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	<title>abandono - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>abandono - Casule Saúde e Bem-estar</title>
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		<title>livre-se do sentimento de abandono e rejeição..</title>
		<link>https://casule.com/blog/livre-se-do-sentimento-de-abandono-e-rejeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 20:11:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A rejeição é, sem dúvida, um trauma capaz de provocar grande dano na vida das pessoas. A desilusão pelo rompimento indesejado causa ressentimento que não sendo trabalhado devidamente, dá origem a diversos transtornos psíquicos e até físicos. O sentimento de não sermos amados ou aceitos é o estopim de mágoas e outros sentimentos destruidores. Não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A rejeição é, sem dúvida, um trauma capaz de provocar grande dano na vida das pessoas. A desilusão pelo rompimento indesejado causa ressentimento que não sendo trabalhado devidamente, dá origem a diversos transtornos psíquicos e até físicos. O sentimento de não sermos amados ou aceitos é o estopim de mágoas e outros sentimentos destruidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é fácil ser abandonado, entretanto, se isso já é um fato é preciso pensar em maneiras de reconstruir a própria vida, procurando esmerar-se nisso.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido algumas dicas podem ser úteis.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>1- Aceite o fato consumado</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Enfrentar a realidade é fundamental, porque enquanto você ficar se iludindo, na esperança de que a pessoa retorne e volte atrás, nada vai mudar. Chorar, suplicar pelo amor de alguém que não lhe quer só vai piorar seu sofrimento. Amar e não ser amado não desmerece ninguém, mas implorar amor fere a dignidade de qualquer pessoa.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>2- Encare a situação como sendo um ciclo que se fechou</b></h2>
<p style="text-align: justify;">A vida é cíclica, o que corresponde dizer que um ciclo de fecha para que surja um novo. Não é o fim da sua vida, muito menos do mundo! Não alimente pensamentos de perda, afinal o relacionamento deu certo por algum período e momentos bons aconteceram. Certamente todas as experiências vividas contribuíram para o seu amadurecimento e, portanto, valeram a pena. Mas agora isso é passado e você precisa olhar para frente, renovar o ciclo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>3- Não alimente emoções destrutivas</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Sentir raiva diante do abandono é normal e pode até ser muito saudável, desde que cumpra seu papel de defesa e depois se transforme em aceitação.  Quando a raiva vira ódio, culpa, ressentimento, desejo de vingança, desespero e impotência passa a ser corrosiva para a alma e causa maior sofrimento. Permita-se vivenciar as fases naturais do luto pelo fim de seu relacionamento, mas não se entregue a elas. Para tanto, mantenha o bom senso e o equilíbrio não alimentando emoções negativas em seus pensamentos e ações.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>4- Pense em você</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Claro que sua autoestima está abalada, mas não permita que desmorone; antes cuide e a estimule através do cuidado com você mesmo. Ninguém merece, mas quase todo mundo se sente rejeitado, em algum momento da vida. Mantenha-se bem, cuide da sua aparência e saúde, pratique exercícios, divirta-se com amigos e familiares, empenhe-se no trabalho e olhe para o espelho com satisfação.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>5- Seja você e não se deixe levar pelo recalque</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Não procure saber da vida de quem não quis mais compartilha-la com você, evite qualquer tipo de encontro e mesmo informação, pelo menos até que a ferida cicatrize. Também não queira mostrar indiferença ou forçar situações do tipo “estou muito bem, obrigado”. Nada mais patético do que a pessoa querer mostrar o que não é e o que não sente.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, troque emoções negativas por positivas, supere essa dor e candidate-se a viver novas possibilidades. Afinal, ser feliz é preciso!</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.suelyburiasco.com.br/?p=18174</p>
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		<title>A dor da separação &#8211; Compreendendo a dor</title>
		<link>https://casule.com/blog/dor-da-separacao-compreendendo-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2016 20:18:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito comum após uma separação lembrar-se muito mais dos momentos bons e esquecer-se das causas que fizeram o relacionamento não mais existir. Depois de analisar alguns fatos, obter algumas respostas, algumas pessoas podem chegar à conclusão que é melhor voltar a um passado infeliz, mas seguro, do que enfrentar um futuro incerto, apesar de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É muito comum após uma separação lembrar-se muito mais dos momentos bons e esquecer-se das causas que fizeram o relacionamento não mais existir. Depois de analisar alguns fatos, obter algumas respostas, algumas pessoas podem chegar à conclusão que é melhor voltar a um passado infeliz, mas seguro, do que enfrentar um futuro incerto, apesar de quase sempre, muito melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa voz que lhe diz para ligar, procurá-lo, passar por cima de suas mágoas e sentimentos, fazendo-a olhar esse passado com lágrimas nos olhos, pode estar apenas representando seu medo de acreditar em si mesma e ser capaz de superar essa dor.</p>
