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	<title>criança e adolescente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>criança e adolescente - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Você sabe o que é TOC?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/voce-sabe-o-que-e-toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 22:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adulto]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno obsessivo compulsivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No nosso dia a dia constantemente escutamos a expressão TOC, muitas vezes usada para brincar com pessoas muita organizadas, que adoram limpeza ou que possuem algum tipo de ritual, mas a realidade é que TOC é um transtorno mental que exige bastante atenção e tratamento.  Importante ressaltar que nem sempre as pessoas com essas manias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">No nosso dia a dia constantemente escutamos a expressão TOC, muitas vezes usada para brincar com pessoas muita organizadas, que adoram limpeza ou que possuem algum tipo de ritual, mas a realidade é que TOC é um transtorno mental que exige bastante atenção e tratamento.  Importante ressaltar que nem sempre as pessoas com essas manias possuem algum transtorno, por isso a importância de esclarecer o seu significado.</p>
<p>TOC é a abreviação de transtorno obsessivo-compulsivo e tem como característica a presença de obsessões e/ou de compulsões. As obsessões são pensamentos, ideias ou sensações negativas e involuntárias que invadem a mente do paciente e causam ansiedade e sofrimento constantes. Já as compulsões são comportamentos voluntários, padronizados e recorrentes, que têm como função aliviar o sofrimento causado pelas obsessões.</p>
<p>Mesmo sendo comum, nem sempre obsessões e compulsões estão associadas. Os pacientes apresentam simultaneamente diferentes obsessões e compulsões, e podem mudá-las ao longo do tempo. Um exemplo comum são pessoas que tem muito medo de serem contaminadas e por isso lavam as mãos ou fazem outros rituais de higiene com bastante frequência, tanto que muitas vezes chegam a se ferir, a obsessão é estar limpo e a compulsão é se lavar.</p>
<h2>Existem quatro tipos principais de TOC:</h2>
<p>&#8211; Os lavadores, que apresentam a obsessão de contaminação e as compulsões de lavagem e limpeza;</p>
<p>&#8211; Os verificadores, que têm medo de ferir-se ou ferir outras pessoas, medo de cometer involuntariamente obscenidades ou impulsos;</p>
<p>&#8211; Os colecionadores possuem uma incapacidade de adquirem e se desfazerem de objetos sem valor;</p>
<p>&#8211; Os ordenadores apresentam obsessão de simetria e ordenação e a compulsão de arrumação e repetição.</p>
<p>O TOC é uma doença geralmente secreta que às vezes leva anos até ser diagnosticada. Ele pode causar um impacto devastador na qualidade de vida dos pacientes, pois atinge  questões pessoais, como área acadêmica, social, profissional, além de atingir também os familiares e amigos mais próximos.</p>
<p>Apesar de ser um nome popular, o diagnóstico correto só pode ser feito por um profissional. Ele é realizado baseado nos sintomas do paciente. A característica essencial para ser caracterizado transtorno é a presença de obsessões, compulsões ou ambas, que devem ocupar tempo, causar sofrimento e interferir significativamente na rotina do indivíduo.</p>
<p>O tratamento deve ser individualizado, pois depende das características e da gravidade dos sintomas de cada um. Seu objetivo é a pessoa conseguir controlar suas obsessões e compulsões e que o nível de desconforto chegue perto de zero. A terapia cognitivo –comportamental e/ou a farmacologia têm se mostrado as maneiras mais eficazes para o tratamento.</p>
<p>Ainda não se sabe ao certo a origem do TOC, mas evidências apontam sua natureza biológica, psicológica e ambiental. Ele pode surgir em qualquer idade.</p>
