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	<title>amor patológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>amor patológico - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como identificar e tratar a dependência emocional?  (Vídeo Completo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como identificar e tratar a dependência emocional? Se você está numa relação que não te faz bem ou conhece alguém nesta situação, assista ao vídeo e esclareça suas dúvidas a respeito do amor patológico. Confira com Marcelle Mattos, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui&#160;(em [&#8230;]</p>
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<p>Como identificar e tratar a dependência emocional? Se você está numa relação que não te faz bem ou conhece alguém nesta situação,  assista ao vídeo e esclareça suas dúvidas a respeito do amor patológico.</p>



<p>Confira com Marcelle Mattos, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? </p>



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		<title>Amor patológico</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-patologico-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 19:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor patológico (AP) se caracteriza pelo comportamento de prestar cuidados e atenção ao parceiro, de modo repetitivo e sem controle, em um relacionamento amoroso. Querer cuidar, dar atenção, passar tempo juntos e dividir a vida com outro é normal, mas quando isso se torna uma obsessão, ocorrendo extrema dependência emocional do parceiro, a pessoa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O amor patológico (AP) se caracteriza pelo comportamento de prestar cuidados e atenção ao parceiro, de modo repetitivo e sem controle, em um relacionamento amoroso. Querer cuidar, dar atenção, passar tempo juntos e dividir a vida com outro é normal, mas quando isso se torna uma obsessão, ocorrendo extrema dependência emocional do parceiro, a pessoa faz de tudo para não perder o outro, muitas vezes se presta a situações de subjugação para evitar o abandono (real ou imaginário), deixando de lado os próprios interesses e desejos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p2"><span class="s1">Mesmo quando a pessoa percebe o quão danoso é a sua percepção e seus comportamentos em relação ao relacionamento amoroso, a pessoa com esse transtorno ainda permanece adotando tais medidas, mesmo diante dos prejuízos para a sua vida e de seus familiares, sobretudo do parceiro.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Alguns estudiosos compararam as características de quem sofre com AP à dependência de substâncias, sugerindo que pelo menos seis desses critérios estejam presentes: (a) sinais e sintomas de abstinência; (b) ocorrência do comportamento em maior quantidade do que o indivíduo gostaria; (c) atitudes para reduzir o comportamento são fracassadas; (d) longos períodos de tempo despendidos; (e) abandono de interesses e de atividades antes valorizadas; (f) o comportamento patológico é mantido, apesar dos problemas que acarreta.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1"><span class="s1"> As pessoas que sofrem com AP sentem medo extremo de serem solitárias, rejeitadas, abandonadas, de não merecerem amor, pensam que só poderão ser felizes e estáveis emocionalmente se estiverem com alguém. E, para “garantir” que nada disso ocorra, as pessoas com AP tendem a assumir um papel de subjugação e começam a fazer de tudo em função do parceiro, inclusive se anulam. A partir dessa escolha, é comum que as pessoas com AP sofram por ansiedade, depressão e até mesmo transtorno obsessivo-compulsivo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1"><span class="s1"> Em relação ao aspectos de desenvolvimento, pode-se dizer que as necessidades emocionais básicas de pessoas com AP não foram supridas pelos seus pais na infância. Receber cuidado e afeto são muito importantes para que as crianças cresçam mais confiantes, seguras e autônomas. Quando isso não acontece, ou seja, quando a família assume uma postura mais fria, distante (tanto fisicamente quanto emocionalmente) e pouco acolhedora, os filhos tornam-se carentes do suporte afetivo e passam a ter muito medo de perder os pais ou outras figuras de apego. Para evitar o abandono, a criança passa a se comportar de forma disfuncional, ela pode passar a fazer tudo para receber a confirmação de que é amada (por exemplo, buscar sempre agradar, assumir responsabilidades, etc.) pela família. Na vida adulta não é diferente, a pessoa tende a repetir os mesmos esquemas, então busca, geralmente, parceiros mais frios, inseguros, e distantes. Sendo assim, ocorre uma autoperpetuação do esquema na medida em que a pessoa pode pensar que a crença que tem está sendo “confirmada”, reforçada por outras pessoas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p2"><span class="s1">O tratamento psicológico tem por objetivo a reestruturação cognitiva, pois pessoas com AP permanecem em relacionamentos desgastantes devido às crenças que adquiriram ao longo da vida. Modificar a forma como a pessoa se vê, vê o mundo e as pessoas é essencial para ter uma vida mais saudável. A terapia ajuda a reduzir os níveis de ansiedade, angústia, tristeza causados pelo AP, além de tratar também de outras comorbidades, caso estejam presentes. </span></p>