<div class="l mt30 mb30" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Separar-se não significa não haver mais nenhuma possibilidade de voltar atrás e reconciliar-se. Significa simplesmente que por enquanto a relação acabou e esta é a única certeza que possui. Algumas vezes acontece que, depois de uma separação, o casal volte a unir-se, superando as dificuldades e acima de tudo, aprendendo com cada uma delas.</p>
<div class="arroba-island l mr15 mb15" style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;">Porém, viver na esperança e na expectativa de que isso aconteça pode ser muito destrutivo. É essencial viver esse momento como uma verdadeira separação, a fim de que todo o sofrimento tenha algum sentido de ter existido e tenha deixado algum aprendizado, para que assim algumas mudanças possam ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Se haviam brigas constantes, desentendimentos, tristeza, a separação não deveria ser vivida como uma sensação de alívio? E se em lugar do alívio, existe a angústia, opressão? Será que isso indica que houve um engano? Mesmo que a relação não estivesse sendo como gostaria, agora falta uma parte de si mesma que sentia como se existisse dentro de você e que foi embora, não há mais um ponto de referência que o outro proporcionava. Houve a quebra de vínculos profundos, e quanto mais longa foi a relação e mais intimamente os momentos eram partilhados, mais intensa parece ser a falta que faz. Mesmo quando havia sofrimento durante o relacionamento, infelizmente é muito difícil existir uma separação sem dor.</p>
<p style="text-align: justify;">Parece ser difícil passar desapercebido esse momento. Os sentimentos que antes era possível disfarçar, agora parecem ficar mais expostos como nunca. A separação de fato machuca tanto, que na escala das causas de estresse vem imediatamente após a morte de uma pessoa significativa. Tanto isso é verdade que quando esse vínculo é rompido, é necessário um trabalho interior que requer uma enorme quantidade de energia psíquica para recuperar o equilíbrio perdido, tanto que psiquicamente, passamos por um período de luto, da mesma forma de quando perdemos uma pessoa querida pela morte real.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, muitas pessoas têm a sensação de assistir a um enterro, sem flores nem acompanhamentos, no qual se está só com seu luto. Algumas pessoas nesse momento precisam estar na companhia de alguém que as ouçam e suportem com elas sua dor, mas quase sempre a pessoa não se sente uma companhia muito agradável, evitando qualquer contato com outras pessoas, para ter a liberdade de chorar, chorar e chorar. Não imaginando que ficaria tão mal! Mas ficamos.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas pessoas olham fotos de momentos vividos juntos, lêem cartas, mensagens que foram trocadas. Outras, no entanto, rasgam tudo, querem se livrar de tudo aquilo que as façam llembrar do passado, afinal os objetos são terríveis testemunhas do que se deseja esquecer. O que é ideal? Guardar e rever tudo que foi conquistado junto ou se livrar de tudo o mais rápido possível? Faça o que te faça sofrer menos. É comum nos dias seguidos da separação, rever fotos e tudo que possa lhe garantir que tudo aquilo existiu de fato, mas prolongar esse período pode trazer muito mais dor.</p>
<p style="text-align: justify;">A culpa também é outro sentimento que pode nos fazer querer voltar para refazer o que não fizemos. Algumas pessoas tendem a si devido a um sentimento de inferioridade, baixa auto-estima, por não ter sido capaz de manter a relação. Outras tendem a agir ao contrário, não se responsabilizando por nada do que ocorreu. Nem sempre a busca por culpados é o melhor caminho, é melhor entender o que aconteceu, evitando apontar o dedo para quem quer que seja.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram preciso duas pessoas para começar a relação e também para terminá-la, por mais que um dos dois não quisesse que isso ocorresse. Mas não se deve deixar-se esmagar por condenações, com certeza cada um naquele momento fez o melhor que conseguiu fazer. Ter uma visão clara do que ocorreu não é uma conquista imediata e para que as primeiras reações emotivas possam ser compreendidas leva algum tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é possível determinar quanto tempo, pois cada pessoa reage de maneira diferente, principalmente devido ao seu histórico de vida. Pessoas que quando crianças viveram a experiência do abandono, com certeza encontrarão mais dificuldades para enfrentar esse momento, pois o abandono da infância irá se somar ao atual, podendo fazê-la reviver o último com muito mais intensidade e sofrimento. Por outro lado, aquelas que viveram uma infância com afeto, sem perdas, terão mais recursos para enfrentar a separação.</p>
