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	<title>psicoterapia jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicoterapia jf - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Quais são as consequências dos ataques de pânico?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quais-sao-consequencias-dos-ataques-de-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? – O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer! O aperto no peito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acontece de repente. Você percebe que o coração bate a toda velocidade. Todos os alarmes são ativados. – <em>O que está acontecendo comigo? Eu estou morrendo? </em>– O pânico te inunda e você começa a respirar cada vez mais depressa. Você sente que te falta o ar. – <em>Eu vou me asfixiar? Não paro de tremer!</em></p>
<p style="text-align: justify;">O aperto no peito começa a piorar e você sente que o que está acontecendo não é real, mas o medo de morrer está lá. Você acredita que está ficando louco. Parece que você vai desmaiar. Em apenas 10 minutos o seu corpo está totalmente descontrolado. O que aconteceu com você? Você teve um ataque de pânico. Mas quais são as consequências dele?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como e por que se inicia um ataque de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um ataque de pânico é uma crise que começa de forma brusca. A primeira coisa que a pessoa percebe é a aparição de uma série de sensações corporais. Estas costumam ser: palpitações ou ritmo cardíaco acelerado, sudorese, tremores ou agitação, falta de ar e/ou sensação de asfixia, aperto no peito, náuseas ou desconfortos abdominais, instabilidade ou tontura, sensação de dormência ou formigamento e arrepios.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema aumenta de tamanho graças aos pensamentos que a pessoa reproduz em sua mente e em volta destes sintomas físicos. O ataque de pânico é produzido porque a pessoa associa suas sensações corporais a algum tipo de ameaça. Além disso, geralmente a pessoa percebe que essa ameaça induzida coloca sua vida em perigo. Assim, desenvolve todo um ciclo de pensamentos (neste sentido) que irá tornar as sensações corporais iniciais ainda mais intensas.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes são o medo de morrer, de perder o controle e/ou de ficar louco, além da sensação de irrealidade ou de estar fora de si mesmo. O caso é que as pessoas interpretam estes sintomas físicos de forma catastrófica. Ou seja, acreditam que essas sensações corporais estão ocorrendo porque está acontecendo alguma coisa grave. É fundamental realçar que, na realidade, não há um perigo real de morte, a verdade é que tudo isso está acontecendo porque nós estamos pensando.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Que consequências derivam dos ataques de pânico?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os ataques de pânico têm consequências negativas para quem sofre deles, mas em nenhum caso levam à morte, pelo menos de maneira direta. Pense nisso: você realmente teve alguma coisa grave a nível físico quando teve uma crise com essas características? Não, certo? Se elas realmente tivessem as consequências que tememos, você não estaria lendo este artigo!</p>
<p style="text-align: justify;">As palavras de Luis Sepúlveda têm uma dose de humor negro, mas não deixam de nos proporcionar uma descrição exata das sensações das “vítimas do pânico”. Além disso, todos sabemos que estes ataques de pânico provocam um grande mal-estar emocional e psicológico. O medo se apodera do dia a dia dessas pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparece o medo de que volte a ter uma crise, já que não é nada agradável. Em muitos casos, os estímulos gerados pela crise são generalizados (por exemplo, se tivemos um ataque em um ponto de ônibus, passamos a ter medo de todos os pontos de ônibus), e em muitos outros casos, a antecipação da própria crise já provoca o ataque (antecipamos que vamos passar por um ponto de ônibus).</p>
<p style="text-align: justify;">Sobretudo, a pessoa passa a temer que os ataques apareçam em lugares públicos, onde seja difícil escapar, em situações sociais onde seria constrangedor estar assim, ou em momentos em que seria complicado obter ajuda. Então, o que a pessoa geralmente começa a fazer nestes casos? O que ela costuma fazer é evitar essas situações.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa deixa de ir a esses lugares para que, assim, diminua a ansiedade gerada pela possibilidade de ter outro ataque. Então ela vai evitando cada vez mais lugares. Desta forma, as tarefas cotidianas passam a ser um verdadeiro exercício de planejamento e esforço. Fica extremamente difícil para a pessoa ir a lugares que antes frequentava. Assim, a gama de atividades que acaba fazendo é muito reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, chegamos ao ponto em que a pessoa passa a sofrer de agorafobia. Elas já temem ou evitam situações como as seguintes: aglomerações, lugares públicos, viajar sozinho ou se ausentar de casa. Isso é altamente debilitante para a pessoa, que vê reduzida sua qualidade de vida em todos os âmbitos. Visto que isso pode ser limitante tanto a nível pessoal como profissional e social, é importante consultar um psicólogo para aprender a regular a ansiedade e reduzir os ataques de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/consequencias-ataques-de-panico/</p>
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		<title>Entenda o que é vaginismo</title>
		<link>https://casule.com/blog/entenda-o-que-e-vaginismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 20:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#timidez]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[trauma]]></category>
