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	<title>auto-controle - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Dicas para lidar com a impulsividade</title>
		<link>https://casule.com/blog/psicologia/dicas-para-lidar-com-a-impulsividade-video-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A impulsividade é um&#160; comportamento realizado diante de um desequilíbrio entre o pensar e agir. Pessoas com essas características agem no imediatismo, sem considerar as consequências de suas ações e, com isso, causam prejuízos em vários setores de sua vida, além levar ao sofrimento as pessoas que possui laços afetivos. Confira com Letícia Medeiros, psicóloga [&#8230;]</p>
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<p>A impulsividade é um&nbsp; comportamento realizado diante de um desequilíbrio entre o pensar e agir. Pessoas com essas características agem no imediatismo, sem considerar as consequências de suas ações e, com isso, causam prejuízos em vários setores de sua vida, além levar ao sofrimento as pessoas que possui laços afetivos.</p>



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		<title>O Que é Apego Emocional e Como Controlá-lo?</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-que-e-apego-emocional-e-como-controla-lo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Curcio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 10:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[Apego emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em se tratando de um namoro, casamento ou mesmo relação de amizade ou familiar, o apego emocional funciona como uma forma de prisão para algumas pessoas que acabam sendo limitadas pela relação de dependência que estabelecem com outros indivíduos. Por isso, ser demasiadamente dependente torna um fator de limitação ao crescimento pessoal e profissionalmente. Como tal, aprender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em se tratando de um namoro, casamento ou mesmo relação de amizade ou familiar, o <strong><a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/combatendo-a-dependencia-emocional/">apego emocional</a></strong> funciona como uma forma de prisão para algumas pessoas que acabam sendo limitadas pela relação de dependência que estabelecem com outros indivíduos. Por isso, ser demasiadamente dependente torna um fator de limitação ao crescimento pessoal e profissionalmente. Como tal, aprender como se libertar desse apego é essencial para quem deseja voar mais alto com as suas próprias asas e ser mais feliz emocionalmente falando.</p>
<h2><strong>O Que é Apego Emocional?</strong></h2>
<p>De acordo com algumas definições da Psicologia, o apego emocional é uma relação de dependência em que uma pessoa é manipulada por outra. Esse problema pode ser identificado como <strong><a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-sindrome-da-dependencia-do-amor-negativo-parte-1/">Transtorno da Personalidade Dependente</a></strong> e se caracteriza pela criação de uma relação de submissão e apego demasiada por aquele que o subjuga. Algumas características que ajudam a identificar uma situação patológica de apego emocional são:</p>
<h3><strong>Busca incessante de conselhos</strong></h3>
<p>O indivíduo nessa posição não consegue tomar decisões – mesmo as mais simples do cotidiano – sem pedir conselhos para uma ou mais pessoas.</p>
<h3><strong>Tem dificuldade de manifestar que está em desacordo</strong></h3>
<p>Uma pessoa que sofre de apego emocional tem extrema dificuldade para demonstrar contrariedade em relação aos demais porque tem medo de ser o indivíduo dissonante do grupo.</p>
<h3><strong>Transferência de responsabilidades</strong></h3>
<p>Essa pessoa geralmente transfere as responsabilidades pelas áreas mais proeminentes da sua vida para outrem e tudo que acontece é “culpa” dos outros e não sua responsabilidade.</p>
<h3><strong>Não toma atitudes</strong></h3>
<p>Dificilmente essa pessoa tomará atitudes por si para iniciar o desenvolvimento de projetos.</p>
<h2><strong>Como Controlar o</strong> <strong>Apego Emocional?</strong></h2>
<p>Depois de entender <strong>o que é apego emocional</strong>, se você se identificou com as características citadas acima ou conhece alguém que se enquadra nelas precisa ler as dicas que listei de como exercitar o controle de suas emoções e ações.</p>
<h3><strong>Reconheça Que Algo Está Errado</strong></h3>
<p>É difícil identificar que algo está errado consigo mesmo, no entanto, observar a forma como você se comporta no dia a dia pode ser uma ótima maneira de descobrir que está sofrendo com o apego emocional demasiado. Sabendo que o problema existe é mais fácil procurar ajuda especializada para iniciar, por exemplo, a psicoterapia e buscar formas de aumentar a sua autoestima (dica seguinte).</p>
<h3><strong>Trabalhe a Sua Autoestima</strong></h3>
<p>Para que a sua <strong><a href="http://www.jrmcoaching.com.br/blog/coaching-nas-solucoes-de-problemas-de-autoestima/">autoestima</a></strong> seja elevada é essencial reconhecer o seu valor e as suas qualidades. Procure estar ciente de quem você é e repetir pensamentos positivos em relação a si. Quem tiver dificuldades de reconhecer suas qualidades pode pedir ajuda para os amigos e familiares nessa tarefa, o mais importante é saber que você é bom o suficiente por si só controlando, assim, o apego emocional.</p>
