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	<title>divórcio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>divórcio - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>5 elementos para me fazer pensar se é hora de terminar o relacionamento</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/5-elementos-para-me-fazer-pensar-se-e-hora-de-terminar-o-relacionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cristiane Schumann]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas que estão com o relacionamento desgastado ou frio se perguntam se vale a pena continuar tentando ou se é hora de desistir e finalizar o compromisso.</p>
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<p>Muitas pessoas que estão com o relacionamento desgastado ou frio se perguntam se vale a pena continuar tentando ou se é hora de desistir e finalizar o compromisso. </p>



<p>Neste vídeo, a Dra. Cristiane Schumann, psicóloga, traz 5 elementos fundamentais para te fazer refletir se vale a pena continuar ou se é hora de interromper o relacionamento. </p>



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		<title>Como as crianças vivenciam a Separação dos Pais?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-as-criancas-vivenciam-a-separacao-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão pelo divórcio não é algo fácil para um casal, e se torna ainda mais difícil quando este casal possui filhos. Em algumas situações, temos a ilusão de achar que as crianças não ¨percebem¨ ou não entendem o que está acontecendo. Porém, as brigas e discussões dos pais, mesmo que disfarçadas ou escondidas, são [&#8230;]</p>
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<p>          A decisão pelo divórcio não é algo fácil para um casal, e se torna ainda mais difícil quando este casal possui filhos. </p>



<p>          Em algumas situações, temos a ilusão de achar que as crianças não ¨percebem¨ ou não entendem o que está acontecendo. Porém, as brigas e discussões dos pais, mesmo que disfarçadas ou escondidas, são percebidas pelas crianças e geram sentimentos de dúvidas e incertezas. A criança não possui conhecimento sobre o que está exatamente acontecendo, mas consegue perceber que há algo de errado no convívio familiar. </p>



<p>          Quando os pais se separam, a preocupação mais comum da criança é ¨o que vai acontecer comigo?¨ Hoje em dia, a Separação é um assunto comum e as crianças tem mais contato com outras famílias onde houveram separações. Mas, ainda assim, este é um assunto que gera dúvida e culpa na criança. </p>



<p>          Quando os pais não participam a criança da decisão tomada, permitem que ela tenha pensamentos futuros negativas cheios de imaginações irreais. Uma forma de amenizar o sofrimento causado é participar a criança de forma honesta sobre o que realmente está acontecendo, evitando assim que ela dê asas a imaginação de um futuro ruim. </p>



<p>          É importante permitir que a criança expresse suas emoções. A criança pode ficar confusa, imaginando quais aspectos de sua vida sofrerá alterações e muitas vezes ela também pode imaginar-se como culpada. Por isso pode ser importante os pais ficarem atentos e esclarecer de forma clara todas as dúvidas que possam surgir. </p>



<p>          Quando o contato físico com o pai ou a mãe deixa de ser diário, a criança começa a se sentir menos amada. Tal sentimento vem à tona quando ela se dá conta de atividades que antes fazia com um dos pais e agora não tem mais essa companhia, como por exemplo, colocar na cama para dormir, dar banho, assistir TV juntos, e etc. </p>



<p>          É importante que os pais tenham atenção em como a criança está vivenciando este momento de adaptação. Dificilmente ela vai se expressar de forma verbal e clara, e em muitas situações a expressão dessa angústia virá em forma de irritabilidade. A criança passa a adotar comportamentos que anteriormente não eram comuns como intolerância, agressividade na fala e nas brincadeiras, além de brigas constantes com os coleguinhas. </p>



<p>          Uma forma de minimizar tais comportamentos é se mostrar disponível para a criança. Promova momentos de contato, onde ela possa conversar sobre o que sente, onde possa chorar e dizer sobre o que lhe dá medo e insegurança. É necessário mostrar para a criança que ela tem o direito de estar triste, e que vocês, pais, também estão tristes com essa decisão. Mas que continuam a amando e cuidando dela. </p>



