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	<title>ataque de pânico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>ataque de pânico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Depressão Major</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 20:59:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Depressão Major é também conhecida por depressão unipolar, como referência à presença de apenas um pólo, ou humor extremo, neste caso o depressivo, por oposto à depressão bipolar, composta pela alternância entre humor depressivo e mania (euforia, intensa agitação e actividade). As pessoas reagem de formas diferentes na depressão major. Algumas apresentam dificuldades de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Depressão Major é também conhecida por depressão unipolar, como referência à presença de apenas um pólo, ou humor extremo, neste caso o depressivo, por oposto à depressão bipolar, composta pela alternância entre humor depressivo e mania (euforia, intensa agitação e actividade).</p>
<p>As pessoas reagem de formas diferentes na depressão major. Algumas apresentam dificuldades de sono, perdem peso e sentem-se genericamente agitadas e irritáveis. Outras podem dormir e comer em excesso e sentirem-se sem valor e dominadas por sentimentos de culpabilização. Ainda outras podem estar aparentemente bem, funcionarem bem no trabalho e aparentarem bem-estar em situações sociais, enquanto, lá no fundo, se sentem verdadeiramente deprimidas e sem interesse pela vida. Não existe uma forma única de viver a depressão – no entanto, a maior parte das pessoas fica dominada ou por um humor depressivo ou por uma perda generalizada de interesse nas actividades que anteriormente a interessavam, ou por uma conjugação destes dois aspectos. Além disso, apresentam outros sintomas físicos e mentais que podem incluir fadiga, dificuldades de concentração e memória, sentimentos de impotência e desespero, dores de cabeça, dores no corpo e pensamentos suicidas.</p>
<p>Nos adultos, a depressão major afecta duas vezes mais mulheres do que homens. Em ambos, é mais comum na faixa etária dos 25-44 anos, sendo mais provável afectar pessoas na casa dos vinte anos, ainda que a idade dos primeiros sintomas tenha vindo a diminuir ao longo do tempo. Nas crianças, a depressão clínica afecta uma proporção idêntica de rapazes e raparigas. Ao longo de toda a vida, a depressão irá afectar 10 – 25% de mulheres e 5 – 12% de homens. Em qualquer momento que se observe a população, 5 a 9% das mulheres e 2 a 3% dos homens estarão deprimidos. As pessoas com um dos pais ou irmãos que tiverem sofrido de depressão major têm 1,5 a 3 vezes mais probabilidades de vir a sofrer da mesma perturbação.</p>
<p>Para aqueles que têm episódios recorrentes de depressão major, o curso desta perturbação varia. Algumas pessoas têm crises depressivas separadas por vários anos sem qualquer sintomatologia enquanto outras podem ter períodos ao longo do tempo com vários episódios. Ainda outras podem ter crises depressivas progressivamente mais frequentes à medida que envelhecem. Alguns estudos têm vindo a identificar que quanto mais episódios depressivos uma pessoa vai tendo, assim vai diminuindo o intervalo entre eles. Além disso o número de episódios depressivos que uma pessoa teve serve como critério de previsão de próximos: das pessoas que tiveram uma única crise, 50 a 60% podem vir a sofrer um segundo episódio de depressão; dos que tiveram dois, 70% pode vir a sofrer um terceiro e 90% das pessoas que tiveram 3 episódios de depressão poderão vir a sofrer um quarto.</p>
<p>Cerca de dois terços das pessoas que têm um episódio depressivo major recuperam totalmente; o outro terço pode não conseguir ultrapassar a crise ou apenas recuperar parcialmente – neste caso, a probabilidade de vir a sofrer de nova crise depressiva major é mais elevada.</p>
<p>Diagnóstico diferencial</p>
<p>1 A pessoa tem um episódio depressivo único:Para se considerar um episódio depressivo a pessoa tem de ter apresentado, pelo menos, 5 dos 9 sintomas abaixo, durante 2 ou mais semanas consecutivas, a maior parte do tempo quase todos os dias, e estes sintomas deverão ter representado uma mudança face ao seu funcionamento anterior. Um dos sintomas tem de ter sido ou (a) humor depressivo (em crianças e adolescentes, pode corresponder a irritabilidade) ou (b) perda de interesse ou prazer, na maioria ou em todas as actividades. c)Uma perda ou ganho de peso significativos (ex: 5% ou mais de alteração no peso ao longo de 1 mês, sem esforço de regime alimentar); pode ser, igualmente, apenas aumento ou diminuição de apetite; nas crianças, este sintoma pode surgir como não ganharem o peso esperado face ao crescimento. d) Dificuldade em adormecer ou permanecer a dormir (insónia) ou dormir mais do que o habitual (hipersónia). e)Comportamento agitado ou lentificado, de uma forma observável para os outros. f) Fadiga ou decréscimo de energia g) Sentimentos de desvalorização pessoal ou de culpabilização elevada (não referente ao facto de estar doente). h) Dificuldades de raciocínio, concentração ou tomada de decisões. i) Pensamentos frequentes sobre morte ou suicídio (com ou sem um plano específico) ou tentativa de suicídio.<br />
Os sintomas não indicam um episódio misto<br />
Os sintomas causam grande perturbação ou dificuldades de funcionamento familiar, ocupacional ou outras áreas importantes<br />
Os sintomas não são causados por abuso de substâncias (ex: álcool, drogas, medicamentos) ou por doença do foro orgânico<br />
Os sintomas não se devem a um processo de luto ou morte de um ente querido, mantêm-se durante mais de 2 meses, ou incluem grande dificuldade no funcionamento quotidiano, pensamentos frequentes de desvalorização pessoal, ideação suicida, sintomas psicóticos ou comportamento lentificado (psicomotricidade retardada).<br />
Não existe outra perturbação que explique melhor a sintomatologia<br />
A pessoa nunca teve um episódio maníaco, misto ou hipomaníaco (a não ser que tenha sido um episódio causado por uma doença médica ou pela utilização de uma substância química)</p>
<p>Distimia</p>
<p>1 A pessoa tem humor depressivo a maior parte do tempo, quase todos os dias, durante pelo menos 2 anos. As crianças e os adolescentes podem apresentar irritabilidade e basta uma duração de um ano.<br />
Quando deprimida, a pessoa exibe pelo menos dois dos seguintes sintomas:<br />
Comer em demasia ou perda de apetite<br />
