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	<title>consumismo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Apego a bens materiais sinaliza autoestima em baixa</title>
		<link>https://casule.com/blog/apego-bens-materiais-sinaliza-autoestima-em-baixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2017 20:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crianças e adolescentes são mais vulneráveis ao mal Ter uma vida confortável e sem preocupações financeiras é um desejo quase universal. No entanto, a vontade exacerbada em ter roupas de grife, equipamentos eletrônicos de última geração, produtos e serviços caros e luxuosos não segue a mesma lógica e podem sinalizar um problema: autoestima em baixa. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: left;">Crianças e adolescentes são mais vulneráveis ao mal</h2>
<p style="text-align: left;">Ter uma vida confortável e sem preocupações financeiras é um desejo quase universal. No entanto, a vontade exacerbada em ter roupas de grife, equipamentos eletrônicos de última geração, produtos e serviços caros e luxuosos não segue a mesma lógica e podem sinalizar um problema: autoestima em baixa. O mal da sociedade moderna, em que o status é valorizado pelo consumo e exclusividade, atinge principalmente crianças e adolescentes, segundo estudo feito nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com os estudiosos, a autoestima é um fator essencial no apego aos bens materiais. Crianças e jovens com baixa autoestima valorizam suas posses muito mais que as crianças confiantes. &#8220;Possuir coisas é um amuleto no reforço da autoestima. Os bens materiais ajudam a neutralizar a ansiedade e as inseguranças que sofremos em diferentes graus no dia a dia. Quanto mais temos, desencadeamos nas pessoas sentimentos que misturam admiração e inveja. E este é o componente principal do narcisismo</p>
<h2 style="text-align: left;">Valores invertidos</h2>
<p style="text-align: left;">O estudo aponta que o apego a bens materiais, como ursinhos de pelúcia, dinheiro e artigos esportivos, é mais valorizado que estar com os amigos, ter sucesso nos esportes ou ajudar o próximo, entre as faixas de 8 a 9 anos e 12 e 13 anos, mas cai  a partir dos 14 anos, quando os motivos para a diminuição da autoestima estão mais relacionados ao período de transformações do corpo e valorização social entre amigos. &#8220;Um indivíduo que consegue ter sucesso passa a ser visto como alguém com capacidade superior e por isso ganha o respeito do grupo. Assim, os bens se tornaram a base para a aprovação e para a autoestima..</p>
<p style="text-align: left;">Este comportamento explica o motivo para que tantas pessoas busquem desesperadamente mostrar sinais de riqueza aos outros, ainda que não possuam recursos,esse comportamento demonstra pouco desenvolvimento pessoal e imaturidade.</p>
<h2 style="text-align: left;">Prevenção contra o narcisismo</h2>
<p style="text-align: left;">Especialistas são unânimes em eleger o consumismo como um dos grandes vilões da vida moderna. Além de instabilidade financeira, o mal pode interferir na saúde psíquica das pessoas, levando os indivíduos a um quadro depressivo,os cuidados para evitar o dano devem começar ainda na infância. Ensinar as crianças que não podem ter tudo evita que elas venham a se tornar adultos narcisistas.</p>
<p style="text-align: left;">É comum ceder aos caprichos dos filhos e confundir a atitude com amor. No entanto, ele alerta que as crianças, na verdade, pedem atenção e reconhecimento dos pais, ou seja, algo que pode ser dado de forma natural e que não gera gastos. Orientar e demonstrar carinho ajuda a desenvolver a autoconfiança e consequentemente aumenta a autoestima,A manutenção do narcisismo das crianças vai refletir na vida adulta. &#8220;Educar é a melhor jeito de não formar um adulto arrogante, com ego inflado.</p>
<p style="text-align: left;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12847-apego-a-bens-materiais-sinaliza-autoestima-em-baixa</p>
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		<title>Os acumuladores compulsivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-acumuladores-compulsivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 20:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#fobia]]></category>
		<category><![CDATA[acumulador compulsivo]]></category>