<p>          Mostre para a criança que ela poderá se divertir com os pais e que ainda terá momentos de alegria com eles, mesmo que não seja com os dois juntos mais. Tenha cuidado ao falar do comportamento do ex-parceiro, pois a criança possui imaginação fértil e rápida, e qualquer palavra mal colocada pode acabar gerando sentimentos piores, aumentando a sua culpa. </p>



<p>          Os filhos passarão muitas vezes finais de semana em casas diferentes, o que implica em uma nova rotina. Os pais poderão constituir novas famílias, e os filhos precisarão se readaptar a uma nova esposa do pai e/ou marido da mãe, outros filhos, possibilidades de novos irmãos. </p>



<p>          Entretanto essas mudanças e diversas outras que ocorrem quando os pais se separam não precisam ser necessariamente ruins. A maneira como os pais conduzem à separação influencia diretamente na forma como os filhos irão lidar com a situação. </p>



<p>          Por mais que os filhos sintam ausência de um dos pais em seu dia-a-dia, e todo o processo possa gerar muito sofrimento para a criança e/ou adolescente, ele não precisa ser traumático. </p>



<p>          É muito importante que os pais conduzam o processo de separação de forma clara, sem esconder dos filhos que estão se separando e, estando atentos para que a criança e/ou adolescente não se sinta responsável pela separação. </p>



<p>          Se torna fundamental que os pais esclareçam aos filhos que o fato de se separarem não faz com que deixem de ser seus pais e de amá-los. Que o carinho e amor que sentem pelos filhos não irão mudar, porém acontecerão alterações em suas rotinas e será necessário novas adaptações. </p>



<p>          Independente da idade da criança, procurar a ajuda de um Psicólogo pode ajudar no enfrentamento do divórcio tanto por parte dos pais como por parte das crianças. A ajuda de um profissional poderá ser fundamental, tanto para orientação destes pais em como lidar com os filhos diante do novo contexto, como para a criança, que encontrará um suporte emocional adequado para expor suas angustias, medos, fantasias. </p>



