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	<title>traumas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>traumas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você já ouviu falar em Pistantrofobia</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-ja-ouviu-falar-em-pistantrofobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O termo é complicado mas a explicação é simples. Pistantrofobia é o medo de confiar nas pessoas devido a experiências negativas ou decepções ocorridas no passado. Espero que esse vídeo possa te auxiliar a entender melhor sobre esse assunto.</p>
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<p>O termo é complicado, mas a explicação é simples. Pistantrofobia é o medo de confiar nas pessoas devido a experiências negativas ou decepções ocorridas no passado. Espero que esse vídeo possa te auxiliar a entender melhor sobre esse assunto.</p>



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		<title>Violência psicológica é a forma mais subjetiva de agressão contra a mulher; saiba como identificar!</title>
		<link>https://casule.com/blog/violencia-psicologica-e-a-forma-mais-subjetiva-de-agressao-contra-a-mulher-saiba-como-identificar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 20:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto. E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais subjetiva e, por isso, difícil de identificar. Para romper esse silêncio, desde 1981 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do que se imagina, não é preciso ser <em>agredida fisicamente</em> para estar em uma relação violenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso tem nome: violência psicológica. Esta é a forma mais <em>subjetiva </em>e, por isso, difícil de identificar.</p>
<p style="text-align: justify;">Para romper esse silêncio, desde 1981 o movimento feminista comemora em 25 de novembro, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgados na última semana, uma em cada três mulheres é vítima de violência no mundo. E esta violência, de tão latente, chega a ser classificada entre: física, sexual, moral e psicológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser subjetiva e, por isso, de difícil identificação, a violência psicológica, na maioria dos casos, é negligenciada até por quem sofre &#8211; por não conseguir perceber que ela vem mascarada pelo ciúmes, controle, humilhações, ironias e ofensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma briga de casal, o agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Não existe respeito&#8221;, explica Maria Luiza Bustamante, chefe do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro ao GNT.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante. Na maioria das vezes, o receio de assumir que o casamento ou o namoro não está funcionando ainda é um motivo que leva mulheres a se submeter à violência &#8211; entre todos os tipos e não apenas a psicológica.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><big><strong>Como identificar?</strong></big></h2>
<p style="text-align: justify;">Dificilmente a vítima procura ajuda externa nos casos de violência psicológica. A mulher tende a aceitar e justificar as atitudes do agressor, protelando a exposição de suas angústias até que uma situação de violência física, muitas vezes grave, ocorra.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><big><strong>A violência psicológica acontece quando ele&#8230;</strong></big></h2>
<p style="text-align: justify;">1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser <em>ruim </em>ou <em>errado</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família &#8220;não prestam&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">4. A xinga de &#8220;vadia&#8221;, &#8220;imprestável&#8221;, &#8220;retardada&#8221;, &#8220;vagabunda&#8221;&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">5. A expõe a situações humilhantes em público.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma “brincadeira”.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8230;entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam <em>despercebidas </em>no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.brasilpost.com.br/2014/11/25/violencia-psicologica_n_6214298.html</p>
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		<item>
