<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>demência - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/demencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/demencia/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Nov 2016 19:10:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>demência - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/demencia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A demência tem muitas faces</title>
		<link>https://casule.com/blog/demencia-tem-muitas-faces/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2016 19:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[alucinações]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbios neurocognitivos]]></category>
		<category><![CDATA[falta de memória]]></category>
		<category><![CDATA[perda de memória]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4370</guid>

					<description><![CDATA[<p>A demência tem muitas faces, muitas maneiras de nos mostrar o quanto é horrível o esquecimento.Embora tradicionalmente a demência mais conhecida seja a do tipo Alzheimer, ela não é a única que existe, embora seja a mais comum. Ao contrário do que se acredita popularmente, nem todas as formas de demência são irreversíveis. Em alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/demencia-tem-muitas-faces/">A demência tem muitas faces</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A demência tem muitas faces, muitas maneiras de nos mostrar o quanto é horrível o esquecimento.Embora tradicionalmente a demência mais conhecida seja a do tipo Alzheimer, ela não é a única que existe, embora seja a mais comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que se acredita popularmente, nem todas as formas de demência são irreversíveis. Em alguns casos, quando é identificada a causa, podem ser tratadas e até mesmo corrigidas, tais como:  a demência por deficiência de vitamina B12, a demência causada por vasculite, hipotireoidismo ou hidrocefalia, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente as demências estão incluídas no DSM-5 dentro dos Transtornos Neurocognitivos, juntamente com o Delirium, transtornos amnésicos e outros distúrbios neurocognitivos. Estes distúrbios são aqueles em que a perda ou comprometimento cognitivo não esteve presente desde o nascimento ou na primeira infância e, portanto, acontecem ao longo da vida e se tornam visíveis se compararmos o atual nível de desempenho da pessoa com o nível anterior.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A demência de Alzheimer</h2>
<p style="text-align: justify;">É uma doença degenerativa do cérebro com causas desconhecidas. Geralmente tem um início gradual e envolve uma deterioração contínua, lenta e progressiva, com uma duração média de 8-10 anos. Atualmente esta doença ainda não tem cura. Podemos perceber três fases distintas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Fase inicial (2-4 anos ou mais)</h2>
<p style="text-align: justify;">Geralmente tem um início repentino, e a principal característica é uma deterioração da memória recente(que é a parte da memória que se relaciona com o que acontece no momento presente, isto é, você terá dificuldade em lembrar as tarefas diárias e a aprendizagem).</p>
<p style="text-align: justify;">Na linguagem, é muito comum a perda da riqueza do vocabulário porque a pessoa tem dificuldade em encontrar as palavras (anomia) tentando resolver usando circunlóquios (rodeios sobre o mesmo tema) e parafasias (que consiste em substituir uma palavra por outra em um contexto semelhante).</p>
<p style="text-align: justify;">Podem ocorrer mudanças na personalidade, como a apatia (que é a preguiça ou a falta de interesse pelas coisas), irritação, agressividade, rigidez mental (incapacidade de mudar o pensamento, ou seja, a pessoa torna-se obcecada com um pensamento e nada a fará mudar de ideia).</p>
<p style="text-align: justify;">Também podem ocorrer alterações afetivas como a ansiedade ou depressão, porque muitas vezes elas estão conscientes do início da doença, especialmente porque notam os problemas de memória. Nestes momentos, as pessoas com demência e suas famílias precisam buscar uma adaptação à nova vida que os aguarda: um desafio estressante e sofrido.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Segunda fase (aproximadamente 3-5 anos)</h2>
<p style="text-align: justify;">A deterioração intelectual continua, aparecendo a síndrome afaso-apraxo agnóstica (que envolve problemas de memória, dificuldade em realizar tarefas simples, como se vestir ou tomar banho, sendo necessária a supervisão, e a dificuldade de reconhecer os familiares e objetos).</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorre a amnésia retrógrada, ou seja, incapacidade de recordar eventos passados que geralmente tentam dissimular usando a imaginação (inventam eventos que não ocorreram para preencher esses espaços em branco de sua memória, mas eles não têm a intenção de mentir).</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de julgamento se deteriora, ou seja, eles se tornam mais impulsivos e não conseguem distinguir o certo do errado ou o que deve ser um comportamento privado e não público, etc. O raciocínio abstrato também fica comprometido, resultando em uma incapacidade de resolução de problemas e planejamento de tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os sintomas se agravam e podem surgir sintomas psicóticos (alucinações, como dizer por exemplo que foi se encontrar com a sua mãe que já morreu há muitos anos, ou delírios, dizer que roubaram as suas coisas quando ele próprio as perdeu).</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase, já não consegue se orientar no tempo (hora, dia, mês ou ano) e no espaço (lugar onde mora, diferentes divisões da casa, etc). O paciente de demência de Alzheimer, nesta fase, é incapaz de sobreviver sem a supervisão de um adulto, mesmo que consiga fazer as suas atividades diárias.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Terceira fase (duração variável)</h2>
