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	<title>psicose - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicose - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como a psicose se apresenta na infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 19:08:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"> A psicose adulta e a psicose infantil são diferentes uma da outra. Nos adultos, costuma apresentar-se em diversas forma clínicas, como esquizofrenia, alterações mentais, ou como era chamada no passado: psicose maníaco-depressiva (sem confundir com transtorno bipolar). A psicose infantil costuma apresentar-se como autismo. Há autores que os consideram sinônimos, outros não, porque o autismo ocorre habitualmente desde o nascimento, e a psicose pode desenvolver-se mais tarde. Além disso, na psicose infantil não ocorrem delírios e alucinações, já que isto exige um nível de desenvolvimento que as crianças não possuem.</p>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Como a psicose se apresenta na infância?</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A psicose que se apresenta na infância de forma precoce (antes dos seis anos), costuma aparecer da seguinte forma: Autismo, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância e transtornos globais do desenvolvimento (TGD).</li>
<li>A psicose que se apresenta na infância mais tardia (dos 6 aos 12 anos), costuma se apresentar como: psicose tardia aos 5 a 6 anos, psicose dos 10 a 11 anos, psicose com transtornos delirantes.</li>
</ul>
<p>Quais os sintomas da psicose na primeira infância?</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Durante o primeiro ano de vida, os pais descrevem seus filhos como bebês &#8220;fáceis&#8221;, que não choram, não distorcem, não mostram interesse pela figura adulta e que se mostram felizes quando estão sozinhos. Ausência de sorriso e ausência de ansiedade diante de estranhos (apresentando-se como autismo).</li>
<li>Durante o segundo e o terceiro anos de vida não apresentam contato com o meio, nem mesmo com a mãe, que sente como se seu filho não a reconhecesse. O olhar da criança é &#8220;vazio&#8221;, como se estivesse ausente. O adulto pode sentir-se vigiado, como se seu filho o olhasse de canto de olho. A criança utiliza os objetos com manipulações repetitivas e estereotipadas. As figuras humanas podem desencadear agressividade e ela as rasga. Pode aparecer o sintoma do cubo que queima (toca um objeto e retira a mão rapidamente). Não apresenta relações com outras crianças, bem como com os adultos, apenas os manipula como se fossem objetos. É indiferente ao jogo. Potencializar a relação entre iguais pode ocasionar crises violentas. Não pede colo (característica do autismo).</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Sintomas durante o desenvolvimento</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Condutas motoras<i>.</i> Gestualidade pouco habitual para a idade, comportamentos motores específicos como as estereotipias (movimentos repetitivos), instabilidade com muita agitação no movimento (subir a mesas ou cadeiras, por exemplo), gestos desajeitados. Não há ajuste postural.</li>
<li>Transtornos intelectuais<i>. </i>Nem sempre precisa estar acompanhado de atraso mental.</li>
<li>Transtornos da linguagem. Pode apresentar total ausência de linguagem ou mesmo atraso da fala, ainda que habitualmente seja pouco compreensível (autismo). Cantoria, distorção da linguagem, estereotipias verbais, quando há uma linguagem satisfatória, podem apresentar regressões na fala. Linguagem atrasada ou particular. Dá a sensação de estar surdo. Em todas as situações, a linguagem não costuma ser com uma função comunicativa, embora algumas vezes a criança psicótica possa obedecer ordens simples.</li>
<li>Afetividade<i>. </i>Variações rápidas do humor, angústia aguda, ansiedade, crise de riso, intolerância à frustração, crises agressivas. Resistência à mudança.</li>
<li>Condutas mentalizadas<i>. </i>Rituais, raramente delírios normalmente associados ao corpo ou temas ambientais.</li>
</ul>
<h2 class="claim" style="text-align: justify;">Outros transtornos associados</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Distúrbios do sono</li>
<li>Transtornos alimentares</li>
<li>Transtornos esfincterianos (enurese, por exemplo)</li>
<li>Possíveis epilepsias</li>
</ul>
<p>FONTE:http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-a-psicose-se-apresenta-na-infancia-10980.html</p>
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		<title>Transtornos mentais: um tema mais abordado em cinema do que se imagina</title>
		<link>https://casule.com/blog/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2015 15:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que [&#8230;]</p>
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<p>As artes sempre foram um campo frutífero para a representação da loucura. Desde a bela e suicida Ofélia, de Shakespeare, passando pelo universo sinuoso de Van Gogh, até o desespero do isolamento traduzido pelo grito surdo de Edvard Munch. No século 20, o cinema tornou-se o suporte perfeito para dar forma aos transtornos psiquiátricos que afligem a sociedade. Se, em 1920, &#8216;O gabinete do Dr. Caligari&#8217; usava um expressionismo sombrio para retratar o universo distorcido do protagonista, em &#8216;Birdman&#8217; — grande vencedor do Oscar 2015 —, Alejandro González Iñárritu pinta com efeitos especiais e uma câmera inquieta, a confusão mental de Riggan (Michael Keaton), atormentado pela persona que o tornou famoso no cinema.</p>



