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	<item>
		<title>Os acumuladores compulsivos</title>
		<link>https://casule.com/blog/os-acumuladores-compulsivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2017 20:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Guardam até a embalagem do bombom que ganharam quando tinham quatro anos de idade. Mas, além disso, roupa velha e surrada que jamais usam, os folhetos que entregam na rua, vasos quebrados e discos de vinil que não têm nem onde escutar. Parece que a palavra de ordem dos acumuladores compulsivos é de simplesmente se cercar de objetos inúteis. Por isso, eles não desenvolvem critérios para dizer o que guardar e o que não guardar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="result_box" class="" lang="pt"><span class="">O assunto seria apenas uma anedota se não fosse algo sério, pois esse exercício incessante de guardar tudo pode levar a problemas sérios de saúde e convivência. Além disso, é um claro sintoma de que algo não vai bem.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">A figura dos acumuladores compulsivos no mundo não é negligenciada. Estima-se que ao menos 4% de toda população apresente sintomas de desordem, o que equivale a mais ou menos umas 300 milhões de pessoas no mundo. Por que algumas pessoas amontoam seu entorno com objetos insignificantes a ponto de empobrecerem sua qualidade de vida e colocarem em risco sua saúde?</p>
<h2 style="text-align: justify;">A origem dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">Na verdade não existe um total acordo entre os especialistas sobre os fatores que desencadeiam a acumulação compulsiva. O que há de consenso é o fato de que se trata de um sintoma que merece atenção e, eventualmente, um grande tempo de psicoterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança estabelece um certo controle sobre seus pais, a partir da maneira como visita o banheiro. Em sua mente infantil. as fezes são um presente que dá ou retém, de acordo com o vínculo que ela estabeleceu com seus progenitores.</p>
<p style="text-align: justify;">A retenção é uma característica que pode ficar afixada na personalidade nessa etapa. De uma ou de outra maneira, expressa um impulso agressivo contra seus pais que fica reprimido, mas logo se manifesta através da acumulação ou da avareza.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros enfoques indicam que a acumulação compulsiva é um comportamento defensivo, diante de ameaças imaginárias. O acumulador parte da ideia de que não deve tirar um objeto porque, mais adiante, ele poderá fazer falta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém entende como é que um pedaço de papel rasgado e sem importância pode chegar a fazer falta a alguém, mas o acumulador pensa que “nunca se sabe”. Na verdade, ele está experimentando um forte sentimento de insegurança diante as mudanças.</p>
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<p style="text-align: justify;">Também existe o caso de quem acumula em resposta a um trauma. Talvez essa pessoa tenha passado por uma situação na qual tenha ficado completamente sem nada e tem medo de que isso aconteça novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, há quem guarde lembranças como uma espécie de evidência. <span id="result_box" class="short_text" lang="pt"><span class="">Isto acontece</span> porque está carregado com uma culpa inconsciente e quer testemunhar a seu favor. Neste caso, a acumulação opera como uma necessidade inconsciente de juntar provas.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;">Características dos acumuladores compulsivos</h2>
<p style="text-align: justify;">O acumulador compulsivo, muitas vezes, também é um comprador compulsivo. Não pode ver nada em oferta porque, imediatamente, sente que tem que adquiri-lo, simplesmente pelo fato de estar mais barato. Não importa se é algo de que necessite ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum que também sejam pessoas solitárias. Em parte, sua obsessão por acumular deve-se também a uma certa fantasia de substituir a companhia pelos objetos.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm dificuldades para se desfazer dos objetos de que não necessitam experimentam essa desapropriação como uma autêntica perda. Chegam a sofrer um verdadeiro luto se precisarem se separar das coisas que formam seu mundo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O drama da acumulação compulsiva</h2>