Dormir demais ou dificuldades em dormir<br />
Fadiga, falta de energia<br />
Baixa auto-estima<br />
Dificuldades de concentração ou tomada de decisão<br />
Sensação de impotência<br />
Durante o período de dois anos (um para crianças e adolescentes) não existiu nenhum período assintomático.<br />
Durante esse período (2 anos adultos, 1 ano crianças/adolescentes) não existiu nenhum episódio de depressão major<br />
Não existiu nenhum episódio maníaco, misto ou hipomaníaco<br />
Os sintomas não ocorrem apenas na presença de outra perturbação crónica<br />
Os sintomas causam forte perturbação ou dificuldades no funcionamento familiar, ocupacional ou outra área importante.</p>
<p>Estima-se que 10 a 25% das pessoas que reúnem critérios clínicos para um diagnóstico de depressão major, sofreram previamente de distimia.</p>
<p>O desenvolvimento da depressão major pode estar relacionada com algumas doenças orgânicas – cerca de 20 a 25% de pessoas afectadas por doenças oncológicas, acidentes cardiovasculares ou diabetes desenvolvem depressão major durante a doença. A intervenção nas doenças resulta mais complicada quando ocorrem em simultâneo com a depressão e o prognóstico do problema médico é menos positivo, o que faz sugerir fortemente um acompanhamento simultâneo psicoterapêutico, para resolução da depressão.</p>
<p>Frequentemente, outras situações do foro psicológico/psiquiátrico co-existem com a depressão major, como, por exemplo; o alcoolismo e toxicodependência, as perturbações de ansiedade, as perturbações de comportamento alimentar e a perturbação borderline da personalidade.</p>
<p>A gravidade da depressão major é indicada por alguns dados apontam que uma taxa de 15% de suicídio.</p>
<p>Distimia<br />
As pessoas com distimia sentem pouca ou nenhuma alegria nas suas vidas – em vez disso, as suas vidas são bastante sombrias a maioria do tempo. Se sofrer de distimia, é provável que tenha dificuldade em recordar-se de momentos em que se sentiu feliz, entusiasmado ou inspirado, parecendo que esteve deprimido toda a sua vida. Provavelmente, é-lhe difícil ter prazer nas suas actividades ou divertir-se; em vez disso, instala-se a falta de vontade de fazer coisas e a tendência para o isolamento, preocupa-se frequentemente e critica-se por se sentir um falhado. Pode, igualmente, culpabilizar-se, sentir-se irritado, sem energia e ter dificuldade em dormir normalmente.</p>
<p>A distimia é uma forma de depressão, mais suave mas de maior duração, que afecta mulheres duas a três vezes mais do que homens. O diagnóstico aplica-se quando uma pessoa demonstra um humor depressivo durante pelo menos 2 anos. Para ser aplicado a crianças, bastará um ano de duração, e, em vez de tristeza ou humor depressivo, a criança poderá demonstrar irritabilidade. As pessoas com distimia podem parecer medianamente deprimidas de uma forma crónica, a um ponto em que parece fazer parte das suas personalidades. Quando finalmente procuram tratamento, é provável que já sofram de distimia há vários anos, em média 10 desde os primeiros sintomas – como surge precocemente na vida, entre a infância e o início da idade adulta, é habitual as pessoas terem-se adaptado de tal forma que consideram a sua forma de sentir e estar como normal. Este carácter crónico e que afecta o funcionamento normal em muito menor grau leva a que a distimia passe despercebida, frequentemente e, logo, não seja tratada. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores as probabilidades de recuperação. No caso das crianças, muito em particular, o diagnóstico e correcto tratamento são fundamentais para prevenir o desenvolvimento posterior de perturbações graves do humor, dificuldades académicas e sociais e, mesmo, o abuso de substâncias mais tarde.</p>
<p>Em qualquer momento, cerca de 3% da população pode sofrer de distimia. Quando existedepressão major na família, há uma maior probabilidade de se sofrer de distimia, e a distimia aumenta o risco de se vir a sofrer de depressão major – 10% das pessoas com distimia evoluem para depressão major.</p>
<p>A distimia surge, por vezes, associada com algumas perturbações de personalidade (evitante, dependente, histriónica, borderline, narcísica) e com o abuso de substâncias. A distimia nas crianças está relacionada frequentemente com perturbações da ansiedade, perturbações da aprendizagem, deficits de atenção e hiperactividade, perturbações de comportamento e atraso cognitivo.</p>
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		<item>
		<title>Ansiedade Social e Fobia Social</title>
		<link>https://casule.com/blog/ansiedade-social-e-fobia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 20:18:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que é?</h2>
<p>A ansiedade social é provavelmente, de entre os problemas de ansiedade, o menos conhecido e o mais negligenciado. Para que possa compreender melhor o que é a ansiedade social e a sua forma mais severa a Fobia Social, torna-se necessário que comecemos por perceber o que é uma situação social. Uma situação social é qualquer situação na qual a pessoa e outras pessoas estão presentes. As situações sociais podem incluir interacção com os outros (o que frequentemente referimos como situações interpessoais) ou situações nas quais a pessoa é o foco de atenção ou que poderá ser reparada por outros (frequentemente referimos como situações de desempenho). Alguns dos seguintes exemplos de situações interpessoais e de desempenho podem ser temidas por pessoas que têm níveis elevados de ansiedade social.</p>
<p>Ansiedade social refere-se ao nervosismo ou desconforto em situações sociais, habitualmente devido ao medo que a pessoa tem de poder fazer alguma coisa que possa ser embaraçoso ou ridículo, ou na qual possa causar má impressão, ou que possa ser julgada, criticada ou avaliada negativamente por outras pessoas. Para muitas pessoas, a ansiedade social está limitada a certas situações sociais. Por exemplo, algumas pessoas ficam muito desconfortáveis em situações formais relacionadas com o trabalho, como por exemplo fazer apresentações ou reuniões, mas ficam razoavelmente confortáveis em situações mais casuais, como por exemplo em festas ou a socializar com os amigos. Outras pessoas podem reagir exactamente ao contrário; estão mais confortáveis em situações formais de trabalho do que em situações não estruturadas de encontro social. De facto, não é nada pouco habitual ouvir uma celebridade a dizer que se sente razoavelmente confortável a desempenhar o seu papel em frente a grandes audiências mas que se sente tímida e nervosa quando interage com uma pessoa ou em pequenos grupos em que a intimidade é maior.</p>
