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	<title>separação dos pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>separação dos pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como as crianças vivenciam a Separação dos Pais?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-as-criancas-vivenciam-a-separacao-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão pelo divórcio não é algo fácil para um casal, e se torna ainda mais difícil quando este casal possui filhos. Em algumas situações, temos a ilusão de achar que as crianças não ¨percebem¨ ou não entendem o que está acontecendo. Porém, as brigas e discussões dos pais, mesmo que disfarçadas ou escondidas, são [&#8230;]</p>
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<p>          A decisão pelo divórcio não é algo fácil para um casal, e se torna ainda mais difícil quando este casal possui filhos. </p>



<p>          Em algumas situações, temos a ilusão de achar que as crianças não ¨percebem¨ ou não entendem o que está acontecendo. Porém, as brigas e discussões dos pais, mesmo que disfarçadas ou escondidas, são percebidas pelas crianças e geram sentimentos de dúvidas e incertezas. A criança não possui conhecimento sobre o que está exatamente acontecendo, mas consegue perceber que há algo de errado no convívio familiar. </p>



<p>          Quando os pais se separam, a preocupação mais comum da criança é ¨o que vai acontecer comigo?¨ Hoje em dia, a Separação é um assunto comum e as crianças tem mais contato com outras famílias onde houveram separações. Mas, ainda assim, este é um assunto que gera dúvida e culpa na criança. </p>



<p>          Quando os pais não participam a criança da decisão tomada, permitem que ela tenha pensamentos futuros negativas cheios de imaginações irreais. Uma forma de amenizar o sofrimento causado é participar a criança de forma honesta sobre o que realmente está acontecendo, evitando assim que ela dê asas a imaginação de um futuro ruim. </p>



<p>          É importante permitir que a criança expresse suas emoções. A criança pode ficar confusa, imaginando quais aspectos de sua vida sofrerá alterações e muitas vezes ela também pode imaginar-se como culpada. Por isso pode ser importante os pais ficarem atentos e esclarecer de forma clara todas as dúvidas que possam surgir. </p>



<p>          Quando o contato físico com o pai ou a mãe deixa de ser diário, a criança começa a se sentir menos amada. Tal sentimento vem à tona quando ela se dá conta de atividades que antes fazia com um dos pais e agora não tem mais essa companhia, como por exemplo, colocar na cama para dormir, dar banho, assistir TV juntos, e etc. </p>



<p>          É importante que os pais tenham atenção em como a criança está vivenciando este momento de adaptação. Dificilmente ela vai se expressar de forma verbal e clara, e em muitas situações a expressão dessa angústia virá em forma de irritabilidade. A criança passa a adotar comportamentos que anteriormente não eram comuns como intolerância, agressividade na fala e nas brincadeiras, além de brigas constantes com os coleguinhas. </p>



<p>          Uma forma de minimizar tais comportamentos é se mostrar disponível para a criança. Promova momentos de contato, onde ela possa conversar sobre o que sente, onde possa chorar e dizer sobre o que lhe dá medo e insegurança. É necessário mostrar para a criança que ela tem o direito de estar triste, e que vocês, pais, também estão tristes com essa decisão. Mas que continuam a amando e cuidando dela. </p>



<p>          Mostre para a criança que ela poderá se divertir com os pais e que ainda terá momentos de alegria com eles, mesmo que não seja com os dois juntos mais. Tenha cuidado ao falar do comportamento do ex-parceiro, pois a criança possui imaginação fértil e rápida, e qualquer palavra mal colocada pode acabar gerando sentimentos piores, aumentando a sua culpa. </p>



<p>          Os filhos passarão muitas vezes finais de semana em casas diferentes, o que implica em uma nova rotina. Os pais poderão constituir novas famílias, e os filhos precisarão se readaptar a uma nova esposa do pai e/ou marido da mãe, outros filhos, possibilidades de novos irmãos. </p>



<p>          Entretanto essas mudanças e diversas outras que ocorrem quando os pais se separam não precisam ser necessariamente ruins. A maneira como os pais conduzem à separação influencia diretamente na forma como os filhos irão lidar com a situação. </p>



<p>          Por mais que os filhos sintam ausência de um dos pais em seu dia-a-dia, e todo o processo possa gerar muito sofrimento para a criança e/ou adolescente, ele não precisa ser traumático. </p>



<p>          É muito importante que os pais conduzam o processo de separação de forma clara, sem esconder dos filhos que estão se separando e, estando atentos para que a criança e/ou adolescente não se sinta responsável pela separação. </p>



