<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>briga - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<atom:link href="https://casule.com/tag/briga/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://casule.com/tag/briga/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 05 Aug 2020 12:44:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://casule.com/wp-content/uploads/2019/07/cropped-favicon-casule-am-1-32x32.png</url>
	<title>briga - Casule Saúde e Bem-estar</title>
	<link>https://casule.com/tag/briga/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>7 dicas para um casamento saudável durante a quarentena</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/7-dicas-para-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=21491</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como está o seu relacionamento durante esse período de isolamento social?</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/7-dicas-para-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/">7 dicas para um casamento saudável durante a quarentena</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como está o seu relacionamento durante esse período de isolamento social?</p>



<p>Você acha que as brigas aumentaram? Diminuíram? Ou permanecem iguais?</p>



<p>Nesse vídeo você vai aprender 7 dicas de como manter um relacionamento saudável, mesmo em períodos de crise.</p>



<figure><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7opl0Md2lFc" width="853" height="480" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></figure>



<div class="wp-block-divi-layout"><div class="et_pb_with_border et_pb_section et_pb_section_1 et_pb_with_background et_section_regular et_section_transparent" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_2_3 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Inscreva-se no nosso Canal no Youtube</p></div>
			</div>
			</div><div class="et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_1  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_code et_pb_code_0">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_code_inner"><div class="g-ytsubscribe" data-channelid="UCfFAcxuhkcSTcQbrX6-uRVg" data-layout="default" data-count="default"> </div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></div>



<p>Confira com <a aria-label="undefined (opens in a new tab)" href="https://casule.com/equipe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Suelen Tebaldi</a>, psicóloga da Casule!</p>



<p>Venha conhecer a Casule ou marque um <a href="https://casule.com/marcar-consulta/#marcar-consulta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atendimento online aqui</a>&nbsp;(Realizamos atendimento no Brasil e Internacional)</p>



<p>Você pode falar direto com nossa central de atendimento pelo WhatsApp:&nbsp;<a href="https://goo.gl/yWewR2">https://casule</a><a href="https://casule.com/zap-atendimento/?text=Ol%C3%A1%2C%20acabei%20de%20ver%20um%20v%C3%ADdeo%20no%20blog%20da%20Casule%20e%20cliquei%20para%20entender%20como%20funciona%20o%20trabalho%20de%20voc%C3%AAs%20relacionado%20a%207 dicas para um casamento saudável durante a quarentena" target="_blank" aria-label="undefined (opens in a new tab)" rel="noreferrer noopener">.com/zap-atendimento</a></p>



<p>Acompanhe nossos bastidores no Stories do&nbsp; Instagram: <a href="https://goo.gl/M5ZpjM">https://goo.gl/M5ZpjM</a></p>



<p>Aproveita pra curtir a Casule lá no Facebook: <a href="https://goo.gl/NPVvLU">https://goo.gl/NPVvLU</a></p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/7-dicas-para-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/">7 dicas para um casamento saudável durante a quarentena</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como manter um casamento saudável durante a quarentena?</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/como-manter-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://casule.com/?p=20077</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alguns dos efeitos colaterais do coronavírus&#160;e do isolamento decretado em alguns países para contê-lo levaram ao aumento (já quantificado) dos pedidos de divórcio na cidade chinesa de Xi’an.&#160; O impacto da doença e das medidas necessárias para impedir sua propagação são sentidos na sociedade e na economia, mas também em nossos relacionamentos. As medidas de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/como-manter-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/">Como manter um casamento saudável durante a quarentena?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alguns dos efeitos colaterais do coronavírus&nbsp;e do isolamento decretado em alguns países para contê-lo levaram ao aumento (já quantificado) dos pedidos de divórcio na cidade chinesa de<a href="https://elpais.com/elpais/2020/03/11/icon/1583929050_192802.html"> Xi’an</a>.&nbsp;</p>



<p>O impacto da doença e das medidas necessárias para impedir sua propagação são sentidos na sociedade e na economia, mas também em nossos relacionamentos. As medidas de emergência que vem resultando na permanência das pessoas em suas casas podem ter influência sobre o casal ―e sobre a família―, podendo significar o fim do relacionamento ou o início de um vínculo mais profundo, dependendo de como investimos esse tempo.&nbsp;</p>



