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	<title>terapia de casal jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>terapia de casal jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Quais são os limites no meu relacionamento amoroso?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-os-limites-no-meu-relacionamento-amoroso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 19:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos de limites em qualquer relacionamento amoroso, estamos nos referindo aos critérios próprios que são invioláveis e inegociáveis. Existem certos limites que normalmente são compartilhados por quase todos, tanto na área de família, como social ou de casal, mas muitos são pessoais e os estabelecemos com as outras pessoas ao nosso redor, de acordo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falamos de limites em qualquer relacionamento amoroso, estamos nos referindo aos critérios próprios que são invioláveis e inegociáveis. Existem certos limites que normalmente são compartilhados por quase todos, tanto na área de família, como social ou de casal, mas muitos são pessoais e os estabelecemos com as outras pessoas ao nosso redor, de acordo com o que estamos dispostos a tolerar.</p>
<p>Na esfera do casal, os limites podem variar muito de uma pessoa para outra. Há pessoas que são capazes de suportar e até mesmo perdoar uma infidelidade, enquanto outras nunca conseguiriam, por mais apaixonadas que estivessem pelo seu parceiro. Neste sentido, a educação que cada um recebeu influencia muito, assim como as experiências pessoais, seus valores e a autoestima.</p>
<p>No entanto, você deve saber que, embora todos possam definir os seus limites pessoais e que entre estes possa haver diversidade de opinião, existem comportamentos que não deveríamos aceitar se quisermos manter a nossa autoestima e dignidade.</p>
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<h2>Os limites e a dependência emocional</h2>
<p>Quase todo mundo sabe exatamente o que não quer no seu relacionamento amoroso. No entanto, muitas vezes esses limites estabelecidos de forma consensual são desrespeitados pelo outro lado, e mesmo assim a pessoa permanece no relacionamento e não se sente capaz de terminá-lo e seguir um outro caminho.</p>
<p>Mesmo sabendo que isto não lhe convém, prefere o sofrimento diário do que a dor da perda para sempre.</p>
<p>Elas sentem o seu parceiro como uma necessidade vital, como a comida ou o descanso e, portanto, o desapego torna-se impossível. O medo de perder o ser “amado” é tão grande que são capazes de suportar comportamentos como as mentiras, os maus-tratos ou a anulação, para manter o relacionamento.</p>
<p>O pensamento do dependente geralmente se expressa como: “Tenho certeza que mudará”, “Não é tão ruim… talvez eu esteja exagerando”, “Ele age assim porque está estressado, isso não vai durar para sempre”, etc. Eles justificam a conduta do parceiro, mesmo que isto os machuque, porque precisam de justificativas para si mesmo. Internamente eles sabem que são falsas, mas ao menos se acalmam momentaneamente, fazem com que perdoem o seu parceiro e continuem com o relacionamento.</p>
<h2>Os limites e a autoestima</h2>
<p>Ter uma autoestima saudável é aceitar-se incondicionalmente. É o apoio da saúde mental e do bem-estar emocional. A baixa autoestima ou a falta de aceitação é, por outro lado, o ponto de partida de muitos problemas psicológicos.</p>
<p>A autoestima tem muito a ver com os limites em todas as áreas da vida e, especialmente, no casal. Se valorizo a outra pessoa mais do que a mim mesmo ou se acredito que não sou capaz de ficar sozinho, se preciso do outro para ser feliz ou é o meu parceiro que dá sentido à minha vida, estou colocando bombas muito poderosas na minha autoestima; bombas que podem explodir a qualquer momento.</p>
<p>Isso é, de certo modo, perigoso, porque chegamos a um ponto onde é difícil sair da relação, ou ficamos muito tristes com este parceiro.</p>
<p>Para ser claro(a) e coerente, nós não podemos subordinar as nossas necessidades às necessidades do outro. Uma atitude que não é nada egoísta, mas muito sensata. Se estamos em paz e vivemos de acordo com as nossas ideias e valores, podemos estar em harmonia com a outra pessoa e, por sua vez, essa pessoa também se sentirá melhor conosco.</p>
<h2>O que não podemos deixar passar?</h2>
<p>Como mencionado no início, o que as pessoas desejam para o seu relacionamento tem aspectos muito pessoais. Se não temos certeza sobre o nosso relacionamento, podemos nos perguntar: É isso o que eu quero para a minha vida? Eu me vejo com esta pessoa daqui a cinco anos? Estou disposto a tolerar esse comportamento?</p>
<p>O mais importante é ser sincero com as respostas. Se as respostas mostrarem que não estamos felizes e não vemos futuro, este é um bom motivo para terminar o relacionamento, sabendo que vamos passar por um processo de luto e sofrimento no qual teremos que nos reconstruir.</p>
<p>E o que é que nunca deveríamos tolerar? Uma das coisas que nenhum ser humano deve tolerar é ser anulado como pessoa, ou seja, que seus gostos, valores e opiniões sejam ignorados.</p>
