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	<title>conflitos de família - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>conflitos de família - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Meu filho(a) é gay. E agora?</title>
		<link>https://casule.com/blog/meu-filhoa-e-gay-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos de família]]></category>
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		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[homossexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez uma paciente chega ao consultório chorando desesperadamente. Começou a falar sobre seu filho e contar histórias sobre a infância dele e do irmão mais novo. Por um segundo, diante de sua fala, entendi que seu filho havia morrido de uma tragédia repentina. Mas após mais algumas palavras, seu relato se conduzia para uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Certa vez uma paciente chega ao consultório chorando desesperadamente. Começou a falar sobre seu filho e contar histórias sobre a infância dele e do irmão mais novo. Por um segundo, diante de sua fala, entendi que seu filho havia morrido de uma tragédia repentina. Mas após mais algumas palavras, seu relato se conduzia para uma triste notícia semelhante a uma doença gravíssima, sem chances de cura ou tratamento. Essa mãe estava me dizendo que, naquela semana, ela havia descoberto que seu filho mais velho é gay. A todo tempo se questionava sobre suas atitudes durante a infância das crianças, e não conseguia encontrar razões para isso ter acontecido. Dizia, no meio de muito choro, sobre sua total dedicação na criação dos filhos, boas escolas, viagens em família. Não demonstrava, em nenhum momento, ¨raiva¨ do filho, mas sim, uma grande frustração quanto ao seu papel de mãe.</em><br></p>



<p>Se você, pai ou mãe, está na mesma posição desta paciente, a primeira coisa que eu venho te dizer é que você não fez nada de errado! Não procure onde você errou, ou quando mimou demais, ou quando tratou diferente, ou o que fez e o que não fez. A homossexualidade não é algo errado, então a ¨culpa¨ não é de ninguém. Ninguém errou!<br></p>



<p>Descobrir que um filho(a) é homossexual é algo muito desconfortável. Se o seu filho te contou, ou se você descobriu, não importa. Seu sofrimento, suas dúvidas, e seus questionamentos são totalmente comuns e aceitáveis.</p>



<p>Mas você já se deu conta do quanto é desconfortável para o seu filho SE descobrir homossexual?<br></p>



<p>A descoberta pela homossexualidade não é apenas um desejo de novas experiências. Não é apenas uma aventura de adolescente. Não tem nada a ver com religião, com má criação ou revolta.<br></p>



<p>Nesse texto eu te convido a refletir sobre o quanto foi difícil para seu filho(a) entender seus próprios sentimentos. Sobre o quanto foi angustiante para ele se ver como ¨o diferente¨. E o quanto ele provavelmente sofreu sozinho por isso.<br></p>



<p>Frequentemente vejo jovens homossexuais com ressentimentos e angústias sobre seu próprio corpo. Jovens que se cobram para estar em uma sociedade que os recrimina, que os violenta, que os menospreza. E em meio a tantos relatos tristes, percebo que o início das agressões verbais, e até mesmo físicas, começou em casa.<br></p>



<p>Seu filho(a) homossexual não deixou de ser a criança que você criou.</p>



<p>Seu filho homossexual continua sendo a criança que você ensinou a andar de bicicleta, ou que você ensinou a jogar futebol. Sua filha homossexual ainda é a criança amável e cheia de carinho pelas bonecas.<br></p>



<p>Seu filho não deixou de ser seu filho por ser homossexual.</p>



<p>E você não deixou de ser pai ou mãe do seu filho.<br></p>



<p>É comum que você se sinta triste, que você chore e que você se questione. Eu te entendo!</p>



<p>E o seu filho(a) também entende essa sua dor!<br></p>



<p>Porém, as expectativas de um casamento heterossuexual são tão abusivas quanto expectativas profissionais. Se você impõe ou exige ao seu filho que ele se case com uma pessoa do sexo oposto, você está agindo da mesma forma que aquele pai/mãe que exige que o filho faça medicina quando ele tem o sonho e o interesse de fazer filosofia. Neste caso, eu te convido a cuidar das suas próprias expectativas, ao invés de exigir que ele(a) as corresponda.<br></p>



