<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>comportamento infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/comportamento-infantil/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/comportamento-infantil/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Oct 2017 13:30:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>comportamento infantil - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/comportamento-infantil/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>As novas experiências e a influência dos pais</title>
		<link>https://casule.com/blog/as-novas-experiencias-e-influencia-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 13:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[infância saudável]]></category>
		<category><![CDATA[influência dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[terapiacognitiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=6795</guid>

					<description><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/as-novas-experiencias-e-influencia-dos-pais/">As novas experiências e a influência dos pais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A infância não é mera fase do desenvolvimento humano, mas uma das mais importantes, pois é nela que começam a se formar as características de personalidade, as crenças, bem como o reconhecimento e a expressão das emoções. A formação de todas estas características muito se baseia nas diferentes experiências de troca da criança em suas relações com o meio cultural e com as pessoas à sua volta. É possível dizer que a criança concebe e percebe o mundo com base nas suas relações sociais, que são, nesta fase, sempre mediadas por um terceiro.</p>
<p>Diante de tais considerações, percebe-se que o adulto, mais precisamente os pais e aqueles que pertencem ao cotidiano da criança, possuem papel importantíssimo na formação pessoal e na constituição da personalidade daquele pequeno ser. Muitas das escolhas futuras estarão diretamente relacionadas à aprendizagem de modelos que se teve nesta fase.</p>
<p>Para que seu filho aceite, ainda na infância, mas já numa fase mais avançada desta, experimentar e participar de novas atividades, tudo vai depender da maneira como tais atividades lhe são apresentadas e foram tratadas até então. Não é uma tarefa fácil aprender a lidar com o novo, com o diferente. Isto vai desde situações simples, como a introdução de novos hábitos alimentares, até situações mais complexas, onde estão envolvidos padrões culturais.</p>
<p>Existe em nossa sociedade, por exemplo, uma divisão bastante antiga entre “coisas de meninos” e “coisas de meninas”, que determinam os papéis sociais que deveriam ser desempenhados por cada um. Esta divisão se perpetua nos dias de hoje e continua sendo passada para cada nova geração já através da diferenciação entre “brincadeira de menina” e “brincadeira de menino”. Muitos pais, alguns consciente, outros inconscientemente, acabam embutindo esta diferenciação em seus filhos. O que para estes não faz sentido algum, para os pais, diferenciar as brincadeiras é uma forma de se sentirem seguros e dominarem a relação que os filhos estabelecem com o mundo.</p>
<p>Se um menino cresce ouvindo de suas figuras de referência que a dança é coisa de menina e, lá na frente, se depara com uma atividade que envolva esta modalidade na escola, sua reação será coerente com aquilo que aprendeu ao longo de seus anos e poderá se recusar a participar da atividade, mesmo sem conhecê-la. A reação desta criança diante de um colega que apresenta gostos diferentes do seu também será muito influenciada pela maneira como suas figuras de amparo reagem na mesma situação.</p>
<p>Se eu quero que meu filho experimente diversificadas atividades sem preconceito por parte dele, eu também preciso, entre outras coisas, principalmente despir-me dos meus próprios preconceitos e tomar cuidado com aquilo que lhe passo.</p>
<p>Permitir a inserção nas mais diversas atividades e manifestações culturais, tomando sempre o cuidado para que não sejam atividades impostas, mas deixando que, aos poucos, as próprias crianças percebam seus gostos, identifiquem seus hobbies, criem sua autoconsciência e se decidam por aquelas que apresentam maior interesse.</p>
<p>Lembrem-se, a influência dos pais é fundamental nas escolhas dos filhos. Não deixem que ela se torne prejudicial!</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/as-novas-experiencias-e-influencia-dos-pais/">As novas experiências e a influência dos pais</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que as crianças contam mentiras?</title>
		<link>https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 19:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[angústia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[criança e adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[educar]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[mentira na infância]]></category>