<p>Os seres humanos evoluíram com o desejo de compartilhar a vida com um parceiro, mas não, necessariamente, o dia todo. Devido à isso, algumas brigas de casal podem surgir quando cônjuges passam a ficar juntos por muito tempo, dia após dia, isso porquê, durante o período de isolamento, de confinamento, os casais são obrigados a se olharem, as famílias precisam entrar em contato, reconhecer as suas dinâmicas e o mecanismo sistêmico. Não há distração, não tem trabalho, não tem a saidinha, não tem o &#8216;vou buscar um cigarro lá fora e já volto&#8217;, não tem happy hour de quarta, não tem futebol de quinta, não tem as viagens pra distrair, não tem a vida social ativa.</p>



<p>Infelizmente, são as pessoas mais próximas de nós que desencadeiam mais conflitos emocionais. E isso, embora pareça inadequado, é mais comum do que se imagina, pois brigamos com quem temos liberdade para brigar.</p>



<p>Nossas reações, muitas vezes até exageradas, podem estar muito mais ligadas à nossa história pessoal do que ao que está acontecendo no momento presente.&nbsp;Ou seja, é possível que os desentendimentos que surgem nesse período já estivessem escondidos dentro de nós, porém, o momento conturbado faz com que esses desentendimentos explodam.</p>



<p>Por vezes, são as nossas inseguranças pessoais diante da pandemia que falam alto, a falta de treino para enfrentar e superar dificuldades, a dificuldade de autocontrole, etc.</p>



<p>O aumento no número de separações, como os já registrados na China e nos Estados Unidos, pode acontecer também no Brasil e não tem nada a ver com o país. Tem a ver com a condição do confinamento, onde os casais são obrigados a entrar em contato com suas questões. Tudo que já existia tende a agravar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">Aprenda a se comunicar melhor</h3>



<p>A comunicação é fundamental nos relacionamentos, independente de estarmos passando por momentos difíceis ou não. Ela pode ajudar a diminuir a frequência e o tempo de duração das brigas, mas não necessariamente a acabar com essas brigas.</p>



<p>Quando se está em quarentena, convivendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, a comunicação é ainda mais importante.&nbsp;</p>



<p>Falar na primeira pessoa (eu) quando se quer comunicar insatisfação pode ser uma orientação das mais importantes.</p>



<p>Essa proposta contrapõe uma proposta comum de fala na qual o outro se sente atacado ou ofendido.&nbsp;Exemplo: “eu estou me sentido sobrecarregada com os afazeres de casa” ao invés de “você não me ajuda com nenhuma tarefa de casa”.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Enxergue o tempo como seu aliado</h3>



<p>Se vocês são um daqueles casais que moram juntos, mas mal se veem devido aos horários incompatíveis de trabalho&nbsp;ou vidas sociais demandadas, agora é a hora de se reconectar. Embora não seja ideal ficar “preso” em casa, você ainda pode aproveitar ao máximo e fazer coisas divertidas com ele(a) como, por exemplo, ver filmes, ouvir músicas, fazer comidinha juntos, receitinha, dar risada, conversar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Respeito a individualidade</h3>



<p>Embora seja uma orientação ficar dentro de casa, não há necessidade de assistir&nbsp;<em>todos</em>&nbsp;os programas da Netflix juntos.</p>



<p>É preciso haver um espaço para você se sentir bem – para ouvir a música que você gosta, para fazer seus próprios hobbies, fazer seu exercício físico.</p>



<p>Uma vez que você começa a sentir que está se perdendo na relação, e que a sua individualidade sumiu, isso gera uma nova ansiedade dentro do seu relacionamento.</p>



<p>Não se sinta egoísta se quiser estar um pouco sozinho(a). O espaço pessoal pode ser revigorante e torná-lo um parceiro melhor.</p>



<p>Muitas brigas de casal são motivadas pela falta de respeito à individualidade do próximo.</p>



<p>Faça pequenas e doces surpresas diariamente</p>



<p>Estar em um relacionamento permite navegar pelos altos e baixos da vida com um co-piloto ao seu lado. Mostre uma boa intenção extra para lembrar um ao outro que vocês estão nisso juntos e que você quer evitar as brigas de casal.</p>



<p>Se o seu parceiro estiver em uma reunião de trabalho, traga uma xícara de café para ele, por exemplo. Pequenos atos de bondade podem fazer com que se sintam menos sozinhos no mundo e mais próximos de maneira positiva.</p>



