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	<title>alerta aos pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>alerta aos pais - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>Como dar limites ao seu filho pequeno?</title>
		<link>https://casule.com/blog/como-dar-limites-ao-seu-filho-pequeno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 20:37:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A questão dos limites dados às crianças pequenas é um dos pontos primordiais da educação e, por isso, assusta tanto os pais. O frequente comentário &#8220;tal criança não tem limite&#8221; é traduzido como: ela faz o que quer, não obedece aos adultos ou não sabe lidar com as frustrações. Nenhum pai deseja que seu filho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A questão dos limites dados às crianças pequenas é um dos pontos primordiais da educação e, por isso, assusta tanto os pais. O frequente comentário &#8220;tal criança não tem limite&#8221; é traduzido como: ela faz o que quer, não obedece aos adultos ou não sabe lidar com as frustrações. Nenhum pai deseja que seu filho seja alvo desse tipo de comentário. Mas como fazer isso? Como os pais podem ajudar o filho (desde bebê) a desenvolver recursos para lidar com o NÃO, sem que se sintam verdadeiros vilões?</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana Augone, psicóloga, explica que &#8220;até aproximadamente os 3 anos educar e colocar limites significa rotina e disciplina dos pais no cotidiano. A criança está descobrindo o mundo e tudo para ela é fascinante, o que a torna obediente porque ela faz tudo com o prazer da descoberta, do novo e da imitação&#8221;. Por isso, durante os anos iniciais os rituais diários são de extrema importância. Hora para dormir, hora para comer, hora para tomar banho! A rotina é estabelecida e deve ser permeada pelo desenvolvimento da paciência, ao se ensinar a criança a esperar. Com a rotina organizada a criança pequena se sente mais segura em relação ao imenso mundo que tem à sua volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois dessa fase, conta Rosana, há uma transformação e &#8220;a partir dos 3 anos, o momento da criança muda radicalmente&#8221;. Inicia-se um período que ela costuma chamar de &#8220;adolescência da infância&#8221;, fase em que a criança passa a usar a oposição, a autoafirmação, o questionamento dos combinados, a birra, a manipulação e a sedução em favor do que ela deseja de imediato. Esse período se torna exaustivo para os pais e também exige deles uma transformação no comportamento. Devem ser agora mais firmes e muito claros em relação às consequências para as ações do filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Rosana traz ainda uma nova maneira de se nomear essa ação dos pais; &#8220;Eu prefiro explicar aos pais que seus filhos precisam de margens, tal qual um rio que, se não as tiver, perde a forma e deixa de ser um rio. As margens dão o contorno, criam uma forma, uma identidade, um ser que pode aprender quem é e qual seu papel no núcleo familiar. As margens desenham a personalidade da criança, enquanto os limites a cerceiam sem lhe dar forma nem consistência. Sem margens o rio deixa de ser rio, perde a forma, a identidade. Com margens muito apertadas ele perde seu potencial de rio e torna-se um riacho, um córrego, com forma, porém muito aquém das suas potencialidades.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Lucila Bernardes, terapeuta familiar e orientadora educacional, explica que o filho é uma realização dos pais, um motivo de orgulho. &#8220;Não é à toa que quando os filhos não são aquilo esperado pelos pais, esses se sentem mexidos e até traídos em suas expectativas. Dizer NÃO para o filho, vê-lo chorando, frustrado ou contrariado diz respeito a ferir a representação da realização do filho idealizado e feliz.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais precisam ter cuidado para não escolher o caminho que parece mais fácil, mas que é o mais danoso. A opção por não frustrar e deixar de lado motivos para o conflito só para ganhar um sorriso e uma momentânea satisfação é perigosa. O problema, esclarece Lucila, &#8220;é justamente que a criança vai se tornando mal acostumada, sem a menor resistência aos impedimentos naturais da vida e aquilo que parece bom, torna-se na verdade a causa das crianças birrentas e tiranas. É nesse momento que os pais podem virar vilões de verdade, pois quando perdem a autoridade não são mais respeitados. &#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/limite-bom-eles-gostam-635572.shtml</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>TV e crianças: qual é o limite dessa exposição?</title>