		<category><![CDATA[mentira social]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4521</guid>

					<description><![CDATA[<p> Imitar os pais Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong> Imitar os pais</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Se o modelo principal das crianças são os pais, é óbvio que, se esses adultos têm o hábito de mentir, os filhos certamente vão imitar. Vira solução fácil para os problemas. E a mentira passada dentro de casa pode ter várias formas, como, por exemplo, agir sorridentemente quando está à frente daquela tia de quem você não gosta muito e falar mal dela “pelas costas”.</p>
<p style="text-align: justify;">MELHOR FORMA DE AGIR: aqui o primeiro passo depende da coerência dos pais. Se você quer criar uma criança honesta, precisa conviver com isso. A criança não entende por que o pai diz “mentir é feio” e, depois, quando alguém com quem ele não quer falar liga, o pai pede para dizer que não está. O melhor é evitar essas situações. Caso a mentira seja para imitar um colega, é importante apontar as consequências do ato. A principal delas é a perda da confiança das pessoas, o que torna a vida bastante difícil.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Esconder angústia e frustrações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A criança pode estar passando por um momento difícil e usa a mentira para acobertar o que não está indo bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhor forma de agir<strong>:</strong> fique sempre muito atento. Desde situações mais comuns, quando a criança inventa dores frequentes para não ir à escola – e isso aponta que algo não vai bem por lá –, até ela começar a evitar situações que envolvam novidades e expectativas, como um curso novo, uma viagem, dormir na casa de alguém. É por isso que conversar e não reprimir de imediato é tão importante. E, se o problema for específico com a escola, levar o fato até o coordenador ou o professor é fundamental. Se o caso se tornar extremo, procure a ajuda de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Mentira social</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Muito comum na vida adulta, na maioria das vezes tem como intuito não magoar a outra pessoa. É aquela mentira que muitas vezes pode ser encarada como “algo que faz parte da vida”.</p>
<p style="text-align: justify;">&gt;&gt;Melhor forma de agir<strong>:</strong> mostre para a criança que ela não precisa dizer que adorou o brinquedo que a avó deu, se ela não gostou, mas que ela deve sempre agradecer, porque a avó pensou nela com carinho quando lhe comprou o presente. Esse tipo de situação pode ajudar a criança a desenvolver argumentos. Outro bom exemplo ocorre quando a criança encontra a vizinha e diz: “Como você é feia!”. É importante, primeiro, que os pais não a repreendam de forma constrangedora. Depois, porém, é preciso conversar e explicar que ela não precisa dizer tudo aquilo que passa pela cabeça e que muitas coisas podem deixar as outras pessoas tristes. Esta é uma maneira de ensinar o que é ter compaixão por alguém.</p>
<div class="fotoMateria box160" style="text-align: justify;"></div>
<h2><strong>A habilidade de mentir</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A professora canadense Victoria Talwar, do departamento de educação e conselho psicológico da Universidade McGill, de Montreal (Canadá), começou a estudar o comportamento das crianças há dez anos e deu de cara com ela: a mentira. Seu interesse, a princípio, era no desenvolvimento cognitivo das crianças e na habilidade delas de entender a perspectiva do outro. Chegou à conclusão de que “mentir é um comportamento que demonstra essa habilidade”. É como se a honestidade exigisse, digamos, menos esforço. “Para mentir – e mentir bem –, a criança precisa entender no que a outra pessoa acredita e saber de maneira estratégica adaptar a falta de verdade para ser plausível”. Mas isso não simplifica em nada essa história.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Com quantos anos as crianças começam a mentir?</strong></h2>
