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	<title>Atenção Psicossocial - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Conversando sobre as medicações psiquiátricas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 14:20:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O exercício da psicologia em Centro de Atenção Psicossocial, a experiência clínica, bem como estudos a respeito do tema me fizeram refletir sobre a importância de falar a respeito das medicações psicotrópicas.  A motivação parte principalmente de dois aspectos dessa observação, de um lado pessoas extremamente resistentes ao seu uso e, de outro, o consumo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O exercício da psicologia em Centro de Atenção Psicossocial, a experiência clínica, bem como estudos a respeito do tema me fizeram refletir sobre a importância de falar a respeito das medicações psicotrópicas.  A motivação parte principalmente de dois aspectos dessa observação, de um lado pessoas extremamente resistentes ao seu uso e, de outro, o consumo abusivo dessas medicações, o que pode provocar diversas consequências. Neste texto falarei especialmente sobre a resistência ao uso dessas medicações.</p>
<p>A sociedade, de maneira geral, revela preconceitos em relação à área “psi&#8221; e, consequentemente, à utilização de remédios de cunho psiquiátrico. O imaginário oriundo do nosso modelo de saúde mental inicialmente hospitalocêntrico (manicomial), é de que o tratamento com psicólogos e psiquiatras deve ser somente para pessoas com transtornos mentais graves e as medicações deste cunho devem ser utilizadas somente pela parcela da população considerada “louca&#8221; ou doente mental, quais sejam, pessoas com estereotipias, com surtos psicóticos constantes e que vivem alheias à realidade e à margem da sociedade.</p>
<p>Dessa forma, é construído o preconceito em relação às pessoas que precisam fazer uso dessas substâncias, o que gera ainda mais sofrimento. Muitas são rotuladas como doidas por pessoas próximas, até mesmo por familiares. Outras, pela desinformação e pelo próprio preconceito, nem mesmo chegam a tomar a medicação, pois não  se consideram doidas. Assim, muitas vezes, acaba ocorrendo o agravamento de uma situação que poderia ter sido rapidamente tratada se não fosse essa resistência gerada pelo desconhecimento e opinião antecipada.</p>
<p>A tudo isso soma-se ainda  a crença da dependência da medicação, o medo de ter que toma-la pelo resto da vida e em doses cada vez altas para que desempenhem o efeito desejado. Com essa visão, geralmente minimiza-se o fato de que sua administração somente é realizada por um médico especialista que tem conhecimento sobre o que prescreve e acompanhará o paciente em sua evolução, buscando especialmente o bem-estar de seu paciente.</p>
<p>Hoje sabemos que a saúde mental é de fundamental importância para o bom funcionamento da pessoa de maneira geral, e que tratar desse âmbito da saúde é proporcionar qualidade de vida e bem estar. Os transtornos psiquiátricos não são caracterizados apenas por transtornos graves que comprometem o bom convívio em sociedade e acabam assim por marginalizar uma pessoa. Atualmente sabemos da existência de transtornos psiquiátricos que vão de leve até condições mais graves, existindo tratamento para cada um deles.</p>
<p>Seja lá qual for o tipo do transtorno, leve ou moderado, sempre há alterações químicas subjacentes e cabe ao médico psiquiatra avaliar e decidir pelo uso ou não da medicação, visando sempre a melhora e o bem-estar do paciente. Portanto, se você necessita de qualquer ajuda psíquica, não hesite em procurar ajuda de um profissional competente por seus medos e preconceitos. Sua saúde vale mais que um pensamento distorcido!</p>
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