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	<title>depressão na infância - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>depressão na infância - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>5 feridas emocionais da infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2016 18:43:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro. Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas a uma parte da nossa personalidade, nos ajudará a observar quais são as nossas próprias feridas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1- O medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">A solidão é o pior inimigo para quem foi negligenciado ou abandonado na infância. Quem já sofreu abandono tende a abandonar prematuramente as pessoas com quem mantém um relacionamento ou seus projetos de vida por medo de ser abandonado novamente.<br />
Seria algo como “eu vou antes de você me deixar”, “ninguém me apóia, não estou disposto a suportar isso”, “se você for, não precisa mais voltar…”.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm feridas emocionais de abandono na infância precisam trabalhar o medo da solidão, o medo de ser rejeitado e as barreiras invisíveis ao contato físico.<br />
A ferida causada pelo abandono não é fácil de curar, mas, você consegue perceber uma melhora quando esse medo da solidão começa a desaparecer dando lugar a um diálogo interno positivo e esperançoso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2- O medo da rejeição</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo da rejeição é uma das feridas emocionais mais profundas, porque implica na rejeição de nós mesmos, do nosso interior, ou seja, das nossas experiências, dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse medo pode aparecer por vários fatores como, por exemplo, através da rejeição dos pais, da família ou de colegas e gerar pensamentos de auto-rejeição e de auto-desqualificação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que tem medo de ser rejeitada não se sente digna de receber afeto ou de ser compreendida e por isso se isola em seu vazio interior.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que as pessoas que sofreram rejeição sejam evasivas e por isso é necessário trabalhar os seus temores, os medos internos e as situações que geram pânico.<br />
Se este for o seu caso, ocupe o seu lugar no mundo, arrisque-se, tome suas próprias decisões. Faça isso aos poucos e perceba que você ficará menos incomodado se alguém se afastar ou se esquecer de você em algum momento, você não levará isso para o lado pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3- A Humilhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta ferida surge quando, em algum momento, sentimos que outros nos desaprovam ou nos criticam.<br />
Podemos gerar esse tipo de problemas nos nossos filhos se dissermos que são maus, estúpidos ou se os compararmos à outras crianças; isto destrói a autoestima deles.<br />
As feridas emocionais de humilhação geram uma personalidade dependente. Além disso, como mecanismo de defesa, a criança pode aprender a ser “tirana” e egoísta além de repetir as humilhações humilhando outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter sofrido esse tipo de experiência requer que trabalhemos a nossa independência, nossa liberdade, a compreensão das nossas necessidades e medos, assim como as nossas prioridades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4- A traição e o medo de confiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Surge quando a criança se sente traída por um de seus pais, principalmente no descumprimento de promessas. Isso cria uma desconfiança que pode ser transformada em inveja e em outros sentimentos negativos por não se sentirem merecedores do que foi prometido ou das coisas que outras pessoas possuem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrer uma traição na infância constrói uma pessoa controladora. Se sofreu estes problemas na infância, você provavelmente sente a necessidade de exercer algum controle sobre os outros, o que normalmente se justifica como sendo uma personalidade forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas pessoas tendem a confirmar seus erros por meio de suas ações. Para curar as feridas emocionais da traição, é necessário trabalhar a paciência, a tolerância e o saber viver, assim como aprender a estar sozinho e a ter responsabilidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5- A injustiça</h2>
<p style="text-align: justify;">A injustiça como ferida emocional se origina em um ambiente onde os cuidadores primários são frios e autoritários, isso porque uma exigência exagerada de exercer limites gera sentimentos de impotência e inutilidade, tanto na infância como na idade adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">A conseqüência direta da injustiça na conduta daqueles que a sofreram é a rigidez, pois estas pessoas tendem a querer ser muito importantes e adquirir grande poder. Além disso, é provável que a pessoa desenvolva um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo, bem como a incapacidade de tomar decisões com confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Requer trabalhar a desconfiança e a rigidez mental, criando o máximo de flexibilidade e permitindo-se confiar em outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que nós já sabemos sobre as cinco feridas emocionais que podem afetar nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa capacidade de nos desenvolver como pessoas, podemos começar a saná-las.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psiconlinews.com/2016/02/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos.html</p>