<p>A intensidade da ansiedade social e a extensão das situações sociais temidas variam de pessoa para pessoa. Por exemplo, algumas pessoas sentem algum receio com que lidam razoavelmente bem, enquanto outras se sentem completamente esmagadas pela intensidade do seu receio. Para algumas pessoas o receio encontra-se limitado a um única situação social (por exemplo, falar em publico), enquanto que para outras pessoas, a ansiedade social surge em quase todas as situações sociais.</p>
<p>A ansiedade social está relacionada com diversos factores que poderão incluir estilos e traços de personalidade (por exemplo, introversão, timidez ou perfeccionismo). As pessoas que são tímidas sentem-se frequentemente desconfortáveis em certas situações sociais, em especial aquelas situações que envolvem interagir com outras pessoas e conhecer novas pessoas. As pessoas que são introvertidas tendem a ser mais sossegadas e evitam ou retiram-se mais de situações sociais, podendo preferir estar sozinhas. No entanto, as pessoas introvertidas não são necessariamente ansiosas ou receosas quando socializam. Por último, a disposição para o perfeccionismo está associada à tendência para manter elevadas expectativas para si mesmo que são difíceis ou impossíveis de cumprir. O perfeccionismo pode conduzir a pessoa a sentir-se ansiosa em publico pelo receio que as outras pessoas reparem nas suas “falhas” e os julguem negativamente.</p>
<p>Como é que a Ansiedade Social pode interferir nos relacionamentos, no trabalho e na escola, e em outras actividades do dia-a-dia?</p>
<p>A ansiedade social pode fazer com que seja difícil para as pessoas estabelecerem e manterem relações saudáveis. Pode afectar todos os níveis de relacionamento, desde o relacionamento com estranhos e conhecidos casuais àqueles com a família e outros significativos. Para muitas pessoas, mesmo a maneira mais simples de interacção social (tal como fazer uma pequena conversa, pedir direcções, cumprimentar um vizinho) são muito difíceis. Para essas pessoas marcar encontros pode estar completamente fora de questão. A ansiedade social pode ser mais fácil de lidar junto de pessoas mais familiares, como amigos e família, mas nem sempre. Para algumas pessoas, a ansiedade pode aumentar à medida que as relações se tornam mais íntimas. A ansiedade social pode ainda interferir com as relações existentes, principalmente se o companheiro(a) de uma pessoa com ansiedade social quiser socializar com outras pessoas. A ansiedade social pode ter um impacto na escolha dos estudos e da profissão. Pode por exemplo afectar o tipo de curso a fazer na faculdade e qual o tipo de emprego que a pessoa pode aceitar. Pode ainda afectar o desempenho no trabalho e o envolvimento na escola. Praticamente qualquer actividade que envolva contacto com outras pessoas pode ser afectada pela ansiedade social.</p>
<p>Quando a ansiedade social se torna severa, pode conduzir para uma condição conhecida como fobia social.</p>
<p>Exemplos de situações temidas</p>
<p>Convidar alguém para sair<br />
Falar com alguém que é percebido como mais autoritário, ou divertido, ou interessante, ou que de alguma forma colha maior reconhecimento social<br />
Iniciar a manter uma conversa<br />
Ir a uma festa<br />
Convidar amigos para jantar<br />
Conhecer pessoas novas<br />
Falar ao telefone<br />
Expressar uma opinião pessoal<br />
Ir a uma entrevista de emprego<br />
Ter um comportamento assertivo (por exemplo, dizer não quando não se quer fazer alguma coisa)<br />
Devolver um artigo e obter o reembolso<br />
Manter um contacto olhos nos olhos<br />
Conversar com pessoas do sexo oposto</p>
<h2>Soluções psicoterapêuticas</h2>
<p>De todos os tratamentos disponíveis, a terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem-se mostrado o melhor tratamento para a fobia social. A terapia cognitivo-comportamental baseia-se na premissa de que o que a pessoa pensa afecta o modo como se sente, e os sentimentos afectam o comportamento. Neste sentido, se houver uma modificação da maneira como se pensa as situações sociais a pessoa irá sentir menos ansiedade e consequentemente não necessitará de ter os comportamentos de evitamento das situações sociais.</p>
<p>A terapia cognitivo-comportamental para fobia social envolve normalmente:</p>
<p>Aprender a controlar os sintomas físicos da ansiedade através de técnicas de relaxamento e exercícios respiratórios.<br />
Aprender a modificar os pensamentos negativos que provocam ansiedade em situações sociais.<br />
Enfrentar o medo de uma maneira gradual (sempre à sua medida) e sistemática as situações sociais de forma a que as deixe de evitar.<br />
A intervenção psicoterapêutica pode ser feita num contexto individual – o cliente e o seu psicoterapeuta – ou em contexto de grupo (de 6 a 12 participantes). Qualquer das situações é eficaz e tem vantagens específicas: o contexto individual resulta mais personalizado, com lugar ao trabalho de outras situações adicionais à fobia social; o contexto de grupo resulta mais económico e propicia uma aprendizagem mais rápida de algumas das técnicas. Na terapia de grupo para a Fobia Social utiliza-se para além das técnicas referidas, o desempenho de papéis, a filmagem e observação de vídeos, a entrevista simulada, o treino de competências sociais e outros exercícios que visam trabalhar situações sociais em que a pessoa se sente ansiosa. À medida que as pessoas praticam e se preparam para as situações que inicialmente temiam, vão-se tornando cada vez mais confiantes nas suas competências sociais, e sua ansiedade vai diminuir. A primeira sessão, de avaliação, é sempre individual e pode ser utilizada para discutirmos qual poderá ser o melhor enquadramento para si, para que possa decidir sobre como prefere que seja feito o seu acompanhamento.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/sobre-ansiedade/ansiedade-social</p>
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		<item>
