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	<title>controle emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>controle emocional - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Controle emocional,como praticar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 20:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência. Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que estamos opinando a respeito de um amigo ou familiar. Depositamos nos outros o que não estamos preparados para assumir que existe em nós mesmos. Isto é, nos projetamos e atribuímos a responsabilidade de como nos sentimos em relação aos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a leitura dos outros pode ser um fiel reflexo do que nos sucede. O exterior nos fala e nos serve de espelho, e ainda reafirma nossa disposição de ver quais assuntos pendentes temos com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é hora de trabalhar isso?</p>
<h2 style="text-align: justify;">“Você é responsável por eu me sentir assim”</h2>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a responsabilizar os outros por nossas emoções, isto é, por como nos sentimos, assim como nos responsabilizamos por como se sentem os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se alguém ao nosso redor não se sente bem, nos sentimos responsáveis e tentamos a todo custo mudar isso, como se tivéssemos todas as ferramentas para solucionar o sofrimento alheio. Por outro lado, quando somos nós que nos sentimos mal, depositamos a responsabilidade desse sentimento em uma situação ou em uma outra pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A quem estamos dando o controle de nós mesmos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Responsabilizar-nos pelas emoções dos demais pode tornar-se um enorme fardo para nosso desenvolvimento individual, da mesma maneira que buscar culpados para como nos sentimos. Pois não se trata de culpados, mas sim de administrar nossos sentimentos e responsabilidade emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes nos expressamos dessa maneira: “Você me cansa” ou “Você me faz sentir mal”? Não se trata de buscar culpados, sim de identificar como você se sente diante de certas circunstâncias e aceitar que é você o responsável pelos seus sentimentos. Alguns sentimentos são inevitáveis em determinadas situações, mas esse sentimento só pode perdurar se tiver o aval da sua mente. Comece a gerir suas raivas, ciúmes, ira ou tristeza, porque as respostas não estão fora, mas dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não assume o controle das suas emoções, quem o fará? Os outros? A situação? Isso traria muita instabilidade, não é?</p>
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<p style="text-align: justify;">Isto não quer dizer que você não tenha que se expressar e manifestar como se sente com respeito aos demais, mas que se responsabilize pela administração dos seus sentimentos. Em vez de outorgar o poder de seu bem-estar ou mal-estar aos outros, assuma as rédeas da sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem tanto direito de se incomodar com algo como qualquer outra pessoa, não há nada de errado nisso. Porém, se você assumir o controle disso, não será refém dos seus sentimentos, tudo será mais satisfatório, um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Do contrário, sempre estaremos reféns dos demais e das circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também acontece quando falamos dos que estão ao nosso redor. Quando estiver opinando ou criticando alguém, tente ser um pouco mais consciente sobre o que está dizendo. Na maioria das vezes o que você disse também está ou esteve presente em você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Responsabilidade emocional: “Eu me faço responsável pelo que sinto”</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como fazer isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, aceitar que existe a possibilidade de nos projetarmos nos outros. Não é uma tarefa fácil, se levarmos em conta que se o fazemos, é porque no momento não somos capazes de assumir. Por isso, tendemos a resistir em assumir a responsabilidade de nossas reações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Você não me enraivece, eu me enraiveço diante do que você fez ou diante do que aconteceu”, “Eu sou quem sente ira, tristeza ou raiva, diante das distintas circunstâncias que se apresentam em minha vida, e não as evito, aceitando-as para trabalhá-las. Porém, diante de tudo, eu sou responsável por mim mesmo”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Adquirindo consciência e observando a si mesmo, descubra todas as coisas que tem pendente, trabalhe em cima delas para seguir evoluindo e crescendo. Esse caminho não é fácil, frequentemente caímos em contradições e armadilhas do nosso próprio eu, mas tudo valerá a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de autodescobrimento e de assumir a responsabilidade emocional é cheio de reviravoltas, mas se tivermos perseverança, ao final encontraremos um porto seguro dentro de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/responsabilidade-emocional/</p>
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		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<item>
		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção</h2>