<p>Outras ideias também podem incluir: recados no espelho do banheiro, pequenos textos afetuosos, preparar aquele o café da manhã e levar na cama e colocar uma música para curtirem juntos, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Diga ‘’Bom Dia’’ e ‘’Boa Noite’’ todo dia</h3>



<p>Pode parecer inútil e sem importância para você, mas se atentar a esses detalhes pode fazer toda a diferença.</p>



<p>Infelizmente, não podemos sair por aí abraçando familiares e amigos agora.&nbsp;Mas, você pode abraçar e beijar quem está aí do seu lado todo dia.&nbsp;</p>



<p>Comece e termine o dia com uma atitude positiva, lembrando-se sempre de dizer bom dia e boa noite.</p>



<p>Não importa o quanto você esteja exausto, um beijo ou um abraço a cada início e fim pode fazer toda a diferença para que uma briga de casal seja evitada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Seja sensível às necessidades do outro</h3>



<p>A melhor forma de exercer a&nbsp;<a href="https://inpaonline.com.br/blog/empatia/">empatia</a>&nbsp;é sendo sensível e se colocando no lugar do outro. Pense como seria se você estivesse vivenciando aquela situação.</p>



<p>Mostre que está disposto a ajudar e a compreender quais são as necessidades do seu parceiro(a), sejam elas necessidades físicas ou emocionais, e se proponha a ajudar em tudo que estiver ao seu alcance.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Trate os problemas com seriedade</h3>



<p>Assim como se mostrar interessado às necessidades do outro é importante, mostrar que você leva o momento a sério também é fundamental.</p>



<p>Quando levamos as coisas na brincadeira por repetidas vezes, talvez passamos a impressão de sermos uma pessoa que não trata as questões da vida com compromisso e responsabilidade.</p>



<p>É necessário saber diferenciar os momentos leves e descontraídos, daqueles que nos exigem seriedade e atenção para que sejam resolvidos da melhor forma possível.</p>



<p>Dessa forma, certamente, quando o seu cônjuge perceber que você realmente leva a sério o momento que vocês estão passando, ele/a se sentirá mais à vontade para conversar com você.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A importância da rotina</h3>



<p>Manter uma rotina mesmo em quarentena é uma possibilidade de se organizar:&nbsp;a disciplina traz essa sensação de segurança e sentimento de organização. Mais organizado, o dia pode ficar um pouco mais previsível e isso traz para o cérebro uma sensação de segurança.</p>



<p><strong>Fontes:</strong></p>



<p>https://inpaonline.com.br/blog/brigas-de-casal/<br>https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2020/04/05/casais-em-isolamento-como-superar-momento-de-convivencia-intensa-sem-destruir-a-relacao.ghtml<br>https://brasil.elpais.com/smoda/2020-03-18/sob-o-mesmo-teto-e-sem-sair-guia-para-superar-a-quarentena-em-casal.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/psicologia/como-manter-um-casamento-saudavel-durante-a-quarentena/">Como manter um casamento saudável durante a quarentena?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brigas entre irmãos: 7 dicas para acabar com elas</title>
		<link>https://casule.com/blog/brigas-entre-irmaos-7-dicas-para-acabar-com-elas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 11:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[irmãos]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2961</guid>