<p>Na infância a presença de obsessões e compulsões é igual a que ocorre com os adultos, porém é importante destacar que, nessa fase, existem alguns rituais, repetições e superstições que são comuns e característicos da idade, por isso as crianças precisam ainda de mais atenção das pessoas próximas, principalmente dos pais, aos seus comportamentos para que o diagnóstico seja feito precocemente e o tratamento seja efetivo.</p>
<p>É comum que as pessoas acometidas pelo transtorno obsessivo-compulsivo escondam de amigos e familiares suas ideias e comportamentos, justamente por terem noção do absurdo das exigências que o transtorno impõe e sentirem vergonha, por isso é importante à disseminação do conhecimento do transtorno tanto para que os pacientes não tenham medo do preconceito e procurem ajuda, quanto para os familiares observarem e ajudarem no diagnóstico.</p>
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		<title>Bullying &#8211; Quando brincadeiras e implicâncias viram agressão?</title>
		<link>https://casule.com/blog/bullying-quando-brincadeiras-e-implicancias-viram-agressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 22:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[agressão]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de Maio. Dia Anti-Bullying, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. Dia 7 de abril. Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da Tragédia do Realengo. E apesar de ter uma nomenclatura recente, bullying é um problema antigo. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dia 4 de Maio</strong>. Dia Anti-<em>Bullying</em>, estipulado pelas Nações Unidas em 2012. <strong>Dia 7 de abril</strong>. Dia Nacional de Combate ao <em>Bullying</em> e à Violência na Escola, no Brasil. Data estipulada em 2016 para marcar os 5 anos da <em>Tragédia do Realengo</em>. E apesar de ter uma nomenclatura recente, <em>bullying</em> é um problema antigo.</p>
<p>O termo descreve uma extensa variedade de comportamentos que podem ter impactos sobre a propriedade, o corpo, os sentimentos, os relacionamentos, a reputação e o status social de uma pessoa, muitas vezes são agressivos e dolorosos para as vítimas. Destaca-se que a repetição, a persistência do comportamento hostil, repulsivo e intimidador contra uma mesma pessoa ou grupo que denomina ser <em>bullying</em>. As vítimas são hostilizadas, assediadas, socialmente rejeitadas, ameaçadas, caluniadas ou mesmo atacadas (verbal, física e psicologicamente) por um ou mais indivíduos.</p>
<p>Nos dias de hoje o <em>cyberbullying</em> também se enquadra nesse panorama, no qual o assédio virtual com o uso de tecnologias de informação e comunicação apoia comportamentos definidos, repetidos e hostis com a intenção de prejudicar o outro. Perseguições, humilhações, ataques físicos/verbais, insultos e difamações para com aqueles que são vistos como os “diferentes”.</p>
<p><strong>Apesar do fenômeno ser caracterizado como uma agressão, nem toda a agressão é classificada como <em>bullying, </em>mas por quê?</strong></p>
<p>A palavra <em>bullying</em>, derivada do verbo inglês <em>bully</em>, significa usar a superioridade física para intimidar alguém. Também pode ser empregada como adjetivo, no sentido de valentão ou opressor. O que faz com que o termo não seja apenas citado no contexto escolar, mas também como relações violentas, opressoras e intimidadoras no contexto familiar e do trabalho. Há várias formas de se envolver e praticar um ato de <em>bullying.</em> Os <em>bullies, </em>autores, são aqueles que praticam.</p>
<p>As <em>vítimas, </em>alvos, são os que sofrem. E com participação direta e apresentando, ou não, apoio a tais atos, a maior parte é composta do grupo das <em>testemunhas, </em>expectadores. Sendo que a pratica pode ser dividida em <em>bullying físico (</em>empurrado, beliscado, chutado, alvejado, etc.)<em>; bullying</em> <em>verbal (</em>destruição do psicológico e bem-estar)<em> e bullying social/relacional (</em>diretamente ligado à exclusão, manipulação e a destruição de reputação).</p>
<p><strong>Pare por um momento e reflita: você já presenciou alguém sendo humilhado, ovacionado ou agredido e não fez nada? Você já difamou ou criticou alguém para outra pessoa? Ou você já se sentiu menosprezado e rejeitado?</strong></p>