<p>Obviamente, outro limite que deve ficar claro se refere aos abusos, tanto físicos como emocionais. Não podemos deixar que ninguém nos maltrate, porque ninguém tem o direito de agir dessa forma: encontrar justificativas para o abuso fará com que essa situação piore com o passar do tempo. Termine esse relacionamento na primeira vez que isto acontecer.</p>
<p>Finalmente, não permita que ninguém iniba a sua liberdade individual; é a coisa mais valiosa que temos. Você precisa ser livre para ir e vir, para decidir o estilo de vida que pretende levar, para ter seus amigos, etc. Portanto, você deve sempre colocar a sua liberdade acima de tudo.</p>
<p>E lembre-se… o amor não pode tudo. Às vezes o amor deve ser pensado, e não apenas sentido.</p>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/limites-relacionamento-amoroso/</p>
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		<title>A dor da separação &#8211; Compreendendo a dor</title>
		<link>https://casule.com/blog/dor-da-separacao-compreendendo-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 20:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum após uma separação lembrar-se muito mais dos momentos bons e esquecer-se das causas que fizeram o relacionamento não mais existir. Depois de analisar alguns fatos, obter algumas respostas, algumas pessoas podem chegar à conclusão que é melhor voltar a um passado infeliz, mas seguro, do que enfrentar um futuro incerto, apesar de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É muito comum após uma separação lembrar-se muito mais dos momentos bons e esquecer-se das causas que fizeram o relacionamento não mais existir. Depois de analisar alguns fatos, obter algumas respostas, algumas pessoas podem chegar à conclusão que é melhor voltar a um passado infeliz, mas seguro, do que enfrentar um futuro incerto, apesar de quase sempre, muito melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa voz que lhe diz para ligar, procurá-lo, passar por cima de suas mágoas e sentimentos, fazendo-a olhar esse passado com lágrimas nos olhos, pode estar apenas representando seu medo de acreditar em si mesma e ser capaz de superar essa dor.</p>
<div class="l mt30 mb30" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Separar-se não significa não haver mais nenhuma possibilidade de voltar atrás e reconciliar-se. Significa simplesmente que por enquanto a relação acabou e esta é a única certeza que possui. Algumas vezes acontece que, depois de uma separação, o casal volte a unir-se, superando as dificuldades e acima de tudo, aprendendo com cada uma delas.</p>
<div class="arroba-island l mr15 mb15" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Porém, viver na esperança e na expectativa de que isso aconteça pode ser muito destrutivo. É essencial viver esse momento como uma verdadeira separação, a fim de que todo o sofrimento tenha algum sentido de ter existido e tenha deixado algum aprendizado, para que assim algumas mudanças possam ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Se haviam brigas constantes, desentendimentos, tristeza, a separação não deveria ser vivida como uma sensação de alívio? E se em lugar do alívio, existe a angústia, opressão? Será que isso indica que houve um engano? Mesmo que a relação não estivesse sendo como gostaria, agora falta uma parte de si mesma que sentia como se existisse dentro de você e que foi embora, não há mais um ponto de referência que o outro proporcionava. Houve a quebra de vínculos profundos, e quanto mais longa foi a relação e mais intimamente os momentos eram partilhados, mais intensa parece ser a falta que faz. Mesmo quando havia sofrimento durante o relacionamento, infelizmente é muito difícil existir uma separação sem dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece ser difícil passar desapercebido esse momento. Os sentimentos que antes era possível disfarçar, agora parecem ficar mais expostos como nunca. A separação de fato machuca tanto, que na escala das causas de estresse vem imediatamente após a morte de uma pessoa significativa. Tanto isso é verdade que quando esse vínculo é rompido, é necessário um trabalho interior que requer uma enorme quantidade de energia psíquica para recuperar o equilíbrio perdido, tanto que psiquicamente, passamos por um período de luto, da mesma forma de quando perdemos uma pessoa querida pela morte real.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, muitas pessoas têm a sensação de assistir a um enterro, sem flores nem acompanhamentos, no qual se está só com seu luto. Algumas pessoas nesse momento precisam estar na companhia de alguém que as ouçam e suportem com elas sua dor, mas quase sempre a pessoa não se sente uma companhia muito agradável, evitando qualquer contato com outras pessoas, para ter a liberdade de chorar, chorar e chorar. Não imaginando que ficaria tão mal! Mas ficamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas olham fotos de momentos vividos juntos, lêem cartas, mensagens que foram trocadas. Outras, no entanto, rasgam tudo, querem se livrar de tudo aquilo que as façam llembrar do passado, afinal os objetos são terríveis testemunhas do que se deseja esquecer. O que é ideal? Guardar e rever tudo que foi conquistado junto ou se livrar de tudo o mais rápido possível? Faça o que te faça sofrer menos. É comum nos dias seguidos da separação, rever fotos e tudo que possa lhe garantir que tudo aquilo existiu de fato, mas prolongar esse período pode trazer muito mais dor.