		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se cercar de objetos inúteis. Por isso, eles não desenvolvem critérios para dizer o que guardar e o que não guardar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="">O assunto seria apenas uma anedota se não fosse algo sério, pois esse exercício incessante de guardar tudo pode levar a problemas sérios de saúde e convivência. Além disso, é um claro sintoma de que algo não vai bem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A figura dos acumuladores compulsivos no mundo não é negligenciada. Estima-se que ao menos 4% de toda população apresente sintomas de desordem, o que equivale a mais ou menos umas 300 milhões de pessoas no mundo. Por que algumas pessoas amontoam seu entorno com objetos insignificantes a ponto de empobrecerem sua qualidade de vida e colocarem em risco sua saúde?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A origem dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">Na verdade não existe um total acordo entre os especialistas sobre os fatores que desencadeiam a acumulação compulsiva. O que há de consenso é o fato de que se trata de um sintoma que merece atenção e, eventualmente, um grande tempo de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança estabelece um certo controle sobre seus pais, a partir da maneira como visita o banheiro. Em sua mente infantil. as fezes são um presente que dá ou retém, de acordo com o vínculo que ela estabeleceu com seus progenitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A retenção é uma característica que pode ficar afixada na personalidade nessa etapa. De uma ou de outra maneira, expressa um impulso agressivo contra seus pais que fica reprimido, mas logo se manifesta através da acumulação ou da avareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros enfoques indicam que a acumulação compulsiva é um comportamento defensivo, diante de ameaças imaginárias. O acumulador parte da ideia de que não deve tirar um objeto porque, mais adiante, ele poderá fazer falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém entende como é que um pedaço de papel rasgado e sem importância pode chegar a fazer falta a alguém, mas o acumulador pensa que “nunca se sabe”. Na verdade, ele está experimentando um forte sentimento de insegurança diante as mudanças.</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CKjn06L__tICFdEMkQodA6EONQ"></div>
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<p style="text-align: justify;">Também existe o caso de quem acumula em resposta a um trauma. Talvez essa pessoa tenha passado por uma situação na qual tenha ficado completamente sem nada e tem medo de que isso aconteça novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há quem guarde lembranças como uma espécie de evidência. <span id="result_box" class="short_text" lang="pt"><span class="">Isto acontece</span> porque está carregado com uma culpa inconsciente e quer testemunhar a seu favor. Neste caso, a acumulação opera como uma necessidade inconsciente de juntar provas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Características dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">O acumulador compulsivo, muitas vezes, também é um comprador compulsivo. Não pode ver nada em oferta porque, imediatamente, sente que tem que adquiri-lo, simplesmente pelo fato de estar mais barato. Não importa se é algo de que necessite ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que também sejam pessoas solitárias. Em parte, sua obsessão por acumular deve-se também a uma certa fantasia de substituir a companhia pelos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm dificuldades para se desfazer dos objetos de que não necessitam experimentam essa desapropriação como uma autêntica perda. Chegam a sofrer um verdadeiro luto se precisarem se separar das coisas que formam seu mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O drama da acumulação compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">A situação pode chegar a níveis graves, como o conhecido caso dos irmãos Collyer, que ocorreu nos Estados Unidos em 1947. Os vizinhos alertaram a polícia porque havia muito tempo que não viam os irmãos saírem de sua casa nem darem nenhum sinal de vida. As autoridades não puderam entrar casa nem pela porta nem pelas janelas, devido a enorme quantidade de objetos que impediam o acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, só puderam abrir uma entrada pelo terraço. Eram tantos objetos que haviam por todas as partes que demoraram 6 horas até encontrarem o primeiro cadáver. O segundo só foi encontrado 18 dias depois, apesar de estar a poucos metros do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos irmãos havia sido morto pelo desabamento de milhares de livros e jornais que caíram sobre ele. O outro irmão, que era cego e paralítico, morreu mais tarde de fome e sede, pois não conseguiu buscar água e comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos menos graves, a acumulação compulsiva leva a uma desordem monumental em sua casa ou seu escritório. Às vezes isso facilita a aparição de pragas, pois não se consegue fazer uma limpeza correta da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há um método específico para tratar o caso dos acumuladores compulsivos, mas é verdade que são pessoas que precisam de ajuda profissional para esclarecer o que há por trás desse desejo de não se separar do velho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/acumuladores-compulsivos/</p>