<p style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p>O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p>A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p>Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p>Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p>Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p>A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p>Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p>É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p>Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p>A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p>O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do ninho vazio: quando chega a hora de se despedir dos filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-do-ninho-vazio-quando-chega-hora-de-se-despedir-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 19:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona. É normal sentir tristeza diante da partida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Despedir-se das pessoas que mais amamos não é fácil, e menos ainda se é o caso dos filhos. Como pais, sabemos que em determinado momento eles deixarão o ninho vazio, mas mesmo acreditando estar preparados para enfrentar esta situação, quando chega a hora tudo muda e o nosso próprio mundo desmorona.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É normal sentir tristeza diante da partida de nossos filhos. Fomos responsáveis por eles desde pequenos, lhes ensinamos quase tudo que poderíamos sobre a vida e estivemos ali para ajudá-los e apoiá-los quando foi preciso. Mas isto irá mudar. Agora tomarão conta das suas próprias vidas, ficarão independentes.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Existem muitos pais que se negam a assumir esta realidade e isto lhes causa graves conflitos com seus filhos. Embora seja difícil se despedir deles, eles precisam compreender que esta emancipação é importante e faz parte do ciclo da vida. Quando isto não acontece, nos deparamos com a síndrome do ninho vazio.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Síndrome do ninho vazio: quando se despedir dói</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">A síndrome do ninho vazio é um sentimento carregado de tristeza e de solidão. Os pais não são capazes de enfrentar a partida dos seus filhos e a ansiedade começa a aparecer nas suas vidas. Por mais que tenham se sentido preparados para este momento, não estavam. Muitos, no seu interior, se negam a aceitar esta realidade.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Hoje em dia esta situação vem aumentando. Os jovens demoram mais em deixar o ninho, alguns inclusive nunca chegam a fazê-lo. A situação econômica ou o conforto de continuar morando com os pais faz com que estes não tenham a necessidade de se preparar para uma futura partida, acham que seus filhos estarão sempre com eles.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É verdade que se você tem mais de um filho isto pode ser um pouco mais fácil. Partirá um, mas talvez o outro fique. No entanto, se você teve apenas um descendente, a sua partida será mais dolorosa. É seu único filho e você não deseja perdê-lo. O fato mesmo dele sair de férias longe de você durante uma longa temporada já lhe provoca um certo temor.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Também influencia o fato de que os laços podem ser mais ou menos fortes no relacionamento com os pais. Por exemplo, se nos deparamos com uma mãe solteira que teve que criar seu filho sozinha, provavelmente esse laço será muito mais dependente que se a situação tivesse sido diferente. Neste caso, a mão se apoiou muito no filho e não aceita levar sua vida separada dele.</p>
<h2 class="western" style="text-align: justify;">Esta despedida não é uma perda</h2>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">É difícil superar esta situação quando os pais a veem de uma forma tão dramática. Para eles, o fato dos filhos quererem deixar o ninho significa que irão perdê-los, e não poderiam estar mais enganados. Simplesmente farão suas vidas, assim como eles fizeram as suas. Construirão suas próprias famílias, mas continuarão estando ali.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Está claro que não é a mesma coisa ir morar em outro país do que ficar em uma casa próxima à dos pais. Apesar disso, muitos são os pais que, se não têm seus filhos dentro do lar, sentem que os perderam para sempre. Por isso, é importante mudar a visão que se tem sobre a ação de se despedir e não tratá-la como um sinônimo de perda.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está em um relacionamento amoroso, será muito mais fácil superar esta situação. Vocês poderão aproveitar esta oportunidade para viajar, focar novamente no seu relacionamento como casal e viver experiências que até então não se puderam permitir. Muitos são os pais que se esquecem de cuidar do casal porque focam exageradamente nos filhos. Agora isto pode mudar.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Se você está sozinho e se apoiou demais no seu filho, não corte as suas asas nem o faça se sentir culpado por ir embora de casa. Saia com seus amigos, fale com os outros, aproveite a vida, viaje, conheça gente nova, mas deixe que o seu filho faça a sua vida. Lembre-se de que você fez o mesmo, e não é justo que agora coloque barreiras às pessoas que você mais ama.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">As circunstâncias são muito diferentes, mas nunca devemos segurar nossos próprios filhos em casa. Se o jovem quer ir embora, não tente colocar pedras no seu caminho ou fazê-lo se sentir mal. Não é justo nem para você, nem para ele, e a sua relação pode se deteriorar por causa disto.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">Despedir-se é difícil, mas é uma lei da vida. Cedo ou tarde todos iremos alçar voo para viver novas experiências, crescer e, em alguns casos, formar nossas próprias famílias. Despedir-se não é sinônimo de perder nem de abandonar, nem sequer implica solidão. Despedir-se é avançar, mudar, se transformar e amadurecer.</p>