<p style="text-align: justify;">Seja o que for que esteja sentindo nesse momento, saiba ser compreensiva consigo mesma como seria com alguém que lhe pedisse colo. Dê a si mesma, carinho, atenção e ouça cada um de seus sentimentos, sem desprezá-los ou ignorá-los, para que aos poucos comece a reconstruir esses sentimentos que pensava nunca mais sentir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/a-dor-da-separacao-compreendendo-a-dor-7-1-6-378.html?origem=taboola</p>
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		<title>Amor Patológico.</title>
		<link>https://casule.com/blog/amor-patologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2016 20:09:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme. Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O amor patológico, ou AP, caracteriza-se principalmente por ser um amor conturbado por muito ciúme, por isso torna-se importante diferenciarmos os tipos de ciúme.</p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente em relacionamentos amorosos, o sentimento de amor é acompanhado de carinho e zelo para com a pessoa amada. Existem pessoas que acreditam que o ciúme é necessário para um relacionamento amoroso, pois representa este cuidado. Porém é interessante entendermos que tipo de cuidado é este, ou seja, seria o ciúme uma forma de zelo ou estaria este sentimento mais ligado a perspectiva de perda ou abandono pelo ser amado?</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente o ciúme está relacionado à autoestima, crenças de abandono e menos valia. A forma como o ciúme é vivenciado pode ser mais ou menos saudável, e a forma menos saudável possivelmente pode se configurar em um caso de AP.</p>
<p style="text-align: justify;">É natural em momentos em que a pessoa é excluída ou sente-se ameaçada de exclusão na relação com o outro, sentir-se enciumada.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando existe um comprometimento emocional maior, ou seja, a pessoa não está 100% bem emocionalmente, então ela pode apresentar-se como ciumenta. Neste caso há uma permanente sensação de angústia e instabilidade, que permeia a relação com o outro. A pessoa então passa a viver sob estado constante de tensão, imaginando estar na iminência de ser traído ou abandonado pelo parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Um terceiro caso, mais grave sob o ponto de vista de comprometimento emocional, ocorre em situações delirantes, em que a desconfiança cede lugar à certeza, mesmo infundada, de que o parceiro está traindo ou abandonando a pessoa. Neste caso, a angústia torna-se insuportável, se estabelece um nível de tensão imensa e incessável. Nesta situação, então, podemos cogitar a hipótese de um quadro de Amor Patológico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Características Clínicas do <strong>Amor Patológico</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que sofre de AP tem atitudes bem peculiares em relação ao parceiro. Normalmente seus interesses pessoais ou o que antes tinha valor para si, são deixados de lado em prol de atitudes de cuidado e benefício extremo ao outro. Tais atitudes fogem do controle e muitas vezes invadem a liberdade do parceiro, não raro, trazendo desentendimentos entre ambos. Porém é importante fazer um alerta, já que tais atitudes também podem estar presentes em outros quadros psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhor compreensão do que é o Amor Patológico, é importante ter ciência de que a essência desta patologia não é o amor, mas sim o MEDO – de ser abandonado, de não merecer o amor do parceiro ou de ser traído. As atitudes de espionagem e desconfiança por quem sofre de AP, apesar de trazer grande desconforto ao relacionamento, propicia alívio destes temores.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Característica familiar, cultural e gênero</h2>
<p style="text-align: justify;">São de fundamental importância durante a infância, o cuidado e afeto dos pais, para que a criança tenha bases sólidas para desenvolver padrões de relacionamentos seguros e satisfatórios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em lares desajustados, em que há falta de afeto, compreensão e segurança, a criança torna-se carente desse suporte afetivo e nutre o medo de ser abandonada e não amada pelos pais. Normalmente com o intuito de ser aceita e amada, passa a desempenhar papéis de cuidado extremo com seus irmãos, quando tem, ou até mesmo para com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Na fase adulta, a pessoa tende a repetir o padrão de relacionamento aprendido na infância. Geralmente se atraem por pessoas pouco afetivas e inseguras, que por tanto, necessitam de grande cuidado e atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Homens e mulheres podem ser acometidos pelo Amor Patológico, apesar de ser mais comum em mulheres, também devido a fatores socioculturais.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como obter ajuda</h2>