		<title>Perturbação de Personalidade Evitante</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-evitante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 20:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou como seria sentir-se permanentemente inibido quando está com outras pessoas? Como seria difícil sentir que não se consegue integrar, porque não é como os outros? E se, para além do referido, sentisse cada pequeno comentário negativo como uma grande ofensa, que confirma cada vez mais a sua postura de afastamento em relação ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já imaginou como seria sentir-se permanentemente inibido quando está com outras pessoas? Como seria difícil sentir que não se consegue integrar, porque não é como os outros? E se, para além do referido, sentisse cada pequeno comentário negativo como uma grande ofensa, que confirma cada vez mais a sua postura de afastamento em relação ao contacto com os outros?</p>
<p>Não seria fácil, pois não?</p>
<p>Isto é o que sente na pele quem sofre de Perturbação Evitante da Personalidade. Ocorre-lhe alguém que conheça? O que está a ler encaixa com o que sente e para o qual nunca encontrou explicação? Espero que a seguinte descrição o possa ajudar a compreender melhor esta perturbação e, porque não, o motive a procurar ajuda, no sentido de obter uma maior qualidade de vida. Afinal, sofrer em silêncio não só agrava a situação, como em nada contribui para uma evolução positiva.</p>
<p>Apesar de ter inicio na idade adulta, alguns autores defendem que, já na infância, é possível encontrarmos alguns padrões de comportamento que podem ser indicadores do desenvolvimento futuro de uma Perturbação Evitante da Personalidade. Referimo-nos a timidez, isolamento (particularmente visível no recreio) e medo de estranhos e de situações novas, desconhecidas. No entanto, tal não se constitui como uma obrigatoriedade, sendo que a timidez pode não evoluir para este quadro na vida adulta, mas antes dissipar-se gradualmente. Se existir um agravamento desta timidez ao longo da adolescência, podemos estar perante um futuro caso de Perturbação Evitante da Personalidade.</p>
<p>Já pensou nas consequências negativas que isto implica? Durante a adolescência e início da idade adulta as relações sociais com novas pessoas são particularmente importantes. Quanto pode ser doloroso sentir que não conseguimos ter relação com as pessoas que nos rodeiam por medo? Medo de falar, de ter um comportamento que possa ser considerado como desadequado, desadaptado, de dizer algum disparate, de não ser aceite, de ser criticado ou humilhado pelos outros… Em suma, estar fechado dentro de uma redoma, com a porta aberta, mas sem conseguir sair, poder vislumbrar como é o mundo lá fora, mas não conseguir partilhá-lo com os outros. É muito limitativo, não é?</p>
<p>Já na vida adulta e em contexto profissional, é frequente que rejeitem ofertas de promoção, pelo receio de que as novas responsabilidades se possam reflectir em críticas por parte dos colegas. O trabalho em grupo só é aceite após uma série de propostas generosas, baseadas em promessas de apoio e compreensão. Ao nível das relações com os outros, estas são evitadas até ao momento em que sejam vistas como seguras, ou seja, ausentes de crítica e desaprovação. O mesmo se passa no estabelecimento de relações íntimas, que se revela como uma tarefa muito penosa para quem sofre desta perturbação, apenas superadas quando existe uma garantia de aceitação incondicional.</p>
<p>Características:</p>
<p>&#8211; Evitam actividades profissionais ou escolares que envolvam contactos interpessoais significativos, por medo de críticas, desaprovação ou rejeição;- As pessoas com esta perturbação não se agregam em actividades de grupo, a menos que surjam propostas repetidas e generosas de apoio e protecção;</p>
<p>&#8211; A intimidade interpessoal é habitualmente difícil para estas pessoas, apesar de serem capazes de estabelecer relações íntimas quando está assegurada uma aceitação sem crítica;</p>
<p>&#8211; Podem actuar com reservas, terem dificuldade em falar de si e recusarem a intimidade por medo de serem expostas, ridicularizadas ou envergonhadas;</p>
<p>&#8211; Tendem a ser tímidos, calados, inibidos e «invisíveis», com medo de que com qualquer chamada de atenção possam ser rejeitados ou rebaixados;</p>
<p>&#8211; Dúvidas acerca de competências sociais e aptidões pessoais tornam-se especialmente manifestas em contextos que envolvam estranhos. Estas pessoas consideram-se socialmente inaptas, destituídas de encanto ou inferiores aos outros;</p>
<p>&#8211; Podem até surgir sintomas físicos, quando confrontadas com situações que não lhes é possível evitar – ruborização das faces, boca seca, sudação exagerada, entre outras.</p>
<p>Prevalência:</p>
<p>Inicia-se habitualmente na infância com timidez, isolamento e medo de situações desconhecidas, em que, em vez de se assistir a uma diminuição progressiva das reacções referidas, se observa uma evolução durante a adolescência.</p>
<p>A prevalência da Perturbação Evitante da Personalidade na população em geral situa-se entre 0,5% e 1,0%. No entanto, fica a ressalva para os casos que sofrem em silêncio ou são mal diagnosticados.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os benefícios psicológicos da prática da atividade física na infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-beneficios-psicologicos-da-pratica-da-atividade-fisica-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 17:38:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a [&#8230;]</p>
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<p>Através da atividade física, a criança desenvolve algumas habilidades sociais importantes para o seu desenvolvimento cognitivo e interpessoal e, como consequência, é mais competente socialmente. Com o esporte, a criança começa a aprender a conviver melhor com os colegas, valorizar as relações interpessoais, superar a sua própria resistência, aprimorar a capacidade de lidar com a frustração, compreender e aceitar mais as regras, resolver conflitos, além da consciência corporal, coordenação motora e orientação espacial que é estimulada. Além disso, a atividade física é essencial para regular o sono, melhorar a atenção e concentração, elevar a autoestima e aliviar a ansiedade e o estresse da criança. Portanto, com o esporte, a criança apresenta melhoras pessoais, escolares e sociais.</p>