<p>Algumas antes dos 2 ou 3 anos. Quando chega aos 4, a maioria diz mentiras ocasionais. Isso parece se desenvolver mais ou menos ao mesmo tempo que outros sinais cognitivos, uma consequência da sofisticação desse crescimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Existe um período no qual mentir é normal?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sim. Por nossas vidas inteiras. Estudos feitos com adultos sugerem que nós contamos cerca de sete mentiras por dia. A maioria delas, pequena. Por exemplo, quando uma amiga pergunta se você gostou do vestido dela, mesmo achando a cor feia, você diz que gostou, para não a ofender. O que não é normal é mentir cronicamente e, quando chega aos 10 anos, a maioria das crianças mente desse modo. Já as bem novinhas vão mentir mais indiscriminadamente, como negar que bateu no cachorro, quando você estava lá e viu que foi ela. É assim que aprendem o que podem ou não fazer.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> É verdade que crianças espertas mentem mais?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">É mais provável que crianças inteligentes mintam mais cedo e contem mentiras plausíveis. Você pode dizer para um pai que vê seu filho de 2 anos e meio mentindo que ele deve se alegrar porque a criança está começando a desenvolver suas habilidades cognitivas, que são vitais para o crescimento futuro. Claro, continuamos querendo ensinar nossas crianças a ser honestas. Mas podemos ver que a mentira é o resultado inicial de um desenvolvimento positivo e depende dos pais ensinar seus filhos a ser honestos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong> Como não confundir mentira com fantasia?</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente são confundidas. Fantasia é brincar de faz de conta, e isso é uma parte muito rica da vida imaginativa; as crianças aprendem sobre o mundo e incentiva a criatividade delas.</p>
<p style="text-align: justify;"> O que fazer quando a mentira é uma influência, ou seja, quando é o amigo que mente e aí ele passa a mentir também?</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais devem contar para os responsáveis do amigo da criança, mas eles podem não acreditar. Está nas mãos deles lidar com os próprios filhos. De qualquer forma, você pode falar com a criança sobre a importância de dizer a verdade e lidar com esse comportamento mentiroso. É importante também explicar que algumas vezes outras pessoas mentem, mas que isso não torna a mentira um comportamento aceitável.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI66881-10496-2,00-POR+QUE+AS+CRIANCAS+CONTAM+MENTIRAS.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/por-que-as-criancas-contam-mentiras/">Por que as crianças contam mentiras?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Asperger e as crianças</title>
		<link>https://casule.com/blog/sindrome-de-asperger-e-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2016 20:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de aspeger]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=4094</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conheça como é o perfil e os sintomas de uma criança com Asperger A Síndrome de Asperger afeta de 3 a 7 crianças em cada mil diagnosticadas. É um transtorno profundo do desenvolvimento cerebral caracterizado por deficiências na interação social e coordenação motora, e pelos padrões não usuais e restritos de interesse e conduta. Este comportamento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/sindrome-de-asperger-e-as-criancas/">Síndrome de Asperger e as crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Conheça como é o perfil e os sintomas de uma criança com Asperger</h2>
<p style="text-align: justify;">A Síndrome de Asperger afeta de 3 a 7 crianças em cada mil diagnosticadas. É um transtorno profundo do desenvolvimento cerebral caracterizado por deficiências na interação social e coordenação motora, e pelos padrões não usuais e restritos de interesse e conduta. Este comportamento foi observado e descrito por Hans Asperger, um médico austríaco, cujo trabalho só foi traduzido para o resto do mundo nos anos oitenta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Perfil de uma criança com Asperger</h2>
<p style="text-align: justify;">A criança que sofre de Asperger tem um aspecto externo normal, pode ser inteligente e não ter atraso na aquisição da fala. No entanto, apresenta problemas para se relacionar com os demais e em certas ocasiões apresentam comportamentos inadequados. A capacidade intelectual das crianças com Síndrome de Asperger é normal e sua linguagem normalmente só se vê alterada quando é utilizada para fins comunicativos. Podem fixar sua atenção num tema concreto, de maneira obsessiva muitas vezes, pelo que não é estranho que aprendam a ler sozinhos numa idade muito precoce, se essa for sua área de atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma criança com esta Síndrome, se encontrará também afetada, de maneira variável, nas suas relações e habilidades sociais, e no comportamento com traços repetitivos e uma limitada gama de interesse. Tem uma compreensão muito ingênua de suas situações sociais, e não podem manipulá-las para seu próprio benefício.</p>
