo muito mais flexibilidade em várias áreas. A forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2>&#8211; Pesquisas do IBGE mostraram que os casais que optam por não ter filhos formam 12% dos casais brasileiros. Porque desta opção?</h2>
<p>Os conceitos estão mudando. Antigamente você  tínhamos poucos caminho a seguir, nascer, crescer, casar, ter filhos, envelhecer e morrer. Hoje em dia estamos desenvolvendo muito mais flexibilidade em várias áreas. A forma de pensar sobre vários aspectos vem aceitando  mais opções, por exemplo vemos cada vez mais casais formados por pessoas do mesmo sexo casando e criando (de forma muito tranquila e saudável) seus filhos.</p>
<p>Considero esta flexibilidade como sinal da evolução de nosso pensamento  pois antigamente havia um conceito de moralidade que punia socialmente as pessoas que tinham comportamentos fora dos padrões pre estabelecidos. Sendo assim, acredito que já houve muitas pessoas tendo filhos, ou um numero maior de filhos, do que realmente desejariam, se é que pensavam sobre o assunto. Vejo que atualmente as pessoas tem mais recursos e condições para avaliarem com antecedência quantos filhos querem e quando os pretendem ter. Sendo assim vemos que outros números tornam-se opção viável, uns optam por 1, 2 3, 4, 5, outros por 0.</p>
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<h2>-A necessidade de oferecer tudo aos filhos (aula de inglês, cursos) aumenta a pressão</h2>
<p>Talvez a questão financeira seja uma parte do problema. Em países mais desenvolvidos o planejamento financeiro costuma ser levado mais a serio, e custos que não podem ser arcados simplesmente não entram nas planilhas. Creio que no Brasil há um grupo de pessoas que quando  quer uma coisa  deixam para pensar em como pagarão apenas depois da dívida ter sido contraída. Mas talvez o peso da responsabilidade de uma forma geral, incluindo a responsabilidade financeira , seja um forte fator de desistência em ter filhos. Mesmo porque a pressão em oferecer escolas particulares, cursos extras está aumentando cada vez mais, antigamente era possível receber um ensino com qualidade em escola publica e não se considerava que a criança estava defasada caso não cursasse inglês, japonês, dança, etc.</p>
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<h2>&#8211; Possível arrependimento e frustração</h2>
<p>É possível que quem optou por não ter filhos passe por momentos de olhar para trás e imaginar como seria se tivesse tido filhos. Alguns podem ter tomado esta decisão devido a fatores como carreira ou falta de espaço em casa e depois de um tempo os valores mudam e percebem que o filho seria mais importante. Mas também é possível que para aqueles que realmente não tinham vocação para serem mães (ou pais) haja um grande força  incrementada com o treino necessário para responder as milhares de perguntas de todos os parentes e conhecidos “quando você vai ter filhos?”, “você não pode ter filhos?”.</p>
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<h2>&#8211; Quando a ausência do filho é substituída por outra coisa</h2>
<p>Animais, viagens e compras podem aparecer como substitutos aos filhos que não vieram. Talvez estas  substituições  possam ser indícios de que esta decisão não tenha sido realmente tranquila e consciente, talvez tenha havido uma lacuna que precisou ser preenchida com outras fontes de prazer. Mas não descarto a possibilidade de casais sem filhos que se dedicam muito a qualquer outra coisa o fariam da mesma forma caso também tivessem filhos.</p>
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<h2>-Como esses casais são vistos na sociedade hoje</h2>
<p>Vejo que as coisas estão mudando, as pessoas estão ficando mais abertas a novas possibilidades e menos preconceitos as opções alheias. Mesmo considerando que não ter filhos talvez não seja apenas opção, é possível que haja pessoas que simplesmente não tenham vocação alguma para ter filhos mas pode ser que casais que não possam ter filhos tenham trabalhado a aceitação. Mas também percebo que as mudanças costumam são lentas e ainda há muito preconceito que pode fazer as pessoas que não tem filhos serem vistas como problemáticas.</p>
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<h2>-Vantagens em não ter filhos</h2>
<p>&#8211; Um filho traz muita alegria, com certeza, mas também pode trazer muita limitação em termos de possibilidade de passeios, espaço em casa, despesas, preocupações com saúde, escola, educação,  caráter, escolhas mal feitas, etc. Não ter todo este peso nas costas pode liberar muito tempo e dinheiro para muita atividade social. Tudo é uma questão de opção pessoal.</p>
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<h2>-Pesquisas dizem que casais que optam por não ter filhos são mais felizes e unidos</h2>
<p>Quem sou eu para negar o resultado de uma pesquisa, mas acredito que o casal mais feliz é aquele que conseguiu cumprir seus planos. Os que não queriam filhos e não os  tiverem, mesmo com toda pressão social, serão mais felizes do que os que tiveram filhos “por inercia”, ou seja, simplesmente foram fazendo o que todo mundo faz sem analisar se isto é o que realmente querem.</p>
<p>Creio que optar por não ter filhos precisa de muita analise e consciência, e sendo assim estas pessoas serão mais felizes pois estão tendo a vida que realmente desejaram.</p>
<p>Mas também acredito que as pessoas que realmente querem filhos, e principalmente quando há algum obstáculo a superar para que esta criança venha a esta família (casos de infertilidade ou quando há adoção), também sejam muito felizes. Será que este grupo entrou naquela pesquisa?</p>
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<h2>&#8211; Um filho ensina muito aos pais</h2>
<p>Há casais que dizem que a vida muda da água para vinho ao ter filhos. O amor que um pai ou mãe sente pelo filho é algo que não existiu em sua vida antes desta criança nascer. Os pais aprendem que existe  o amor incondicional pois apesar das noites mal dormidas, o corpo da mãe alterado, muitas vezes, para sempre, o gasto aumentado, o tempo dedicado para si mesmo reduzido, os locais de passei limitados, e ainda assim amam essas criaturinhas como nunca.</p>
<p>Acredito que os pais tem oportunidade de ouro em seus filhos para aprender muito sobre o ser humano, como por exemplo como as pessoas podem valorizar o tempo passado junto muito mais que um presente; o presente certo tem muito mais valor que o presente caro; como é importante  para aquela criança receber carinho, cuidado e compreensão; etc.</p>
<p>Quando uma pessoa se torna pai ou mãe ela pode perceber forças e coragens que nunca imaginou que teria. O aprendizado sobre si mesmo pode ser enorme.</p>
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<h2>&#8211; Solidão quando não há filhos</h2>
<p>Não podemos dizer que isto seria regra para todas as pessoas, eu diria que possa haver uma tendência a sentir solidão em uma família reduzida. Quando há filhos e netos há muito mais assunto a ser compartilhado, fotos para serem admiradas e as datas comemorativas fazem mais sentido. Mas nada impede de uma pessoa organizar sua vida de forma a ser feliz com menos estímulos, ou de ter amigos que preenchem completamente.</p>
<p>O material deste site é informativo, não substitui a terapia  ou psicoterapia  oferecida por um psicólogo</p>
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<p>FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/ele-nao-quer-filhos.html</p>
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