<p style="text-align: justify;">A situação pode chegar a níveis graves, como o conhecido caso dos irmãos Collyer, que ocorreu nos Estados Unidos em 1947. Os vizinhos alertaram a polícia porque havia muito tempo que não viam os irmãos saírem de sua casa nem darem nenhum sinal de vida. As autoridades não puderam entrar casa nem pela porta nem pelas janelas, devido a enorme quantidade de objetos que impediam o acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, só puderam abrir uma entrada pelo terraço. Eram tantos objetos que haviam por todas as partes que demoraram 6 horas até encontrarem o primeiro cadáver. O segundo só foi encontrado 18 dias depois, apesar de estar a poucos metros do primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos irmãos havia sido morto pelo desabamento de milhares de livros e jornais que caíram sobre ele. O outro irmão, que era cego e paralítico, morreu mais tarde de fome e sede, pois não conseguiu buscar água e comida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos menos graves, a acumulação compulsiva leva a uma desordem monumental em sua casa ou seu escritório. Às vezes isso facilita a aparição de pragas, pois não se consegue fazer uma limpeza correta da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há um método específico para tratar o caso dos acumuladores compulsivos, mas é verdade que são pessoas que precisam de ajuda profissional para esclarecer o que há por trás desse desejo de não se separar do velho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/acumuladores-compulsivos/</p>
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		<title>Quando a educação dói: mães tóxicas</title>
		<link>https://casule.com/blog/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 20:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Casule Saúde e Bem-estar jf]]></category>
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		<category><![CDATA[orientação de pais]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O papel da mãe é quase sempre mais forte na educação dos filhos. É ela que define o vínculo de carinho e afeto com a criança que, com passar do tempo, irá sair de seus braços e seguir no mundo sabendo que tem uma mãe que a ama. Ela terá sempre a referência do amor incondicional dela, mas de forma saudável, pois amadureceu de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O que está por trás da personalidade das mães tóxicas?</h2>
<p style="text-align: justify;">Por mais que soe estranho, por trás do comportamento de uma mãe tóxica está o amor. Agora, todos sabemos que quando se fala de amor, há dois lados da mesma moeda: uma dimensão capaz de promover o crescimento pessoal do indivíduo, seja a nível de parceria ou a nível familiar, e um outro lado, mais tóxico, onde um amor egoísta e interessado é exercido, por vezes de forma sufocante, que pode ser completamente destrutivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O fator preocupante é que as famílias que exibem estas artimanhas de toxicidade o fazem em crianças, indivíduos que estão em processo de amadurecimento pessoal, tentando estabelecer sua personalidade e desenvolver sua autoestima. Tudo isso vai deixar grandes lacunas nos filhos, grandes inseguranças que, por vezes, se tornam intransponíveis.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Vejamos as dimensões psicológicas delineadas das mães tóxicas:</h2>
<h3 style="text-align: justify;">1. Personalidade insegura</h3>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, possuem uma nítida falta de autoestima e autossuficiência que as obriga a ver em seus filhos uma “salvação”, algo que devem modelar e controlar para ter ao seu lado, para cobrir suas deficiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando notam que as crianças estão se tornando independentes e capazes de construir suas próprias vidas, elas sentem uma grande ansiedade, pois temem, acima de tudo, a solidão. Portanto, são capazes de implantar “truques hábeis” para continuar mantendo-as por perto, projetando nelas, desde o início, sua própria falta de autoestima, suas próprias inseguranças.</p>
<h3 style="text-align: justify;">2. Obsessão pelo controle</h3>
<p style="text-align: justify;">Essas mães têm o hábito de controlar todos os aspectos de suas vidas e passam a tentar fazer o mesmo na vida de seus filhos. Elas não conseguem respeitar os limites. Para elas, controle é sinônimo de segurança, algo que faz com que se sintam muito bem.</p>
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<p style="text-align: justify;">A parte complicada desta situação é que muitas vezes elas exercem esse controle pensando estarem fazendo o bem, demonstrando amor.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu vou fazer a sua vida mais fácil, controlar suas coisas para fazer você feliz”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Eu só quero o que é melhor para você e assim você não precisa errar”</em></p>
<p style="text-align: justify;">O controle é o pior ato de superproteção. Com ele você evita que as crianças sejam independentes, capazes e corajosas. E impede que elas aprendam com seus erros.</p>
<h3 style="text-align: justify;">3. A projeção dos desejos não realizados</h3>
<p style="text-align: justify;"><em>“Quero que você tenha o que eu não tive”, “Não quero que cometa os mesmos erros que eu”, “Quero que você se torne o que eu não consegui me tornar”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes, as mães tóxicas projetam em seus filhos os desejos não realizados de seus próprios passados, sem se perguntarem se é isso o que os seus filhos desejam, sem dar-lhes a opção de escolher. Pensam que assim estão mostrando um amor incondicional, quando, na realidade, demonstram um falso amor. Um interesse amoroso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como lidar com uma mãe “tóxica”?</h2>