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		<title>Psicologia infantil!</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia-infantil-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2016 19:06:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando levar seu filho a um psicólogo infantil Muitas vezes não entendemos nossas crianças mas percebemos  que pode haver algo errado com elas. Algumas vezes você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Quando levar seu filho a um psicólogo infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes não entendemos nossas crianças mas percebemos  que pode haver algo errado com elas. Algumas vezes você pergunta o que ela tem e ela diz que não é nada, olha para baixo, sai correndo ou simplesmente fica olhando para você sem dizer uma só palavra. Isso pode te apavorar, você pode se sentir a pior mãe do mundo, pois afinal de contas você imagina que deveria conseguir ajudar seu filho em todos os momentos sobre todas as questões. Mas não é bem assim, criança não vem com manual de instruções e sua forma de comunicar que algo não está bem pode ser diferente da forma que os adultos entendem – mesmo porque a maioria das vezes a própria criança não sabe o que está errado, mas sente um desconforto que não compreende.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse desconforto pode vir do fato de estar sendo agredida por outras crianças na escola, ou a professora a está ignorando na sala de aula, pode haver algum adulto molestando-a, ela pode ser mais sensível e insegura que a maioria e sentir muita falta da mãe mesmo se distanciando por períodos curtos, ela pode estar se sentindo negligenciada em casa mesmo e você não percebe pois a considera tão “boazinha”  e fica feliz por ela brincar horas sozinha. Enfim, a lista das possibilidades do que pode estar acontecendo são enormes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Quais comportamentos são indicadores na necessidade de terapia infantil (psicologia infantil)</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As possibilidades são muitas, seguem alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: justify;">Recusar-se a ir a escola repentinamente</p>
<p style="text-align: justify;">Chorar em demasia</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade em acompanhar o que dado na escola</p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de necessidade de contato com a mãe ou pai</p>
<p style="text-align: justify;">Recusa em estar próximo de uma pessoa específica</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamentos agressivos repentinos</p>
<p style="text-align: justify;">Demora em falar ou andar</p>
<p style="text-align: justify;">Xixi na cama</p>
<p style="text-align: justify;">Pesadelos</p>
<p style="text-align: justify;">Pedidos frequentes para dormir com os pais</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Os pais precisam aprender a psicologia infantil?</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Creio que alguns pais ficam angustiados com a ideia se serem psicólogos perfeitos de seus filhos, mas pode ser que a compreensão do que se aplica a seu filho já pode ajudar. O universo infantil é extenso e complexo, cada caso é um caso totalmente diferente do outro. O que deu certo com o filho do vizinho não significa que dará com o seu. Os sintomas que o coleguinha apresentou pode ter sido originado por problemas muito diferentes do que o seu filho está passando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como a psicologia infantil ajuda a criança</h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O psicólogo infantil, além de sua vocação para lidar com crianças,  trabalha no sentido de  oferecer um ambiente onde ela se sinta segura e acolhida. A forma de falar, o tom, as palavras que ele usa são todas elaboradas para criar um ambiente de confiança onde a informação sobre o que se passa com a criança seja colhida da melhor forma possível. Por exemplo, se você perguntar se ele está chorando porque o coleguinha bateu nele é possível que ele responda que sim, mesmo que não seja esse o motivo, pois se alguma vez algum coleguinha já deu algo parecido com tapinha e, ao ouvir esta pergunta, ele poderá lembrar deste episódio e pode responderá que chora devido ao coleguinha, mesmo que este tapinha não tenha a nada a ver com o choro atual.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicologia infantil poderá  ajudar esta criança a se restabelecer de forma mais saudável e também poderá orientar os pais para a continuação do processo de melhora em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/psicologia-infantil.html</p>
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		<item>
