<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>controle emocional infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/controle-emocional-infantil/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/controle-emocional-infantil/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Jul 2020 19:41:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>controle emocional infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/controle-emocional-infantil/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Controle emocional,como praticar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 20:11:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[autodescobrimento]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional infantil]]></category>
		<category><![CDATA[medo]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia individual]]></category>
		<category><![CDATA[trauma emocional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4632</guid>

					<description><![CDATA[<p>A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência. Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/">Controle emocional,como praticar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A responsabilidade emocional por si mesmo envolve assumir o comando da situação, não só dos comportamentos que levamos adiante, mas também daquilo que pensamos e sentimos. Em suma, de nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de nossa vida, quando nos relacionamos com os demais, na maioria das vezes nos encontramos falando de nós mesmos, ainda que pensemos que estamos opinando a respeito de um amigo ou familiar. Depositamos nos outros o que não estamos preparados para assumir que existe em nós mesmos. Isto é, nos projetamos e atribuímos a responsabilidade de como nos sentimos em relação aos demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, a leitura dos outros pode ser um fiel reflexo do que nos sucede. O exterior nos fala e nos serve de espelho, e ainda reafirma nossa disposição de ver quais assuntos pendentes temos com nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é hora de trabalhar isso?</p>
<h2 style="text-align: justify;">“Você é responsável por eu me sentir assim”</h2>
<p style="text-align: justify;">Estamos acostumados a responsabilizar os outros por nossas emoções, isto é, por como nos sentimos, assim como nos responsabilizamos por como se sentem os demais.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, se alguém ao nosso redor não se sente bem, nos sentimos responsáveis e tentamos a todo custo mudar isso, como se tivéssemos todas as ferramentas para solucionar o sofrimento alheio. Por outro lado, quando somos nós que nos sentimos mal, depositamos a responsabilidade desse sentimento em uma situação ou em uma outra pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A quem estamos dando o controle de nós mesmos?</h2>
<p style="text-align: justify;">Responsabilizar-nos pelas emoções dos demais pode tornar-se um enorme fardo para nosso desenvolvimento individual, da mesma maneira que buscar culpados para como nos sentimos. Pois não se trata de culpados, mas sim de administrar nossos sentimentos e responsabilidade emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantas vezes nos expressamos dessa maneira: “Você me cansa” ou “Você me faz sentir mal”? Não se trata de buscar culpados, sim de identificar como você se sente diante de certas circunstâncias e aceitar que é você o responsável pelos seus sentimentos. Alguns sentimentos são inevitáveis em determinadas situações, mas esse sentimento só pode perdurar se tiver o aval da sua mente. Comece a gerir suas raivas, ciúmes, ira ou tristeza, porque as respostas não estão fora, mas dentro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você não assume o controle das suas emoções, quem o fará? Os outros? A situação? Isso traria muita instabilidade, não é?</p>
<div id="div-gpt-ad-1457971634808-2" style="text-align: justify;" data-google-query-id="CIXJsejv-dICFUcOkQodYfMLGA"></div>
<div id="div-gpt-ad-1460481506084-0" style="text-align: justify;" data-google-query-id="COHYuOjv-dICFc4MkQoddbECrA"></div>
<p style="text-align: justify;">Isto não quer dizer que você não tenha que se expressar e manifestar como se sente com respeito aos demais, mas que se responsabilize pela administração dos seus sentimentos. Em vez de outorgar o poder de seu bem-estar ou mal-estar aos outros, assuma as rédeas da sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Você tem tanto direito de se incomodar com algo como qualquer outra pessoa, não há nada de errado nisso. Porém, se você assumir o controle disso, não será refém dos seus sentimentos, tudo será mais satisfatório, um processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Do contrário, sempre estaremos reféns dos demais e das circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso também acontece quando falamos dos que estão ao nosso redor. Quando estiver opinando ou criticando alguém, tente ser um pouco mais consciente sobre o que está dizendo. Na maioria das vezes o que você disse também está ou esteve presente em você.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Responsabilidade emocional: “Eu me faço responsável pelo que sinto”</h2>