<p>          A criança não possui responsabilidades sobre os conflitos na relação do casal. E, quando acontecer a decisão de se separarem, sejam o mais claros, honestos e sinceros com seus filhos, esclarecendo sempre que estes não tem culpa sobre a separação, e, mesmo se separando vão continuar sendo seus pais e sempre vão amá-los.</p>
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		<title>Filhos e separação: como contar sobre o novo relacionamento?</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-e-separacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 10:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com o novo relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de divórcios vem aumentando cada vez mais em nossa sociedade. É um processo, na maioria das vezes, doloroso para o casal e a família dos cônjuges, tornando-se ainda mais complicado quando se tem filhos. Neste caso, mesmo quando a separação acontece de forma amigável e madura, o simples fato de ter que lidar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">O número de divórcios vem aumentando cada vez mais em nossa sociedade. É um processo, na maioria das vezes, doloroso para o casal e a família dos cônjuges, tornando-se ainda mais complicado quando se tem filhos. Neste caso, mesmo quando a separação acontece de forma amigável e madura, o simples fato de ter que lidar com mudanças na rotina já é o suficiente para gerar certa confusão para as crianças e adolescentes, imaginem então ter que se acostumar com os pais morando cada um em sua casa e, quem sabe, com um novo parceiro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Separação</h2>
<p class="p1"><span class="s1">Quando a separação é realmente a única alternativa, o casal deve se preocupar em como conduzi-la a fim de poupar os filhos de maiores sofrimentos. O primeiro passo após a resolução definitiva deve ser uma conversa com os filhos, atentando-se para a idade de cada um e tomando sempre o cuidado de passar segurança, explicando que a separação não significa abandono , tampouco diminuição do amor.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O ex-casal deve também ter o cuidado de não fazer acusações, mesmo quando estiverem muito magoados. O que acontece entre os adultos deve ficar entre eles, os filhos não devem ser envolvidos para que tomem partido de um ou de outro. Essa postura só produz sofrimento e torna o processo ainda mais dolorido para os filhos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Tomados todos esses cuidados e passado um tempo do término do relacionamento, é natural que as pessoas busquem novos relacionamentos afetivos e, nesse momento, estamos diante de mais um drama: devo ou não apresentar o novo ou a nova parceira aos filhos? Como fazer isso?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse momento, mais uma vez, o bom diálogo e o bom senso entram como protagonistas, pois algumas situações ainda estão em jogo. É comum que a criança tenha a esperança de que os pais irão se reconciliar ou têm a ideia de que têm os pais somente para si. Dessa forma, em ambas as situações, a chegada de uma nova pessoa significa o rompimento destas expectativas, o que pode e gerar novamente insegurança. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Nesse sentido, o ideal é que os pais procurem ter certeza de que essa nova pessoa é realmente significativa antes de apresenta-la e que tentem ir proporcionando um contato aos poucos, em outros ambientes, para somente depois inseri-la na casa e na rotina familiar.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1">Visão dos filhos sobre o novo romance</span></h2>
<p class="p1"><span class="s1">Há também que se ter o cuidado de não usar o novo romance para ferir o “ex”, bem como de não influenciar negativamente a visão dos filhos sobre o novo romance e o (a) novo(a) namorado(a) por ciúme. Crianças e adolescentes são altamente influenciáveis, principalmente pelas figuras de amparo, e essa influência pode afetar seriamente o relacionamento entre pais e filhos, sendo estes os mais prejudicados.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Por fim, é importante ainda que o novo namorado ou namorada entenda e incentive o relacionamento existente, buscando sempre incluir as crianças em seus programas, além de demonstrar carinho e afeto pelas mesmas, evitando criar um clima de disputa e rivalidade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Em qualquer que seja o cenário, o que vai determinar a boa adaptação e o bom convívio de todos é a presença de pais que saibam transmitir amor e segurança aos pequenos.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Separação e divórcio (vídeo completo)</title>
		<link>https://casule.com/blog/separacao-e-divorcio-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 20:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[casulepsicologia]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