		<title>Por que algumas pessoas não conseguem demonstrar carinho e afeto?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 21:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos? Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2618" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg" alt="casule-psicologia-sem-afeto" width="600" height="479" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg 626w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-300x240.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-610x487.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-480x383.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-600x479.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma ótima terapia para nós, mas quando se fala de demonstrar isso pra alguém, aí que a coisa complica…</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 3 fatores que determinam a maneira como agimos: <em>a genética, o contexto e a maneira como reagimos à esses influxos inatos e sociais.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em>Por exemplo:</em></h2>
<p style="text-align: justify;">Quando somos mais novos fica muito mais fácil de expressarmos algum sentimento, pois ainda estamos sem cicatrizes. Com o tempo a vida vai nos impondo certas amarras, ficamos desacreditados e assim achamos que <em>“ninguém”</em> realmente mereça o nosso verdadeiro afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a falta de carinho e afeto, vem da consequência da relação familiar, a frieza dos pais, a falta de diálogo, são fontes para que o filho ache isso <em>“normal”, </em>e dê continuidade a esse modo de agir, e depois venha a sofrer dificuldades em relacionamentos lá na frente. Os pais são apenas crianças crescidas que deram origem a seus filhos. Logo, são passíveis de todos os bloqueios e ressentimentos, tanto quanto você.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de não ter recebido afeto não leva à conclusão de que não tenha méritos ou não seja digno de amor. Como adulto você mesmo pode buscar o amor que necessita, ainda que não tenha recebido o que considera suficiente.  É importante que essa pessoa saiba, que existem recursos para esse tipo de problema e procurar uma psicóloga não significará o fim, ela irá te orientar o que você pode fazer diante a isso, separamos aqui algumas dicas que você pode treinar em casa mesmo, podem parecer bobos, mas são bem úteis</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dicas</h2>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Comece se aproximando fisicamente das pessoas;</li>
<li style="text-align: justify;">Desenvolva o hábito de olhar nos olhos;</li>
<li style="text-align: justify;">Avance para pequenos toques, nas mãos e nos braços;</li>
<li style="text-align: justify;">Arrisque abraços mais demorados e depois cumprimente com beijos no rosto;</li>
<li style="text-align: justify;">Faça testes em animais de estimação e acaricie o quanto quiser, depois vá gradualmente tentando com pessoas de confiança;</li>
<li style="text-align: justify;">Levante pontos positivos das pessoas para terceiros, depois para a própria pessoa e depois faça elogios completos;</li>
<li style="text-align: justify;">Se exercitar com as pessoas de modo geral, as garotas serão consequências naturais desse processo, afinal, elas tem os mesmos desejos e receios humanos que você.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
</ul>
<p>FONTE:http://doutissima.com.br/2013/12/11/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto-33805/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como se livrar de um trauma da infância</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-se-livrar-de-um-trauma-da-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 20:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas crianças têm sofrido traumas. Quando tornam-se adultos carregam consigo as dores destes traumas para o resto da vida. Às vezes são vítimas de violência dentro do próprio lar, abandono, abusos de todos os tipos e humilhações que, podem até não trazer muitas marcas físicas, mas sim psicológicas e emocionais.Quando crianças, temos inocência e submissão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil.png"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2419" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil.png" alt="casule-psicologia-trauma-ianfantil" width="600" height="323" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil.png 603w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil-300x162.png 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil-480x259.png 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/casule-psicologia-trauma-ianfantil-600x323.png 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<ul class="content">
<li>Muitas crianças têm sofrido traumas. Quando tornam-se adultos carregam consigo as dores destes traumas para o resto da vida. Às vezes são vítimas de violência dentro do próprio lar, abandono, abusos de todos os tipos e humilhações que, podem até não trazer muitas marcas físicas, mas sim psicológicas e emocionais.Quando crianças, temos inocência e submissão total por nossos pais. Infelizmente, às vezes, a confiança e amor que uma criança deveria receber de seus pais não existe, ou com o passar do tempo passa a não existir.