		<category><![CDATA[vaginismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>As causas do vaginismo e a dificuldade em manter relações sexuais não estão na vagina, mas no emocional da mulher</h2>
<p style="text-align: justify;">Vaginismo é definido como um espasmo involuntário dos músculos que cercam a entrada da vagina. Ou seja, uma contração involuntária da musculatura externa da vagina que geralmente ocorre na tentativa da penetração do pênis, mas também pode acontecer na tentativa de introdução de objetos eróticos, absorventes internos ou até mesmo durante um exame ginecológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo é doença?</h2>
<p style="text-align: justify;">É preciso deixar claro que o vaginismo não é doença e também não tem nada a ver com frigidez. Trata-se de uma condição psicológica que se manifesta através de uma reação física. Também não deve ser confundido com dispareunia, que causa dor na entrada da vagina ou no fundo dela quando o pênis é introduzido no canal mas, no entanto, não impede a penetração.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como surge?</h2>
<p style="text-align: justify;">As causas do vaginismo não estão na vagina e sim no emocional da mulher. O medo da relação sexual, da intimidade, baixa autoestima, e a falta de confiança são fatores que levam a mulher vagínica a contrair não só a vagina, mas o períneo, as nádegas, os músculos da coxa e do abdome.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa dificuldade pode se manifestar desde a primeira tentativa, (vaginismo primário), como pode aparecer em mulheres que já tiveram relações sexuais normalmente e devido a algum trauma, passaram a não conseguir mais (vaginismo secundário).</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente, o problema está ligado a algumas fantasias da mulher, como o medo de que a vagina não tenha espaço suficiente para receber o pênis durante o sexo, de sentir dor ou ser machucada.</p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres que têm vaginismo são normais e sentem excitação, têm lubrificação vaginal e conseguem até mesmo atingir o orgasmo como qualquer outra mulher quando são estimuladas pelo parceiro, desde que não haja a tentativa de penetração. O corpo deseja o sexo, mas a mente faz um “bloqueio”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vaginismo tem solução?</h2>
<p style="text-align: justify;">Muitas mulheres acabam deixando sua vida sexual de lado por vergonha de procurar ajuda. O vaginismo é uma disfunção relativamente fácil de ser solucionada. O primeiro passo para tratar o vaginismo é procurar o ginecologista e relatar o problema. Dessa forma, ele poderá encaminhar a paciente para um especialista em sexualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existem medicamentos solucionar este problema. O tratamento do vaginismo geralmente é feito com psicoterapia. As sessões com o psicólogo vão ajudar a paciente a compreender a ligação de seus problemas emocionais e o vaginismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da terapia, também são recomendados exercícios específicos de contração e relaxamento da vagina para que a penetração ocorra aos poucos. Através dos exercícios, a mulher vai conhecendo melhor seu corpo, penetrando primeiro os dedos, depois objetos eróticos, até conseguir ter relações normalmente com o seu parceiro. O mais importante é que ela procure a ajuda adequada que a possibilite ter uma vida sexual tranquila e saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.dicasdemulher.com.br/entenda-o-que-e-vaginismo/</p>
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		<item>
		<title>Os acumuladores compulsivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-acumuladores-compulsivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 20:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[acumulador compulsivo]]></category>
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		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se cercar de objetos inúteis. Por isso, eles não desenvolvem critérios para dizer o que guardar e o que não guardar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="">O assunto seria apenas uma anedota se não fosse algo sério, pois esse exercício incessante de guardar tudo pode levar a problemas sérios de saúde e convivência. Além disso, é um claro sintoma de que algo não vai bem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A figura dos acumuladores compulsivos no mundo não é negligenciada. Estima-se que ao menos 4% de toda população apresente sintomas de desordem, o que equivale a mais ou menos umas 300 milhões de pessoas no mundo. Por que algumas pessoas amontoam seu entorno com objetos insignificantes a ponto de empobrecerem sua qualidade de vida e colocarem em risco sua saúde?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A origem dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">Na verdade não existe um total acordo entre os especialistas sobre os fatores que desencadeiam a acumulação compulsiva. O que há de consenso é o fato de que se trata de um sintoma que merece atenção e, eventualmente, um grande tempo de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança estabelece um certo controle sobre seus pais, a partir da maneira como visita o banheiro. Em sua mente infantil. as fezes são um presente que dá ou retém, de acordo com o vínculo que ela estabeleceu com seus progenitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A retenção é uma característica que pode ficar afixada na personalidade nessa etapa. De uma ou de outra maneira, expressa um impulso agressivo contra seus pais que fica reprimido, mas logo se manifesta através da acumulação ou da avareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros enfoques indicam que a acumulação compulsiva é um comportamento defensivo, diante de ameaças imaginárias. O acumulador parte da ideia de que não deve tirar um objeto porque, mais adiante, ele poderá fazer falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém entende como é que um pedaço de papel rasgado e sem importância pode chegar a fazer falta a alguém, mas o acumulador pensa que “nunca se sabe”. Na verdade, ele está experimentando um forte sentimento de insegurança diante as mudanças.</p>
