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	<title>escrita - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>escrita - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>A importância da consciência fonológica para a aprendizagem da leitura e da escrita</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-consciencia-fonologica-para-aprendizagem-da-leitura-e-da-escrita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2017 13:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O domínio da leitura e da escrita é fundamental para uma participação efetiva do ser humano na vida em sociedade. Seu aprendizado está associado a várias habilidades cognitivas, que são as habilidades usadas para aprender, compreender e integrar as informações de uma forma significativa. Dentre as habilidades cognitivas que diretamente se relacionam com o aprendizado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O domínio da leitura e da escrita é fundamental para uma participação efetiva do ser humano na vida em sociedade. Seu aprendizado está associado a várias habilidades cognitivas, que são as habilidades usadas para aprender, compreender e integrar as informações de uma forma significativa. Dentre as habilidades cognitivas que diretamente se relacionam com o aprendizado da leitura e da escrita, a consciência fonológica é vista como uma das habilidades mais fortemente relacionada, sendo considerada por muitos pesquisadores como a chave para o aprendizado da leitura e da escrita.</p>
<p>A consciência fonológica é definida como a habilidade de refletir sobre e manipular os sons da fala. Vários estudos evidenciaram que ela é precursora do desenvolvimento da leitura e da escrita. Ela é de grande importância para o aprendizado da leitura e da escrita, porque facilita a descoberta do princípio alfabético, o princípio de que símbolos escritos (uma letra ou um grupo de letras – os grafemas) estão associados a fonemas (menor unidade da cadeia falada que permite fazer distinções semânticas). A descoberta do princípio alfabético é dificultada pelo fato da fala ser caracterizada por um fluxo contínuo. Dessa forma, um dos maiores desafios encontrados por uma criança ao começar a aprender um sistema de escrita alfabético, como é o caso do português brasileiro, é entender que o fluxo contínuo da fala pode ser segmentado em unidades menores de som e que essas pequenas unidades são manipuláveis.</p>
<p>O que acontece no caso da consciência fonológica é que, apesar de crianças bem pequenas serem capazes de identificar e compreender a diferença entre palavras que se diferem em apenas um fonema (como por exemplo, ‘rato’ e ‘mato’), essa noção não é consciente. A princípio, as crianças parecem ser completamente inconscientes da existência dos menores segmentos de sons presentes nas palavras faladas, sendo o sentido das mesmas, e não os sons que as compõem, o aspecto mais importante da fala para as crianças. Dessa forma, a consciência fonológica não se refere a um processo automático de percepção da fala, mas exige a tomada da linguagem enquanto objeto do pensamento, afinal ela se refere à habilidade de refletir sobre e manipular os sons que compõem a fala.</p>
<p>A avaliação da consciência fonológica pode ser realizada por meio de várias tarefas diferentes. Essas tarefas se diferenciam quanto à unidade fonológica envolvida (rima, sílaba, fonema) e à demanda cognitiva que fazem (detecção de semelhança, segmentação, aglutinação, categorização, subtração, adição e transposição de sons da fala). Tarefas que envolvem a manipulação de sílabas costumam ser menos complexas do que tarefas que envolvem a manipulação de fonemas, afinal, as sílabas são bem demarcadas pelo fluxo acústico, enquanto os fonemas não se manifestam na fala como unidades discretas, eles são misturados e integrados uns aos outros, existindo como unidades separadas apenas em um nível abstrato, o que dificulta a percepção e a manipulação dessas estruturas.</p>
<p>Considerando que a prevenção da dificuldade de leitura e de escrita é muito mais eficaz do que a remediação dessas dificuldades é fundamental que se invista, desde cedo, no treinamento da consciência fonológica e de todas as variáveis cognitivas que se relacionam com o aprendizado da leitura e da escrita visando o sucesso na aquisição dessas habilidades.</p>
