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	<title>técnicas cognitivas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Tratando a Impulsividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 14:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é a impulsividade? Algumas pessoas, por variadas questões, parecem não conseguir frear alguns comportamentos impulsivos. É comum que em determinadas situações as pessoas tomem algumas atitudes sem pensar ou analisar racionalmente as futuras consequências, mas quando isso ocorre de maneira frequente e se repete em diversas situações, os prejuízos podem ser mais graves [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a impulsividade?</strong></p>
<p>Algumas pessoas, por variadas questões, parecem não conseguir frear alguns comportamentos impulsivos. É comum que em determinadas situações as pessoas tomem algumas atitudes sem pensar ou analisar racionalmente as futuras consequências, mas quando isso ocorre de maneira frequente e se repete em diversas situações, os prejuízos podem ser mais graves e inconvenientes.</p>
<p>A impulsividade pode levar o indivíduo a decidir de forma emocional, sem levar em consideração todos os aspectos de uma situação. É comum que as pessoas impulsivas tenham arrependimento futuro por não ter feito uma boa escolha no presente. Assim, a maioria dos indivíduos impulsivos apresentam algum tipo de prejuízo no processo de tomada de decisão.</p>
<p>A impulsividade se caracteriza por uma série de comportamentos que estão relacionados à dificuldade de atrasar a gratificação imediata, ou seja: a impulsividade pode ser considerada como um ajustamento não eficaz às situações imprevisíveis. O indivíduo impulsivo costuma buscar seu prazer no momento presente e tem dificuldade de adiar a gratificação imediata para aguardar o que virá no futuro. Então, primeiro há um impulso resultante de uma tensão crescente, em seguida o prazer de fazer algo para aliviar a vontade e, finalmente, a culpa por ter feito a ação, que pode ou não ocorrer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando a impulsividade é prejudicial?</strong></p>
<p><strong> </strong>As pessoas que costumam agir por impulso tendem a ser guiadas pela própria intuição em detrimento do pensamento racional que, em muitos casos (como em interações sociais), é indispensável para cultivar boas relações. Nem sempre o comportamento impulsivo causa prejuízos, afinal, é o nosso instinto impulsivo que nos alerta sobre situações de perigo e nos fazem tomar atitudes imediatas que podem até salvar nossa vida, por exemplo. Porém, agir sem pensar pode causar problemas difíceis de resolver, especialmente quando ocorre frequentemente.</p>
<p>Alguns exemplos de situações em que é necessário ter autocontrole para cultivar bons relacionamentos são os casos em que há raiva, em momentos de tensão e briga, durante exames e situações em que é possível fazer algum tipo de planejamento do que se espera da interação.</p>
<p>Isso significa que um comportamento impulsivo, em certos casos, pode ser prejudicial para o bom desempenho destas atividades e que, para que ocorram bem, é necessário pensar cuidadosamente sobre suas ações antes de agir. É comum encontrarmos pessoas impulsivas envolvidas em episódios de agressividade, violência, comportamento social negligente, além de abuso de drogas. Existem também transtornos psiquiátricos caracterizados por impulsividade, em que a maioria apresenta características semelhantes como a incapacidade de resistir a uma tentação, desejo ou impulso que pode prejudicar a si mesmo ou aos outros.</p>
<p>Muitos transtornos psiquiátricos tem a impulsividade como principal sintoma, como os distúrbios relacionados a abuso e dependência de substâncias, parafilias sexuais, déficit de atenção e hiperatividade, alguns transtornos de personalidade, transtorno de conduta, esquizofrenia, transtornos de humor, jogo patológico, compras compulsivas e compulsão alimentar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como lidar com o comportamento impulsivo?</strong></p>
<p><strong> </strong>A impulsividade pode ser um sintoma presente em transtornos psiquiátricos, um traço na personalidade e/ou uma reação diante de uma situação de stress. Logo, realizar essa diferenciação é fundamental para definir o melhor tratamento. Quanto mais cedo a pessoa aceitar que precisa de tratamento, mais preparada estará para evitar consequências negativas da impulsividade.</p>
<p>O autoconhecimento e o controle emocional são necessários para administrar as reações frente aos estímulos. O primeiro passo para contornar problemas gerados pelas ações impulsivas é identificar em quais situações e com que frequências elas tendem a acontecer. Uma análise do próprio comportamento que responda perguntas como: qual sentimento aciona o comportamento impulsivo; se há alguma pessoa que costuma motivar esse comportamento; se as atitudes são decididas no momento ou premeditadas e em qual estado você está quando age dessa maneira (raiva, medo, efeito de álcool, etc), podem ajudar nesse processo.</p>
<p>O autoconhecimento é uma ótimo meio para identificar aquilo que motiva suas ações impulsivas. Ao conhecer seu próprio comportamento, fica mais fácil prever algumas situações e tentar frear atitudes instintivas. Porém, esses impulsos podem ser muito fortes e mesmo com a antecipação não se consegue freá-los. Nesse caso, é necessário procurar a ajuda de um psicólogo que ajude a descobrir os problemas que levam a estas ações, que oriente com feedbacks construtivos e promova a melhora de uma forma progressiva. Além disso, com o acompanhamento de um profissional fica muito mais fácil progredir no ritmo certo, sem desistir no meio do caminho.</p>
<p>Quando a impulsividade está presente na estrutura de personalidade a psicoterapia pode ser a melhor escolha. A terapia cognitiva-comportamental é reconhecidamente eficaz no treinamento deste mecanismo. O indivíduo, a partir da consciência de seu funcionamento, poder optar ter controle da impulsividade através de técnicas cognitivas.</p>
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