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<p style="text-align: justify;">Também existe o caso de quem acumula em resposta a um trauma. Talvez essa pessoa tenha passado por uma situação na qual tenha ficado completamente sem nada e tem medo de que isso aconteça novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há quem guarde lembranças como uma espécie de evidência. <span id="result_box" class="short_text" lang="pt"><span class="">Isto acontece</span> porque está carregado com uma culpa inconsciente e quer testemunhar a seu favor. Neste caso, a acumulação opera como uma necessidade inconsciente de juntar provas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Características dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">O acumulador compulsivo, muitas vezes, também é um comprador compulsivo. Não pode ver nada em oferta porque, imediatamente, sente que tem que adquiri-lo, simplesmente pelo fato de estar mais barato. Não importa se é algo de que necessite ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que também sejam pessoas solitárias. Em parte, sua obsessão por acumular deve-se também a uma certa fantasia de substituir a companhia pelos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm dificuldades para se desfazer dos objetos de que não necessitam experimentam essa desapropriação como uma autêntica perda. Chegam a sofrer um verdadeiro luto se precisarem se separar das coisas que formam seu mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O drama da acumulação compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">A situação pode chegar a níveis graves, como o conhecido caso dos irmãos Collyer, que ocorreu nos Estados Unidos em 1947. Os vizinhos alertaram a polícia porque havia muito tempo que não viam os irmãos saírem de sua casa nem darem nenhum sinal de vida. As autoridades não puderam entrar casa nem pela porta nem pelas janelas, devido a enorme quantidade de objetos que impediam o acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, só puderam abrir uma entrada pelo terraço. Eram tantos objetos que haviam por todas as partes que demoraram 6 horas até encontrarem o primeiro cadáver. O segundo só foi encontrado 18 dias depois, apesar de estar a poucos metros do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos irmãos havia sido morto pelo desabamento de milhares de livros e jornais que caíram sobre ele. O outro irmão, que era cego e paralítico, morreu mais tarde de fome e sede, pois não conseguiu buscar água e comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos menos graves, a acumulação compulsiva leva a uma desordem monumental em sua casa ou seu escritório. Às vezes isso facilita a aparição de pragas, pois não se consegue fazer uma limpeza correta da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há um método específico para tratar o caso dos acumuladores compulsivos, mas é verdade que são pessoas que precisam de ajuda profissional para esclarecer o que há por trás desse desejo de não se separar do velho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/acumuladores-compulsivos/</p>
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		<item>
		<title>Controle emocional,como praticar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 20:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência. Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que estamos opinando a respeito de um amigo ou familiar. Depositamos nos outros o que não estamos preparados para assumir que existe em nós mesmos. Isto é, nos projetamos e atribuímos a responsabilidade de como nos sentimos em relação aos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a leitura dos outros pode ser um fiel reflexo do que nos sucede. O exterior nos fala e nos serve de espelho, e ainda reafirma nossa disposição de ver quais assuntos pendentes temos com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é hora de trabalhar isso?</p>
<h2 style="text-align: justify;">“Você é responsável por eu me sentir assim”</h2>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a responsabilizar os outros por nossas emoções, isto é, por como nos sentimos, assim como nos responsabilizamos por como se sentem os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se alguém ao nosso redor não se sente bem, nos sentimos responsáveis e tentamos a todo custo mudar isso, como se tivéssemos todas as ferramentas para solucionar o sofrimento alheio. Por outro lado, quando somos nós que nos sentimos mal, depositamos a responsabilidade desse sentimento em uma situação ou em uma outra pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A quem estamos dando o controle de nós mesmos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Responsabilizar-nos pelas emoções dos demais pode tornar-se um enorme fardo para nosso desenvolvimento individual, da mesma maneira que buscar culpados para como nos sentimos. Pois não se trata de culpados, mas sim de administrar nossos sentimentos e responsabilidade emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes nos expressamos dessa maneira: “Você me cansa” ou “Você me faz sentir mal”? Não se trata de buscar culpados, sim de identificar como você se sente diante de certas circunstâncias e aceitar que é você o responsável pelos seus sentimentos. Alguns sentimentos são inevitáveis em determinadas situações, mas esse sentimento só pode perdurar se tiver o aval da sua mente. Comece a gerir suas raivas, ciúmes, ira ou tristeza, porque as respostas não estão fora, mas dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não assume o controle das suas emoções, quem o fará? Os outros? A situação? Isso traria muita instabilidade, não é?</p>