<p class="western" lang="pt-BR" style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/</p>
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		<title>Da frustração à Compulsão</title>
		<link>https://casule.com/blog/da-frustracao-compulsao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 19:19:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo da nossa vida é frequente experienciarmos frustrações, que nos deixam com elevada ansiedade. Vivemos frustrações nos relacionamentos, no trabalho, em sociedade, etc. Normalmente as frustrações sentem-se quando as expectativas não são correspondidas e não se podem satisfazer determinados desejos. Perante isto, busca-se alguma forma de prazer como tentativa de substituir as sensações decorrentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong>Ao longo da nossa vida é frequente experienciarmos frustrações, que nos deixam com elevada ansiedade. Vivemos frustrações nos relacionamentos, no trabalho, em sociedade, etc.</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Normalmente as frustrações sentem-se quando as expectativas não são correspondidas e não se podem satisfazer determinados desejos. Perante isto, busca-se alguma forma de prazer como tentativa de substituir as sensações decorrentes da frustração (angustia, desilusão, impotência, raiva, medo, culpa, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Esta busca de prazer pode materializar-se em comportamentos compulsivos quando existe uma tentativa de controle da expressão destes impulsos e a necessidade de satisfação dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na compulsão predomina uma grande ansiedade e uma vontade incontrolável de ter prazer, que ao ser satisfeito alivia a tensão. Por vezes, por detrás da compulsão existe um parente próximo: a obsessão, que são os pensamentos/ideias que se repetem persistentemente na mente e que levam ao ato da compulsão.</p>
<p style="text-align: justify;">Surgem assim sensações químicas no nosso organismo que podem ser obtidas por ingestão de substancias químicas como as drogas, álcool, cigarros, certos alimentos como o chocolate, ou pela produção de hormonas e neurotransmissores gerados por certas experiências como compras, festas, sexo, desportos radicais, etc. Estas sensações e experienciais produzem prazer e promovem o alívio da ansiedade, angustia ou frustração.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo: “perdi o meu emprego, então vou beber álcool” ou “terminei o meu namoro, então vou às compras para me sentir melhor”</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as frustrações são temporárias e as pessoas conseguem satisfazer os seus desejos de outra forma; não há compulsão. Mas quando a frustração se prolonga no tempo e os comportamentos compensatórios se tornam frequentes, então aparece a compulsão, pois faça o que fizer a sensação de frustração, ansiedade e tensão não diminui com o passar do tempo</p>
<p style="text-align: justify;">A origem dos comportamentos compulsivos ainda não está totalmente esclarecida. Mas os estudos apontam para a combinação de vários fatores, entre eles, alterações nos níveis da serotonina (neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar e satisfação), dificuldades de lidar com a frustração e de se proporcionar prazer.</p>
<p style="text-align: justify;">A família também é fator decisivo no desenvolvimento de compulsões, seja pela influência hereditária, no caso da compulsão por álcool e algumas drogas, seja em função da educação, clima emocional e qualidade dos relacionamentos, que podem favorecer o surgimento de compulsões relacionadas a comportamentos, como sexo, compras, trabalho, jogo, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências dos comportamentos compulsivos podem ser devastadores, criando um ciclo vicioso que agarra o indivíduo nas suas teias, impedindo-o de viver livre. Este ciclo vicioso de ansiedade-obtenção de prazer-ansiedade pode tornar-se tão intenso ao ponto controlar por completo a vida de uma pessoa. Se inicialmente este ciclo se inicia como forma de controlo da frustração, é a própria compulsão que passa assim a controlar a vida, podendo levar a um desgaste extremo, tanto físico como psicológico. Este desgaste alarga-se à família, ao trabalho e a todos os sistemas envolventes, podendo tornar-se num bloqueador perpétuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os primeiros passos para ajuda-lo a sair deste ciclo são:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Reconheça o problema e que sua vida está fora de controle<br />
2. Admita a impotência para na sua própria força resolver o problema<br />
3. Desenvolva novos hábitos e atitudes<br />
4. Aprenda a viver um dia de cada vez<br />