</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa também é outro sentimento que pode nos fazer querer voltar para refazer o que não fizemos. Algumas pessoas tendem a si devido a um sentimento de inferioridade, baixa auto-estima, por não ter sido capaz de manter a relação. Outras tendem a agir ao contrário, não se responsabilizando por nada do que ocorreu. Nem sempre a busca por culpados é o melhor caminho, é melhor entender o que aconteceu, evitando apontar o dedo para quem quer que seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram preciso duas pessoas para começar a relação e também para terminá-la, por mais que um dos dois não quisesse que isso ocorresse. Mas não se deve deixar-se esmagar por condenações, com certeza cada um naquele momento fez o melhor que conseguiu fazer. Ter uma visão clara do que ocorreu não é uma conquista imediata e para que as primeiras reações emotivas possam ser compreendidas leva algum tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é possível determinar quanto tempo, pois cada pessoa reage de maneira diferente, principalmente devido ao seu histórico de vida. Pessoas que quando crianças viveram a experiência do abandono, com certeza encontrarão mais dificuldades para enfrentar esse momento, pois o abandono da infância irá se somar ao atual, podendo fazê-la reviver o último com muito mais intensidade e sofrimento. Por outro lado, aquelas que viveram uma infância com afeto, sem perdas, terão mais recursos para enfrentar a separação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja o que for que esteja sentindo nesse momento, saiba ser compreensiva consigo mesma como seria com alguém que lhe pedisse colo. Dê a si mesma, carinho, atenção e ouça cada um de seus sentimentos, sem desprezá-los ou ignorá-los, para que aos poucos comece a reconstruir esses sentimentos que pensava nunca mais sentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/a-dor-da-separacao-compreendendo-a-dor-7-1-6-378.html?origem=taboola</p>
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		<title>Como os casais inteligentes resolvem os seus problemas?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-os-casais-inteligentes-resolvem-os-seus-problemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2016 20:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os casais passam por brigas e enfrentamentos de vez em quando, o que é totalmente normal e significa que estão tendo uma vida juntos. Essas discussões não colocam em perigo a relação quando são enfrentadas de maneira inteligente e com boa comunicação. De fato, esses conflitos podem fazer com que o casal se aproxime [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos os casais passam por brigas e enfrentamentos de vez em quando, o que é totalmente normal e significa que estão tendo uma vida juntos. Essas discussões não colocam em perigo a relação quando são enfrentadas de maneira inteligente e com boa comunicação. De fato, esses conflitos podem fazer com que o casal se aproxime ainda mais, fortalecendo a relação. O segredo aqui é saber gerenciar o conflito e decidir a melhor maneira para solucioná-lo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comparação entre casais com pouco sucesso e casais inteligentes</h2>
<p style="text-align: justify;">Os casais que não definiram a maneira que enfrentarão os problemas ou discussões tendem a brigar, fugir e guardar os ressentimentos que se originam por aquilo que se disse ou fez, inclusive durante anos. Esse tipo de casal costuma brigar e se manter irritado durante longos períodos de tempo. Isso vai fazendo com que a relação esfrie, que se perca a confiança e que deixem de ser um casal para se transformar em duas pessoas que apenas dividem a casa onde habitam.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os casais inteligentes desenvolveram a habilidade de encontrar os problemas e solucioná-los entre os dois e deixá-los ir como feridas cicatrizadas para sempre. Esses casais se esforçam para cuidar do seu relacionamento entre si, mais do que encontrar detalhes para ter razão. O habitual é que casais emocionalmente inteligentes enfrentem os problemas íntimos tendo como ponto de partida o interesse comum de encontrar soluções.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Os quatro segredos de um casal inteligente</h2>
<p style="text-align: justify;">Coisas que um casal inteligente faz para manter sua estabilidade:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Falar dos problemas que acontecem no momento em que eles aparecem, sem se machucar nem adotar atitudes negativas contra o outro (culpa, ameaças, recriminação, etc.).<br />