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		<title>O que é afasia?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-afasia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 14:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Afasia]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A afasia é um distúrbio adquirido de linguagem, ou seja, é uma alteração na capacidade comunicativa do indivíduo decorrente de algum dano cerebral. Ela ocorre quando há lesões nas áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, podendo causar perda ou redução da capacidade de expressão e/ou compreensão da linguagem. Além disso, a afasia é considerada multimodal, pois [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A afasia é um distúrbio adquirido de linguagem, ou seja, é uma alteração na capacidade comunicativa do indivíduo decorrente de algum dano cerebral. Ela ocorre quando há lesões nas áreas do cérebro responsáveis pela linguagem, podendo causar perda ou redução da capacidade de expressão e/ou compreensão da linguagem. Além disso, a afasia é considerada multimodal, pois pode ocorrer no campo da leitura, escrita e/ou fala. O grau de comprometimento da linguagem em pacientes afásicos varia de acordo com o local e a extensão da lesão cerebral, sendo que quanto maior for a área cerebral afetada, maiores serão os riscos de sequelas.</p>
<p>É comum a ocorrência de alguns distúrbios neurológicos associados ao quadro de afasia em pacientes afásicos, como, por exemplo, apraxia, agnosia, alexia e agrafia. A apraxia corresponde à uma desordem do movimento, na qual o paciente é incapaz de realizar um movimento complexo e preciso que anteriormente conseguia; a agnosia refere-se à uma inabilidade em reconhecer objetos familiares através da percepção sensorial (podendo ser visual, auditiva ou tátil); a alexia é um distúrbio de leitura; já a agrafia é a incapacidade de escrever.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TIPOS</p>
<p>Há quatro tipos de <strong>Afasias Centrais</strong>:</p>
<ul>
<li>Afasia de Broca: a área de Broca é a região do cérebro responsável pela expressão da linguagem. Dessa forma, pacientes com alterações nessa área apresentam boa compreensão, porém apresentam dificuldades na produção da fala, que é vagarosa e com esforço.</li>
<li>Afasia de Wernicke: a região cerebral conhecida como Wernicke é a responsável pela interpretação da linguagem. Assim, indivíduos com lesão nessa área apresentam dificuldade de compreensão e, embora tenham uma fala fluente, geralmente é uma fala sem sentido, com nenhum significado lógico.</li>
<li>Afasia de condução: nesse tipo de alteração a compreensão está relativamente preservada, porém ocorre uma dificuldade na escolha e sequência dos fonemas durante a produção da fala, além da dificuldade de nomeação.</li>
<li>Afasia global: nesse caso, todas as funções importantes da linguagem estão seriamente deficientes. O paciente perde a capacidade de se comunicar e compreender, seja na fala, leitura ou escrita.</li>
</ul>
<p>CAUSAS</p>
<p>As principais lesões cerebrais que originam as afasias são:</p>
<ul>
<li>AVC/AVE;</li>
<li>Neoplasmas (tumores);</li>
<li>Traumatismo cranioencefálico;</li>
<li>Doenças infecciosas (como por exemplo, meningites);</li>
<li>Doenças degenerativas;</li>
<li>Tensão metabólica;</li>
<li></li>
</ul>
<p>TRATAMENTO</p>
<p>Os pacientes afásicos podem se encontrar em situação de baixa auto-estima ou intensa irritabilidade, afinal a comunicação é fundamental para a vida em sociedade e até mesmo para a satisfação das necessidades básicas. O fonoaudiólogo é o profissional que irá atuar com a estimulação da linguagem em um tratamento que consiste na ligação entre as habilidades linguísticas preservadas e aquelas que foram perdidas.</p>
<p>É importante que o planejamento da fonoterapia seja construído de acordo com as necessidades individuais do paciente, levando sempre em conta sua idade, grau de instrução e interesses. O tratamento costuma ser longo e deve iniciar o mais rápido possível. A fonoaterapia é baseada em exercícios que estimulam a linguagem oral e/ou escrita, além de exercícios de Motricidade Orofacial específicos para os casos que apresentarem Disfagia e Paralisia Facial associados ao quadro de afasia.</p>
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		<title>Dislexia: diagnóstico e tratamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/dislexia-diagnostico-e-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2015 22:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dislexia: Definição, Sinais e Avaliação Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica. Ao contrário do que muitos pensam, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2389" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg" alt="Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia" width="600" height="450" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia.jpg 1024w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-300x225.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-768x576.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-610x458.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-510x382.jpg 510w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-980x735.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-480x360.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/Recursos-interactivos-para-ayudar-a-alumnos-con-dislexia-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Dislexia: Definição, Sinais e Avaliação</h2>