		<title>Depressão infantil: causas e sintomas</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-infantil-causas-e-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 18:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Engana-se quem acha que depressão é sinônimo de tristeza e coisa de gente grande. A depressão é uma doença crônica e hereditária que atinge adultos e crianças de todas as idades. O problema deve ser diagnosticado e tratado desde cedo, pois compromete o dia a dia do paciente e, em casos extremos, pode levar ao suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pequenos aceitam a depressão como um fato natural, acham que é normal sentir medo e angustia<strong>,</strong> pois não sabem que seu sofrimento é resultante de uma doença que pode ser curada. Separação dos pais, perdas, dificuldades de adaptação na escola ou na casa nova podem gerar um alto nível de estresse que conduz ao quadro depressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na infância, o problema geralmente é revertido com psicoterapia, mas como a depressão um tem fator genético muito forte, a necessidade de medicação é inevitável em algumas situações. A boa notícia é que a criança responde muito mais depressa ao tratamento do que o adulto.</p>
<p style="text-align: justify;">Medo excessivo e permanente e falta de apetite são alguns dos sinais que criança dá para avisar que não está bem. Confira os outros abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>Sintomas da depressão infantil </b></h2>
<p style="text-align: justify;">Queixa frequente de problemas físicos<b>.</b> Por não saber expressar e significar sua angustia, a criança reclama de dores concretas, que são mais fáceis de compreender. Dores de cabeça e barriga são as mais comuns.<b></b></p>
<p style="text-align: justify;">Excesso de retração<b>.</b> É normal a criança de sentir inibida perante uma situação nova (escola, casa de um parente), mas logo ela ganha confiança e se solta. Já a criança deprimida permanece calada e insegura todo o tempo e o desejo de exploração do ambiente desaparece.</p>
<p style="text-align: justify;">Ansiedade de separação. A criança fica muito angustiada em ocasiões em que tem que se separar dos pais ou das pessoas que lhe servem de referência. Ela precisa estar sempre na presença do responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração do sono. Reclamações e choros são frequentes na hora de dormir, bem como os pesadelos que passam a interromper o sono. O medo de ficar sozinho é frequente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dificuldade de aprendizado. Atenção para não confundir depressão com hiperatividade. A criança com transtorno de déficit de atenção tem dificuldades para se concentrar, mas mostra interesse por outras atividades, enquanto a criança deprimida não se sente motivada por brincadeira alguma, não tem vontade para nada, não encara desafios e se sente permanentemente incapaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Agressividade. Ao entrar na adolescência, os meninos depressivos se mostram extremamente irritadiços e agressivos. Para eles, a melhor forma de se defender de seus medos é atacando.</p>
<p style="text-align: justify;">Comportamento parassuicida<b>.</b> Acidentes acontecem com todas as crianças, mas com a criança deprimida são frequentes, porque ela não se protege.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/bebe/1-a-3-anos/materia/depressao-infantil-causas-e-sintomas</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que algumas pessoas não conseguem demonstrar carinho e afeto?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 21:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos? Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2618" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg" alt="casule-psicologia-sem-afeto" width="600" height="479" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto.jpg 626w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-300x240.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-610x487.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-480x383.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/casule-psicologia-sem-afeto-600x479.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Quantas pessoas já se questionaram que não conseguem demonstrar os sentimentos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for a relação social, algumas pessoas sentem vergonha de demonstrar esses sentimentos, ou talvez por rejeição. Mas na verdade todos nós sabemos que precisamos desses sentimentos para nos sentirmos bem, seja qual for, um abraço ou um apoio moral sempre foi uma ótima terapia para nós, mas quando se fala de demonstrar isso pra alguém, aí que a coisa complica…</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 3 fatores que determinam a maneira como agimos: <em>a genética, o contexto e a maneira como reagimos à esses influxos inatos e sociais.</em></p>
<h2 style="text-align: justify;"><em>Por exemplo:</em></h2>
<p style="text-align: justify;">Quando somos mais novos fica muito mais fácil de expressarmos algum sentimento, pois ainda estamos sem cicatrizes. Com o tempo a vida vai nos impondo certas amarras, ficamos desacreditados e assim achamos que <em>“ninguém”</em> realmente mereça o nosso verdadeiro afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes a falta de carinho e afeto, vem da consequência da relação familiar, a frieza dos pais, a falta de diálogo, são fontes para que o filho ache isso <em>“normal”, </em>e dê continuidade a esse modo de agir, e depois venha a sofrer dificuldades em relacionamentos lá na frente. Os pais são apenas crianças crescidas que deram origem a seus filhos. Logo, são passíveis de todos os bloqueios e ressentimentos, tanto quanto você.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato de não ter recebido afeto não leva à conclusão de que não tenha méritos ou não seja digno de amor. Como adulto você mesmo pode buscar o amor que necessita, ainda que não tenha recebido o que considera suficiente.  É importante que essa pessoa saiba, que existem recursos para esse tipo de problema e procurar uma psicóloga não significará o fim, ela irá te orientar o que você pode fazer diante a isso, separamos aqui algumas dicas que você pode treinar em casa mesmo, podem parecer bobos, mas são bem úteis</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dicas</h2>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Comece se aproximando fisicamente das pessoas;</li>