<p>Ser pai ou mãe de um homossexual não é uma tarefa fácil. Pode ser tão difícil quanto ser homossexual.</p>



<p>As dúvidas em relação ao futuro, a vergonha do que as pessoas vão pensar e vão dizer sobre o seu filho(a), as piadinhas da família e dos amigos vão continuar acontecendo. É impossível impedir que nossos filhos sofram. Mas é possível ser o apoio e o acalento do seu filho(a) quando a sociedade os fizer sofrer.<br></p>



<p>Se ele não puder chorar no seu colo, onde mais ele vai?<br></p>
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		<title>Distimia: O mau humor crônico</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/distimia-o-mau-humor-cronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 15:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos de família]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[distimia]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mau humor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você conhece alguém que está sempre de mau humor, reclama com frequência da vida, sente-se cansado o tempo todo e apresenta uma visão pessimista do mundo. Além disso, vive-se queixando que é azarado, está sempre desinteressado e tem um “gênio difícil”. Portanto, se você conhece alguém com essas características, ela/ele pode ser um portador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você conhece alguém que está sempre de mau humor, reclama com frequência da vida, sente-se cansado o tempo todo e apresenta uma visão pessimista do mundo. Além disso, vive-se queixando que é azarado, está sempre desinteressado e tem um “gênio difícil”. Portanto, se você conhece alguém com essas características, ela/ele pode ser um portador de <strong>Distimia</strong>.</p>
<p>O transtorno distímico é de natureza crônica e caracteriza-se por humor deprimido ou perda de interesse em quase todas as atividades usuais, embora a intensidade dos sintomas não seja suficiente para preencher os critérios de Depressão.</p>
<h3>A característica essencial deste transtorno é um humor depressivo que ocorre na maior parte do dia, na maioria dos dias, por pelo menos dois anos.</h3>
<p>É comum que as pessoas que sofrem com a Distimia apresentem os seguintes sintomas:</p>
<ul>
<li><strong>Apetite diminuído ou alimentação em excesso;</strong></li>
<li><strong>Insônia ou hipersonia (excesso de sono);</strong></li>
<li><strong>Baixa energia ou fadiga;</strong></li>
<li><strong>Baixa autoestima;</strong></li>
<li><strong>Concentração falha ou dificuldade em tomar decisões;</strong></li>
<li><strong>Sentimentos frequentes de desesperança;</strong></li>
<li><strong>Mau humor frequente;</strong></li>
<li><strong>Costume de fazer críticas em excesso;</strong></li>
<li><strong>Angústia e insatisfação;</strong></li>
<li><strong>Irritabilidade;</strong></li>
<li><strong>Isolamento Social.</strong></li>
</ul>
<p>Além disso, essas pessoas tem a tendência a apresentar distorções cognitivas (erros sistemáticos na percepção e no processamento de informações) que fazem com que elas estruturem suas experiências de forma inflexível, o que resulta em erros de interpretação quanto ao desempenho pessoal e ao julgamento das situações externas. Um exemplo dessas distorções é a inferência arbitrária, quando essas pessoas tiram conclusões antecipadas e com poucas evidências de determinada situação.</p>
<p>É comum que isso se transforme em pensamentos negativos sobre si mesmo, como “As pessoas não apreciam meu trabalho” ou “ Não sou valorizada” e na visão negativa do futuro, o que pode estar vinculado ao grau de desesperança: “As coisas nunca vão melhorar”, “Nunca vou servir para nada” ou “Nunca serei feliz”.</p>
<h3>A Distimia também pode acometer crianças e adolescentes, neste caso, deve-se estar atento ao baixo rendimento escolar, a comportamentos antissociais ou a temperamentos explosivos.</h3>
<p>Não há um consenso sobre quais são as causas da Distimia, já que há uma gama de mecanismos envolvidos como hereditariedade, temperamento, fatores de vida e estressores biológicos.</p>