<p style="text-align: justify;">A má adaptação que apresentam em contextos sociais, é fruto de um mal entendimento e da confusão que lhes cria a exigência das relações interpessoais. Apesar de suas dificuldades, as crianças que sofrem desse transtorno, são puras, possuem um grande coração, uma bondade sem limites, são fiéis, sinceras, e possuem valores sem fim que podemos descobrir somente olhando um pouquinho para o seu interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Considera-se que a Síndrome de Asperger afeta de 3 a 7 de cada 1000 crianças, entre os 7 e os 16 anos de idade. Os números não são exatos, mas se reconhece que é um transtorno que afeta mais frequentemente os meninos que as meninas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">As causas do Asperger</h2>
<p style="text-align: justify;">
Existe um componente genético com um dos pais. Com certa frequência é o pai que apresenta um quadro completo de Síndrome de Asperger. Em ocasiões, existe uma clara história de autismo em parentes próximos. O quadro clínico que se apresenta, está influenciado por muitos fatores, incluindo o fator genético, mas na maioria dos casos não existe uma única causa identificável.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://br.guiainfantil.com/asperger/152-sindrome-de-aspeger.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/sindrome-de-asperger-e-as-criancas/">Síndrome de Asperger e as crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 20:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[corrigir os filhos]]></category>
		<category><![CDATA[educar os filhos]]></category>
		<category><![CDATA[imaginação]]></category>
		<category><![CDATA[mentira]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=3993</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui. No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/">Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por que as crianças mentem? Por mais que você explique e, talvez ponha de castigo, seu filho insiste em inventar histórias para os coleguinhas e mesmo para você. Como lidar com esta situação embaraçosa? Saiba aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">No período da primeira infância, de 0 à 6 anos, a linha entre o real e o imaginário fantástico é bem tênue, portanto é normal que a criança diga que viu um inseto embaixo da cama, por exemplo, ou uma pessoa olhando para ela. Logo, ela pode ter fantasiado ou imaginado essa situação, assim, não mentiu, apenas imaginou, fantasiou. Mas, se o problema persiste um pouco mais, é preciso tomar algumas atitudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como os pais devem agir?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Antes de tudo, os pais precisam assumir que são responsáveis pelo amadurecimento do filho.  Isso implica em enfrentar esses problemas e fazer a criança entender o que é certo e errado, por meios de palavras e conversas claras e sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Se o seu filho mentir, faça-o perceber que foi errado e mostre o quanto é importante ser sincero. Dê exemplos do seu dia-a-dia, no trabalho, da sua infância, enfim, exemplos que ele possa entender.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A especialista em comportamento infantil Suzy Camacho afirma que a atenção maior dos pais deve estar voltada às mentiras maldosas, que foram premeditadas para prejudicar alguém ou tirar vantagem. No <strong>caso de roubo</strong>, os pais podem fazer com que a criança reconheça o erro diante da pessoa lesada, fazendo a devolver o objeto e pedir desculpas. O constrangimento normalmente faz com que a criança não volte a roubar novamente. Se houver continuidade deste comportamento deve-se procurar o apoio de um profissional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que os pais devem dizer?</h2>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Sobretudo <strong>não</strong> chame a criança de mentirosa. Isso não vai funcionar, pois só reforça a imagem negativa e vai, provavelmente, provocar a continuidade do comportamento inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">– Por mais que esteja nervoso, respire fundo e explique com calma as consequências negativas de uma mentira (ou roubo) com exemplos práticos e compreensíveis para a idade. Se o ato prejudicou alguém, deixe claro porque é errado fazer isso e faça-a pensar se ela gostaria que alguém agisse assim com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">– Controle-se. Não grite com a criança para obrigá-la a dizer a verdade, pois isso só a intimida ainda mais. E, por medo da bronca, pode desencadear ainda mais mentiras.</p>