5. Contacte ajuda especializada na Oficina de Psicologia, pois existem técnicas psicoterapêuticas específicas e eficazes que o poderão ajudar!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://oficinadepsicologia.com/da-frustracao-a-compulsao</p>
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		<title>O perigo de aceitar como normal aquilo que nos causa sofrimento</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-perigo-de-aceitar-como-normal-aquilo-que-nos-causa-sofrimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 19:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós temos medo de sofrer acontecimentos “traumáticos” na vida. E muitas vezes, esse medo direciona a nossa vida para bem longe dos conflitos. E assim, à medida que tentamos evitar situações estressantes, que podem nos causar sofrimento (acidente, doença, divórcio, brigas, perdas, conflitos ou situações de guerra), ocorrem em nosso ambiente outras situações que parecem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós temos medo de sofrer acontecimentos “traumáticos” na vida. E muitas vezes, esse medo direciona a nossa vida para bem longe dos conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, à medida que tentamos evitar situações estressantes, que podem nos causar sofrimento (acidente, doença, divórcio, brigas, perdas, conflitos ou situações de guerra), ocorrem em nosso ambiente outras situações que parecem mais tranquilas.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, diversos estudos sobre o estresse e seus impactos na vida diária (Sandin e Choroit, 1991), demonstram que são os pequenos estresses do dia a dia que causam um maior número de problemas mentais</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são os problemas que nos afetam diariamente?</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas rotinas diárias em nossa vida que podem estar afetando nossa saúde física e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">As rotinas diárias são aceitas pelo compromisso social, pelo hábito, necessidade, medo da mudança ou obrigação. Na maioria das vezes isso acontece inconscientemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Citamos aqui alguns fatores que, com o passar do tempo, podem nos afetar. Se você lida com eles, é conveniente fazer uma mudança ou colocar um ponto final.</p>
<p style="text-align: justify;">– Atitudes superprotetoras.</p>
<p style="text-align: justify;">– Ciúmes do parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Conflitos no trabalho, no casamento, com familiares ou amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">– Problemas de comunicação com os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">– Brigas e gritos que não o deixam descansar.</p>
<p style="text-align: justify;">– Isenção de responsabilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">– Acúmulo de tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça de que, dependendo da pessoa, a situação pode ser mais ou menos estressante.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Reflita: <em>até que ponto isto que aceito como normal está me prejudicando como pessoa?</em></h2>
<p style="text-align: justify;">É correto permitir que meu espaço seja desrespeitado continuamente? Qual é o limite e como lidar com tudo o que me desagrada?</p>
<h2 style="text-align: justify;">As consequências dos pequenos estresses diários</h2>
<p style="text-align: justify;">Esses pequenos problemas muitas vezes passam despercebidos até que se manifestam de forma mais evidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Sentimos impotência e culpa por percebermos que muitas dessas coisas desagradáveis já nos fizeram bem. Esse sentimento é normal quando tentamos enfrentar e acabar com um problema; muitas coisas mudam e outras permanecem estáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é perceber que o nosso ambiente é favorável a nós, e não hostil.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto não tem nada a ver com a sua capacidade de sacrifício, luta e entrega. É uma questão de inteligência emocional.</p>
<blockquote>
<div class="quote-text"></div>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Do contrário, esse sentimento de impotência frente aos estressores vai se tornar crônico, nos tornaremos mal humorados e não conseguiremos realizar mudanças produtivas em nossa vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas rotinas diárias serão prisões para nossos sentidos e desejos, e até a depressão pode aparecer como consequência desses pequenos “problemas diários”.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, faça uma pausa, tente encontrar momentos de descanso e relaxamento para recuperar as forças e seguir em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Relaxar nos ajuda a renovar, a voltar  com mais energia e com os pensamentos e as ideias mais claras.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-perigo-de-aceitar-como-normal-aquilo-que-nos-causa-sofrimento/</p>
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		<title>Alexitimía &#8211; Emocionalmente mudos</title>