<p>Qualquer esporte deve ser prazeroso! A criança deve procurar fazer aquela atividade que ela se sinta bem e que lhe traga benefícios. Nenhum tipo de exigência extrema por resultados é benéfica, nem dos pais, nem da criança e nem do educador físico. Para isso, os pais deverão monitorar as crianças nas atividades físicas e sempre conversar com o professor sobre o assunto. Além disso, não deve haver sobrecarga de atividades extras que a criança faz, senão haverá mais prejuízos do que benefícios. A criança precisa também de descansar, de brincar e estudar, tudo com planejamento e na medida certa. Caso a criança se cobre excessivamente, não apenas em relação ao esporte, mas em outros aspectos da vida, outra opção é procurar ajuda profissional de um psicólogo para que tais aspectos sejam trabalhados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Perturbação de personalidade narcísica</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-narcisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2014 20:06:16 +0000</pubDate>
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<h1>Perturbação de personalidade narcísica</h1>
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<p>O termo narcisismo tem as suas origens no clássico mito grego de Narciso, um jovem belo, confinado pelos deuses a nunca se conhecer a si mesmo e condenado a um amor impossível de consumar. Despertava o amor das jovens gregas e das ninfas, mas era arrogante e desprezava-as, tratando-as com indiferença. Um dia, Narciso aproximou-se de um lago e apaixonou-se pela sua própria imagem ao vê-la reflectida na água, lançando-se ao lago para se unir aquele por quem se apaixonara – ele próprio.</p>
<p>Daqui surge o termo de “personalidade narcísica”, a qual tentaremos explicar de acordo com o ponto de vista de um leitor com esta personalidade.</p>
<p>Provavelmente sente, muitas vezes, que as pessoas que o(a) rodeiam têm vários defeitos. Parece que na maioria das vezes, essas não estão comparativamente à sua altura. Como se não compreendessem as suas qualidades, fossem incapazes de as reconhecer e validar de acordo com aquele que acredita ser o seu verdadeiro valor. Tendencialmente sente que só as pessoas de elevado estatuto, valor e importância é que conseguem estar ao seu nível, sendo naturalmente a essas que procura recorrer.</p>
<p>Sentir que não é suficientemente reconhecido pela maioria das pessoas é realmente intolerável. Por isso, tenta ainda mais explicitamente demonstrar ou tornar claro aos outros aquele que acredita ser o seu real valor. Procura sistematicamente que as pessoas o reconheçam, apreciem e valorizem. Ao mesmo tempo, é como se a sua auto-estima fosse muito frágil, o que faz com que tenha medo que os outros o(a) avaliem de forma negativa. E por vezes este medo é tão grande, que mesmo antes que eles o(a) possam rejeitar, torna-se imperativo desvalorizá-los.</p>
<p>Parece surgir um padrão de relações instável, uma vez que torna-se impossível manter relações estáveis e seguras com as pessoas que o(a) rodeiam já que estas parecem nunca o(a) compreender ou valorizar como desejaria. Há um desejo de ser o centro das atenções, mas as pessoas com quem interage acusam-no constantemente de se gabar e de ser pretensioso(a). Ao ouvir isto pode sentir o despertar de uma grande fúria.</p>
<p>Ao mesmo tempo, há alguma dificuldade em identificar os sentimentos dos outros, em colocar-se no seu lugar e em validar as suas experiências. É que ainda por cima, quando eles parecem ser melhor sucedidos, surge uma ponta de inveja. Por vezes, os outros podem acusá-lo de ter um comportamento altivo, arrogante e de ser incapaz de amparar as suas vulnerabilidades sem os criticar.</p>
<p>As suas relações amorosas também parecem falhar sucessivamente e provavelmente sente que a maior parte das pessoas acabou por se afastar de si. Se por um lado não compreende o porquê disso acontecer, por outro lado não atribui muita importância a esses afastamentos. Como se existisse um lado de si com medo de continuar a ser desvalorizado pelas pessoas que o rodeiam e por isso também não precisasse delas por perto.<br />
Uma vez que existe a expectativa de que os outros não irão gostar de si, então exige muito desses ao mesmo tempo que dá-lhes pouco de si, não os deixando aproximar-se em demasia. É como se existisse um lado seu que procurasse intimidade nas relações com os outros, e outro lado que se sentisse extremamente inconfortável quando esta intimidade se gera. Afinal, acredita que se a outra pessoa descobrisse uma falha sua, poderia rejeitá-lo(a) e humilhá-lo(a). Porém, se isto eventualmente acontecesse, rapidamente encontraria uma forma de evitar isso, demonstrando a forma como acredita ser superior a essa pessoa.</p>
<p>Os traços de personalidade narcísica surgem, normalmente, no início da idade adulta e manifestam-se nos mais diversos contextos da vida da pessoa. A prevalência na população geral é de menos de 1%, sendo que na população psiquiátrica varia entre 2% a 16%. De salientar que é mais frequente nos homens (50% a 75%).</p>
<p>Um padrão invasivo de grandiosidade (em fantasia ou comportamento), necessidade de admiração e falta de empatia, que começa no início da idade adulta e está presente em uma variedade de contextos, indicado por pelo menos cinco dos seguintes critérios:<br />
(1) sentimento grandioso da própria importância (por ex., exagera realizações e talentos, espera ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis);<br />
(2) preocupação com fantasias de ilimitado sucesso, poder, inteligência, beleza ou amor ideal;<br />
(3) crença de ser “especial” e único e de que somente pode ser compreendido ou deve associar-se a outras pessoas (ou instituições) especiais ou de condição elevada;<br />
(4) exigência de admiração excessiva;<br />
(5) sentimento de intitulação, ou seja, possui expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou obediência automática às suas expectativas;<br />
(6) é explorador em relacionamentos interpessoais, isto é, tira vantagem de outros para atingir seus próprios objetivos;<br />
(7) ausência de empatia: relutante em reconhecer ou identificar-se com os sentimentos e necessidades alheias;<br />
(8) frequentemente sente inveja de outras pessoas ou acredita ser alvo da inveja alheia;<br />
(9) comportamentos e atitudes arrogantes e insolentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como intervir?</h2>
<p>O acompanhamento individual é a melhor forma de criarmos um espaço em que se possa sentir seguro, compreendido e ajudado. Neste espaço, pretende-se:<br />
•    Criar um clima de segurança em que se sinta compreendido e cuidado;<br />
•    Aumentar a tendência para agir com sucesso, estabelecendo objectivos alcançáveis;<br />
