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	<title>vaginismo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>vaginismo - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Transtorno de dor genitopélvica e da penetração</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtorno-de-dor-genitopelvica-e-da-penetracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2017 13:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[dispareunia]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitivocomportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas: Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova edição do Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM-V) trouxe modificações importantes no diagnóstico de vaginismo e dispareunia, que foram somados para dar origem ao <em>Transtorno de Dor Genitopélvica e da Penetração</em>. Segundo a nova classificação, há quatro dimensões de sintomas:</p>
<ul>
<li>Dificuldade para ter relações sexuais, variando desde incapacidade total a penetração em qualquer situação até capacidade de experimentar a penetração em algumas situações.</li>
<li>Dor genitopélvica. A dor ocorre pela contração involuntária do músculo do assoalho pélvico ao redor da vagina durante tentativas de penetração, causando desconforto, ardência, dor, problemas com a penetração ou total incapacidade de ter intercurso sexual.</li>
<li>Medo de dor ou de penetração vaginal.</li>
<li>Tensão nos músculos do assoalho pélvico.</li>
</ul>
<p>Diversos fatores interferem negativamente na relação sexual, como a presença de dor, dificuldade em sentir prazer, alterações psicofisiológicas nas fases de excitação e orgasmo, estados emocionais negativos, como raiva, medo, ansiedade, depressão, baixa autoestima, experiências sexuais traumáticas, crenças distorcidas acerca do sexo, crenças religiosas e conflitos conjugais. Em função da dor, as pacientes acabam evitando situações sexuais, focando apenas na satisfação do parceiro, o que torna ainda mais difícil a manutenção do desejo, da excitação e possibilidade de sentir prazer.</p>
<p>Pode-se dizer que a dor é uma resposta condicionada na medida em que o coito associado a uma sensação dolorosa gera contração da musculatura vaginal (resposta condicionada). E ainda, o comportamento de evitação mantém este mecanismo por reforço negativo, ou seja, quando a paciente evita o desconforto que iria sentir com a relação sexual, há alívio da ansiedade antecipatória, mantendo o comportamento de evitação e o próprio quadro.</p>
<p>A base emocional do transtorno é a ansiedade, mais especificamente ansiedade de desempenho sexual. Do ponto de vista cognitivo, a ansiedade elevada interfere negativamente no funcionamento sexual, uma vez que a paciente percebe a própria relação sexual como ameaçadora. Assim, ela se distrai de estímulos sexualmente excitantes e assume interpretações equivocadas sobre esses estímulos.</p>
<p>Segundo a Terapia Cognitivo-Comportamental, é necessário compreender a relação entre os pensamentos, emoções e comportamentos envolvendo o ato sexual, e não apenas o quadro de dor em si. Deve-se levar em consideração o que a paciente pensa sobre sexo, os comportamentos sexuais pregressos, os atuais, as crenças desenvolvidas a partir dessas experiências, a percepção acerca da sexualidade, os valores, crenças e aspectos culturais, familiares e religiosos relacionados à relação sexual, as próprias crenças sexuais, mitos, a autoimagem corporal, autoestima, entre outras percepções. Na prática clínica, partimos da identificação e modificação de crenças disfuncionais a respeito da sexualidade do parceiro e da própria pessoa.</p>
<p>O tratamento é multidisciplinar englobando o médico ginecologista, psicólogo e fisioterapeuta.  A terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado eficaz no tratamento do transtorno da dor genitopélvica e da penetração, podendo ser estruturada em intervenções individuais ou do casal. O objetivo é a restruturação cognitiva de pensamentos e crenças distorcidas quanto ao sexo, controle dos níveis de ansiedade, desenvolvimento de habilidades sexuais, melhora da assertividade e da confiança sexual, bem como na qualidade do relacionamento.</p>
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		<title>Entenda o que é vaginismo</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-o-que-e-vaginismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 20:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#timidez]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[trauma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher</h2>
<p style="text-align: justify;">Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas também pode acontecer na tentativa de introdução de objetos eróticos, absorventes internos ou até mesmo durante um exame ginecológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo é doença?</h2>
<p style="text-align: justify;">É preciso deixar claro que o vaginismo não é doença e também não tem nada a ver com frigidez. Trata-se de uma condição psicológica que se manifesta através de uma reação física. Também não deve ser confundido com dispareunia, que causa dor na entrada da vagina ou no fundo dela quando o pênis é introduzido no canal mas, no entanto, não impede a penetração.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como surge?</h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do vaginismo não estão na vagina e sim no emocional da mulher. O medo da relação sexual, da intimidade, baixa autoestima, e a falta de confiança são fatores que levam a mulher vagínica a contrair não só a vagina, mas o períneo, as nádegas, os músculos da coxa e do abdome.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa dificuldade pode se manifestar desde a primeira tentativa, (vaginismo primário), como pode aparecer em mulheres que já tiveram relações sexuais normalmente e devido a algum trauma, passaram a não conseguir mais (vaginismo secundário).</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, o problema está ligado a algumas fantasias da mulher, como o medo de que a vagina não tenha espaço suficiente para receber o pênis durante o sexo, de sentir dor ou ser machucada.</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres que têm vaginismo são normais e sentem excitação, têm lubrificação vaginal e conseguem até mesmo atingir o orgasmo como qualquer outra mulher quando são estimuladas pelo parceiro, desde que não haja a tentativa de penetração. O corpo deseja o sexo, mas a mente faz um “bloqueio”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo tem solução?</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas mulheres acabam deixando sua vida sexual de lado por vergonha de procurar ajuda. O vaginismo é uma disfunção relativamente fácil de ser solucionada. O primeiro passo para tratar o vaginismo é procurar o ginecologista e relatar o problema. Dessa forma, ele poderá encaminhar a paciente para um especialista em sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existem medicamentos solucionar este problema. O tratamento do vaginismo geralmente é feito com psicoterapia. As sessões com o psicólogo vão ajudar a paciente a compreender a ligação de seus problemas emocionais e o vaginismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da terapia, também são recomendados exercícios específicos de contração e relaxamento da vagina para que a penetração ocorra aos poucos. Através dos exercícios, a mulher vai conhecendo melhor seu corpo, penetrando primeiro os dedos, depois objetos eróticos, até conseguir ter relações normalmente com o seu parceiro. O mais importante é que ela procure a ajuda adequada que a possibilite ter uma vida sexual tranquila e saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.dicasdemulher.com.br/entenda-o-que-e-vaginismo/</p>
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