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	<title>puberdade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>puberdade - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Etapas da adolescência</title>
		<link>https://casule.com/blog/etapas-da-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2017 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura. A adolescência é uma época de imaturidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos, pois, em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.</p>
<p style="text-align: justify;">O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alterações que sucedem nas diferentes etapas da adolescência</h2>
<p style="text-align: justify;">a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).</p>
<p style="text-align: justify;"> Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"> Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.</p>
<p style="text-align: justify;"> Desequilíbrio nas emoções, que se reflete na sensibilidade exagerada e na irritabilidade de carácter.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"> Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido têm as mudanças que está a sofrer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que conheça as suas limitações e as suas possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que desenvolva a virtude da fortaleza, para que possa fazer por si mesmo esforços pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"> Sugerir atividades que lhe permitam estar ocupado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que reflita nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.</p>
<p style="text-align: justify;">B) A adolescência média (13 a 17 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa de viver dentro de si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.</p>
<p style="text-align: justify;"> A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> Conflito interior ou da personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</p>
<p style="text-align: justify;"> Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e refletir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a refletir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.</p>
<p style="text-align: justify;"> Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que se esforcem por pensar e refletir com rigor, evitando a superficialidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reações violentas.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.</p>
<p style="text-align: justify;">C) A adolescência superior (16 a 22 anos)</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem maior autodomínio.</p>
<p style="text-align: justify;">É a época de tomar decisões: futuro, estudos…</p>
<p style="text-align: justify;">Começa a projetar a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelece relações mais pessoais e profundas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ajudas positivas:</h2>
<p style="text-align: justify;">Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Que reflitam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.</p>
<p style="text-align: justify;"> Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.</p>
<p style="text-align: justify;"> “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Tópicos para lidar com um adolescente:</p>
<p style="text-align: justify;"> Mostra-lhe sincera amizade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Estabelece uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> Tem sempre muita compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprende a escutá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Não te canses de os animar.</p>
<p style="text-align: justify;">Exige suavemente, mas com firmeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Compartilha dos seus projetos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mede bem aquilo que lhe vais exigir.</p>
<p style="text-align: justify;"> Mantém-te firme nas decisões que se tiverem tomado.</p>
<p style="text-align: justify;"> Cede nas coisas de pouca importância</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educacao.aaldeia.net/etapas-adolescencia/</p>
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		<item>
		<title>Adolescência: O sujeito em busca da sua verdade</title>
		<link>https://casule.com/blog/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 19:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”. Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A adolescÊncia é um “conceito” construído socialmente. Constitui uma fase da vida que, em geral, é vista pelos pais como um “período crítico” do sujeito, que está “rebelde”.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um processo de transição conturbado e conflitante, e é esperado que seja assim. Porém, também é possível que esta seja a fase mais bonita da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O adolescente (que tem, em média, entre 13 e 18 anos) vivencia (literalmente) na pele as mudanças físicas da puberdade: alteração no timbre da voz, pêlos no corpo, espinhas, menstruação – no caso das meninas etc., e também enfrenta as mudanças psicológicas comuns a esta idade (cobranças, responsabilidades, escolhas a fazer).</p>