<p style="text-align: justify;">Esteja consciente de que você tem que quebrar o ciclo de toxicidade. Você tem vivido muito tempo nele, sabe as feridas que isso lhe causou. Mas agora entenda que você precisa abrir as suas asas para ser você mesmo. Para ser feliz. Será difícil, mas você deve começar a dizer “não” para colocar suas necessidades em voz alta e aumentar suas próprias barreiras, aquelas que ninguém poderá ultrapassar.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se da sua mãe, e quebrar esse ciclo de toxicidade pode causar danos. Às vezes, dizer a verdade pode parecer prejudicial, mas é uma necessidade vital. Isso significa deixar claro o que você permite e o que não permite. Você não quer causar nenhum dano, mas também não quer mais sofrer; isso deve estar bem claro em sua mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconheça a manipulação; às vezes, ela é tão sutil que não nos damos conta, pois ela pode estar em qualquer palavra, em qualquer comportamento. E, acima de tudo, não caia na “vitimização” delas, um recurso muito utilizado pelas mães e pessoas tóxicas. Elas se mostram como as mais sofredoras, as mais feridas quando, na realidade, o mais ferido é você. Sempre mantenha isso em mente.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/quando-educacao-doi-maes-toxicas/</p>
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		<item>
		<title>O poder do diálogo</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-poder-dialogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2017 20:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos. Dialogar significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As relações humanas são mediadas pela comunicação como ferramenta de interação e linguagem na aproximação das pessoas. Neste sentido, o diálogo franco e honesto encontra-se como importante instrumento de cooperação, conciliação e mediação para a construção de pontes e vínculos mais duradouros no arenoso terreno da instabilidade emocional moderna em que nos encontramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Dialogar significa não apenas falar sobre sentimentos tão preciosamente essenciais no amadurecimento psíquico dos seres humanos, mas também escutar além do simples ouvir com todos os sentidos como um ato de amor ao outro. Para tanto, precisamos sair da individualidade natural de cada um para o desenvolvimento assertivo da empatia ao colocarmo-nos no lugar do outro, sem julgamentos imprecisos à luz das imperfeições da interpretação, desprovida de cautela e bom senso. Mais do que isso, dialogar permite o estreitamento dos laços afetivos, cujo impacto é enorme na construção do sentido de vida de cada pessoa, já que sem o afeto nada somos como humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes o diálogo é mal interpretado como verborragia excessiva sem objetivo nem resultado aparente, simplesmente pela falta de boa vontade em usar palavras de uma forma harmoniosa, bem como pela dificuldade em se manter uma postura de receptividade para com o outro, sem a condição defensiva que restringe a naturalidade da linguagem e da afetividade. Cada pessoa é responsável pela qualidade de sua comunicação e das relações que daí advém, construindo ou não inter-relações positivas que contribuam efetivamente para a colaboração no bem comum. A palavra, já se sabe, é mantra e ecoa no universo, impregnando-o de uma energia que pode tanto construir, quanto desorganizar mentes, comportamentos e afetos, culminando no progresso ou no atraso de uma sociedade. Por tal aspecto, falar é uma responsabilidade muito grande, porque pode ferir ou elevar a vida de outras pessoas numa fração de segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, o silêncio, tão precioso na escuta sincera e despretensiosa de preconceitos, ainda é pouco familiar no campo da vida humana, já que, pela imposição de uma vida agitada e repleta de estímulos tecnológicos, acabamos por ser reféns da pouca intimidade com o eco interior que possuímos, sem condições de realmente termos paciência com o som do outro, suas colocações, em virtude do turbilhão de pensamentos que atribulam a mente. Nesse interim, nos afastamos do equilíbrio pessoal que consiste no primeiro requisito para o respeito a si, ao outro e ao que ele tem a dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando tivermos a consciência do poder do diálogo que possuímos, seremos porta vozes de paz e amor uns para com os outros. Uma questão de vontade. Uma questão de humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>FONTE:http://www.psicologiasdobrasil.com.br/o-poder-do-dialogo/</p>
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		<item>
		<title>A importância da educação emocional infantil</title>