2. Uma vez que os problemas sejam solucionados, estabelecer regras para evitar que voltem acontecer e que se guarde ressentimentos.<br />
3. Negociar os problemas entre o casal, sem incluir ninguém mais, salvo um especialista.<br />
4. Antes de tudo e sem importar o tipo, razão ou tamanho do problema respeitam-se mutuamente e não se esquecem de que se amam.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Não existe casal perfeito</h2>
<p style="text-align: justify;">Sejamos realistas, não existem casais sem diferenças. O que existe são casais inteligentes, os quais desenvolveram a capacidade de melhorar seu relacionamento e sua comunicação. Esses casais sabem que é necessário escutar as ideias das duas partes, dialogam sem atacar o outro e aprendem com os erros para manter vivo o amor que os nutre de felicidade. Estes são os casais que, quando chegam na velhice, são olhados com inveja e admiração pelo amor que possuem entre si e pela fortaleza da sua relação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/como-os-casais-inteligentes-resolvem-os-seus-problemas/</p>
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		<item>
		<title>Os 5 maiores erros que os casais cometem no relacionamento!</title>
		<link>https://casule.com/blog/7-atitudes-que-fazem-o-relacionamento-do-casal-dar-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 20:04:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Histórias de princesas e comédias românticas: quem dera os relacionamentos da vida real fossem tão descomplicados. Sim, porque os personagens fictícios podem até sofrer para conseguir ficar juntos, mas depois que conseguem&#8230; bom, depois que conseguem o filme acaba e ninguém fica sabendo como é difícil manter a chama da paixão acesa. Mesmice. O casal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Histórias de princesas e comédias românticas: quem dera os relacionamentos da vida real fossem tão descomplicados. Sim, porque os personagens fictícios podem até sofrer para conseguir ficar juntos, mas depois que conseguem&#8230; bom, depois que conseguem o filme acaba e ninguém fica sabendo como é difícil manter a chama da paixão acesa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mesmice.</strong> O casal não faz mais nada de novo: o relacionamento entrou em uma enorme rotina, nunca há novidade e os dois parecem não ter mais tempo para fazer programas a dois, como ir ao cinema, jantar fora, viajar, passear, namorar ou simplesmente conversar ao final do dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cama fria.</strong> Os dois já perderam completamente o interesse sexual. Se ainda resta uma faísca, ela não dá para muita coisa, pois o casal só se dispõe a fazer sexo aos finais de semana, quando não tem de se preocupar em acordar cedo no dia seguinte, e a transa é completamente previsível: os dois sabem como começa, a ordem exata dos movimentos e como vai terminar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Falta de diálogo.</strong> Segundo Carla, é o principal destruidor de relacionamentos. O casal já não expressa o que sente, o que gosta ou não na relação, o que gosta ou não na cama, o que deveria mudar, motivos pelos quais está chateado, problemas no trabalho, razões que levaram à falta de apetite sexual, etc. Além de deixar o parceiro totalmente no escuro, sem saber o que há de errado, a não verbalização de problemas deixa assuntos pendentes, o que pode gerar mágoas e ressentimentos e, aos poucos, minar a relação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ciúme.</strong> Além da falta de confiança, que por si só pode acabar com o relacionamento, aquele que é vítima do ciúme excessivo acaba sentindo-se mal por pensar que nada do que faz está bom, mesmo fazendo tudo certo. O casal passa a viver em um ambiente tenso que gera constantes brigas e desgaste na relação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatores externos.</strong> Desemprego, dificuldades financeiras, discrepância social muito grande entre o casal e diferentes valores no momento de criar os filhos também podem gerar conflitos se não tateados da forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Carla, a base para resolver todas essas questões é o diálogo. Segundo a especialista, o casal que não conversa entre si e não se esforça para propor novidades ao relacionamento inevitavelmente acaba perdendo o interesse sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com a correria do dia a dia, muitas vezes não nos damos conta do que está acontecendo com o relacionamento. Por isso, o primeiro passo é prestar mais atenção no parceiro e não deixar a relação cair na rotina. Depois disso, o remédio é o diálogo: tem de conversar o tempo todo e fazer novas propostas. O diálogo é a melhor forma de alinhar o casal e devolver o equilíbrio”, aconselha.</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento psicológico é interessante para modificar o comportamento do casal e também eliminar certas crenças que, graças à falta de conversa, acabam atrapalhando a relação. “Algumas mulheres acreditam que seus parceiros não as amam mais porque se tornaram feias depois de envelhecer, ou porque seus corpos já não são mais os mesmos, o que é um mito. O parceiro, de fato, perdeu o interesse, mas por outros motivos”, defende.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com ela, é aconselhável que, no início do tratamento, o casal estabeleça um dia na semana para sair e conversar e, assim, retomar o hábito do diálogo. “Mas isso é só para pegar no breu. Depois, tem de ser uma conversa espontânea”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/amor/os-5-maiores-erros-que-os-casais-cometem-no-relacionamento</p>