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		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[terapiadecasal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CLIQUE e inscreva-se no canal: Quais os motivos que levam os casais a se separarem? Há como evitá-los? Confira com Mariana Fonseca, psicóloga da Casule! Quer tomar um café? Venha conhecer a Casule ou marque um atendimento online aqui (em qualquer lugar do mundo) Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp: https://goo.gl/yWewR2 Acompanhe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9Kx8bGPg_Yg?list=PL7HjJi5IlOnSuyglBYSux1wH-BSJb2hSa" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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<p>Quais os motivos que levam os casais a se separarem?</p>
<p>Há como evitá-los?</p>
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		<item>
		<title>Separação x filhos: como lidar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/separacao-x-filhos-como-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 19:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional. A separação dos pais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perda. É nessa palavra que tudo se resume para o filho que presencia a separação dos pais. E, por menor que seja a criança, ela deve aprender a lidar com as perdas adequadamente, sendo capaz de experimentar as frustrações. Tudo isso é um pilar importante na construção de um equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">A separação dos pais é um assunto que talvez nenhum filho pense até ter que passar por ele. No entanto, é uma decisão saudável se entre o casal já existe hostilidade e agressividade. Nada é mais prejudicial para a saúde física e mental de uma criança do que conviver em um ambiente familiar infeliz e cheio de conflitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A reação dos filhos não é nada previsível. Isso vai depender de uma série de fatores como idade, estrutura e maturidade psicológica para lidar com a situação, relação com os pais, o apoio da família, entre outros. Algumas crianças já entendem que a separação dos pais é a melhor saída para uma convivência mais digna. Outras apresentam agressividade, sintomas depressivos, tristeza, queda no rendimento escolar, falta de apetite, isolamento, birras e ansiedade. A forma como os próprios pais encaram o processo irá influenciar na atitude dos filhos diante da separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Por onde começar?</h2>
<p style="text-align: justify;">Para que o processo seja menos traumático para a criança ou adolescente, em primeiro lugar, a notícia da separação deve ser dada pelos pais e não por terceiros. Deve ser feita uma reunião, de preferência na casa da família, com os pais e todos os filhos para que não haja diferença no recebimento da notícia. E nada de pressa: tenha tempo para conversar e ouvir, sem interrupção de outras pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Diga sempre a verdade</h2>
<p style="text-align: justify;">O viés da conversa é a verdade: papai e mamãe já não desejam mais conviver juntos. No entanto, continuarão sendo pai e mãe. É importante que o filho absorva a informação de que, na relação entre ele e o pai ou ele e mãe, nada mudará: o convívio continuará e o amor também. Em alguns casos, as crianças demoram um pouco mais para compreender que apesar da dissolução do casamento, o homem e a mulher continuarão nos papéis de pai e mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão fundamental é responder, em uma linguagem franca e compreensível, a todas as questões levantadas pelo filho. Isso dará a ele mais segurança para passar pelas dificuldades impostas pela separação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ninguém é culpado</h2>
<p style="text-align: justify;">Culpar o outro ou falar mal não leva a nada. Evite detalhar episódios de briga e desentendimentos entre o casal. Também deixe muito claro para o filho que a separação não ocorreu por responsabilidade dele. Converse muito e explique que a decisão tomada é definitiva. Isso diminuirá as chances da criança fantasiar uma possível reconciliação.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Preparando para o futuro</h2>
<p style="text-align: justify;">É bom preparar a criança ou adolescente para um novo contexto de família. Isso quer dizer alterações na rotina diária, mudanças nos fins de semana e, mais para frente, possíveis novas famílias, incluindo novos irmãos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nunca, jamais</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for o panorama que irá se seguir após a separação, os pais não devem adotar uma atitude passiva. Compensações pelo período ruim ou falta de regras e limites adoecem a criança emocionalmente. Comprar um presente a casa dia ou deixar que o filho faça o que quer não vai ajudá-lo a seguir em frente da forma correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Havendo alguma dificuldade, o acompanhamento psicológico pode ser de grande valia nesse período, tanto para os pais saberem o que fazer quanto para os filhos terem um suporte emocional adequado para expor seus sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://www.psicologoeterapia.com.br/psicologia-infantil/separacao-e-filhos-como-lidar/</p>
