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		<title>Veja dicas para vencer a insegurança e construir uma autoimagem positiva</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 16:45:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há algumas pessoas que parecem estar permanentemente andando na corda bamba, tal a insegurança que permeia seus passos no dia a dia. O ruim é que, muitas vezes, tal sentimento não só gera um desconforto diário como atrasa, inviabiliza ou impede muitas realizações. Então, se você já se sentiu assim, ‘prejudicado’ por sua falta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há algumas pessoas que parecem estar permanentemente andando na corda bamba, tal a insegurança que permeia seus passos no dia a dia. O ruim é que, muitas vezes, tal sentimento não só gera um desconforto diário como atrasa, inviabiliza ou impede muitas realizações. Então, se você já se sentiu assim, ‘prejudicado’ por sua falta de confiança, está na hora de pensar sobre o assunto para mudar. E adivinha por onde começar? Sim, pelo início de tudo, os primeiros anos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">“A capacidade do indivíduo de acreditar ou não em si mesmo depende de sua história. Os relacionamentos na infância com os pais ou cuidadores são fundamentais no desenvolvimento do self – o eu, a autoimagem”, explica Cristiane Moraes Pertusi, doutora em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP), que atua em psicoterapia de família e casal, aconselhamento de carreira e coaching.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Pergunta básica: eu gosto de mim?</h2>
<p style="text-align: justify;">A construção de uma autoimagem positiva depende, então, da maneira como experimentamos nossas relações afetivas e, também, de fatores sociais e relacionais que o meio externo propicia para a qualidade dessas vivências. “A maior ou menor insegurança tem a ver com o autoconceito: o que a pessoa acha que é, seja consciente ou inconscientemente. Isso envolve características físicas e psicológicas, pontos positivos e negativos, autoestima. Em resumo, a percepção de seu próprio valor”, diz a psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">A insegurança traz, a reboque, uma série de situações e sentimentos negativos. O sujeito, por exemplo, paralisa quando tem que tomar uma decisão, encontra dificuldade de saber qual o melhor caminho a seguir, acredita que está sempre sendo julgado e criticado. “Enfim, não há confiança em si mesmo e, a partir daí, surgem vários ‘medos’: alguns específicos, como o de dirigir, e outros gerais, como o de enfrentar opiniões contrárias a sua”, salienta Leonard F. Verea, médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão (Itália), especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Dinâmica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Autossabotagem</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível, também, que a insegurança leve o indivíduo a não se considerar merecedor de ser feliz ou alcançar seus objetivos e sonhos. “Ele acaba desenvolvendo crenças e valores que limitam seu olhar sobre si mesmo e a vida. Daí para se autossabotar, ou seja, criar situações que bloqueiam sua felicidade, é um pulo”, diz o psiquiatra. Além da influência dos primeiros anos de vida – conceitos que lhe foram transmitidos verbalmente ou por atitudes –, o quadro é agravado pelas condições da sociedade moderna. “Há muita competição e exigência de que cada um seja perfeito em todas as áreas da vida. Como se isso fosse possível, e fazendo com que sejamos cobrados além de nossa capacidade.”</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de autoconfiança é, no mínimo, limitante. O inseguro perde a oportunidade de conhecer e experimentar o novo – seja uma pessoa, um lugar, um desafio. Por não valorizar seu potencial e não identificar suas habilidades, ele se fecha em si mesmo. “Nessa, deixa passar possíveis parceiros interessantes, não enxerga uma boa chance de emprego, não se lança em estudos e viagens, não investe em projetos pessoais e profissionais – e assim por diante”, considera Leonard Verea, acrescentando que tudo isso faz com que a pessoa se sinta infeliz, não fazendo o que gosta e não buscando prazeres.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Aprovação alheia</h2>
<p style="text-align: justify;">Há outro aspecto que ronda a insegurança: a dependência excessiva de pessoas e situações. “A opinião alheia influencia e direciona as ações. Existe uma real dificuldade de construir a vida com independência afetiva e até financeira. Dessa forma, fica travado o crescimento psicológico e social”, destaca Cristiane Moraes Pertusi. E tem outro lado: como não confia em si mesmo, alguns inseguros também não acreditam no outro. “E, aí, se tornam perfeccionistas ou controladores, pois esta é a única forma de se sentirem mais seguros.”</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que tal sentimento é passível de modificação. Uma criança insegura pode se tornar um adulto seguro. “O caminho é se valorizar mais, acreditar no seu potencial, ir atrás do autoconhecimento”, recomenda Verea. “Como o desenvolvimento psicológico e social é contínuo durante a vida, dá para melhorar o autoconceito e a autoestima. As relações experimentadas são como o oxigênio ou o ar que respiramos: se ele for bom e puro, construiremos nosso self positivo; se for poluído, trará distorções e prejuízos”, completa Pertusi. Veja, a seguir, dicas de ambos os terapeutas para ter mais segurança:</p>
<h2 style="text-align: justify;">DICAS PARA SE TORNAR UMA PESSOA MAIS SEGURA</h2>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Cultive o pensamento positivo. “Avalie os bons aspectos da sua vida, valorizando-os. Ao mesmo tempo, considere o que você poderia aprimorar ou modificar para se fortalecer em todos os sentidos”, aconselha Cristiane Moraes Pertusi</li>