<p style="text-align: justify;">Já não é mais possível e nem desejável que os pais decidam pelos seus filhos adolescentes: preferem um programa com os amigos a acompanhar os pais nos passeios em família, queixam-se das broncas e dizem que os pais estão “ultrapassados”, confrontam valores e ideias, adotam alguém como ídolo (geralmente banda, artista ou alguém da mídia), vestem-se de maneira arrojada e parecem querer “marcar” o seu corpo de alguma maneira (tattoo, piercing, cabelos coloridos ou arrepiados, roupas extravagantes, etc). Por essas e outras dizemos que a adolescência compõe um processo de desligamento dos pais/figuras parentais.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo isso que acontece do lado de fora do sujeito adolescente faz parte do seu processo interno de autoconhecimento, de construção da identidade, de questionamentos (“quem eu quero ser quando crescer?”) e de elaboração de escolhas. Os confrontos com o outro podem ser uma maneira de se auto afirmar e até mesmo de mostrar que tudo parece um pouco confuso agora. Existe aí um processo de luto pelo corpo infantil e pelos pais da infância (que já não o vêem do mesmo jeito).</p>
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</div>
<p style="text-align: justify;">A sexualidade e a agressividade também ganham ênfase nesta etapa da vida do sujeito e compõem, junto com outros afetos, os traços da personalidade do adolescente. Sua personalidade irá florescer de acordo com aquilo que o adolescente vem cultivando ao longo do seu desenvolvimento e estará diretamente relacionada com as referências que ele tem (ou com a falta delas), isto é, com os tipos de vínculos familiares que construiu e com os significados que ele atribui a estes vínculos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, é neste período que se concretiza (e não que se define) a orientação sexual do sujeito, os critérios de escolha do parceiro amoroso, a forma de lidar com as frustrações e privações que a vida impõe, a relação com o dinheiro, com o trabalho, com os estudos e com tudo aquilo que se torna seu objeto de desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, os pais do adolescente possuem expectativas e ideais depositados sobre o filho: “Meu filho vai ser isso ou aquilo”, “Vou dar a ele o que eu não tive”, “No meu tempo se fizesse isso era assim, assado, etc.” Contudo, ao fantasiar demais o “filho ideal”, superproteger e controlar, muitos pais não fornecem o espaço necessário para que o adolescente assuma papéis sociais e adquira autonomia para fazer escolhas próprias. Logo, os pais podem dar “asa” ao seu filho, mas ele precisará “voar” sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro os limites, as regras e os “NÃOS” são necessários e muito importantes. É preciso que os pais conheçam o círculo de amigos do filho, estabeleçam horário para chegar em casa e exijam o respeito às tradições familiares (respeitar não é obrigar), além de cobrar que ele faça as tarefas que é capaz de fazer. Mas, também é necessário muito diálogo (ouvir e falar), muita negociação e muita paciÊncia para construir uma relação de confiança com o filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez confiança seja a palavra chave para esta e para qualquer outra fase da vida. Se o filho confia nos seus pais (sejam eles biológicos ou adotivos, avós, parentes ou quem quer que seja que exerce estes papéis) ele poderá confiar em si mesmo e SABERÁ ESCOLHER O QUE É MELHOR PARA SI não importa onde ou com quem esteja.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que a maior contribuição que os pais podem dar ao filho adolescente será sempre o AMOR, junto com o seu olhar, a sua atenção e a sua disponibilidade para apoiá-lo. É a procura do amor do outro que aplacará a sensação de desamparo sentida pelo adolescente. E, para oferecer este amor será preciso que os pais também saibam lidar com suas próprias inseguranças e com seus erros, expostos pelo filho adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, cabe aos pais e aos filhos adolescentes saber se colocarem um no lugar do outro e reconhecer que eles têm formas diferentes de enxergar o mundo e de interpretar as situações (e sempre terão!) e, principalmente, que também poderão falhar.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido considerar, ainda, que ser adolescente na década de 60 e ser adolescente em 2017 é beeemmm diferente. O contexto social afeta muito a auto imagem do adolescente e os ideais que ele traça para si próprio ao se deparar com padrões de beleza, de status profissional, de bens de consumo, entre tantos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já se perguntou o que a sociedade atual espera do adolescente? E o que esta mesma sociedade oferece ao adolescente? Além do que, vemos muitos sujeitos (inclusive pais) que estenderam a sua adolescência por muitos anos a frente e que ainda não conseguiram elaborar e superar todos os conflitos deste período, afinal, ser eternamente jovem e belo é uma imposição da sociedade atual. Mas, este já seria assunto para um próximo post…</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, não se esqueçam de que todos estes conflitos podem ser compreendidos durante a psicoterapia, que consiste na oferta de um espaço de escuta clínica que ajuda a revelar, através da palavra, a verdade de cada sujeito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/adolescencia-o-sujeito-em-busca-da-sua-verdade/</p>
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		<item>
		<title>8 temas que você deve conversar com seus filhos o quanto antes!</title>
