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	<title>Clínica; - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>Clínica; - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Psicologia e Espiritualidade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia-e-espiritualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Clínica;]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A religiosidade e a espiritualidade são consideradas fatores contribuintes na melhora da qualidade de vida das pessoas, tendo em vista que auxiliam na construção de sentido ou propósito para as ações que realizam e para o futuro que buscam concretizar.&#160; Porém, espiritualidade e religiosidade não são sinônimos: a espiritualidade está relacionada ao significado da vida, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A religiosidade e a espiritualidade são consideradas fatores contribuintes na melhora da qualidade de vida das pessoas, tendo em vista que auxiliam na construção de sentido ou propósito para as ações que realizam e para o futuro que buscam concretizar.&nbsp;</p>



<p>	Porém, espiritualidade e religiosidade não são sinônimos: a espiritualidade está relacionada ao significado da vida, com a crença em aspectos espiritualistas para justificar sua existência; já a religiosidade é compreendida como um conjunto de crenças e práticas institucionalizadas, como a frequência a cultos, missas, entre outros rituais.</p>



<p>	Segundo dados do IBGE&nbsp;(2010), o Brasil possui um potencial religioso expressivo e alta prevalência de praticantes de religiosidade/espiritualidade, sendo que apenas 8% da população declara não ter alguma religião. Em 1988, a Organização Mundial de Saúde incluiu a dimensão espiritual no conceito multidimensional de saúde, indicando a necessidade de os profissionais de saúde incluírem este aspecto em suas práticas, isto porque, na inter-relação entre saúde mental e espiritualidade/ religiosidade, a segunda oferece recursos valiosos para o enfrentamento de situações estressantes inevitáveis na vida, mantendo um bom nível de saúde.</p>



<p>	Nesse contexto, é importante que psicólogos acolham em suas práticas questões sobre espiritualidade e/ou a religiosidade tendo em vista o fato de a maioria dos brasileiros ter uma crença e também porque as pessoas, muitas vezes, querem falar&nbsp;com seus psicoterapeutas sobre esse aspecto de suas vidas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como o psicólogo aborda a espiritualidade na clínica</strong></h2>



<p>	Para Farris (2005), a psicologia e a espiritualidade podem ser entendidas, apesar das diferenças fundamentais, como dois universos simbólicos que usam conceitos diferentes para descrever um processo semelhante de construção, percepção ou criação de significado, não sendo, portanto, incompatíveis. Porém, ele assinala pertinentemente, que é a orientação e abertura do psicólogo que determinará ou não o alcance da relação terapêutica, possibilitando ou impedindo o alcance da dimensão espiritual em psicologia. A espiritualidade/religiosidade tanto pode expressar um processo maduro e bem integrado na busca de compreensão ou de significado para a vida, como também pode funcionar de maneira neurótica, defensiva ou adaptativa. Cabe ao psicólogo, com a devida abertura e capacitação, diferenciar e permitir a plena manifestação dessa estrutura humana no <em>setting</em> terapêutico.</p>



<p>	Quando a espiritualidade é abordada na prática clínica, o psicoterapeuta não deve levantar questões a respeito de alguns preceitos religiosos, como a existência de Deus, vida após a morte ou milagres, por exemplo, mas sim compreender de que modo a pessoa se relaciona com sua crença e de que forma esta crença faz com que o sujeito compreenda aquilo que lhe acontece.</p>



<p>	Para Moreira-Almeida et al (2006) e Tavares, Beria e Lima (2004) quatro questões sobre o papel da religiosidade na saúde mental do paciente são importantes investigar na prática clínica: 1) O paciente tem alguma forma de espiritualidade/religiosidade? 2) Pertence a uma comunidade religiosa? 3) Tem alguma crença espiritual que possa influenciar nos cuidados médicos? Qual a importância que o paciente atribui a estes aspectos da vida? 4) O paciente usa a religião ou a espiritualidade para ajudá-lo a lidar com sua doença, seu sofrimento, ou essas são fontes de estresse? Caso afirmativo, esta tem sido fonte de apoio ou de conflitos? Apresenta algum conflito ou questão espiritual que o preocupa? Tem alguém com quem conversar sobre estes tópicos?</p>