		<link>https://casule.com/blog/alexitimia-emocionalmente-mudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 19:35:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pessoas que têm uma especial dificuldade em identificar e descrever estados emocionais à medida que estes acontecem, e em distinguir os sentimentos das sensações físicas que os acompanham, são apelidadas clinicamente de alexitímicas. Na verdade, o conceito de alexitimia, foi inicialmente proposto por Sifneos (1972) que trabalhava com doentes psicossomáticos, sofreu revisões posteriores, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm uma especial dificuldade em identificar e descrever estados emocionais à medida que estes acontecem, e em distinguir os sentimentos das sensações físicas que os acompanham, são apelidadas clinicamente de alexitímicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o conceito de alexitimia, foi inicialmente proposto por Sifneos (1972) que trabalhava com doentes psicossomáticos, sofreu revisões posteriores, e define-se atualmente através das seguintes dimensões:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>dificuldade a identificar sentimentos e em distinguir entre sentimentos e sensações físicas de estimulação emocional,</li>
<li>dificuldade em descrever sentimentos aos outros,</li>
<li>imaginação diminuída, e</li>
<li>estilo de pensamento ligado ao mundo exterior. (Taylor, Bagby e Parker, 1997)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> Os “alexitímicos podem ter, com posterior reflexão, uma sensação vaga de que estavam sob o domínio de uma forte emoção” (por ex.,  uma tristeza chorosa, ou uma ira raivosa) “mas ficam, em geral,  perdidos quando tentam perceber o que levou essas emoções a manifestarem-se”. Por outras palavras, “não conseguem imaginar o que estimulou o seu  humor, a sua disposição. Quando muito podem ter uma sensação desconfortável de algo que mudou no seu corpo” (por ex., o aumento da frequência cardíaca, o corar ou a sensação de borboletas no estômago), e quando pressionados a descrever os seus sentimentos, “os alexitímicos não têm palavras para oferecer, e podem atrapalhar-se, avançar com um resposta forjada ou simplesmente mudar de assunto.”</p>
<p style="text-align: justify;">É frequente o indivíduo “interpretar erradamente a expressão física da emoção como uma expressão física de doença, por exemplo, as lágrimas no rosto tornam-se, não tristeza, mas um defeito no canal lacrimal; o coração acelerado de paixão, uma válvula defeituosa; ou um aperto de ansiedade no estômago, uma apendicite.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para estas pessoas  os “estados emocionais podem ser atribuídos a influências adversas de ambiente, como uma mudança no barÔmetro, tóxicos no ar, ou um colchão desconfortável. É como se houvesse um elo perdido que permitiria que à imaginação formar uma imagem da situação emocional para a mente trabalhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante uma mais clara compreensão desta perturbação, até porque suscita um deficit  comunicacional, de percepção de si e dos outros, com tremendo impacto em toda a esfera relacional (parentalidade, relações conjugais, relações profissionais, etc.), e entender que nestas pessoas  as manifestações emocionais surgem muitas vezes travestidas de uma forma somática, e as emoções são geralmente” indiferenciadas, vagas e inespecíficas”.  Não deve ser confundida com outras perturbações ( por ex., com a psicopatia/sociopatia, a perturbação de personalidade esquizóide, o estoicismo, e repressão das emoções, a alexitimia masculina normativa, a vergonha e a apatia da fobia social), o que nem sempre é fácil. Também é aconselhável algum cuidado de diagnóstico diferencial, na medida em que subsistem conceitos próximos que se sobrepõem parcialmente a este e co-morbilidades a ter em conta (autismo e síndrome de Asperger, compulsividade obsessiva, perturbações alimentares, perturbações de stress pós traumático, perturbações de personalidade, perturbações depressivas e de ansiedade, perturbações psicossomáticas e abuso de substâncias, doenças e lesões físicas)</p>
<p style="text-align: justify;">Entender as causas (biogénicas ou psicogénicas) desta perturbação tão investigada e tantas vezes associada às perturbações psicossomáticas e doenças físicas em geral, é importante para escolher  a psicoterapia mais adaptada a estas pessoas devendo em geral ser orientada para a melhoria do seu bem estar social e psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: See more at: http://www.psicronos.pt/artigos/alexitimia-emocionalmente-mudos_29.html#sthash.gM1Faf3q.dpuf</p>
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		<item>
		<title>O que são os erros de pensamento e como combatê-los</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-sao-os-erros-de-pensamento-e-como-combate-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 20:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos têm de “trabalhar” com a sua mente, ou seja, de refletir ou interpretar o que acontece ao seu redor ou dentro de nós mesmos. Mas o que são os ‘erros de pensamento’? Os seres humanos passam os dias, as horas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O pensamento é o produto mental decorrente da capacidade que todos os seres humanos têm de “trabalhar” com a sua mente, ou seja, de refletir ou interpretar o que acontece ao seu redor ou dentro de nós mesmos. Mas o que são os ‘erros de pensamento’?</p>