•    Compreender a ligação entre forma como age e a forma como isso o torna mais vulnerável à crítica dos outros;<br />
•    Diminuir as interacções potencialmente arrogantes para com os outros;<br />
•    Ajudá-lo a lidar com imperfeições e as suas vulnerabilidades;<br />
•    Aumentar a consciência das suas emoções e auto-controlo;<br />
•    Diminuir possíveis explosões de fúria;<br />
•    Melhorar as relações com os outros.</p>
<p>Este é um trabalho prático e os objectivos enunciados são apenas orientadores, dado que todo o processo de ajuda é centrado em si, nas suas características e na sua forma de ver o mundo e pretende-se que tenha impacto não só no seu presente, como também no seu futuro.</p>
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		<title>Xixis</title>
		<link>https://casule.com/blog/xixis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 17:28:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Xixis Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível. Depois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Xixis<br />
Deixar as fraldas nem sempre é fácil para as crianças e consequentemente, para os pais. É a preocupação: Será que é normal não deixar as fraldas já? Passa-se algo de errado? E depois as tentativas e os lençóis que ficam molhados e a roupa para lavar porque mais uma vez não foi possível.<br />
Depois há os casos em que deixa de dia e nunca mais consegue deixar de noite e as crianças que já deixaram e voltam a fazer xixi novamente, aparentemente sem razão. É importante avaliar e perceber o que pode estar a acontecer.</p>
<p>Talvez queira experimentar algumas dicas, enquanto não começamos a trabalhar consigo e com o seu filho:</p>
<p>Se ainda frequentar o Jardim-de-Infância, converse com a educadora e alinhem estratégias;<br />
Encontre situações em que possa promover o crescimento e autonomia do seu filho, valorizando-o por estar crescido;<br />
Faça uma consulta com o pediatra e exponha o problema.<br />
Este tipo de comportamentos pode ter a sua origem nas mais variadas situações:</p>
<p>Nascimento de um irmão;<br />
Instabilidade familiar;<br />
Dificuldades de adaptação à escolar;<br />
Mudanças significativas na vida da criança.</p>
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		<title>Perturbação de personalidade anti-social</title>
		<link>https://casule.com/blog/perturbacao-de-personalidade-anti-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 20:32:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao falarmos de Perturbação Anti-social da Personalidade, para a maioria das pessoas, estamos a falar de uma condição médica, de foro psíquico, que não vai além de uma designação clínica que lhes é pouco familiar. Talvez, para muitos, os termos Psicopatia ou Sociopatia sejam mais comuns, devido à sua ampla utilização e divulgação a nível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao falarmos de Perturbação Anti-social da Personalidade, para a maioria das pessoas, estamos a falar de uma condição médica, de foro psíquico, que não vai além de uma designação clínica que lhes é pouco familiar. Talvez, para muitos, os termos Psicopatia ou Sociopatia sejam mais comuns, devido à sua ampla utilização e divulgação a nível literário e cinematográfico, mas assumem-se igualmente distantes quanto ao seu significado real.</p>
<p>Este tipo de Personalidade, tal como o próprio nome indica, caracteriza-se por um padrão de comportamento anti-social, de desrespeito e desconsideração pelas regras sociais e pelos direitos dos outros, bem como pela sua transgressão. E embora tal descrição nos possa levar a pensar que estamos perante pessoas com capacidades sociais deficitárias, verificamos frequentemente que tal não acontece, estando antes estas capacidades orientadas para a satisfação pessoal.</p>
<p>Desta forma, as estratégias de manipulação tendem a ser frequentemente utilizadas e têm como principal objectivo a obtenção de benefício próprio e prazer, mesmo que para isso os direitos dos outros não sejam tidos em conta. No que respeita ao estabelecimento de relações afectivas ou sociais, têm grandes dificuldades, e mesmo que o desejem, são incapazes de estabelecer ligações profundas e estáveis com os outros.</p>
<p>Normalmente são pessoas muito centradas em si, com uma grande incapacidade de atender aos sentimentos dos outros ou de entender a sua perspectiva, relacionando-se esta postura com a ausência de sentimentos de culpa.  E isto, em conjunção com a necessidade de satisfação pessoal imediata que possuem, pode leva-los a reagirem de forma impulsiva e muitas vezes violenta às situações que não vão ao encontro do que desejam. E assim, sem atenderem às possíveis consequências negativas dos seus actos, podem mesmo pôr a sua vida em risco, bem como a dos outros.</p>
<p>A desconsideração, o desrespeito e a violação das regras sociais e dos direitos dos outros tende a ter as suas primeiras manifestações ainda na infância ou início da adolescência e a persistir na idade adulta. E esse desrespeito pelas regras e pelas leis sociais pode ir ao ponto de originar comportamentos agressivos e criminosos como roubos, destruição de bens ou outras actividades ilegais. Adicionalmente, se estão também presentes problemas de abuso de álcool ou drogas, verifica-se um acentuar destes comportamentos.</p>
<p>Por uma combinação de razões de ordem biológica e ambiental/social, algumas pessoas desenvolvem determinados traços psicológicos característicos deste tipo de personalidade. Na população em geral, a percentagem de pessoas com esta perturbação é de cerca de 3%, sendo mais frequentemente identificada em homens do que em mulheres. E, embora estejamos perante um padrão de funcionamento persistente, as suas manifestações tendem a diminuir bastante com a idade, em especial os comportamentos agressivos e criminais.</p>
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		<title>O que fazer quando estiver aborrecido?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer? Tome consciência dessa reacção interna. Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já reparou que às vezes o trabalho é tão entediante, que você pode, de facto, adormecer?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1181" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg" alt="saude3" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/saude3-e1415811572700-480x360.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Tome consciência dessa reacção interna.</p>
