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	<title>brincar - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Brincadeira de criança, como é bom&#8230;!</title>
		<link>https://casule.com/blog/brincadeira-de-crianca-como-e-bom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 12:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chega uma fase da infância que as crianças acham que podem fazer tudo: pegar objetos em um móvel alto, voar de um sofá para outro, fazer todos os bonecos passearem pela casa, além de mexer em tudo, falar de tudo e perguntar de tudo. Com esses exemplos de comportamentos, alguns questionamentos surgem: ‘meu filho é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega uma fase da infância que as crianças acham que podem fazer tudo: pegar objetos em um móvel alto, voar de um sofá para outro, fazer todos os bonecos passearem pela casa, além de mexer em tudo, falar de tudo e perguntar de tudo.</p>
<p>Com esses exemplos de comportamentos, alguns questionamentos surgem: ‘meu filho é muito agitado’, ‘ele não me obedece’, ‘ele não para quieto’, ou também comentado por pessoas de fora como casos de ‘crianças hiperativas’.</p>
<p>Existe essa preocupação por parte dos pais quando se diz isso, pois esse tipo de transtorno se socializou, o que implica em rotular e definir as crianças que se mostram muito agitadas, inquietas, etc. como hiperativas. Mas será que sempre serão hiperativas?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-11557" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule.jpg" alt="criança hiperativa - Casule" width="960" height="560" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule.jpg 960w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule-300x175.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule-768x448.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule-610x356.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule-480x280.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2018/10/criança-hiperativa-Casule-600x350.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>Do outro lado, a atividade mais associada à infância é o brincar, e para os pequenos essa atividade acontece com absoluta naturalidade. Porém, a agitação, inquietação nas brincadeiras que normalmente ocorrem, faz os responsáveis pensarem em algum tipo de dificuldade que a criança esteja apresentando.</p>
<p>Mas vamos falar um pouquinho sobre o brincar&#8230; Desde bem pequeno o bebê já se diverte, entretido com pés e mãos. Para crianças que são um pouco maiores, um simples passeio pode se transformar em uma aventura&#8230; Corre, pula e caminha de costas. Em casa constrói uma cidade miniatura, um ônibus com papelão, são amigos dos super-heróis e princesas. Ou seja, são inúmeras possibilidades de experimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A importância que o brincar assume na fase da infância é essencial ao desenvolvimento físico e mental. As brincadeiras possibilitam aproximar-se do mundo de forma leve a explorá-lo sem medo.</p>
<p>Desempenhando vários papéis, a criança socializa e aprende. O “fazer de conta”, por exemplo, permite o exercício de passar o plano da fantasia para o da realidade e vice-versa. Já a manipulação de objetos favorece a exploração espacial e o desenvolvimento cognitivo. Também essenciais são as atividades que envolvem invenção e construção de objetos e cenários, as atividades desenvolvidas em grupo ajudam no reconhecimento de limites e possibilidades de relacionamento, bem como no exercício da capacidade de ceder ou fazer valer os próprios desejos.</p>
<p>Percebe-se então que muitas crianças têm sido tratadas como hiperativas por apresentarem características desse tipo de transtorno, mas em alguns casos, as pessoas as rotulam como sendo hiperativas por apresentarem determinados comportamentos e não ser. Às vezes é uma agitação natural da fase, uma dificuldade no controle de limites, etc., por isso, é importante um especialista para analisar e saber diagnosticar.</p>
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		<title>Do que brincar em cada etapa do desenvolvimento infantil?</title>
		<link>https://casule.com/blog/do-que-brincar-em-cada-etapa-do-desenvolvimento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 22:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[brincar]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brincar é o jeito de a criança entender e se integrar ao mundo. É também um componente essencial à formação da atividade intelectual dos pequenos. Por isso, como profissional da educação, da saúde ou da promoção social, seu papel é mostrar aos pais a importância de eles oferecerem oportunidades de qualidade para que seus filhos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2508" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300.jpg" alt="120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300" width="600" height="282" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300.jpg 639w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300-300x141.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300-610x286.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300-480x225.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/120507_FMCSV_089_editado-151140_639x300-600x282.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Brincar é o jeito de a criança entender e se integrar ao mundo. É também um componente essencial à formação da atividade intelectual dos pequenos. Por isso, como profissional da educação, da saúde ou da promoção social, seu papel é mostrar aos pais a importância de eles oferecerem oportunidades de qualidade para que seus filhos brinquem, descubram-se, descubram o outro e sintam-se felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na reportagem, o pediatra Jack P. Shonkof, diretor do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard (EUA) explica o seguinte:</p>