<p style="text-align: justify;">Para saber se a pessoa é portadora de Amor patológico, é primordial realizar uma criteriosa avaliação clínica  psicológica. Feita uma boa avaliação é importante manter o acompanhamento psicológico, pois ele oferecerá suporte para o controle de atitudes e pensamentos destrutivos ao relacionamento e ao próprio indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:www.psicologoeterapia.com.br/terapia-de-casal/amor-patologico/</p>
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		<title>Incapacidade em ficar só</title>
		<link>https://casule.com/blog/incapacidade-em-ficar-so/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 20:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em alguns casos pular de um relacionamento para outro pode ser sinal de ansiedade, talvez dificuldade em aproveitar as experiências nos rompimentos para amadurecer e, quem sabe, conseguir desfrutar melhor o próximo relacionamento. Mas não descarto a possibilidade de, em outros casos, a decisão em não ficar só ser algo que funcione muito bem para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em alguns casos pular de um relacionamento para outro pode ser sinal de ansiedade, talvez dificuldade em aproveitar as experiências nos rompimentos para amadurecer e, quem sabe, conseguir desfrutar melhor o próximo relacionamento. Mas não descarto a possibilidade de, em outros casos, a decisão em não ficar só ser algo que funcione muito bem para alguns.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">A mulher tem mais dificuldade em ficar sozinha? É comum a mulher sofrer mais?</h2>
<p style="text-align: justify;">É possível que nossa cultura cobre mais das mulheres, do que cobram dos homens, que se casem e tenham família. Não sei se este seria o único fator envolvido, mas percebo que as mulheres demonstram tendencia a sofrerem mais quando estão sós, sem um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas também é possível que a mulher expresse mais seu sofrimento em estar sozinha. Talvez o homem também se sinta tão mal quanto a mulher mas possa ter dificuldade em encontrar acolhimento ao expressar que prefere estar em um relacionamento do que sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Podemos considerar problemática a mulher que não sabe ficar só?</h2>
<p style="text-align: justify;">Taxar alguém de problemática devido uma dificuldade pode ser um tanto cruel. Creio que a pessoa, tanto homem como mulher, que sentem dificuldade em ficar só poderiam ter algo a ganhar em identificar quais são as fragilidades envolvidas e tentar superar. Muitas vezes a vida nos oferece muito do que desejamos, mas algumas vezes nosso destino não depende totalmente de nós, principalmente quando falamos de relacionamento, pois nossa vontade deve estar em sintonia com a vontade do outro para haver interação, e  justamente por isso pode ser interessante desenvolver resistência à frustração, neste caso a frustração em não estar em um relacionamento.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Terapia para a mulher que não consegue ficar só?</h2>
<p style="text-align: justify;">É uma opção para a mulher, ou homem, que deseja superar a incapacidade em ficar só. A psicoterapia pode ajudar a identificara origem, a possibilidade de haver algum evento que possa ter fragilizado neste sentido ou de encontrar formas de identificar qualidades nos momentos nos quais está só.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Alguns dizem que &#8220;nada melhor que um novo amor para esquecer do antigo&#8221;. Seria válido?</h2>
<p style="text-align: justify;">Um novo amor pode ser sempre algo que promove muita motivação, mas penso se a busca de um novo amor para esquecer o antigo não estaria sendo uma forma de usar outra pessoa para cessar o sofrimento. Seria este um motivo valido para inserirmos alguém em nossa vida? Não seria mais honesto iniciar um relacionamento por ser algo bom para as atuais pessoas envolvidas neste relacionamento? Iniciar novo relacionamento para esquecer o antigo não seria uma forma de incluir um terceiro participante deste relacionamento?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.marisapsicologa.com.br/mulheres-que-nao-conseguem-ficar-sozinhas.html</p>
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		<title>5 feridas emocionais da infância.</title>
		<link>https://casule.com/blog/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redatora Casule]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2016 18:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[psicoterapia infantil jf]]></category>
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		<category><![CDATA[transtorno do estresse pós traumático]]></category>
		<category><![CDATA[trauma na infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro. Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os problemas vividos na infância podem provocar algumas cicatrizes emocionais que podem predizer como será nossa qualidade de vida quando adultos. Além disso, podem influenciar significativamente na forma como os nossos filhos se relacionarão conosco e com outras pessoas no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">Este artigo aborda cinco das feridas emocionais ou experiências dolorosas da infância, que, aliadas a uma parte da nossa personalidade, nos ajudará a observar quais são as nossas próprias feridas:</p>
