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	<title>psicologia positiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>psicologia positiva - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como manter a esperança em tempos de crise?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-manter-a-esperanca-em-tempos-de-crise-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Terapia Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse vídeo falarei sobre a esperança, sua função em nossas vidas e como podemos mantê-la em momentos difíceis, como a pandemia do COVID-19. Desejo que você encontre maneiras de manter sua esperança e atravesse esta fase da melhor forma possível. Abaixo, cito 5 formas que podemos nos cuidar. Dica 1- Tirar a lente do pessimismo [&#8230;]</p>
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<p>Nesse vídeo falarei sobre a esperança, sua função em nossas vidas e como podemos mantê-la em momentos difíceis, como a pandemia do COVID-19. <br>Desejo que você encontre maneiras de manter sua esperança e atravesse esta fase da melhor forma possível. Abaixo, cito 5 formas que podemos nos cuidar. </p>



<p>Dica 1- Tirar a lente do pessimismo e tentar enxergar o outro lado da vida <br>Dica 2-  Experimente &#8220;assistir&#8221; esse momento da sua vida como expectador <br>Dica 3-  Abandone o Controle <br>Dica 4- Aceite os momentos difíceis <br>Dica 5- Renove sua esperança</p>



<p>Espero que você esteja bem e vai passar!  <br>Músicas citadas: Dias melhores (Jota Quest), e Saber Viver (Roberto Carlos).</p>



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		<title>Você dá valor as suas qualidades? (Vídeo Completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/voce-da-valor-as-suas-qualidades-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 15:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Você sabe a importância das suas qualidades? De acordo com a Psicologia Positiva todos nós temos qualidades que podem contribuir para desenvolver uma vida mais feliz. Você sabe quais são as suas qualidades? E como usá- las a seu favor? Assista ao vídeo para saber mais.. Confira com Jéssica Tibúrcio, [&#8230;]</p>
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<p>Você sabe a importância das suas qualidades? De acordo com a Psicologia Positiva todos nós temos qualidades que podem contribuir para desenvolver uma vida mais feliz. Você sabe quais são as suas qualidades? E como usá- las a seu favor? Assista ao vídeo para saber mais..</p>



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		<title>Cuidados com a saúde mental (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/cuidados-com-saude-mental-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 19:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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<h2>Cuidados com a saúde mental</h2>
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		<item>
		<title>Quando procurar um psicólogo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-procurar-um-psicologo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 20:58:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas têm vontade de fazer psicoterapia, mas o preconceito e a vergonha de perguntar, as impedem muitas vezes de procurar um profissional. Quantas coisas de que realmente gosta você tem feito nos últimos dias? Ou está sempre buscando agradar aos outros,esquecendo-se de si mesmo? O quanto você se conhece? Essas são apenas algumas perguntas [&#8230;]</p>
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<div id="texto-materia">
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas têm vontade de fazer psicoterapia, mas o preconceito e a vergonha de perguntar, as impedem muitas vezes de procurar um profissional. Quantas coisas de que realmente gosta você tem feito nos últimos dias? Ou está sempre buscando agradar aos outros,esquecendo-se de si mesmo? O quanto você se conhece? Essas são apenas algumas perguntas que muitos ficam confusos ao responder, pois tendemos a não nos conhecer interiormente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando diante de alguma dificuldade, a maioria tende a procurar alguém, um bom amigo, uma cartomante, ou seja, alguém que ouça e ajude. Outros preferem ouvir música, jogar bola, dançar, tomar uma cervejinha com os amigos. Realmente tudo isso pode ser útil para superar as dificuldades, porém o alívio proporcionado é apenas momentâneo e superficial, quando não representa apenas uma fuga. Você já reparou que quando procuramos alguém para desabafar, o outro sempre tenta contar a sua própria história e ficamos com a sensação de que não fomos ouvidos? E naquele momento você precisava de alguém que o ouvisse com atenção e pensasse junto para aliviar a dor e ajudá-lo a trilhar um novo caminho. É nisto que o processo psicoterapêutico se difere.</p>