<p>Por ocorrer mais comumente em segredo, longe dos olhos dos responsáveis, pais, amigos, professores, etc, que poderiam interromper, tais atos podem ocorrer praticamente em qualquer ambiente (lares, bairros, escolas, empresas, etc.). O ambiente fica cada vez mais contaminado de medo e ansiedade.</p>
<p>Na grande maioria das vezes, a <em>testemunha</em> convive com a violência e se silencia por temer a se tornar a próxima vítima. E diante desse panorama, situações de conflitos, a ausência de tolerância e de diálogo, ganham cada vez mais força, justificando e potencializando situações violentas, banalizando essa experiência tão prejudicial.</p>
<p>Esses indivíduos que sofreram já na infância e vem sofrendo constantemente, acompanhados das consequências destas experiências, acabam sendo mais propensos ao abandono de responsabilidades e compromissos quando jovens adultos; podem ter dificuldades nas atividades rotineiras por medo de se expressar e participar; alegam enfermidades com mais frequência ou indisposição e acabam tendo problemas de sono e de socialização.</p>
<p>A longo prazo, quando adultos, são mais propensos a sofrer de bloqueios e perturbações mentais; tendem a ter maior dificuldade de se socializar com os outros, manter relações e uma autoestima rebaixada. A mais preocupante de todas as consequências do <em>bullying</em> é a propensão a cometer suicídio, assunto recentemente debatido na mídia (a partir da série <em>13 Reasons Why</em> e o “jogo” Baleia Azul).</p>
<p><strong>A autoestima é talvez a mais afetada e prejudicada pelo <em>bullying</em>. As vítimas desenvolvem mecanismos que distorcem os pensamentos e sentimentos e dificultam a interação.</strong></p>
<p>Por mais que as pessoas em volta, as <em>testemunhas</em>, percebam a presença do <em>bullying,</em> as percepções das <em>vítimas</em> são superficiais. É preciso entender as causas, além dos reflexos que sociedade tem no comportamento das pessoas, com seus preconceitos; críticas e pressupostos sociais, exercendo influência direta no modo como as pessoas se relacionam umas com as outras.</p>
<p><strong>A naturalização e ignorância sobre o <em>bullying </em>reforçam a camuflagem da realidade violenta na qual vivemos, visto que a omissão predomina munida do medo das consequências.</strong></p>
<p>Muitas crianças e adolescentes criam a sensação de que não há nada que se possa fazer frente às ocorrências frequentes que sofrem. Fazendo com que atuação do psicólogo seja em capacitar pais, educadores, responsáveis e todos aqueles envolvidos com a vítima. Para analisar e entender as múltiplas relações do individuo, além de identificar as necessidades e possibilidades de aperfeiçoamento dessas relações.</p>
<p>Logo, o profissional de psicologia deve enfrentar o desafio de tomar como alvo de sua atuação a complexidade dos processos interativos que ocorrem no ambiente, baseadas em ações multidisciplinares, se necessários, que envolvem, sobretudo, os vários níveis de prevenção. Atuando na escola, na empresa ou no âmbito familiar para que seja crível envolver e conscientizar o máximo de pessoas possíveis.</p>
<p>O conhecimento sobre as características comportamentais dos indivíduos que são alvos das agressões e intimidações pode auxiliar nas ações voltadas à proteção de vítimas de <em>bullying</em>.</p>
<p><strong>Quando não entendemos adequadamente o problema, o <em>bullying</em>, lidamos apenas com seus sintomas, não com as causas. Compreender é o primeiro passo para começar a combatê-lo.</strong></p>
<p>Se você conhece alguém que sofre constantemente assédios; agressões ou maus-tratos; <strong>DENUNCIE</strong>. <strong>BUSQUE AJUDA</strong> de um responsável ou autoridade. <strong>IMPEÇA</strong> essa prática de se espalhar. E caso você perceba que alguém próximo a você já vive os efeitos dessa hostilidade, entre em contato conosco. <strong>NÃO SEJA </strong>um expectador.</p>
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		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
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