<h2 style="text-align: justify;">1- O medo do abandono</h2>
<p style="text-align: justify;">A solidão é o pior inimigo para quem foi negligenciado ou abandonado na infância. Quem já sofreu abandono tende a abandonar prematuramente as pessoas com quem mantém um relacionamento ou seus projetos de vida por medo de ser abandonado novamente.<br />
Seria algo como “eu vou antes de você me deixar”, “ninguém me apóia, não estou disposto a suportar isso”, “se você for, não precisa mais voltar…”.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas que têm feridas emocionais de abandono na infância precisam trabalhar o medo da solidão, o medo de ser rejeitado e as barreiras invisíveis ao contato físico.<br />
A ferida causada pelo abandono não é fácil de curar, mas, você consegue perceber uma melhora quando esse medo da solidão começa a desaparecer dando lugar a um diálogo interno positivo e esperançoso.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2- O medo da rejeição</h2>
<p style="text-align: justify;">O medo da rejeição é uma das feridas emocionais mais profundas, porque implica na rejeição de nós mesmos, do nosso interior, ou seja, das nossas experiências, dos nossos pensamentos e dos nossos sentimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse medo pode aparecer por vários fatores como, por exemplo, através da rejeição dos pais, da família ou de colegas e gerar pensamentos de auto-rejeição e de auto-desqualificação.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa que tem medo de ser rejeitada não se sente digna de receber afeto ou de ser compreendida e por isso se isola em seu vazio interior.</p>
<p style="text-align: justify;">É provável que as pessoas que sofreram rejeição sejam evasivas e por isso é necessário trabalhar os seus temores, os medos internos e as situações que geram pânico.<br />
Se este for o seu caso, ocupe o seu lugar no mundo, arrisque-se, tome suas próprias decisões. Faça isso aos poucos e perceba que você ficará menos incomodado se alguém se afastar ou se esquecer de você em algum momento, você não levará isso para o lado pessoal.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3- A Humilhação</h2>
<p style="text-align: justify;">Esta ferida surge quando, em algum momento, sentimos que outros nos desaprovam ou nos criticam.<br />
Podemos gerar esse tipo de problemas nos nossos filhos se dissermos que são maus, estúpidos ou se os compararmos à outras crianças; isto destrói a autoestima deles.<br />
As feridas emocionais de humilhação geram uma personalidade dependente. Além disso, como mecanismo de defesa, a criança pode aprender a ser “tirana” e egoísta além de repetir as humilhações humilhando outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter sofrido esse tipo de experiência requer que trabalhemos a nossa independência, nossa liberdade, a compreensão das nossas necessidades e medos, assim como as nossas prioridades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4- A traição e o medo de confiar</h2>
<p style="text-align: justify;">Surge quando a criança se sente traída por um de seus pais, principalmente no descumprimento de promessas. Isso cria uma desconfiança que pode ser transformada em inveja e em outros sentimentos negativos por não se sentirem merecedores do que foi prometido ou das coisas que outras pessoas possuem.</p>
<p style="text-align: justify;">Sofrer uma traição na infância constrói uma pessoa controladora. Se sofreu estes problemas na infância, você provavelmente sente a necessidade de exercer algum controle sobre os outros, o que normalmente se justifica como sendo uma personalidade forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas pessoas tendem a confirmar seus erros por meio de suas ações. Para curar as feridas emocionais da traição, é necessário trabalhar a paciência, a tolerância e o saber viver, assim como aprender a estar sozinho e a ter responsabilidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">5- A injustiça</h2>
<p style="text-align: justify;">A injustiça como ferida emocional se origina em um ambiente onde os cuidadores primários são frios e autoritários, isso porque uma exigência exagerada de exercer limites gera sentimentos de impotência e inutilidade, tanto na infância como na idade adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">A conseqüência direta da injustiça na conduta daqueles que a sofreram é a rigidez, pois estas pessoas tendem a querer ser muito importantes e adquirir grande poder. Além disso, é provável que a pessoa desenvolva um fanatismo pela ordem e pelo perfeccionismo, bem como a incapacidade de tomar decisões com confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">Requer trabalhar a desconfiança e a rigidez mental, criando o máximo de flexibilidade e permitindo-se confiar em outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que nós já sabemos sobre as cinco feridas emocionais que podem afetar nosso bem-estar, a nossa saúde e a nossa capacidade de nos desenvolver como pessoas, podemos começar a saná-las.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE:http://www.psiconlinews.com/2016/02/5-feridas-emocionais-da-infancia-que-persistem-quando-somos-adultos.html</p>
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