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	<title>conflito - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>3 estratégias para você resolver conflitos de uma forma melhor</title>
		<link>https://casule.com/blog/3-estrategias-para-voce-resolver-conflitos-de-uma-forma-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa é certa, onde tem pessoas existe uma grande chance de haver conflitos. Seja no ambiente de trabalho, com seus amigos ou sua família, as chances de haver divergência entre pensamentos é muito grande, afinal são pessoas diferentes, com histórias e experiências de vida diferente. Dessa forma, é quase inevitável que você tenha que [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p>Uma coisa é certa, onde tem pessoas existe uma grande chance de haver conflitos. Seja no ambiente de trabalho, com seus amigos ou sua família, as chances de haver divergência entre pensamentos é muito grande, afinal são pessoas diferentes, com histórias e experiências de vida diferente.</p>



<p>Dessa forma, é quase inevitável que você tenha que lidar com conflitos em algum momento da sua vida e a chave para uma boa convivência é saber lidar com eles de uma forma eficiente e positiva.</p>



<p>Às vezes, por não sabermos como lidar com conflito, acabamos potencializando o problema e uma coisa que poderia ter sido simples de se resolver acaba se tornando uma grande briga.&nbsp;</p>



<p>Podemos entender como conflito, os problemas interpessoais, ou seja, problemas que temos com as outras pessoas. Como eu já disse, é natural que os serem humanos entrem em conflito e a existência de conflitos tem também seus pontos positivos como: a regulação das relações sociais, o desenvolvimento da empatia e o reconhecimento das diferenças. </p>



<p>Assim, podemos dizer que o conflito possibilita o crescimento e amadurecimento social.Podemos citar 3 formas de se resolver um conflito: a agressiva, a submissa e a assertiva.</p>



<p>Quando utilizamos a forma agressiva, na maioria das vezes não temos sucesso na tentativa de resolução do conflito. Ao lançarmos mão de comportamentos agressivos, como gritos e ofensas, nós criamos uma resistência na outra pessoa, que acaba se fechando para nossos argumentos. </p>



<p>Além disso, na forma de resolução agressiva, não costuma se levar em consideração os sentimentos, opiniões e direitos dos outros.</p>



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<p>Na forma submissa, acontece o contrário da forma agressiva. A pessoa tenta resolver o conflito levando em consideração apenas os sentimentos e direitos do outro. Essa estratégia também não é eficiente, pois nesse caso a pessoa acaba sendo injusta consigo mesma e isso pode levar a um grande sofrimento emocional.</p>



<p>A maneira mais efetiva para se resolver um conflito é a assertiva, porque nela são levados em consideração os direitos, sentimentos e ideias de ambas as partes. Dessa forma você consegue se posicionar, mas não deixa de estar aberto a ouvir o posicionamento do outro e juntos tentarem encontrar uma solução para o conflito.Trouxe aqui3 estratégias para você tornar sua forma de resolver problemas mais assertiva:</p>



<p>A primeira estratégia que trago para vocês é a de impor limites nas suas relações interpessoais. Quando você coloca limites você não permite que seus direitos sejam ignorados ou violados. Para que você fazer isso é importante que você conheça os seus direitos. </p>



<p>Dessa forma, se algum colega de trabalho, por exemplo, estiver propondo algo que você sabe que irá te sobrecarregar, você poderá pontuar os prejuízos que o excesso de trabalho te causará. Essa é uma boa estratégia para as pessoas que tendem a resolver os conflitos de forma submissa colocar em prática.</p>



<p>Outra estratégia é saber lidar com críticas. Essa é uma habilidade essencial para termos bons relacionamentos. Por não sermos perfeitos, sempre vai haver algo que precisamos melhorar e isso virá até nós em forma de crítica. </p>



<p>Uma prática comum é ignorar a crítica que estão nos fazendo ou negá-la, entretanto, quando isso é feito o problema permanece sem solução. </p>



<p>Uma forma construtiva de lidar com as críticas é ouvi-las atentamente e se for necessário pedir mais detalhes de como, onde ou com quem aconteceu. Isso é importante para estarmos ciente do ocorrido e podermos dar a nossa opinião, que deve ser feita após o final da crítica. </p>



<p>Caso a crítica esteja parcialmente ou totalmente correta, é interessante que você proponha uma estratégia para lidar com o problema. Dessa forma a pessoa que te criticou sente que seus sentimentos e opiniões foram acolhidos.</p>



<p>Tão importante quanto enfrentar críticas é saber fazer críticas. Ao fazermos uma crítica é importante respeitarmos os direitos do outro e também sermos empáticos. </p>



<p>Dessa forma não devemos humilhar ou rebaixar a outra pessoa. Precisamos comunicar o que queremos de forma não agressiva. Para isso você pode ser breve ao falar, pedindo a mudança de um comportamento específico ao invés de rotular a pessoa. </p>