		<link>https://casule.com/blog/8-temas-que-voce-deve-conversar-com-seus-filhos-o-quanto-antes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2015 18:42:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. A importância do estudo para o futuro De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2671" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg" alt="BNWWKT Mother and daughter having an argument. Image shot 2010. Exact date unknown." width="600" height="251" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos.jpg 570w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-300x125.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/11/casule-psicologia-conversar-com-os-filhos-480x200.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1. A importância do estudo para o futuro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Karin Kenzler, psicóloga do Colégio Humboldt, ao dialogar com os filhos pré-adolescentes, os pais precisam tomar alguns cuidados para não intimidar ou sufocá-los. &#8220;Em primeiro lugar é importante lembrar que o foco da conversa sempre deve ser o de criar intimidade, e não o volume de informações ou instruções que se pretende passar. Criar laços afetivos e manter o canal de comunicação aberto é a melhor maneira de ter acesso à vida de seu filho, para poder orientá-lo e desfrutar de sua companhia&#8221;, ela afirma. Desta forma, é importante ressaltar a importância dos estudos no futuro do jovem, mas não através de palavras e sermões e, sim, através de seu comportamento. Fiscalizar, cobrar, brigar, para que seu filho estude pode até funcionar, mas não vai motivá-lo. &#8220;Crie um ambiente familiar em que assuntos de conteúdo escolar são valorizados. O diálogo em casa, nas refeições, no carro, deve valorizar a cultura geral e motivar a busca de conhecimento. Não pergunte ao seu filho se fez a lição, mas o que esta estudando&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>2. O perigo de se expor na internet</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fotos e mais fotos fazendo caretas, de biquíni ou com vestido curtinho. Cliques de festas regadas a cerveja e postagens cheias piadinhas sem graça. Os adolescentes nem se dão conta, mas podem estar se expondo demais &#8211; e de forma negativa &#8211; na internet. O dever do pai é explicar que esse tipo de atitude pode prejudicá-los quando forem procurar um emprego ou até mesmo colocá-los em situações perigosas, como acontece quando as fotos vão parar em sites de prostituição ou, ainda, nas mãos de pedófilos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>3. A escolha da religião</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os pais primeiramente devem ser amigos de seus filhos, pois a confiança entre eles é fundamental para que os adolescentes possam conversar sobre todos os assuntos e com isso não esconder nada que possam os surpreender mais tarde&#8221;, afirma Cesar Marconi, diretor pedagógico do Colégio Mary Ward. Sempre que possível converse abertamente com seu filho sobre a religião que sua família segue e mostre o que você acredita. Se, em algum momento, ele achar que não concorda mais com esses princípios, ou se não encontrar o que busca nela, ele irá se decidir por outro caminho e precisará se sentir à vontade para conversar abertamente sobre isso com você. Neste caso, o papel dos pais é dar a oportunidade para o filho se conhecer melhor. Se você confia nos valores que passou a seu filho, acredite no caminho pelo qual ele optar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>4. Cuidado com as amizades</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Tente conhecer os amigos do seu filho. Se ele se relaciona com pessoas agressivas, chame-o para conversar e mostre o risco e as consequências dessa escolha. &#8220;Ao aconselhar seu filho a respeito de uma amizade, procure não ser radical ou autoritário, pois você corre o risco dele continuar se relacionando com a pessoa sem o seu conhecimento, e pior, mentindo para você. Procure conversar expondo suas preocupações, fazendo com que tome conhecimento dos riscos e aprenda a fazer suas escolhas. E se ele confiar em você vai continuar lhe contando com quem anda e por onde&#8221;, aconselha a psicóloga Karin Kenzler.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>5. Os perigos do álcool</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é mesmo a fase em que os jovens experimentam bebida. Isto é fato! Antes de seu filho começar a sair de casa, converse com ele sobre todos os perigos do consumo excessivo de álcool. Esclareça a diferença entre beber um cálice de vinho num almoço familiar, em casa, e ficar embriagado para se divertir numa festa com os amigos. Explique a preocupação com sua saúde e sua segurança e deixe claro que não há acordo possível quanto ao abuso da bebida, dentro ou fora de casa. Fale abertamente sobre os perigos que ele corre, como o de sofrer um acidente de carro ou se meter em brigas feias. &#8220;Este tipo de diálogo deve ocorrer em casa, na medida do possível, diariamente. Não espere que um algo de ruim aconteça para depois conversar&#8221;, afirma Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>6. A importância de ficar longe das drogas</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Nas conversas sobre o perigo das drogas, abra espaço para seu filho tirar todas as dúvidas. Deixe claro que as pessoas podem perder o controle do uso dessas substâncias &#8211; cujo fornecimento, aliás, é proibido. Procure pesquisar e converse sobre os efeitos específicos de cada uma delas. Segundo Karin Kenzler, muitos pais não sabem como abordar estes temas por temerem a reação dos filhos, delegando a tarefa unicamente à escola. &#8220;Os programas de prevenção e orientação na escola devem ser complementados com diálogos em casa, onde os valores de cada família e cultura podem ser passados.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>7. Sexo seguro</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Fale de sexo mencionando sempre o amor. Deixe claro para seu filho que a escolha do parceiro &#8211; e o afeto &#8211; é importante e explique os riscos e cuidados que devem ser tomados durante o relacionamento. &#8220;Para facilitar a conversa, a abordagem deve ser informal, inserida em situações cotidianas como no carro, almoço ou passeio. Abordar o tema a partir de uma noticia do jornal, de um acontecimento publico ou conteúdo de novela, diminui a o constrangimento sentido pelo jovem, deixando o mais a vontade para tirar suas dúvidas&#8221;, comenta Kenzler. Não se cobre para ter respostas para tudo sobre este assunto na ponta da língua. Às vezes, só de estar disposta ao dialogar com o filho já ajuda! Seu filho quer encontrar um ambiente em que se sinta acolhido e que possa tirar dúvidas sem sentir vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><strong>8. Por que devemos ser organizados e responsáveis?