<p style="text-align: justify;">Os seres humanos passam os dias, as horas e a vida toda pensando. Avaliamos o que nos acontece, pensamos em coisas sem importância e até mesmo abstratas. Muitas vezes temos pensamentos dos quais nos envergonhamos e em outros momentos viajamos com a nossa mente para o passado ou o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem pensamentos que nos fazem sentir emoções insanas que chamamos de pensamentos automáticos negativos ou distorções cognitivas. Nem todos os pensamentos despertam emoções importantes: por exemplo, se eu penso que “há um cão latindo” é muito provável que isso não produza absolutamente nada para mim a nível emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria completamente diferente se eu pensasse que “há um cão latindo” e, em seguida, lhe desse um significado. Por exemplo, se eu imaginar que “o cão está com raiva e pode me atacar”, muda totalmente a situação, porque de acordo com o meu pensamento, a minha sobrevivência ou integridade física correm perigo, então eu desencadeio uma resposta de ansiedade, com tudo o que isso implica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Alguns erros de pensamento típicos</h2>
<p style="text-align: justify;">Há muitas distorções, mas vamos nos concentrar na análise dos erros de pensamento que, as vezes são os mais comuns e podem nos abalar emocionalmente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O erro da adivinhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa distorção ocorre quando tenho certeza sobre o que alguém está pensando ou quando eu acredito que algo vai acontecer e até mesmo “colocaria a mão no fogo”, porque realmente será assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente isso é ilógico, porque ninguém tem a capacidade de prever o futuro, o que as outras pessoas pensam e nem mesmo o que ele próprio pensará ou fará daqui a alguns anos. Então, por que estamos tão certos do que está acontecendo ou vai acontecer? Será que temos uma bola de cristal imaginária que nos diz tudo o que vai acontecer?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pensamento preto-branco</h2>
<p style="text-align: justify;">É um erro muito comum. Muitas vezes consideramos que existe somente o preto e o branco e nos esquecemos do cinza com todas as suas nuances. Quantas vezes dizemos a nós mesmos que nada deu certo porque cometemos um erro? Pergunte a si mesmo: como pode um erro transformar tudo? Será que você não está exagerando um pouco?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes as pessoas acreditam que são o centro do universo, tanto para o bem quanto para o mal, e pensam que os outros dependem exclusivamente delas, do que fazem ou deixam de fazer, de como se vestem, do que dizem, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Como você deve ter deduzido, com este erro levamos tudo para o lado pessoal e, dessa forma, sentimos ansiedade, culpa, timidez, etc.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Evite o catastrofismo</h2>
<p style="text-align: justify;">Você comete este erro quando exagera tanto a realidade, sem provas concretas, que vê ameaças em todos os lugares e pensa em termos do “e se”: E se eu falhar? E se a minha namorada me deixar? E se eu ficar doente? Para todas estas perguntas adicionamos o adjetivo terrível e vivemos como se realmente tivesse acontecido uma catástrofe da qual não conseguiremos nos recuperar.</p>
<h2>Como posso ter um pensamento mais objetivo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Observe que todos esses erros de pensamento são decorrentes de diferentes crenças enraizadas em nosso ser desde a infância. Dessa forma, “ser objetivo” é um processo que exige tempo e esforço, mas pode ajudá-lo a se sentir melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Você se tornará uma pessoa mais racional, cometendo menos erros de pensamento se:</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Interpretar a realidade usando apenas os cinco sentidos</h2>
<p style="text-align: justify;">Só podemos conhecer a realidade através da experimentação; é preciso observar, tocar, degustar, ouvir e cheirar. Não existe um sexto sentido para nos dizer algo mais. Portanto, confie no que você está vivendo no momento presente, com os seus cinco sentidos, porque nesse momento essa é a realidade a que você tem acesso. O que vai acontecer no futuro, ou está ocorrendo em outro lugar ou na mente de outra pessoa, não é a sua realidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pense de forma racional</h2>
<p style="text-align: justify;">Além de usar os cinco sentidos para entender a realidade, você pode se questionar e fazer algumas perguntas a si mesmo. Como eu posso ter tanta certeza de que o meu colega de trabalho me critica? Que provas eu tenho de que terei um acidente de carro? Quais são as chances de contrair uma doença?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esteja consciente de onde vêm esses pensamentos</h2>
<p style="text-align: justify;">Como já dissemos, essas distorções de pensamentos vêm das nossas crenças. Elas são como as raízes de uma árvore, e os erros cognitivos são as suas flores. Analise quais são as suas crenças e perceberá porque comete essas distorções. Você precisa de amor para ser feliz? Você acha que a preocupação ajuda a resolver os problemas? Você acredita que algum tipo de pessoa é má e merece ser punida?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Realize experiências</h2>