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<p style="text-align: justify;">Isto não quer dizer que você não tenha que se expressar e manifestar como se sente com respeito aos demais, mas que se responsabilize pela administração dos seus sentimentos. Em vez de outorgar o poder de seu bem-estar ou mal-estar aos outros, assuma as rédeas da sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem tanto direito de se incomodar com algo como qualquer outra pessoa, não há nada de errado nisso. Porém, se você assumir o controle disso, não será refém dos seus sentimentos, tudo será mais satisfatório, um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Do contrário, sempre estaremos reféns dos demais e das circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também acontece quando falamos dos que estão ao nosso redor. Quando estiver opinando ou criticando alguém, tente ser um pouco mais consciente sobre o que está dizendo. Na maioria das vezes o que você disse também está ou esteve presente em você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Responsabilidade emocional: “Eu me faço responsável pelo que sinto”</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como fazer isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, aceitar que existe a possibilidade de nos projetarmos nos outros. Não é uma tarefa fácil, se levarmos em conta que se o fazemos, é porque no momento não somos capazes de assumir. Por isso, tendemos a resistir em assumir a responsabilidade de nossas reações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Você não me enraivece, eu me enraiveço diante do que você fez ou diante do que aconteceu”, “Eu sou quem sente ira, tristeza ou raiva, diante das distintas circunstâncias que se apresentam em minha vida, e não as evito, aceitando-as para trabalhá-las. Porém, diante de tudo, eu sou responsável por mim mesmo”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Adquirindo consciência e observando a si mesmo, descubra todas as coisas que tem pendente, trabalhe em cima delas para seguir evoluindo e crescendo. Esse caminho não é fácil, frequentemente caímos em contradições e armadilhas do nosso próprio eu, mas tudo valerá a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de autodescobrimento e de assumir a responsabilidade emocional é cheio de reviravoltas, mas se tivermos perseverança, ao final encontraremos um porto seguro dentro de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/responsabilidade-emocional/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crise no casamento: como lidar com este problema familiar</title>
		<link>https://casule.com/blog/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 20:21:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro Foto: Dreamstime Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="destaque_materia">
<p class="destaque_materia" style="text-align: justify;">Não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, reconhecimento e gratidão pelo parceiro<br />
Foto: Dreamstime</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Lembra da crise que arrasava o casamento aos sete anos? Ela agora dá as caras aos três. Se os carinhos e planos em comum deram lugar a despachos burocráticos, o beijo na boca migrou para a testa e vocês já não dormem de conchinha, a relação pode precisar de uma reforma urgente.  Salvar um casamento exige entrega, compromisso e dedicação. “Ambos devem ter focos de interesse individual para se tornarem atraentes para o outro, claro. Mas também precisam investir na vida a dois, com gestos de atenção, carinho, respeito e erotismo”, explica a terapeuta de casal Lana Harari. Para a sexóloga Ana Canosa, os sinais de que a relação não anda bem são claros, porém, muitas vezes, fingimos que não os vemos. As rachaduras na intimidade se manifestam pelo distanciamento sexual, pelo excesso de críticas ácidas – disparadas na hora errada – e pelo baú de mágoas que o diálogo não esvazia. “Quando a comunicação se perde, a conversa vira motivo para cobrar e desmerecer o outro ou é substituída pelo silêncio”, afirma. Mesmo com infiltrações diversas, o casamento ainda pode ter conserto se a base amorosa for resistente, avalia Lana. “Desistir de tentar faz a separação vir acompanhada de frustração e culpa.” Antes que a casa caia, identifique os sinais de alerta e prepare-se para uma boa reforma. Confira algumas dicas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Não brigue na frente dos filhos</h2>
<p style="text-align: justify;">Conflitos mal resolvidos acabam em brigas. Com dificuldade de solucionar pendências amigavelmente, tudo termina em crítica. “É uma chatice. Para aquele que martela, não toca outro disco, e para quem é martelado e tem a intimidade exposta”, diz Ana. É preciso entender o motivo da exposição. Aquele que critica, normalmente, está se sentindo menosprezado e resolve desmerecer o par como defesa. Agora imagine os filhos assistindo isto? É melhor poupar as crianças, certo?</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>não caia na armadilha de lavar roupa suja fora de casa. Se seu parceiro cair, seja qual for a motivação dele, não retruque: converse mais tarde, a sós. É difícil, mas espere. Depois de algum tempo as marteladas perderão força. Outro conselho é serenidade para trocar as críticas por elogios, reforçando as qualidades de cada um.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Infiltrações na convivência</h2>
