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	<title>TDO - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Crianças que desafiam: o Transtorno Opositivo Desafiador</title>
		<link>https://casule.com/blog/criancas-que-desafiam-o-transtorno-opositivo-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2017 15:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicologo infantil]]></category>
		<category><![CDATA[tcc]]></category>
		<category><![CDATA[TDO]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno opositivo desafiador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”. Manifesta-se na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com a CID 10 – F.91.3 (Classificação Internacional de Doenças), o TOD – Transtorno Desafiador Opositivo é um “tipo de transtorno de conduta que ocorre habitualmente em crianças jovens, caracterizado essencialmente por um comportamento provocador, desobediente ou perturbador, e não acompanhado de comportamentos delituosos ou de condutas agressivas ou dissociais graves”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manifesta-se na infância antes dos 8 anos de idade, e pode agravar-se na adolescência. Geralmente inicia-se no ambiente doméstico e estende-se para outros ambientes e situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevalência é de 2 a 16% da população em idade escolar, sendo mais comum em meninos do que meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existe uma causa específica para este transtorno, mas acredita-se que fatores genéticos associados a desencadeadores domésticos podem estar associados. O TOD é mais comum em filhos de pais que apresentam transtornos de conduta, humor, personalidade antissocial ou uso abusivo de drogas, e também nos casos de separação dos pais e alienação parental, quando a criança vivencia situações e experiências negativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum entre os 2 e 3 anos de idade a criança apresentar um comportamento desafiador e opositor, principalmente quando está com fome, cansada, estressada ou chateada. Estes sintomas tendem a diminuir e desaparecer com o passar do tempo, o que não acontece nas crianças que apresentam o transtorno. Por isso, o diagnóstico de TOD deve ser bastante criterioso, uma vez há um padrão recorrente de comportamento opositor, desafiador, negativista, desobediente e extremamente hostil, que é caracterizado por teimosia exagerada, resistência a cumprir com as regras e combinados, além de incomodar e perturbar as pessoas deliberadamente. Para uma hipótese de TOD, os sintomas citados acima devem persistir por pelo menos 6 meses, e causar prejuízo social e acadêmico significativo, além de destoar do comportamento observado em outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o TOD ocorre em comorbidade com outros transtornos, incluindo transtornos de humor, ansiedade, conduta e déficit de atenção/hiperatividade, aumentando a necessidade do diagnóstico precoce e intervenção, para desenvolver ações preventivas junto à criança, família e educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Um diagnóstico de TOD somente será possível no caso de deficiência intelectual, quando o comportamento opositor for maior do que o observado em crianças da mesma idade, gênero e grau de deficiência, bem como nas perdas auditivas ou transtorno de linguagem, quando há dificuldade em atender comandos devido a prejuízos causados por estes quadros.</p>
<p style="text-align: justify;">A intervenção e tratamento precoce do TOD são fundamentais para melhorar o comportamento e a qualidade de vida da criança com este transtorno, além de prevenir que evolua para um Transtorno de Conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diagnóstico de TOD, pelo menos <strong>quatro</strong> das características abaixo deverão estar presentes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Frequentemente perde a paciência;<br />
2) Frequentemente discute com adultos;<br />
3) Frequentemente desafia ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou regras dos adultos;<br />
4) Frequentemente perturba as pessoas de forma deliberada;<br />
5) Frequentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento;<br />
6) Frequentemente se aborrece sem motivos;<br />
7) Frequentemente mostra-se enraivecido e ressentido;<br />