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		<title>Dez questões para avaliar antes de se casar.</title>
		<link>https://casule.com/blog/dez-questoes-para-avaliar-antes-de-se-casar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 19:58:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Não fuja dos assuntos que podem gerar conflitos. Acertos são necessários para a relação perdurar O que Deus uniu, o homem não separa? Não é bem assim. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), só em 2009, foram contabilizadas 95.576 separações legais. Sem contar as que não foram oficializadas ou o fim das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="imagem-representativa imagem-615x300">
<ul>
<li>
<h2 style="text-align: justify;">Não fuja dos assuntos que podem gerar conflitos. Acertos são necessários para a relação perdurar</h2>
</li>
</ul>
</div>
<p style="text-align: justify;">O que Deus uniu, o homem não separa? Não é bem assim. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), só em 2009, foram contabilizadas 95.576 separações legais. Sem contar as que não foram oficializadas ou o fim das relações que não estavam no papel. Para Laila Pincelli, psicóloga clínica especialista em terapia de casais, um dos motivos para um índice tão alto é a falta de diálogo antes do casamento. Os parceiros evitam ou nem lembram de conversar sobre certos assuntos importantes para se definir antes de subir ao altar.</p>
<p>&#8220;Muitos casais, movidos pela paixão, não imaginam que o casamento tenha seus percalços. Quando atendo noivos, faço questionamentos como: divisão de tarefas, finanças, o que cada um espera do outro etc.&#8221;, exemplifica ela. &#8220;Eles ficam me olhando como se eu estivesse falando grego. Muitas pessoas têm dificuldade de serem flexíveis quando as coisas se tornam concretas. Quando o outro não condiz com suas expectativas, têm a impressão de que o seu sonho foi traído.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para Laila, ter vergonha de tocar em certos assuntos importantes -ou não querer contar algumas verdades- significa que o casamento já começou mal e tem grandes chances de dar errado. Afinal, a cumplicidade é fator necessário para a felicidade a dois. &#8220;É fundamental se perguntar: como é minha relação? Existe companheirismo? O que me motiva a entrar neste casamento? Às vezes, respondendo a essas perguntas, a pessoa percebe que está precipitando as coisas ou que estava um pouco míope em relação ao outro&#8221;, completa a psicóloga.</p>
<div class="modtabela center modulos grande" style="text-align: justify;">
<div class="conteudo">
<table class="modTabelaData" border="0" width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr class="listra linha0">
<td class="coluna1"><b>1.</b>Espere o fogo da paixão passar antes de se casar, assim você avalia melhor a pessoa. No começo, da relação ficamos embebedados pelo outro e não conseguimos vê-lo como realmente é.</td>
</tr>
<tr class="linha1">
<td class="coluna1"><strong>2.</strong> Nada como um dia após outro para entendermos melhor uma pessoa, suas atitudes, reações etc. Procure casar com quem já conviveu durante um bom tempo. Ao menos dois anos.</td>
</tr>
<tr class="listra linha2">
<td class="coluna1"><strong>3.</strong> Faça um bom test-drive antes do casamento. Com algumas pessoas temos uma boa química no sexo, com outras, não.</td>
</tr>
<tr class="linha3">
<td class="coluna1"><strong>4.</strong> Pesquise o currículo afetivo-sexual do futuro cônjuge. Entenda como essa pessoa se comportou em outros relacionamentos.</td>
</tr>
<tr class="listra linha4">
<td class="coluna1"><strong>5.</strong> Saiba se o seu amor está disposto a se unir ou se é uma necessidade sua. Para um casamento dar certo, os dois devem querer, sem pressões.</td>
</tr>
<tr class="linha5">
<td class="coluna1"><strong>6.</strong> Faça de tudo para resolver os conflitos da relação. Conversem muito. Se necessário, peçam ajuda a um terapeuta antes do casamento. Depois, com a convivência mais próxima, tende a piorar.</td>
</tr>
<tr class="listra linha6">
<td class="coluna1"><strong>7.</strong> Tenha clareza dos fundamentos da sua relação. A união está baseada em que? Beleza, posicionamento social e dinheiro vêm e vão. Amizade e cumplicidade são fundamentais.</td>
</tr>
<tr class="linha7">
<td class="coluna1"><strong>8.</strong> Entenda a natureza de um casamento. Você está disposto a cumprir as obrigações que caracterizam um matrimônio?</td>
</tr>
<tr class="listra linha8">
<td class="coluna1"><strong>9.</strong> Pergunte-se: você está tomando a decisão certa? Para saber a resposta, imagine-se para o resto da sua vida com a pessoa que escolheu para casar. Você consegue imaginar isso?</td>
</tr>
<tr class="linha9">
<td class="coluna1"><strong>10.</strong> Verifique se você pode oferecer à pessoa com quem pretende se casar o que ela espera de você. E ao contrário: ela pode lhe dar o que você quer?</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<div class="modtabela center modulos grande">
