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	<title>distorção - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Desafie as falsas crenças que limitam a sua vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 22:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2416" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg" alt="bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881" width="600" height="600" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-300x300.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-150x150.jpg 150w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-768x768.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-610x610.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-980x980.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-480x480.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-600x600.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-100x100.jpg 100w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-120x120.jpg 120w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-48x48.jpg 48w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos pensamentos automáticos, as crenças e os esquemas são objetos de foco e mudança na terapia cognitivo-comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas são estruturas cognitivas que organizam e processam a entrada de informação em nossa mente e representam os padrões de pensamento adquiridos na infância. Erros lógicos (processamento distorcidos/ou distorções) adquiridos durante o período de desenvolvimento da personalidade, vão formar a substância (estrutura) do esquema disfuncional e predispor o indivíduo a ter problemas emocionais. Enquanto que os esquemas de um indivíduo bem ajustados fazem concessões (flexibilizações) para a avaliação realista dos eventos da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas de indivíduos mal ajustados resultam na distorção da realidade e facilitam o aparecimento e desenvolvimento de transtornos psicológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Indivíduos com depressão, por exemplo, veem a si mesmos, seu mundo e seu futuro de forma negativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esquema: estrutura muito profunda</h2>
<p style="text-align: justify;">Esquema é uma estrutura muito profunda, do ponto de vista psicológico. Os esquemas constituem a base para a codificação, categorização e avaliação das experiências e estímulos que um indivíduo encontra no seu mundo. Sendo assim, são responsáveis por como cada um percebe e internaliza suas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">São os esquemas que direcionam os outros níveis de cognição, tanto as crenças, quanto os pensamentos automáticos e as distorções cognitivas. Se uma pessoa tem um pensamento automático negativo, este foi gerado pelo esquema. Ele funciona como filtro dos estímulos aos quais somos submetidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, podemos entender os esquemas como as estruturas que definem as outras cognições, sendo o conteúdo das crenças, determinado pelos esquemas e, o conteúdo dos pensamentos automáticos similar aos de nossas crenças nucleares – explico abaixo. Utilizando a imagem de um iceberg, os esquemas definiriam a forma (estrutura dele), as crenças representariam a base deste e os pensamentos automáticos a ponta, acima da superfície da água.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crenças nucleares e intermediárias</h2>
<p style="text-align: justify;">As crenças podem ser de dois tipos: as crenças centrais (ou também chamadas de nucleares) e as intermediárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel! Para manter essa crença de incapacidade ela pode usar (sem se dar conta, é claro), por exemplo, das distorções cognitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto às crenças intermediárias, são relacionadas a diversos aspectos da vida que aparecem como pressupostos, regras e atitudes. Elas não são tão rígidas e generalizáveis como as crenças centrais. Apesar dessa diferença, elas se conectam com as crenças centrais e existem seguindo a &#8220;lógica&#8221; destas últimas. Vamos ver um exemplo: se alguém tem uma crença central que diz &#8220;Não sou digno de ser amado&#8221;, pode ter uma crença intermediária que oriente: &#8220;Se fizer tudo que os outros querem, posso ser amado” (positiva). “Se não fizer tudo o que os outros querem, serei desprezado” (negativa). Enquanto esse indivíduo conseguir se auto-sacrificar e tiver &#8220;uma chance&#8221; de ser amado (parte positiva do pressuposto), poderá se manter funcional, ou seja, adequado à situação, &#8220;funcionando bem&#8221;. Mas no momento em que isso não dá certo, a parte negativa do pressuposto (crença intermediária) entra em ação e ele fica deprimido. Um exemplo das regras, neste mesmo caso, seria o sujeito pensar: &#8220;Deveria me auto-sacrificar sempre&#8221; e, de atitude, &#8220;Vou me auto-sacrificar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As crenças intermediárias, por não serem tão rígidas quanto à crença central, são mais fáceis de serem modificadas no processo terapêutico e os pensamentos automáticos por sua vez, mais flexíveis e fáceis de serem modificados do que as crenças intermediárias. É por isso, que em um processo de TCC, inicia-se trabalhando com os pensamentos automáticos e vai se aprofundando até chegar à flexibilização das crenças centrais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estratégias compensatórias</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro conceito interessante é o de estratégias compensatórias (ou comportamento de segurança). Essas são as &#8220;táticas&#8221; que o indivíduo usa para lidar com as crenças centrais, ou seja, para compensá-las ou buscar proteger-se.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso descrito, ter um comportamento de auto-sacrifício seria um exemplo de estratégia compensatória para lidar com a crença central: &#8220;Não sou digno de ser amado”. O que ocorre na prática é que a pessoa ao utilizar um comportamento de segurança, alivia a ansiedade ou incômodo causado pela possibilidade de ativação da crença. No entanto, esse alívio é somente um paliativo momentâneo, pois acaba por reforçar ainda mais a crença nuclear negativa (crença central) existente: &#8220;Quando eu me sacrifico como forma de merecer receber amor de outro, acreditarei ainda mais que não sou digno de amor, a não ser que repita esse comportamento novamente&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">As crenças centrais, podem ser divididas em três crenças básicas disfuncionais:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de incapacidade: crenças sobre ser incapaz, incompetente, ineficiente, falho, enganador, fracassado.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de inadequação: crenças sobre ser inadequado, defeituoso, imperfeito, diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de desamor: crenças sobre ser indesejável incapaz de ser gostado, amado ou querido, sem atrativos, rejeitado, abandonado, sozinho.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Pontos importantes sobre as crenças:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Elas são ideias, não necessariamente verdades.</p>
<p style="text-align: justify;">• É possível acreditar com convicção nelas, até mesmo “sentir” que são verdades e ainda assim, podem ser em grande parte ou inteiramente não verdadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças estão enraizadas em eventos da infância e se desenvolvem ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças centrais são mantidas através da operação dos esquemas relativos, os quais fazem com que a pessoa filtre os dados da realidade de maneira a reconhecer os que apoiam as crenças enquanto ignoram, reduzem ou distorcem os que são contra.</p>
<p style="text-align: justify;">• Sendo as crenças conteúdos construídos e aprendidos, é possível revê-las desconstruir o que não é funcional e aprender conteúdos mais adaptados e realistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/tcc_crencas_atitudes.htm</p>
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