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		<title>Consumismo compulsivo!</title>
		<link>https://casule.com/blog/consumismo-compulsivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2015 17:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 1. O que leva a uma pessoa a acumular muitos objetos?  A pessoa passa a acumular objetos, muitas vezes na tentativa de preencher espaços vazios como se estivesse preenchendo algo dentro de sim mesmo, mas não percebe que este espaço vazio dentro de si nunca é preenchido e precisa sempre de mais e mais. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;">1. O que leva a uma pessoa a acumular muitos objetos?</h2>
<div style="text-align: justify;"> A pessoa passa a acumular objetos, muitas vezes na tentativa de preencher espaços vazios como se estivesse preenchendo algo dentro de sim mesmo, mas não percebe que este espaço vazio dentro de si nunca é preenchido e precisa sempre de mais e mais. A pessoa chega em um ponto onde ela não consegue diferenciar o que pode jogar fora e o que realmente é necessário jogar fora, ela olha para o objeto como se ele tivesse vida ou sentimento e fosse sofrer caso ela o jogo fora.</div>
<div style="text-align: justify;">Muitas pessoas às vezes por algum trauma constroem como se fosse um “ninho” para se proteger, ou melhor, onde se sintam protegidas de tudo e todos</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">2. Como se difere a compulsão de um consumo exagerado?</h2>
<div style="text-align: justify;"> O TOC Colecionismo também pode levar o indivíduo ao consumo exagerado, isto é, comprar coisas que não será utilizada, coisas sem necessidades. A compulsão começa aí onde o indivíduo já perdeu o controle e se deixar levar pelo impulso da compra e o desejo de suprir suas necessidades que ele mesmo não sabe do que.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">3. Como é o tratamento?</h2>
<div style="text-align: justify;"> O tratamento indicado para este tipo de transtorno é o tratamento farmacológico (psiquiatria) e psicoterápico (psicologia), a psicoterapia mais indicada é a TCC (Terapia Comportamental Cognitiva), através da psicoterapia é que será possível conhecer o indivíduo e todas suas histórias de contingências a qual levaram o mesmo a se comportar de tal forma, só a partir de então que começam as intervenções e implementação de novos repertórios e modelagens de novos comportamentos. É importante lembrar que não é um tratamento simples é necessário o acompanhamento multidisciplinar e o mais importante é o empenho do indivíduo para redescobrir-se.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">4. A sociedade de consumo pode estimular esse transtorno ou não?</h2>
<div style="text-align: justify;"> Na verdade todos nós somos sugestionais, o que às vezes nos deixamos levar por consumos exagerado. O importante é sempre nos vigiarmos para que não deixemos o externo controlar nossos comportamentos, e sim para que nós mesmos conseguíssemos controlá-lo. Nós devemos controlar nossa mente e não nossa mente nos controlar.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">5. Existem graus de colecionismo? Por exemplo, a pessoa que tem uma gavetinha de objetos pode evoluir para uma que tenha uma casa cheia de objetos?</h2>
<div style="text-align: justify;"> Sim, é possível que esta gavetinha tome conta da casa toda, é como se fosse um vício, no início um pouco satisfaz, quando o organismo se acostuma precisa de mais e mais. O importante é perceber-se sempre, e se conhecer alguém com uma gavetinha é importante buscar tratamento logo no início só assim a evolução de transtorno se interrompe e fica mais fácil e rápido o tratamento.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/consumismo-compulsivo.html</div>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/consumismo-compulsivo/">Consumismo compulsivo!</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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