<p style="text-align: justify;">– Se suspeitar que a criança está mentindo faça perguntas genéricas. Como foi o passeio? Estava bom na escola? Depois de algum tempo volte a fazer as perguntas e compare as respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">– Castigá-la duramente não é, por incrível que pareça, a melhor tática. Só fará com que ela minta mais ainda para fugir das punições. Sua reação deve ser firme mas controlada, sem agressividade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">– Muitas crianças pensam: “Você está me punindo por que descobriu a verdade”. Para elas, a punição não está associada à mentira, mas ao fato de ter sido desmascarado. Da próxima vez, essa criança vai caprichar mais nas suas artimanhas, dissimulações e disfarces. A punição deve ser o último recurso, não o primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">– Lembre-se que você é o herói ou heroína de seu filho e ele segue os seus exemplos. Então, nada de mentirinhas úteis: “Diga que a mamãe não está . Fale que estou tomando banho”. Não minta e nem peça para seu filho mentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://doutissima.com.br/2013/05/27/como-lidar-com-uma-crianca-mentirosa-5571/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-lidar-com-uma-crianca-que-menteo-que-fazer/">Como lidar com uma criança que mente,o que fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</title>
		<link>https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2016 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[agressividade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[formação de caráter na infância]]></category>
		<category><![CDATA[personalidade na infância]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitiva-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=3964</guid>

					<description><![CDATA[<p>Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/">Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Faz parte do senso comum a ideia de que hábitos negativos dos pais &#8211;como fumar, alimentar-se mal ou falar palavrões&#8211; são aprendidos pelos filhos, mas o que poucas pessoas imaginam é que as dificuldades emocionais paternas e maternas &#8211;traduzidas em atitudes como explodir de raiva sempre que algo dá errado, não ter paciência para esperar que uma tarefa seja realizada, reagir mal a críticas e não assumir erros&#8211; também podem ser comportamentos assimilados pelas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Braz Werneck Filho, terapeuta cognitivo-comportamental e familiar do Rio de Janeiro, a atitude negativa mostra a manifestação final de um processo de aprendizado. “A criança assimila a situação vivenciada, isso passa por um processo cognitivo e vai gerar um comportamento, que pode ou não ser reforçado pelos adultos”, declara o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o psicólogo, o exemplo dos adultos responsáveis é fundamental, uma vez que eles são as principais referências de conduta para a criança. “Os pais são as figuras mais importantes no processo de aprendizado, mas a escola, os amigos, a babá e os avós também contribuem”, diz</p>
<p style="text-align: justify;">A influência paterna e materna no comportamento do filho pode se dar de diversas maneiras, como quando respondem às necessidades emocionais da criança valorizando, desvalorizando ou supervalorizando suas emoções e sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma como interagem com a criança também importa. “Se o padrão de cuidado parental é abertamente ansioso, hostil, agressivo, inconstante, imprevisível ou inseguro poderá gerar dificuldades no desenvolvimento infantil”</p>
<p style="text-align: justify;">Por padrão de cuidado entende-se um tipo de comportamento persistente. “Quando, no entanto, essas atitudes são abruptas e inesperadas, há a possibilidade de surgirem traumas, igualmente nocivos para o desenvolvimento da criança, especialmente se ocorrem de modo repetitivo</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, ao perceberem que os filhos estão agindo de maneira estranha, seja em casa ou na escola, é importante que os pais avaliem como anda sua relação com eles. “Muitas vezes, os adultos não conseguem perceber a influência que têm sobre os filhos. A mudança de comportamento infantil também pode ser uma tentativa de chamar atenção</p>
<h2 style="text-align: justify;">Faça o que eu digo, mas&#8230;</h2>