<p style="text-align: justify;">As horas extras no escritório interessam mais do que o tempo que passam juntos ou com a família? “É importante pensar no que irrita, cansa ou desanima: brigas, cobranças, tédio? Mas cuidado com uma típica confusão: a pessoa tende a depositar no parceiro toda a insatisfação, sem antes fazer uma reflexão da sua parte”, alerta Ana. “O descontentamento, muitas vezes, é pessoal, ligado a outras áreas da vida.”</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> quando não identificamos o que nos inquieta, pôr a culpa no casamento é uma saída fácil. E passamos a associá-lo a tudo de pior. “Reveja o projeto do casal. Tente descobrir o que mudou do início para cá. Proponha alternativas para o que está por vir&#8221;.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diálogo em curto-circuito</h2>
<p style="text-align: justify;">A boa comunicação é a caixa de força de uma relação; isso todas nós estamos cansadas de saber. Se o casal, porém, esquece de trocar a fiação e o assunto passa a ser a conta que não foi paga ou quem vai buscar o filho na escola, é sinal de que o diálogo entrou em curto. Daí em diante o bate-papo dá lugar a despachos burocráticos ou ao silêncio. Nada mais triste para os filhos do que observar um casal que não troca uma só palavra num restaurante. “Quando não se fala de sentimentos, cada um formula suas hipóteses, cria fantasias sobre as sensações e as ideias do outro. Dessa forma, não trilham o mesmo caminho e chega o momento em que não se reconhecem mais”, afirma Ana. O silêncio pode ainda ser uma maneira de tentar desmerecer o parceiro. A mensagem implícita é: ‘o que você pensa não me diz respeito, não me interessa’.”As falhas na comunicação também se manifestam por meio de pequenos choques elétricos. São as velhas faíscas do desentendimento. “Um interrompe o outro, contamina o que está sendo dito com lembranças do passado, não faz uma escolha cuidadosa das palavras. Os dois acabam se ferindo”, diz Lana Harari.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica: </em>comece conversas corriqueiras sobre cenas engraçadas da rotina, questões de trabalho ou notícias que provoquem a interação com o outro. O tom deve ser positivo, bem-humorado, evitando acusações. Frases como “você nunca faz o que eu peço” ou “você sempre me decepciona” são ofensivas e colocam o par na defensiva.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Falta de acabamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Carinhos, presentes, elogios e declarações de amor são como objetos de decoração em uma casa. Sem eles, por mais que a arquitetura esteja refeita, as paredes pintadas e os consertos realizados, sempre fica faltando aquele toque final. O beijo é uma demonstração de afeto e de cumplicidade e tem papel importantíssimo no estreitamento de uma relação. “Alguns acham bobagem, coisa para os namorados, mas estão redondamente enganados. Beijar na boca revela intimidade e pode acender o desejo sexual. Falar ‘eu te amo’, por sua vez, é reforçar a autoestima do outro e mostrar bem-querer”, diz Ana.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Dica:</em> não tenha medo de demonstrar admiração, carinho, cuidado, reconhecimento e gratidão pelo parceiro. Decore seu casamento com amor, afeto e, acima de tudo, respeito. A manutenção da intimidade requer pequenos e constantes reparos, que vão desde um simpático bom-dia até um boa-noite caloroso. “É possível reconstruir sempre”, diz Ana. Mas, acredite, investir todo dia nas telhas e argamassas da gentileza, da sinceridade e da generosidade sai muito mais em conta. E o esforço compensa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://claudia.abril.com.br/sua-vida/crise-no-casamento-como-lidar-com-este-problema-familiar/</p>
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		<item>
		<title>Transtorno bipolar</title>
		<link>https://casule.com/blog/4619-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 20:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis. Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O transtorno bipolar é uma psicose bastante séria, conhecida por sintomas de oscilações de humor, principalmente depressão e ansiedade e, atualmente é  a doença psiquiátrica que mais causa suicídio em seus portadores. Quem sofre de transtorno bipolar possui 28 vezes mais chances de cometer suicídio se comparado a pessoas saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecida antigamente como psicose maníaco depressiva, especialistas deixaram esta denominação de lado e adotaram  o nome “transtorno bipolar”, pois, a doença não é diagnosticada apenas por dois de seus principais sintomas e, sim, por um conjunto de comportamentos que estão ligados à euforia e a apatia.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>O bipolar está longe de ser apenas uma “pessoa de lua”</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre desta doença apresenta ciclos em que a ansiedade ou depressão podem surgir e são nestes momentos, quando os sintomas se tornam mais agudos, que outras características da doença se apresentam. Essa confusão de emoções e sentimentos deixa o indivíduo em situação de sofrimento e também podem desestabilizar a estrutura familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Ela é muito impaciente, faz drama</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais fatores da piora da doença que agrava este quadro  é o fato de não haver apoio familiar ou tratamento adequado. Em razão da doença ser de difícil diagnóstico, o paciente acaba sendo rotulado por suas fragilidades e perfil comportamental, apresentados por euforia ou melancolia em questões gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O ambiente pode ajudar a piorar o quadro</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar é mais sensível as dificuldades e fatores externos que podem agravar seus sintomas e potencializar o paciente para nova uma crise. Mudanças de ambiente, traumas de violência e abuso sexual são fatores que determinam aumento do sofrimento do indivíduo ou podem trazer à