<h3><strong>Controle Sobre Si</strong></h3>
<p>O passo mais importante para deixar o apego emocional no passado está em saber como 15. A partir do momento em que você compreende que é dono da sua personalidade e de quem é, pode se manter mais forte diante de situações que desencadeiam a dependência emocional e trabalhar para minimizá-la.</p>
<p>O apego emocional se caracteriza por uma dependência bastante acentuada de um indivíduo em relação a outras pessoas, o que pode acabar privando o mesmo de uma vida mais plena e completa. O controle do problema está em identificar que ele existe; buscar ajuda; reconhecer o seu valor e assumir o controle das suas decisões.</p>
<p>Faça isso por você e permita-se ter uma vida emocionalmente mais equilibrada, sendo a pessoa empoderada que merece ser e mais feliz em suas relações, pois como diz uma velha frase – “A única pessoa que estará ao seu lado à vida inteira é você mesmo. Ame-se!”.</p>
<p>Fonte: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/o-que-e-apego-emocional-e-como-controla-lo/</p>
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		<item>
		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 19:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção</h2>
<p style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p>O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p>A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p>Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p>Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p>Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p>A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p>Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p>É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<h2 class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p>Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p>A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p>O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido publicidadeTeAds" style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
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		<item>
		<title>Acumular objetos sem utilidade.</title>
		<link>https://casule.com/blog/acumular-objetos-sem-utilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 20:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno compulsivo obsessivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos gostam de ter reservas, nunca se sabe quando precisaremos daquela sacola plástica, então providenciamos um “puxa saco” – recipiente próprio para armazenar sacolas de supermercado. Nunca se sabe quando vamos ter vontade de reler aquela revista, então lotamos o revisteiro com números antigos. Nunca sabemos quando teremos tempo para ler o jornal, então vamos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitos gostam de ter reservas, nunca se sabe quando precisaremos daquela sacola plástica, então providenciamos um “puxa saco” – recipiente próprio para armazenar sacolas de supermercado. Nunca se sabe quando vamos ter vontade de reler aquela revista, então lotamos o revisteiro com números antigos. Nunca sabemos quando teremos tempo para ler o jornal, então vamos acumulando os montes num canto do quarto. Opa! Agora já é exagero?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a grande questão, quando perceber que o acumulo de objetos que não utilizamos chegou ao exagero?</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes  o próprio acumulador não percebe, quem se dá conta são os familiares e amigos e sentem que a casa está mais abarrotada do que precisaria. Em casos extremos há pessoas que mal podem andar pelos corredores, que tem vergonha de receber pessoas e podem até se isolar. Como em algumas situações  mal dá para tomar banho, pois até o box pode ser tomado por objetos esta pessoa acaba também por não sair de casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de um quadro de ansiedade extrema chamado TOC – Transtorno obsessivo compulsivo. Aquela coleção que era bonitinha no inicio se torna um acumulo de objetos sem sentido. Ou aquela mania excêntrica de guardar “raridades” como as unhas que foram cortadas, os fios de cabelo que caíram também podem ser sinais de grande sofrimento psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Este comportamento de acumulo de objetos pode ser uma busca para apaziguar dores emocionais. Esta pessoa pode estar sofrendo internamente, como não conseguiu uma saída acaba se lançando em comportamentos repetitivos de acumulo com a sensação de que será “provida” mas eu acredito que o que ela precisa não são deste objetos mas de acolhimento psicológico.</p>
<p style="text-align: justify;">As dores emocionais que levaram esta pessoa a este estado podem ser de muitas origens: Separações, frustrações, perdas, falta de contato humano verdadeiro, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu considero que estes casos devem ser observados pela família, pois a própria pessoa está presa num emaranhado emocional que a faz pensar que “está dando certo. Este acumulo de objetos desnecessários pode coloca-la doente fisicamente, pois a sujeira pode ser acumular e aumentar o sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/acumular-objetos-sem-utilidade.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim de relacionamento!</title>