<p style="text-align: justify;">Olhar para si mesmo e para as próprias atitudes pode ser uma maneira saudável de compreender o comportamento do filho. “Uma postura reflexiva é sempre desejável. No processo terapêutico, perguntamos ao paciente qual é sua contribuição para o problema que está vivenciando, mas nem todos têm o hábito do autoquestionamento”, diz o psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta, portanto, a velha ladainha do “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”. Entre três e oito anos, a criança não tem condições de compreender as nuances da vida adulta. Por isso, precisa de regras claras e de exemplos condizentes. “Ela não tem essa flexibilidade, que nos permite, por exemplo, burlar certas regras. Certamente, irá questionar a razão de você poder fazer algo e ela não</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir o papel de pai implica, muitas vezes, a necessidade de rever valores e dificuldades pessoais. “Muitas pessoas têm filhos sem estarem emocionalmente maduras, o que, devido às demandas da paternidade e da maternidade, agrava a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">é comum que a origem de questões comportamentais remonte à criação que os pais receberam de seus próprios pais. “Os avós apresentaram-se como modelos, que foram aprendidos e incorporados à personalidade dos pais. Esses, por sua vez, tornam-se modelos para os filhos.”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Marcas para a vida</h2>
<p style="text-align: justify;">Mas até que ponto esses comportamentos copiados dos pais na infância podem ser incorporados à personalidade do filho na vida adulta? O terapeuta Braz Werneck Filho explica que a personalidade (termo que se aplica somente após a maioridade) é a junção do temperamento (característica inata) com o caráter (formado pelas influências do ambiente).</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, vemos pessoas que passaram pela mesma criação sendo tão diferentes. “Tudo vai depender da forma como cada um reage e lida com as situações da vida. Os pais têm o papel de contribuir com valores, exemplos e corrigir eventuais transtornos de conduta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/04/10/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais-como-raiva-e-impaciencia.htm</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/filhos-imitam-atitudes-negativas-dos-pais/">Filhos imitam atitudes negativas dos pais.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinco dicas de como lidar com crianças desobedientes e agressivas.</title>
		<link>https://casule.com/blog/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 20:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto estima na infância]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[indisciplina]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[rebeldia na infância]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=3914</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estabeleça regras e limítes Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas/">Cinco dicas de como lidar com crianças desobedientes e agressivas.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estabeleça regras e limítes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Crianças necessitam de regras muito bem estabelecidas para estruturar suas vidas. &#8220;Os pais devem conversar entre si e dialogar com seus filhos, estabelecendo regras, limites e consequências de maus comportamentos ou desobediência. Essas regras podem ser discutidas em reuniões de família, envolvendo os pais e os filhos.As possíveis consequências por mau comportamento devem ser realizadas como um ato de amor, não como uma simples punição<strong>.</strong> Atos de ameaça e humilhações devem ser evitados.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Pai e mãe devem falar a &#8216;mesma língua&#8217;</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Questões comportamentais de indisciplina estão mais presentes, por exemplo, entre filhos de pais que discutem, divergem e que não concordam na maneira de educar os filhos<strong>.</strong> As divergências entre pais ou educadores expõem fraquezas, falta de comando e descontrole, permitindo que o filho os manipule à sua maneira.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Fortaleça a autoestima do seu filho</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">&#8220;Baixa autoestima é uma das grandes características de crianças e adolescentes com sintomas de oposição, desafio ou que se envolvem com drogas. Portanto, ajude a criar uma boa autoestima em seu filho exercendo um reforço positivo às suas atitudes, através de elogios, carinho e atenção.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Estimule a prática de esportes</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">Através do esporte, conceitos básicos de respeito, ética, hierarquia, competição, aprendizagem de regras e limites serão estimulados e ensinados. &#8220;Esportes de luta, como judô, capoeira e jiu-jítsu, ajudam no autoconhecimento, controle das emoções, disciplina e na inclusão social<strong>.</strong> A autoestima da criança será protegida, sendo o esporte considerado um fator de proteção também ao envolvimento com álcool e outras drogas. Além disso, praticando esportes ao lado de seu filho, seus laços afetivos ficarão mais fortes.&#8221;</p>