<div class="arroba-island l mr15 mb15" style="text-align: justify;">
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</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Psicologia, com suas técnicas científicas, pode realmente ajudar as pessoas a viverem melhor, pois o objetivo maior é o autoconhecimento. É preciso deixar claro que quando se procura um profissional, ele não está lá para dar conselhos, julgar, dizer se você está certo ou errado, mas sim para pensar junto e ajudá-lo a chegar na verdade, em quem você realmente é. O importante é procurar um profissional com sensibilidade para entender sua dor e que lhe faça sentir acolhido.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem de todas as dificuldades geralmente encontra-se na educação rígida da infância, naquilo que nos fizeram acreditar ainda crianças, na falta de demonstração de amor e confiança. Tudo isso gera adultos inseguros, sem auto-estima, auto-respeito e amor-próprio e com muito medo de se conhecerem.Assim, afastam-se cada vez mais de quem são realmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditam na falsa ilusão que, ao olharem profundamente para dentro de si mesmos, descobrirão algo muito feio de se ver, o que na verdade é exatamente o contrário. Quando se conhecem, descobrem-se muito melhores do que um dia os fizeram acreditar e passam a se respeitar, acreditar em si mesmos e a se amar e isso faz toda a diferença!</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, o preconceito mistura-se com a ignorância, fazendo com que muitos deixem de se beneficiar do trabalho terapêutico. Participar deste processo ainda é considerado &#8220;coisa de louco&#8221; quando, na realidade, a alienação de si mesmo é que se torna um dos grandes geradores de conflitos.Lembre-se que procurar ajuda terapêutica é um sinal de coragem e maturidade. Não de fraqueza, como muitos acreditam.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro do contexto do trabalho terapêutico os sentimentos (que é o que temos de mais valioso) são respeitados acima de tudo. É uma hora em que toda atenção está voltada totalmente para você, fazendo com que se obtenha resultados mais profundos e duradouros. O psicólogo clínico pode, e muito, contribuir para que cada um chegue às causas de determinados comportamentos, levando a um conhecimento maior do seu próprio &#8216;eu&#8217; e principalmente, resgatando sua auto-estima e amor-próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/quando-procurar-um-psicologo-7-1-6-506.html</p>
</div>
<div class="compartilhe-materia l wie mb25" style="text-align: justify;"></div>
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		<title>Em vez de investigar seu filho adolescente, construa uma relação de confiança com ele!</title>
		<link>https://casule.com/blog/httpmulher-uol-com-brgravidez-e-filhosnoticiasredacao20120927em-vez-de-investigar-seu-filho-adolescente-construa-uma-relacao-de-confianca-com-ele-htm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o seu filho adolescente já pediu para você parar o carro na esquina da escola, longe do olhar dos colegas, recusou-se a viajar com a família ou a participar de um almoço dominical na casa dos avós, você já sentiu na pele que não tem mais conhecimento sobre todos os passos do indivíduo que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-convivencia-com-os-filhos.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2186" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-convivencia-com-os-filhos.jpg" alt="casule-psicologia-convivencia-com-os-filhos" width="600" height="459" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se o seu filho adolescente já pediu para você parar o carro na esquina da escola, longe do olhar dos colegas, recusou-se a viajar com a família ou a participar de um almoço dominical na casa dos avós, você já sentiu na pele que não tem mais conhecimento sobre todos os passos do indivíduo que colocou no mundo, pois ele cresceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Na adolescência, os filhos costumam se afastar do núcleo familiar, pois descobrem sua individualidade, querem explorar novos universos e, para isso, precisam estar sozinhos. Apesar de situações difíceis de serem administradas pelos pais &#8211;assombrados pelo medo de que algo ruim aconteça&#8211;, enveredar pelo caminho da vigilância exagerada em nada contribui para que os dois lados atravessem essa fase.</p>