tona mais um novo ciclo da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O perigo da desordem mental</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as crises de depressão e ansiedade, o indivíduo que desenvolve transtorno bipolar pode ficar confuso, tamanho o sofrimento que é gerado pelo excesso de emoções e sentimentos, característicos da doença. O apoio da família aliado a tratamento adequado, além de eficaz, pode ser motivador  e ajudar quem está em crise a organizar seus pensamentos e suavizar os seus sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>O risco das compulsões</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Há registros de que 80% das pessoas que  sofrem de transtorno bipolar também desenvolvem compulsões. O vício em álcool e drogas é recorrente, o que leva o paciente à confusão mental. O indivíduo passa a agir de forma impulsiva, perde o senso de perigo e, levado pelo excesso de autoconfiança, perde o medo em situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sinal de alerta em casa</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Quem sofre de transtorno bipolar, durante uma crise de depressão, pode apresentar sintomas que evidenciam o risco de suicídio. A família e amigos devem ficar atentos ao comportamento do indivíduo, como a automutilação, lamentar-se como fardo para a família e ações de despedir-se de seus entes merecem atenção redobrada.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://ondda.com/noticias/2016/09/transtorno-bipolar-entenda-este-sofrimento-que-pode-levar-ao-suicidio</p>
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		<title>O que fazer quando a ansiedade aumenta e as tarefas pendentes também?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-fazer-quando-ansiedade-aumenta-e-tarefas-pendentes-tambem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2017 20:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[dificuldade de concentração]]></category>
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		<category><![CDATA[TAG]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade me paralisa. Tenho muitas obrigações que deveria estar cumprindo agora mesmo, mas não consigo e sinto que não posso avançar. Quanto mais a lista de tarefas pendentes cresce, mais me custa começar a fazê-la. Assim, saber que tudo o que tenho que fazer está se acumulando me causa ainda mais preocupação. Isto é algo muito comum, às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ansiedade me paralisa. Tenho muitas obrigações que deveria estar cumprindo agora mesmo, mas não consigo e sinto que não posso avançar. Quanto mais a lista de tarefas pendentes cresce, mais me custa começar a fazê-la. Assim, saber que tudo o que tenho que fazer está se acumulando me causa ainda mais preocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto é algo muito comum, às vezes a ansiedade se apresenta de uma forma bastante paradoxal, pois ter uma carga alta de trabalho pode nos sobrecarregar a ponto de não sabermos por onde começar. É o pesadelo correndo atrás do rabo, quanto mais obrigações, mais ansiedade… e quanto mais ansiedade, mais dificuldade para começarmos a agir.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma boa ideia para o primeiro passo será cortar o círculo vicioso que nos envolve em uma espiral de estresse e preocupação sem saída. Relaxe, respire fundo e organize-se. Antes de tudo, o que é a coisa mais importante que você tem que fazer? Assim que você fizer uma lista de prioridades para poder enfrentar o que está por vir, comece a colocá-la em prática.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Tipos de ansiedade e estratégias de enfrentamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Às vezes você não pode evitar as situações estressantes e não há outra saída, senão as enfrentar. Assim, proponho que você desenhe de forma inteligente este enfrentamento. Pense que antes de abordar um problema de ansiedade grave, é importante que você identifique a forma como a ansiedade se apresenta recorrendo à ajuda de um profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas de ansiedade podem se apresentar com frequência diferente, de uma forma variada, e ser desencadeados por diferentes fatores. Por exemplo, se os sintomas se apresentam em forma de crises repentinas de forma aguda e com intensidade, poderia se tratar de um ataque de pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos graves é possível que o profissional aborde o problema com tratamento farmacológico,Mas também existem outras terapias psicológicas que podem ajudar a gerir situações estressantes e que provocam ansiedade. Um exemplo é a psicoeducação para detectar sintomas como a ansiedade antecipatória. Além disso, há o treinamento em técnicas de relaxamento e técnicas cognitivo-comportamentais que ajudam a avaliar o risco real de ameaça.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Transtorno de ansiedade generalizada</h2>
<p style="text-align: justify;">O transtorno de ansiedade generalizada se caracteriza por um estado crônico de ansiedade e preocupação que dura mais de seis meses. Além disso, a pessoa não o pode controlar e percebe que ele é excessivo, apresentando e se manifestando em forma de diversos sintomas:</p>
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<ul style="text-align: justify;">
<li>Fadiga.</li>
<li>Irritabilidade.</li>
<li>Tensão muscular.</li>
<li>Insônia.</li>
<li>Dificuldade de concentração.</li>
<li>Inquietação.</li>
<li>Existe uma capacidade reduzida para enfrentar as situações estressantes e uma atitude hipervigilante que leva a exagerar a importância de eventos menores, por isso até mesmo os acontecimentos normais podem causar uma grande preocupação. A vulnerabilidade tem sido associada a este transtorno com a existência de relações de apego inseguro durante a infância.