<div class="conteudo" style="text-align: justify;">
<h3>DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES QUE VOCÊ PRECISA ACEITAR</h3>
<table class="modTabelaData" style="height: 483px;" border="0" width="738" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr class="linha0">
<td class="coluna1" width="1"><img decoding="async" src="https://m.i.uol.com.br/estilo/2011/04/19/ilustracao-de-noivo-1303248031547_250x250.jpg" alt="" border="0" /></td>
<td class="coluna2" width="1"><img decoding="async" src="https://m.i.uol.com.br/estilo/2011/04/19/ilustracao-de-noiva-1303248190405_250x250.jpg" alt="" border="0" /></td>
</tr>
<tr class="linha1">
<td class="coluna1">Homens não reparam em detalhes. Isso inclui a moça que você encanou que estava de olho nele. Se ele disse que nem reparou, relaxe</td>
<td class="coluna2">Mulheres são mais emotivas. É fato! Elas têm receptores dez vezes mais sensíveis do que eles. Por isso dão muito mais importância ao carinho</td>
</tr>
<tr class="linha2">
<td class="coluna1">Homens se concentram em uma coisa de cada vez. Não adianta mostrar o vestido novo quando ele está lendo jornal, ao telefone ou vendo TV</td>
<td class="coluna2">Elas falam mais. Aos dois anos, o vocabulário das meninas possui duas mil palavras a mais que o dos meninos. E eles prezam mais de silêncio</td>
</tr>
<tr class="linha3">
<td class="coluna1">Homens são mais tarados. Eles têm de dez a 20 vezes mais hormônios sexuais do que as mulheres e isso estimula muito o desejo por sexo</td>
<td class="coluna2">Mulheres infelizes na relação não se concentram no trabalho. Os homens são o oposto. Se ele disse que o problema não é você, não duvide</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
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		<title>Pais devem aprender a não expor as crianças às brigas de casal</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-devem-aprender-a-nao-expor-as-criancas-as-brigas-de-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2015 18:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2631" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg" alt="divorcio_briga" width="600" height="484" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-300x242.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-610x492.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-480x387.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-600x484.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rita Calegari.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rita, geralmente, depois das brigas, o casal faz as pazes e fica “cheio de amor entre si”. Já a criança fica fragilizada e assustada por dias. Além disso, se as discussões ocorrerem com frequência, os pequenos podem desenvolver distúrbios de comportamento e doenças. “Sem a base que deveria sustentá-las, ajudando-as a formar sua personalidade e protegendo-as, a lista de problemas de comportamento e doenças que podem aparecer é enorme: insegurança, ansiedade, terror noturno, bruxismo, alergias de pele, problemas de concentração na escola, irritabilidade, agressividade, tristeza, depressão, obesidade, anorexia, dificuldades de socialização, insônia, enurese [quando a criança faz xixi involuntariamente] e encoprese [quando a criança faz cocô involuntariamente], são apenas algumas”, explica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nem toda “briga” é ruim</h2>
<p style="text-align: justify;">Qualquer briga ou discussão em que os adultos fiquem exaltados, agressivos, nervosos ou chorosos pode ser nociva para a criança, em razão do descontrole emocional dos pais, presenciado por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, segundo a professora titular do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, nem toda briga ou discussão é ruim. Os adultos devem ficar atentos quando há violência física ou psicológica. “Apenas discordar, sem o uso de violência, faz parte da vida. A criança pode ficar preocupada, mas os pais devem explicar que se respeitam e estão apenas chateados. O que não pode é ter conflito violento, físico ou psicológico na frente dos filhos”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita acrescenta ainda que deve se ter cuidado redobrado com “as brigas em silêncio”, aquelas em que quase não se fala nada, mas há afastamento e hostilidade entre os pais. “Não se enganem: a criança sente esse clima e essa situação prolongada ou mal resolvida”. afirma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cada idade, uma percepção</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós nascemos com a capacidade de atentar para o que nos faz mal. No entanto, as reações mudam conforme a idade e a maturidade. Crianças pequenas, de até seis anos, costumam se sentir inseguras e com medo diante de conflitos violentos. Porém, nesta fase elas estão menos atentas aos pais e mais ligadas em si. Logo, em uma situação mais branda, se os pais disfarçarem e atenderem suas