<p style="text-align: justify;">Nesta fase a pessoa já não se reconhece no espelho, porque ela acredita que é mais jovem do que a imagem que vê refletida e não reconhece as pessoas mais próximas. Começa a falar cada vez menos, chegando lentamente ao mutismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocorrem graves alterações da marcha (movimentação característica em pequenos passos e arrastando os pés), podem cair e até perder a capacidade de andar. Nesta fase, o paciente vai precisar de ajuda para realizar praticamente todas as atividades e geralmente terminam acamados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Demência com corpos de Lewy</h2>
<p style="text-align: justify;">A demência com corpos de Lewy é uma das mais difíceis de diagnosticar, além de ser uma descoberta recente. Os seus sintomas são parecidos com a demência tipo Alzheimer e demência de Parkinson e, portanto, o seu diagnóstico é muitas vezes confundido com ambos, embora atualmente seja considerada o segundo tipo mais comum.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<h2 style="text-align: justify;">Os seus principais sintomas são:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Síndrome afaso-apraxo agnóstica: característica na doença de Alzheimer, que são os esquecimentos frequentes, dificuldade em realizar tarefas simples e reconhecer membros da família ou objetos. Neste caso, é caracterizada por variações pronunciadas de atenção e estado de alerta.</li>
<li>Alucinações visuais complexas recorrentes, alucinações auditivas e delírios. São comuns os sintomas de transtornos do sono REM (o que pode ser considerada uma manifestação precoce), alucinações em outras modalidades sensoriais, delírios e depressão.</li>
<li>Sintomas parkinsonianos: como na doença de Parkinson, incluindo tremores e rigidez dos membros. Os tremores espontâneos começam após o início do declínio cognitivo e dos grandes déficits neurocognitivos que são observados pelo menos 1 ano antes dos sintomas motores. Também deve ser diferenciado dos sintomas extrapiramidais induzidos por neurolépticos (sintomas motores devidos à medicação usada para alucinações e delírios, uma vez que até 50% dos indivíduos com TNC com corpos de Lewy têm uma sensibilidade significativa a estes fármacos). Eles muitas vezes sofrem quedas repetidas e síncopes, que são apagões acompanhados por uma paralisia momentânea dos movimentos do coração e da respiração e que são devidos à falta de irrigação sanguínea no cérebro, assim como episódios transitórios de perda de consciência inexplicáveis.</li>
</ul>
<h2 style="text-align: justify;">Demência vascular</h2>
<p style="text-align: justify;">A demência vascular é provocada por uma série de pequenos derrames cerebrais (AVC) durante um período de tempo prolongado. Estes acidentes vasculares causam bloqueios ou interrupções do fluxo de sangue para uma parte do cérebro, resultando na morte neuronal da parte afetada.</p>
<p style="text-align: justify;">É caracterizado por uma deterioração sucessiva, cujos sintomas são difíceis de prever porque dependem da área do cérebro afetada. Ainda assim, no início, ela é caracterizada por problemas de memória, problemas de orientação, e pode provocar mudanças na personalidade ou dificuldades de linguagem</p>
<h2 style="text-align: justify;">Demência de Parkinson</h2>
<p style="text-align: justify;">A demência de Parkinson deve ser diferenciada da doença de Parkinson. A doença de Parkinson é caracterizada por tremores nas mãos, braços, pernas, mandíbula e da face, rigidez nos braços, pernas e tronco, lentidão de movimentos e problemas de equilíbrio e coordenação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de demência se caracteriza pelos tremores típicos da doença de Parkinson juntamente com lentidão cognitiva das funções superiores e distúrbios emocionais importantes, sendo comum encontrar um grave quadro depressivo nesses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela difere das anteriores porque não tem os sintomas da síndrome afaso-apraxo agnóstica como na doença de Alzheimer e as alucinações e delírios não são tão comuns como na demência por Corpos de Lewy. No entanto, observamos a lentidão cognitiva e os tremores corporais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/demencia-tem-muitas-faces/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/demencia-tem-muitas-faces/">A demência tem muitas faces</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Depressão pode ser confundida com Alzheimer</title>