<p style="text-align: justify;">Definida como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na área da leitura, escrita e soletração, a dislexia é o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 05% e 17% da população mundial é disléxica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-econômica ou baixa inteligência. Ela é uma condição hereditária com alterações genéticas, apresentando ainda alterações no padrão neurológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esses múltiplos fatores é que a dislexia deve ser diagnosticada por uma equipe multidisciplinar. Esse tipo de avaliação dá condições de um acompanhamento mais efetivo das dificuldades após o diagnóstico, direcionando-o às particularidades de cada indivíduo, levando a resultados mais concretos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sinais de Alerta</h2>
<p style="text-align: justify;">Como a dislexia é genética e hereditária, se a criança possuir pais ou outros parentes disléxicos, quanto mais cedo for realizado o diagnóstico melhor para os pais, à escola e à própria criança. A criança poderá passar pelo processo de avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar especializada (vide adiante), mas se não houver passado pelo processo de alfabetização o diagnóstico será apenas de uma &#8220;criança de risco&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá sempre:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem e escrita;<br />
dificuldades em escrever;<br />
dificuldades com a ortografia;<br />
lentidão na aprendizagem da leitura;</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá muitas vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">disgrafia (letra feia);<br />
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;<br />
dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização;<br />
dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar sequências de tarefas complexas;<br />
dificuldades para compreender textos escritos;<br />
dificuldades em aprender uma segunda língua.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Haverá às vezes:</h3>
<p style="text-align: justify;">dificuldades com a linguagem falada;<br />
dificuldade com a percepção espacial;<br />
confusão entre direita e esquerda.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pré-Escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:</p>
<p style="text-align: justify;">Dispersão;<br />
Fraco desenvolvimento da atenção;<br />
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;<br />
Dificuldade em aprender rimas e canções;<br />
Fraco desenvolvimento da coordenação motora;<br />
Dificuldade com quebra cabeça;<br />
Falta de interesse por livros impressos;</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de apresentar alguns desses sintomas não indica necessariamente que ela seja disléxica; há outros fatores a serem observados. Porém, com certeza, estaremos diante de um quadro que pede uma maior atenção e/ou estimulação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Idade Escolar.</h2>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase, se a criança continua apresentando alguns ou vários dos sintomas a seguir, é necessário um diagnóstico e acompanhamento adequado, para que possa prosseguir seus estudos junto com os demais colegas e tenha menos prejuízo emocional:</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade na aquisição e automação da leitura e escrita;<br />
Pobre conhecimento de rima (sons iguais no final das palavras) e aliteração (sons iguais no início das palavras);<br />
Desatenção e dispersão;<br />
Dificuldade em copiar de livros e da lousa;<br />
Dificuldade na coordenação motora fina (desenhos, pintura) e/ou grossa (ginástica,dança,etc.);<br />
Desorganização geral: podemos citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares e perda de materiais escolares;<br />
Confusão entre esquerda e direita;<br />
Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc&#8230;<br />
Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas;<br />
Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc&#8230;<br />
Dificuldades em decorar sequências, como meses do ano, alfabeto, tabuada, etc..<br />