<p>Se possível, evite acusações, pois isso gera um sentimento defensivo na pessoa o que pode acabar não resolvendo o problema.</p>



<p>Para resolver um conflito é necessário que a pessoa tenha habilidade de reconhecer o problema e pensar em soluções eficazes para a modificação da situação ou modificar as reações à situação. </p>



<p>Desenvolver habilidades é um processo complexo que demanda autoconhecimento e constância. Fazer isso com o auxílio de um profissional pode tornar o processo mais fácil e eficiente. </p>



<p>A Terapia Cognitivo Comportamental pode te auxiliar nesse processo.</p>



<p>Há esperança.</p>



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		<title>Distimia: O mau humor crônico</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/distimia-o-mau-humor-cronico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 15:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[conflito]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos de família]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[distimia]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[mau humor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provavelmente você conhece alguém que está sempre de mau humor, reclama com frequência da vida, sente-se cansado o tempo todo e apresenta uma visão pessimista do mundo. Além disso, vive-se queixando que é azarado, está sempre desinteressado e tem um “gênio difícil”. Portanto, se você conhece alguém com essas características, ela/ele pode ser um portador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente você conhece alguém que está sempre de mau humor, reclama com frequência da vida, sente-se cansado o tempo todo e apresenta uma visão pessimista do mundo. Além disso, vive-se queixando que é azarado, está sempre desinteressado e tem um “gênio difícil”. Portanto, se você conhece alguém com essas características, ela/ele pode ser um portador de <strong>Distimia</strong>.</p>
<p>O transtorno distímico é de natureza crônica e caracteriza-se por humor deprimido ou perda de interesse em quase todas as atividades usuais, embora a intensidade dos sintomas não seja suficiente para preencher os critérios de Depressão.</p>
<h3>A característica essencial deste transtorno é um humor depressivo que ocorre na maior parte do dia, na maioria dos dias, por pelo menos dois anos.</h3>
<p>É comum que as pessoas que sofrem com a Distimia apresentem os seguintes sintomas:</p>
<ul>
<li><strong>Apetite diminuído ou alimentação em excesso;</strong></li>
<li><strong>Insônia ou hipersonia (excesso de sono);</strong></li>
<li><strong>Baixa energia ou fadiga;</strong></li>
<li><strong>Baixa autoestima;</strong></li>
<li><strong>Concentração falha ou dificuldade em tomar decisões;</strong></li>
<li><strong>Sentimentos frequentes de desesperança;</strong></li>
<li><strong>Mau humor frequente;</strong></li>
<li><strong>Costume de fazer críticas em excesso;</strong></li>
<li><strong>Angústia e insatisfação;</strong></li>
<li><strong>Irritabilidade;</strong></li>
<li><strong>Isolamento Social.</strong></li>
</ul>
<p>Além disso, essas pessoas tem a tendência a apresentar distorções cognitivas (erros sistemáticos na percepção e no processamento de informações) que fazem com que elas estruturem suas experiências de forma inflexível, o que resulta em erros de interpretação quanto ao desempenho pessoal e ao julgamento das situações externas. Um exemplo dessas distorções é a inferência arbitrária, quando essas pessoas tiram conclusões antecipadas e com poucas evidências de determinada situação.</p>
<p>É comum que isso se transforme em pensamentos negativos sobre si mesmo, como “As pessoas não apreciam meu trabalho” ou “ Não sou valorizada” e na visão negativa do futuro, o que pode estar vinculado ao grau de desesperança: “As coisas nunca vão melhorar”, “Nunca vou servir para nada” ou “Nunca serei feliz”.</p>
<h3>A Distimia também pode acometer crianças e adolescentes, neste caso, deve-se estar atento ao baixo rendimento escolar, a comportamentos antissociais ou a temperamentos explosivos.</h3>
<p>Não há um consenso sobre quais são as causas da Distimia, já que há uma gama de mecanismos envolvidos como hereditariedade, temperamento, fatores de vida e estressores biológicos.</p>
<p>Alguns fatores de predisposição têm sido apontados, como relações familiares complicadas na infância, separação dos pais, pais agressivos ou distímicos, histórico familiar de Transtornos Depressivos, de Ansiedade e de Personalidade, doenças incapacitantes e limitações físicas como cegueira, surdez, amputações, lesões de medula, dificuldades de locomoção ou reações duradouras provocadas por quadros de estresse pós-traumático.</p>
<p>Lembrando que é perfeitamente normal sentir-se triste, chateado ou infeliz com situações estressantes da vida. Contudo, pessoas com Distimia experimentam essas sensações constantemente durante anos, podendo interferir nos relacionamentos afetivos, vida social, trabalho e atividades de rotina.</p>
<p>Por isso, é fundamental que se faça o acompanhamento médico e psicológico para redução dos sintomas e melhora da qualidade de vida.</p>
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