		<link>https://casule.com/blog/importancia-da-educacao-emocional-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 20:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo. É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">São muitos os pais que conhecem a importância de seus filhos expressarem corretamente suas emoções. Portanto, devem saber entendê-las, interpretá-las e aceitá-las como parte de sua vida e de seu mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que toda criança precisa de uma inteligência emocional que ajude a sentir os laços que a unem com as pessoas que ela ama. Isso vai dar a ela um maior bem-estar, mais felicidade e uma melhor autonomia e responsabilidade</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, como conseguimos desenvolver nossos filhos de forma emocionalmente inteligente? Para isso, vamos conhecer algumas dicas oferecidas pela professora Esther García, docente do Mestrado em Inteligência Emocional da Universidade de Barcelona.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A educação emocional e seus segredos</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a professora Esther García, as relações interpessoais são fatores básicos no bem-estar emocional dos seres humanos. A felicidade de um adulto ou de uma criança depende da sua capacidade de desenvolver competências que o torne emocionalmente inteligente em suas relações.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Identificando emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A primeira coisa sugerida pela professora García para criar filhos emocionalmente inteligentes é a tomada de consciência. Ou seja, tanto como educadores quanto como “alunos” devemos conhecer nossas próprias emoções, suas consequências e como lidar com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para dar este passo, precisamos fazer perguntas sobre nossos sentimentos: por que eles acontecem, como chegamos a eles e o que podemos fazer para corrigi-los ou potencializá-los. Só assim podemos verbalizá-los e defini-los, e as crianças devem realizar seus próprios processos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Lidando com as emoções</h2>
<p style="text-align: justify;">A segunda coisa importante está relacionada com a forma como lidamos com as emoções. Uma vez identificadas e compreendidas, precisamos saber lidar com elas. Sejam elas positivas ou negativas, é preciso rotular e dar nome a elas, para que possamos ser capazes de sempre localizá-las e verbalizá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegado este instante, aparece o momento de aceitar as emoções, pois elas são legítimas e pessoais. É a parte na qual é preciso trabalhar o comportamento derivado delas. Assim, ajudaremos as crianças a não agir de forma impulsiva ou com pressa.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Uso da empatia</h2>
<p style="text-align: justify;">Para ensinar as crianças a reconhecer suas emoções, lidar com elas e adquirir inteligência, temos que manter nossa empatia ativa. É preciso saber como a criança se sente e que mecanismos ela tem, segundo sua idade, para canalizar esta enorme tempestade de emoções e sentimentos, que costumam ser muito volúveis e pouco controlados.</p>
<div class="centered">
<p style="text-align: justify;">É necessário se conectar com a criança, saber como agir, tentar se colocar em seu lugar e sempre usar a empatia, a paciência e a compreensão. Lembre-se de que, o que para você pode ser pequeno, talvez seja um problema enorme para a criança. Respeite sempre a criança e crie um clima adequado para estabelecer a comunicação correta.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como praticar a educação emocional infantil</h2>
<p style="text-align: justify;">Entre as atividades que a professora Esther García recomenda para alcançar uma correta educação emocional infantil, podemos destacar:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Fazer desenhos expressivos emocionalmente;</li>
<li style="text-align: justify;">Escrever diários emocionais;</li>
<li style="text-align: justify;">Imitação de emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Identificação de emoções e localização de motivos de forma conjunta;</li>
<li style="text-align: justify;">Leitura de textos e contos que permitam identificar emoções;</li>
<li style="text-align: justify;">Escutar ou tocar algum instrumento musical ou cantar;</li>
<li style="text-align: justify;">Participar de jogos que ajudem a melhorar a comunicação e a forma de lidar com as frustrações;</li>
<li style="text-align: justify;">Potencializar o contato físico entre as crianças e seus pais.</li>
<li style="text-align: justify;">A felicidade e o bem-estar dos nossos filhos dependem de uma educação emocional infantil adequada. Se eles aprenderem a viver com suas emoções e sentimentos mais do que com suas posses, estaremos formando pessoas mais plenas, autônomas, responsáveis e alegres, o que retorna em seu benefício e, por extensão, em benefício de todos</li>
</ul>
<p>FONTE:https://amenteemaravilhosa.com.br/educacao-emocional-infantil/</p>
</div>
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