<li style="text-align: justify;">Desenvolva o hábito de olhar nos olhos;</li>
<li style="text-align: justify;">Avance para pequenos toques, nas mãos e nos braços;</li>
<li style="text-align: justify;">Arrisque abraços mais demorados e depois cumprimente com beijos no rosto;</li>
<li style="text-align: justify;">Faça testes em animais de estimação e acaricie o quanto quiser, depois vá gradualmente tentando com pessoas de confiança;</li>
<li style="text-align: justify;">Levante pontos positivos das pessoas para terceiros, depois para a própria pessoa e depois faça elogios completos;</li>
<li style="text-align: justify;">Se exercitar com as pessoas de modo geral, as garotas serão consequências naturais desse processo, afinal, elas tem os mesmos desejos e receios humanos que você.</li>
<li style="text-align: justify;"></li>
</ul>
<p>FONTE:http://doutissima.com.br/2013/12/11/por-que-algumas-pessoas-nao-conseguem-demonstrar-carinho-e-afeto-33805/</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba quais são os sintomas e como tratar a depressão infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/saiba-quais-sao-os-sintomas-e-como-tratar-a-depressao-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 22:41:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[depressão infantil]]></category>
		<category><![CDATA[depressão na infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais tendem a ser diferentes em cada idade das crianças A apresentação da depressão infantil varia conforme a fase do desenvolvimento no qual a criança está. Saiba como identificá-la e as formas de tratamento. Sintomas Em qualquer idade — Isolamento, tristeza, choro excessivo, problemas com o sono, dores de cabeça insistentes, obesidade ou falta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="materia-subtitulo">
<h2 class="materia-subtitulo">Sinais tendem a ser diferentes em cada idade das crianças</h2>
<p>A apresentação da depressão infantil varia conforme a fase do desenvolvimento no qual a criança está. Saiba como identificá-la e as formas de tratamento.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p><strong>Em qualquer idade</strong></p>
<p>— Isolamento, tristeza, choro excessivo, problemas com o sono, dores de cabeça insistentes, obesidade ou falta de apetite podem ocorrer em todas as faixas etárias em casos de depressão.</p>
<p>— Atenção a mudanças bruscas de comportamento.</p>
<p>— Para se caracterizar como deprimida, o paciente tem de apresentar os sintomas por, pelo menos, duas semanas seguidas.</p>
<p><strong>De 0 a 6 anos</strong></p>
<p>— Não há consenso de que a depressão possa atingir também os bebês, mas alguns estudos falam em sintomas como rosto sem expressão, falta de apetite, dificuldade para adquirir peso, insônia, rejeição ao contato humano, choro insistente ou falta de choro, diminuição de movimentos e atraso no desenvolvimento da linguagem.</p>
<p>— Nos maiores, falta de amigos e coordenação motora atrasada.</p>
<p>— Geralmente, essas reações estão associadas ao abandono ou abuso.</p>
<p><strong>De 7 a 13 anos</strong></p>
<p>— Esta é a fase em que já conseguem se expressar. O depressivo perde o interesse por atividades que gostava de desenvolver, como esportes ou brincadeiras, se diz triste e infeliz.</p>
<p>— Pode desenvolver doenças associadas, como úlcera e gastrite, e reclamar de muitas dores (barriga, cabeça e enjoo).</p>
<p>— Choro com facilidade, baixa autoestima, irritabilidade e cansaço.</p>
<p>— Baixo rendimento escolar.</p>
<p><strong>De 14 a 18 anos</strong></p>
<p>— Alteração do humor, ansiedade, agressividade, autoestima baixa, relacionamento social distante.</p>
<p>— Forte sentimento de culpa, falta de apetite e dificuldade de concentração.</p>
<p>— Medo, insegurança, sentimento de fracasso, achar que a vida não tem sentido.</p>
<p>— Uso de drogas ou álcool.</p>
<h2>Como tratar</h2>
<p>— Abordagens lúdicas que se utilizam de brinquedos, desenhos e histórias são muito úteis em crianças pequenas ou naquelas que têm dificuldade em verbalizar seu sofrimento. Já adolescentes podem se beneficiar de terapias verbais, diz o psiquiatra Miguel Boarati do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p>— Os pais devem se envolver com o tratamento proposto, seja psicoterapia, medicação, grupo de orientação para pais e terapia de família, além de tratar o assunto de maneira atenta e direta, evitando o preconceito e a culpa.</p>
<p>— Remédios em crianças são usados por um período entre seis meses e um ano, mas a prioridade é tentar o tratamento com psicoterapia.</p>
<p>— Os pais devem evitar insistir para que a criança fique bem. Se houver uma sobrecarga, a recomendação é aliviar, pois se ela estiver depressiva não conseguirá mudar a postura sob pressão.</p>
<p>— É preciso dosar o excesso de cobranças e o perfeccionismo no processo de ensino. Crianças que crescem em ambientes de muita cobrança e pouca recompensa estão mais sujeitas a deprimir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/08/saiba-quais-sao-os-sintomas-e-como-tratar-a-depressao-infantil-4575991.html</p>
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