					<description><![CDATA[<p>A competição e as discussões entre seus filhos estão deixando você maluco? Conheça algumas estratégias para pôr fim nesse tormento.“Manhêêê, olha ele!” Quem tem mais de um filho em casa certamente está familiarizado com essa frase. Sim, os filhos brigam. E haja paciência para remediar conflitos, desacordos e discussões que podem acontecer por todo e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/brigas-entre-irmaos-7-dicas-para-acabar-com-elas/">Brigas entre irmãos: 7 dicas para acabar com elas</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A competição e as discussões entre seus filhos estão deixando você maluco? Conheça algumas estratégias para pôr fim nesse tormento.“Manhêêê, olha ele!” Quem tem mais de um filho em casa certamente está familiarizado com essa frase. Sim, os filhos brigam. E haja paciência para remediar conflitos, desacordos e discussões que podem acontecer por todo e qualquer motivo. “Eles costumam girar em torno de disputas: um lugar no carro, um brinquedo, um elogio. Na verdade, as crianças brigam pela atenção dos pais, para terem exclusividade”, afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano, coautora do livro Puericultura – Princípios e Práticas (Ed. Atheneu). Para os cuidadores, muitas vezes esses atritos dão a sensação de culpa: primeiro, por não conseguirem evitar as brigas e, depois que elas acontecem, por fracassarem ao tentar solucioná-las. No entanto, esse sentimento não condiz com a realidade. “Não se enganem os pais ao julgar que há pouco espaço ou poucos brinquedos. Mesmo com fartura, inclusive de atenção, as brigas acontecem, porque os irmãos têm de ajustar suas necessidades ao convívio social”, esclarece a psicóloga Rita Calegari, da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo.</p>
<p>Quando os conflitos fazem parte de um contexto que envolve também momentos de carinho, parceria e cumplicidade entre irmãos, não devem ser motivo de preocupação excessiva, apenas de monitoramento e orientação. Agora, se notar atitudes de desafeto contínuas, que podem ferir – física ou psicologicamente – ou denegrir um irmão, é sinal de alerta. Se esses problemas estiverem atrapalhando o funcionamento escolar ou social da criança, procure um médico especialista em comportamento infantil para uma avaliação, aconselha o psiquiatra da infância e adolescência Gustavo Teixeira, autor do livro Manual Antibullying (Ed. Best Seller). Mas já que as brigas fazem parte do convívio entre irmãos, o jeito é aprender a lidar com elas.</p>
<p>Leia as dicas a seguir, respire fundo e parta para a ação.</p>
<h2>1 &#8211; OFEREÇA SOLUÇÕES</h2>
<p>“Os pais devem conversar e fazer acordos ou combinados com os filhos. Conceitos éticos, respeito, compreensão e aceitação em relação às diferenças podem ser enfatizados. E, claro, as consequências por brigas e mau comportamento devem ser aplicadas, desde que tenham sido anteriormente discutidas e acordadas”, explica o psiquiatra Gustavo Teixeira.</p>
<p>Quezia Bombonatto, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia, compartilha da mesma opinião. “A bronca, por si só, pode até parar a briga, mas não resolve a causa. O papel dos pais é juntar os filhos e dizer: se vocês estão brigando, vamos criar regras para o uso do videogame, por exemplo. O ideal é que as crianças estabeleçam o regulamento. Caso não consigam, o adulto deve ajudar. Assim, é mais fácil cumprir o combinado e amenizar a frequência das brigas”, afirma a especialista.</p>
<h2>2 &#8211; AVALIE A HORA DE INTERVIR</h2>
<p>Qual mãe ou pai não sente um impulso quase incontrolável de botar ordem na casa toda vez que as crianças começam a discutir? Só que, às vezes, o melhor mesmo é se conter para dar a chance a elas de tentarem resolver os conflitos por conta própria.</p>
<p>No entanto, Quezia Bombonatto reforça que, quando os pais forem procurados ou se a situação pedir, eles têm de ouvir todos os lados, ponderar e mediar o conflito, e não punir coletivamente. “Além disso, devem tentar ser justos nas intervenções e nas punições”, afirma. Mas ela enfatiza que, se o conflito for apenas uma discussão, sem grandes consequências, o melhor é não interferir, porque as crianças precisam aprender a resolver as dificuldades e a negociar entre elas.</p>