<p style="text-align: justify;">Como se fosse um cientista, você deve realizar experiências que irão confirmar ou não se o que você acha é correto ou é tendencioso. Se, por exemplo, você pensa que alguém está falando mal de você pelas costas, terá que armar-se de coragem e perguntar para a pessoa se isso é verdade ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua resposta servirá para perceber se é algo real ou apenas a sua imaginação. Pode ser que esta pessoa minta para você, mas não temos controle sobre isso! Então, vamos nos concentrar no que podemos resolver e esquecer todo o resto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/erros-de-pensamento/</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/o-que-sao-os-erros-de-pensamento-e-como-combate-los/">O que são os erros de pensamento e como combatê-los</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>As 4 leis do desapego para a liberação emocional</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-4-leis-do-desapego-para-liberacao-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 19:15:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade.&#160;A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós&#160;devemos aprender a desenvolver. Praticar o desapego&#160;não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É possível que a palavra desapego lhe cause uma sensação de frieza e egoísmo. Nada está mais longe da realidade.&nbsp;A palavra desapego, compreendida dentro do contexto do crescimento pessoal, é um valor interno precioso que todos nós&nbsp;devemos aprender a desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticar o desapego&nbsp;não significa abrir mão de tudo o que é importante para nós, rompendo vínculos afetivos ou relacionamentos pessoais com aqueles que fazem parte do nosso cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Desapego significa saber amar, apreciar e se envolver nos relacionamentos com uma visão mais equilibrada e saudável, libertando-se dos excessos que o prendem”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Liberação emocional é viver mais honestamente, de acordo com as suas necessidades. Crescer, progredir com conhecimento de causa, sem prejudicar ninguém e não deixando ninguém o limitar.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça abaixo as 4 leis do desapego para a liberação emocional. Vamos praticar?</p>
<h2 style="text-align: justify;">1 – Lei do desapego: você é responsável por si mesmo</h2>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode viver por você. Ninguém pode respirar por você, se oferecer como voluntário para carregar suas tristezas ou sentir suas dores.&nbsp;Você é o arquiteto da sua própria vida e de cada passo que dá em seu caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, a primeira lei que deve ter em mente para praticar o desapego é tomar consciência de que você é totalmente responsável por si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não responsabilize os outros pela sua felicidade. Não imagine que para ser feliz é necessário encontrar o parceiro ideal ou ter o reconhecimento de toda sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a opinião dos outros é a sua medida de satisfação e felicidade, você não vai conseguir nada além de sofrimento. Raramente os outros suprirão as nossas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Cultive sua própria felicidade, seja responsável, maduro, conscientize-se das suas escolhas e consequências e nunca deixe que seu bem-estar dependa da opinião alheia.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;Viva no presente, aceite e assuma a sua realidade</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, não conseguimos aceitar que nesta vida nada é eterno, nada permanece sempre igual; tudo flui e retoma seu caminho. Muitas pessoas estão sempre focadas no que aconteceu no passado, e isso se torna um fardo pesado que carregamos no presente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que seja doloroso, aceite, assuma o passado e aprenda a perdoar. Isso o fará se sentir mais livre e o ajudará a se concentrar no que realmente importa: “o aqui e agora”. Liberte-se!</p>
<h2 style="text-align: justify;">3&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;Liberte-se e permita que os outros também sejam livres</h2>
<p style="text-align: justify;"><em>&nbsp; “Assuma que a liberdade é a forma mais plena, íntegra e saudável de aproveitar e compreender a vida em toda a sua imensidão”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ser livre não nos impede de criar vínculos com os outros. Criar vínculos, amar e ser amado, fazem parte do nosso crescimento pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">O desapego significa que você nunca deve assumir a responsabilidade pela vida dos outros, que eles não podem lhe impor seus princípios e nem tentar prendê-lo. É assim que surgem os problemas de relacionamento e o sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os apegos exagerados nunca são saudáveis. Temos como exemplo aqueles pais obcecados&nbsp;por proteger os filhos, que os impedem de crescer e avançar com confiança para explorar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A&nbsp;necessidade de desapegar-se é fundamental&nbsp;nesses casos; cada um um deve sair dos seus limites de segurança para&nbsp;enfrentar o imprevisto e o desconhecido.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4&nbsp;– Lei do desapego:&nbsp;As perdas irão acontecer mais cedo ou mais tarde</h2>