<p>O mais difícil é conviver com estes traumas. Então ergue-se um muro em volta e vive-se uma batalha para conseguir superá-los.</p>
<p>Darei dicas de como você pode superar traumas causados por seus pais:</li>
<li>
<h2>1. Perdoe</h2>
<p>Não recorde, não reviva, não alimente em suas lembranças o que houve, como os dias de tormento, a dor sentida, a mágoa e a raiva. Não movimente sua mente a pensar nisto. Simplesmente esqueça e não aceite reviver momentos tão tristes! Para quê? Para sofrer e sentir-se infeliz? Não, de jeito nenhum! Você é mais forte do que isto. Você não necessita lembrar das coisas que aconteceram se elas não trazem nenhum benefício. Perdoe-os, para seu próprio bem.</li>
<li>
<h2>2. Alimente sua mente positivamente</h2>
<p>Da mesma maneira que incentivo a não pensar nas coisas ruins, digo que você precisa alimentar sua mente com coisas saudáveis. Por exemplo: se existe algo numa programação que lhe leve de volta ao passado, mude de canal, leia outro livro, ouça outra música.</p>
<p>Nossa mente e terminações nervosas cerebrais sentem os estímulos de tudo o que vemos e ouvimos. Através disto, podemos sentir novamente os mesmos sentimentos de angústia e medo. Portanto não aceite nada que visualmente ou audivelmente lhe maltrate. Alimente-se de coisas bonitas que lhe tragam bem estar, que façam sua vida ser mais fácil e doce.</li>
<li>
<h2>3. Livre-se da raiva</h2>
<p>. Busque extrair de seu coração toda a raiva sentida, o perdão é a melhor forma. Entendo não ser fácil acostumar-se com a ideia de ter que conviver com alguém que tanto lhe maltratou. Mas creio que é mais fácil perdoar quando temos o coração liberto do rancor. O rancor adoece e pode castigar a vítima por toda a vida. Por isso, a melhor opção é o perdão, ainda que isso leve muito tempo.</li>
<li>
<h2>4. Afaste-se da violência</h2>
<p>. Caso exista ainda algum tipo de violência vivida, o melhor é procurar ajuda social. Ninguém nasceu para ser tratado como lixo, todos somos filhos de um Deus misericordioso que nos ama e nos quer bem. Não aceite ser machucado. Tome uma atitude, não violenta, mas de buscar ajuda e conforto no apoio de amigos e no serviço público.</li>
<li>
<h2>5. Coloque o medo de lado</h2>
<p>Não viva com medo. Use a experiência dolorosa para lhe motivar a ser alguém melhor. Não limite-se a fazer coisas boas e novas, não se deprima achando que é incapaz de fazer algo por causa destes traumas traiçoeiros. Defina em sua vida o desejo de recomeçar e vencer a dor e o medo.</li>
<li>
<h2>6. Não repita os mesmos erros com seus filhos</h2>
<p>. Não repita os erros cometidos por seus agressores. Tome a decisão de ser um pai ou mãe diferente. Você sabe de toda dor e sofrimento que já passou. Podemos ser muito felizes com as pessoas que verdadeiramente nos amam e nos querem bem.</li>
<li>
<h2>7. Desabafe</h2>
<p>. Fale com alguém. Às vezes é difícil demais conviver com os traumas e dasabafar ajuda muito. Busque conselhos de amigos e um ombro para repousar. As pessoas não são iguais, existe muito amor lá fora, só precisa encontrá-lo.</li>
<li>
<h2>8. Dê para receber</h2>
<p>Você pode encontrar alegria no abraço de um grande amor ou em uma grande amizade que lhe apoie e ajude. Seja amoroso apesar de todas as dificuldades encontradas, seja alguém que, ainda que com a alma dilacerada, é capaz de se refazer e proporcionar mudança em um mundo tão cheio de tragédias.</li>
<li>
<h2 style="text-align: justify;">9. Mude sua vida</h2>
<p style="text-align: justify;">Não aceite ser infeliz por isso. Às vezes acontecem coisas para nos testar, mas é aí que podemos mostrar quem realmente somos, que podemos ser um apoio para outros e usar toda essa dor de forma positiva, transformando bons exemplos em atitudes, sem jamais pagar na mesma moeda.</p>
<p style="text-align: justify;">O que aconteceu em sua infância de traumatizante não é culpa sua. Mas a partir do momento que você enfrenta o problema de frente e decide que quer ser feliz, é sua responsabilidade seguir em frente, deixando para trás o que lhe machucou. É preciso vencer a dor para ser feliz.</p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://familia.com.br/casamento/como-se-livrar-de-um-trauma-da-infancia</p>
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