<p style="text-align: justify;">É natural que os pais estranhem e, muitas vezes, não saibam lidar com essa nova situação. &#8220;Os adolescentes se afastam dos pais porque eles descobrem um outro lado dentro deles. Têm pensamentos, sensações e sentimentos desconhecidos. Há, também, a questão hormonal. Por isso, é uma fase marcada por solidão&#8221;, afirma Miguel Perosa, professor de psicologia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).</p>
<p style="text-align: justify;">Alarmados pela falta de controle, muitos pais utilizam métodos pouco recomendáveis, como investigar a vida do filho, seja pela internet, mexendo no celular, na mochila, nos armários e até os seguindo na rua. &#8220;Isso de nada adianta e, além de gerar grande ansiedade e uma certa neurose nos pais, acaba quebrando a confiança por parte dos filhos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Perosa, não há motivo para bancar o detetive. &#8220;Os pais têm a fantasia do controle absoluto e imaginam que os filhos escondem algo deles. Isso acontece porque a relação é de desconfiança de ambos os lados. Os adultos têm todo o controle quando os filhos são crianças. Depois, esse poder diminui muito&#8221;, diz o psicólogo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uma boa conversa</h2>
<p style="text-align: justify;">É preciso ouvir mais e falar menos. Os pais precisam entender o significado do silêncio do filho; saber discernir se é uma reclusão, porque o adolescente quer compreender sozinho o que se passa com ele, ou se é uma dificuldade de comunicação. &#8220;O fundamental é conversar. O diálogo é a melhor solução, mas sem criticar ou julgar&#8221;, diz o psicólogo Miguel Perosa.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http:http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2012/09/27/em-vez-de-investigar-seu-filho-adolescente-construa-uma-relacao-de-confianca-com-ele.htm<a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-convivencia-com-os-filhos.jpg"><br />
</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diferença de idade,o importante é ser feliz!</title>
		<link>https://casule.com/blog/diferenca-de-idadeo-importante-e-ser-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 19:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os mitos que as outras pessoas criam acerca de uma relação onde há diferença de idades. Entre conversas tudo é possível contudo o único fato que não é pensado é a ideia de que uma relação em que as pessoas têm diferença de idades é perfeitamente normal e similar a outras relações com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-diferença-de-idade.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2141" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-diferença-de-idade.jpg" alt="casule-psicologia-diferença-de-idade" width="600" height="352" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">São muitos os mitos que as outras pessoas criam acerca de uma relação onde há diferença de idades. Entre conversas tudo é possível contudo o único fato que não é pensado é a ideia de que uma relação em que as pessoas têm diferença de idades é perfeitamente normal e similar a outras relações com outros aspectos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Conheça então os principais mitos envoltos das diferenças de idade numa relação:</h2>
<p style="text-align: justify;">Incompatibilidade a nível físico e psicológico – Este é um dos principais mitos relativamente a diferenças de idade numa relação. Haver anos de diferença relativamente a quem se ama não pressupõe incompatibilidade entre personalidades, pelo contrário, à partida se ambos estão unidos por este sentimento é evidente a afinidade e a compatibilidade. A diferença de idades e as diferenças físicas e psicológicas são apenas um mito, porque afinal a nossa idade não determina nem a nossa maturidade nem o nosso desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Conveniências e interesses – Provavelmente mito o mais polêmico sobre as relações com diferenças de idade. Quando um dos elementos do casal tem posses econômicas mais altas que o outro há tendência a ver a união de ambos como um negócio de conveniências. Não é que casos deste gênero não aconteçam contudo não devem ser generalizados. Existem também casos onde o amor prevalece e é desprendido de bens materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por mais que a sociedade evolua e que as mentalidades se alarguem há sempre boatos e questões sobre relações alheias. Quando isso acontece pode trazer distúrbios para o casal e causar discussões entre ambos, chegando até a questionar os próprios sentimentos. Enunciaremos de seguida algumas dicas para evitar esse contágio através dos boatos da sociedade e viver em paz e harmonia dentro da relação:</p>