<p>          Se torna fundamental que os pais esclareçam aos filhos que o fato de se separarem não faz com que deixem de ser seus pais e de amá-los. Que o carinho e amor que sentem pelos filhos não irão mudar, porém acontecerão alterações em suas rotinas e será necessário novas adaptações. </p>



<p>          Independente da idade da criança, procurar a ajuda de um Psicólogo pode ajudar no enfrentamento do divórcio tanto por parte dos pais como por parte das crianças. A ajuda de um profissional poderá ser fundamental, tanto para orientação destes pais em como lidar com os filhos diante do novo contexto, como para a criança, que encontrará um suporte emocional adequado para expor suas angustias, medos, fantasias. </p>



<p>          A criança não possui responsabilidades sobre os conflitos na relação do casal. E, quando acontecer a decisão de se separarem, sejam o mais claros, honestos e sinceros com seus filhos, esclarecendo sempre que estes não tem culpa sobre a separação, e, mesmo se separando vão continuar sendo seus pais e sempre vão amá-los.</p>
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		<title>Separação x filhos: como lidar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
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		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional. A separação dos pais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A separação dos pais é um assunto que talvez nenhum filho pense até ter que passar por ele. No entanto, é uma decisão saudável se entre o casal já existe hostilidade e agressividade. Nada é mais prejudicial para a saúde física e mental de uma criança do que conviver em um ambiente familiar infeliz e cheio de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação dos filhos não é nada previsível. Isso vai depender de uma série de fatores como idade, estrutura e maturidade psicológica para lidar com a situação, relação com os pais, o apoio da família, entre outros. Algumas crianças já entendem que a separação dos pais é a melhor saída para uma convivência mais digna. Outras apresentam agressividade, sintomas depressivos, tristeza, queda no rendimento escolar, falta de apetite, isolamento, birras e ansiedade. A forma como os próprios pais encaram o processo irá influenciar na atitude dos filhos diante da separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para que o processo seja menos traumático para a criança ou adolescente, em primeiro lugar, a notícia da separação deve ser dada pelos pais e não por terceiros. Deve ser feita uma reunião, de preferência na casa da família, com os pais e todos os filhos para que não haja diferença no recebimento da notícia. E nada de pressa: tenha tempo para conversar e ouvir, sem interrupção de outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diga sempre a verdade</h2>
<p style="text-align: justify;">O viés da conversa é a verdade: papai e mamãe já não desejam mais conviver juntos. No entanto, continuarão sendo pai e mãe. É importante que o filho absorva a informação de que, na relação entre ele e o pai ou ele e mãe, nada mudará: o convívio continuará e o amor também. Em alguns casos, as crianças demoram um pouco mais para compreender que apesar da dissolução do casamento, o homem e a mulher continuarão nos papéis de pai e mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão fundamental é responder, em uma linguagem franca e compreensível, a todas as questões levantadas pelo filho. Isso dará a ele mais segurança para passar pelas dificuldades impostas pela separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ninguém é culpado</h2>
<p style="text-align: justify;">Culpar o outro ou falar mal não leva a nada. Evite detalhar episódios de briga e desentendimentos entre o casal. Também deixe muito claro para o filho que a separação não ocorreu por responsabilidade dele. Converse muito e explique que a decisão tomada é definitiva. Isso diminuirá as chances da criança fantasiar uma possível reconciliação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Preparando para o futuro</h2>
<p style="text-align: justify;">É bom preparar a criança ou adolescente para um novo contexto de família. Isso quer dizer alterações na rotina diária, mudanças nos fins de semana e, mais para frente, possíveis novas famílias, incluindo novos irmãos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nunca, jamais</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o panorama que irá se seguir após a separação, os pais não devem adotar uma atitude passiva. Compensações pelo período ruim ou falta de regras e limites adoecem a criança emocionalmente. Comprar um presente a casa dia ou deixar que o filho faça o que quer não vai ajudá-lo a seguir em frente da forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo alguma dificuldade, o acompanhamento psicológico pode ser de grande valia nesse período, tanto para os pais saberem o que fazer quanto para os filhos terem um suporte emocional adequado para expor seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/separacao-e-filhos-como-lidar/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Educar um adolescente rebelde!</title>