<p>Escolha agora o que decide fazer. Pode por exemplo fingir que é o seu último dia no trabalho. Experimente levar esta ideia a sério… não poderá fazer nada a longo prazo, pois é o último dia. Mas experimente pensar no que pode fazer a curto prazo. Faça uma ou outra coisa que sempre teve intenção de fazer e não conseguiu. O foco intencional é fundamental.</p>
<p>Pode sempre agradecer ao colega que foi sempre tão agradável. Pode rasgar papéis que não servem para nada ou deixar post-its para alguém que viesse tomar o seu lugar. Qualquer coisa que lhe venha à cabeça é válido. Tome consciência desses pensamentos, pare ao dar-lhes atenção. Isso é uma atitude Mindful.</p>
<p>Sendo que isto é apenas uma brincadeira… NÃO diga ao seu patrão tudo o que sempre lhe quis dizer. Afinal de contas, amanhã é outro dia. Aí. Nessa mesma cadeira! Divirta-se.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/o-que-fazer-quando-estiver-aborrecido</p>
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		<title>Exercício físico como forma de combater a depressão</title>
		<link>https://casule.com/blog/exercicio-fisico-como-forma-de-combater-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2014 16:57:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo. A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A célebre frase latina “mens sana in corpore sano” (mente sã em corpo são) ilustra o facto de que o homem sempre sentiu a necessidade de exercitar o corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo.</p>
<p>A depressão é uma das doenças que mais incapacita o ser humano. E uma das doenças psiquiátricas mais frequentes – uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens podem vir a ter crises depressivas durante a vida, desde a juventude até à terceira idade.</p>
<p>A depressão caracteriza-se por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar e percecionar a realidade e a vida. Na pessoa deprimida há uma falta de vitalidade que poderá estar acompanhada de sentimentos de tristeza, falta de confiança em si própria, sentimentos de culpa generalizados, pessimismo e descrença.</p>
<p>A prática de exercício físico é uma boa forma de prevenir e combater a depressão. O exercício físico constante e moderado tem efeitos benéficos na saúde em geral e, ao nível psicológico, pode reduzir a ansiedade, melhorar a autoestima e autoconfiança, melhorar a cognição e diminuir o stress.</p>
<p>O exercício físico liberta no cérebro substâncias, as endorfinas, que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade; são neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfinas, o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente, e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer. O exercício físico é altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade, e quando é moderado e regular, descontrai o corpo e ativa o sistema imunitário.</p>
<p>O desporto pode ajudar a tratar depressões e esgotamentos nervosos quando praticado regularmente e com alguns cuidados especiais. A libertação de endorfinas, somada à melhoria na autoestima proveniente da sensação de estar a fazer algo em benefício da própria saúde e bem-estar, provoca um estado de plenitude ao praticante regular de atividade física, e traz benefícios a todos os níveis. O exercício é muito eficaz para combater o stress por ter um efeito relaxante, por favorecer uma descontração mental e ajudar a pessoa a afastar-se temporariamente dos problemas e da tensão.</p>
<p>As atividades podem reduzir a ansiedade e a tensão. Uma caminhada rápida durante 20 a 30 minutos, três a cinco vezes por semana, pode ser uma grande ajuda para gerir melhor o stress. Contudo, é necessário que o ritmo de exercício seja adequado, pois um programa de exercício muito rígido e exigente pode deixar a pessoa ainda mais stressada.</p>
<p>O exercício físico moderado produz um efeito benéfico geral sobre o organismo. A prática regular traz resultados positivos aos distúrbios de sono, aos aspetos psicológicos e aos transtornos de humor, de ansiedade, depressão, além de que melhora os aspetos cognitivos, como a memória e a aprendizagem.</p>
<p>O exercício físico sistematizado tem benefícios tanto na esfera física como mental do ser humano, ao proporcionar uma melhor qualidade de vida. O segredo está numa atividade que seja agradável para quem a pratica, optando por uma modalidade na qual a pessoa se sinta bem e que realmente goste, para evitar a frustração. É essencial transformar o treino diário num ato de prazer e aproveitar ao máximo o bem-estar que a prática do desporto proporciona, tentando conciliar o lado físico (melhoria da performance), ao estético (ter um corpo modelado…), sem esquecer que o emocional precisa de estar bem e sentir que está a praticar uma atividade adequada.</p>
<p>Fonte: http://oficinadepsicologia.com/perturbacoes-de-personalidade/histrionico-2</p>
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		<title>Série fotográfica retrata os altos e baixos de quem sofre de depressão e outros problemas psicológicos</title>
		<link>https://casule.com/blog/serie-fotografica-retrata-os-altos-e-baixos-de-quem-sofre-de-depressao-e-outros-problemas-psicologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:45:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história de Liz Obert começa como muitas outras – todos os dias, ela se levantava, vestia e enfrentava o mundo lá fora. Ela acenava, falava e até podia sorrir, mas o que ia por dentro de sua alma era, sobretudo, dor. A depressão que lhe foi diagnosticada com cerca de 20 anos não melhorava [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história de Liz Obert começa como muitas outras – todos os dias, ela se levantava, vestia e enfrentava o mundo lá fora. Ela acenava, falava e até podia sorrir, mas o que ia por dentro de sua alma era, sobretudo, dor. A depressão que lhe foi diagnosticada com cerca de 20 anos não melhorava com a terapia, muito menos com medicamentos. O problema de Obert era outro:bipolaridade.</p>