<p style="text-align: justify;">Não dar ouvidos a boatos e conversas – Perante uma relação com diferença de idades haverá sempre conversas acerca desse respeito, por mais abertas que sejam as mentalidades. Este facto não deve de todo interferir em nenhum aspecto na relação, existem sempre pessoas a falar, basta ignorar e espalhar felicidade. Verá como se sentirá bem melhor consigo mesma, entre o casal e para com os outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheça e confie seu parceiro – É essencial conhecer o seu parceiro em qualquer relação, nos casos onde há diferença de idades não é exceção. Conheça a pessoa com quem se relaciona crie confiança no seu amor. Mostre e sinta confiança na sua relação, nos bons e nos maus momentos que surgiram certamente, só assim é possível a união do casal em todas as ocasiões, até quando existem boatos acerca do relacionamento. As diferenças de idade não têm que ser um aspeto mal visto na sociedade pois quando toca ao amor não há imposições, há penas um bom sentimento que deve ser vivido e aproveitado da melhor forma.</p>
<p style="text-align: justify;">Manter o equilíbrio é essencial sempre – Manter o equilibro entre o casal é sempre necessário em qualquer relação. Quando existem diferenças de idades existem várias atividades que podem ser feitas a dois e que contribuem para o bem-estar e para manter uma relação estável. Converse com o seu parceiro e façam planos. Divirtam-se a dois e sejam felizes.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://sentimentocalmo.com/mitos-sobre-as-diferencas-de-idade-na-relacao</p>
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		<title>Obesidade psicológica &#8211; você tem fome de quê?</title>
		<link>https://casule.com/blog/obesidade-psicologica-voce-tem-fome-de-que/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2015 18:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem vários fatores que podem levar um indivíduo ao aumento de peso ou à obesidade: é uma doença de múltiplas causas. Pode ocorrer por meio de alterações hormonais, genéticas, ambientais e também &#8211; o que muita gente custa a aceitar &#8211; psicológicas seja como causa ou efeito. É um fato científico comprovado que as perturbações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-juiz-de-fora-obesidade.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2084" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/07/casule-psicologia-juiz-de-fora-obesidade.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-obesidade" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Existem vários fatores que podem levar um indivíduo ao aumento de peso ou à obesidade: é uma doença de múltiplas causas. Pode ocorrer por meio de alterações hormonais, genéticas, ambientais e também &#8211; o que muita gente custa a aceitar &#8211; psicológicas seja como causa ou efeito. É um fato científico comprovado que as perturbações psíquicas têm papel fundamental na gênese da obesidade.</p>
<p>As dificuldades afetivas podem precipitar, em pessoas vulneráveis, alteração no comportamento alimentar, levando-as a comer além do necessário ou até compulsivamente. Neste sentido o alimento substitui o afeto perdido e o indivíduo encontra certo alívio através de um excesso que &#8220;preenche&#8221; o vazio emocional.</p>
<p>Pessoas ansiosas, depressivas e estressadas, que se sentem rejeitadas, sozinhas, que sofrem perdas ou passam por qualquer conflito emocional, como frustrações ou insatisfações, são as mais propensas a desenvolver a obesidade psicológica. Tais conflitos colaboram para que o indivíduo compense esses problemas aumentando o consumo de determinados alimentos altamente calóricos, como doces e principalmente o chocolate, que induz o organismo a secretar mais serotonina, hormônio que causa sensação de prazer e bem-estar.</p>
<p>Em situações de estresse, por exemplo, o corpo secreta um hormônio chamado cortisol, que libera aminoácidos do músculo, levando-os até o fígado, onde os transforma em açúcar e, posteriormente, em gordura. Em paralelo, a pessoa retém líquidos e acumula tecido adiposo (gordura corporal), principalmente na região do abdômen. Por este motivo há algumas pessoas que não comem quase nada e, ainda assim, engordam: o organismo já está totalmente desregulado. O que favorece maior instabilidade emocional provocada pela alteração da imagem física.</p>
<p>Sentindo-se gorda, a pessoa começa a recorrer a tratamentos mágicos, um hormônio emagrecedor, uma operação, uma medicação ou as tão divulgadas fórmulas e soluções milagrosas.</p>