<h2 class="item-titulo" style="text-align: justify;">Comunique-se com a escola</h2>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">A comunicação entre pais e professores é importante para a identificação e o monitoramento do comportamento. &#8220;A experiência diária de professores com o aluno poderá ser de grande valia para a discussão e a busca conjunta por estratégias e soluções de problemas de indisciplina do estudante presentes tanto na escola quanto em casa.&#8221;</p>
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">
<p class="item-descricao" style="text-align: justify;">FONTE:http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas.htm</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/cinco-dicas-de-como-lidar-com-criancas-desobedientes-e-agressivas/">Cinco dicas de como lidar com crianças desobedientes e agressivas.</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os pais devem agir quando os filhos querem mandar?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-os-pais-devem-agir-quando-os-filhos-querem-mandar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2016 20:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[filhos autoritários]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de familia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=3610</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto você viver aqui, debaixo desse teto, quem manda sou eu!”: sim, muitos de nós já ouvimos essa frase em algum momento da vida. As regras costumam ser claras dentro da hierarquia familiar e a voz da experiência, não raro, quer ser a voz da razão. No entanto, para alguns adolescentes e crianças, admitir que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-os-pais-devem-agir-quando-os-filhos-querem-mandar-2/">Como os pais devem agir quando os filhos querem mandar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enquanto você viver aqui, debaixo desse teto, quem manda sou eu!”: sim, muitos de nós já ouvimos essa frase em algum momento da vida. As regras costumam ser claras dentro da hierarquia familiar e a voz da experiência, não raro, quer ser a voz da razão. No entanto, para alguns adolescentes e crianças, admitir que são meros coadjuvantes no jogo é muito difícil. Eles reivindicam o papel de protagonista todo o tempo e quem acaba ficando em segundo plano na trama são os pais. Então, como reagir diante dos filhos mandões?</p>
<p>Seja em uma imposição sobre o que fazer no fim de semana ou, simplesmente, nas conversas informais do dia a dia, os filhos autoritários estão por toda parte. A situação, entretanto, pode se agravar com o passar do tempo e fugir do controle dos pais. “As crianças autoritárias querem impor seus desejos e reagem negativamente quando são contrariadas”, explica Marcella Nóbrega, psicóloga formada pela PUC. Segundo ela, impor limites não é uma tarefa fácil, porque exige paciência, dedicação e muita conversa. “Ditar as regras de maneira saudável é importante para que a criança desenvolva seu autocontrole e estabeleça seus próprios limites”, acrescenta.</p>
<p>Confundir espírito de liderança com autoritarismo é muito comum. “Crianças que são incentivadas pelos pais a lutar pelo que querem, a acreditar no seu potencial e a ter autoconfiança terão mais capacidade de articulação e relacionamento interpessoal, que são grandes características de liderança. Já um autoritário nato precisa manipular as pessoas, geralmente através do medo e da vulnerabilidade alheia, para se manter no controle.</p>
<p>A fronteira entre a liberdade e o excesso é tênue. Anular a criança e o adolescente de forma que não mais compartilhem seus desejos e opiniões pode ser perigoso, porque você pode criar um adulto reprimido e vulnerável. Algumas decisões que, diretamente, incluem a participação efetiva do seu filho devem ser feitas em conjunto. Mas, antes, ouça o que ele tem a dizer. “A roupa que vai vestir, as atividades de lazer, o horário da academia e os cursos, por exemplo, devem ser decisões feitas pelo adolescente com o incentivo e orientação dos pais. Orientar não significa decidir por ele, mas fazer com que veja as possibilidades de escolhas mais saudáveis.</p>
<p>O assunto, no entanto, pode ficar sério e, nessa hora, a intervenção é imprescindível: “Parar de estudar, dormir fora de casa sem avisar e outros comportamentos que coloquem a vida em risco devem ser acompanhados de perto pelos pais”. Para os pequenos, a regra é a mesma: fazer com que entendam que absolutamente tudo é feito e pensado para o bem-estar deles, inclusive as regras. Se o problema persistir, não pense duas vezes: procure a ajuda de um profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.bolsademulher.com/familia/filhos-mandoes</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/como-os-pais-devem-agir-quando-os-filhos-querem-mandar-2/">Como os pais devem agir quando os filhos querem mandar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