necessidades, ela levará um tempo para sentir que há algo errado. A percepção vai aumentando com o tempo. Uma criança de 5 anos captará melhor a situação, em comparação a uma de 2, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, ela perceberá olhos inchados de choro, expressões de tristeza ou raiva e poderá achar que são para ela, o que fará com que ela se sinta culpada, visto que é comum nesta idade, os filhos acharem que o humor dos pais é consequência do comportamento deles. “A criança é especialmente egocêntrica até uns sete anos e acredita que o humor dos pais é uma reação aos seus comportamentos bons ou ruins”, relata a psicóloga do Hospital São Camilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por volta dos sete anos, mais amadurecida, a criança poderá entender melhor que os problemas dos pais não têm ligação direta com ela, mas ainda sentirá muito medo, pois o rompimento da família a atinge diretamente. É a fase na qual os pequenos passam de egocêntricos para egoístas. “A criança dessa idade é muito competitiva, não gosta de perder e não quer ver os pais brigando, pois podem se separar e quem perderá é ela. Já sabe que precisa ser cuidada por alguém, por sua estrutura familiar e egoisticamente buscará se preservar. Se os pais não estão felizes entre si, tudo bem. Mas, ela não poderá ficar infeliz”, afirma Rita.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, explica a psicóloga, as crianças mais velhas, acima dos sete anos, já têm a empatia mais desenvolvida. Assim, elas sofrem ao presenciar brigas severas, pois tentarão &#8220;ajudar&#8221; os pais a resolverem seus conflitos. “Ao ficar do lado de um dos pais, a criança pode se sentir traindo o outro e, para piorar, alguns pais fazem os filhos passar por essa escolha. Quem ela  apoiará: o pai ou a mãe?”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Rolou uma briga. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ainda que se tome todo cuidado, conflitos mais duros na frente dos filhos podem acontecer. Nestes casos, dizem as especialistas, os pais devem conversar com a criança e explicar que ela não tem culpa do que ocorreu e, em uma linguagem simplificada, dizer o que houve e como ficarão as coisas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por ventura, o relacionamento chegar ao fim, é essencial respeitar o ex-parceiro (a) e procurar não falar mal dele para os filhos. Os adultos também não podem nunca envolver a criança nos conflitos após a separação. &#8220;Isto é uma violência emocional”, finaliza Lúcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2015/07/pais-devem-aprender-nao-expor-criancas-brigas-de-casal-alerta-psicologa.html</p>
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		<title>Como ajudar a criança a lidar com o divórcio dos pais?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-ajudar-a-crianca-a-lidar-com-o-divorcio-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2015 15:47:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[juiz de fora]]></category>
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		<category><![CDATA[separação dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Separações afetam a todos. A perda de uma vida compartilhada e ter que desistir da ideia de um futuro em conjunto para a família é na maior parte das vezes doloroso. A maioria das pessoas  consegue se ajustar à nova condição, mas este pode ser um longo caminho, com momentos em que não se consegue ver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1580" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg" alt="divorcio-casule-psicologia-jf" width="600" height="899" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf.jpg 299w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/05/divorcio-casule-psicologia-jf-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Separações afetam a todos. A perda de uma vida compartilhada e ter que desistir da ideia de um futuro em conjunto para a família é na maior parte das vezes doloroso. A maioria das pessoas  consegue se ajustar à nova condição, mas este pode ser um longo caminho, com momentos em que não se consegue ver como as coisas ficarão. Você precisará fazer concessões a si mesmo e aos seus filhos por algum tempo – às vezes por muitos anos. Mas é importante saber que, antes que você possa fornecer apoio aos seus filhos, você mesmo precisa se sentir apoiado.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que as crianças precisam saber</h2>
<p style="text-align: justify;">Você não precisa contar para a sua criança todos os detalhes a respeito do rompimento com seu ex-parceiro, mas é importante que elas conheçam os fatos a respeito do futuro delas. Por exemplo, quando verão seu pai (ou mãe) e seus avós, tios, tias e primos; e se irão mudar de residência, ou de escola.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como as crianças expressam seus sentimentos</h3>