8) Frequentemente é rancoroso ou vingativo.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento pode incluir a psicoterapia numa <strong>abordagem cognitivo-comportamental</strong>, que busca melhorar as habilidades de resolução de problemas, de comunicação e controle de impulso, e a psicoterapia familiar, que promove mudanças dentro do ambiente doméstico, e visa melhorar também as habilidades de comunicação e as interações familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à medicação, embora não seja considerada eficaz para o tratamento do TOD, pode ser usada quando outros transtornos estiverem presentes, caso o especialista considere conveniente. Vale ressaltar que nem todo comportamento opositor e desafiador é um transtorno, e algumas vezes os pais necessitam de ajuda para estabelecer limites. Embora representem uma figura de autoridade para os filhos, não significa que deverá desempenhar somente funções punitivas. Por isso, é importante regras firmes e claras, mas flexíveis para permitir experimentação e escolha, respeito e acolhimento para ouvir as demandas da criança, e liberdade que permita o processo de crescimento e construção de individualidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A importância das regras</h2>
<p style="text-align: justify;">Russell Barkley, um dos mais conceituados especialistas na área da hiperatividade, considera que o comportamento de oposição se encontra associado ao transtorno de hiperatividade, sendo este o responsável pelas dificuldades da criança na regulação das emoções. Por outro lado, as famílias de hiperativos parecem ter elas próprias dificuldade em gerir as emoções, pelo que não conseguem ensinar ás crianças como fazê-lo adequadamente. Estas crianças precisam, então, de ser educadas com alguma firmeza, temperada de afeto. Segundo Barkley, sempre que os pais queiram dar uma ordem devem posicionar-se perto da criança, com voz firme, sem deixarem de ser amorosos, usando o verbo na forma imperativa. De preferência há que olhar diretamente nos olhos da criança e, se houver resistência, socorrerem-se de uma discreta pressão física (segurar-lhe no braço, por exemplo). Há que evitar retardar ou desistir de uma ordem quando esta já foi proferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto de enorme importância prende-se com a consistência entre o casal, ou seja, o pai e a mãe devem esforçar-se por ter a mesma atitude, caso contrário essa desarmonia será facilmente detectada pela criança e até usada para manipular os progenitores. Face a este quadro, torna-se muitas vezes necessário um acompanhamento psicológico. O psicólogo pode ajudar a criança a lidar com a frustração e a encontrar canais mais saudáveis de escoamento dos sentimentos de hostilidade, ao mesmo tempo que se torna necessário ajudar os pais a lidar por essa difícil e desgastante tarefa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais não devem fazer</h2>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento de certas estratégias comportamentais pode ajudar muitos pais a corrigirem hábitos que, de uma maneira ou de outra, acabam por contribuir para o aumento da tensão familiar. Vamos referir alguns aspectos que devem ser evitados porque estimulam a desobediência.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens á distância &#8211; Falar de um quarto para o outro (onde está a criança) é algo completamente ineficaz pois ela irá manter-se desatenta e sem cumprir a ordem. As ordens têm de ser dadas presencialmente, assegurando-se que ela as compreendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens vagas &#8211; Pedir á criança que se comporte &#8220;como um bom menino&#8221; não clarifica o que se espera e o que não se espera que ela faça. Há que ser o mais concreto possível!</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens complexas &#8211; Havendo de antemão dificuldade em fixar na memória de curto prazo as actividades a fazer, solicitar a execução de várias tarefas só servirá para tornar a sua realização menos provável.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens com antecedência &#8211; Ordenar a uma criança com TOD que, quando acabar de brincar, tem de arrumar os brinquedos, só serve para interromper o prazer que ela está a ter, já que as ordens serão esquecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens acompanhadas de muitas explicações &#8211; Muitos pais, de modo a evitar parecer autoritários, perdem-se em argumentações sobre as necessidades do cumprimento das ordens. Como a criança náo consegue estar atenta durante muito tempo, é bastante provável que no final da explanação do progenitor ela já não se lembre da maior parte do que foi dito.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens sob a forma de pergunta &#8211; Perguntar &#8220;podes ir agora fazer os trabalhos de casa ?&#8221; deixa um espaço livre para que a criança diga que não. As ordens devem ser claras e assertivas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Dar ordens em tom ameaçador &#8211; É frequente que, antevendo a batalha que vai ser travada após uma solicitação, os pais deem a ordem já em tom de ameaça, como se a recusa já tivesse ocorrido. Assim, a criança tende a imitar o progenitor e a reagir no mesmo tom, uma vez que o clima de hostilidade já está instalado.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;">http://www.guiameubebe.com.br/artigos/157-tod-transtorno-desafiador-opositivo</p>