<p>	Quando as pessoas passam por&nbsp;<a href="https://conscienciapsicologia.com.br/como-superar-o-luto/">situações de luto</a>&nbsp;e adoecimento, por exemplo, muitas conseguem encontrar um sentido para essas experiências por meio da espiritualidade, o que pode auxiliar no enfrentamento destas condições&nbsp; e amenizar o sofrimento.&nbsp;</p>



<p>	Algumas pessoas acreditam que uma situação difícil pode servir para aprendizado ou para uma revisão do modo como viviam até então e, neste caso, a espiritualidade atua como um recurso de enfrentamento.&nbsp;</p>



<p>	Já outras podem se sentir abandonadas por Deus, visto que acreditam que a doença ou a perda de alguém querido é uma forma de castigo, o que pode intensificar ainda mais sua dor emocional.</p>



<p>	Desse modo, o psicoterapeuta compreende de que forma a espiritualidade/religiosidade contribuem para a compreensão do sujeito em relação ao que ele vive, bem como da racionalidade religiosa/espiritual em que ele se constituiu e a partir da qual faz suas escolhas e se relaciona com outros aspectos da realidade. Se necessário, poderá então contribuir para uma reorganização da relação estabelecida pela pessoa com este aspecto da sua vida.&nbsp;</p>



<p>	A Psicologia utiliza o método científico de compreensão dos fenômenos. Neste sentido, trata-se de uma racionalidade distinta da religiosa. No entanto, ambos os conhecimentos coexistem e devem dialogar entre si. O processo psicoterapêutico busca compreender de que modo esse aspecto espiritual/religioso impacta nas questões psicológicas e vice-versa.</p>



<p><strong>	</strong>Apesar do crescente número de pesquisas que se dedicam a investigar a relação positiva entre saúde mental e espiritualidade/religiosidade, essa relação não encontra um lugar de relevância na formação do psicólogo. Por isso, torna-se importante criar espaços de discussão e esclarecimento sobre os conceitos de espiritualidade/religiosidade e sua relação com a saúde mental bem como criar estratégias quanto a sua presença na clínica.</p>



<p><strong>Fontes:</strong><br>https://conscienciapsicologia.com.br/espiritualidade/<br>http://www.scielo.br/pdf/epsic/v17n3/16.pdf</p>