<p>As pessoas que sofrem deste transtorno usam a preocupação como estratégia de defesa para evitar efeitos negativos intensos. Assim, ao se preocuparem com ameaças pouco realistas, elas evitam ter que enfrentar problemas mais reais. As técnicas cognitivo-comportamentais podem ajudar na aquisição de estratégias para detectar as preocupações realistas e enfrentar os problemas cotidianos.</p>
<h2>Não deixe que a ansiedade o impeça de brilhar</h2>
<p>A ansiedade pode ofuscar o nosso potencial, impedir o nosso progresso no desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes começamos a escolher, a enfrentar situações novas que representam um desafio, mas que nos permitem alcançar conquistas importantes. Ou o que pode parecer mais simples, ficamos na zona de conforto e, assim, evitamos a incerteza que tanto nos perturba.</p>
<p>Não deixe que a ansiedade o impeça de conseguir tudo aquilo que deseja. O medo do fracasso é um dos fatores que podem detê-lo e fazê-lo viver de forma “confortável”, sem arriscar. Mas… isso compensa? Provavelmente não. É essencial trabalhar a tolerância à frustração, o enfrentamento de situações estressantes e a aparição da ansiedade antecipatória.</li>
<li>O caminho para o sucesso nunca é um mar de rosas, mas nele podemos aprender com os obstáculos e superá-los. Uma forma de enfrentar os desafios que encontramos ao longo da vida e ser menos ansioso é definir metas realistas. Assumir seus limites e potenciar suas habilidades pode levá-lo para onde você desejar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/ansiedade-aumenta-tarefas-pendentes/</p>
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		<item>
		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CP_toMqa5dICFcMQkQodAHUOBg"></div>
<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a timidez do seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 20:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[timidez infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de se relacionar com o próximo, mas a timidez em uma criança não é algo que deve ser encarado como um bicho de sete cabeças.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada criança possui uma personalidade e essa personalidade deve ser respeitada. Primeiramente você precisa entender que a timidez é um comportamento totalmente normal e não uma doença, pois é uma característica específica de cada um. No entanto, timidez em excesso pode afetar a criança em diferentes fatores, como no desempenho escolar, no relacionamento com colegas, problemas de autoestima e fobia social (até com pessoas da família). Neste caso, podemos considerá-la um problema.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quando a timidez pode se manifestar</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma criança tímida é aquela que não consegue manifestar o que pensa e sente ou que faz isso com pouca frequência. Isso acontece, principalmente, porque ela teme não ter aprovação dos outros, ou seja, essa criança se preocupa demais com o que os outros vão pensar e/ou reagir às suas ideias. Normalmente, existe um desconforto e inibição em situações de interação pessoal, até com pessoas mais próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">A timidez começa a se desenvolver em uma criança a partir do momento que ela começa a entender o que é certo e o que é errado – por volta dos 2 anos de idade. Ao se perceber como um ser independente, a criança passa a evitar aquilo que gera críticas, consequentemente surge a timidez, em que a criança prefere não entrar em certas situações para não correr o risco de errar ou ser criticada.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos apontam que três fatores levam uma criança a ser tímida: a genética, passada pelos familiares de forma biológica, a personalidade, característica da própria pessoa (ninguém é igual a ninguém) e o ambiente, que se refere às oportunidades que os pais dão para se expressar. Além disso, broncas em excesso também podem ocasionar a timidez exagerada&nbsp;na criança.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quais são os sinais da timidez crônica</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de timidez: a situacional e a crônica. A situacional é algo comum, que afeta não só crianças, mas muitos adultos. É aquela que ocorre em situações muito específicas, como dificuldade de&nbsp;falar em público, por exemplo. Já a timidez crônica é constante e envolve quase todas as situações do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A situacional é considerada normal (ninguém é obrigado a ser totalmente sociável em tudo e/ou em qualquer situação), mas a crônica atrapalha a vida da criança em diversas formas. A timidez crônica apresenta alguns sintomas físicos e emocionais que são facilmente percebidos:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Físicos</h2>
<p style="text-align: justify;">– Gaguejar;<br />
– Rubor na face;<br />
– Baixo volume de voz;<br />
– Pouco contato visual;<br />
– Pouca expressão corporal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Emocionais</h2>
<p style="text-align: justify;">– Quando a criança começa a se isolar;<br />
– Quando a criança não gosta de brincar;<br />
– Quando a criança não consegue ficar longe dos pais;<br />
– Não gosta de falar (mesmo que esteja certo ou que seja para alguma necessidade, como pedir para ir ao banheiro na escola, por exemplo).</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">A influência dos pais</h2>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos. Mesmo que a timidez não seja uma doença, quando ela causa incapacidade de interação com outras pessoas, esse comportamento se torna um problema, podendo afetar no desenvolvimento social da criança e, consequentemente, na sua vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os pais são referências para seus filhos, principalmente quando eles ainda são pequenos, é essencial que o pai e a mãe sejam modelos de comunicação, ou seja, criem situações para que os filhos possam interagir com outras crianças, mas claro, sem forçar. Não adianta querer que seu filho ou filha brinque com outras crianças contra a vontade dele ou pressioná-lo emocionalmente (como chama-lo de bobo por não querer brincar), pois esse tipo de atitude são inúteis e podem agravar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">É indicado que a criança vá ganhando confiança gradativamente. Dessa forma, ela vai querer, por conta própria, participar das atividades com outras crianças. Nesse sentido, os pais podem ajudar aproximando seu filho de outras crianças com características e gostos semelhantes.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Como lidar com a timidez do seu filho&nbsp;no dia a dia</h2>