<p>Filmes como &#8216;Sniper americano&#8217; (Clint Eastwood, 2014), &#8216;Melancolia&#8217; (2011) — ao lado de &#8216;Ninfomaníaca&#8217; e &#8216;Anticristo&#8217;, compõe a trilogia da depressão de Lars von Trier — e &#8216;O lado bom da vida&#8217; (David O. Russell, 2012) trazem para as telas a forma patológica dos males da vida moderna. O cinema de terror também busca inspiração na psicopatia, tendo produzido clássicos como &#8216;Psicose&#8217; (Alfred Hitchcock, 1960) e &#8216;O iluminado&#8217; (Stanley Kubrick, 1980).</p>



<p>Além da representação estética, o cinema usa a narrativa para contextualizar os transtornos mentais, tornando o tema mais acessível ao espectador. “Esses distúrbios são vividos por seus portadores, suas famílias e por quem os cercam também como um drama”, analisa o psicólogo Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura. “O valor de um filme que tem como tema a saúde mental não precisa ser medido necessariamente por sua fidedignidade em retratar sinais e sintomas de determinado transtorno psiquiátrico”, completa.</p>



<p>Segundo Alexandre, nosso cotidiano está permeado por esses personagens. “A sociedade tende a ser hipócrita ao tratar a loucura como algo alheio a ela”, pondera. As patologias estão em todos os lugares, tanto dentro das família, como na cadeira do diretor — é o caso do polêmico Lars von Trier, que já afirmou sofrer de depressão. “Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”, afirma Alexandre, ou seja, também na vida real.</p>



<p>A professora do Departamento de Audiovisual da Universidade de Brasília (UnB) Tânia Montoro destaca que a estreita relação entre o cinema e o inconsciente humano vem desde sua origem, que coincide com o nascimento da psicanálise, no fim do século 19. “A psicanálise também trabalha com a narração e utiliza os processos cinematográficos de identificação e projeção, intimamente ligados a transtornos psicológicos.”</p>



<p>De acordo com Tânia, que é pesquisadora de narrativas audiovisuais e processos sociais, o cinema abriu um novo caminho para explorar o subconsciente humano. “A entrada pelo universo onírico que o cinema proporcionou deu passagem para a camada de subjetividade da mente humana.”</p>



<p>A pesquisadora destaca que o cinema brasileiro tem contribuído com o tema através do ponto de vista da sexualidade e dos transtornos ligados à sua formação, como é o caso de &#8216;Amarelo manga&#8217; (Cláudio Assis, 2003) e &#8216;A concepção&#8217; (José Eduardo Belmonte, 2005). Entre os longas-metragens nacionais, Tânia cita &#8216;Bicho de sete cabeças&#8217; (Laís Bodanzky, 2001) como referência na representação de ambientes psiquiátricos. “As instituição estruturantes — como manicômios, prisões, igrejas — também fazem desenvolver psicopatias. O filme de Laís chama muita atenção para isso, porque a família e a sociedade são opressoras”, analisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Terapia</h2>



<p>O assunto aparece abordado de maneira mais leve em comédias como &#8216;A mulher invisível&#8217; (2009), de Claudio Torres. No filme, o personagem de Selton Mello entra em depressão após ser abandonado pela mulher. Sua desconexão com o mundo agrava-se na medida em que ele passa a interagir com uma namorada imaginária. Torres, que concebeu o filme após separar-se da sua mulher, acredita que o humor pode funcionar como um tipo de terapia. “A vida é tragicômica, e a melhor maneira de sair da tristeza é rir dela. Ou exorcizá-la fazendo um filme sobre ela. É o que o personagem do Selton faz ao escrever um livro.”</p>



<p>A psicóloga Patrícia Simone de Araújo Santos enxerga os filmes como um quadro extremo das enfermidades. “Claro que uma pessoa não vai ter todos os sintomas de uma doença, mas esse exagero é necessário para que o público se identifique”, explica. “Uma pessoa com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) que assiste ao filme Melhor impossível não só se identifica, mas tende a se sentir aliviada por isso”, avalia.&nbsp;“Essas doenças estão presentes em uma parcela considerável da população, em quase todas as famílias e instituições”&nbsp;Alexandre Costa Neto, mestre em psicologia clínica e cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o diagnóstico?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O Iluminado (1980)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-iluminado.jpg" alt="o-iluminado" class="wp-image-1851" width="561"/></a></figure></div>



<p>Na adaptação da obra de Stephen King, Jack Torrance (Jack Nicholson) e sua família vão passar uma temporada em um hotel isolado, enquanto ele escreve um livro. Durante a estadia, coisas estranhas começam a acontecer. Jack se torna cada vez mais agressivo. Além dele, a esposa e o filho convivem com visões, o que pode caracterizar um transtorno psicótico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Melhor é Impossível (1997)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768.jpg" alt="59634_Papel-de-Parede-Melhor-e-Impossivel-As-good-As-It-Gets_1024x768" class="wp-image-1853" width="561"/></a></figure></div>