		<link>https://casule.com/blog/depressao-pode-ser-confundida-com-alzheimer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2015 19:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[demência]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=1448</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Estudos apontam que até 30% das pessoas com mais de 65 anos podem ter depressão Um em cada 100 idosos sofre de depressão no Brasil. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo feita durante dois anos com 1500 pessoas com mais de 60 anos. O estudo revelou ainda que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/depressao-pode-ser-confundida-com-alzheimer/">Depressão pode ser confundida com Alzheimer</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/04/casule-psicologia-juiz-de-fora-idoso.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1450" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/04/casule-psicologia-juiz-de-fora-idoso.jpg" alt="casule-psicologia-juiz-de-fora-idoso" width="403" height="605" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/casule-psicologia-juiz-de-fora-idoso.jpg 233w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/04/casule-psicologia-juiz-de-fora-idoso-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 403px) 100vw, 403px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="materia-subtitulo" style="text-align: justify;">Estudos apontam que até 30% das pessoas com mais de 65 anos podem ter depressão</h2>
<p style="text-align: justify;">Um em cada 100 idosos sofre de depressão no Brasil. Foi o que revelou uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo feita durante dois anos com 1500 pessoas com mais de 60 anos. O estudo revelou ainda que apenas 2% de quem está depressivo procura tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde aponta que a partir de 2020 a doença será a mais comum em todo o mundo. Hoje, a depressão atinge mais de 120 milhões de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais sintomas são tristeza e irritação associados a perda da motivação de sentir prazer, desmotivação, alteração do sono, peso, energia e esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">– Esses são sintomas muito parecidos com o Alzheimer e demência e, muitas vezes, são confundidos. O conteúdo do pensamento sempre deve ser levado em conta pelos profissionais de saúde para que o tratamento adequado seja feito. Quando a depressão é tratada de forma errada, uma série de repercussões acontecem na vida dos doentes, muitas vezes acarretando o suícidio – aponta a professora de Psicologia da Unisinos Ilana Andreatta.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terceira idade, o corpo passa a manifestar sinais da idade, como declínio do metabolismo e de absorção de nutrientes. Além disso, questões como aposentadoria, síndrome do ninho vazio e lutos podem aumentar os riscos de depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">– O impacto na vida do idoso e de quem convive com ele é muito grande. Ausência de motivação para relações sociais, para estabelecer novos vínculos, para fazer tarefas diárias devem ser observadas com atenção. Infelizmente, há muitos casos de a família achar que a falta de atenção e o esquecimento podem ser Alzheimer e fazer um diagnóstico errado. O profissional de saúde sempre é quem deve fazer o diagnóstico – disse.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão, segundo a psicóloga, é entender se o quadro depressivo levou a uma perda cognitiva ou se a deterioração cognitiva foi quem causou a tristeza. Quando não diagnosticada no início, a depressão pode ainda desencadear outras doenças, como a baixa imunidade, desmotização, perda de memória e estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">– Para o profissional de saúde é mais fácil diagnosticar a doença, mas não é um problema fácil de ser detectada. Hoje, temos um repertório de equipamentos que auxiliam na avaliação, mas nada substitui a escuta clínica. Quando bem tratada, a depressão pode entrar em total remissão, ou seja, ser curada.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Entenda quais são as diferenças e semelhanças entre depressão e Alzheimer:</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Desinteresse, tristeza, apatia, perda do apetite, perda de peso e insônia fazem parte do quadro clínico de quem está em depressão, mas também são sintomas do Alzheimer.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Além disso, a redução da capacidade da memória recente, muitas vezes, faz parte do diagnóstico do Alzheimer, mas os depressivos também podem apresentar essa característica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Quando há comprometimento da memória recente, a avaliação neuropsicológica deve ser feita. Esse tipo de teste junto com uma boa conversa com um especialista vai mostrar que, quem sofre de Alzheimer, também vai apresentar outros déficits cognitivos, como alterações na fala e perda da habilidade motora.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A depressão na terceira idade não deve ser encarada com algo comum. Os idosos podem e devem ter uma vida normal como qualquer pessoa mais jovem, embora apresentem algumas alterações no funcionamento do organismo. Alimentação saudável e uma vida social ativa garantem mais qualidade de vida.</p>
<p>FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/melhor-idade/noticia/2014/12/depressao-pode-ser-confundida-com-alzheimer-4656731.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/depressao-pode-ser-confundida-com-alzheimer/">Depressão pode ser confundida com Alzheimer</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