<p>Assim, na dinâmica do conhecido &#8220;efeito sanfona&#8221;, ora estão muito gordas, ora muito magras. Estas pessoas tendem a desenvolver, quando não tratadas, distúrbios no comportamento alimentar, relacionados a fatores inteiramente emocionais, como Bulimia, Anorexia além do chamado Transtorno do Comer Compulsivo que leva á obesidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>O peso das emoções: equilíbrio mente e corpo</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Para fazer as pazes com a balança, é fundamental estar em paz consigo mesmo. O tratamento adequado não envolve somente a redução de peso, trata-se de uma mudança de comportamento que deve ocorrer de dentro para fora. Emagrecer é muito mais que fazer dietas, praticar exercícios e fazer uso de medicamentos. Consiste na firme disposição de modificar o estilo de vida. Uma educação gradual envolve mudança dos hábitos alimentares, estrutura emocional, manutenção de um peso adequado, e não simplesmente reduzir as calorias por determinado tempo.</p>
<p>O tratamento envolve reeducação alimentar com baixo valor calórico, hábitos saudáveis e acompanhamento psicológico. Consiste em uma avaliação nutricional abrangente que envolve anamnese alimentar, contendo a história da alimentação, alimentação habitual, intolerâncias, preferências, alergia alimentar; levantamento de dados antropométricos como peso, estatura, dobras cutâneas, perímetros, para classificação do estado nutricional; dados bioquímicos, exames laboratoriais, determinação das necessidades nutricionais individuais e elaboração de plano alimentar.</p>
<p>A orientação para a prática de atividade física colabora na perda de peso e mobiliza os estoques de gordura do tecido adiposo como também a correção estética, são complementos que colaboram para a redução de medidas, ajudando a aliviar a ansiedade, gerar auto-estima e principalmente melhorar a saúde como um todo.</p>
<p>O tratamento psicológico possibilita que o individuo se reestruture emocionalmente e aprenda a desenvolver recursos para lidar com suas questões, tornando-o mais reflexivo diante das dificuldades e na busca por soluções, ajuda a superar conflitos emocionais, colabora para ampliar a consciência sobre si mesmo, promove equilíbrio emocional, detecta o ativador da ansiedade que leva a compulsão (o ato de comer é um poderoso redutor de ansiedade) e entre outras coisas ajuda o indivíduo a aprender a lidar e a controlar o que o angustia, para não buscar refúgio na comida, pois tal mecanismo gera mais angústia, pela culpa.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiaesaude.com.br/artigo06042009.htm</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que é resiliência?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-resiliencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2015 16:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo resiliência quer dizer – em seu significado original, na Física, – o nível de resistência que um material pode sofrer frente às pressões sofridas e sua capacidade de retornar ao estado original sem a ocorrência de dano ou ruptura. A Psicologia pegou emprestada a palavra, criando o termo resiliência psicológica para indicar como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/flor.jpg"><img loading="lazy" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2027" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/06/flor.jpg" alt="flor" width="600" height="338" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-300x169.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-768x432.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-610x343.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-980x551.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-480x270.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/06/flor-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O termo resiliência quer dizer – em seu significado original, na Física, – o nível de resistência que um material pode sofrer frente às pressões sofridas e sua capacidade de retornar ao estado original sem a ocorrência de dano ou ruptura. A Psicologia pegou emprestada a palavra, criando o termo resiliência psicológica para indicar como as pessoas respondem às frustrações diárias, em todos os níveis, e sua capacidade de recuperação emocional. Falando de uma maneira bem simples, quando mais resiliente você for, mais fortemente estará preparado para lidar com as adversidades da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora exista certa controvérsia a respeito dos indicadores de uma boa resiliência, não se acredita que ela seja resultante de um traço de caráter ou de personalidade. Na verdade, a melhor definição da palavra seria o resultado de um processo de aprendizagens de vida. Portanto, você, assim como eu, está apto para desenvolvê-la.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O treinamento começa desde cedo</h2>