<p>A comédia mostra a relação entre um escritor renomado cheio de manias, uma garçonete e um artista homossexual que vai à falência . Quando o vizinho pede ajuda para ir visitar os pais, os três embarcam em uma viagem. Melvin, vivido por Jack Nicholson, apresenta alguns sintomas de TOC, como não pisar em linhas ou só usar talheres descartáveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Birdman (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/birdman.jpg" alt="birdman" class="wp-image-1854" width="561"/></a></figure></div>



<p>Riggan Thomson é um ator famoso por ter interpretado o papel de um super-herói no passado. Para recuperar o prestígio, Riggan resolve se aventurar pela Broadway, mas o conflito entre o personagem que ele interpretou e sua nova ambição o leva a um quadro de esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O lado bom da vida (2012)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg" alt="o lado bom da vida" class="wp-image-1855" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/o-lado-bom-da-vida-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Bradley Cooper é Pat, um homem bipolar que, após flagrar a traição da mulher, agride o amante e é internado em um sanatório. Após o tratamento, Pat está decidido a retomar sua vida e seu casamento, mas tudo muda quando ele conhece Tiffany (Jennifer Lawrence). A personagem desenvolve uma compulsão sexual, após a morte de seu marido. O pai de Pat apresenta sintomas de TOC, além de vício em apostas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um Estranho no Ninho (1975)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg" alt="um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html" class="wp-image-1856" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/um-estranho-no-ninho-existe-um-humano-no-desumano.html-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Randle Patrick McMurphy (Jack Nicholson) é um criminoso que se finge de louco para não ir pela sexta vez para a prisão. Ele é encaminhado para uma instituição psiquiátrica, onde tem dificuldades para se adaptar. No filme, o personagem apresenta traços de personalidade antissocial, ou sociopatia, como a ausência de remorso, a incapacidade de aprender com os erros e a manipulação das pessoas do seu convívio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma Mente Brilhante (2001)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/uma_mente_brilhante_virada_cientifica.jpg" alt="uma_mente_brilhante_virada_cientifica" class="wp-image-1858" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme é uma biografia de John Nash, matemático que ganhou o Nobel de economia. O protagonista formula um complexo teorema aos 21 anos e é convidado a trabalhar em um projeto secreto. Nash ouvia vozes, não tinha respostas afetivas, era introvertido e isolado, quadros que indicam esquizofrenia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O Aviador (2004)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/aviador.jpg" alt="aviador" class="wp-image-1859" width="561"/></a></figure></div>



<p>A cinebiografia retrata a história de Howard Hughes, um magnata com transtorno obsessivo-compulsivo centrado na busca pelo perfeccionismo a todo custo e na mania de limpeza.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sniper Americano (2014)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/sniper-americano.jpg" alt="sniper-americano" class="wp-image-1860" width="561"/></a></figure></div>



<p>O filme de Clint Eastwood conta a história real do atirador de elite Chris Kyle, responsável por pelo menos 160 mortes no Iraque. No longa, o soldado volta da guerra e apresenta dificuldades em se reinserir na sociedade devido a uma crise de choque pós-traumático.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Psicose (1960)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg" alt="Psicose2" class="wp-image-1861" width="561" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-980x784.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/Psicose2-480x384.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>Em Psicose, Marion Crane (Janet Leigh) se dapara com Norman Bates (Anthony Perkins), o proprietário de um motel na beira da estrada. O jovem, aparentemente tímido e calmo, na verdade, esconde um transtorno de personalidade múltipla, onde é completamente dominado por suas distintas identidades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg" alt="17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330" class="wp-image-1862" width="562" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-980x582.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/17-annie-hall-nocrop-w1800-h1330-480x285.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1024px, 100vw" /></a></figure></div>



<p>O longa mostra a vida de um Alvy Singer (Woody Allen), um comediante pessimista que se apaixona pela complicada Annie Hall (Diane Keaton). O protagonista, obcecado pela morte, tem um quadro de distimia, similar a uma depressão suave, mas de longa duração.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cisne Negro (2010)</h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg"><img decoding="async" src="https://casule.com//wp-content/uploads/2015/05/9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443.jpg" alt="9b68f-natalie-portman-cisne-negro-hd-443" class="wp-image-1863" width="561"/></a></figure></div>



<p>Nina (Natalie Portman), uma jovem bailarina, é escalada para protagonizar a peça Lago dos Cisnes. Ao encarnar o papel, a dançarina confronta duas personalidades distintas, uma inocente e graciosa e outra maliciosa e sensual. Quem assiste ao filme, vê a sanidade de Nina sucumbir a esse confronto.</p>



<p class="has-text-align-left">Fonte:http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/cinema/2015/03/02/noticia_cinema,165189/transtornos-mentais-um-tema-mais-abordado-em-cinema-do-que-se-imagina.shtml</p>
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