		<link>https://casule.com/blog/fim-de-relacionamento-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 20:43:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[#depressão #psicologia #jf #casulepsicologia]]></category>
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		<category><![CDATA[traição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das maiores dores para algumas pessoas pode ser o fim de um relacionamento. Algumas situações possíveis: &#8211;  Você não queria e/ou não esperava o fim deste relacionamento &#8211; Você planejava este rompimento. O interessante é que mesmo quando uma pessoa deseja, planeja ou tem a iniciativa do rompimento, pode haver dor. Até mesmo relacionamentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das maiores dores para algumas pessoas pode ser o fim de um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas situações possíveis:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;  Você não queria e/ou não esperava o fim deste relacionamento</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Você planejava este rompimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que mesmo quando uma pessoa deseja, planeja ou tem a iniciativa do rompimento, pode haver dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Até mesmo relacionamentos ruins podem deixar um certo “buraco” emocional. Talvez o ser humano tenha sido feito para viver com outras pessoas. Mesmo relacionamentos ruins podem oferecer uma certa parceria e a possibilidade de contar com a outra pessoa em alguns momentos.</p>
<p style="text-align: justify;">De toda forma o ser humano costuma ser feito de rotinas. Chegar em casa e encontrar sempre a aquela  pessoa, ou final de semana receber sempre aquela ligação , que mesmo que não seja a pessoa ideal, ainda assim pode oferecer um certo sentimento de “aconchego”. Perder esta pessoa também pode ser doloroso.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, percebo que o sofrimento mais intenso pode acontecer quando não esperamos e não desejamos o rompimento pois amamos esta pessoa e não conseguimos nos imaginar longe dela. Algumas vezes o fim do relacionamento acontece de surpresa, não havia sinais de insatisfação por parte da outra pessoa, ou porque ele tomou esta decisão repentinamente ou porque não tinha habilidades para ir colocando suas insatisfações.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Porque relacionamentos acabam?</h2>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes o sentimento simplesmente vai se esvaindo, a rotina pode ser reconfortante para alguns mas para outros pode ir deixando lacunas que um dia se percebem enormes.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas vezes um manifesta comportamentos, que parecem coisas pequenas, os quais o outro não aprova mas apesar de algumas conversas não houve interesse em mudança – talvez acreditasse que a reclamação do outro não seria suficiente para acabar com o relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">As vezes a causa é algo  grande, como uma traição por exemplo. Muitos não superam o fato de serem traídos, por mais que o outro garanta que não houve grandes envolvimentos e nem continuidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes os relacionamentos são rompidos porque ao conhecermos a outra pessoa, pouco a pouco percebemos que aquela impressão inicial não corresponde a realidade da personalidade do parceiro. Algumas pessoas se esforçam por parecerem interessantes no inicio do relacionamento mas aos pouco percebemos que tratava-se apenas de uma forma como ele gostaria de ser e não de como ele é de verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Como superar a dor do fim de um relacionamento</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta é a receita que todos querem, e se existe uma palavra que eu possa dar a todas as pessoas que procuram conforto neste momento tão difícil seria: Reconstrua-se. Aproveite a vivencia, mesmo que este rompimento  não tenha sido sua escolha, use este turbilhão emocional como informações a seu próprio respeito. Creio que você pode aprender muito sobre si mesmo. Talvez esteja tendo reações que nunca imaginou que seria de seu feitio, talvez esteja tendo pensamentos e comportamentos que o faz não reconhecer a si mesmo, mas você pode crescer e sair renovado (a).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/fim-de-relacionamento.html</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Competição entre mães e filhas!</title>