<p></p>
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		<title>A Psicologia e suas diferentes áreas de atuação</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/a-psicologia-e-suas-diferentes-areas-de-atuacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 14:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Clínica;]]></category>
		<category><![CDATA[Educacional;]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitalar;]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídica;]]></category>
		<category><![CDATA[Neuropsicologia.]]></category>
		<category><![CDATA[Organizacional;]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Psicomotricidade;]]></category>
		<category><![CDATA[Psicopedagogia;]]></category>
		<category><![CDATA[Social;]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito;]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando vem a nossa mente a figura do psicólogo, logo pensamos no atendimento clínico. Visualizamos um profissional em um consultório atendendo um paciente com algum tipo de problema emocional. Mas essa imagem está relacionada à Psicologia Clínica, uma das diversas áreas de atuação da Psicologia. Se você não se imagina atendendo pacientes em um consultório, saiba [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Quando vem a nossa mente a figura do psicólogo, logo pensamos no atendimento clínico. Visualizamos um profissional em um consultório atendendo um paciente com algum tipo de problema emocional. Mas essa imagem está relacionada à Psicologia Clínica, uma das diversas áreas de atuação da Psicologia. Se você não se imagina atendendo pacientes em um consultório, saiba que as possibilidades de trabalho vão muito além dessa área e nesse texto vamos conhecer que outras áreas são essas:</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia Educacional ou Escolar</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O profissional da área de Psicologia Educacional ou Escolar atua buscando a melhoria do desempenho dos alunos, auxiliando os professores e demais membros da sociedade acadêmica a solucionar os problemas de aprendizagem.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Ele pode aplicar testes relacionados à memória e atenção e conversar com os pais e funcionários da escola, a fim de auxiliar o professor em um planejamento mais voltado para as especificidades dos alunos.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> O Psicólogo pode ainda aconselhar o aluno, ajudando-o a obter sucesso no cumprimento das tarefas, nas relações com as pessoas e na escolha da profissão. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Pode também a</span><span class="s2">tuar no âmbito da educação formal realizando pesquisas, diagnóstico e intervenção preventiva ou corretiva em grupo e individualmente. Além disso, analisa as características do indivíduo portador de necessidades especiais e ajuda na aplicação de programas especiais de ensino. </span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia Organizacional e do Trabalho</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> Nas empresas, esse profissional pode atuar nos processos de recrutamento e seleção de funcionários, treinamento e desenvolvimento das equipes e também no setor de Departamento Pessoal, desenvolvendo atividades relacionadas à contratação, desligamento </span><span class="s2">e na preparação para aposentadorias, a fim de colaborar com os indivíduos na elaboração de novos projetos de vida</span><span class="s1">.</span></p>
<p class="p4"><span class="s1"> Desenvolve, analisa, diagnostica e orienta casos na área da saúde do trabalhador, observando níveis de prevenção, reabilitação e promoção de saúde, sempre visando um ambiente saudável para os colaboradores. Planeja e desenvolve ações destinadas a aumentar a produtividade e realização pessoal. Elabora programas de melhoria de desempenho, aproveitando o potencial e considerando os aspectos motivacionais relacionados ao trabalho. Utiliza métodos e técnicas da psicologia aplicada ao trabalho, como entrevistas, testes, provas, dinâmicas de grupo, etc. para subsidiar as decisões na área de recursos humanos como promoção, movimentação de pessoal, incentivo, remuneração de carreira, capacitação e integração funcional.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia de Trânsito</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo que atua nessa área realiza avaliações psicológicas com motoristas e futuros condutores, além de estudos e ações educativas com funcionários de centros de formação de condutores e examinadores de trânsito e ações socioeducativas com condutores infratores, pedestres e ciclistas.</span></p>