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		<item>
		<title>Falta de desejo sexual,por que acontece?</title>
		<link>https://casule.com/blog/falta-de-desejo-sexualpor-que-acontece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2016 20:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ausência de desejo sexual pode provocar dúvidas quanto a ser uma disfunção sexual ou apenas uma característica pessoal. Na verdade cada pessoa tem seu ritmo, intensidade e forma de perceber seu impulso sexual, e não seria justo colocar aqui o que poderia ser considera normal ou desajustado pois cada pessoa tem seus valores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ausência de desejo sexual pode provocar dúvidas quanto a ser uma disfunção sexual ou apenas uma característica pessoal. Na verdade cada pessoa tem seu ritmo, intensidade e forma de perceber seu impulso sexual, e não seria justo colocar aqui o que poderia ser considera normal ou desajustado pois cada pessoa tem seus valores e necessidades. Portanto eu considero que merece atenção e atendimento psicológico a pessoa que percebe que houve mudança no que seria normal para ela e que estaria provocando descontentamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O conceito atual das disfunções sexuais é baseado nas pesquisas referente sexo realizadas por Masters e Johnson (1966), sendo mais tarde modificados por vários teóricos. Masters e Johnson proporcionaram um modelo fisiológico do funcionamento sexual que incluía quatro etapas: excitação, platô, orgasmo e resolução. Mas Kaplan (1974) propôs a inclusão de mais uma etapa denominada “desejo” e se refere ao interesse e disponibilidade cognitiva e afetiva com respeito à atividade sexual. A maioria dos modelos do funcionamento sexual saudável mencionam desejo, excitação e orgasmo.</p>
<p style="text-align: justify;">As definições de transtorno sexual estão centradas na deterioração ou perturbação de uma destas três etapas.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Diagnósticos que envolvem a falta de desejo sexual</h3>
<p style="text-align: justify;">O DSM-IV Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º Ed menciona Transtorno de desejo sexual hipoativo onde a pessoa percebe baixos níveis de fantasias e atividades sexuais. O transtorno de aversão ao sexo pode ser diagnosticado como uma síndrome diferente mas pode ser entendido como uma forma extrema de baixo desejo sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda neste mesmo grupo de diagnóstico há o Transtorno da excitação sexual que se refere a falta de resposta à estimulação sexual e o Transtorno orgásmico onde há demora ou ausência do orgasmos após a fase de excitação.</p>
<p style="text-align: justify;">Estimou-se que o baixo desejo sexual ocorre em 34% das mulheres e 16% dos homens (Frank, Anderson e Rubinstein, 1978).</p>
<h3 style="text-align: justify;">Ansiedade sexual</h3>
<p style="text-align: justify;">Preocupações quanto ao desempenho, expectativas quanto aos sentimentos do parceiro, medos que envolvem gravidez indesejada, conceitos que envolvam crenças religiosas, acreditar que certas atividades no sexo não devam ser praticadas por pessoas mais velhas, cobranças e auto cobranças quanto ao que se deve fazer e esperar no momento do sexo, medo de parecer fácil ou oferecida”, tudo isso pode provocar ansiedade quanto ao sexo, e talvez fazer com que algumas pessoas se distanciem do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicoterapia pode implicar no questionamento quanto a crenças disfuncionais que envolvam a atividade sexual. As informações recebidas ao longo da vida podem tanto facilitar como comprometer uma vida sexual saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiências sexuais anteriores negativas também podem afetar o desempenho e o desejo atual.</p>
<p style="text-align: justify;">A rotina do dia a dia como brigas, falta de consideração, desrespeito podem afetar a dinâmica sexual.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a terapia que trabalha questões sexuais não se enquadra no que alguns imaginam de uma “terapia sexual” pois transtornos intrapsíquicos e conflitos de casais podem interferir de forma que seja mais importante tratar todas as questões envolvidas do que focar apenas a atividade sexual</p>
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<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/falta-de-desejo-sexual.html</p>
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