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	<title>violência psicológica - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>violência psicológica - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Violência emocional também dói!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 20:03:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber. Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existe uma violência silenciosa que, às vezes, machuca muito mais que física. Esse tipo de “agressão”, que abala o emocional muito mais que as estruturas do corpo, acontece quando alguém se submete, normalmente por medo, ao “poder” desproporcional do outro. E, quase sempre, acontece sem perceber.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de violência emocional, numa relação amorosa, por exemplo, esquece a própria vida, abandona os estímulos e as próprias vontades. Muito do que vive, em geral, tem a ver com o desejo e satisfação do outro, numa submissão inconsciente. “Isso porque essa pessoa tem a tendência a acreditar nas críticas e insultos recebidos, sem forças para argumentar”, diz a psicóloga Cora Ferreira, de São Paulo. “A relação afetiva entre essas pessoas impede a rapidez e a clareza da percepção das manipulações e ameaças”.</p>
<p style="text-align: justify;"> O agressor é normalmente simpático, extrovertido e educado, do tipo que conquista fácil a confiança, mas que tende a ser controlador e hostil. E o agredido se mostra frágil emocionalmente, inseguro e com baixa auto-estima. Desta forma, os dois acabam por formar uma “dupla perfeita” nas suas imperfeições. “A questão da violência emocional acontece por conta dos dois lados. É uma dupla que vai encontrando uma forma de sobrevivência: um abusa para mostrar e sentir-se poderoso, o outro cede porque se sente inferior e culpado &#8211; e isto vai se tornando um ciclo vicioso. Alguns gostam de agredir. Outros de apanhar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as formas dessa violência que não deixa marca no corpo está humilhar, depreciar, fazer chantagem com cenas melodramáticas e desmerecimentos, levando o outro a crer na culpa, na inferioridade e incapacidade frente a situações como cuidar de si, da casa ou dos filhos. “Em geral, o agressor minimiza os argumentos do outro e, de forma egocêntrica, aumenta os seus, dizendo que são mais importantes e urgentes. Busca satisfação constante de suas vontades, enquanto responsabiliza o outro pelas questões negativas de suas vidas”, diz Cora, que é especialista em psicoterapia psicanalítica.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fugir desse agressor, que usa da força verbal, psicológica e moral para minimizar o parceiro, é preciso primeiro identificá-lo. “Essas pessoas normalmente têm o sentimento de inferioridade encoberto e, para dar conta do mal-estar que sente, dilapida as bases do outro”, explica a psicóloga.</p>
<div class="clear" style="text-align: justify;"> <img decoding="async" src="https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1491936180968" alt="" /></div>
<p style="text-align: justify;">Se ainda assim não é possível enxergar o agressor &#8211; o amor bandido às vezes transfigura a realidade &#8211; uma boa saída é olhar para si e pensar a respeito dos sonhos, desejos e o tem feito com isso. “Se estiver satisfeita, tudo bem! Mas, e se fica muito infeliz com isso? Com certeza vai ter que dar um basta nesta forma de relação. Se ficar presa à necessidade de satisfação de alguém, sem levar nada de bom, a vida cobra mais pra frente”, alerta Cora. E aí, no meio desse círculo vicioso, a vítima se afasta de parentes e amigos e acaba isolada.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga sugere então o diálogo como início de uma nova cara para a relação. Colocar as questões sobre a mesa e lavar a roupa suja são saídas. Outra opção é se aproximar de amigos e familiares que possa confiar e pedir ajuda. “Mas isto é só o primeiro passo, já que as marcas podem ser muito profundas, não só com relação ao que viveu com o parceiro, como também uma decepção pessoal, por ter se prestado a esta vivência, sem ter se libertado para sua vida há mais tempo”</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a isso, a profissional sugere ajuda psicológica, principalmente para buscar entender porque se permitiu viver isto. “Perguntas sobre como aprender com o erro são imprescindíveis para experiências diferentes, no futuro”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://vilamulher.uol.com.br/familia/relacionamento/violencia-emocional-tambem-doi-21182.html</p>
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		<title>Violência psicológica é a forma mais subjetiva de agressão contra a mulher; saiba como identificar!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-psicologica-e-a-forma-mais-subjetiva-de-agressao-contra-a-mulher-saiba-como-identificar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 20:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto. E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar. Para romper esse silêncio, desde 1981 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do que se imagina, não é preciso ser <em>agredida fisicamente</em> para estar em uma relação violenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais <em>subjetiva </em>e, por isso, difícil de identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para romper esse silêncio, desde 1981 o movimento feminista comemora em 25 de novembro, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgados na última semana, uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre &#8211; por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúmes, controle, humilhações, ironias e ofensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma briga de casal, o agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Não existe respeito&#8221;, explica Maria Luiza Bustamante, chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro ao GNT.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante. Na maioria das vezes, o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência &#8211; entre todos os tipos e não apenas a psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><big><strong>Como identificar?</strong></big></h2>
<p style="text-align: justify;">Dificilmente a vítima procura ajuda externa nos casos de violência psicológica. A mulher tende a aceitar e justificar as atitudes do agressor, protelando a exposição de suas angústias até que uma situação de violência física, muitas vezes grave, ocorra.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><big><strong>A violência psicológica acontece quando ele&#8230;</strong></big></h2>
<p style="text-align: justify;">1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser <em>ruim </em>ou <em>errado</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família &#8220;não prestam&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">4. A xinga de &#8220;vadia&#8221;, &#8220;imprestável&#8221;, &#8220;retardada&#8221;, &#8220;vagabunda&#8221;&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">5. A expõe a situações humilhantes em público.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma “brincadeira”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam <em>despercebidas </em>no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.brasilpost.com.br/2014/11/25/violencia-psicologica_n_6214298.html</p>
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