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	<title>ciúme - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>ciúme - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>O perfil psicológico de uma pessoa infiel</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-perfil-psicologico-de-uma-pessoa-infiel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2016 20:04:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infidelidade é um conceito que se mantêm o mesmo há anos. Algumas pessoas diferenciam infidelidade e deslealdade. Outros acreditam que não existe infidelidade. E você, o que pensa sobre isto? Hoje vamos ver quais são as características de uma pessoa infiel, mas primeiro temos que esclarecer o que é ser infiel e por que as pessoas chegam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A infidelidade é um conceito que se mantêm o mesmo há anos. Algumas pessoas diferenciam infidelidade e deslealdade. Outros acreditam que não existe infidelidade. E você, o que pensa sobre isto?</p>
<p>Hoje vamos ver quais são as características de uma pessoa infiel, mas primeiro temos que esclarecer o que é ser infiel e por que as pessoas chegam a isso.</p>
<h2>O que é ser infiel?</h2>
<p>Muitas pessoas têm muito claro o que é ser infiel. A infidelidade significa a quebra de confiança entre o casal. Em uma infidelidade mentimos conscientemente, pois sabemos que o nosso comportamento não é correto.</p>
<p>Algumas pessoas diferenciam infidelidade e deslealdade. A diferença parece ser muito clara, mas não é fácil de entender. A infidelidade envolve estar com outras pessoas que não o seu parceiro. Se isso já foi discutido e permitido entre o casal, pode não ser considerado infidelidade. Não há mentiras, ambas as pessoas sabem e se respeitam.</p>
<p>Mas o que dizer da deslealdade? Deslealdade significa infidelidade sem o consentimento do seu parceiro, sem que ele saiba do fato. A maioria dos infiéis estão em um relacionamento monogâmico, enquanto seus corpos anseiam por estar com outras pessoas. Apesar disso, ao invés de serem claros com o seus parceiros e manifestarem os seus desejos, preferem esconder as evidências.</p>
<h2>Tipos de infiéis desleais</h2>
<p>As pessoas podem até perdoar uma infidelidade ou outra, dependendo do que elas consideram ser “infiel”</p>
<p>Têm relações sexuais com outra pessoa.</p>
<p>Trocam beijos e carícias.</p>
<p>– Paqueram outra pessoa.</p>
<p>– Trocam mensagens picantes.</p>
<h2>O perfil dos infiéis</h2>
<p>Ou por sentirem desejo por outras pessoas, por monotonia, ou por falta de paixão no próprio relacionamento, essas pessoas procuram por novas sensações. Elas decidem trapacear sem expressar essa necessidade aos seus parceiros. Mas há um perfil comum que se encaixa em todos os casos. Você quer saber qual é?</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>Ciúme frequente</li>
</ol>
<p>É uma contradição, mas isto ocorre. Os infiéis sentem que cometeram um erro e que o comportamento deles não foi correto. Eles mentem para os seus parceiros, e isso produz neles uma espécie de medo de que seu parceiro faça o mesmo.</p>
<p>O problema é quando este comportamento se torna um ciúme doentio. Algo que só existe na imaginação dos infiéis pela consciência culpada que os atormenta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2.Emoções instáveis</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As emoções passam a ser instáveis, muito extremas. O infiel facilmente se torna agressivo, controlador,inventa coisas que não existem. Isso só mostra o conflito mental que o infiel tem em sua cabeça e acaba por expressar emocionalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>Necessidade de dependência</li>
</ol>
<p>O infiel, de repente, passa a depender de que sua parceira lhe diga o quanto ela precisa dele, o quanto ela o ama. Isto cria uma grande dificuldade na relação, causando estranheza. A parceira ou parceiro poderá começar a se sentir oprimido e desconfiado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>Ideias contraditórias sobre o amor</li>
</ol>
<p>A infidelidade tende a mudar o conceito do que era, até então, estabelecido como amor. A pessoa começa a ter ideias para reviver a paixão sexual com seu parceiro, talvez experimentar coisas novas. Algo inovador que, até então, não tinha acontecido antes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O infiel começará, provavelmente, a mudar a maneira de ver as relações e começa a considerar a possibilidade de um relacionamento aberto ou de alguma outra forma. Preste atenção a estes sinais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>Apego e busca de companhia</li>
</ol>
<p>Se a relação é quebrada pela infidelidade, o infiel, fervorosamente, sai à procura de outro parceiro. Há pessoas que precisam ter uma companhia para poderem ser infiéis.</p>
<p>Essas pessoas não procuram relações liberais. As consequências, novamente, serão o ciúme, a traição e o mesmo círculo vicioso de antes. Este tipo de relação não é nada saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>Necessidades emocionais</li>
</ol>
<p>Muitos infiéis usam o sexo para satisfazer suas necessidades emocionais que não são atendidas. É por isso que se refugiam em uma situação onde acreditam que irão resolver essa necessidade, quando, na verdade, isso não acontece. Só aumentam a frustração e o desconforto.</p>
<p>FONTE:http://amenteemaravilhosa.com.br/perfil-psicologico-pessoa-infiel/</p>
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		<item>
		<title>Dependência emocional:o amor que aprisiona.</title>
		<link>https://casule.com/blog/dependencia-emocional-o-amor-que-aprisiona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 22:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ciúme]]></category>