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A desorganização e falta de responsabilidades dos jovens, que hoje afeta a harmonia familiar, pode se tornar um grande problema no futuro, a ponto de atrapalhar o desempenho na universidade e no mercado de trabalho. Converse com o adolescente sobre a importância de cuidar das suas coisas e ser organizado. &#8220;Se o filho desde pequeno for orientado a guardar seus brinquedos ele criará o hábito de organizar suas coisas e consequentemente seu quarto, suas lições, atividades e etc. É perfil do adolescente ser um pouco relapso, até por questão de formação, a rebeldia. O que não pode ocorrer é o relapso se tornar regra em sua vida&#8221;, explica Cesar Marconi.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.brasilpost.com.br/2015/10/30/tema-conversar-filho_n_8433180.html</p>
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		<title>Como lidar com a puberdade dos filhos!</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-a-puberdade-dos-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2015 19:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os brinquedos já não interessam mais, o corpo começa a se transformar… Agora, o diálogo muda um pouco: adolescentes querem ter opinião própria e eles precisam ser ouvidos para que os limites possam ser impostos pelos adultos sem grandes conflitos. Mas como orientar os filhos nessa época de descobertas? Crescimento dos pelos pubianos: há aulas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2596" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg" alt="casule-psicologia-puberdade-dos-filhos" width="600" height="400" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos-300x200.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-puberdade-dos-filhos-480x320.jpg 480w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os brinquedos já não interessam mais, o corpo começa a se transformar… Agora, o diálogo muda um pouco: adolescentes querem ter opinião própria e eles precisam ser ouvidos para que os limites possam ser impostos pelos adultos sem grandes conflitos. Mas como orientar os filhos nessa época de descobertas?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Crescimento dos pelos pubianos</strong>: há aulas na escola sobre este assunto. E, desde criança, os filhos já observam a diferença entre os corpos deles e dos adultos. Eles podem se irritar, mas sabem que isso vai acontecer, pois estão crescendo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O menino muda a voz</strong>: os pais costumam ter mais problemas em lidar com isso que os filhos, que dão risada de si e dos outros. Os adolescentes aprendem sobre o assunto na escola e convivem com outros colegas na mesma situação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Vergonha das mudanças no corpo</strong>: é mais comum quando o adolescente se destoa muito dos demais. Muitas vezes, uma simples conversa não basta: é preciso buscar ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira menstruação</strong>: é interessante preparar a filha para esse momento inevitável. Mas não fique ansiosa, nem esperando que venha logo, pois isso causar um certo desconforto. Importante: leve a menina ao ginecologista.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Masturbação</strong>: essa é uma das situações que entra na questão da intimidade. Em geral, os adolescentes aprendem sozinhos, pois é uma relação com o próprio corpo. Caso você surpreenda uma masturbação, pode explicar o que é, falar da privacidade…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeiro beijo:</strong> em geral, os filhos dividem esse momento com os colegas da mesma idade – os pais não precisam dar conta de tudo. Se sentir necessidade de dar algum conselho, fale do respeito a si mesmo, mas como forma de dica, não de bronca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Surgimento de espinhas</strong>:  se os pais tiveram acne na fase da adolescência, podem levar o filho a um dermatologista antes que o problema apareça. Mas existem as espinhas que aparecem no dia “daquela festa”. Para essas situações, é preciso calma e um corretivo facial, pois os choros serão inevitáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Acentuação da libido</strong>:  o prazer começa a se apresentar de forma mais sexualizada. Mas esse não é um assunto para ser conversado formalmente. Se os pais ensinaram os filhos a controlarem suas vontades em outras áreas, não terão problemas agora.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>A primeira vez e a prevenção de DST’s e  gravidez:</strong> como as informações estão em toda parte, muitos adolescentes sabem mais que os adultos, mas não significa que saberão agir com maturidade. Então, converse sobre isso com naturalidade, não como um tabu.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Comportamento homossexual</strong>:  é preciso saber diferenciar a escolha, a personalidade ou a curiosidade. Os pais podem procurar ajuda profissional para entender melhor como lidar com essa situação, aceitando a orientação sexual do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://papofeminino.uol.com.br/mulher/filhos/como-lidar-com-a-puberdade-dos-filhos/</p>
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