<h2 style="text-align: justify;">Como fazer isso?</h2>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, aceitar que existe a possibilidade de nos projetarmos nos outros. Não é uma tarefa fácil, se levarmos em conta que se o fazemos, é porque no momento não somos capazes de assumir. Por isso, tendemos a resistir em assumir a responsabilidade de nossas reações.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Você não me enraivece, eu me enraiveço diante do que você fez ou diante do que aconteceu”, “Eu sou quem sente ira, tristeza ou raiva, diante das distintas circunstâncias que se apresentam em minha vida, e não as evito, aceitando-as para trabalhá-las. Porém, diante de tudo, eu sou responsável por mim mesmo”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Adquirindo consciência e observando a si mesmo, descubra todas as coisas que tem pendente, trabalhe em cima delas para seguir evoluindo e crescendo. Esse caminho não é fácil, frequentemente caímos em contradições e armadilhas do nosso próprio eu, mas tudo valerá a pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de autodescobrimento e de assumir a responsabilidade emocional é cheio de reviravoltas, mas se tivermos perseverança, ao final encontraremos um porto seguro dentro de nós mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/responsabilidade-emocional/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/controle-emocionalcomo-lidar/">Controle emocional,como praticar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a timidez do seu filho?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 20:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[controle emocional infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[timidez infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4603</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-lidar-com-timidez-seu-filho/">Como lidar com a timidez do seu filho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já foi a uma festa de aniversário e ficou encantada (o) com o filho da sua amiga por ele ser totalmente desinibido? Ou com a filha da sua prima por ela adorar conversar com os adultos? É muito comum vermos as pessoas terem como ideal aquela criança comunicativa e que não tem vergonha de se relacionar com o próximo, mas a timidez em uma criança não é algo que deve ser encarado como um bicho de sete cabeças.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada criança possui uma personalidade e essa personalidade deve ser respeitada. Primeiramente você precisa entender que a timidez é um comportamento totalmente normal e não uma doença, pois é uma característica específica de cada um. No entanto, timidez em excesso pode afetar a criança em diferentes fatores, como no desempenho escolar, no relacionamento com colegas, problemas de autoestima e fobia social (até com pessoas da família). Neste caso, podemos considerá-la um problema.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quando a timidez pode se manifestar</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma criança tímida é aquela que não consegue manifestar o que pensa e sente ou que faz isso com pouca frequência. Isso acontece, principalmente, porque ela teme não ter aprovação dos outros, ou seja, essa criança se preocupa demais com o que os outros vão pensar e/ou reagir às suas ideias. Normalmente, existe um desconforto e inibição em situações de interação pessoal, até com pessoas mais próximas.</p>
