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	<title>crenças negativas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>crenças negativas - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>As crenças que nos impedem de viver a vida que queremos</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-crencas-que-nos-impedem-de-viver-vida-que-queremos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2016 19:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos livros de autoajuda destinados a dar orientações para aprendermos a viver a vida plenamente e com alegria. Muitos de nós têm procurado neles as respostas para os bloqueios que sentimos quando queremos atingir determinados objetivos. Estes livros falam do condicionamento de crenças inconscientes aprendidas na infância. Uma crença é uma ideia sobre nós mesmos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Existem muitos livros de autoajuda destinados a dar orientações para aprendermos a viver a vida plenamente e com alegria. Muitos de nós têm procurado neles as respostas para os bloqueios que sentimos quando queremos atingir determinados objetivos. Estes livros falam do condicionamento de crenças inconscientes aprendidas na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma crença é uma ideia sobre nós mesmos ou sobre o mundo em que vivemos. Damos a essa ideia o poder de verdade absoluta e, como tal, ela age como um filtro através do qual percebemos o mundo. São as lentes que usamos para ver a vida. Nós reagimos às experiências da vida a partir dessa percepção, por isso obtemos resultados de acordo com esta forma de ver, e isso vai nos confirmar que o mundo é como nós acreditamos que ele é.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como formamos nossas crenças?</h2>
<p style="text-align: justify;">As pessoas têm crenças e filosofias de vida que, embora tenham sido inventadas por nós mesmos, são mantidas dogmaticamente. Para atingir os nossos objetivos na vida, precisamos aprender a formar e manter crenças racionais, e a lidar com o irracional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os padrões de pensamento irracionais são falsos, disfuncionais e automáticos. Eles são expressos em termos de obrigação, necessidade ou exigência (eu tenho que, eu devo, eu sou obrigado). Se não agirmos de acordo com esses padrões, somos inundados por emoções negativas (depressão, culpa, raiva, ansiedade, medo), que interferem na realização dos nossos objetivos e geram mudanças comportamentais como o isolamento, comportamento de evitação ou fuga, abuso de substâncias tóxicas, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo contrário, as crenças racionais são preferenciais ou relativas, e se expressam em termos de desejos e gosto (eu preferiria, eu gostaria). Quando as pessoas não conseguem o que desejam, surgem os sentimentos negativos que prejudicam a realização de novos objetivos ou propósitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são as situações que causam os problemas, mas eles são causados por crenças que permeiam as nossas interpretações. As crenças racionais nos aproximam de uma vida adaptada e flexível aos nossos desejos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Quais são as crenças que nos impedem de viver a vida que desejamos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Os pensamentos irracionais nos afastam da vida que queremos ter. A psicologia cognitiva, ou seja, a Terapia Racional Emotiva Comportamental de Ellis, parte do pressuposto de que não são os fatos que acontecem que produzem os distúrbios, mas sim a interpretação que as pessoas têm sobre eles.</p>
<div class="centered" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Estas são algumas crenças que interiorizamos e que nos afastam da vida que desejamos ter:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não posso. Muitas pessoas já estão fazendo o que gostam e vivendo a vida que desejam. A diferença é que eles confiam em si mesmos, deixaram as desculpas para trás, saíram da sua zona de conforto e estão “correndo atrás” dos seus sonhos. Se eles podem, você também pode.</li>
<li>Agora não é o momento. Qualquer momento é o tempo perfeito para começar. Nós acreditamos que quando “a crise” passar tudo vai melhorar e poderemos agir, mas não é bem assim. Este tipo de pensamento é apenas uma desculpa.</li>
<li>Isto só acontece para algumas pessoas que têm sorte. A lei universal de causa e efeito nos ensina que a sorte é algo que se tem porque criamos anteriormente as condições favoráveis que nos conduzem a ela.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As nossas necessidades geram uma tensão emocional que dá origem a dois tipos de distúrbios psicológicos: a ansiedade do ego e a ansiedade perturbadora.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ansiedade do ego: ocorre quando a autoimagem é alterada e quando o indivíduo condena a si mesmo pelas suas próprias cobranças.</li>
<li>Ansiedade perturbadora: ocorre quando não satisfazemos os pedidos dogmáticas que criam bem-estar e uma vida confortável. É provocada pelas exigências e cobranças que o indivíduo faz aos outros ou ao mundo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Adeus às crenças negativas</title>
		<link>https://casule.com/blog/adeus-as-crencas-negativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 13:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crenças negativas]]></category>