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		<title>Amor Patológico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-patologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2016 20:09:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[abandono]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme. Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento amoroso, pois representa este cuidado. Porém é interessante entendermos que tipo de cuidado é este, ou seja, seria o ciúme uma forma de zelo ou estaria este sentimento mais ligado a perspectiva de perda ou abandono pelo ser amado?</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente o ciúme está relacionado à autoestima, crenças de abandono e menos valia. A forma como o ciúme é vivenciado pode ser mais ou menos saudável, e a forma menos saudável possivelmente pode se configurar em um caso de AP.</p>
<p style="text-align: justify;">É natural em momentos em que a pessoa é excluída ou sente-se ameaçada de exclusão na relação com o outro, sentir-se enciumada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando existe um comprometimento emocional maior, ou seja, a pessoa não está 100% bem emocionalmente, então ela pode apresentar-se como ciumenta. Neste caso há uma permanente sensação de angústia e instabilidade, que permeia a relação com o outro. A pessoa então passa a viver sob estado constante de tensão, imaginando estar na iminência de ser traído ou abandonado pelo parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um terceiro caso, mais grave sob o ponto de vista de comprometimento emocional, ocorre em situações delirantes, em que a desconfiança cede lugar à certeza, mesmo infundada, de que o parceiro está traindo ou abandonando a pessoa. Neste caso, a angústia torna-se insuportável, se estabelece um nível de tensão imensa e incessável. Nesta situação, então, podemos cogitar a hipótese de um quadro de Amor Patológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Características Clínicas do <strong>Amor Patológico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que sofre de AP tem atitudes bem peculiares em relação ao parceiro. Normalmente seus interesses pessoais ou o que antes tinha valor para si, são deixados de lado em prol de atitudes de cuidado e benefício extremo ao outro. Tais atitudes fogem do controle e muitas vezes invadem a liberdade do parceiro, não raro, trazendo desentendimentos entre ambos. Porém é importante fazer um alerta, já que tais atitudes também podem estar presentes em outros quadros psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor compreensão do que é o Amor Patológico, é importante ter ciência de que a essência desta patologia não é o amor, mas sim o MEDO – de ser abandonado, de não merecer o amor do parceiro ou de ser traído. As atitudes de espionagem e desconfiança por quem sofre de AP, apesar de trazer grande desconforto ao relacionamento, propicia alívio destes temores.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Característica familiar, cultural e gênero</h2>
<p style="text-align: justify;">São de fundamental importância durante a infância, o cuidado e afeto dos pais, para que a criança tenha bases sólidas para desenvolver padrões de relacionamentos seguros e satisfatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em lares desajustados, em que há falta de afeto, compreensão e segurança, a criança torna-se carente desse suporte afetivo e nutre o medo de ser abandonada e não amada pelos pais. Normalmente com o intuito de ser aceita e amada, passa a desempenhar papéis de cuidado extremo com seus irmãos, quando tem, ou até mesmo para com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na fase adulta, a pessoa tende a repetir o padrão de relacionamento aprendido na infância. Geralmente se atraem por pessoas pouco afetivas e inseguras, que por tanto, necessitam de grande cuidado e atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Homens e mulheres podem ser acometidos pelo Amor Patológico, apesar de ser mais comum em mulheres, também devido a fatores socioculturais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como obter ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">Para saber se a pessoa é portadora de Amor patológico, é primordial realizar uma criteriosa avaliação clínica  psicológica. Feita uma boa avaliação é importante manter o acompanhamento psicológico, pois ele oferecerá suporte para o controle de atitudes e pensamentos destrutivos ao relacionamento e ao próprio indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/terapia-de-casal/amor-patologico/</p>
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