		<link>https://casule.com/blog/educar-um-adolescente-rebelde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 20:27:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos? Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Temos muita notícia de violência entre os adolescentes. Meninas apanhando de colegas por serem bonitas demais, surras na porta da escola por qualquer motivo bobo. Os adolescentes andam mais violentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Há um tempo atrás a formação das crianças costumava ser mais rigorosa, tanto em casa como na escola haviam um foco maior no &#8220;bom comportamento&#8221;. Mas talvez estejamos passando por uma fase onde o respeito ao outro pode ter  sido confundido com “fazer papel de bobo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Paralelo á isso surgiram algumas teorias que acreditam que não se deveria inibir as crianças e o exagero chegou a ponto de valorizar, em alguns meios, a criança que se impõe acima de qualquer outra pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Creio que a harmonia seria o melhor caminho, as crianças não devem ser educadas nem com tanto rigor nem com tanta falta de limites. O equilíbrio pode ser o caminho mais difícil, pois é subjetivo e necessita  muita reflexão, mas não devemos desanimar e tentar sempre achar o ponto certo entre o que devemos incentivar nas crianças e o que devemos inibir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade faz parte da adolescência?</h2>
<p style="text-align: justify;">A agressividade faz parte do ser humano. Quem tem filho sabe que um bebê grita e esperneia quando quer alguma coisa, esta é a sua forma de comunicação. Ao longo do processo de educação vamos ensinando as crianças a conseguir o que querem de forma diplomática e elegante.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns chegam a adolescência sem ter absorvido a necessidade, e a beleza, do relacionamento interpessoal harmonioso.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que quando falamos em educação estamos falando da parcela onde o meio influencia o comportamento, mas há sim a parcela onde a personalidade determina. As características de personalidade  de uma pessoa podem ser  mais ou menos agressivas. Importante notar que estas características não são, necessariamente, imutáveis,  podem ser alteradas pelo meio, ou seja pela influencia da educação e convivência com as pessoas por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Agressividade é normal?</h2>
<p style="text-align: justify;">Agressividade em nível ótimo ajuda a pessoa a não aceitar ser desmerecida ou prejudicada,  todos podemos aprender a usar esta agressividade com comportamentos elegantes e não destrutivos. Por exemplo, caso um adolescente se sinta prejudicado por outro na escola ele pode usar sua indignação para promover grupos de discussão entre os pais e diretores e coordenadores da escola para inibir praticas ilícitas dentro da escola. Claro que este tipo de reação pode dar muito mais trabalho do que simplesmente desferir um soco no colega, mas é o tipo de trabalho que engrandece e vale a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quando os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;">Desde que o filho nasce. Mostrar com seu próprio comportamento, falar com a criança, não esperar que algo aconteça para depois interferir. Mesmo antes de haver qualquer agressão tanto por parte do filho como por parte de outro adolescente que tenha sido agressivo, esta criança pode ser preparada para lidar tanto com suas frustrações como com as frustrações alheias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Sinais aos quais os pais devem ficar atentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Adolescentes podem mudar de comportamento várias vezes, faz parte do seu desenvolvimento. Reconheço que não é uma tarefe fácil, pois nunca sabemos quando o filho está apenas introspectivo ou quando está com problemas, por isso mesmo os pais devem estar atentos a qualquer mudança, mesmo as positivas, pois é possível que  o filho esteja muito feliz em casa porque conseguiu dar uma surra no colega da escola. Os pais devem tentar saber o que acontece com seus filhos e estabelecer valores.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Evitar que os jovens cheguem ao ponto da agressividade?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível ensinar um filho a ler comprando livros ou mandando o filho ir para o quarto ler, mas percebo que a “técnica” mais eficiente seria deixar que seu filho te veja lendo livros. Dei este exemplo por ser mais fácil de visualizar mas vale para qualquer outro comportamento, deixar seu filho ver você mesmo se comportando da forma que quer que ele se comporte pode ser uma boa forma de ensinar. Não adianta pedir para o filho falar baixo se você faz isso gritando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Papel da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Complementar o que iniciou em casa. Não devemos esperar que a escola seja a formadora de caráter mas podemos cobrar que ela mantenha os valores ensinados em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">O que fazer se meu filho ou filha sofrer ameaças de violência física por parte de outras pessoas da mesma idade</h2>