<p style="text-align: justify;">As crianças, tal como os adultos, reagem de maneira própria ao stress e à infelicidade. Suas reações variam também de acordo com a idade:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Antes dos 5</strong>: As crianças pequenas geralmente passam por estados de ansiedade quando são separadas de um dos pais. Essa ansiedade geralmente aparece como choro, agarramentos e comportamentos difíceis. Com o stress adicional da dissolução da família, é de se esperar que a criança encontre ainda mais dificuldade em lidar com separações e mudanças. Ela pode demonstrar grande  relutância a deixar você na hora da visita do pai (ou mãe) e, depois, ter um acesso de raiva no momento de se despedir e voltar para casa. Isto é estressante para todos, embora, devido às circunstâncias, seja natural.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>6 a 11 anos</strong>: Durante os anos seguintes da infância, as crianças já possuem uma compreensão melhor daquilo que está ocorrendo, mas ainda são incapazes de lidar com o conflito de lealdades que surge com uma separação. Podem até se sentir responsáveis pelo problema e experimentar sentimentos de culpa. Elas precisam que você aceite que estão passando por esse momento conturbado e que você entenda que externalizem isto com quem os rodeia, antes de conseguirem retomar sua estabilidade. A escola às vezes pode se tornar um porto seguro para a criança, mas você precisa ser paciente se elas não conseguirem mais lidar tão bem com os amigos e com a própria escola.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <strong>Adolescência</strong>: Este é um momento importante para que o jovem descubra seus próprios sentimentos e sua identidade. Para um(a) adolescente, a separação dos pais faz com que se sinta inseguro(a) no momento em que ele(a) mesmo(a) começa a se desligar da família, como parte de seu desenvolvimento normal. Os adolescentes também se sentem culpados, porque acham que causaram a separação. Certos adolescentes lidam com isso demonstrando uma atração frenética por independência, como uma maneira de não encarar o que realmente está acontecendo em casa. Para outros a incerteza pode fazer com que se apeguem mais à família. É importante para os adolescentes manterem contato com o pai do mesmo sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança que demonstra pouco e aliena-se é a que nos deve preocupar mais. Você deve cuidar de oferecer a essa criança todo o tempo e consideração que ofereceria se os problemas fossem mais evidentes. Se você não tem certeza com relação ao tipo de preocupação que deveria ter, talvez ajude conversar com o professor de seu filho, ou com seu médico, ou com a assistente de saúde, para saber se você precisa de alguma outra ajuda externa.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Disciplina</h3>
<p style="text-align: justify;">As crianças provavelmente sentirão muita inconsistência dos adultos que estão sofrendo, preocupados com a separação. Como resultado disto, a disciplina será provavelmente uma questão mais difícil a se lidar do que antes. Você pode ficar ansiosa(o) sobre o que os seus filhos estão liberados para fazer quando estão com seu(sua) ex-parceiro(a), ou poderá descobrir que seu(sua) novo(a) parceiro(a) encara a disciplina de modo diferente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Novas famílias</h3>
<p style="text-align: justify;">Quando as famílias se dissolvem, geralmente formam novas famílias. Se você tem um novo parceiro, tem também a esperança de construir um novo futuro para a sua família, juntos. Você precisa se lembrar que pode estar pedindo muito<br />
a seus filhos em um momento em que estão tentando administrar a perda de um dos pais. Eles têm que:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">aprender a lidar com o novo adulto, que parece ter assumido o lugar que era da mamãe ou do papai</li>
<li style="text-align: justify;">conhecer novos avós, irmãos e, é claro, os bebês que virão do novo relacionamento</li>
<li style="text-align: justify;">discriminar as antigas lealdades e os novos sentimentos de ciúmes</li>
<li style="text-align: justify;">acostumar-se a diferentes maneiras de fazer as coisas e novos arranjos de moradia, tais como compartilhar com outros o quarto de dormir.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Mesmo para as crianças muito pequenas, é importante deixar claro que o(a) seu (sua) novo(a) parceiro(a) não se tornou, automaticamente, um novo papai ou uma nova mamãe. Um relacionamento tão íntimo só pode se desenvolver com o tempo – e mesmo assim apenas se o novo pai (ou nova mãe) e o(a) novo(a) filho(a) desenvolverem esse sentimento um(a) pelo(a) outro(a). É melhor, nesse meio tempo, aceitar que uma certa distância seja inevitável e mais respeitosa para todos os envolvidos. Seu (sua) ex-parceiro(a) também não quer sentir que outra pessoa está ocupando o seu lugar como papai, ou mamãe. Se você conduzir as coisas com vagar, será possível acertar um arranjo que seja plausível para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.ebc.com.br/infantil/para-pais/2014/12/como-ajudar-as-criancas-a-lidar-com-o-divorcio</p>
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