<h2>3 &#8211; CONVERSE</h2>
<p>Todos os especialistas consultados concordam que essa ainda é a melhor maneira de educar e impor limites. O problema é que uma única conversa não resolve nada. É necessário insistir, pacientemente, para que os efeitos do diálogo possam ser percebidos. Os pais devem persistir, falar a mesma coisa várias vezes, de jeitos diferentes, e – fundamental! – dar o exemplo. Se as dificuldades na casa são resolvidas com brigas e gritaria, não dá para esperar que as crianças façam diferente. Afinal, é assim que elas vão aprender a contornar seus conflitos.</p>
<h2>4 &#8211; ENSINE A DIVIDIR</h2>
<p>Com certeza, a principal disputa dos filhos é por brinquedos. Eles podem nem estar interessados naquele jogo antigo, mas basta um deles pegá-lo para que os outros queiram também. Aí começa a confusão.</p>
<p>Ensinar a dividir dá trabalho, e é compreensível o ímpeto dos pais de tirar o objeto de circulação. Aparentemente, resolve o problema. Mas, se você tira um brinquedo, eles vão competir por outro. A única coisa que muda é o objeto de disputa. Não tem jeito, os pais devem estipular limites: se eles não estão sabendo dividir, você é que determina como fazer. O melhor é uma boa conversa, não qualquer tipo de ameaça. Outra solução é incentivá-los a decidir juntos como compartilhar. Quando chegarem a uma conclusão, voltam a brincar.</p>
<h2>5 -CONTROLE O TOM</h2>
<p>Um grito pode até parecer a única saída no momento em que a briga está quente. Porém, a longo prazo, levantar o tom de voz atrapalha. “Gritar só ajuda a intimidar. Não educa, não aproxima, não desperta o respeito nem inspira a criança quando for a vez dela de resolver um problema”, diz a psicóloga Rita Calegari.</p>
<p>A receita, mais uma vez, é exercitar a paciência. “De nada vale as crianças pararem de brigar por medo e não por entendimento, alerta Rita.</p>
<h2>6 &#8211; FAÇA JUSTIÇA (SEM LEVAR EM CONTA A IDADE)</h2>
<p>A tentação de proteger o mais fraco é grande. Muitos pais caem nessa armadilha, privilegiando os caçulas, mesmo quando os maiores são os que têm razão.</p>
<p>Fique atento para não cair na tentação de passar a mão na cabeça do menor. “Os pais podem até exigir uma postura mais amadurecida do mais velho, mas quem tem de dar conta da educação são os adultos. O nível de exigência deve ser proporcional à idade, assim como a punição, mas sempre buscando ouvir os dois lados para saber quem tem razão”, ensina a psicopedagoga Quezia Bombonatto.</p>
<h2>7 &#8211; IMPONHA LIMITES SEM OFENDER</h2>
<p>Seja na hora do conflito ou depois, inevitavelmente os pais precisarão repreender os filhos pela briga e estabelecer limites. Mas como fazer isso?</p>
<p>Além de não fazer comparações, o psiquiatra Gustavo Teixeira orienta a nunca censurar a criança com adjetivos que agridam sua autoestima, dizendo, por exemplo, que ela está parecendo um bebezinho. “O certo é desaprovar o comportamento, não a criança, de preferência usando exemplos positivos”, explica. Outra dica é tentar despertar a empatia delas. “Pergunte como se sentiria se estivesse no lugar do irmão. Isso ajuda a entender o ponto de vista dos outros e a ceder”, conclui a psicóloga Rita Calegari. Por tréguas mais longas e um pouco de tranquilidade na casa, não custa tentar.</p>
<p>Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Irmaos/noticia/2015/12/brigas-entre-irmaos-7-dicas-para-acabar-com-elas.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/brigas-entre-irmaos-7-dicas-para-acabar-com-elas/">Brigas entre irmãos: 7 dicas para acabar com elas</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pais devem aprender a não expor as crianças às brigas de casal</title>
		<link>https://casule.com/blog/pais-devem-aprender-a-nao-expor-as-criancas-as-brigas-de-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2015 18:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[briga]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[problemas conjugais]]></category>
		<category><![CDATA[terapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casulepsicologia.com.br/?p=2630</guid>