<p style="text-align: justify;">Proteger esta criança. Em primeiro lugar deve-se tomar ações que impeçam que isso aconteça. Cada caso é um caso  por isso os pais devem a avaliar se o melhor seria mudar de escola, interromper a escola por um tempo, comunicar a quem de direito ou o que for melhor. Em segundo lugar identificar a causa, será que seu filho é o provocador ou a vitima? Deve-se notificar quem mais estiver envolvido como diretor da escola, do clube, ou caso isto estiver acontecendo na rua verificar se há canal de comunicação com os pais destes adolescentes. Caso não haja deve-se ensinar este adolescente a se proteger e não revidar. Talvez o que resolva é o aprendizado sobre como conversar com estes agressores, talvez o que resolva seja aprender a romper o vinculo com estes agressores  de forma a elimina-lo do papel de alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Avisar a polícia ou a direção da escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Deve avisar a policia nos casos onde a gravidade está de acordo com assuntos policiais e  avisar a direção da escola sempre, mesmo em casos mais leves.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Cyberbullying  e os jovens marcam brigas pelas redes sociais.</h2>
<p style="text-align: justify;">A internet é tanto uma benção como um grande problema. Melhorar a comunicação  não significa que  melhorará o conteúdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem observar de muito perto o que seus filhos  fazem no computador. Isto é algo que dá muito trabalho mas estamos em um tempo onde não dá mais para criar os filhos apenas os observando brincarem no quintal de casa. O pais precisam ser ativos e ter consciência que este trabalho todo faz parte do seu papel.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/adolescente-rebelde-como-educar.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome da Alienação Parental.</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-da-alienacao-parental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 19:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando o filho pega raiva do pai ou mãe distantes. A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é quando uma criança começa a rejeitar ou até mesmo odiar um dos pais depois da separação. Isso geralmente ocorre depois que o genitor guardião conta mentiras para afastar a criança do pai ou da mãe que se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h2 id="sub-title" style="text-align: justify;">Quando o filho pega raiva do pai ou mãe distantes.</h2>
<p style="text-align: justify;">A Síndrome da Alienação Parental (SAP) é quando uma criança começa a rejeitar ou até mesmo odiar um dos pais depois da separação. Isso geralmente ocorre depois que o genitor guardião conta mentiras para afastar a criança do pai ou da mãe que se afastou.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa prática ocorre principalmente depois da separação conjugal. O genitor que detém a guarda dos filhos (alienador), se sentindo traído, abandonado e rejeitado, tenta desmoralizar e denegrir a imagem do outro genitor (alienado), a fim de afastá-lo dos filhos e assim se vingar. Nessa tentativa, os filhos são usados como instrumentos para atingir o ex-companheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A SAP, como é conhecido esse transtorno, é comum: estima-se que cerca de 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa disputa, a criança fica confusa. Sente amor pelo pai ou mãe ausente e muitas vezes não pode demonstrar esse sentimento, pois não quer magoar a parte que está perto, podendo destruir o vínculo que há entre o genitor ausente. Muitas vezes, a criança acredita na mentira que o guardião conta para afastá-lo do outro por longos anos e isso traz prejuízos emocionais na sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que aparecem nas crianças que estão numa situação de alienação parental são rejeição, raiva e ódio contra o genitor alienado depois da separação, mesmo que antes a relação entre os dois tenha sido de afeto, carinho e amor. A criança passa a não querer visitá-lo, dar atenção ou até mesmo se comunicar. E ainda apresenta sentimentos e crenças negativas sobre o outro genitor, que são exageradas ou simplesmente não condizentes com a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros prejuízos podem acometer a criança que apresenta a SAP: depressão, pânico ou ansiedade. A criança tem rebaixada sua auto-estima, propensão ao uso de álcool e drogas. Quando adultos podem não conseguir manter um relacionamento estável ou gerar um sentimento de culpa ao descobrir que foi cúmplice de uma grande injustiça. Em casos extremos, pode haver suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos pais (pai, mãe ou responsável) por se sentirem frágeis ou com medo de levar o conflito adiante acabam desistindo da guarda ou das visitas, abrindo mão do convívio com seus filhos. Para evitar isso, é preciso procurar a justiça. Se ficar comprovada a alienação, o alienador poderá ser condenado pela justiça a pagamento de multa e ser obrigado a frequentar seções de terapia ou até mesmo ter decretada sua prisão, além de perder os seus direitos em relação a visitas e a guarda do(s) filho(s). Não é uma coisa fácil, por  isso deve-se procurar um advogado especializado.