<li style="text-align: justify;">Confie em si mesmo. Isso, claro, requer autorreflexão e autoconhecimento. “Caso esteja se sentindo vacilante em seus relacionamentos e sua carreira, busque auxílio de um psicoterapeuta ou coaching”.</li>
<li style="text-align: justify;">Corra atrás do autoconhecimento, recomenda Leonard Verea. “Observe quais sentimentos e pensamentos o levam à insegurança. E, ao descobrir, tente se lembrar quando foi a primeira vez que se viu assim. Talvez você perceba que é possível olhar para o fato de forma diferente”.</li>
<li style="text-align: justify;">Não tenha medo de mudanças. E vá além: analise se alguma área está precisando de uma virada radical. Em caso positivo, liste ações que ajudarão a melhorar seu desempenho</li>
<li style="text-align: justify;">Faça uma lista de suas qualidades e seus pontos fortes. “Trata-se de um ótimo exercício para encher o copo da autoestima”, avalia Pertusi. Pense no que o faz ser único e especial, escreva e, se possível, fixe em um lugar visível para conferir sempre. “Identifique suas habilidades e as coloque em prática”, completa Verea.</li>
<li style="text-align: justify;">Converse com pessoas que são importantes para você. Peça um feedback de seus pontos fortes. “Só depois solicite que falem dos aspectos que precisaria desenvolver”, diz a psicóloga<br />
Invista em relações afetivas positivas – amorosas ou de amizade –, que lhe façam bem e onde você é admirado.</li>
<li style="text-align: justify;">Valorize sua opinião frente a fatos e situações.</li>
<li style="text-align: justify;">Seja paciente e flexível consigo próprio e pare de se criticar por qualquer coisa. Não exija tanto de você, e tenha tolerância e positividade em relação a seus pensamentos, não se martirizando à toa.</li>
<li style="text-align: justify;">“Não se menospreze ou se rebaixe. Em vez disso, modifique o que acredita não ser legal em você”, sugere Leonard Verea.</li>
<li style="text-align: justify;">Não se leve tão a sério. “Você pode aprender com seus erros e reformular suas atitudes sempre que necessário”, salienta Pertusi.</li>
<li style="text-align: justify;">Se necessário, procure apoio com psicoterapia e aconselhamento psicológico.</li>
</ul>
<p>Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/12/01/inseguranca-razoes-aparecem-ja-na-infancia-mas-e-possivel-mudar-isso.htm</p>
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		<title>Desafie as falsas crenças que limitam a sua vida</title>
		<link>https://casule.com/blog/desafie-as-falsas-crencas-que-limitam-a-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2015 22:00:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2416" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg" alt="bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881" width="600" height="600" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881.jpg 1000w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-300x300.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-150x150.jpg 150w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-768x768.jpg 768w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-610x610.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-980x980.jpg 980w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-480x480.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-600x600.jpg 600w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-100x100.jpg 100w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-120x120.jpg 120w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-24x24.jpg 24w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-48x48.jpg 48w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/09/bigstock_Thinking_man_silhouette_with_t_25125881-96x96.jpg 96w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos pensamentos automáticos, as crenças e os esquemas são objetos de foco e mudança na terapia cognitivo-comportamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas são estruturas cognitivas que organizam e processam a entrada de informação em nossa mente e representam os padrões de pensamento adquiridos na infância. Erros lógicos (processamento distorcidos/ou distorções) adquiridos durante o período de desenvolvimento da personalidade, vão formar a substância (estrutura) do esquema disfuncional e predispor o indivíduo a ter problemas emocionais. Enquanto que os esquemas de um indivíduo bem ajustados fazem concessões (flexibilizações) para a avaliação realista dos eventos da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esquemas de indivíduos mal ajustados resultam na distorção da realidade e facilitam o aparecimento e desenvolvimento de transtornos psicológicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Indivíduos com depressão, por exemplo, veem a si mesmos, seu mundo e seu futuro de forma negativa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Esquema: estrutura muito profunda</h2>
<p style="text-align: justify;">Esquema é uma estrutura muito profunda, do ponto de vista psicológico. Os esquemas constituem a base para a codificação, categorização e avaliação das experiências e estímulos que um indivíduo encontra no seu mundo. Sendo assim, são responsáveis por como cada um percebe e internaliza suas experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">São os esquemas que direcionam os outros níveis de cognição, tanto as crenças, quanto os pensamentos automáticos e as distorções cognitivas. Se uma pessoa tem um pensamento automático negativo, este foi gerado pelo esquema. Ele funciona como filtro dos estímulos aos quais somos submetidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, podemos entender os esquemas como as estruturas que definem as outras cognições, sendo o conteúdo das crenças, determinado pelos esquemas e, o conteúdo dos pensamentos automáticos similar aos de nossas crenças nucleares – explico abaixo. Utilizando a imagem de um iceberg, os esquemas definiriam a forma (estrutura dele), as crenças representariam a base deste e os pensamentos automáticos a ponta, acima da superfície da água.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crenças nucleares e intermediárias</h2>