					<description><![CDATA[<p>Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/pais-devem-aprender-a-nao-expor-as-criancas-as-brigas-de-casal/">Pais devem aprender a não expor as crianças às brigas de casal</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg"><img fetchpriority="high" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2631" src="https://casulepsicologia.com.br/teknabox/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg" alt="divorcio_briga" width="600" height="484" srcset="https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga.jpg 620w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-300x242.jpg 300w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-610x492.jpg 610w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-480x387.jpg 480w, https://casule.com/wp-content/uploads/2015/10/divorcio_briga-600x484.jpg 600w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Brigar, discutir, se desentender&#8230; Tudo isso faz parte da rotina de um casal, especialmente daqueles que estão juntos há algum tempo. Contudo, quando se tem filhos, essas situações podem ter consequências que vão além das duas pessoas diretamente envolvidas. Por isso, “os pais devem aprender a não expor as crianças às brigas”, alerta a psicóloga da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rita Calegari.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Rita, geralmente, depois das brigas, o casal faz as pazes e fica “cheio de amor entre si”. Já a criança fica fragilizada e assustada por dias. Além disso, se as discussões ocorrerem com frequência, os pequenos podem desenvolver distúrbios de comportamento e doenças. “Sem a base que deveria sustentá-las, ajudando-as a formar sua personalidade e protegendo-as, a lista de problemas de comportamento e doenças que podem aparecer é enorme: insegurança, ansiedade, terror noturno, bruxismo, alergias de pele, problemas de concentração na escola, irritabilidade, agressividade, tristeza, depressão, obesidade, anorexia, dificuldades de socialização, insônia, enurese [quando a criança faz xixi involuntariamente] e encoprese [quando a criança faz cocô involuntariamente], são apenas algumas”, explica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Nem toda “briga” é ruim</h2>
<p style="text-align: justify;">Qualquer briga ou discussão em que os adultos fiquem exaltados, agressivos, nervosos ou chorosos pode ser nociva para a criança, em razão do descontrole emocional dos pais, presenciado por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, segundo a professora titular do Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (Laprev) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams, nem toda briga ou discussão é ruim. Os adultos devem ficar atentos quando há violência física ou psicológica. “Apenas discordar, sem o uso de violência, faz parte da vida. A criança pode ficar preocupada, mas os pais devem explicar que se respeitam e estão apenas chateados. O que não pode é ter conflito violento, físico ou psicológico na frente dos filhos”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Rita acrescenta ainda que deve se ter cuidado redobrado com “as brigas em silêncio”, aquelas em que quase não se fala nada, mas há afastamento e hostilidade entre os pais. “Não se enganem: a criança sente esse clima e essa situação prolongada ou mal resolvida”. afirma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cada idade, uma percepção</h2>
<p style="text-align: justify;">Todos nós nascemos com a capacidade de atentar para o que nos faz mal. No entanto, as reações mudam conforme a idade e a maturidade. Crianças pequenas, de até seis anos, costumam se sentir inseguras e com medo diante de conflitos violentos. Porém, nesta fase elas estão menos atentas aos pais e mais ligadas em si. Logo, em uma situação mais branda, se os pais disfarçarem e atenderem suas necessidades, ela levará um tempo para sentir que há algo errado. A percepção vai aumentando com o tempo. Uma criança de 5 anos captará melhor a situação, em comparação a uma de 2, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o passar dos anos, ela perceberá olhos inchados de choro, expressões de tristeza ou raiva e poderá achar que são para ela, o que fará com que ela se sinta culpada, visto que é comum nesta idade, os filhos acharem que o humor dos pais é consequência do comportamento deles. “A criança é especialmente egocêntrica até uns sete anos e acredita que o humor dos pais é uma reação aos seus comportamentos bons ou ruins”, relata a psicóloga do Hospital São Camilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por volta dos sete anos, mais amadurecida, a criança poderá entender melhor que os problemas dos pais não têm ligação direta com ela, mas ainda sentirá muito medo, pois o rompimento da família a atinge diretamente. É a fase na qual os pequenos passam de egocêntricos para egoístas. “A criança dessa idade é muito competitiva, não gosta de perder e não quer ver os pais brigando, pois podem se separar e quem perderá é ela. Já sabe que precisa ser cuidada por alguém, por sua estrutura familiar e egoisticamente buscará se preservar. Se os pais não estão felizes entre si, tudo bem. Mas, ela não poderá ficar infeliz”, afirma Rita.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, explica a psicóloga, as crianças mais velhas, acima dos sete anos, já têm a empatia mais desenvolvida. Assim, elas sofrem ao presenciar brigas severas, pois tentarão &#8220;ajudar&#8221; os pais a resolverem seus conflitos. “Ao ficar do lado de um dos pais, a criança pode se sentir traindo o outro e, para piorar, alguns pais fazem os filhos passar por essa escolha. Quem ela  apoiará: o pai ou a mãe?”</p>
<h2 style="text-align: justify;">Rolou uma briga. E agora?</h2>
<p style="text-align: justify;">Ainda que se tome todo cuidado, conflitos mais duros na frente dos filhos podem acontecer. Nestes casos, dizem as especialistas, os pais devem conversar com a criança e explicar que ela não tem culpa do que ocorreu e, em uma linguagem simplificada, dizer o que houve e como ficarão as coisas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por ventura, o relacionamento chegar ao fim, é essencial respeitar o ex-parceiro (a) e procurar não falar mal dele para os filhos. Os adultos também não podem nunca envolver a criança nos conflitos após a separação. &#8220;Isto é uma violência emocional”, finaliza Lúcia.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Sexo-e-Relacionamento/noticia/2015/07/pais-devem-aprender-nao-expor-criancas-brigas-de-casal-alerta-psicologa.html</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/pais-devem-aprender-a-nao-expor-as-criancas-as-brigas-de-casal/">Pais devem aprender a não expor as crianças às brigas de casal</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