<p style="text-align: justify;">– Estimule seu filho a ajudar o próximo, vários especialistas afirmam que esta é uma ótima forma de estimular o convívio social e vencer a timidez;</p>
<p style="text-align: justify;">– Evite comparar seu filho com os outros, principalmente com os irmãos;</p>
<p style="text-align: justify;">– Mantenha um diálogo frequente no dia a dia, pois a conversa entre pais e filhos aumenta a segurança da criança nela mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">– Bole brincadeiras para que seu filho se sinta a vontade em convidar os amigos para visitar sua casa. Desta forma, ele também ficará a vontade para visitar a casa dos colegas;</p>
<p style="text-align: justify;">– Incentive seu filho, naturalmente, a cumprimentar as pessoas;</p>
<p>– Deixe que ele faça suas escolhas. No supermercado, por exemplo, deixa que ele conduza as compras. Ou no restaurante, deixe que ele faça o pedido para a família. Em caso de dificuldade, ajude a criança, mas deixe que ela&nbsp;fique no comando;</p>
<p>– Organize encontros com a família;</p>
<p>– Faça com que ele lhe conte histórias ou situações do dia a dia. E demonstre interesse por elas;</p>
<p>– Nunca deboche da criança em uma tentativa malsucedida, pelo contrário, elogie seu esforço em realizar alguma tarefa.</p>
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<p>FONTE:http://eduqueseufilho.com.br/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</p>
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		<title>Tratamento de ansiedade com psicoterapia Cognitivo Comportamental</title>
		<link>https://casule.com/blog/tratamento-de-ansiedade-com-psicoterapia-cognitivo-comportamental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 20:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno do pânico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">A ansiedade é uma emoção comum a todos nós e está presente em nosso dia-a-dia, mas nem sempre sabemos como lidar com ela e com sua repercussão em nossas vidas. Além da inquietação e do nervosismo, muitos sintomas podem estar associados a ela, como tensão, falta de ar, palpitação, tremor, irritação, tontura, ondas de calor, arrepios de frio, dificuldade em se concentrar, fadiga, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Apesar de aparecer em diferentes contextos e às vezes de modo bastante específico, como nos transtornos ansiosos, ela pode estar ali, conosco, quando encaramos a falta de controle e a possibilidade de não aceitação pelo outro. As pressões cotidianas tendem a aumentar nossa ansiedade, as preocupações com o trabalho, a família, o relacionamento com as outras pessoas, preocupações financeiras e tantas outras acabam somando-se. O estresse, muitas vezes, é expresso através da ansiedade.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia é uma das ferramentas que temos para tratar da ansiedade quando ela começa a nos prejudicar, seja pela sua intensidade, seja pelo tempo delegado à ela, seja pelo sofrimento gerado.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    A psicoterapia cognitiva comportamental vem mostrando resultados positivos no tratamento da ansiedade. Nela há atividades que são realizadas dentro ou entre as sessões e o aprendizado de certas habilidades e comportamentos, específicos para cada caso. Durante a psicoterapia a pessoa vai entender melhor como a ansiedade funciona e aprender modos de administrá-la. A psicoterapia vai enfocar tanto as causas como os sintomas da ansiedade, agindo sobre ambos.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Com a ajuda atenta do psicólogo, a pessoa vai aprendendo a diminuir sua ansiedade, descobrindo novos modos de enfrentar as dificuldades e modificando as crenças que estão por trás dela. O psicólogo vai procurar junto com a pessoa quais os pensamentos negativos que a levam a sentir ansiedade e buscar mudar esses pensamentos e os comportamentos que estão ligados a eles.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Muitas situações podem causar ansiedade e serem trabalhadas na psicoterapia, principalmente aquelas que põe em cheque nosso senso de segurança, confiança e previsibilidade, como por exemplo:</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em se fazer uma escolha;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; dificuldade em solucionar problemas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; preocupação sobre como comportar-se em determinadas situações ou frente às outras pessoas;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de definição de objetivos profissionais ou pessoais;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; receio do que pode acontecer em uma situação desconhecida ou inesperada;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; falta de habilidade para administrar melhor seu tempo;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; medo de perder pessoas queridas ou coisas importantes para si;</span></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">&#8211; perda real ou danos no relacionamento amoroso ou outros tipos de relacionamento;</span></p>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Os transtornos ansiosos (transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do estresse pós traumático, transtorno do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, fobia social, fobias específicas) também giram em torno do mote segurança &#8211; medo de causar danos a si ou aos outros ou de que algo de ruim aconteça a si mesmo ou aos outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">    Geralmente, a ansiedade no trabalho costuma girar em torno do relacionamento com superiores, subordinados ou colegas, da pressão para obtenção de resultados, da competição, da falta de delimitação nas tarefas ou falta de especificação, entre outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: 'Trebuchet MS'; font-size: medium;">Independente dos temas abordados, a psicoterapia cognitiva comportamental visa o controle da ansiedade e a melhora na qualidade de vida da pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;" align="justify">FONTE:http://www.psicoterapiacognitiva.com.br/tratamento.html</p>
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