<p style="text-align: justify;">Devemos aceitar que, nesta vida, nada dura para sempre. A vida, os relacionamentos e até os bens materiais acabam desaparecendo como fumaça, escapando por&nbsp;uma janela aberta ou deslizando através dos nossos dedos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas vão embora, as crianças crescem, alguns amigos somem e perdemos&nbsp;alguns amores… Tudo isso faz parte do desapego. Temos que aprender que isso é normal e enfrentar essa situação com tranquilidade e coragem.</p>
<p style="text-align: justify;">O&nbsp;que nunca pode mudar é a sua capacidade de amar. Comece sempre por você mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/as-4-leis-do-desapego-liberacao-emocional/</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>O Prazer nos Sentimentos Negativos</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim. As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse estranho prazer não é nosso, na verdade, embora pareça que sim.</p>
<p style="text-align: justify;">As emoções negativas que nós guardamos têm uma vida própria. Elas desejam se alimentar. A raiva quer sentir mais raiva, a tristeza quer sentir mais tristeza, a culpa quer sentir mais culpa… Os sentimentos tomam conta dos nossos pensamentos e assumem o controle para que possam se alimentar e se fortalecer.</p>
<p style="text-align: justify;">E são várias as formas que as emoções nos usam para que elas possam se energizar e permanecer dentro de nós. Exemplos: relembrar um diálogo de uma briga que tivemos com alguém, faz-nos sentir a raiva e alimentar essa emoção. Ouvir uma música triste depois de terminar um relacionamento ajuda a alimentar a tristeza. Um diálogo mental interno de autocondenação e recriminação alimenta a culpa que sentimos de alguma situação. Discutir com alguém no dia a dia alimenta a raiva que já sentimos. Ver notícias desagradáveis na televisão alimenta a raiva, tristeza etc.. Fazemos tudo isso de forma inconsciente.</p>
<p style="text-align: justify;">No momento em que esses processos ocorrem, estamos possuídos pelas emoções. Estamos sendo usados por elas. Desavisados, pensamos que somos nós que estamos gerando aqueles pensamentos e sentimentos. São essas emoções que estão se deleitando, sentindo prazer em se perpetuar. Ao mesmo tempo que sofremos com a dor que a emoção provoca, também sentimos o prazer que ela sente por se fortalecer e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela nossa falta de autoconhecimento nos enganamos e nos confundimos com os pensamentos e emoções que passam pela nossa mente e corpo. Achamos que somos essas emoções. Entretanto, elas não fazem parte da nossa verdadeira essência. São energias que passam por nós e que podem ser dissolvidas. Se elas realmente fizessem parte de quem somos, jamais poderiam ser liberadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Guardar raiva, mágoa, rancor, ressentimentos, mesmo que secretamente. Embora essas emoções provoquem sofrimento, elas também nos causam uma sensação de superioridade. Quando sentimos raiva de alguém, dá um sensação de poder, um senso interior de que “eu estou certo” e “o outro está errado”. O ego, que é a nossa identificação com esses pensamentos e emoções, adora sentir que está certo, pois isso lhe causa uma falsa sensação de engrandecimento. O mesmo ocorre quando julgamos e criticamos os outros, mesmo que apenas mentalmente, sentimo-nos também superiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que a raiva e os ressentimentos não sejam expressos, eles continuam no nosso interior criando diálogos mentais conscientes e inconscientes sentindo prazer em se alimentar.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a crença, normalmente oculta, de que estamos punindo a outra pessoa com a nossa raiva. Claro que racionalmente isso não faz sentido. Mas essa é uma das razões que fazem com que as pessoas não queiram perdoar as outras. Elas acham que o perdão seria um prêmio para o outro, ou seja, se elas não perdoam estão de alguma forma punindo quem lhes causou um mal. Perdoar, na verdade, é apenas se libertar de todo rancor, raiva e qualquer outro sentimento negativo com relação a alguma pessoa, e voltar a ficar em paz consigo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">A raiva que está guardada dentro de nós sente um prazer em “punir” o outro, ao mesmo tempo em que ela se alimenta e se fortalece. Todos esses mecanismos são formas de perpetuar o sofrimento coletivo que a humanidade vem acumulando, através do sofrimento individual de cada um ser humano. Esse sofrimento também pode ser chamado de “sombra”. Eckhart Tolle, autor do livro “Um novo mundo, o despertar de uma nova consciência” e do “O poder do agora” chama esse sofrimento de “corpo de dor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada emoção presa dentro de nós é uma parte do corpo de dor, ou da sombra. Somando várias emoções negativas, criamos um corpo de dor cada vez mais denso e pesado. E quanto mais emoções ele acumula, mais domina os nossos pensamentos e ações e tende a se fortalecer ainda mais. É esse corpo de dor acumulado que gera pensamentos negativos, falta de autoconfiança, gera baixa autoestima, e quando se intensifica, acaba dando origem a doenças mais sérias: depressão, ansiedade generalizada, vício por drogas, compulsões, obesidade etc…</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.eftbrasil.com.br/o-prazer-nos-sentimentos-negativos/</p>
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