<p class="p4"><span class="s1"> Além disso, participa de equipes multiprofissionais no planejamento e realização das políticas de segurança para o trânsito; analisa os acidentes de trânsito, considerando os diferentes fatores envolvidos para sugerir formas de evitar e/ou atenuar as suas incidências; elabora laudos, pareceres psicológicos, relatórios técnicos e científicos; desenvolve estudos de campo e em laboratório, do comportamento individual e coletivo em diferentes situações no trânsito para sugerir medidas preventivas; estuda os efeitos psicológicos do uso de drogas e outras substâncias químicas na situação de trânsito; e presta assessoria e consultoria a órgãos públicos e privados nas questões relacionadas ao trânsito e transporte.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia Jurídica</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo jurídico atua no âmbito da Justiça, planejando e executando políticas voltadas para a cidadania, direitos humanos, prevenção e combate à violência. Ele a</span><span class="s2">valia as condições intelectuais e emocionais de crianças, adolescentes e adultos em conexão com processos jurídicos, seja por deficiência mental e insanidade, testamentos contestados, aceitação em lares adotivos, posse e guarda de crianças; elabora laudos, pareceres e perícias, para serem anexados aos processos; realiza atendimento psicológico a indivíduos que buscam a Vara de Família, fazendo diagnósticos e usando terapêuticas próprias para organizar e resolver as questões levantadas; participa de audiências, prestando informações para esclarecer aspectos técnicos em psicologia a leigos; realiza avaliação das características das personalidade e orientação psicológica a casais nas audiências de conciliação; acompanha detentos em liberdade condicional, na internação em hospital penitenciário, bem como atua no apoio psicológico à sua família. Desenvolve estudos e pesquisas na área criminal.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia do Esporte</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo do esporte atua auxiliando o atleta em questões relacionadas ao rendimento, foco, ansiedade, medo e outros problemas que acompanham os competidores.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Ele pode desenvolver um trabalho com os técnicos e comissões técnicas, orientando-os a fazer uso dos princípios da Psicologia voltado para o alcance de uma boa saúde mental, máximo rendimento e performance, por exemplo.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Esse profissional também é bastante procurado pelos pais que estão em dúvida de qual atividade esportiva escolher para os filhos. Então, ele auxilia nessa escolha e ainda orienta as famílias sobre comportamentos diante dos treinos e competições.</span></p>
<p class="p4"><span class="s1"> A atuação do psicólogo do esporte está voltada tanto para o esporte de alto rendimento quanto para a identificação de princípios e padrões de comportamentos de adultos e crianças participantes de atividades físicas. Além disso, ele colabora para a adesão e participação aos programas de atividades físicas da população em geral ou portadora de necessidades especiais.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia Clínica</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo clínico auxilia os pacientes na <a href="http://blog.unipe.br/graduacao/sera-que-eu-tenho-habilidades-de-um-psicologo">compreensão</a>, prevenção e alívio do sofrimento de fundo psicológico. </span><span class="s2">Atua na área específica da saúde, em diferentes contextos, através de intervenções que visam reduzir o sofrimento do homem, levando em conta a complexidade do ser humano e sua subjetividade. Desenvolve atendimentos terapêuticos, em diversas modalidades, tais como psicoterapia individual, de casal, familiar ou em grupo, psicoterapia lúdica, terapia psicomotora, arteterapia, orientação de pais e outros. Atua em contextos hospitalares, na preparação de pacientes para a entrada, permanência e alta hospitalar, inclusive pacientes terminais, participando de decisões com relação à conduta a ser adotada pela equipe, para oferecer maior apoio, equilíbrio e proteção aos pacientes e seus familiares. Atua junto aos indivíduos ou grupos na prevenção, orientação e tratamento de questões relacionadas a fases de desenvolvimento, tais como adolescência, envelhecimento e outros. Acompanha programas de pesquisa, treinamento e desenvolvimento de políticas de saúde mental, participando de sua elaboração, coordenação, implementação e supervisão.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Hoje em dia, existem muitos profissionais que fazem o atendimento online, o que tem agradado muitos psicólogos e pacientes.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia hospitalar</b></span></h2>
<p class="p4"><span class="s1"> Atua em instituições de saúde, participando da prestação de serviços de nível secundário ou terciário da atenção a saúde. Atua também em instituições de ensino superior e/ou centros de estudo e de pesquisa, visando o aperfeiçoamento ou a especialização de profissionais em sua área de competência. Atende a pacientes, familiares e/ou responsáveis pelo paciente; membros da comunidade dentro de sua área de atuação; membros da equipe multiprofissional e eventualmente administrativa, visando o bem estar físico e emocional de todos. Oferece e desenvolve atividades em diferentes níveis de tratamento, tendo como sua principal tarefa a avaliação e acompanhamento de intercorrências psíquicas dos pacientes que estão ou serão submetidos a procedimentos médicos, visando basicamente a promoção e/ou a recuperação da saúde física e mental. Promove intervenções direcionadas à relação médico/paciente, paciente/família e do paciente em relação ao processo do adoecer, hospitalização e repercussões emocionais que emergem neste processo. Podem ser desenvolvidas diferentes modalidades de intervenção, dependendo da demanda e da formação do profissional específico, sendo elas: atendimento psicoterapêutico; grupos psicoterapêuticos; atendimentos em ambulatório e Unidade de Terapia Intensiva; pronto atendimento; enfermarias em geral; psicodiagnóstico e consultoria.