<p>http://umdiacomtdah.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-de-oposicao-e-desafio-tod.html</p>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda o Transtorno Desafiador Opositor (TDO)</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-o-transtorno-desafiador-opositor-tdo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2015 13:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno desafiador opositor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Este é um transtorno que tem como base padrões de comportamentos negativista, hostis e desafiadores. Crianças que apresentam TDO apresentam tendência a se descontrolar, discutir com adultos, recusar-se a fazer o que lhes é dito, entre outros comportamento de oposição. A literatura apresenta um conjunto de fatores que podem influenciar o aparecimento do problema. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Este é um transtorno que tem como base padrões de comportamentos negativista, hostis e desafiadores. Crianças que apresentam TDO apresentam tendência a se descontrolar, discutir com adultos, recusar-se a fazer o que lhes é dito, entre outros comportamento de oposição. A literatura apresenta um conjunto de fatores que podem influenciar o aparecimento do problema. Dentre eles, principalmente recomendados com maior frequência, são a psicoterapia individual da criança, associada a aconselhamento e treinamento parental, entre outros aspectos.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as crianças passam por fases difíceis que muitas vezes poderiam ser descritas como “de oposição”, especialmente quando se está cansado, com fome, estressado ou chateado. Quando eles estão assim podem discutir, conversar, desobedecer e desafiar os pais, professores e outros adultos. Há também momentos no desenvolvimento normal que o comportamento de oposição é esperado, como por exemplo entre dois a três anos de idade ou até mesmo na pré-adolescência. Entretanto, o comportamento hostil se torna uma preocupação quando é freqüente e consistente, que se destaca quando comparado com outras crianças da mesma idade e nível de desenvolvimento e quando ela afeta a família da criança, social e a escola.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor entender, nada melhor como uma boa definição:</p>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de oposição (TDO) é um transtorno disruptivo, caracterizado por um padrão global de desobediência, desafio e comportamento hostil. A criança ou adolescente discute excessivamente com adultos, não aceitam responsabilidade por sua má conduta, incomodam deliberadamente os demais, possuem dificuldade de aceitar regras e perdem facilmente o controle se as coisas não seguem a forma que eles desejam (SERRA-PINHEIRO et al., 2004, p.273).</p>
<p style="text-align: justify;">Em crianças com transtorno desafiador opositor (TDO), geralmente apresentam um padrão contínuo de comportamento não cooperativo, desafiante, desobediente e hostil incluindo resistência a figura de autoridade. O padrão de comportamento pode incluir:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Frequentes acessos de raiva</li>
<li style="text-align: justify;">Discussões excessivas com adultos, muitas vezes, questionando as regras</li>
<li style="text-align: justify;">Desafio e recusa em cumprir com os pedidos de adultos</li>
<li style="text-align: justify;">Deliberada tentativa de irritar ou perturbar as pessoas</li>
<li style="text-align: justify;">Culpar os outros por seus erros e mau comportamento</li>
<li style="text-align: justify;">Muitas vezes, ser suscetível ou facilmente aborrecido pelos outros</li>
<li style="text-align: justify;">Freqüente raiva e ressentimento</li>
<li style="text-align: justify;">Agressividade contra colegas</li>
<li style="text-align: justify;">Dificuldade em manter amizades</li>
<li style="text-align: justify;">Problemas acadêmicos</li>
<li style="text-align: justify;">Embora não haja nenhuma causa claramente compreendida, acredita-se ser uma combinação de genética, ambiente, incluindo:</li>
<li style="text-align: justify;">Disposição natural de uma criança</li>
<li style="text-align: justify;">Limitações ou atraso no desenvolvimento da capacidade de uma criança no processo de pensamento e sentimento</li>
<li style="text-align: justify;">Falta de fiscalização</li>
<li style="text-align: justify;">Inconsistência ou disciplina severa</li>