<p style="text-align: justify;">Desde a infância, pessoas que ativamente se esquivam das dificuldades ou que são isoladas dos problemas cotidianos (como fazem alguns pais para “poupar” a criança), deixam de “treinar” suas habilidades resilientes. Desta forma, quando crescem, tais indivíduos não conseguem apresentar repertórios adequados de enfrentamento aos problemas e, desta forma, perdem a habilidade de atravessar as situações de crise de maneira construtiva.  Sua falta de habilidade faz com que reajam em excesso (aumentando assim o tamanho das adversidades) ou, no polo oposto, respondam de maneira passiva, ou seja, permanecem anestesiados frente aos dilemas, perpetuando-os.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos princípios mais importantes neste aprendizado diz respeito ao que chamamos de capacidade de enfrentamento de uma pessoa. Eu explico: em todas às situações adversas que passamos podemos compreendê-las de duas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira diz respeito a uma interpretação mais negativa dos fatos, ou seja, entendemos que coisas ruins que acontecem a nós estão fora de nosso raio de ação, pois não temos a menor responsabilidade a respeito de sua ocorrência. Nesta posição, como  não temos controle pelo acontecido, não exibimos nenhuma atitude de mudança. E, assim, assumimos uma postura de vítima das circunstâncias da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma segunda possibilidade diz respeito a uma interpretação mais ativa dos fatos, ou seja, podemos assumir que parte dos problemas e das dificuldades que vivemos dizem única e exclusivamente respeito a nossa forma de agir no mundo, e portanto, entendemos que possuímos alguma responsabilidade sobre o fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, quando eu me vejo parte integrante do problema e pelo que acontece a minha volta, recupero a possibilidade de mudar as coisas que não me fazem bem. Aqui, exatamente, encontra-se um dos maiores dilemas humanos. Embora muitas pessoas desejem ativamente mudar as situações de sua vida, dificilmente querem se automodificar. Mudar então é apenas um desejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, nossa atitude mental frente às adversidades é uma das primeiras lições para construir uma boa resiliência psicológica, pois nos possibilita uma postura mais ativa: a de nos tornamos responsáveis pelo que acontece a nossa volta. Um bom exemplo deste posicionamento pode ser compreendido através de antigo ditado que diz: “não importa o que fizeram conosco, mas sim o que fazemoscom aquilo que fizeram de nós”.</p>
<p style="text-align: justify;">E você leitor, em qual posição mais se situa?… A de vítima ou a de responsável pela sua vida? Se optar por entender sua realidade dentro de uma maneira mais ativa e, principalmente sob seu controle, é provável que sua resiliência seja aumentada de maneira expressiva. Pode não ser muito usual, mas tente praticar este pensamento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Buscando um sentido</h2>
<p style="text-align: justify;">Um segundo ponto que aumenta de forma significativa nossa resiliência é o desenvolvimento de um projeto pessoal de vida. Conhecemos pessoas que vivem apenas contando com o dia de hoje e assim passam por sua vida de maneira quase que inconsciente, alheias a tudo e a todos. Uma importante lição deve ser aprendida neste ponto.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma história que merece ser contada aqui é a do psicólogo existencialista Viktor Frankl. Prisioneiro dos campos de concentração, ele teve a oportunidade de observar as mais diversas reações dos prisioneiros frente às atrocidades cometidas pelos nazistas. Em seus relatos, descreve que muitas pessoas em certo ponto não mais conseguiam tolerar o sofrimento e assim deliberadamente desistiam de viver. Faziam isso se jogando contra as cercas eletrificadas, deixando de se alimentar ou, finalmente, se atirando contra os militares e seus cachorros. Em suas notas, descreveu que aquelas que mais suportavam a dor de uma prisão (e que sobreviveram) eram aquelas que desenvolviam um sentido de vida como, por exemplo, guardar comida para um prisioneiro mais fragilizado ou mobilizar-se para conseguir medicações para algum outro mais necessitado. Tais ações, segundo ele, traziam de volta a dignidade humana, pois abasteciam as pessoas com força e determinismo pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">“O sucesso, como a felicidade, não pode ser perseguido; ele deve acontecer, e só tem lugar como efeito colateral de uma dedicação pessoal a uma causa maior”, dizia Frankl.  Desta forma, temos em nosso cotidiano que desenvolver projetos que tragam um sentido a nossa existência, pois isso nos torna mais resilientes frente às adversidades da vida. Quando eu tenho um projeto maior para me apoiar, entendo que os problemas são apenas obstáculos a serem superados, pois persigo algo muito maior.</p>