		<category><![CDATA[dependência emocional]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ela é bonita, inteligente, mas não consegue ser feliz sozinha. Está em um relacionamento destrutivo, faz de tudo pelo parceiro, se anula, se esgota por ele, mendiga atos de amor por parte dele. Não acredita em suas próprias capacidades, precisa da constante aprovação do companheiro e das outras pessoas, é insegura, sente ciúmes excessivamente, tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2373" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg" alt="ana-dependiente-emocionalmente" width="600" height="300" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente.jpg 660w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-300x150.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-610x305.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-480x240.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/08/ana-dependiente-emocionalmente-600x300.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">“Ela é bonita, inteligente, mas não consegue ser feliz sozinha. Está em um relacionamento destrutivo, faz de tudo pelo parceiro, se anula, se esgota por ele, mendiga atos de amor por parte dele. Não acredita em suas próprias capacidades, precisa da constante aprovação do companheiro e das outras pessoas, é insegura, sente ciúmes excessivamente, tem medo de ser abandonada e por isso se molda conforme a vontade alheia, se esquecendo completamente daquilo que ela realmente é. Quando seu relacionamento chega ao fim, tudo parece ser uma tempestade horrível! Passa pela fase do sofrimento quase insuportável, decide que “agora tudo será diferente” e por não acreditar em seu próprio valor, logo estará de novo envolvida com promessas de amor vagas, carícias e demonstrações de afeto não muito duradouras. Algo que, agora sim, parece ser a chave de sua felicidade, mas na verdade está em uma nova prisão. ”</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a descrição de um caso real. Nele foi citado o exemplo de uma mulher que vivencia a dependência emocional, mas é preciso deixar claro que isso pode ocorrer também com homens e em outros tipos de relação, como de amizade por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante deixar claro que nem toda crise de ciúmes ou dificuldade de relacionamento é um caso de dependência emocional, às vezes a situação é sinônimo de falta de maturidade na relação – o que poderemos falar em outro momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o fato é que há uma grande diferença entre o amor saudável, aquele nos impulsiona para frente, que nos faz evoluir e respeita as nossas individualidades, daquele “amor” que nos aprisiona, que de forma alguma é considerado saudável (pelo contrário, é tóxico e destrutivo) e que nos torna “dependentes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Como no caso citado acima, um relacionamento baseado na dependência emocional é aquele que mina nossa autoestima, nos coloca para baixo, nos anula. Aquele onde uma pessoa esquece tanto de si mesma, que não toma mais nenhuma decisão sem que tenha a aprovação do outro, mesmo quando essa decisão está relacionada com seus gostos pessoais, com sua forma de se vestir, de cortar o cabelo. Tudo em busca de agradar ao outro e movido pelo medo de ser abandonado ou trocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, o parceiro ou parceira “admira” essa dependência, pois de certa forma sente-se lisonjeado por ter alguém que faz tudo por ele, que demonstra “tamanho amor”. Mas o curso desta relação é o estágio em que este parceiro não se sente mais capaz de retribuir as necessidades de afeto exacerbadas, sente-se também aprisionado, sufocado pela necessidade de exclusividade do outro, vê sua privacidade invadida e sua liberdade desrespeitada e consequentemente a admiração inicial não existe mais. É uma relação fadada ao fracasso – mesmo que os dois nunca venham a se separar, porque um relacionamento fracassado nem sempre é aquele que chega ao fim, há casais que passam anos ou a vida toda sustentando uma relação pouco ou nada satisfatória.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outros casos, o parceiro até possui a consciência de que não supre as necessidades afetivas do outro, mas não faz questão de supri-las ou sequer se incomoda com isso. Pelo contrário, incentiva a dependência de tal forma que passa a controlar as escolhas do outro, as amizades, as relações familiares, a forma de se comportar. A outra pessoa, em plena dependência emocional então, se vê cada vez menos valorizada, com a autoestima em pedaços, mas acredita que sua vida não faz mais sentido sem o outro, que os (poucos) momentos de afeto que recebe são suficientes, que ela não tem capacidade de ser mais amada ou melhor tratada e que ela deve lutar cada vez mais para preservar a relação, por mais destrutiva que ela possa ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que este relacionamento problemático se encerre pela decisão de um ou de ambos, a pessoa que sofre com a dependência emocional provavelmente logo irá se envolver em outras relações que seguem o mesmo padrão.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível perceber que esta pessoa frequentemente se coloca também na posição de vítima, transferindo a responsabilidade por sua infelicidade ao outro e, apesar de certas vezes demonstrar estar decidida a “ser feliz” independente de tudo e de todos, no fundo, ela mesma não acredita nesta sua capacidade (por isso está sempre em busca de preencher o vazio com outro relacionamento).</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes é difícil se perceber ou admitir estar nesta situação, mas o reconhecimento é o primeiro passo para a mudança. Ainda assim, mesmo com a consciência do que ocorre, pode ser bem difícil lidar com isso sozinho e tomar atitudes efetivas a respeito. Um profissional, como o psicólogo, pode auxiliar muito no autoconhecimento e na identificação de estratégias para que a pessoa possa alterar o seu padrão de relacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este autoconhecimento é essencial para lidar com a dependência emocional, pois quando o indivíduo se conhece, ele entende as origens e causas desta dependência, compreende os motivos que o levam a agir de determinada forma, passa a se valorizar, a aceitar suas limitações e fazer melhor uso de suas capacidades. Aprende também a ter autocontrole, pois aprende a fazer suas próprias escolhas e a lidar com seus próprios sentimentos e emoções. Reconhece quais são as suas reais necessidades e aquilo que realmente o faz bem. Confia em si mesmo e aprende a não depositar a sua felicidade em outra pessoa. Assume a responsabilidade por suas escolhas e deixa de se culpar ou de culpar os outros. Por isso é tão importante (tanto quanto tomar consciência da situação) buscar auxílio psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://psicologiaacessivel.net/2015/08/25/dependencia-emocional-o-amor-que-aprisiona/</p>
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