Dificuldade na matemática e desenho geométrico;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomias) Troca de letras na escrita;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Problemas de conduta como: depressão, timidez excessiva ou o &#8220;palhaço da turma&#8221;;<br />
Bom desempenho em provas orais.<br />
Se nessa fase a criança não for acompanhada adequadamente, os sintomas persistirão e irão permear a fase adulta, com possíveis prejuízos emocionais e consequentemente sociais e profissionais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Adultos</h2>
<p style="text-align: justify;">Se não teve um acompanhamento adequado na fase escolar ou pré-escolar, o adulto disléxico ainda apresentará dificuldades:</p>
<p style="text-align: justify;">Continuada dificuldade na leitura e escrita;<br />
Memória imediata prejudicada;<br />
Dificuldade na aprendizagem de uma segunda língua;<br />
Dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia);<br />
Dificuldade com direita e esquerda;<br />
Dificuldade em organização;<br />
Aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como consequência: depressão, ansiedade, baixa auto estima e algumas vezes o ingresso para as drogas e o álcool.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diagnóstico</h2>
<p style="text-align: justify;">Os sintomas que podem indicar a dislexia, antes de um diagnóstico multidisciplinar, só indicam um distúrbio de aprendizagem, não confirmam a dislexia. E não pára por aí, os mesmos sintomas podem indicar outras situações, como lesões, síndromes e etc.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Então, como diagnosticar a dislexia?</h3>
<p style="text-align: justify;">Identificado o problema de rendimento escolar ou sintomas isolados, que podem ser percebidos na escola ou mesmo em casa, deve se procurar ajuda especializada.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma equipe multidisciplinar, formada por Psicóloga, Fonoaudióloga e Psicopedagoga Clínica deve iniciar uma minuciosa investigação. Essa mesma equipe deve ainda garantir uma maior abrangência do processo de avaliação, verificando a necessidade do parecer de outros profissionais, como Neurologista, Oftalmologista e outros, conforme o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de AVALIAÇÃO MULTIDISCIPLINAR e de EXCLUSÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores deverão ser descartados, como déficit intelectual, disfunções ou deficiências auditivas e visuais, lesões cerebrais (congênitas e adquiridas), desordens afetivas anteriores ao processo de fracasso escolar (com constantes fracassos escolares o disléxico irá apresentar prejuízos emocionais, mas estes são conseqüências, não causa da dislexia).</p>
<p style="text-align: justify;">Neste processo ainda é muito importante tomar o parecer da escola, dos pais e levantar o histórico familiar e de evolução do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa avaliação não só identifica as causas das dificuldades apresentadas, assim como permite um encaminhamento adequado a cada caso, por meio de um relatório por escrito.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Depois de Diagnosticada a Dislexia</h3>
<p style="text-align: justify;">Sendo diagnosticada a dislexia, o encaminhamento orienta o acompanhamento consoante às particularidades de cada caso, o que permite que este seja mais eficaz e mais proveitoso, pois o profissional que assumir o caso não precisará de um tempo para identificação do problema, bem como terá ainda acesso a pareceres importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Conhecendo as causas das dificuldades, o potencial e as individualidades do indivíduo, o profissional pode utilizar a linha que achar mais conveniente. Os resultados irão aparecer de forma consistente e progressiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, o disléxico sempre contorna suas dificuldades, encontrando seu caminho. Ele responde bem a situações que possam ser associadas a vivências concretas e aos múltiplos sentidos. O disléxico também tem sua própria lógica, sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro passo importante a ser dado é definir um programa em etapas e somente passar para a seguinte após confirmar que a anterior foi devidamente absorvida, sempre retomando as etapas anteriores. É o que chamamos de sistema MULTISSENSORIAL e CUMULATIVO.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é de extrema importância haver uma boa troca de informações, experiências e até sintonia dos procedimentos executados, entre profissional, escola e família.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.bengalalegal.com/dislexia</p>
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