<p>Alguns fatores de predisposição têm sido apontados, como relações familiares complicadas na infância, separação dos pais, pais agressivos ou distímicos, histórico familiar de Transtornos Depressivos, de Ansiedade e de Personalidade, doenças incapacitantes e limitações físicas como cegueira, surdez, amputações, lesões de medula, dificuldades de locomoção ou reações duradouras provocadas por quadros de estresse pós-traumático.</p>
<p>Lembrando que é perfeitamente normal sentir-se triste, chateado ou infeliz com situações estressantes da vida. Contudo, pessoas com Distimia experimentam essas sensações constantemente durante anos, podendo interferir nos relacionamentos afetivos, vida social, trabalho e atividades de rotina.</p>
<p>Por isso, é fundamental que se faça o acompanhamento médico e psicológico para redução dos sintomas e melhora da qualidade de vida.</p>
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		<title>Conflito entre pais e filhos</title>
		<link>https://casule.com/blog/conflito-entre-pais-e-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 20:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos de família]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[rejeição]]></category>
		<category><![CDATA[relação em família]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[terapia jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O melhor caminho para tratar uma relação de conflito entre pai e filho? A psicoterapia familiar pode  ser realizada no sentido de abrir os canais de comunicação. Muitas vezes o conflito acontece quando uma das partes, o pai ou o filho, não tem empatia, ou seja consegue perceber o ponto de vista da outra pessoa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">O melhor caminho para tratar uma relação de conflito entre pai e filho?</h2>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia familiar pode  ser realizada no sentido de abrir os canais de comunicação. Muitas vezes o conflito acontece quando uma das partes, o pai ou o filho, não tem empatia, ou seja consegue perceber o ponto de vista da outra pessoa e sentir como seria estar na posição do outro. Ao aprender a expressar de forma clara seus sentimentos podemos fazer tanto que o outro ceda em favor a nós como também damos a oportunidade de revermos nossa posição.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Rejeição de um pai</h2>
<p style="text-align: justify;"> Creio que esta possa ser uma das dores mais difíceis de superar – a rejeição por parte daquele que mais esperamos apoio. Os pais são nossa fonte de alimento e conforto na infância, e ao nos desenvolvermos não esperamos que as pessoas que tinham nossas vidas em suas mãos nos deixem desamparados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Dicas para alguém que passa por conflito entre pai e filho</h2>
<p style="text-align: justify;"> Quando a rejeição por parte dos pais é uma realidade os filhos podem avaliar a possibilidade de alguns passos: tentar fazer os pais entenderem suas posições; entender a posição do pai; perceber onde está o erro, quando for este o caso, e mudar o que precisar ser mudado, corrigir o erro. Em algumas situações talvez a solução para este filho seja aceitar que seu pai não tem para oferecer o que ele precisa. Respeitar a limitação dos pais pode ser uma solução em alguns casos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Tem como reaver uma relação já desgastada por tantos conflitos e mágoas</h2>
<p style="text-align: justify;"> Pode ser possível. Os corações  podem ser tocados pelo amor e  cada uma das partes perceber que o relacionamento entre pais e filhos é algo precioso demais para ser ignorado. Um bom trabalho de integração pode fazer com que cada um reconheça a importância  do outro em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para conflito Pai e filho</h2>
<p style="text-align: justify;"> Pai e filho podem fazer terapia juntos, mas é preciso que as duas partes queiram o reencontro. A psicoterapia pressupõe um dose de esforço de cada parte e pode ser muito bem sucedida. Caso uma das partes não se interesse em participar da psicoterapia familiar a parte interessada pode fazer sua terapia individualmente</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/conflito-entre-pais-e-filhos.html</p>
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