		<link>https://casule.com/blog/competicao-entre-maes-e-filhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 20:23:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nosso inconsciente dita muitas regras silenciosas, frutos de nossas experiências, que acabam regendo nosso comportamento em diversas áreas da vida. O relacionamento entre mães e filhas pode ser generoso, gentil, dotado de um amor genuíno que pretende ensinar, orientar e acolher, mas pode ser também conflituoso e agressivo, repleto de ciúme ou inveja, sem que nenhuma das partes perceba de imediato que existe ali a marca da competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas mães competem com as filhas. Anseiam, inconscientemente na maior parte das vezes, por sua juventude, por sua beleza, por suas realizações acadêmicas ou profissionais. Essas mães não percebem que invadem o território de suas filhas e por vezes tentam trocar confidências com seus namorados, tentam ser mais amigas dos amigos da filha do que ela própria. Sequer se dão conta de que buscam se vestir e se comportar de forma parecida, talvez na ânsia de resgatar a própria adolescência, aquela que não teve condições de viver como desejava.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras mães podem agir de forma mais agressiva, colocando sua experiência de vida em evidência, mostrando ostensivamente ou subliminarmente à filha o quanto ela é despreparada. Geralmente são mães mais sensualizadas, críticas com relação à aparência das filhas, reclamando que elas poderiam se vestir melhor ou se comportar de outra forma, e caem em comparações com outras meninas, quando não se tornam o exemplo que acreditam que deve ser seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe ainda a possibilidade de a mãe ter ciúme da filha com relação ao pai. Os pais normalmente elogiam suas meninas que estão crescendo, muitas vezes as superprotegem e, diante do desconforto experimentado pela filha em função das constantes críticas de sua mãe, essas meninas elegem o pai como confidente, sentem-se mais confortáveis e acolhidas por ele, acirrando ainda mais o incômodo dessa mãe com essa proximidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de mãe e filha que não convivem com o pai, a competitividade pode aparecer quando ambas saem juntas para o mesmo divertimento e isso implica em flertes ou paqueras, como as conhecidas baladas. É claro que essas mães têm todo o direito de ir para onde quiserem e &#8220;ficar&#8221; ou namorar quem bem entenderem, mas pode ser constrangedor para a filha que sua mãe frequente os mesmos lugares nos mesmos dias. Será mesmo necessário?</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">A difícil tarefa de compreender e anular a competição</h2>
<p style="text-align: justify;">Uma das consequências da competitividade para as filhas é o recolhimento. Muitas meninas ficam com uma sensação permanente de inadequação. Algumas passam a sair pouco com os amigos e descuidar cada vez mais da aparência, enquanto outras se afundam silenciosamente nos livros e no trabalho quando já estão em idade de trabalhar. Não querem mais namorar porque ficam com a impressão de que não serão competentes para se fixar numa relação, afinal nunca serão tão interessantes quanto suas mães. Essas moças são assoladas por uma espécie de ansiedade, outras vezes por uma dolorosa apatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Ter uma mãe competitiva pode tonar a vida da adolescente ou da jovem adulta um grande problema.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Elas podem se sentir culpadas por serem belas e terem uma vida toda pela frente, ou a culpa pode passar pelo discurso de muitas mães que se queixam constantemente: &#8220;se eu tivesse tido oportunidade de estudar&#8230;&#8221;, &#8220;se eu pudesse voltar no tempo&#8230;&#8221;, &#8220;se meus pais pudessem ter me dado o que você tem hoje&#8230;&#8221; e outros comentários que acionam o sentimento de culpa e impotência, como se a filha tivesse alguma responsabilidade sobre a vida que sua mãe teve e escolheu ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a reação das filhas vítimas de mães competitivas pode ser a de afrontar essa mãe, lutando o tempo todo por seu espaço legítimo de jovem. Então, o comportamento passa a ser agressivo, o uso de palavras rudes e as acusações são frequentes e as atitudes diante de sua feminilidade serão ousadas, como que buscando com certa urgência o momento futuro, antecipando experiências, pulando fases, deixando de saborear o fluxo natural do amadurecimento. O relacionamento, com frequência, vira uma guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura da mãe-amiga, cúmplice, confidente, parceira, não existe para essas filhas ou não é reconhecida por elas, que se sentem constantemente ameaçadas, perdidas, sem saber como agir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">Mães podem resgatar relação com filhas</h2>
<p style="text-align: justify;">É certo que mães competitivas têm suas razões perdidas na inconsciência para terem esse tipo de comportamento. Em alguma instância, elas também se sentem ameaçadas pelo viço da juventude num momento em que começam a se dar conta do tempo que passa e que deixa suas marcas no corpo físico, ou quando acreditam que não têm mais tempo para novas conquistas, seja no campo afetivo, acadêmico ou profissional. Elas não gostam de ser quem são e desejam viver a vida de suas filhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A essas mães, que se reconhecem nesse lugar, sugiro uma reflexão a respeito do quanto ainda podem resgatar esse relacionamento, trazendo mais doçura no contato com suas filhas e buscando organizar seus pensamentos e sentimentos com relação à maternidade. Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<span class="eye_container"><strong>&#8220;</strong>Mudanças paulatinas no comportamento, demonstrando confiança, reconhecendo a graça e a beleza desse momento de vida das meninas e se movimentando no sentido de ocupar um espaço que seja verdadeiramente seu, podem dar uma tônica mais salutar e amorosa na relação.<strong>&#8220;</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">É claro que devemos relativizar tudo o que foi dito: filhas podem se sentir mais confortáveis em escolher o pai como confidente sem que a mãe seja competitiva, elas podem sair juntas sem que se sintam constrangidas, mães podem fazer comentários sobre sua adolescência sem que isso signifique um lamento e podem se vestir como desejarem sem que isso queira dizer que estão entrando em rota competitiva com a filha. É a tensão que se estabelece na relação em função de certos comportamentos que vai denunciar se existe ali um problema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 class="bold" style="text-align: justify;">aceitar o amor que existe entre abrem abre espaço para mudanças</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando uma ou ambas se percebem nessa situação de tensão, uma alternativa é buscar o diálogo honesto, abrir o coração denunciando seus temores, seus sentimentos, suas dores, dúvidas, incertezas. O melhor é aceitar o amor que existe entre ambas para tornar possível a mudança. É bom também procurar ajuda profissional quando a insegurança para abordar o assunto for grande. É natural sentir-se confusa e não saber sequer por onde começar a falar, tal o emaranhado de sentimentos nessas circunstâncias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mães e filhas podem e devem reverter essas relações competitivas. Podem e devem ocupar cada qual seu papel natural na relação, e assim resgatar o amor e o alívio tão benéficos para seguirem em paz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.personare.com.br/competicao-entre-maes-e-filhas-m6189</p>
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		<title>O jogo da sedução e a síndrome de Don Juan!</title>
		<link>https://casule.com/blog/o-jogo-da-seducao-e-a-sindrome-de-don-juan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 19:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitas vezes, tanto os homens quanto as mulheres, tendem a justificar sua solidão por não encontrar alguém ou quando encontram relatam não conseguem viver um “amor”.&#160;Nessa inquietude da conquista, certa instabilidade gera uma busca pelo grande objeto do desejo no processo de “conquistar” que se distancia do encontro com a pessoa a ser conquistada. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por muitas vezes, tanto os homens quanto as mulheres, tendem a justificar sua solidão por não encontrar alguém ou quando encontram relatam não conseguem viver um “amor”.&nbsp;Nessa inquietude da conquista, certa instabilidade gera uma busca pelo grande objeto do desejo no processo de “conquistar” que se distancia do encontro com a pessoa a ser conquistada.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste jogo de sedução, ao se alcançar a conquista é presente a monotonia caracterizando as relações rápidas e volúveis sem a existência do vínculo afetivo com o sentir de um “vazio” depois de expectativas frustrantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Psicologia, Jung coloca os efeitos do complexo materno que podem gerar distúrbios psíquicos, como o Don Juanismo caracterizado pela imagem da mãe como mulher perfeita, que não possui defeito e que está sempre de prontidão para atender os desejos do homem.&nbsp;Neste sentido, a figura materna presente e registrada na psique do homem tende a interferir cada vez&nbsp; mais em suas relações e em suas paixões. Em seguida, a conquista passa ocupar um “lugar” aonde acontece esta comparação podendo ter como resultado o desaparecimento repentino da paixão que insere a ideia de uma relação vazia e desinteressante.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desta experiência, a relação é interrompida por não conseguir firmar laços duradouros, devido a busca da perfeição em todas as mulheres que se aproximam, encontrando nas outras pessoas defeitos imaginários para justificar o término da relação. Por outro lado, quando houve uma relação saudável com a mãe, o fortalecimento inconsciente deste vínculo passa a ser duradouro refletindo na procura da imagem da mãe nas outras mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros fatores são observados no comportamento daqueles que apresentam a síndrome de Don Juan ou Don Juanismo, dentre eles temos o complexo de rejeição caracterizado também, pelo medo ou receio de estar amando.&nbsp;Notamos que, muitos homens apresentam dificuldades em se entregar ao amor de uma única mulher, com o receio inconsciente de abandono, e apresentam comportamentos voltados sempre no plano da conquista.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a conquista se torna algo excitante e interessante e, na medida em que se distancia da imagem da mãe, se torna frustrante e monótona. Também pode aparecer certo mal-estar ao perceber suas dificuldades no estabelecimento do vínculo e da necessidade da convivência responsável.&nbsp;É possível perceber esse abandono de relação como nova liberdade e desprendimento para iniciar outra conquista, onde sempre poderá estar presente o temor do envolvimento afetivo verdadeiro e a antecipação do sofrimento ao assumir um compromisso.</p>