		<link>https://casule.com/blog/2976-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editor de Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 19:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alerta aos pais]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já não é de hoje que somos bombardeados diariamente por notícias a respeito de todo tipo de situações que ocorrem em nosso entorno, ou seja, os noticiários narram acontecimentos em nosso bairro, cidade ou ainda em nosso país. E muitas das coberturas jornalísticas que nos chegam, muitas vezes, são categóricas ao descrever incidentes perigosos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é de hoje que somos bombardeados diariamente por notícias a respeito de todo tipo de situações que ocorrem em nosso entorno, ou seja, os noticiários narram acontecimentos em nosso bairro, cidade ou ainda em nosso país. E muitas das coberturas jornalísticas que nos chegam, muitas vezes, são categóricas ao descrever incidentes perigosos e cheios de tensão.</p>
<p>E, obviamente, além dos desdobramentos que, muitas vezes, descrevem as situações dramáticas, uma série de reações pessoais dos espectadores são percebidas pelas crianças através de expressões carregadas de indignação, surpresa ou ainda fúria, dando um contorno ainda mais emocional aos incidentes.</p>
<p>Ao que tudo indica, nos acostumamos a isso tudo e, inclusive, pensamos ser “parte do mundo” atual. Entretanto, ainda que tenhamos nos habituado a ouvir toda a sorte de coisas, muitas vezes não estamos sozinhos.</p>
<p>Em muitos lares, é comum que os adultos assistam à televisão junto das crianças, pois, afinal, essa é a configuração natural de muitas famílias. E dessa maneira, ainda que não estejam conectadas ao noticiário, muitas estão simplesmente brincando no ambiente sem que estejam diretamente prestando atenção, o que não quer dizer que não possam estar sendo afetadas pelas reações do ambiente.</p>
<p>Assim sendo, é inevitável que, ainda que incapazes de acompanhar a lógica das explicações e dos fatos ocorridos, muitas delas ouvem os adultos conversarem.</p>
<p>Nem sempre nossos pequenos podem, de fato, entender o que está sendo dito, mas uma coisa é fatalmente percebida: a presença de ansiedade e preocupação dos pais.</p>
<p>Em função disso, pesquisadores descobriram que as crianças que são expostas a coberturas de acontecimentos negativos, apresentam mais sintomas relacionados a traumas psicológicos do que aquelas que são poupadas disso.</p>
<p>E, vale dizer, isso não é de hoje.</p>
<p>Televisão e violência</p>
<p>Praticamente desde o aparecimento da televisão, pais, professores e profissionais de saúde mental queriam compreender o impacto de programas de televisão em crianças.</p>
<p>Albert Bandura, um importante psicólogo americano da década de 1970, debruçou-se sobre o tema da violência e sobre aquilo que denominou de “teoria da aprendizagem social”, ou seja, a tendência de as crianças imitarem aquilo que estão vendo.</p>
<p>Como resultado de duas décadas de pesquisas, alguns comitês, em especial o “Surgeon General’s Scientific Advisory Committee on Television and Social Behavior,” debruçaram-se sobre essa questão. O relatório resultante da investigação, somado a outro documento publicado pelo “National Institute of Mental Health”, identificou os grandes efeitos da exposição à hostilidade na televisão, ao concluir que a violência impacta “de forma consistente e perturbadora as atitudes, valores e comportamento dos espectadores infantis”.</p>
<p>Alguns achados indicam que: (a) as crianças podem tornar-se menos sensíveis à dor e ao sofrimento alheio; (b) podem ficar mais inseguras e amedrontadas em relação ao mundo que as rodeia e, finalmente, (c) se tornam mais propensas a se comportar de maneira agressiva em relação aos outros.</p>
<p>Uma importante pesquisa feita pelos psicólogos L. Rowell Huesmann e Leonard Eron, a partir da década de 1990, descobriu que as crianças que assistiram muitas horas de violência na televisão, na infância, apresentavam níveis mais elevados de comportamento agressivo quando se tornaram adolescentes.</p>
<p>E a consequência não parou por aí: ao acompanhar esses participantes até a idade adulta, os pesquisadores descobriram que aqueles mais expostos à violência na TV em anos anteriores, foram os mais propensos a ser presos e processados por atos criminosos na vida adulta.</p>
<p>Obviamente que apresentar um comportamento agressivo não é consequência única e exclusiva da exposição à violência na mídia, entretanto, esse seria um dos fatores preponderantes que podem contribuir para a consolidação do comportamento agressivo.</p>
<p>Outra pesquisa descobriu que a exposição à violência na mídia pode dessensibilizar as pessoas à violência encontrada no mundo real a ponto de que, para algumas pessoas, assistir a violência nos meios de comunicação torna-se neutro (e, em alguns casos, agradável) não gerando mais desconforto ou ansiedade.</p>
<p>Neurônios- espelho</p>
<p>Além disso, não podemos nos esquecer do papel importante que os neurônios-espelho exercem em nosso comportamento. Você, por acaso, sabe qual é a sua função?…</p>