<p style="text-align: justify;">A timidez começa a se desenvolver em uma criança a partir do momento que ela começa a entender o que é certo e o que é errado – por volta dos 2 anos de idade. Ao se perceber como um ser independente, a criança passa a evitar aquilo que gera críticas, consequentemente surge a timidez, em que a criança prefere não entrar em certas situações para não correr o risco de errar ou ser criticada.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos apontam que três fatores levam uma criança a ser tímida: a genética, passada pelos familiares de forma biológica, a personalidade, característica da própria pessoa (ninguém é igual a ninguém) e o ambiente, que se refere às oportunidades que os pais dão para se expressar. Além disso, broncas em excesso também podem ocasionar a timidez exagerada&nbsp;na criança.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Quais são os sinais da timidez crônica</h2>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de timidez: a situacional e a crônica. A situacional é algo comum, que afeta não só crianças, mas muitos adultos. É aquela que ocorre em situações muito específicas, como dificuldade de&nbsp;falar em público, por exemplo. Já a timidez crônica é constante e envolve quase todas as situações do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">A situacional é considerada normal (ninguém é obrigado a ser totalmente sociável em tudo e/ou em qualquer situação), mas a crônica atrapalha a vida da criança em diversas formas. A timidez crônica apresenta alguns sintomas físicos e emocionais que são facilmente percebidos:</p>
<h2 style="text-align: justify;">Físicos</h2>
<p style="text-align: justify;">– Gaguejar;<br />
– Rubor na face;<br />
– Baixo volume de voz;<br />
– Pouco contato visual;<br />
– Pouca expressão corporal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Emocionais</h2>
<p style="text-align: justify;">– Quando a criança começa a se isolar;<br />
– Quando a criança não gosta de brincar;<br />
– Quando a criança não consegue ficar longe dos pais;<br />
– Não gosta de falar (mesmo que esteja certo ou que seja para alguma necessidade, como pedir para ir ao banheiro na escola, por exemplo).</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">A influência dos pais</h2>
<p style="text-align: justify;">É muito importante que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos. Mesmo que a timidez não seja uma doença, quando ela causa incapacidade de interação com outras pessoas, esse comportamento se torna um problema, podendo afetar no desenvolvimento social da criança e, consequentemente, na sua vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os pais são referências para seus filhos, principalmente quando eles ainda são pequenos, é essencial que o pai e a mãe sejam modelos de comunicação, ou seja, criem situações para que os filhos possam interagir com outras crianças, mas claro, sem forçar. Não adianta querer que seu filho ou filha brinque com outras crianças contra a vontade dele ou pressioná-lo emocionalmente (como chama-lo de bobo por não querer brincar), pois esse tipo de atitude são inúteis e podem agravar o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">É indicado que a criança vá ganhando confiança gradativamente. Dessa forma, ela vai querer, por conta própria, participar das atividades com outras crianças. Nesse sentido, os pais podem ajudar aproximando seu filho de outras crianças com características e gostos semelhantes.</p>
<h2 class="font-headlines" style="text-align: justify;">Como lidar com a timidez do seu filho&nbsp;no dia a dia</h2>
<p style="text-align: justify;">– Estimule seu filho a ajudar o próximo, vários especialistas afirmam que esta é uma ótima forma de estimular o convívio social e vencer a timidez;</p>
<p style="text-align: justify;">– Evite comparar seu filho com os outros, principalmente com os irmãos;</p>
<p style="text-align: justify;">– Mantenha um diálogo frequente no dia a dia, pois a conversa entre pais e filhos aumenta a segurança da criança nela mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">– Bole brincadeiras para que seu filho se sinta a vontade em convidar os amigos para visitar sua casa. Desta forma, ele também ficará a vontade para visitar a casa dos colegas;</p>
<p style="text-align: justify;">– Incentive seu filho, naturalmente, a cumprimentar as pessoas;</p>
<p>– Deixe que ele faça suas escolhas. No supermercado, por exemplo, deixa que ele conduza as compras. Ou no restaurante, deixe que ele faça o pedido para a família. Em caso de dificuldade, ajude a criança, mas deixe que ela&nbsp;fique no comando;</p>
<p>– Organize encontros com a família;</p>
<p>– Faça com que ele lhe conte histórias ou situações do dia a dia. E demonstre interesse por elas;</p>
<p>– Nunca deboche da criança em uma tentativa malsucedida, pelo contrário, elogie seu esforço em realizar alguma tarefa.</p>
<p>Se você quiser aprender mais sobre comportamento&nbsp;infantil, cadastre seu e-mail para receber materiais exclusivos.&nbsp;Se você tiver alguma dúvida pontual, comente usando o formulário abaixo e&nbsp;eu irei te responder assim que&nbsp;possível.</p>
<p>FONTE:http://eduqueseufilho.com.br/como-lidar-com-timidez-seu-filho/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-lidar-com-timidez-seu-filho/">Como lidar com a timidez do seu filho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