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos de separação conjugal são difíceis, mas os pais devem procurar ajuda especializada se não conseguirem de modo respeitoso tratar da convivência de cada um com os filhos. As crianças precisam e devem ter a presença e atenção tanto da mamãe como do papai.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://guiadobebe.uol.com.br/sindrome-da-alienacao-parental/</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O que fazer se seu filho não aprova o novo relacionamento!</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-se-seu-filho-nao-aprova-o-novo-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2015 20:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[clinica de psicologia em jf]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[orientação aos pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Um dos maiores desafios para algumas mães solteiras, é quando chega a hora de apresentar o namorado novo para os filhos, principalmente se eles ainda forem crianças. E essa situação pode ser ainda mais complicada se você tiver se divorciado do pai recentemente. Crianças costumam expressar muito bem seus sentimentos, e se elas não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores desafios para algumas mães solteiras, é quando chega a hora de apresentar o namorado novo para os filhos, principalmente se eles ainda forem crianças. E essa situação pode ser ainda mais complicada se você tiver se divorciado do pai recentemente. Crianças costumam expressar muito bem seus sentimentos, e se elas não gostarem de alguém, elas irão demonstrar isso com bastante clareza.</p>
<p>É muito comum que os filhos imaginem que seus pais irão ficar sempre juntos, e quando uma outra pessoa fica no meio disso, eles podem não gostar e fazer questão de demonstrar pra você e seu parceiro que não aprovam a ideia. Nesse caso, procure ser paciente e conversar com eles. Mostre que você tem sentimentos e interesses pessoais, e que reatar com o pai deles está fora de questão. É importante ainda dar um tempo para que eles se acostumem com a situação, não force nenhuma relação entre seus filhos e seu novo namorado.</p>
<p>Outro motivo muito comum para que as crianças não aprovem sua relação, pode ser o fato de elas acharem que, agora que existe uma outra pessoa na sua vida, você irá dar menos atenção à elas. Seus filhos podem achar que devem fazer de tudo para chamar a sua atenção, com medo de que você não se preocupe tanto com eles. Por isso, não mude a rotina e certifique-se de não mudar as atividades que você e eles sempre fazem juntos. Eles precisam saber que você estará sempre por perto, e que seu novo namorado não irá interferir nisso.</p>
<p>Não tente forçar seu filho a gostar do seu parceiro, obrigando eles a ficarem juntos, por exemplo. Dê o tempo que as crianças precisam para elas se adaptarem a essa nova realidade. Se você obrigar eles a conviverem, será ainda mais difícil fazer ele aceitar a ideia de você ter um novo relacionamento.</p>
<p>Cada criança tem sua maneira de reagir diante desta situação, mas é importante que eles saibam que sempre terão o seu amor, e que outras pessoas surgindo na vida de vocês não irá alterar em nada esses sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.sonhos.com.br/amor-e-sexo/o-que-fazer-se-seu-filho-nao-aprova-o-novo-relacionamento#.Vngsr_krLct</p>
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		<title>Como ajudar a criança a lidar com o divórcio dos pais?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ajudar-a-crianca-a-lidar-com-o-divorcio-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2015 15:47:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Separações afetam a todos. A perda de uma vida compartilhada e ter que desistir da ideia de um futuro em conjunto para a família é na maior parte das vezes doloroso. A maioria das pessoas  consegue se ajustar à nova condição, mas este pode ser um longo caminho, com momentos em que não se consegue ver [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1580" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg" alt="divorcio-casule-psicologia-jf" width="600" height="899" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg 299w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Separações afetam a todos. A perda de uma vida compartilhada e ter que desistir da ideia de um futuro em conjunto para a família é na maior parte das vezes doloroso. A maioria das pessoas  consegue se ajustar à nova condição, mas este pode ser um longo caminho, com momentos em que não se consegue ver como as coisas ficarão. Você precisará fazer concessões a si mesmo e aos seus filhos por algum tempo – às vezes por muitos anos. Mas é importante saber que, antes que você possa fornecer apoio aos seus filhos, você mesmo precisa se sentir apoiado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que as crianças precisam saber</h2>
<p style="text-align: justify;">Você não precisa contar para a sua criança todos os detalhes a respeito do rompimento com seu ex-parceiro, mas é importante que elas conheçam os fatos a respeito do futuro delas. Por exemplo, quando verão seu pai (ou mãe) e seus avós, tios, tias e primos; e se irão mudar de residência, ou de escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como as crianças expressam seus sentimentos</h3>