<p style="text-align: justify;">As crenças podem ser de dois tipos: as crenças centrais (ou também chamadas de nucleares) e as intermediárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Crenças centrais são regras inflexíveis e hipergeneralizáveis que regem a vida do indivíduo e determinam sua maneira de perceber e entender o mundo. É aquilo no que o sujeito acredita fortemente (mas inconscientemente), independente do momento ou da situação. Uma pessoa que tem a crença de que &#8220;é um fracasso&#8221; ou de que &#8220;é incapaz&#8221; terá esses pensamentos mesmo que ganhe o Prêmio Nobel! Para manter essa crença de incapacidade ela pode usar (sem se dar conta, é claro), por exemplo, das distorções cognitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto às crenças intermediárias, são relacionadas a diversos aspectos da vida que aparecem como pressupostos, regras e atitudes. Elas não são tão rígidas e generalizáveis como as crenças centrais. Apesar dessa diferença, elas se conectam com as crenças centrais e existem seguindo a &#8220;lógica&#8221; destas últimas. Vamos ver um exemplo: se alguém tem uma crença central que diz &#8220;Não sou digno de ser amado&#8221;, pode ter uma crença intermediária que oriente: &#8220;Se fizer tudo que os outros querem, posso ser amado” (positiva). “Se não fizer tudo o que os outros querem, serei desprezado” (negativa). Enquanto esse indivíduo conseguir se auto-sacrificar e tiver &#8220;uma chance&#8221; de ser amado (parte positiva do pressuposto), poderá se manter funcional, ou seja, adequado à situação, &#8220;funcionando bem&#8221;. Mas no momento em que isso não dá certo, a parte negativa do pressuposto (crença intermediária) entra em ação e ele fica deprimido. Um exemplo das regras, neste mesmo caso, seria o sujeito pensar: &#8220;Deveria me auto-sacrificar sempre&#8221; e, de atitude, &#8220;Vou me auto-sacrificar&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">As crenças intermediárias, por não serem tão rígidas quanto à crença central, são mais fáceis de serem modificadas no processo terapêutico e os pensamentos automáticos por sua vez, mais flexíveis e fáceis de serem modificados do que as crenças intermediárias. É por isso, que em um processo de TCC, inicia-se trabalhando com os pensamentos automáticos e vai se aprofundando até chegar à flexibilização das crenças centrais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estratégias compensatórias</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro conceito interessante é o de estratégias compensatórias (ou comportamento de segurança). Essas são as &#8220;táticas&#8221; que o indivíduo usa para lidar com as crenças centrais, ou seja, para compensá-las ou buscar proteger-se.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso descrito, ter um comportamento de auto-sacrifício seria um exemplo de estratégia compensatória para lidar com a crença central: &#8220;Não sou digno de ser amado”. O que ocorre na prática é que a pessoa ao utilizar um comportamento de segurança, alivia a ansiedade ou incômodo causado pela possibilidade de ativação da crença. No entanto, esse alívio é somente um paliativo momentâneo, pois acaba por reforçar ainda mais a crença nuclear negativa (crença central) existente: &#8220;Quando eu me sacrifico como forma de merecer receber amor de outro, acreditarei ainda mais que não sou digno de amor, a não ser que repita esse comportamento novamente&#8221;.</p>
<h3 style="text-align: justify;">As crenças centrais, podem ser divididas em três crenças básicas disfuncionais:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de incapacidade: crenças sobre ser incapaz, incompetente, ineficiente, falho, enganador, fracassado.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de inadequação: crenças sobre ser inadequado, defeituoso, imperfeito, diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">• Crenças de desamor: crenças sobre ser indesejável incapaz de ser gostado, amado ou querido, sem atrativos, rejeitado, abandonado, sozinho.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Pontos importantes sobre as crenças:</h3>
<p style="text-align: justify;">• Elas são ideias, não necessariamente verdades.</p>
<p style="text-align: justify;">• É possível acreditar com convicção nelas, até mesmo “sentir” que são verdades e ainda assim, podem ser em grande parte ou inteiramente não verdadeiras.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças estão enraizadas em eventos da infância e se desenvolvem ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">• As crenças centrais são mantidas através da operação dos esquemas relativos, os quais fazem com que a pessoa filtre os dados da realidade de maneira a reconhecer os que apoiam as crenças enquanto ignoram, reduzem ou distorcem os que são contra.</p>
<p style="text-align: justify;">• Sendo as crenças conteúdos construídos e aprendidos, é possível revê-las desconstruir o que não é funcional e aprender conteúdos mais adaptados e realistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/tcc_crencas_atitudes.htm</p>
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