<p>Eu explico.</p>
<p>Quando vemos alguém fazendo algo, automaticamente simulamos a ação em nosso cérebro, ou seja, é como se nós mesmos estivéssemos mentalmente realizando aquele gesto. Isso quer dizer que o cérebro funciona como um “simulador” silencioso, ou seja, nossa mente involuntariamente ensaia toda ação que observamos em nosso entorno, deixando-nos “prontos para agir”. Essa capacidade se deve aos “neurônios-espelho”, distribuídos por partes essenciais do cérebro.</p>
<p>Assim, quando observamos alguém realizar uma ação (bocejar, por exemplo), esses neurônios disparam (daí o nome “espelho”) e é por isso que também bocejamos. Assim, essas células cerebrais são essenciais no aprendizado de atitudes e ações, pois permitem que as pessoas executem atividades sem necessariamente pensar nelas, apenas acessando o banco de memória individual de cada um.</p>
<p>Nesse sentido, a mente dos jovens, que vivenciam mais violência, tende a ficar mais “exercitada” junto às ações que envolvam este tipo de atitude, pois fica mais habituada a esse tipo de ocorrência.</p>
<p>Como agir?</p>
<p>No sentido de gerenciar a quantidade de exposição que seus filhos têm a eventos e notícias trágicas e violentas relatadas pela TV, faça o seguinte:</p>
<p>Esteja sempre atento à presença de seus filhos<br />
Sugere-se que os pais tenham conversas apropriadas com suas crianças e adolescentes a respeito do que viram e ouviram nos programas de televisão. Caso as crianças sejam muito pequenas, não as exponha desnecessariamente a um conteúdo negativo. Isso pode contribuir dramaticamente para a criação de maior insegurança e medo na cabeça dos pequenos (além dos fatores já descritos).</p>
<p>Caso sejam maiores, reexplique as piores notícias. Isso cria consciência e ajuda a diminuir o impacto negativo na imaginação fértil dos pequenos que tentam remontar os acontecimentos a partir de sua própria lógica pessoal.</p>
<p>Assim sendo, planeje a visualização de TV / Internet.</p>
<p>Especifique momentos localizados de tempo (como no período da manhã, almoço e jantar) para assistir à TV<br />
Limitar entre 30-60 minutos é o ideal. Em seguida, coloque-os para fazer outra coisa. Pode-se dar um passeio, lavar pratos ou ainda pintar um livro. Tire-os da frente da TV. Faça o mesmo em outros períodos do dia. E lembre-se: evite a exposição desmedida.</p>
<p>Mas, e se eu controlo o tipo de programação?</p>
<p>A pesquisadora Linda Pagani, da Universidade de Montreal, constatou que, além da média aproximada de uma hora e dez minutos diários, independente do conteúdo, cada hora extra de TV representou – em crianças com idade até dois anos e meio – uma significativa diminuição no vocabulário pessoal (como o número de palavras reconhecidas e gravadas), queda das habilidades matemáticas, decréscimo do nível de atenção e de resposta a estímulos, piora na capacidade de se defender de ataques físicos de outras crianças, ou seja, aumentaram as chances de vitimização e, finalmente, uma importante redução das habilidades físicas gerais.</p>
<p>Bem, e não saber se defender das agressões dos colegas? Possivelmente poderá contribuir com o aumento da introversão e do sentimento de exclusão social, pois sentir-se menos seguro poderá interferir na capacidade de socialização, tornando-as mais embotadas emocionalmente.</p>
<p>Não querendo ser muito pessimista, mas vamos considerar, inclusive, que esses efeitos podem estar subestimados. Como? Eu explico. Imagine o caso das crianças que são cuidadas por terceiros (como creches ou por babás, por exemplo) e que sabidamente ficam expostas muito mais tempo a TV. Enfim, é para pensar.</p>
<p>Os autores da pesquisa dizem que identificar esses indícios de excesso de TV na infância pode ajudar a modificar padrões de comportamentos futuros, inteligência e habilidades cognitivas na idade madura, além de impactar a escolha por estilos de vida mais saudáveis.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>Procure ter controle a respeito do tipo de exposição a que seu filho é submetido quando deixado solitariamente de frente a uma TV.</p>
<p>Tempo demasiado, já sabemos, colabora para uma piora no desenvolvimento cognitivo.</p>
<p>Conteúdos negativos, conforme vimos, criam ansiedade, pânico e até sintomas de trauma psicológico.</p>
<p>Em excesso, relatos de tensão anestesiam as reações emocionais, o que pode ser devastador do ponto de vista emocional na vida adulta.</p>
<p>Enfim, nada melhor do que a boa e velha interação entre as pessoas, certo?… É bom ficarmos atentos. A resiliência é algo que se constrói desde cedo.</p>
<p>Fonte: http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2015/09/02/tv-e-criancas-qual-e-o-limite-dessa-exposicao/</p>
<p>O post <a href="https://casule.com/blog/2976-2/">TV e crianças: qual é o limite dessa exposição?</a> apareceu primeiro em <a href="https://casule.com">Casule Saúde e Bem-estar</a>.</p>
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