<p style="text-align: justify;">E você leitor, tem algum projeto pessoal maior de vida? O que realmente você espera de sua existência? Veja que não vale desejar ficar rico, pois sabemos que isso por si só não traz dignidade a ninguém. Ter um projeto maior é possuir uma causa que lhe traga sentido. Algo que nos faça sair da cama todos os dias e que seguramente poderá trazer-lhe de quebra mais resiliência.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Entendendo emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o tripé da resiliência se apoia na capacidade de compreender o que sentimos. Pode parecer algo mais simples, entretanto, não é o que ocorre. Vivemos usualmente sem entrar em contato com nossas sensações subjetivas e isso pode nos confundir bastante. Estar atento aos nossos sentimentos é uma das maneiras mais simples de desenvolver nossa capacidade de enfrentamento emocional. Entenda que estar em contato com nossas emoções nos faz sermos mais ágeis na busca daquilo que efetivamente nos faz bem, como também na evitação das situações que nos fazem mal. É a chamada inteligência emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função de não estarmos habituados a nos conectar conosco, estamos sempre procurando aliviar nossos sentimentos ruins através de atitudes externas como, por exemplo, comprar quando não nos sentimos bem, comer quando estamos ansiosos etc, ou seja, agimos de uma maneira esquiva, na qual nos protegemos de nossos próprios sentimentos desconfortáveis. O ponto central aqui é perceber nosso estado subjetivo para então poder mudá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você esteja achando difícil minha proposta, vou lhe ajudar. Usarei uma antiga crônica de Clarice Lispector que tem o seguinte título: “Se eu fosse eu”. Diz ela: “Quando a procura de um papel se torna inútil, pergunto-me: se eu fosse eu, em que lugar eu o guardaria?” E complementa dizendo: “Quando eu acho o objeto perdido, fico tão absorvida com a pergunta ‘se eu fosse eu’, que eu começo a pensar, diria melhor, sentir”. E finaliza indagando: “leitor, se você fosse você mesmo, quem você seria e onde estaria?”. Conclui sua crônica dizendo: “É como se a mentira fosse lentamente movida do lugar onde se acomodara e temos então contato com a experiência real da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, sabemos o que nos incomoda, apenas decidimos não pensar no assunto, anestesiando-nos. Se esta pergunta lhe deu algum frio na barriga, isso definitivamente é um bom sinal. Caso você ainda não tenha percebido, ainda há tempo para mudar. Se não consegue sozinho, busque ajuda.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo então nossa conversa: (a) desenvolva um papel ativo em sua vida (não se sinta vítima de sua existência), (b) elabore um grande projeto pessoal (caso ainda não o tenha) e finalmente (c) entenda suas emoções. Posso lhe assegurar que você desenvolverá de maneira espantosa sua resiliência emocional.  Milan Kundera em seu livro A lentidão afirmou que “cada possibilidade nova que tem a existência, até a menos provável, transforma a existência inteira”.</p>
<p>Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2013/05/24/o-que-e-resilencia-e-porque-isso-e-importante-2/</p>
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		<title>Os benefícios em olhar para o que já existe de bom em você</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-beneficios-em-olhar-para-o-que-ja-existe-de-bom-em-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 13:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Psicologia Positiva A Psicologia tradicional trouxe explicações para diversos distúrbios e graças aos estudos consistentes que foram realizados, tratamentos e até curas para inúmeros desses problemas foram conquistados, possibilitando que pessoas extremamente infelizes ficassem menos infelizes. E o foco maior era nos problemas, nas doenças. Alguns estudiosos como Martin Seligman, Nancy Etcoff, Dan Gilbert [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"></h3>