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		<category><![CDATA[pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa mente adora inventar histórias, versões e verdades que, por nos ferirem das mais variadas formas, causam sofrimento. Já observou como, a maior parte do tempo, estamos em desacordo com os acontecimentos? “Isso deveria ser de outro jeito.” “Ninguém me entende.” “Fulano é muito duro comigo.” No entanto, há uma maneira simples de superar essas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nossa mente adora inventar histórias, versões e verdades que, por nos ferirem das mais variadas formas, causam sofrimento. Já observou como, a maior parte do tempo, estamos em desacordo com os acontecimentos? “Isso deveria ser de outro jeito.” “Ninguém me entende.” “Fulano é muito duro comigo.” No entanto, há uma maneira simples de superar essas e outras lamúrias.</p>
<p style="text-align: justify;">O The Work, técnica de autoindagação criada pela americana Byron Katie, nos ajuda a identificar, questionar e desconstruir pensamentos que roubam a paz de espírito. O método surgiu a partir de uma experiência muito pessoal vivida por Katie. Depois de sofrer de depressão severa por quase uma década, ela acordou numa manhã de fevereiro de 1986 e experimentou o que chama de “despertar para a realidade”. “Descobri que, quando acreditava nos meus pensamentos, eu sofria, mas quando não acreditava neles, não sofria.</p>
<p style="text-align: justify;">E isso vale para qualquer ser humano. A liberdade é tão simples quanto isso”, assegura ela, que, desde então, diz sentir plenitude constante. Em pouco tempo, o boca a boca engrenou e a americana passou a ser convidada a compartilhar o que havia sentido naquela manhã iluminada. E, assim, o método se consolidou. “Indicado a qualquer pessoa, trata-se de um trabalho de questionamento e conscientização. Não é sobre tentar mudar a mente”, ressalta a terapeuta e palestrante catarinense Ariana Schlösser, aluna de Katie e especialista em Th e Work.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir, Ariana explica como fazer bom uso dessa ferramenta transformadora e avisa: “É bom fazer o exercício de manhã, à tarde e à noite. Na verdade, quanto mais, melhor”.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Etapa 1</h2>
<p style="text-align: justify;">Escreva o pensamento estressante. Um por vez. Por exemplo: “Paulo deveria me entender”. Agora deixe a sua mente fazer as quatro perguntas-chave do método contemplando cada uma sem pressa. Mergulhe em si mesmo e espere que as respostas mais profundas aflorem. Deixe de fora o “mas”, o “porque” ou o “e”. Simplesmente responda, sem tentar se justificar ou se defender:</p>
<h3 style="text-align: justify;">1. Isso é verdade?</h3>
<p style="text-align: justify;">Reflita: é verdade que ele deveria entender você? Mantenha-se quieto e espere pela resposta do coração. O intelecto deve ficar de fora do exercício.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Você pode saber com absoluta certeza que isso é verdade?</h3>
<p style="text-align: justify;">Você pode realmente saber o que ele deveria ou não deveria entender? Pode absolutamente saber o que é o melhor para Paulo: entender ou deixar de fazê-lo? O termo &#8220;absolutamente&#8221; &#8211; que significa 100% de certeza &#8211; muda tudo. Essa condição vai devagar abrindo espaço na mente para possibilidades até então ignoradas. em consequência, o ego começa a se sentir muito ameaçado nesse estágio. Siga se observando.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. Como você reage ou o que acontece quando você acredita nesse pensamento?</h3>
<p style="text-align: justify;">Observe suas reações. Você experimenta raiva, estresse, frustração? Você lança para Paulo &#8220;aquele olhar&#8221;? Tenta mudá-lo de alguma maneira? Como você sente essas reações? Perceba-se amorosamente.</p>
<h3 style="text-align: justify;">4. Quem você seria sem esse pensamento?</h3>
<p style="text-align: justify;">Feche os olhos. Imagine-se na presença de Paulo, cuja compreensão você tanto almeja. Imagine-se olhando para ele, só por um momento, sem pensar: &#8220;Quero que ele me entenda&#8221;. O que você vê? Como seria sua vida sem esse pensamento? Como você poderia estar presente e aberto para ele e para si mesmo nesse momento? O que você faria de diferente?</p>
<h2 style="text-align: justify;">Etapa 2</h2>
<p style="text-align: justify;">Após o registro das quatro respostas, inicia-se a etapa da inversão. As inversões são a oportunidade de considerar o oposto daquilo que você acredita ser verdade. Podemos inverter o pensamento “Paulo deveria me entender” da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;">1. 1.Paulo não deveria me entender Reflita: essa não é a realidade, às vezes?<br />
2 2. .Eu deveria me entender Reflita: esse é o meu trabalho, não o dele.<br />
3. 3.Eu deveria entender Paulo Reflita: sou capaz de entender que ele não me entende?</p>
<p style="text-align: justify;">Permita-se explorar ao máximo as inversões. Para cada uma, pergunte-se em qual grau isso é verdadeiro. Você pode encontrar exemplos específicos na sua vida onde a inversão é mais ou menos verdadeira? Mantenha sempre a intenção de expandir o olhar sobre as situações, as pessoas e os próprios sentimentos. Não se trata de sentir culpa, e sim de descobrir alternativas que possam lhe trazer paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:http://bonsfluidos.uol.com.br/noticias/autoconhecimento/adeus-as-crencas-negativas.phtml#.VvvMPOIrLIX</p>
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