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	<title>conflitos - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Relacionamentos conjugais conflituosos</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/relacionamentos-conjugais-conflituosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 15:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário dos relacionamentos conjugais vem passando por um aumento significativo no número de divórcios e separações. Diversos são os fatores responsáveis por este acontecimento que pode impactar a saúde psíquica dos parceiros. A ideia que cada um dos companheiros leva para o relacionamento, suas expectativas e crenças formadas ao longo da vida, influenciam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário dos relacionamentos conjugais vem passando por um aumento significativo no número de divórcios e separações. Diversos são os fatores responsáveis por este acontecimento que pode impactar a saúde psíquica dos parceiros.</p>
<p>A ideia que cada um dos companheiros leva para o relacionamento, suas expectativas e crenças formadas ao longo da vida, influenciam a convivência a dois, muitas vezes de modo prejudicial.</p>
<p>Quando duas perspectivas diferentes acerca de um mesmo assunto se encontram, é natural a existência de discordância e o casal precisa encontrar a melhor solução para lidar com este fato que, não necessariamente, é um problema, a fim de que as duas visões se somem formando uma nova perspectiva enquanto casal.</p>
<p>Conforme a terapia cognitivo-comportamental, mais especificamente o modelo cognitivo de Beck, fatores cognitivos, emocionais e comportamentais têm influência direta no estilo de vida e na qualidade das relações interpessoais. Estes fatores muitas vezes encontram-se distorcidos da realidade e tornam-se disfuncionais, causando prejuízos em várias esferas da vida.</p>
<p>Nos relacionamentos conjugais isto não é diferente. Uma vez que o processamento cognitivo de cada um dos parceiros é influenciado por seus esquemas e seus sistemas de crenças, suas interpretações e respostas emocionais e comportamentais podem se manifestar de maneira desproporcional gerando conflitos.</p>
<p>Padrões distorcidos de interpretação da realidade, o que chamamos de distorções cognitivas, tais como a leitura mental e a atenção seletiva, acontecem constantemente.</p>
<p>Nestes casos, é possível ilustrar com alguns exemplos como uma pessoa que pede ao marido que realize determinada tarefa e o mesmo não a faz naquele exato momento, pois já está ocupado com outra coisa, mas imediatamente a mulher pode ter o pensamento automático de que ele nunca atende aos seus pedidos, sem perceber o motivo real pelo qual o marido não a atendeu naquele momento, bem como esquecendo-se de todas as vezes em que o companheiro se mostrou prestativo.</p>
<p>Do mesmo modo, um homem que possui a crença de que não pode ser amado, perturba-se diante de uma situação em que não encontra a atenção desejada de sua parceira que acaba de chegar do trabalho e pensa que, se não recebeu a atenção esperada, logo não é amado e diante disso reage dando respostas ásperas, sendo incapaz de perceber o cansaço daquela que acabou de chegar.</p>
<p>No nível das emoções, sentimentos prevalentes de tristeza, raiva e insatisfação, entre outros, tendem a influenciar negativamente o relacionamento, provocando cognições e comportamentos disfuncionais. Com raiva, uma situação pequena, aparentemente sem importância, pode ser interpretada de forma exagerada resultando em expressões agressivas.</p>
<p>Quanto aos comportamentos que interferem na qualidade das relações conjugais, os problemas na comunicação são apontados como um dos mais prejudiciais. Sabendo que a premissa básica da comunicação é saber ouvir quando o outro fala, ela não deveria ser algo difícil nos relacionamentos, mas acontece que muitas vezes é deficitária e vem permeada por alguns pontos gatilhos para maus entendimentos, como aborrecimentos e discussões constantes, bem como pela interpretação errada daquilo que está sendo falado.</p>
<p><strong>Falta de habilidades de comunicação pode gerar grandes danos ao casamento.</strong></p>
<p>Considerando todos estes fatores, o casal que os identificam em suas relações, percebendo que são relações conflituosas, deve conscientizar-se da busca de ajuda a fim de melhorar o relacionamento e evitar o surgimento de transtornos psíquicos como a depressão e a ansiedade.</p>
<p>A terapia cognitivo-comportamental é considerada de grande utilidade e muito eficaz para casais em desarmonia, pois concentra sua ação em cada um destes elementos e em suas interações, visando uma reestruturação dos processos de pensamento e outras cognições inadequadas, o melhor manejo das emoções e dos comportamentos disfuncionais como a comunicação e a busca de estratégias adequadas de resolução de conflitos.</p>
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		<title>Relação de Pais com Estudantes</title>
		<link>https://casule.com/blog/relacao-de-pais-com-estudantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 22:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#estresse]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[compreensão]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presença da ansiedade nos alunos que vão prestar vestibular é indiscutível. Porem, Além da ansiedade dos estudantes, nos deparamos também com a dos pais, que acompanham de perto toda a trajetória, e tentam auxiliar ao máximo seus momentos de dificuldade e sofrimento. Porém, muitos, ao invés de ajudar, acabam por atrapalhar ou apavorar os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A presença da ansiedade nos alunos que vão prestar vestibular é indiscutível. Porem, Além da ansiedade dos estudantes, nos deparamos também com a dos pais, que acompanham de perto toda a trajetória, e tentam auxiliar ao máximo seus momentos de dificuldade e sofrimento. Porém, muitos, ao invés de ajudar, acabam por atrapalhar ou apavorar os filhos.</p>
<p>Essa situação acontece em grande parte das vezes de forma não intencional. É de suma importância que os pais saibam lidar com esse momento, tentando ao máximo minimizar o estresse, medo e ansiedade dos vestibulandos.</p>
<p>Temos hoje vários motivos que levam a desentendimentos entre pais e filhos nesse momento, como: a escolha da profissão, morar ou não fora de casa, sair ou não aos finais de semana, etc. A escolha da profissão sem dúvidas preocupam os pais.</p>
<p>As vezes os pais querem que o filho siga seu caminho, dê continuidade ao que foi construído pela família, mas ao mesmo tempo muitos pais não querem que os filhos sigam seus passos, talvez por decepção com a carreira escolhida ou por não ser uma profissão aparentemente tão reconhecida.</p>
<p>A questão de morar ou não sozinho também incomoda os pais. Muitas vezes é difícil entender que o filho precisa crescer, caminhar “com as próprias pernas”, o que é extremamente compreensível. Em alguns casos também os filhos se encontram em um momento de descoberta e morar sozinho pode ser para os pais sinônimo de bagunça e festas. Porém, a maior e mais frequente queixa por ambas as partes é a respeito dos finais de semana.</p>
<p>Os pais acham que os filhos precisam ficar em casa estudando o tempo todo e que sair de casa significa que o filho não está “estudando nada”. Já na visão dos filhos, eles precisam se distrair um pouco já que passaram a semana toda estudando.</p>
<p>Enfim, como pode ser observado são muitas as questões que geram conflitos familiares no momento do vestibular e nesses momentos algumas dicas são fundamentais. É de extrema importância que os alunos consigam descansar a mente (com moderação) e isso precisa ser um consenso entre pais e filhos. É preciso uma compreensão de ambas as partes e lembrar sempre que o foco principal é a aprovação no vestibular e que para isso será necessário abrir mão de algumas coisas.</p>
<p>A decisão do filho sobre a profissão escolhida é crucial e esta precisa ser respeitada, porém deve ser feita com as devidas orientações, auxílios e conselhos. Esse momento exige união e compreensão para que tenha um futuro de sucesso.</p>
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