<h3 style="text-align: justify;">A Psicologia Positiva</h3>
<p style="text-align: justify;">A Psicologia tradicional trouxe explicações para diversos distúrbios e graças aos estudos consistentes que foram realizados, tratamentos e até curas para inúmeros desses problemas foram conquistados, possibilitando que pessoas extremamente infelizes ficassem menos infelizes. E o foco maior era nos problemas, nas doenças. Alguns estudiosos como Martin Seligman, Nancy Etcoff, Dan Gilbert e Mihaly Csikszentmihalyi observaram que não havia estudos sobre o que poderia ser feito para apoiar pessoas funcionais a se sentirem mais realizadas, mais produtivas e mais felizes. E foi isso que levou esses profissionais a trabalharem com que se conhece hoje como Psicologia Positiva. Esta vertente tem 3 objetivos principais:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Trabalhar tanto com os pontos fortes do ser humano quanto com suas fraquezas<br />
2) Cuidar de desenvolver os pontos fortes além de consertar os danos<br />
3) Fazer a vida de pessoas comuns mais gratificante e promover talentos</p>
<p style="text-align: justify;">A Psicologia Positiva, ao contrário da Psicologia Tradicional (cujo foco são distúrbios e patologias), tem como foco tudo aquilo que torna o ser humano saudável, feliz e produtivo. – Martin Seligman</p>
<p style="text-align: justify;">Foi criado assim um manual com a classificação dos pontos fortes e virtudes. Existem diversos assessments (testes) que permitem a medição do nível de felicidade, emoções positivas e flow, como os disponíveis gratuitamente no site Authentic Happiness. Ao longo das pesquisas efetuadas, descobriu-se que as pessoas extremamente felizes não são as que tem mais dinheiro, ou as mais bonitas, ou as mais religiosas. E sim as pessoas consideradas mais sociais – que tem mais amigos, tem um bom relacionamento amoroso etc. E aqui cabe relembrar a fórmula da felicidade: ainda que nossa genética não contribua para sermos felizes (50%) nem as circunstâncias em que vivemos (10%) temos condições de escolhermos ser felizes (40%).</p>
<p style="text-align: justify;">O pensamento positivo pode vir naturalmente para alguns, mas também pode ser aprendido e cultivado. Mude seus pensamentos e você mudará seu mundo. – Norman Vincent Peale</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vida feliz e mais plena não consiste somente de um maior número de emoções positivas, mas também com mais engajamento (flow), relacionamentos mais positivos, significado (propósito) e realização – PERMA. Existem muitos exercícios, estudados e com sua eficácia validada cientificamente, que facilitam o aumento da nossa felicidade. Um deles refere-se a escrever uma carta de gratidão para uma pessoa que é importante para nós e ler esta carta pessoalmente para esta pessoa (veja o vídeo A Ciência da Felicidade).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o bem-estar é gerado porque mobilizamos nossas forças e virtudes, nossas vidas ficam impregnadas de autenticidade.- Martin Seligman</p>
<p style="text-align: justify;">Cada um de nós tem um caráter único, e podemos ter uma vida mais significativa, bem sucedida e feliz quando focamos no desenvolvimento de nosso caráter. Essa informação é reforçada pelos estudos realizados por Christopher Peterson e Martin Seligman que deram origem ao livro “Forças de Caráter e Virtudes”. Foram identificadas assim as 6 virtudes universais e as 24 forças de caráter que as compõe. Cada um de nós tem uma combinação única dessas qualidades que nos definem de certa forma. E quanto mais compreendemos e desenvolvemos essas forças, mais chances de sermos mais felizes criamos. No site do VIA Institute é possível fazer o teste que apresenta nossas forças de assinatura, aquelas forças que utilizamos com mais naturalidade e que podem alavancar nossa felicidade se as utilizarmos de modo mais consciente. Aqui você pode avaliar gratuitamente as suas forças.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação nem sempre traz felicidade, mas não existe felicidade sem ação. – Willian James</p>
<p style="text-align: justify;">Com essas informações disponíveis, fica o convite, ou melhor, o desafio: o que você pode fazer hoje para garantir a sua felicidade? Quais são as suas forças e como você pode desenvolvê-las?</p>
<p style="text-align: justify;">Ser feliz pode ser uma escolha e a responsabilidade é de cada um!</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/psicologia-positiva-um-olhar-para-o-que-ja-existe-de-bom/86034/</p>
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