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicopedagogia</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> Essa é uma área em que o profissional investiga e intervém nos processos de aprendizagem voltados para habilidades e conteúdos acadêmicos. Ele detecta a dificuldade dos alunos e faz as devidas intervenções para que eles consigam prosseguir no ensino regular. </span><span class="s2">Ao lado desse aspecto, o profissional também trabalha a postura, a disponibilidade e a relação com a aprendizagem, afim de que o aluno torne-se o agente de seu processo, aproprie-se do seu saber, alcançando autonomia e independência para construir seu conhecimento. Esse trabalho pode ser desenvolvido em diferentes níveis, propiciando aos educadores conhecimentos para a reconstrução de seus próprios modelos de aprendizagem, de modo que, ao se perceberem também como “aprendizes”, revejam seus modelos de ensinantes; a identificação das diferentes etapas do desenvolvimento evolutivo dos alunos e compreensão de sua relação com a aprendizagem; o diagnóstico do que é possível ser melhorado no próprio ambiente escolar e do que precisa ser encaminhado para profissionais fora da escola; as intervenções para a melhoria da qualidade do ambiente escolar; entre outros.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Esse psicólogo contribui bastante para a redução do índice de fracasso escolar.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicomotricidade</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> Esse profissional atua na área da Educação, Reeducação e Terapia Psicomotora e auxilia as pessoas no seu desenvolvimento, prevenção e reabilitação. Ele participa do planejamento das atividades nas clínicas de reabilitação e realiza parecer psicomotor.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> Nas escolas, por exemplo, ele orienta os profissionais da instituição quanto ao desenvolvimento psicomotor na evolução do desenvolvimento infantil. Ele pode ainda desenvolver atividades com pessoas portadoras de deficiências e orientar a família para que ela seja capaz de estimular o paciente e identificar possíveis melhorias e dificuldades durante o tratamento. Em empresas, atua </span><span class="s2">no diagnóstico das situações-problema vivenciadas na organização, objetivando a conscientização da importância do relacionamento humano, através de técnicas psicomotoras que buscam o respeito do limite, da autonomia e do ritmo de cada indivíduo.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Psicologia Social</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo que trabalha na área social atua realizando pesquisas sobre a relação do indivíduo com a sociedade, podendo atuar em diversos espaços, como asilos, penitenciárias, instituições acadêmicas, agências de publicidade, organizações não governamentais e muitos outros ambientes.</span></p>
<p class="p1"><span class="s2">Seu trabalho envolve proposições de políticas e ações relacionadas à comunidade em geral e aos movimentos sociais de grupos étnico-raciais, religiosos, de gênero, geracionais, de orientação sexual, de classes sociais e de outros segmentos socioculturais, com vistas à realização de projetos da área social e/ou definição de políticas públicas.</span></p>
<h2 class="p1"><span class="s1"><b>Neuropsicologia</b></span></h2>
<p class="p1"><span class="s1"> O profissional que atua na Neuropsicologia estuda as relações entre o cérebro e os comportamentos. Ele utiliza instrumentos </span><span class="s2">especificamente padronizados</span><span class="s1"> para avaliar habilidades de atenção, memória, percepção, raciocínio, linguagem, afeto, funções motoras e outras. </span><span class="s2">Estabelece parâmetros para emissão de laudos com fins clínicos, jurídicos ou de perícia; complementa o diagnóstico na área do desenvolvimento e aprendizagem.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1"> O psicólogo pode ainda acompanhar o tratamento de pessoas que sofreram lesões traumáticas, ajudando-as a retomar a vida produtiva.</span></p>
<p class="p4"><span class="s1"> O objetivo teórico da neuropsicologia e da reabilitação Neuropsicológica é ampliar os modelos já conhecidos e criar novas hipóteses sobre as interações cérebro-comportamentais. Na interface entre o trabalho teórico e prático, seja no diagnóstico ou na reabilitação, também desenvolve e cria materiais e instrumentos, tais como testes, jogos, livros e programas de computador que auxiliam na avaliação e reabilitação dos pacientes. Desenvolve atividades em diferentes espaços: a) instituições acadêmicas, realizando pesquisa, ensino e supervisão; b) instituições hospitalares, forenses, clínicas, consultórios privados e atendimentos domiciliares, realizando diagnóstico, reabilitação, orientação à família e trabalho em equipe multidisciplinar.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Fontes:</span></p>
<p class="p1"><span class="s3"><a href="http://www.crp09.org.br/portal/orientacao-e-fiscalizacao/orientacao-por-temas/areas-de-atuacao-do-a-psicologo-a">http://www.crp09.org.br/portal/orientacao-e-fiscalizacao/orientacao-por-temas/areas-de-atuacao-do-a-psicologo-a</a></span></p>
<p class="p1"><span class="s3"><a href="http://blog.unipe.br/graduacao/quais-sao-as-principais-areas-de-atuacao-da-psicologia">http://blog.unipe.br/graduacao/quais-sao-as-principais-areas-de-atuacao-da-psicologia</a></span></p>
<p class="p1"><span class="s1">  </span></p>
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