<p>Com um transtorno bipolar de nível II, a fotógrafa conhece bem a sensação de mascarar os sentimentos, de encher o peito de ar e encarar a vida lá fora, quando, na volta para casa, o sofá e, principalmente, a apatia perante a vida tomam conta do ser humano. Mesmo sabendo que isso não é um exclusivo de pessoas com distúrbios mentais, Obert decidiu que queria mostrar o lado escondido de quem vive dividido em duas personalidades. De um lado, o “eu” verdadeiro, na privacidade de casa; do outro, o “eu” que queremos que os outros vejam. E começou por ela mesma:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1167" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1.jpg" alt="MentalIllness1" width="628" height="446" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-610x433.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-480x341.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness1-600x426.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>“Meu cão Niko, vinho tinto e pizza; trabalhar no estúdio, ouvir batidas na cassete, cochilar, ficar em casa, amigos chegados, tentar não pensar, dormir muuito” / “Socializar, happy hour, acampar, escalar, otimista, tudo vai ficar bem”</p>
<p>A série, chamada Dualities (“Dualidades”, em português) pretende “oferecer um vislumbre da intimidade pessoas que lutam com desordens que são, muitas vezes, incompreendidas”, afirma Obert.</p>
<p>Para tornar o projeto mais rico e conhecer melhor os personagens, a fotógrafa pede que cada modelo escreva uma frase por baixo das fotos, mostrando os diferentes estados de espírito que as atravessam. O curioso é que Obert chegou à conclusão que as fotos do lado depressivo são mais naturais e fáceis de clicar, enquanto que as outras, aquelas do mesmo jeito em que as pessoas se apresentam ao mundo, chegam a ser constrangedoras.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1168" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness2.jpg" alt="MentalIllness2" width="628" height="453" /></p>
<p>“Solidão, jogar video game, abraçar gatinhos, rir desesperadamente de comédia sarcástica, satisfação com comida do dia, introspeção, evitar meu trabalho artístico, mais solidão” / “Ver amigos, video games com amigos online, música enquanto preparo boa comida, boa cerveja, fazer trabalho artístico de que me orgulho, aproveitar a companhia de meus desempregados felinos e companheiros de quarto”</p>
<p>Para cada fotografia, Obert marca primeiro um encontro com os modelos, onde eles possam conversar, se sentir confortáveis e mostrar como gostariam de ser retratados. Apesar de já existir 10 retratos, Obert tem visto vários pedidos recusados, por pessoas que consideram que esta é uma forma de exposição muito grande de seus problemas interiores. A fotógrafa acredita que isso tem também a ver com o estigma que existe sobre os problemas psicológicos nos EUA (e um pouco pelo mundo moderno, onde, paradoxalmente, esses problemas não param de aumentar).“Eu acho que o mundo ainda precisa ser educado nesse processo. A morte de Robin Williams trouxe um pouco o tema à mídia e com isso se discutiu um pouco mais, mas a maioria do tempo [esse assunto] é silenciado”.</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1169" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness3.jpg" alt="MentalIllness3" width="628" height="445" /></p>
<p>“Eu sou pequena e necessitada, como diz a música da Sia, cercada por uma névoa de fracasso, me afogando nas expectativas que não cumpri, uma sombra de mim mesma” / “Minha vitalidade e amor pela vida são inegáveis, sou a personificação da força, beleza em movimento. Eu falo em meu nome e daqueles com uma voz clara e audível”</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1170" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4.jpg" alt="MentalIllness4" width="628" height="447" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-300x214.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-610x434.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-480x342.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness4-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1171" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5.jpg" alt="MentalIllness5" width="628" height="445" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-610x432.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-480x340.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness5-600x425.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1172" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6.jpg" alt="MentalIllness6" width="628" height="440" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-300x210.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-610x427.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-480x336.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness6-600x420.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>“Eu ouço música: Ryan Adams, Neil Young, Wilco, Radiohead, The National, Jeff Buckley, Pavement, Echo and the Bunnymen – coisas desse tipo; eu gosto da absorção que a música produz; envolvido pela ritmo e pela melodia, minha disposição pode ser alterada” / “Eu continuo escutando música, mas a minha playlist muda; estou mais apto a ouvir hip-hop, Al Green, John Legend, Beastie Boys, The Clash, Nirvana, Pixies”</p>
<p><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1173" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7.jpg" alt="MentalIllness7" width="628" height="445" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-610x432.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-480x340.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness7-600x425.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /> <img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1174" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8.jpg" alt="MentalIllness8" width="628" height="446" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8.jpg 628w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-300x213.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-610x433.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-400x284.jpg 400w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-480x341.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2014/11/MentalIllness8-600x426.jpg 600w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p>Nota do redator: Legendas parcialmente ilegíveis. “Estagnado, sentimento de ódio próprio, sozinho. Eu falhei. A criatividade se foi. O mundo enloqueceu!!!” / “Me sentindo criativo e consistente, uma linha de vida só por estar, no momento, em uma base estável”</p>
<p>Todas as fotos © Liz Obert</p>
<p>Fonte:  http://www.hypeness.com.br/2014/11/serie-fotografica-mostra-a-vida-dupla-de-pessoas-com-problemas-psicologicos/</p>
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