<li style="text-align: justify;">Abuso ou negligencia</li>
<li style="text-align: justify;">Desequilíbrio de certas substancias químicas do cérebro, tais como a serotonina</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas são geralmente vistos em várias configurações, mas são mais perceptíveis em casa ou na escola. Muitos pais relatam que seu filho com TOD estava mais rígido e exigente que os irmão da criança, desde tenra idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Este problema é bastante comum, ocorrendo entre 2% e 16% das crianças e adolescente. Em crianças menores é mais comum em meninos, mas durante a adolescência ocorre com freqüência em ambos os sexos. O inicio é geralmente gradual e aumenta a gravidade dos problemas de comportamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor maneira de tratar um criança com TDO inclui Psicoterapia infantil que abrange técnicas de manejo e modificação do comportamento, utilizando uma abordagem coerente da disciplina e seguir com reforço positivo de comportamentos adequados.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito difícil os pais lidarem com estas crianças e adolescentes, por isso é indicado Orientação de Pais para melhor entendê-los além de obterem apoio e compreensão e consequentemente receberem treinamento acerca de habilidades de manejo desta crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">O sucesso do tratamento requer empenho e acompanhamento em uma base regular de ambos pais e professores.</p>
<p style="text-align: justify;">As causas do TDO são multifatoriais podem ser: atraso ou limitação no desenvolvimento da criança, desequilíbrio de neurotransmissores, excesso ou falta de regras ou quando são contraditórias.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das melhores formas de ensinar a criança a seguir regras é o sistema de fichas. É discutido com a criança e os pais, os comportamentos desejados (tarefas, objetivos) e escritos em uma cartolina. Cada tarefa, se cumprida, valerá um tanto X de pontos, dependendo da facilidade e do esforço. Todos esses pontos, acumulados durante os dias de intervenção, podem ser trocados por prêmios, que são definidos previamente no começo da intervenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas regras importantes para lidar com crianças com TDO:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    Fale de perto com a criança</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    regras devem ser simples e as ordens claras</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    peça à criança para repetir as ordens</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    nunca ordene em forma de pergunta</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    não dê espaço para uma negativa</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    não converse na hora da raiva</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    elogio e recompensa são sempre mais adequados que a punição para modificar comportamentos, mas isto deve ser planejado com orientação de um profissional capacitado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    as recompensas não precisam ser materiais, exigindo gastos</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    não tenha medo de dizer não</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    tolere a frustração de seu filho</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    reforce pequenos avanços de comportamentos adequados</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    conceda a seu filho o direito de cometer erros</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;    conceda a si mesmo o direito de errar e nunca desista</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Referência bibliográficas:</span></p>
<p style="text-align: justify;">DSM-IV-TR. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Trad. Claudia Dornelles; 4 ed. rev. Porto Alegre: Artmed. 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">SERRA-PINHEIRO, Maria Antonia; SCHIMITZ, Marcelo; MATTOS, Paulo et al. Transtorno desafiador de oposição: uma revisão de correlatos neurobiológicos e<br />
ambientais, comorbidades, tratamento e prognóstico. Revista Brasileira de<br />
Psiquiatria, v.26, n.4, p273-276. Dez. 2004.</p>
<p style="text-align: justify;">SERRA-PINHEIRO, Maria Antonia; GUIMARÃES, Márcia; SERRANO, Maria Esther. A eficácia de treinamento de pais em grupo para pacientes com transtorno<br />
desafiador de oposição: um estudo piloto. Revista Psiquiatria Clínica, 2005, v.32, n.2, p.68-72.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://rafaelfontenelle.blogspot.com.br/2012/07/transtorno-desafiador-opositor-tdo.html</p>
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