<p style="text-align: justify;">As crianças, tal como os adultos, reagem de maneira própria ao stress e à infelicidade. Suas reações variam também de acordo com a idade:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Antes dos 5</strong>: As crianças pequenas geralmente passam por estados de ansiedade quando são separadas de um dos pais. Essa ansiedade geralmente aparece como choro, agarramentos e comportamentos difíceis. Com o stress adicional da dissolução da família, é de se esperar que a criança encontre ainda mais dificuldade em lidar com separações e mudanças. Ela pode demonstrar grande  relutância a deixar você na hora da visita do pai (ou mãe) e, depois, ter um acesso de raiva no momento de se despedir e voltar para casa. Isto é estressante para todos, embora, devido às circunstâncias, seja natural.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>6 a 11 anos</strong>: Durante os anos seguintes da infância, as crianças já possuem uma compreensão melhor daquilo que está ocorrendo, mas ainda são incapazes de lidar com o conflito de lealdades que surge com uma separação. Podem até se sentir responsáveis pelo problema e experimentar sentimentos de culpa. Elas precisam que você aceite que estão passando por esse momento conturbado e que você entenda que externalizem isto com quem os rodeia, antes de conseguirem retomar sua estabilidade. A escola às vezes pode se tornar um porto seguro para a criança, mas você precisa ser paciente se elas não conseguirem mais lidar tão bem com os amigos e com a própria escola.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Adolescência</strong>: Este é um momento importante para que o jovem descubra seus próprios sentimentos e sua identidade. Para um(a) adolescente, a separação dos pais faz com que se sinta inseguro(a) no momento em que ele(a) mesmo(a) começa a se desligar da família, como parte de seu desenvolvimento normal. Os adolescentes também se sentem culpados, porque acham que causaram a separação. Certos adolescentes lidam com isso demonstrando uma atração frenética por independência, como uma maneira de não encarar o que realmente está acontecendo em casa. Para outros a incerteza pode fazer com que se apeguem mais à família. É importante para os adolescentes manterem contato com o pai do mesmo sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança que demonstra pouco e aliena-se é a que nos deve preocupar mais. Você deve cuidar de oferecer a essa criança todo o tempo e consideração que ofereceria se os problemas fossem mais evidentes. Se você não tem certeza com relação ao tipo de preocupação que deveria ter, talvez ajude conversar com o professor de seu filho, ou com seu médico, ou com a assistente de saúde, para saber se você precisa de alguma outra ajuda externa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Disciplina</h3>
<p style="text-align: justify;">As crianças provavelmente sentirão muita inconsistência dos adultos que estão sofrendo, preocupados com a separação. Como resultado disto, a disciplina será provavelmente uma questão mais difícil a se lidar do que antes. Você pode ficar ansiosa(o) sobre o que os seus filhos estão liberados para fazer quando estão com seu(sua) ex-parceiro(a), ou poderá descobrir que seu(sua) novo(a) parceiro(a) encara a disciplina de modo diferente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Novas famílias</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando as famílias se dissolvem, geralmente formam novas famílias. Se você tem um novo parceiro, tem também a esperança de construir um novo futuro para a sua família, juntos. Você precisa se lembrar que pode estar pedindo muito<br />
a seus filhos em um momento em que estão tentando administrar a perda de um dos pais. Eles têm que:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">aprender a lidar com o novo adulto, que parece ter assumido o lugar que era da mamãe ou do papai</li>
<li style="text-align: justify;">conhecer novos avós, irmãos e, é claro, os bebês que virão do novo relacionamento</li>
<li style="text-align: justify;">discriminar as antigas lealdades e os novos sentimentos de ciúmes</li>
<li style="text-align: justify;">acostumar-se a diferentes maneiras de fazer as coisas e novos arranjos de moradia, tais como compartilhar com outros o quarto de dormir.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mesmo para as crianças muito pequenas, é importante deixar claro que o(a) seu (sua) novo(a) parceiro(a) não se tornou, automaticamente, um novo papai ou uma nova mamãe. Um relacionamento tão íntimo só pode se desenvolver com o tempo – e mesmo assim apenas se o novo pai (ou nova mãe) e o(a) novo(a) filho(a) desenvolverem esse sentimento um(a) pelo(a) outro(a). É melhor, nesse meio tempo, aceitar que uma certa distância seja inevitável e mais respeitosa para todos os envolvidos. Seu (sua) ex-parceiro(a) também não quer sentir que outra pessoa está ocupando o seu lugar como papai, ou mamãe. Se você conduzir as coisas com vagar, será possível acertar um arranjo que seja plausível para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2014/12/como-ajudar-as-criancas-a-lidar-com-o-divorcio</p>
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