<p style="text-align: justify;">O Don Juanismo também se manifesta no comportamento como conseqüência do complexo de rejeição, proveniente da vivência do abandono paterno ou materno. É percebido o medo de nova decepção afetiva resultando na evitação da dor diminuindo as possibilidades do comprometimento e sentimento de amor.</p>
<p style="text-align: justify;">A Síndrome de Don Juan causa sofrimento e a incapacidade de criar vínculos relacionais, provocados pelas vivências destes comportamentos e da sensação interna de vazio.</p>
<p style="text-align: justify;">É possível e preciso a busca dos motivos geradores desta síndrome, através do autoconhecimento e de novas formas de relacionamentos, para que se possa encontrar a segurança e a confiança em si, facilitando a manutenção de relações mais saudáveis e duradouras.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psicologiamsn.com/2014/02/o-jogo-da-seducao-e-sindrome-de-don-juan.html</p>
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		<title>Como manter o controle emocional?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-manter-o-controle-emocional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2015 17:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção. O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linha-fina" style="text-align: justify;">Entenda como funciona a busca do equilíbrio entre razão e emoção.</h2>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.</p>
<p style="text-align: justify;">O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva. &#8220;As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos&#8221;.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lidar com frustrações é sofrido e angustiante </strong></p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco.</p>
<p style="text-align: justify;">O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos.</p>
<p class="textoCorrido " style="text-align: justify;">FONTE:http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/11972-como-manter-o-controle-emocional</p>
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		<title>Faxina na alma-( A hora é agora)</title>
		<link>https://casule.com/blog/faxina-na-alma-a-hora-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 19:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-controle]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[complexo de inferioridade]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia jf]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia jf]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo-comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[terapia positiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sabe aquele amigo sempre indisponível para você?  Coloque-o no lixo reciclável junto com as garrafinhas pet. Sabe aquele outro amigo que se acha o máximo?  Faça o mesmo. Muitas mulheres tiram o domingo para faxinar a casa, lavar a roupa. Desencostam móveis, saem à caça da poeira escondida, enceram o piso, limpam os vidros, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sabe aquele amigo sempre indisponível para você?  Coloque-o no lixo reciclável junto com as garrafinhas pet. Sabe aquele outro amigo que se acha o máximo?  Faça o mesmo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas mulheres tiram o domingo para faxinar a casa, lavar a roupa. Desencostam móveis, saem à caça da poeira escondida, enceram o piso, limpam os vidros, retiram da geladeira e armários os produtos vencidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que dedicamos parte do nosso tempo a limpar e a organizar onde vivemos, deveríamos regularmente faxinar a alma. Jogar fora emoções com data de validade vencida. Sacudir a poeira de mágoas que ficaram debaixo do tapete. Dar um lustro nas nossas qualidades positivas. Varrer para fora de casa gente que não acrescenta. E no final do dia, se servir de uma taça com alguma coisa qualquer, espalhar-se no sofá da sala e admirar como você trabalhou bravamente para viver num lugar mais harmonioso e seu. Se sujeira e bagunça incomodam o bem estar, imaginem quando o local sujo e bagunçado é o nosso coração?</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe aquele amigo sempre indisponível para você? Coloque-o no lixo reciclável junto com as garrafinhas pet. Sabe aquele outro amigo que se acha o máximo? Faça o mesmo. Sabe aquela sua mania de concordar com as baboseiras que os outros dizem para ser educado? Jogue no lixo com o molho inglês vencido. No lixo não reciclável. Sabe aquele tique nervoso de tentar justificar todas as babaquices que fazem contra você? Jogue no triturador e deleite-se com o barulho do mau hábito sendo esmigalhado.</p>
<div class="publi" style="text-align: justify;"></div>
<div class="publi" style="text-align: justify;">FONTE:http://thesecret.tv.br/2015/08/faxina-na-alma-a-hora-e-agora/</div>
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