<p style="text-align: justify;">“O cérebro se desenvolve desde o nascimento até a vida adulta. Os genes fornecem o projeto básico para esse progresso, mas as experiências dos primeiros anos de vida afetam o modo como ele é colocado em ação. Se elas são positivas, felizes, a arquitetura do cérebro da criança constrói uma fundação forte para o aprendizado, o comportamento e a saúde. A brincadeira é uma dessas experiências basilares, e os bebês já são capazes de reconhecê-la poucos dias depois do nascimento”.</p>
<p style="text-align: justify;">As interações que os pequenos têm com os adultos, especialmente com os pais, são muito importantes, como já sabemos. Os bebês menores vão responder aos estímulos usando sons, expressões faciais e sorrisos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos primeiros meses de vida, gestos simples já dizem muito para a criança e são formas de brincar com ela, como o toque nos seus pezinhos e o aperto, com carinho, dos dedos das mãos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o segredo de tudo, segundo outro entrevistado pela repórter, Mauro Luís Vieira, criador do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Desenvolvimento Infantil (NEPeDI), da Universidade Federal de Santa Catarina, “não é o conteúdo da fala que tem relevância, mas os atos que partem dos pais e que dão importância ao bebê e reafirmam que ele faz parte do ambiente. Isso é essencial”.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja algumas dicas de brincadeiras para cada fase do desenvolvimento da criança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>0 a 4 meses</strong> – hora de aguçar os sentidos: fazer carinho, massagem, segurar o bebê e dançar juntinhos, cantar, fazendo vozes diferentes, acrescentando o nome do bebê na música. Como até os três ou quatro meses de vida a visão do bebê é embaçada, o contato com objetos e pessoas deve acontecer, no máximo, à distância de um palmo de mão. No primeiro mês de vida, a criança consegue dirigir os olhos para o objeto que chama sua atenção. Aos dois meses, ela segue um objeto na horizontal e, aos três meses, na vertical. Para distâncias maiores, estimule a criança com sons (bater palmas, balançar chocalhos etc.). Outra brincadeira que os bebês adoram é balançar uma fralda ou um lenço macio na frente deles, roçando a cabeça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 a 8 meses</strong> – Nessa fase, quando estimulado, o bebê fica excitado e com a respiração acelerada. Ele vai adorar caretas, olhar objetos que somem e aparecem de repente. Vale lembrar que até os três meses, os movimentos da criança são involuntários. Depois dos quatro meses isso muda. É importante, então, estimulá-lo a pegar objetos, que podem ter texturas diferentes e agradáveis, produzam sons. Os bebês também gostam de fantoches e você pode brincar com eles, contando histórias. Com pouco mais de quatro meses, a criança já consegue focalizar melhor objetos distantes e levá-los à boca. Escolha objetos grandes, que não possam ser engolidos, macios, laváveis e que não soltem pedaços. Entre seis e oito meses, a maioria dos bebês já senta sozinha. Cantar, bater palmas e movimentar o corpo para eles é uma diversão. Outra brincadeira é jogar uma bola pequena, leve, de plástico ou tecido, na direção do bebê. Aos poucos, ele vai aprender a jogar de volta. Nessa fase, já é possível das aos bebês objetos maiores para que os manuseiem, como blocos para que possam batê-los um contra o outro e segurá-los um em cada mão. Aos poucos, o pequeno se dará conta de que, se deixar cair um deles no chão, poderá transferir de uma mão para a outra o que restou. Outra dica é deixar brinquedos cada vez mais afastados da criança para estimulá-la a ir em direção a eles engatinhando. Comemore quando ele conseguir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8 a 12 meses</strong> – É importante estimular o desenvolvimento motor (ficar de pé, empurrar e tentar subir). Entre nove de doze meses a criança começa a dar os primeiros passos. É também a fase em que ela começa a fazer vinculação entre as coisas. Brincadeiras como empilhar blocos, encaixar peças simples, explorar uma caixa de sapato, mexer com potes com água, para esvaziá-los até que alguém os encha novamente. Ela também adora imitar os sons que os animais fazem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 a 18 meses</strong> – Os bebês já conseguem folhear livros de tecido e usar papel e giz de cera atóxico. Vale estimulá-los a rabiscar para que trabalhem a coordenação motora. Peças de encaixe mais complexo e blocos de montar também agradam crianças nessa faixa etária, assim como explorar objetos do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 a 24 meses</strong> – É a fase do mundo da fantasia, quando a criança começa a representar conceitos nela e no outro e a brincar simbolicamente, levando a boneca para passear, fazendo-a dormir, por exemplo. Também adoram brincar com bola, por isso vale estimulá-los a chutar ao gol, para que aperfeiçoem a coordenação motora. Outras atividades que adoram nessa fase, e que são importantes ao seu desenvolvimento: explorar cores e tamanhos dos objetos, brincar com instrumentos musicais, brincar ao ar livre, como em caixas de areia ou mesmo com brinquedos infláveis, puxar e empurrar objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://desenvolvimento-infantil.blog.br/do-que-brincar-em-cada-etapa-do-desenvolvimento-infantil/</p>
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